Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Friday, September 6, 2013

O Filho do Sol


"És um filho do Sol. És uma Partícula Sagrada no Seio da Explosão sem Limites. És um Raio do Sol de Silêncio. No âmago do Ser Divino a que pertences e que te habita está a chave que faculta à Consciência o acesso ao teu Nível Sublime. Até hoje, caminhaste com os teus pés e conheceste a Alegria dos Encontros Intermédios. Caminha agora com os pés do teu Senhor, do teu Núcleo Cósmico de Vida, para que o Insondável encontro se dê, para que o Alento Virgem possa harmonizar e sincronizar os teus corpos com o mundo de meta-Luz dos 24 Senhores de Orion"

Fonte: A Irmandade de Lys

Est:AN92

Rumo ao arquétipo síntese humano

Para que um indivíduo possa manifestar-se livre e criativamente, num planeta de quarta dimensão, é necessário uma atitude mental completamente diferente da atitude humana actual.

A Cura da atitude mental humana aproxima-se.

Essa cura não virá por um reprocessamento dos pensamentos dos homens, mas pela instalação de um novo veículo emocional-mental que opera com outras categorias de entendimento.

Para que esse novo veículo se possa plasmar é necessário uma prévia harmonização da mente humana.

A aproximação a LYS implicará uma profunda harmonia física, emocional e mental.

Os níveis internos de cada um - recebendo os impulsos energéticos deste Centro, que é síndrono com os impulsos de outros Centros que têm acção planetária, sistémica e galática - "operam" a harmonia no campo de expressão tridimensional do Peregrino.

Esse reordenamento energético, quando duradouro e Real, é sempre feito em colaboração com o Centro de Comando Cósmico do indivíduo, a sua Mónada.

Entretanto, uma atitude da parte do Eu Consciente é fundamental: para que a harmonia se imprima nos nossos corpos é necessário que esteja implantada a Abertura total do Consciente tridimensional ao impulso de Cura que, por Lei, é continuamente vertido sobre ele.

A Harmonia do Campo Veicular é o resultado da intercepção de dois pólos de processamento energético:

Um, activo, é energia de Cura, canalizada pela Mónada; o outro, passivo, complementar, é a atitude de Abertura do eu consciente tridimensional a esse primeiro impulso.

A harmonização do físico e do emocional têm correspondência com a harmonização mental. O equilíbrio mental facilita a permeabilização dos veículos físico e emocional à indução harmónica dos seus respectivos Arquétipos.

Os passos de Aproximação à Verdade são também passos de harmonização. LYS, como Ligação Céu-Terra, é um ponto focal actual para todos os que, alinhados com a sua Vontade Maior, buscam a Verdade.

A Aproximação a LYS, como Essência-Programa, implica a harmonização gradual do veiculo mental. Quando o Peregrino contacta - através do canal interno - o Arquétipo-Programa para a mente humana, ele experimenta uma cura profunda.

Esse passo, de redenção da mente, de contacto com o Arquétipo para o Mental Humano, é um dos Portais Intermédios de acesso a LYS.

Cada um dos nossos veículos de manifestação - corpo físico/etérico, corpo mental plano intuitivo, veículos da Mónada, Super-Consciência, nasce da resposta de Hierarquias Construtoras, de âmbito Sideral à Matiz Cósmica para o ser humano, o Arquétipo do Homem, Arquétipo que sintetiza os vários Arquétipos de Veículo.

O Arquétipo do Veículo é a Fonte Cósmica da projecção energética que, pela colaboração entre a Mónada e a Hierarquia PITRIS, servirá de suporte à criação de um tipo de Veículo Humano, a utilizar pela Mónada.

O Arquétipo de Veículo é a Ideia Divina Primordial, a partir da qual cada tipo de veículo humano foi desenvolvido.

Esse Arquétipo de Veículo fixa, a nível de Mente Divina, as categorias que serão expressas por esse Veículo, qual a sua área de acção dimensional própria e a Meta a que esse Veículo, como património de uma Raça, se propõem alcançar.

Os Arquétipos de Veículo são "moldes" Divinos para a criação das formas.

Existe para a Mente Humana um Arquétipo Divino, uma "forma-padrão" que fornece aos Construtores o Mapa para a formação desse veículo. Por ser o Programa de construção seguido pelos Construtores Siderais, ele pode ser hoje contactado como pólo superior de cura mental.

MONHRAJAD, como falange que actua na cura mental do homem utiliza o Arquétipo para o Mental Humano como seu Diapasão Harmónico.

Quando a mente do homem se "abre" à Luz Interna ela coloca-se no EIXO que lhe permitira contactar o Arquétipo do Mental Humano, Dínamo de Harmonia que permeia todo um sub-nível do Plano Cósmico Arquetípico.

O Arquétipo para a Mente Humana é um dos Arquétipos que estão reunidos no ARQUÉTIPO SÍNTESE HUMANO, se tem chamado Homem Primordial, homem Cósmico, ou ainda o Estado Adâmico-Original do Ser Humano, estado que compreende a perfeita Síntese de TODOS os veículos humanos, espirituais e Monádicos.

Esse estado existe, imperecível, nos níveis Arquétipos do Cosmos.

É um estado-Síntese. Nesse Oceano está o REGENTE de cada um.

Um Avatar manifesta, no Coração Radiante de uma Raça, esse Arquétipo total que, por contacto, pode ganhar as cores dos sub-aspectos, que essa Raça deve manifestar.

A nossa Realidade mais profunda está em contacto com esta Síntese, este Plano de desenvolvimento e Objectivo final para o estado humano.

Este Arquétipo Síntese Humano, existente no plano Cósmico Arquetípico é reflectido, na Terra, no Espelho de MIZ TLI TLAN.

Constitui um dos Mistérios do Senhor do Mundo.

As Raças Cósmicas que nos têm visitado desde o Princípio, desde a "fundação" do planeta, como Campo Evolutivo, células vivas de ligação com o Eterno, são "interfaces" entre Planos de Consciência, trazendo até aos nossos níveis de contacto a Presença Viva do Arquétipo Síntese Humano, o Plano do Pai para o trânsito humano da consciência.

Os Jardineiros do Espaço, designação introduzida através de Trigueirinho para transportar até aos autoconvocados a compreensão das tarefas sublimes de Energias Cósmicas Executivas, são uma Hierarquia Maior que tem acesso directo ao Oceano Arquetípico, Realidade indefinível, de potência geradora infinita, a nível da Mente Divina.

Essas Consciências Estelares contactam, representam e aplicam os Arquétipos Síntese de todas as situações evolutivas.

