Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Monday, February 6, 2012

Seres que estão conosco

Consciências de outros esquemas planetários, de diversas galáxias e universos, fazem parte dos vários grupos de vidas que cooperam com a evolução, não só da Terra, mas também dos demais mundos que existem em diferentes dimensões. No cosmos, manifestado ou não, tudo está interligado e é só em algumas mentes humanas e pensantes que a separatividade e a ilusão da independência ainda perduram.

No que diz respeito ao planeta Terra, sabe-se que três grandes grupos de vidas trabalham em sincronia para a evolução. O primeiro deles é composto de seres da humanidade terrestre que se tornaram mais conscientes do que seus semelhantes. Esses seres formam a Hierarquia – não de poder, como as hierarquias humanas comuns, mas de valores,ou melhor, de vibração. Por vibração entende-se o próprio pulsar da vida, em freqüência mais lenta ou mais rápida. Sabe-se que quanto mais rápida for a freqüência desse pulsar, mais sutil, interiorizado e evoluído é o ser.

A Hierarquia terrestre foi implantada há muitos milhões de anos. No princípio foi composta de seres de outros esquemas planetários, pois não havia ainda na Terra quem dela pudesse participar. Porém, lenta e gradualmente, alguns homens foram se libertando da estrutura densa e psíquica terrestre e puderam, então, assumir os seus postos na cooperação com o plano evolutivo geral. Hoje a Hierarquia terrestre é quase toda através do treino do desapego, da ampliação da consciência e do serviço altruísta.

O segundo tipo de vidas que se encarregam da evolução terrestre são as Existências, as Energias e os Seres que vêm de outros esquemas planetários, de outras galáxias, ou de outros universos existentes em diferentes dimensões, para aqui servirem ao plano evolutivo geral. São mencionados na Bíblia e em outros livros antigos. No próprio episódio de Ezequiel, já citado, encontram-se algumas referências a esse grupo: ‘’E olhei’’, diz Ezequiel, ‘’e eis que estavam quatro rodas junto dos Querubins; uma roda junto de um Querubim, e outra junto de outro Querubim. . .’’ Djwhal Khul, o instrutor tibetano, refere-se às Entidades Planetárias no livro que ditou a Alice A. Bailey, Iniciação Humana e Solar: ‘’Considerando agora as personalidades participantes das cerimônias de iniciação, as primeiras com as quais lidaremos serão as chamadas Entidades Planetárias. Isso se refere àqueles Grandes Seres que, por um período de manifestação planetária, protegem ou permanecem com nossa humanidade. Eles não são muito numerosos, pois a maioria dos Grandes Seres prossegue de maneira firme e crescente em outro e mais alto serviço, à medida que Seus lugares possam ser ocupados e Suas funções continuadas pelos membros de nossa evolução terrestre, tanto dévica quanto humana’’.

O terceiro grupo de vidas encarregado da evolução terrestre é responsável pela construção das formas. Os seres que o compõem são chamados de Devas, e o que se pode atualmente saber a respeito deles está contido no Tratado sobre o Fogo Cósmico, de Alice A. Bailey. Fonte de informações, este livro, ainda que um tanto abstrato para a mente normal, esclarece algumas superstições que existem em torno desse assunto.

Dentre aqueles que fazem parte do segundo grupo, alguns têm, no atual ciclo do mundo, uma tarefa específica junto a nós, homens encarnados. Estão a serviço na órbita da Terra e muitas vezes se tornam visíveis aos nossos olhos físicos, chamando a humanidade para um despertar muito necessário e decisivo AGORA.

Esse é o tema do presente estudo.

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Mudar a condição do ser fazendo-o sair de seu estado puramente sutil para assumir uma aparência sólida e visível aos olhos terrestres normais não é difícil em certos casos. Em esquemas planetários mais adiantados, onde se vive em formas etéricas, astrais, mentais ou em condições ainda mais sutis, tomar e abandonar uma forma física densa aqui na Terra pode ser considerado atividade simples. As formas, em qualquer nível não passam de ‘’pensamentos condensados’’, e é neste planeta que ainda são consideradas, por alguns, como algo mais consistente.Sendo ‘’formas –pensamento’’, não encontram barreiras para se projetarem onde for necessário e para tomar a aparência externa que o ambiente requeira. Utilizando os intervalos interdimensionais, a consciência pode deslocar-se com extraordinária velocidade, vencendo em poucos segundos uma distância física que levaria vários anos-luz para ser percorrida.

