Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

sábado, 26 de novembro de 2011

Perguntas a Trigueirinho II

Como saber se o contato que estamos estabelecendo com planos sutis é evolutivo ou não?

Trigueirinho: Pelo coração e pela intuição. Quando a consciência do coração se abre, ela começa a nos esclarecer. E, depois, nos conduz á intuição. Com ela ficamos mais livre. Coração e intuição, reunidos, são a mais segura fonte de informações.

Antes de esmiuçar muito um assunto, coloque-o no coração e espere pela intuição. Assim, tudo poderá ficar claro.
Contudo, é bom saber que o mecanismo intuitivo não responde a curiosidades. Contempla a nossa íntima necessidade de evoluir e de servir ao mundo.


Por que hoje há tantas pessoas com medo?

Trigueirinho: O medo decorre da falta de suficiente contato com o mundo interno. À medida que contatamos as áreas mais profundas do nosso ser esse sentimento vai-se dissolvendo.

Hoje os que estão tranqüilos são exceção, porque na civilização atual tudo é feito para atrair as pessoas para fora, para exteriorizá-las. É, portanto, uma civilização que produz medo. Não pelo que está mostrando, mas por afastar as pessoas do seu centro de equilíbrio.

A maioria se apóia no que a sociedade oferece: emprego, salário, bens materiais, seguro de vida.

E, ao permanecerem sintonizadas com essas coisas, vêem sua insegurança aumentar. Quem só se volta para fora permanece no meio de um campo de batalha. Quando se dirigir para dentro de si mesmo é que atingirá um nível de existência sem conflitos.


Texto extraído:

Sinais de Figueira - pg. 5
Nº 7 - Janeiro a abril de 2005.


Leitor: Qual a influência dos pensamentos no magnetismo interno do ser humano?

Trigueirinho: Por magnetismo interno entendemos aquela força de atração que vem de dentro do ser, dos seus núcleos mais profundos, trazendo consigo a possibilidade de transfigurar tudo o que contata no mundo externo.

Os pensamentos influem diretamente no magnetismo, dado que a “energia segue o pensamento”. Se são positivos e se permanecem estáveis na intenção se servir a Deus, ao mundo e aos homens, pelo ser começa a fluir um chamado a todos - um chamado para a vida interior.

Para quem decide manter seu ambiente magnético no melhor nível possível, sugere-se, além do controle dos pensamentos, o controle da palavra e o da ação, de forma que tudo em sua vida decorra segundo propósitos elevados.

Porém, ao realizar esse autocontrole, nunca se deve deixar de ter presente o núcleo interno da consciência de onde vem a energia transformadora.

Assim, o autocontrole não se converte em repressão, visto que as forças do ser, dominadas, não se acumulem em alguma área da personalidade causando superestimulação, mas irradiam-se pelo magnetismo interno.

Texto extraído:

Boletim de Sinais - pg. 3 (Sinais de Figueira)
Nº 10 - Maio a Agosto de 2001


Como atrair a cura?

Trigueirinho: Impessoalidade e imparcialidade são as qualidades que nos levam a distinguir em nós e nos demais o que se pode chamar de indivíduo externo (a personalidade e seus corpos) do indivíduo interno (a alma).


Se temos tais qualidades, podemos dar aos que nos procuram em busca de ajuda indicações para que saiam de estados enfermiços, pois desequilíbrios decorrem da falta de harmonia entre esses dois níveis do ser, e a tomada de consciência pode atrair energias curadoras.

Tendo essas qualidades presentes na pratica terapêutica, nosso diagnóstico será mais abrangente, e os tratamentos que prescrevemos não entrarão em contraste com a vontade profunda do paciente.


Até que ponto podemos dar indicações desse gênero aos pacientes?

Trigueirinho.:É preciso lidar com o mecanismo psicológico do paciente de forma que este não prevaleça sobre impulsos mais profundos, que vêm da sua alma e do seu espírito.

O terapeuta que segue essa linha conta com a atuação de Hierarquias espirituais que podem inspira-lo ou, mesmo, trabalhar por seu intermédio. O terapeuta procura ajudar o paciente a reconhecer e a realizar o que indicam os núcleos internos do seu ser, procura ajuda-lo a adequar os próprios corpos a essa direção.


Como fazer isso, na prática?