Todas as Raças padrões de consciência grupal no plano humano, são diferentes exteriorizações, em diferentes graus de aproximação, ao Arquétipo Síntese Humano.

O G.N.A. é uma nova ordem na substância humana, que facilitará aos veículos a sua integração na Corrente ascensional, que os conduzirá ao Arquétipo Síntese Humano.

A actual Raça, como é bem conhecido, tinha como Veículo-Tarefa o plano mental da manifestação HUMANIDADE, ou seja: o desenvolvimento no seu curso evolutivo, das capacidades e campos de exploração próprios do Veículo Mental Humano, tal como estaria designado no Arquétipo respectivo e sintetizado no Estado Original.

Neste percurso, como está claro para todos, o homem perdeu-se do Programa Original para a sua mente - que determinava Metas, como a capacidade de transcender a Razão e a compreensão dos átomos como Entidades Vivas, por exemplo - afastando-se do Arquétipo para o Mental Humano, ou seja, afastando-se da sua Fonte Cósmica de Equilíbrio Mental

As distorções foram várias e de várias ordens, algumas por excesso, outras por defeito.

Um dos excessos cometido foi o de confundir o meio com os fins. Isso deu origem a inúmeras atitudes culturais que tinham o desenvolvimento mental como objectivo do Ser.

Quando a Razão chegou ao máximo da sua expansão, o desejo investido nesse instrumento era tão denso que o passo seguinte - a submissão do Racional ao Intuitivo - não foi detectado e muito menos assumido. Por outro lado, uma das consequências de uma utilização insuficiente da Razão e da Mente foi a cedência que as consciências tridimensionais fizeram ao prazer, à superstição e ao emocionismo, abrindo as portas ao medo e à ignorância.

De uma forma ou de outra o Arquétipo para a Mente Humana não se reflectiu no correspondente veículo colectivo da Humanidade, nem se instalou como Rumo e Meta nos veículos mentais dos homens.

Daí resultou não só a desvitalização das mentes humanas, como a "fossilização" da consciência humana colectiva em níveis inferiores aos determinados pelo Programa Civilizacional. Uma das consequências disso é a acção cega da actual civilização e o vácuo que se criou entre esta e as correntes cósmicas de vida.

A mente humana anda à procura, sem o saber, do seu Arquétipo.

Na Aproximação a LYS, como a todo o Centro Interno com Programa para os anos noventa, opera-se, inevitavelmente, a cura do nosso veículo mental POR CONTACTO DA MENTE COM O ARQUÉTIPO PARA O MENTAL HUMANO.

Isso já está a ocorrer com as mentes de muitas pessoas.

Os PROGRAMAS Civilizacionais são um sub-nível dos Progrmas de Raças, que, por sua vez, são um sub-nível do Programa previsto no Arquétipo Síntese Humano, vértice de todos os Ciclos de Evolução que impliquem o Estado Humano.

O Arquétipo Síntese Humano está em relação hermética com outros Arquétipos, de outra ordem, não-humanos, que continuam o trabalho produzido pelo Ciclo Humano na Consciência. Dentro desta Hierarquia de Operações, LYS situa-se também como Civilização, Raça e Estado de Consciência, produto do Vórtice Mental Cósmico que constitui a sua Essência

A cura mental - no sentido interior e espiritual descrito - é uma das Áreas de Acção de LYS junto à Humanidade de Superfície. Para isso existem as Câmaras de Harmonização.

Qual pode ser a nossa atitude, como seres conscientes de que a nossa mente, não só se perdeu da sua Meta Original, dentro do serviço circunscrito à actual raça, mas que hoje, sobretudo, nos afasta da nossa Meta Espiritual?

Cada tipo de veículo que compõem o todo ordenado que conhecemos, como estado humano, tem por natureza cósmica a tendência a responder ao Arquétipo respectivo, cuja essência (razão de ser e equilíbrio do veículo ) revela-se através duma Nota Harmónica, uma Palavra Sagrada, impronunciável externamente, um SOM estruturante emitido pela Vida Una.

Essa Nota Harmónica é a MEMÓRIA CÓSMICA DA META PROGRAMADA PARA O VEÍCULO, e é emitida pelo Arquétipo do Veículo.

O veículo físico humano, por exemplo, é a resposta dada pelos Construtores Siderais e certos tipos de Devas, em átomos e moléculas, à Matriz emitida pelo Arquétipo Cósmico para o veículo físico humano, o Modelo primeiro, o Padrão Perfeito.

Esse Arquétipo é o Arquétipo do Físico Humano. Civilizações antigas receberam como vocação artística, o impulso para representarem aquilo que podiam captar desse Arquétipo de Veículo, na sua escultura.

A plasmagem do Arquétipo do Físico Humano é realizada em dois arcos complementares: Um é Macrocósmico e Transcendente e o outro é Microcósmico e Imanente.

A acção Transcendente de plasmagem é operada pelos Construtores Dévicos, em harmonia com a Mónada do indivíduo.

A acção Imanente de plasmagem é operada pelo D.N.A., o código genético humano, "chave" mutável, aplicada pelos Jardineiros do Espaço e que constitui um suporte vibrátil de atracção de partículas.

Ambos os arcos estão dependentes do Arquétipo respectivo, convergindo para a realização de veículos físicos-etéricos humanos perfeitos. Contudo isso é feito gradualmente e evolutivamente.

Por ser um processo de aproximação gradual ao Arquétipo assistimos à actual implantação de um novo código genético, em certos indivíduos, como ajustamento das substâncias humanas terrestres ao Arquétipo Síntese Humano.

A Plasmagem do Arquétipo Físico Humano faz parte de um longo processo evolutivo, que compreende a sincronia criativa de vários níveis, entre si, como, por exemplo, o grau de evolução das Mónadas e a qualidade da resposta da substância planetária às induções do Alto.

Os Construtores Siderais, ao trabalharem os elementos físicos e químicos, no sentido de produzirem "suportes", para a manifestação da Vida, utilizam o património genético, aperfeiçoando-o.

Estes Seres têm acesso ao núcleo cósmico das células e às chaves da Vida, pois estão em contacto com a Vontade Maior do Cosmos.

Com os elementos físicos-etéricos planetários, estes Devas, em harmonia com Hierarquias Estelares, constróem os suportes que são a resposta adequada e possível, dentro do ciclo planetário, ao Arquétipo Cósmico para corpos físicos humanos.