É claro que, para isso ocorrer, o indivíduo precisa estar vivendo suficientemente unificado com a essência do próprio ser, e assim usar a forma externa como usa uma roupa, sem apegos, abstendo-se de acrescentar-lhes as atribuições e valores supérfluos.

‘’A matéria está para o espírito assim como o gelo está para a água’’, diz John Andreadis que, segundo o livro Aliens Among Us é um extraterrestre que vive em um corpo humano na cidade de Nova York. Assim, possuindo o segredo desse conhecimento, um ser pode aparecer na mente de alguém em sonhos ou durante uma meditação, pode com ele comunicar-se através da telepatia, ou mesmo materializar-se física, etérica ou astralmente.Essas diferentes possibilidades de contato não incluem necessariamente baixa qualidade de manifestação e comunicação, e tampouco significam menor evolução do ser que se apresenta. Sem nos atermos a relatos de pessoas emotivas, podemos aqui mencionar as aparições de Yogananda e de outros seres evoluídos a seus devotos. A realidade da presença deles nessas experiências foi-lhes posteriormente confirmada.

O fato de vivermos apegados ao plano físico e à idéia de que somos o corpo de habitamos torna mais difícil para a mente aceitar uma convivência normal com outras dimensões. A energia emocional, mental e psíquica, as idéias e os condicionamentos humanos, condensam-se e criam as formas que conhecemos, a nossa forma externa inclusive. Quanto mais arraigados e intensos forem os apegos, mais densa é a forma criada, e menos possibilidades o homem terá de viver conscientemente nos níveis sutis da sua existência. Esta constatação é fundamental para os que se preparam para as próximas circinstâncias planetárias, nas quais será importante transcender a vida física e estar apto a entrar em outras dimensões com facilidade.

A forma física atual que apresentamos é o resultado da potente focalização feita por um núcleo mais profundo, nosso, primeiro no plano astral e, depois, no etérico. Sua energia unificada, além de ser co-responsável pela materialização da nossa presença concreta sobre a Terra, encarrega-se de nutri-la por certo tempo. Seth, um habitante de outras dimensões que se comunicava com os homens através de Jane Roberts, diz que a essência está em constante estado de pulsação. Pode-se acrescentar a isso que uma forma pode desaparecer e reaparecer se certa capacidade interna foi voluntária e conscientemente desenvolvida.

Do mesmo modo existem seres de alta evolução, já livres dos ciclos encarnatório e,portanto, desprovidos do próprio átomo permanente físico (partícula essencial que possibilita a formação de um próximo corpo físico denso) que através de atos de vontade-poder ainda desconhecidos para o homem comum, conseguem reunir átomos do reservatório geral do universo e compor um corpo para ser utilizado durante determinados períodos. Principalmente na cultura oriental, são conhecidos casos de iniciados que tomaram um corpo físico assim composto, e o fizeram tanto por períodos menores como por encarnações inteiras.

Outros exemplos podem ser tirados de vidas como a do conde saint Germain, conhecido personagem da História da Europa do s´culo XVIII. É sabido que o conde surgia e, após atuar por um tempo, desaparecia. Isso ocorreu durante um período que ultrapassou o de uma vida humana normal. Voltaire escreveu a Frederico II da Prússia que Saint Germain era ‘’um homem que nunca morre e que tudo sabe’’. Por outro lado, Madame d´Adhémar, em 1789, menciona que Saint Germain mantinha o mesmo semblante jovial de 1760.

Também H. P. Blavatsky, em seu livro Ísis sem Véu, volume II, diz: ‘’Como no caso da reencarnação dos lamas do Tibete, um Adepto da mais elevada ordem pode viver indefinidamente. Seu escrínio mortal usa, no entanto, certos segredos alquímicos para prolongar o vigor juvenil muito além dos limites usuais; contudo, o corpo raramente pode ser mantido por mais de duzentos ou quatrocentos anos. O vestuário velho é então posto fora, e o Ego espiritual, forçado a deixá-lo, escolhe para sua habitação um novo corpo, viçoso e cheio de saudável princípio vital.’’

Na realidade, as possibilidades que uma consciência tem de se materializar são inúmeras, e dependem não só do seu grau de desenvolvimento, mas principalmente da real necessidade, para o plano evolutivo, de tal evento vir a acontecer.

