Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

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Tuesday, September 27, 2011

4 etapas para a passagem entre dimensões. . Atracção. Estabilização. Formação. Fusão,Ilhas de luz

O ser está tendo a sua natureza chamada e magnetizada na direcção do seu centro. Cada um destes seres que se tem mantido estável em relação à voz central, nos últimos 20 anos, está sendo preparado um umbral para os sectores da entidade humanidade que estão entrando em despertar maciço, e esta situação não é uma coisa que se queira ou não se queira, trata-se de uma construção que resulta da invocação semi consciente que cada um tem estado a fazer nos últimos anos.

É muito importante que este indivíduo lúcido perceba que cada frequência, por mais pequena que seja, na qual a vontade, o amor e um certo tipo de inteligência estiveram presentes, foi direccionada para o nível da construção da luz – 5º nível.

Cada vez que eu hesito entre a arrogância e a lucidez, entre o velho e o novo, mas opto pela nova possibilidade, a luz que tu geras na tua consciência, por essa opção, é acumulada no 5º plano. O trabalho que está a ser feito no sentido de nos preparar-mos, à escala planetária, para passar-mos da condição de buscadores para a condição de portas vivas, é possível devido à acumulação oculta de cada película de energia luminosa que a nossa consciência produz e esta acumulação interna é desconhecida pelo nível consciente de todos os seres que assumiram estar conscientes durante a transição.

A prioridade destes seres não é a busca mas a estabilização vibratória superior. Eles começam a sair do impacto causado sobre eles pelo plano intuitivo, do qual finalmente saem, e começam a tornar-se sensíveis ao plano espiritual.

Intuitivo consiste em registar o que os Mestres instalaram como varrimento telepático global. Intuitivo, neste momento, não serve, não é suficiente.

O que está a ser feito, em termos internos, é fazer transitar os seres que respondem à visão, para o nível do fogo. Trata-se de sair do nível do ar cristalino (Urano em Aquário) e entrar directamente na experiência da fixação do novo em ti. Quando tu permites isso, passas de um buscador para um umbral, porque o despertar maciço que está a ser operado, em pelo menos, 30% da humanidade, necessita de alguns milhares de umbrais. São seres que não funcionam por doutrinação, mas pelo simples facto de se transformarem numa passagem entre dimensões.

Um ser humano pode perfeitamente colocar-se na zona de intersecção entre dimensões, isto significa que ele terá de passar pelo menos por 4 etapas: atracção; estabilização; transformação e fusão.

Para a formação de um ser que habita o limiar entre dimensões, estas 4 etapas são básicas. Duas delas são vividas na vida comum e as duas últimas, provavelmente, não podem ser vividas num ambiente comum. Na etapa da atracção o ser precisa de observar o poder que o centro exerce sobre a sua periferia. O nosso trabalho consiste, nesta fase de atracção, em perceber o centro, viver o centro e em deslocar a consciência do nível humano para o nível interno e ficar aí, olhando o nível humano, porque os teus corpos não te obedecem, porque a consciência está neles – fase de atracção. A liberdade dos veículos acontece porque o indivíduo deu aval. O trabalho do ser consiste em levar a consciência para o 4º plano, como ponto básico. Nos anos 50 existiam: meditação; reuniões grupais; ritual; magia branca para levar os seres a fazer transitar a consciência dos corpos para o centro. Actualmente estas coisas estão desatualizadas porque meditação só é possível, quando a consciência está a transitar do tridimensional para as dimensões superiores e neste momento é básico que o indivíduo largue as dimensões superiores, como ponto de focalização, e se firme no plano intuitivo e fique aí olhando para os três corpos como os pastorinhos de Fátima. O trabalho é deixar completamente a identificação com os corpos, porque enquanto a identificação permanece, retroactivamente, os corpos recebem combustível egóico, o ego é a identificação com os corpos. Isto não significa que eu me vou tornar num ser do 4º plano e os meus corpos ficam por “jardinar”. Mas uma coisa é eu ser um jardineiro, outra é eu ser um prisioneiro do jardim. Não é preciso mais estrutura psicológica do que esta para que o ser saia do nível dum buscador (que é uma coisa dos corpos) e se transforme num umbral (que é uma coisa da intuição pura).

