Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Monday, October 24, 2011

Consciência Estelar


Do ponto de vista dos níveis do ser onde nós somos reis e senhores de nós mesmos, é como se a existência que nos acontece, o cenário onde estamos a ser projectados equivalesse a uma pérola, a um tesouro que tem 7 revestimentos em torno dele, equivalesse a uma pedra preciosa que tem 7 camadas geológicas em torno dela até que o seu verdadeiro brilho possa ser revelado. Existem estas 7 camadas em torno do brilho central que são como 7 línguas que a nossa consciência soube falar, 7 grandes degraus que a nossa consciência soube descer e essa identificação da nossa consciência com essas 7 camadas é uma realidade do Plano, é um enriquecimento da jóia.


Neste momento a História profunda da Terra, a situação planetária pede que a consciência retorne a Casa.

Não existe nada de negativo em, momentaneamente, a jóia que tu és se identificar com o plano astral, ou com o sistema nervoso, ou com os 5 sentidos, ou com a intuição e a participação na vibração da alma. Não há nenhum problema nisso excepto que essas identificações tiveram o seu tempo, o seu ciclo, e enquanto a jóia está identificada com essas camadas, ela não pode revelar para si mesmo, para os outros e para o Cosmos a vibração pura de que o planeta tanto necessita agora. É como se todas as identificações que a jóia tem feito foram válidas, necessárias e legítimas para nos trazer, exactamente, à crise global em que nos encontramos agora.

De uma forma geral a história conhecida do homem é a história de identificação da consciência com algum plano de expressão.

Os Sumérios estavam identificados ao mesmo tempo com coisas muito altas, como a astrologia ou a conexão consciente com a vibração de certas constelações além do zodíaco e com realidades muito literais como a invenção da política ou das cidades estado. O Egipto estava ao mesmo tempo preocupado com a imortalidade e com canais de irrigação para nutrir as zonas potencialmente férteis.

Quase todas as civilizações conseguiram um equilíbrio entre uma identificação muito alta de níveis muito profundos da consciência universal e a consciência cósmica e com níveis muito pragmáticos. Ao mesmo tempo que a China fazia uma reflexão sobre o equilíbrio dos opostos através do Tao, inventou o papel e a cerâmica. As civilizações sempre tiveram essa capacidade elástica de fazer ligações muito acima e ao mesmo tempo permanecerem bem ancoradas no planeta.

A nossa História é a história de identificação com patamares horizontais de expressão. Nem todos os seres vivem identificados com os “jardins suspensos” do nível espiritual, nem todos os seres podem viver o tempo todo identificados com a ilusão da matéria.

Os níveis: físico, etérico, emocional sentimental, romântico, do desejo, da mente objectiva, da mente subjectiva, da mente especulativa, do intelecto, da intuição, da intuição avançada, a telepatia superior, o nível espiritual do fogo puro, monádico (Eu Sou) e divino não são distorções por si, são jardins, são mundos com as suas luzes e sombras. Estes níveis mais abaixos com os quais nós estamos mais identificados são crepusculares, são feitos de contrastes e a consciência do ser é enviada para jardinar estes territórios. A identificação com estes níveis é a ciência da identificação e a humanidade pratica esta ciência inconscientemente e, ainda bem. Uma criança vai-se identificando com o físico etérico; um jovem com o mundo dos sentimentos e do desejo e um adulto, progressivamente, com o plano mental.

A Terra como uma matriz orgânica e espiritual aspirando à libertação em relação a uma malha controladora, ela precisa de consciências capazes de viajar ao longo do eixo, do físico ao divino sabendo experimentar cada patamar sem ficar prisioneiro de nenhum nível, porque aquilo que envolve a jóia é um jardim enquanto eu for um jardineiro, senão transforma-se numa prisão. A Terra tanto é um jardim como uma prisão.

A Humanidade é uma dimensão/luz justaposta a outra dimensão/luz superior.

A consciência estelar que nós somos necessita de ser desafiada a acordar aqui em baixo. Nós somos, de um ponto de vista final, definitivo, absoluto, enviados da Alegria infinita para dentro da alegria finita. É o momento de o indivíduo recuperar, sem dúvidas, a partir de uma reconversão na identidade, no modo, no motivo condutor, nos porquês e nos comos, de que ele é uma dimensão luminosa adaptada à humanidade local através do protótipo na mente do Pai – Adão Kadmon.

Cada um de nós dispõe de uma turbina de frequências capaz de levar a consciência a galgar no sentido ascendente estes 7 degraus de retorno à origem.

A fórmula planetária neste momento está saturada de tudo o que é secundário, lateral, aproximativo, o planeta necessita urgentemente da vibração definitiva ou afirmativa de consciências estelares que sabem o que são, quem são e porque estão aqui. Consciências despertas acima da 3ª dimensão capazes de envazar o facto de que nós somos uma consciência estelar.

O que a Hierarquia cósmica pede é que um indivíduo seja superiormente criativo. Que o ser não tenha a mínima dúvida que ele é essa força criadora suprema, definitiva, exprimindo-se neste mundo relativo – que ele é Vida.