Estes suportes ir-se-ão manifestando de forma cada vez mais sublime e fiel ao Arquétipo respectivo, à medida que a evolução da Raça se desenvolve (Daqui se depreende o perigo que existe em indivíduos, completamente alienados da Vontade Maior, manipularem os códigos genéticos da vida planetária, em laboratórios, que são, no fundo, toscas tentativas de profanação dos Segredos Solares. Como se sabe os sonhos da razão criam monstros... )

O nosso corpo físico manter-se-à em equilíbrio harmónico e dentro do seu correcto Desígnio, enquanto os seus átomos constituintes estiverem em sintonia com a Nota Harmónica que "vive" no seu Arquétipo respectivo. Toda a doença, desequilíbrio ou perversão é uma dissonância entre a vibração do veículo e a Nota Harmónica original emitida pelo Arquétipo do Veículo.

Do mesmo modo, o nosso corpo emocional - ou astral - é uma co-criação de Construtores Siderais e certos Devas, ligados aos elementos emocionais planetários, em sintonia com as necessidades evolutivas dos enxames de Mónadas que se aproximam dum planeta. O modelo usado é o Arquétipo Emocional Humano.

O equilíbrio emocional dependerá da sintonia entre o nosso veículo emocional e a Nota Harmónica emitida pelo Arquétipo do Emocional Humano.

As moléculas do veículo emocional a ser tratado reencontram-se com o seu Desígnio profundo, quando mergulhadas no SOM do Arquétipo respectivo: a perfeita Indução da Nota Harmónica Original reconduz as vibrações moleculares ao Padrão cosmicamente correcto, dissolvendo vórtices renitentes, traumas emocionais ou desgastes. É uma afinação.

O trabalho realizado nas Câmaras de Harmonização de ERKS, AURORA, MIRNA JAD e LYS é esta afinação em diferentes graus, mergulhando um veículo humano desarmonizado no SOM ou Nota Harmónica Estruturante, emitido pelo respectivo Arquétipo.

A Cura é, a partir daí, automática.

Também a nossa mente depende de uma afinação semelhante.

Opções destrutivas, apegos excessivos e atitudes possessivas produzem dissonância, entre os nossos veículos e os seus respectivos Arquétipos.

Os Arquétipos de Veículo dependem todos do Arquétipo Simples Humano. Além disso são interdependentes entre si: um Arquétipo de um veículo superior determina o Arquétipo de um Veículo, imediatamente, inferior, o mesmo acontecendo com os estados dos veículos que lhes correspondem. Assim uma distorção mental deformará algo no veículo astral que, por sua vez, afectará o veículo físico. Estas interdependências são já bastantes conhecidas.

Nas Câmaras de Harmonização - em Centros Internos ou em Naves Laboratório - A CURA é realizada através da Re-Sintonia dos veículos para lá transportados com os Padrões emitidos pelos Arquétipos respectivos, ou seja, com os motivos reais para os quais foram construídos.

Para isso se usa o SOM.

Os sons usados nessas Câmaras contêm a Nota Harmónica que exterioriza a essência do Arquétipo. Quando um desses sons permeia o veículo que lhe corresponde, coloca-o em contacto com o seu Arquétipo, estabelecendo a CURA:

Através dos Espelhos os Arquétipos dos Veículos Humanos são contactáveis, instantaneamente, emergindo na "superfície" do Espelho de MIZ TLI TLAN, com todo o esplendor, o Padrão vibratório Magno do Arquétipo Humano Síntese: o Homem Cósmico Primordial.

Por estar no conhecimento do Arquétipo Síntese Humano é que MIZ TLI TLAN pode APLICAR o CÓDIGO G.N.A., na raça de superfície.

Macrocosmicamente, o Arquétipo Síntese é a Meta de toda a Humanidade.

Em cada um de nós, esse Arquétipo Maior é representado pelo nosso Regente.

A Rede dos Espelhos traz até aos níveis intermédios o acesso aos Níveis Mentais Cósmicos Superiores, que estão em intercepção com o Plano Arquetípico, o Plano Cósmico das Causas, plano que é já um Portão de acesso à Casa do Único.

Os veículos da personalidade humana têm a implantação dos seus Arquétipos respectivos coordenada pelo Logos Planetário do planeta em que essa personalidade está a viver.

Já a aproximação aos Arquétipos dos veículos superiores é coordenada pelos Logos Solares e pelos Logos Galáticos, que são Ordenadores de Quadrante.

Um Logos Galático é, em si, um Verbo; Verbo que gera e sustem a Galáxia, onde a evolução de determinados enxames de Mónadas têm lugar.

Na realidade, os veículos superiores - nos quais se incluem os veículos das Mónadas - estão relacionados com os Mistérios do espaço e do tempo; sobre eles pouco se pode dizer, com os instrumentos conceptuais humanos.

A mãe - massa terrestre que fornece os materiais com os quais uma personalidade é composta, composição que é desenvolvida em harmonia com os Arquétipos Físico, Emocional e Mental Humano, trazidos até aos Espelhos, pelo próprio Propósito do Logos Planetário.

Com os veículos superiores passa-se o mesmo, com outros materiais, de outra categoria, de outra Origem.

A Síntese dos Arquétipos de todos os Veículos Humanos é conhecida somente em MIZ TLI TLAN.

O ALINHAMENTO DE Grandes Entidades Cósmicas, nas quais se encontram o Logos Planetário terrestre e o Logos Solar, permite a projecção no Espelho de MIZ TLI TLAN da Síntese Humana Final.

Como referência podemos lembrar que Aquele que é conhecido por BABAJI, e que se encontra como Dínamo em MIZ TLI TLAN, manifesta essa Síntese final, preparando-se para ingressar no Plano Logóico.

Quando o ser se encontra com o estado de pureza Original, alinhando-se com a Vontade Maior, que arde no seu Coração, ele realiza, em si, o Arquétipo de cada veículo, levando-os a transmutarem-se no seu Modelo Cósmico.

Neste estado o ser está "santo" ou "são".

Nesta afinação muitos compostos substanciais, vinculados aos veículos do indivíduo, são desintegrados em pura Energia. Essa é uma das fases do trabalho das Câmaras de Harmonização. Em ERKS e AURORA, bem como em MIRNA JAD, são operadas transmutações e harmonizações, até ao Veículo Causal do Peregrino. Transmutações nos veículos Monádicos são operadas apenas nas Câmaras de MIZ TLI TLAN, onde o Arquétipo Síntese é conhecido, ou em Naves-Laboratório.

A soma das realizações dos Arquétipos de Veículo nos seus correspondentes materiais só é possível, até certo ponto, no planeta Terra. Por isso se utiliza a expressão AVATAR, para lembrar a longa "descida", feita pelos seres que manifestam em si mesmos a Síntese Humana, para se manterem em contacto connosco.