À medida que eu me translado (isto não se aplica ao quotidiano das pessoas, aplica-se à realidade subjectiva e ao trabalho interno, obviamente que o quotidiano sofre uma mutação, ele é um holograma da tua consciência, se ela muda, o quotidiano muda), à medida que esta consciência é traccionada para o 4º nível, entramos na escola de formação destas portas humanas.

Então, existem dois níveis absolutamente claros: o buscador e a porta viva. Neste momento a potência instrutora neste planeta está começando a preparar milhares de indivíduos para se fixarem no seu módulo na rede Melquitzedec, e existe toda uma identidade oculta de eu não revelado, toda uma percepção de si (que é um espelho da luz cósmica superior) quando encontras estas coordenadas Melquitzedec dentro de ti.

Durante a fase de atracção é necessário que os seres reunam os seus corpos, possam refinar os seus sentimentos (jardinando, não vivendo no jardim). Possam refinar o mental ao ponto de ter todas as forças organizadas em torno de um eixo e aí, tu entras na etapa de estabilização.

Quando a alma percebe que tu estás pronto, ela anuncia-se, por isso o trabalho de assunção da função porta não é uma coisa que se queira ou não se queira, é uma coisa de amadurecimento interno e é o resultado inalienável do amadurecimento do ser. Nesses momentos, a alma, porque já fez o trabalho de atracção e porque o ser soube emagrecer, purificar, depurar, repelir, saborear o processo e teve a inteligência interna aberta o suficiente para compreender e amar esta progressiva exiguidade em que a sua vida se vem transformando, e o ser não alimenta nada fora da energia, fora do trabalho, chegamos à etapa da estabilização e aqui está uma chave essencial para as pessoas saírem da lei do carma. É que este ser que está sendo chamado para um trabalho evolutivo superior, este ser que se está a transformar em porta é o que tem que salvar os que salvam as baleias, é outro problema, e ele salva, justamente porque ele nem pensa nisso, ele salva porque ele É e tu não vais fazer absolutamente nada nesta dimensão, enquanto não Fores, e a passagem do achar que sim e da visão interna ao Ser, é a passagem do intuitivo para o plano espiritual. No intuitivo tu estás em Ar, no plano espiritual tu estás em Fogo. Fogo é aquilo que em ti É. O Fogo de um ser é a percentagem de divindade que ele fixou no seu próprio holograma e chama-se fogo porque é inextinguível e porque é o único elemento que não hesita.

Fogo interior é aquele facto que insiste na evolução seja em que condições for, porque a Terra cansa-se, a Água espalha-se, o Ar revolta-se, mas o Fogo prossegue. O nível do fogo é onde este servidor precisa de se estabilizar e ele sai da psicologia do buscador, ele sai para sempre? Não! Todos os processos permanecem, simplesmente passam para um regime subliminar. O facto de seres um monólito de energia, é uma coisa que ninguém gosta de ouvir falar, porque as pessoas habituaram-se à ideia de que errar é humano, os seres humanos são frágeis, sim, mas quando é que se começa a falr do outro lado dessa equação? Porque para dizer que errar é humano, eu tenho que dizer o seu oposto! Atenção ao outro lado que é esse gigante adormecido dentro de ti.

É importante deixar de vazar energia por tudo e por nada, este ser, para entrar na etapa de estabilização, precisa aprender esta outra ciência que é, conter energia (usar a energia de uma forma lúcida, económica, geométrica e bela – não há beleza sem ciência, sem precisão). Emana energia com beleza, vive em beleza, exprime beleza e tu estás no limiar do fogo. Que tudo o que sai de ti contenha beleza, brilhe aos olhos da Presença.

Quando este ser começa a responder coerentemente ao seu centro, ele começa a funcionar ao nível da beleza invisível, ao nível do belo que não se toca porque o belo que se toca trá-lo para o nível da arte – a nova arte é extremamente interna, está directamente ligada aos anjos e aos devas.