O Comando Orion, o Comando Plêiades (que são os dois comandos com os quais este trabalho mais lida), os serafins assignados para a evolução da consciência especializada (os 144.000), eles não estão pedindo mais nada senão que o indivíduo aceite, aspire, persista, ame a ligação ao seu ser maior, a ligação à Árvore da Vida, mas esta ligação consome a nossa energia. É muito pouco provável que eu queira restabelecer a ponte (Antakarana) que liga os meus 7º, 4º e 1º chacras com a Árvore da Vida e ainda me sobre energia psíquica para participar na espiral descendente em que o planeta entrou.

Sempre que um ser se está queixando da situação planetária, ele não está fazendo o trabalho. Recentemente o Cristo visitou-nos através de 156 mil pessoas que morreram. Visto de um ângulo são 156 mil mortes, visto de outro ângulo é o próprio Cristo. É como se Jesus Cristo tivesse descido nas praias do Yucatão ou em Tomar. O Cristo é o que bate à porta à noite e nos desperta, é o que rompe os véus da inconsciência, da indiferença e da ignorância, é o Raio instrutor que tocou a situação indiana através de Krishna, tocou a situação egípcia, tocou a situação pré-colombiana. O Cristo é o Raio da função Pai, das energias do Trono que viaja com mais liberdade ao longo da Árvore da Vida.

A Árvore da Vida é composta por 21/22 grandes raios de energia divina viva. Eles partem do Trono e espalham-se, por processos holográficos, ao longo da rede electromagnética superior que nutre os núcleos dos planetas, os corações da humanidade, os corações extraterrestres, angélicos, dévicos...

O Raio crístico é a energia principal que mantém a aglutinação dos outros 21, é o Raio que viaja com mais liberdade ao longo da Árvore da Vida, portanto, ele é o que desperta, é o que fala directamente ao coração e à consciência acerca do seu caminho, ele vincula a pequena à grande consciência. O Adão Kadmon é uma adaptação do infinito ao finito. A energia crística é a manutenção dessa figura sagrada, suprema que é o Adão Kadmon.

O Adão Kadmon é primordial, é a ideia inicial de como adaptar a consciência infinita aos mundos finitos, o Cristo é a manutenção do processo.

Enquanto a mónada tem todas as frequências/luz necessárias para a iluminação total da matéria, o interface é feito pela activação do corpo de luz. Uma rede geométrico/cristalina que tem muito mais a ver com a matemática, a geometria sagrada, a precisão, do que o nosso romantismo espiritual gostaria de imaginar. Ele encontra-se, devido ao abaixamento da consciência generalizada, a 20% nos seres despertos e a 2 ou 3% na humanidade comum, e naqueles despertos que já se encontram numa fase crítica, está nos 40%. Este corpo de luz reconstituirá a memória do que tu és, a vida intracelular, a luz nos canais linfáticos, a quantidade de ouro que o teu sangue passará a transportar, o tipo de segregação glandular capaz de gerar a hormona da ascensão.

Todas as glândulas do corpo, quando entram num binário específico e a pineal, emitem uma nova informação secreta que leva o sistema glandular a gerar uma hormona desconhecida que começa a preparar as células para a ascensão. O processo é químico.

Quando estamos em oração estamos a enviar energia psíquica para o corpo de luz. O ser humano terá que realizar 51% da luz do corpo e a mónada fará baixar os outros 49%.

No 10º chacra ligado ao Raio da Transfiguração – 10º Raio – encontra-se o desenho geométrico em linhas electromagnéticas da mesma vibração suprema da Árvore da Vida. É um poliedro que está pulsando, como um coração cósmico do qual o nosso coração espiritual e o próprio coração físico são uma projecção. O verdadeiro coração nem sequer está no corpo mas no 10º centro luminoso.

Quando existe um êxtase do coração, que dura segundos na vida de uma pessoa, é quando o 4º chacra ligou ao 10º e aí o ser ama de uma forma que ele não pode explicar.

O corpo de luz (formado essencialmente por uma estrela de David) é activado em 51% pela nossa vontade, pela adoração, que é a forma mais rápida de lá chegar, a arte ou o trabalho profissional feito como uma karma yoga (fazê-lo fazendo-o bem feito) também faz convergir uma enorme quantidade de energia psíquica para o corpo de luz.

O sexo é uma realidade interessante porque ele tem as duas valências: tanto esvazia de repente o teu próprio corpo de luz, dependendo do campo, da coesão no qual a experiência sexual acontece, ou pode endereçar uma grande quantidade de energia para o corpo de luz, depende do campo electromagnético, isto é, do amor, da ternura e da lucidez vibratória que é colocada no facto.

À medida que tu fazes o trabalho aqui em baixo, desde que seja feito com clareza, impecabilidade e com distanciamento criativo, a tua psique emana ondas que ficam retidas no corpo de luz e começam a energizar a pirâmide Terra do corpo de luz.

Aspirar ao divino implica: os deuses, os Elohim, a tua própria mónada, virar-se para o divino e virar-se para aquilo que É. É aspirar, no fundo do poço, ao circulozinho que está lá no topo do poço. É um acto misterioso que se faz todos os dias. O que o planeta precisa hoje é de menos referências e mais acção espiritual pura.

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