Quando os vários Arquétipos de Veículo transmutam completamente a substância humana, emerge o ciclo de realização do Arquétipo Síntese. Nesse estado o ser passa a contar com um campo veicular totalmente transparente à Luz Divina que emana do Regente, ao qual a sua Mónada pertence.

Assim emerge um Avatar.

Um ser neste estado de auto-realização é um Templo Vivo do Eterno e manifesta no mundo externo, se for esse o caso, a vibração do próprio Plano de Síntese, abrindo caminho à VOZ DO REGENTE, núcleo divino do Ser, que opera "ACIMA SO SOL".

Quando os veículos de um Ser se iluminam pela emergência do Arquétipo Síntese, o AVATAR pode então revelar ao mundo uma ordem de Energias, que a humanidade de superfície desconhece.

Existe, pois, uma harmonia física-etérica, uma harmonia emocional e uma harmonia mental que nos transcende como personalidades.

Animados pela Vontade Espiritual, somos convidados a integrar nos nossos veículos essas Harmonias Originais que, uma vez realizadas em nós, permitem que estes veículos sirvam docilmente o Ser Interno, conforme está designado para eles, desde a Eternidade, no Arquétipo Síntese.

Estes níveis harmónicos trazem a limpidez, a clareza e o equilíbrio a cada um dos nossos corpos, podendo transformar completamente a nossa vida externa, os nossos pontos de vista, meramente pessoais e a dinâmica das nossas atmosferas interiores.

Por vezes, essa transmutação acontece de forma inesperada e misteriosa. Isso indica que o Ser Interior está já em trabalho interno, canalizando para os níveis externos vibrações de CURA e alinhamento. Nessa alturas devemos abrir-nos simplesmente, em Oração e Entrega, e deixar que os níveis superiores operem a limpeza que for necessária. Uma impressão de contínuo recomeço pode emergir após estas transmutações.

Energias Harmónicas não são ficções poéticas, aspirações vagas ou oscilações ingénuas e emocionais no seio de um indivíduo. São realidades cósmicas poderosas e estão presentes no universo, de forma definida e activa, como energias Inteligentes, Campos de Consciência Integradora, Dínamos de Amor, Estrelas.

Estão também presentes nas mentes dos Construtores Siderais e dos Logos.

Através do Eu Interno e da Mónada os veículos de manifestação humanos estão em contacto permanente com os seus Arquétipos respectivos e com as suas Notas Harmónicas Originais. Se entrarmos em contacto com a harmonia integral do Arquétipo Síntese realizamos a Harmonia, em cada um dos veículos, por acréscimo.

Quando se dá a sintonia entre o eu consciente 3D e o plano profundo, onde a Harmonia Integral É, as Notas Harmónicas de cada Arquétipo de Veículo começam agir sobre os nossos constituintes materiais.

O vibrar no interior do indivíduo destas Notas Harmónicas equivale, para os seus veículos, a recuperação da amnésia programática, a que o livre-arbítrio humano os condenara.

Dá-se o alinhamento de todas as partículas que compõem os diversos veículos, submetendo-as ao eixo Mónada-Sol. Esta é a Cura profunda, que pode ser sentida até mesmo como Alegria, na própria pele física do corpo físico. Essa Alegria cutânea é a irradiação de Luz, que é emitida pelos núcleos celulares despertos da sua dormência. Isso acontece, como vimos, porque a Matriz Cósmica do veículo entra em ressonância com as substâncias que compõem esse veículo, corrigindo todas as desarmonias, eliminando o que é supérfluo, ultrapassado ou dissonante e levando as partículas constituintes a reencontrarem-se com a sua função real, com a estrutura e padrão vibratório correctos. A introdução das frequências da transparência Original depende somente do grau de Entrega e Amor manifestado pelo indivíduo.

O desapego e a Abertura garantem a "maleabilidade" das substâncias físicas, emocionais e mentais e a sua docilidade à Matriz Arquetípica.

As ondas emitidas pelos Arquétipos de veículo são coordenadas pelo Arquétipo Síntese tem penetração rítmica nos compostos humanos. O caminho de harmonização mais puro não é pois o de insistir, de forma isolada, numa cura física, emocional e mental, mas o de sintonizar em Silêncio e tranquilidade atenta com o próprio Arquétipo Síntese, representado em nós pelo Regente, ao qual está ligada a Mónada a que pertencemos.

No REGENTE está a Meta do Ciclo Humano da longa Travessia.

A LUZ de MIZ TLI TLAN , imediatamente, capta a aspiração do Peregrino, de modo a facilitar o contacto, com o Arquétipo Síntese.

A palavra CONVERSÃO, no Programa-Fátima, visava conduzir o consciente dos povos ao contacto com o Arquétipo Síntese da Humanidade e não à procura de curas tridimensionais isoladas.

Devemos reconhecer a Voz do Pai no Coração da Galáxia, em que nos encontramos.

A Nota Harmónica de um Arquétipo actua sobre o veículo correspondente, através de uma onda vibratória muito potente, de remodelação. Tal como um instrumento musical correctamente afinado é utilizado para afinar um outro também, os Arquétipos de Veículo, Primeiros Mapas para a geração de formas humanas, são utilizados para afinar veículos doentes.

Estas afinações/purificações e eventuais transmutações são enigmáticas, subtis e inesperadas. Palavras não podem fixar aquilo que é acto do Espírito.

Estar em sintonia com os Arquétipos, como Metas e Impulsos, é "estar na Verdade", é cooperar com o Plano para o nosso Ser total.

O período crítico que atravessamos apresenta muitos obstáculos a esta sintonia. A mente humana é um dos principais.

Na Origem, como foi dito, a Mente Humana era um veículo para a expressão da Alma. Era uma dádiva do Criador.

Se hoje não coopera connosco isso deve-se ao mau uso que a humanidade lhe deu no passado e retornos cármicos fazem-se sentir agora.

A GRAÇA, contudo, está sempre presente para aqueles que realmente ASPIRAM ao DESPERTAR MAIOR.

Assim, a Harmonização do Veículo Mental Humano, por integração das suas partículas no Padrão do Arquétipo respectivo, é um dos trabalhos de Cura mais urgentes, nestes momentos.

MIRNA JAD tem essa função junto do homem. MONHRAJAD é uma Falange que traz para o homem a dispensação do seu Arquétipo Mental, a emissão da Nota Harmónica de CURA MENTAL.

Tal como esse Centro da América do Sul, também LYS emerge com o selo dessa tarefa, na Europa.

Extraído do Livro  LYS-Primeiros Contatos




Saturday, March 3, 2012

O Regresso de Elias





O som emitido pelo
aparelho mental
propaga-se
em linha recta.
O Som emitido pelo 
Coração irradia
em esfera.