O trabalho destes seres consiste em eliminar as muletas todas – S. Germain é o destruidor da nova era, ele foi o construtor e agora em 2008/12 ele vai destruir aquilo que ele próprio construiu. É assim que funciona um Mestre de sabedoria. Para destruir significa que tudo o que reemergiu durante os anos 50 tem de voltar ao seu plano próprio, porque o que Eles estão procurando fazer são seres que ancoram directamente o fogo.

Este processo de contacto com o fogo puro – 5º plano – implica uma comutação do hábito emocional de nos acharmos incompletos, solitários, entristecidos, para o hábito emergente de sabermos quem somos. Significa que a alimentação do fogo dentro de ti deverá atingir um ponto que produza dissipação das nuvens, do mal estar, da depressão, e se tu és um ser com certas componentes psíquicas, grande parte dessa depressão não é tua, é uma coisa planetária reflectida em ti, isto é, quanto mais psíquico, mediúnico, sensitivo, mais ele vive coisas colectivas.

Na proporção em que tu levas a consciência para o fogo e permaneces no fogo, ela adquire uma condição hexagonal, corresponde ao desenho geométrico do centro de uma estrela de David. Essa consciência axial é o estado que permite a mónada despoletar os mecanismos da imortalidade no cóccix. A Shakti serve para dar vida e para reactivar o campo vibratório que tu suspendes em relação ao tempo cronológico. Trata-se de um ponto de energia ultra concentrada no cóccix que contém a resposta da matéria directamente à mónada, não fosse por esse ponto, apenas a pineal contém o poder de resposta directo à energia Pai, todo o resto do nosso ser está coligado com energia Filho ou com energia Mãe, agora, os pontos ligados à energia Pai, são esse ponto na base, que é uma expressão da Mãe e a pineal, é nestes dois pontos que é feita a total transformação do ser.

É preciso que eu chore e extravase na serenidade, que o emocional actue sem me tirar da serenidade e quando o emocional percebe que o núcleo do centro tomou a sua posição, ele começa também a entrar na mesma serenidade. Se tu não estás sereno quando o teu emocional está em tumulto, equivale a prolongar o tumulto, eu preciso viver a dor em serenidade.

Gradualmente, porque tu aprendes a viver a dor em serenidade, tu deixas as lágrimas sair, ficas a olhar para elas e agradeces teres conseguido chorar. Não se trata de formar rígidos, trata-se de formar seres hiper sensíveis. Só que essa hiper sensibilidade é possível (não é patológica), porque eles têm a consciência colocada no fogo e no fogo tu tens segurança, base, solidez para qualquer experiência que os teus corpos precisem de limpar e ao mesmo tempo que eu aprendo a sentir a minha dor em serenidade, eu aprendo a olhar.

O fogo é a condição da não identificação com os veículos. Os teus veículos precisam de 3 meses para mudar de vibração (antigamente era 7 anos) e é assim que se trabalha a mente, não estando lá.

Psicanálise, hoje, é de dinossauro, excepto em condição tão aberrantemente patológica que é óbvio que a pessoa tem que o fazer, mas hoje o trabalho é tu estares fora do ringue e os demónios que se combatam lá uns aos outros, e há um momento em que estes visitantes, estes pensamentos e estas frequências confusas dizem: “olha, aqui ninguém nos liga!” e vão-se embora. Como isto está em sintonia com o facto de estares a fazer o trabalho central, tu começas a adquirir um olhar sobre os teus corpos, terrível, e tu começas a ter o emocional e o mental estabilizados.

Estabiliza-se um ser ensinando-o a se alinhar no eixo e a olhar com serenidade para tudo o que acontece à sua volta e a não injectar força de vida consciência nos corpos mais do que as operações mínimas para que tudo funcione. Isto seria uma condição profundamente patológica se o ser não estivesse fazendo um trabalho espiritual de invocação constante à sua chama divina, porque ninguém pode sair da identificação com os corpos e não fazer isto pois entras em perca psicológica, começas realmente a ter problemas.

É para desidentificar dos corpos ao mesmo tempo que estou a fazer uma vida de oração. O que a natureza humana mais necessita é que o ser que a habita emane paz. Não se trata de emanar paz para a coisas à nossa volta, trata-se de ir para o ponto, estar no ponto e emanar para a nossa própria natureza.