Trigueirinho: Não há regras fixas, e cada caso é um caso. Se o paciente é espiritualizado, transcende com mais rapidez suas próprias resistências materiais; mas se não é adestrado em lidar com as emoções e com os pensamentos, ao tratá-lo é preciso muita suavidades, compreensão - e, sobretudo oração silenciosa.
Conheci uma terapeuta cuja principal atuação, durante as entrevistas com os pacientes, era orar silenciosamente.

No dizer dela, enquanto com um ouvido escutava o que falavam, com o outro ouvia “suaves sugestões do seu próprio interior”. Desse modo conduzia os tratamentos.

Texto extraído:

Sinais de Figueira - pg. 3
Nº 6 - Setembro a Dezembro de 2004.


Que é o centro cerebral direito, tão mencionado em suas obras?

Trigueirinho: É um dos centros da consciência do Novo Homem. Une a faculdade de adquirir conhecimento com a criatividade. Até hoje essas duas capacidades estiveram de modo geral separadas ou, em alguns casos, unidas mais desequilibradas. Da situação que ora se oferece ao ser humano advém ampliação interna e maior harmonia com o mundo externo.

A atividade mental analítica passa gradualmente ao âmbito subconsciente e se torna automatizada – como já são certas funções do corpo físico, tais como a respiração e a digestão. No centro cerebral direito o processo mental de percepção, memória, juízo, raciocínio e dedução une-se com o saber verdadeiro que vem dos níveis mais profundos do ser.

É uma transferência de energias: do consciente esquerdo elas mudam para o direito e o despertam pouco a pouco. Isso vai se dando quando as forças do ego vão deixando de controlar o indivíduo.



O que se pode entender hoje como pioneirismo?

Trigueirinho: A meu ver, é a qualidade de relacionar-se com energias que ainda estão para se manifestar à humanidade, de dar a elas condições de desenvolvimento e fluência. É a qualidade de contribuir para o desabrochar de potenciais em beneficio de uma vida mais plena para todos.

Um novo código genético já começa a atuar na consciência de pessoas receptivas a transformações. Os antigos chacras, aqueles centros de força do corpo etérico que constituíram o sistema energético humano por milênios, estão sendo desativados. Tem início a expressão dos centros do consciente direito (dentre os quais o cérebro, que mencionei), mudando assim o inter-relacionamento do corpo físico com os corpos sutis do indivíduo.

Além disso, as emoções já não serão tão autônomas. Passarão a fazer parte de uma atividade única, que inclui mente e sentimento. Núcleos de energia que compunham certas glândulas serão integrados no sistema energético do consciente direito, o que abrirá portas inusitadas para o contato com os mundos internos. A intuição atuará largamente.

Quem vive esse processo é pioneiro de uma nova etapa da evolução humana que há muitas eras se anuncia. Mas o pioneirismo, é bom que se lembre, expõe-no ao assédio de forças involutivas que tentam mantê-lo em estruturas retrógradas.

Nesta época é, pois, da maior importância cuidar sempre da sintonia com os planos mais elevados da vida, planos de onde vêm os impulsos à expansão. Tenha-se em conta que o despertar do consciente direito, embora dinamizado em áreas espirituais, apóia-se na atitude e na expressão do ser, no amor com que se dedica á verdade e ao serviço evolutivo.


Com esse despertar do consciente direito, como fica o nosso relacionamento com as demais pessoas?

Trigueirinho: como começamos a amar a vida interior de maneira especial, antigas dependências e interesses caem por terra. Mas isso não significa que nos sintamos separados dos outros. Pelo contrario, libertamo-nos de apegos e somos movidos por afeição ainda mais profunda aos que nos cercam.

E o sentido de união se expande cada vez mais. A harmonia e a paz advindas desse despertar transcendem as fronteiras do nosso ser individual, propagam-se e inspiram o Bem.

Através dos séculos foi se criando, a partir dos planos internos da vida, invisivelmente, um terreno propício a essa influência positiva. E boa parte da espécie humana, apesar das aparências em contrario, está pronta a receber os germes da nova civilização.

Texto extraído:

Sinais de Figueira - pg. 5
Nº 11 - maio a agosto de 2006.


Leitor: Como desempenhar corretamente as tarefas para a realização do Plano Evolutivo? Em que sentido nossa atitude ante as necessidades mundiais pode ser elevada?