O Coração Radiante
realiza
O Maior Bem.



O REGRESSO DE ELIAS

Num domingo, ao executar as tarefas de rotina de limpeza da casa, e apesar do pesado ruído do aspirador de pó, um Hierónimo atravessou a minha consciência como um relâmpago:

Ulikron

A primeira impressão era a de estar perante uma torre de energia violeta escuro, quase negro, porém intensamente brilhante. A potência era avassaladora, como um vento altamente dinâmico que tudo arranca da terra, um tornado ou uma turbina.

Senti tratar-se de um contacto extremamente ‘’grave’’, sério, como se o humor e a tendência para a investigação, características básicas da saúde mental de qualquer ser humano não tivessem lugar ali.

Partilhei esse nome com um dos meus principais colaboradores e ele apenas comentou: ‘’Esse é um nome que imediatamente se percebe como algo que EXISTE’’.

O poder de transmutação presente neste nome era algo nunca antes contactado por mim, muito além de qualquer ideia ou boa vontade espiritual.

Consciente de que o meu ser interno se havia aproximado de algo maior, desconhecido e até um certo ponto de uma dimensão incompatível com as minhas próprias contradições agradeci e reenviei este impulso de novo para os níveis supramentais do meu ser, procurando esquecer.

Meses depois, numa viagem nocturna ao lago, no centro de Portugal, no qual me retirava frequentemente, afastei-me do automóvel lentamente e fui conduzido a uma rocha no meio da urzes. Sentei-me, respirei e entoei o mantra LYS SEPHIR AMAH, que à anos era usado para sintonizar com o Reino Interno.

Pouco depois fui envolvido por uma energia vertical estrita, de uma intensidade e majestade além de toda a compreensão. A dignidade, o poder, a absoluta e sólida união com um Bem Supremo envolvia-me e convocava a minha Alma a uma superação de limites assustadora.

Em frente a mim nos planos subtis, numa área de três ou quatro metros quadrados, percebi a paisagem nocturna a ‘’convexionar-se’’, tornar-se mais real que a textura visual comum e um campo magnético fostíssimo acumulando-se nessa pequena área.

Uma presença anunciava-se. Tratava-se da mesma ‘’coluna’’ de fogo violeta escuríssimo e radiante contactada anteriormente. Não houve transmissão alguma, nem imagens, nem símbolos... apenas uma comunhão. Retirei-me de novo, reenviando em gratidão este contacto para os planos internos.

Em 2001 fiz um retiro numa serra próxima do ponto mais alto de Portugal. Alojando-me numa pequena casa de pedras, os dias sucederam-se sem ruído ou dispersão, dedicados ao desenho, poesia e música como disciplina espiritual.

No final, na véspera de retornar à cidade, acordei a meia noite com um comando fortíssimo. Ergui-me na cama e uma frase clara sobrepôs-se a todo o pensamento:

‘’ ULIKRON é Elias, o seu nome cósmico’’

*

ULIKRON vem para o impulsionar dos corpos superiores dos homens e para a ignição do fogo de Orion junto à Humanidade.

Em paralelo com Ashtar Ashgran, Hierarquia de linhagem crística presente na órbita terrestre, Ulikron trabalha o elemento luminoso-dinâmico dos veículos transcendentes do ser humano.Esta Hierarquia, parte do programa Ashtar ancorado no vale de Ur, na Argentina, foi anunciada por José Trigueirinho nas suas importantes obras seminais sobre os mundos internos.

Era-me mostrado que Ulikron e Ashtar Ashgran formam uma polaridade circulo-eixo na activação e estímulo dos corpos superiores dos seres humanos, sendo o elemento magnético-lumínico dinamizado por Ashtar Ashgran e o elemento Potência e Inversão Cósmica atribuído por Ulikron.


Ashtar Ashgran            Ulikron                   Ashtar Ashgran





Ashtar Ashgran           Ulikron                   Ashtar Ashgran 

Ulikron surgia-me como uma potente coluna de fogo divino, de Vontade-Poder-Síntese, invertendo a manifestação de um ser, enraizando-o no Céu, Ashtar Ashgran envolvia os corpos superiores do homem (aqui representados por uma estrela de seis pontas) em luz-magnetismo transcendentes, coesionando e estimulando estes corpos internos numa síntese de luz-energia-radiação e pulsação.

Tanto quanto me era possível compreender, três Grandes Vidas posicionavam-se em uma formação triangular, como um envelope pré-anunciador da descida do raio e da presença crística na Terra.

Nessa formação os três seres assumiam potências e qualidades distintas, ocupando o vértice mesmo da incandescência vibracional necessária para a aproximação do cristo Cósmico, o Raio e a presença pessoal de nosso Criador sistêmico, Eloham.

Esta descida divina é antecipada pela radiação crística combinada, em um triângulo supremo de Shamuna, Ulikron e Ashtar Ashgran, com a radiação crística, simultaneamente pessoal e impessoal, no centro.


                                                            Ulikron


                                                              Cristo

                                           Shamuna               Ashtar Ashgran



* Ulikron representa o quoficiente da Radiação de Vontade-Poder que a humanidade pode neste ciclo absorver, Vontade e Poder com origem em uma Entidade de Síntese que aproxima lentamente de nosso sistema solar.

* Shamuna representa o equilíbrio perfeito entre opostos, a Paz Galáctica, representando a Entidade conhecida como Espírito da Paz, e o magnetismo transcendente do Amor Divino.

* Ashtar Ashgran representa o princípio luminoso, estimulador cristico dos corpos superiores da Humanidade.

Outros triângulos de Hierarquias também atuavam do mesmo modo, na preparação para a descida da Energia Crística na Terra, mas esta era a formação que me era dado contactar.

Neste ciclo de contacto com Ulikron não me permitia seduzir pela ideia de que estaria em contacto directo com tal Ser, sabia estar lidando com um invólucro electromagnético projectado, um pequeno coeficiente da radiação total do corpo de luz Daquele que, em tempos, foi um ser humano chamado Elias.

Existe em nós uma vida maior e uma vida menor.Existe no arco mais abrangente de nosso ser, uma vida de fundo, oculta, tangencial, como duas superfícies polidas que se unem perfeitamente, à própria raiz e à própria razão da existência.Essa vida de fundo em nós é a parte do nosso ser que não contém qualquer mistura e permanece livre.

Uma parte do nosso ser está misturada, numa diálise constante com o mundo, com os outros e com a nossa própria subjetividade, essa parte do nosso ser é feita de misturas, combinações, complexibilidades. Além desse compósito de energias, forças e pensamentos, existe em nós a Vida Maior. 