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Os seres extraterrestres têm diferentes razões para se aproximarem da órbita física, psíquica e espiritual da Terra. Inspiram-nos interiormente, ajudando nos em nossos caminhos evolutivos. No decorrer do ciclo em que o homem passa pela iniciação eles estão presentes, como exprime o já citado Djwhal Khul, tornando-se não só perceptíveis como também visíveis aos olhos internos do iniciando. Ensinamentos mais amplos a esse respeito foram transmitidos telepaticamente a Alice A. Bailey pelo próprio Djwhal Khul, através de uma extensa obra escrita no decorrer de cerca de vinte cinco anos de trabalho. Durante esse tempo o autor encontrava-se encarnado no Tibete, ao passo que o receptor, Alice A. Bailey, vivia fisicamente na Inglaterra. Livros que contém elementos básicos sobre o assunto mencionado, e outros que apresentam meros indícios a respeito dele, nos foram legados pelo processo telepático que havia entre os dois, e que não sofria interferências do plano astral coletivo terrestre e de seus habitantes. Entre esses livros que são fontes seguras de ensinamento encontram-se Telepatia e o Veículo Etérico, Um Tratado sobre os Sete Raios e o já citado Tratado sobre o Fogo Cósmico.

Tuesday, November 15, 2011

Que valores temos de reafirmar hoje em dia?



Que valores temos de reafirmar hoje em dia, diante de tantos acontecimentos desconcertantes no país e em todo o mundo?

Teríamos de reafirmar que não estamos sós neste universo, e que a humanidade não se compõe apenas dos habitantes da superfície da Terra, com os hábitos e com o nível de consciência que hoje apresentam. Assim, bem receptivos aos irmãos de mundos mais adiantados, poderemos ser mais inspirados pelo Alto.

Além disso, teríamos de, ao longo da trajetória na Terra, não nos atropelar uns aos outros, não ser instáveis nas opções e, principalmente, não olhar para trás e para o que se passou de negativo conosco ou com os demais.

Quanto à nossa vida diária, deveria acompanhar os sinais que vamos tendo do mundo espiritual. Deveríamos evitar o pensamento comum, a indiferença diante do sofrimento dos outros e prestar atenção a todos os detalhes em tudo o que fazemos, porque há sempre o que aperfeiçoar.

Não deveríamos, sobretudo, perder oportunidade alguma de servir. Se deixamos escapar o momento exato de nos doar, pode ser difícil encontrar novamente outra conjuntura favorável para isso.

Há possibilidade de alguma mudança na difícil situação atual da Terra?

A energia de síntese começa a ingressar no planeta, dando início à formação de uma unidade mental entre os indivíduos. Em geral, a ciência, a religião, a política e cada um dos demais setores da atual civilização fixam-se em seus próprios conceitos e pouco se abrem para compreender imparcialmente o que outro setor representa. Criam seu universo particular e distanciam-se da Totalidade, esquecendo-se de que ela vela tanto pela formação de uma rocha como pela evolução dos deuses.

Essa situação não mudará antes de o planeta chegar a estados ainda mais caóticos e conflituosos. Entretanto, cada indivíduo que internamente se abre à unidade colabora com a transformação do mundo material.

A percepção interna está se desenvolvendo em muitos seres — o que é valioso para a formação das bases dos tempos futuros. No universo interior, impalpável aos sentidos materiais, estão as chaves para os impasses em que a humanidade hoje se encontra; só mergulhando nele se poderá receber alento.

Todavia, a sutilização da vida terrestre — ou a sua interiorização — já teve início, e se consumará a despeito de o homem ter ou não consciência do que realmente se passa no planeta.

Que se pode fazer para colaborar com essa sutilização?

Muitos são os caminhos para os níveis sutis. É preciso antes de tudo reconhecer a própria senda e empenhar-se em segui-la sem se distrair com comparações. Cada uma das energias de Raio que trabalham hoje na órbita da Terra corresponde a um caminho para participar de realidades supra-humanas.

Tanto o ardoroso devoto, regido pelo Sexto Raio, quanto o diligente cientista, regido pelo Quinto, e todo aquele que se entrega sinceramente à condução do ser supremo têm possibilidade de, por meio da energia peculiar a cada um, chegar à sabedoria interior. Para que essa sabedoria possa emergir na pessoa, é necessário que a vibração dos núcleos profundos do seu ser permeie sua consciência externa, atingindo, portanto, também a vida material.

O poder oriundo do trabalho interno deve ser reconhecido, vivido e expresso em plenitude, permitindo manifestações de magnitude inusitada.

Por Trigueirinho




Site Comunidade de Figueira: http://www.comunidadefigueira.org.br/

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