Aprende a abençoar a tua personalidade.

Tu estás naquele templo, na ilha de luz dentro de ti e os corpos trazem o medo. Sê mestre de ti próprio, acolhe o medo, olha para ele, mas se tu és um ser de fogo, o teu olhar sobre esse medo começa a desorganizar as forças que mantêm o medo. Fica lúcido porque no momento em que o olhar de fogo se dirige a um bloqueio em nós, tu estás a fazer uma clivagem entre o passado e o futuro, estás a fazer uma separação entre toda a onda que vem dos oceanos profundos da história natural do qual os teus veículos são uma parte e o inaugurar da frequência luz nos teus próprios corpos. Tu és o operador.

O que é o medo senão um hiato de consciência nos veículos? Quando o emocional diz: ”tenho medo de ficar só”. Tu tens medo de ficar só porque esta humanidade está sozinha há dezenas de milhar de anos, esse medo contém uma base genética enorme, são memórias bem antigas. Então, é preciso que este ser tenha um olhar muito límpido vindo da estrela e olhe para o medo da solidão e na luz, abençoe esse medo: “eu sei que tu tens medo, mas eu não tenho”. Quando tu assistes a este diálogo dentro de ti entre a entidade que vem do Alfa e a que vem do Ômega (divino descendente e a psique que está a tentar escapar à força de atracção do passado) esta faísca aumenta a iluminação dos teus corpos e revela para ti a Mãe do mundo porque na verdade, não és só tu que estás a falar com os teus corpos, no teu olhar, na tua voz, no teu abençoar, a Mãe divina está contigo.

Na fase de atracção tu permites que estas energias se vão organizando e aproximando do centro e tu vais emagrecendo, perdendo carga existencial e vais ficando simples.

Na fase de estabilização este ser precisa de adquirir um olhar completamente transparente sobre si mesmo, uma óptica espiritual impecável, e abençoar o velho. Não se trata de perdoar à pessoa que te ofendeu, trata-se de perdoar a ti mesmo por sequer te teres ofendido.

Eu começo a tornar-me um ser lúcido, responsável porque eu desisto do “catálogo das reacções humanas” e me abro para uma luz que eu não conheço e neste equilíbrio, há um momento em que o teu ser começa a abrir o inconsciente e então, vêm os medos, as hesitações, as angústias, os problemas de infância e vêm para tu ires afinando essa luz, essa clareza, para que vás limpando as lentes e, se este trabalho está a ser feito correctamente, por amor ao ser em que te vais transformar, cada velho miasma que emerge à superfície, ele simplesmente dissolve-se à tua frente. Se tu tentas inventar que não está lá o medo, cais na velha coisa, que é aquilo a que se chama “o padrão de rigidez” que é uma pessoa tentar parecer aquilo que não é. Um padrão de rigidez é uma pessoa que durante muitas vidas foi habituada a ser perfeita, porque se não fosse perfeita era punida, associa perfeição a todo o custo a sobrevivência e, além do amor para dissolver esta rigidez o outro ponto é esta sinceridade cristalina: “eu estou a lavar-me para a nova Terra, eu estou a limpar-me para um novo ser, eu estou a constituir-me uma identidade portal e, sem sinceridade, ficamos todos prisioneiros do plano intuitivo, e porquê? Porque a última sinceridade é eu ficar saboreando o que eu sei sem assumir ser e esta tela prende uma boa parte dos grupos esotéricos de qualidade, está retida no mental superior e no intuitivo porque há esta última sinceridade para conquistar, que é eu começar a ter inadiável sede de Ser. Tem de se transformar num incómodo profundo não ser. Esta coisa de saber e não ser, tem de se transformar numa fractura existencial, tens de chegar a este nível de angústia em que um indivíduo vê e não é que tu te começas a aproximar do plano espiritual, antes disso estás no plano intuitivo velho. Eu preciso de ver e dizer: “aquilo que eu vi é o meu potencial, eu assumo o meu potencial” porque se tu te manténs no nível do ver, do ponto de vista real, tu estás morto.

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