Usamos os termos maior e menor pelo tipo de foco e de abrangência que cada um destes núcleos constitui. A vida menor usa a consciência para criar uma representação do mundo, da energia manifesta. O mundo é um denominador entre milhões de consciências, é uma estabilização de uma dimensão, numa tela consensual: para que essa dimensão exista é necessário um acordo entre as nossas consciências diurnas – a fórmula cognitiva-perceptual que constitui a dimensão reconhecida do mundo.

E o nível em nós que não tem mistura, tem um foco e uma abrangência, não de um mundo, mas de esferas dimensionais, não de um dia, mas de um vasto panorama de tempo e de espaço. Esse nível não se mistura, não se associa e não se identifica com a manifestação.

A região pura de um ser reconhece, instantaneamente, a tua região pura de todos os outros.

Nas regiões mais abaixo, nas esferas da vida e da consciência onde há mistura, existe uma grande necessidade de troca para estabelecer contacto, linguagem, mas nessa região, que permanece unida à raiz do próprio Universo, aquilo que em mim é límpido e transparente, reconhece aquilo que no outro é límpido e transparente porque aquilo que é da raiz detecta o que é da raiz em cada momento, em cada pessoa, em cada circinstância.

Independentemente do grau de mistura e de confusão que podemos sentir aqui em baixo, somos impulsionados a viver, também, aquilo não tem mistura, a pulsação pura de origem, extremamente activa nas câmaras secretas do ser.

Essa pulsação da Origem, base indestrutível do ser, presente nas camadas essências da psique, está sempre presente, basta que eu aspire intensamente a que a consciência se doe à parte de mim mesmo que não tem mistura.

Quando olhamos para as nossas sombras, elas são energizadas pelo nosso próprio olhar. A maior parte das vezes, se não existe um trabalho profundo de cura, ficam ainda mais fortes pela preocupação e concentração nesses elementos retrógrados. Quando olhamos
para a nossa luz, passa-se a mesma coisa.

Sempre que dirijo a consciência para a parte de mim que não tem história planetária, que é transparente, pura, límpida, nascida no céu, todo o meu ser é impregnado, em ondas, por essa Presença balsâmica; aquilo em nós que tem mistura precisa, por vezes desesperadamente dessa unção.

Antigamente chamávamos a esta parte do ser: Mônada, Atman, Centelha Divina e Espírito. O problema destas palavras, sendo palavras, é o de criarem no córtex, sinapses especificamente endereçadas para criar ilusão de que compreendemos o que estamos a dizer.

Existe em nós uma região que é como uma Terra onde o Sol nunca se pôs, feita de luz, e, no entanto, exercendo uma pressão criadora imensa sobre toda a parte em nós que é misturada, complexa, evolutiva.

O Comando Estelar aproxima-se do homem para aumentar a capacidade do ser humano de ancorar, em si o primeiro aspecto do Universo, a Vontade.

Ulikron lida especificamente com essa electricidade suprema a que Madame Blavatsky chamou ‘’Fogo Cósmico’’, Fohat.

Ulikron lida com o processo de fusão de:

*matéria/antimatéria,
*Partícula/antipartícula,
*universo/antiuniverso,
*tempo/eternidade,
*ciclos evolutivos/arquétipos cósmicos

A humanidade recebe do Alto, para o seu desenvolvimento colectivo, uma constelação de arquétipos, de forças modeladoras divinas que pré-determinam as qualidades e categorias do comportamento de povos e indivíduos; essa família de arquétipos – pai, mãe, filho, herói, Messias, bem, mal, iniciação, árvore da vida, elixir da eterna juventude, ancião, criança, etc. – marcará as grandes auto estradas da nossa evolução psicológica.

Uma galáxia recebe 21 arquétipos, os atractores cósmicos, Supremos, de toda a evolução dinâmica em macroescala, atractores, ou signos, que exercem o seu poder de síntese tanto sobre as partículas materiais, como sobre a consciência, como sobre Mônadas.

Uma galáxia contém um centro de poder – Pai, um centro de Amor – Filho e um centro de modelação dinâmica de Luz – Mãe, sendo esta formação trina um émulo da Trindade Suprema, no centro do Paraíso.

O Trono é trino. Em torno do Trono, que geograficamente se situaria no centro de um disco galáctico, existem 21 portais. Isso significa que o Trono actua com uma incrível precisão numérica, geométrica, gemátrica e até semântica ou semântrica: Isto é, o Trono actua numa incrível precisão de som-significante-criador, pois tudo o que se encontra sob o seu domínio tende a responder em ciclos de definição de alinhamento progressivamente mais exactos.

Em certas fases do processo descendente da força-presença criadora existem descontinuidades imensas, vazios entre planos que só podem ser superados mediante um salto vibracional, tais descontinuidades são portais cósmicos e a relação entre as duas margens de um portal cósmico encontra-se sintetizada na palavra mistério.
Estes portais tocam um limiar consciencial, rompem o envelope electromagnético que modela a consciência dentro do limiar anterior, e propulsionam todo o ser para dentro de um novo oceano de consciência superior.

Na verdade, assim como a visão é uma ‘’alucinação’’ controlada, a ‘’lucidez’’ é uma loucura controlada. Um óptico poderá dizer que a visão é uma alucinação mantida estável; como todos partilhamos da mesma alucinação chamamos a isso ‘’realidade objectiva’’.

A consciência – desde uma simples concha, passando pelos gatos domésticos, pelas plantas, pelos seres humanos, pelas hostes angélicas, pelas irmandades cósmicas, pelas ordens criadoras e, finalmente, pelas coroas de vibração em torno do Trono – a consciência e a lucidez são a ‘’loucura’’ divina tornada estável em patamares de percepção.

Quando digo loucura estamos nos antípodas da palavras tal como ela é usada em psicologia clínica, estamos a falar de quando a consciência encontra a sua própria raiz, ficando livre de quaisquer atributos, torna-se consciência pura, o próprio ‘’combustível’’ do corpo de luz.

O corpo de luz em torno do corpo físico,para ser activado depende do Amor, mas a sua nutrição é a consciência pura: sermos capazes de perceber que todo o ser é um todo e cada todo é absolutamente completo.

Estes portais são controles de limiar entre dimensões. Para cada plano, para cada dimensão a consciência do Divino é comprida, adaptada e ajustada.

Somos conscientes na medida em que participamos da consciência divina no grau em que ela foi criada para uma determinada. Ninguém tem consciência por si mesmo, o Divino é consciência.