Trigueirinho: não só as pessoas se desenvolvem à medida que servem a Deus e ao mundo, também as tarefas que elas realizam evoluem e se expandem. As tarefas do Plano Evolutivo podem deixar de restringir-se aos seus aspectos materiais; podem aprofundar-se, entrar por terrenos subjetivos, morais e espirituais, fazendo crescer a consciência.

Uma das chaves para nos posicionarmos corretamente diante dessas tarefas é não contar o tempo despendido nelas; isso nos ajuda a perceber sua profundidade, faz-nos transcender aparências. Outra chave para compreender melhor as tarefas é não ter medo.

O medo não deixa espaço para amá-las. Há vários tipos de medo: de não ser eficiente, de não atingir bons resultados, de não ser compreendido, de ser combatido pelas forças contrárias ao Bem. A coragem deve ser alimentada incansavelmente, e a indiferença para com certos tipos de crítica, não construtivos, é necessária.

Além disso, todo servidor do Plano evolutivo deve praticar a renúncia ao próprio ego. Se o ego não é supervalorizado ou nem mesmo levado em consideração, o relacionamento com os demais colaboradores pode fluir com facilidade. Contudo, é bom ter em conta que isso nada tem a ver com ser evasivo.

Quem é evasivo não é capaz de servir ao Plano totalmente. Quanto a teimosia, esta paralisa o trabalho, porque a Energia não faz experiências em teimosos. Os teimosos ficam consigo mesmos, e ali estacionam.

Sua atitude provém da insensibilidade ou desobediência aos sinais que a vida apresenta, às orientações autenticas que, provenientes do mundo interior, podemos receber nas mais diversas ocorrências do dia-a-dia.

É preciso flexibilidade para reconhecer esses sinais, qualidade fundamental. E por fim, citamos a importância da receptividade às observações fraternas, úteis e construtivas dos companheiros de caminho. O servidor do Plano Evolutivo tem de superar a suscetibilidade se quiser estar livre de si próprio e pronto para doar-se impessoalmente.

Texto extraído:

Boletim de Sinais. Pg. 3.
Nº 5- janeiro a março de 2000.


Leitor: De que forma podemos minorar o sofrimento trazido pelas guerras e violências que têm ocorrido no mundo?

Trigueirinho: As guerras, como sabemos, constituem um grande negócio para a indústria de armamentos localizadas em países ricos e para os seus investidores. E é claro que por trás desse esquema corrupto há forças involutivas, que até o final deste ciclo do mundo ganharão mais e mais terreno.

Mas tudo isso e muito mais havia sido profetizado e não deveria surpreender ninguém. Apesar de a cada instante haver, disseminados por todos os lugares, milhões de seres padecendo, existe uma forma de oferecer-lhes auxílio.

Trata-se de um auxílio não material: enviar pensamentos salutares ao espaço, sem dirigi-los a objetivos por nós escolhidos. Há nos planos internos da vida uma Hierarquia espiritual que atrai magneticamente, recolhe e conduz energias positivas.

Encontra o rumo certo para as emanações desses pensamentos, da oração e da contemplação de uns poucos seres doados ao serviço espiritual e silencioso e as canaliza para onde é preciso, sob a forma de impulsos salvíficos e restauradores.


Dos vários quadrantes do mundo vêm pensamentos bons que, embora pouco numerosos, têm mais valor do que todo o montante de outros, corriqueiros e destrutivos, em demasia presentes na aura da terra.

A base do trabalho da Hierarquia da Luz no espaço interno não é um lugar, e sim um ponto de convergência dessas emissões que nos momentos cruciais ajudam a humanidade e seus irmãos menores, os seres dos reinos da natureza. A reunião desses pensamentos de qualidade superior multiplica energias benéficas em surpreendente progressão.

É lançando-os ao espaço que se presta a melhor ajuda em momentos caóticos como os de hoje. Outras ajudas, praticas e materiais, também são importantes, mas nem sempre se mostram tão eficazes como esta sutil, que vai realmente ao encontro da necessidade sem ser desviada por malfeitores.

Texto extraído:

Boletim de Sinais - pg. 3
Nº 4 - outubro a dezembro de 1999.

Por Trigueirinho

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