Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

sábado, 26 de novembro de 2011

Devas


DEVA – Os devas seguem linha evolutiva paralela à humana e têm como uma de suas principais tarefas a manipulação das substâncias. Mantêm estreita ligação com as forças da Natureza e têm condições para isso, pois estão isentos da influencia de impulsos retrógrados. Segundo os desígnios das energias criadoras, constroem e destroem imagens, formas e estruturas, plasmam os moldes etéricos – base do que existe no mundo manifestado – e os preenchem; permitem desse modo, que padrões arquetípicos se exteriorizarem. São essencialmente espíritos construtores e transformadores dos níveis de consciência, podendo, para isso, destruir estruturas ultrapassadas. Não dispõem de corpos físicos densos, e os níveis etéricos são para eles as fronteiras de contato com a vida concreta. Os devas constroem o que é visível, o que constitui a imagem de um conjunto energético.

São consciências magnânimas, e só com pureza o homem pode contatá-las. Trabalham com a energia de símbolos e arquétipos; não têm mente como a humanidade a conhece e, portanto, seu processo criativo não se baseia em seqüências de pensamento e raciocínios. Tampouco se submetem ao conceito de tempo: vivem por inteiro no eterno presente, nele percebem e desempenham suas tarefas; sua consciência tem a mesma dinâmica do impulso que recebem do Alto, e por isso são sempre atualizadas. Quando um indivíduo desempenha certas tarefas do Plano Evolutivo, é imprescindível que estabeleça ligações internas corretas com o reino dévico.

Os devas compõem uma Hierarquia potente, com grande diversidade de escalões. O termo deva costuma ser aplicado a qualquer dos seres desse reino, desde um pequeno ente construtor de moldes etéricos-físicos, até grandes arcanjos, que sustentam a vida manifestada de galáxias inteiras.
No Ocidente, em geral chama-se de anjo à maioria desses seres; todavia, os anjos são apenas um setor do reino dévico. Os devas vivem basicamente nos níveis etéricos cósmicos; porém, assumem ampla gama de tarefas, mesmo nos níveis concretos. Dada essa proximidade, esse tema aviva a imaginação de certo tipo de pessoas e, devido a isso, são em geral publicadas e difundidas informações dúbias e sem bases reais a respeito dos devas, o que apenas retarda a efetivação do relacionamento correto dos homens com eles.

A Hierarquia dévica não foi atingida pela desordem externa que nesta época domina a superfície da Terra. Os devas participam da transformação do planeta, hoje prioritária, e para a realização dessa tarefa podem canalizar energias de polaridade positiva, negativa ou neutra. Trabalham na dissolução da atual conjuntura terrestre e no surgimento de uma nova, mais sutil. Sua evolução é isenta do livre-arbítrio e do envolvimento com forças involutivas; são mensageiros, artífices, transformadores, construtores e destruidores da manifestação da vida em todos os planos de consciência.

O universo manifestado não existiria como tal se não houvesse o trabalho dos devas em conjunto com a Hierarquia Espelhos. Esta recebe os padrões arquetípicos que determinam as formas a serem criadas, decodifica e transmite para outras Hierarquias espirituais e dévicas.

Sem o molde construído pelos devas, nenhum aspecto da vida poderia exteriorizar-se; sem o trabalho desses seres, não haveria evolução das formas, pois a eles cabe manifestá-las em todos os planos, conforme as diretrizes permanentemente atualizadas pelos Espelhos.

Na verdade, sem o trabalho dévico, nem mesmo chegariam os padrões arquetípicos aos Espelhos, pois são os devas que tecem os fios de comunicação, as faixas vibratórias por onde a mensagem é transmitida.

Por serem os construtores das ligações energéticas, os devas são tidos como guardiães. É que a polarização do ser humano em níveis elevados de consciência o leva a contatar o trabalho dos devas nas suas expressões puras e isso lhe possibilita viver sem os desvios pelos quais a humanidade em geral envereda. Assim, ele poderá sentir-se protegido, pois estará afastado dos obstáculos à evolução, que na etapa atual se concentram nos níveis materiais densos.

A interação do reino humano com os devas é uma necessidade para o desenvolvimento da Terra, mas só se dará plenamente após a purificação global do planeta. A sutilização da consciência humana é premissa para isso.

Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho

p.114-115


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