Nós somos admitidos, digamos iniciados, ao patamar de consciência em que nos estabilizamos hoje.

A nossa consciência é como um anel que sobe ao longo de um eixo, o eixo crístico universal, a autodoação do Espírito Infinito como instrução é Caminho.

O anel em si é vazio, quem lhe dá conteúdo é o Divino. Existe uma frequência para a terceira dimensão e, no ápice dessa frequência, um portal de limiar. Além desse portal existe a consciência do mesmo Deus, desdobrada para as dimensões seguintes. Donde que as chamadas iniciações são apenas as transições de um mesmo para outrra expressão de si próprio mais abrangente, mais abarcante.

O que acontece aos iniciados é que a consciência individual é admitida a um oceano de consciência superior, que sempre lá esteve. Aquilo que somos na quinta ou na sexta dimensão, já lá está: Deus é a consciência total, independentemente do tempo.

Quando dizemos que o ser foi iniciado, essa palavra só é válida do ponto de vista da sua evolução (de baixo para cima), porque, do ponto de vista da totalidade, ele simplesmente se uniu a uma parte dele mesmo que sempre existiu e que, atraindo-o, o esperava.

O Adepto que somos, já está vibrando nas piscinas superiores de consciência divina, agora. O anel da nossa consciência ainda está subindo e descendo da terceira para a quarta dimensão, mas o todo-nós já existe na totalidade da aventura cósmica, plenamente potente enquanto Ser Total, mas em actualização no processo-Tempo.

Wednesday, December 7, 2011

A Cura pelo Fogo Interno: As Mãos, O Olhar e A Voz II

2. 

Na conferencia de hoje vamos continuar a falar, em níveis muito profundos, do que pode significar neste momento, neste planeta, a energia de Virgem. 

Quando LYS surgiu na nossa consciência, em 1989, o sentimento que existia era como se o futuro quisesse assimilar o passado e o presente ao mesmo tempo. Existiu obviamente um impacto sentimental, afinal uma boa parte do nosso ser continua suspensa entre mundos... 

A possibilidade do encontro e da união como essa parte do nosso ser que, temos vindo a chamar o piloto do Paraíso, a Mónada, é o eixo crucial de toda a existência. 

Um dos impactos que essa partícula Lys produzia era a sensação de futuro, o sentimento do encanto fulminante do futuro vir ao encontro do presente. Na altura perguntamos à guardiã de Lys, Auriahne, o que a palavra Lys significava nos mundos internos, ao que responderam: “Significa simultaneamente fonte e água.” 

Foi-nos dito também que Lys continha o arquétipo síntese do ser humano, que existem arquétipos para todos os aspectos do nosso ser, isto é, cada aspecto do nosso ser é uma espécie de embaixador nesta dimensão, de uma raiz arquetípica guardada noutra dimensão: o nosso coração é o embaixador nesta dimensão de uma raiz noutra dimensão, a nossa mente é a embaixatriz da dimensão mental de uma raiz noutra dimensão, o nosso corpo emocional é uma embaixada da dimensão emocional de uma raiz noutra dimensão. Se nós pudéssemos, de uma forma fenômeno-lógica, seguir até á raiz entraríamos naquilo a que se chama correntes de sustentação do sistema. 

A sede maior do nosso sistema encontra-se em Sírius, é daí que partem as grandes correntes que sustentam o sistema ao qual a Terra pertence. Estas correntes operam no sentido complementar à evolução, elas são o antídoto do processo da natureza. A natureza é vida mas também morte, a natureza é bela mas frequentemente é cega, ela é a nossa irmã e a nossa mãe, é a pele, a superfície de um grande esforço cósmico para se chegar ao Divino. 


Sírius envia em direcção à Terra 12 Raios que são as correntes de sustentação da vida, como véus indescritíveis nos quais os mundos são bordados. Cada mundo é como uma rosa bordada num véu como um ornamento bordado num imenso véu, tecido pelas correntes de sustentação do sistema dos mundos ao qual a Terra pertence. Estas correntes de sustentação têm a sua origem Sírius e Sírius por sua vez é bordado noutro véu que tem a sua origem nos grandes portais para o Paraíso a que chamam Órion. A Terra é um planeta que está bordado num véu que por sua vez está conectado com a relação polar Sírius-Plêiades. 

A Bíblia começa com a referência a um jardim, esse jardim ou realidade edênica é descrito como um círculo com um centro onde existe uma fonte; junto a essa fonte está a Árvore da Vida a partir da qual divergem quatro rios em direcção ao mundo. No final da Bíblia, em vez do círculo, aparece um quadrado que desce sobre a Terra. Este quadrado no ocidente chama Jerusalém Celeste – também contém um centro e no interior está a Árvore da Vida e a ela estão ligados quatro rios, tal como no Jardim do Éden. 

Em ambos os casos a Árvore da Vida está ao pé de uma fonte, só que no caso do Jardim do Éden as correntes estão a sair num movimento divergente em direcção ao mundo e no caso dos rios da Jerusalém Celeste as correntes estão a entrar num movimento de convergência rumo ao centro. O movimento da água é inverso; podemos dizer que a água que sai da fonte junto à árvore, no início do ciclo humano, representa a dádiva da água para os mundos e a água que entra na fonte, no final do ciclo humano, representa o retorno dos mundos ao centro. 

No primeiro jardim existe uma árvore e uma fonte que emana através dos quatro rios e no segundo jardim existe quatro rios que retornam à fonte – representando a potência das nações, a carga psíquica das nações a regressar à sua raiz, a sua fonte. Tanto a fonte como a árvore são quase coincidentes e têm a ver como a palavra raiz – “radix”. 

Entre o Jardim do Éden e a Jerusalém Celeste passa-se todo o ciclo humano, aquilo que Sri Aurobindo chamava “The Human Cicle”. O Jardim do Paraíso, onde se dá o início do ciclo, é o lugar de unidade de todas as coisas ainda não diferenciadas. Isto significa que no interior desse campo, as correntes de sustentação do sistema nas quais o mundo está bordado são mais importantes, tem mais presença do que o próprio mundo. 

É a isto que se chama o estado primordial do ser humano, a consciência Adamica original, na qual as correntes de sustentação do sistema são mais legíveis, mais presentes do que o próprio mundo, do que a corrente sensorial que confirma a materialidade do mundo. 

As correntes de sustentação do sistema, cuja raiz é a fonte de Sírius, sobrepõem-se na experiência da vida, às correntes menores planetárias – aas correntes de Gaia, as correntes dos sentidos, as correntes dos ciclos humanos, do espaço e do tempo – sobrepõem-se porque são mais fortes. É essa força maior que representa a saída, o movimento divergente da água da Árvore da Vida, a partir das quatro direcções em direcção a todo o planeta. Este imenso véu de uma luz branco cristalino, no qual o planeta está bordado e no qual estão inscritas as correntes de sustentação da vida, é aquilo a que se chama o éter primordial ou a Virgem. 

A evolução humana e terrestre representa a passagem deste jardim circular, no início do ciclo – que tem como principal alegoria elementos botânicos como plantas, sementes, frutos – para a condição da consciência do ser no fim do ciclo, a Jerusalém Celeste, que é cúbica e tem como principal alegoria os minerais topázios, diamantes, ouro, ametistas, rubis... Então tempos este círculo botânico de onde a água sai e depois o quadrado mineral para onde a água retorna. Podemos dizer que no início, na condição adâmica original o véu predomina sobre o bordado. 

Durante todo o ciclo humano as correntes que saem do Jardim do Éden levam o homem a explorar o bordado e a conhecer todos os seus estados; este é o processo histórico e cultural ligado ao movimento divergente das águas para fora do Paraíso. A Jerusalém Celeste corresponde ao processo de retorno, o movimento convergente das águas em direcção ao centro. 

Estamos a falar da energia de Peixes e de Virgem, simbolizados por um cubo que representa ambas as energias perfeitamente fundidas: Peixes, a energia da unidade e Virgem, a energia da precisão; precisão que em espiritualidade se chama pureza. Depois de cumprido todo o ciclo humano, a precisão faz todo o sentido pois é o resultado e a condição indispensável para a construção do vaso ou do cálice de recepção que poderá ancorar a Cidade Celeste. 


“Era uma vez uma Virgem ou uma Deusa branca completa em si mesma e absolutamente transparente. Esta deusa vivia em comunhão com o seu habitat interior e exterior, que pode ser visto como a montanha branca. Na base desta montanha existia uma imensa floresta e para além desta, estava o desconhecido. A Deusa continha os códigos de toda a criação, de todas as possibilidades, ela é primordial pois está no início da história. 

Há um momento em que a Deusa sente necessidade de se doar, mas não sabe a quê, nem como. A sua primeira reacção é começar aos poucos a descer a montanha até á orla interior da floresta, no entanto, quando tenta atravessá-la não consegue. Ela vai tentando por vários caminhos mas não consegue e nesse momento descobre que na passagem para o exterior existem quatro caminhos que vão dar para além da floresta. Neste momento, interroga-se: “Eu estou aqui nesta montanha e busco a forma através da qual me posso doar?” e uma voz dentro de si responde, “Tens quatro caminhos, tens que te dividir em quatro e no entanto permanecer uma, cada uma das tuas divisões vai percorrer cada um dos caminhos, mas tu mesma agora não os podes atravessar.”. 

Então esta Deusa branca, Lux Aeterna, concentra-se e divide-se em quatro deusas e cada uma delas começa a entrar na floresta, emanando uma cor: vermelho, verde água, azul água e dourado. No entanto, a Deusa Mãe permanece do lado de dentro dos quatro caminhos e tem a estranha experiência de passagem do Um ao quatro. À medida que as deusas avançam, tornam-se cada vez mais poderosas; cada uma delas vai-se tornando cada vez mais absoluta dentro da sua existência fragmentada. No momento em que cada uma chega à orla da floresta e vê o mundo e pode começar a criar vida. 

A primeira deusa que se diferenciou foi a Deusa do Fogo, depois a Deusa do Ar, depois a Deusa da Água e finalmente a Deusa da Terra – todas elas são aspectos da Deusa mãe, que ficou na montanha Branca. Estas deusas são quatro grandes correntes de força que permitem a existência da psique humana e da alma individual. Se não houvesse esta diferenciação da força divina em quatro, não podia haver consciência e existência humana. 

Estas deusas começam a criar e a nutrir toda a Criação combinado-se entre si gerando formas e seres. A Deusa dourada, que corresponde ao elemento fogo, é a deusa do entusiasmo, da irredutibilidade da fé, da criatividade, do brilho, da genialidade e do riso cósmico. A Deusa azul, elemento ar, guarda o movimento, as ligações, as articulações, as adaptações e a compreensão. A Deusa da água guarda o desejo, a possibilidade de ligar à Terra, é a força do desejo de vida sem a qual a Terra não se ligava às outras duas nem as outras duas à Terra. A Deusa da Terra é a deusa da forma, da materialização. 

Estas quatro deusas depois de se afastarem muito da floresta começam gradualmente a entrar em amnésia, esquecendo-se gradualmente da Deusa branca, a Deusa mãe. À medida que este esquecimento acontece as coisas começam a ficar complicadas e confusas pois começam a conter mais elementais do mundo que vieram nutrir, do que energia Una da origem. Deste processo resulta uma Terra suja, uma água turva, um ar desassossegado, irriquieto e ansioso, e um fogo que já não sabe o que veio nutrir nem porque está a arder. Até que há um momento em que estas deusas sentem que se continuarem esquecidas vão acabar por se destruir a si próprias, perdendo não só a sua Origem como também o motivo e o gozo da Criação. A partir de certa altura, torna-se absolutamente essencial que reencontrem o caminho para a floresta e assim que esse caminho de retorno acontece, surge uma coisa maravilhosa: começam a ficar cada vez mais transparentes, mais puras, mais límpidas. 

Ao fazerem o caminho de volta à origem para se alimentarem, para se nutrirem, as suas cores, vermelho, azul, verde e dourado começam gradualmente a ficar translucidas. Essa transparência, a pureza original, não pertence a nenhum dos quatro elementos, ela é guardada pela quinta-essência, que é também a primeira: o éter primordial. É isto que significa a energia de Virgem, a pureza é aquilo que a quinta-essência dá às quatro sem as destruir nem dissipar, mas misturando-se com elas, tornando-as transparentes – a quinta-essência é o elemento de permeabilidade ao Divino.


O que é maravilhoso neste processo é que à medida que retornam começam a descobrir que quando se aproximam da Deusa mãe, os quatro caminhos unificam-se. Então, depois do ciclo divergente e expansivo, quando as quatro deusas retornam ao centro, os quatro caminhos que antes eram completamente independentes e fragmentados começam a unificar-se e a fundir-se. Neste momento de retorno à Deusa, de retorno à fonte de onde emergiram, aquilo que eram quatro caminhos funde-se num e finalmente a Deusa Branca, a Tara Branca, Kuan Yin, a energia da Virgem Cósmica, pode atravessar a floresta ate chegar ao mundo dos Homens, a isto chamamos Jerusalém Celeste. 

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