Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Thursday, May 9, 2013

A Mãe do Mundo II-Shakti O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria

Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria A energia eléctrica ligada às Plêiades, profundamente impregnada na matéria, é uma expressão da potência da Mãe Divina – Shakti-Kundalini - animando com a sua força o interior da substância. Toda a matéria universal está impregnada de uma Deusa que dorme, esta Deusa representa a potência da Mãe adormecida na matéria. Esta é a condição inicial de uma aventura estrutural cósmica; no entanto, é importante não confundir este estado inicial da matéria, Shakti-Kundalini adormecida, com o estado da Mãe do Mundo envenenada, que aconteceu quando as 4 forças de distorção se introduziram no controle da força planetária. A história do adormecimento do princípio feminino é universal. Uma guardiã de pureza virginal na matéria está ameaçada… Esta realidade é inteiramente consistente com as histórias contadas às crianças como a Branca de Neve ou a Bela Adormecida. Cada unidade de matéria pode, ou não, ter desperta em si a consciência do Paraíso. Existem dois estados de átomos – átomos adormecidos e átomos despertos. Quando os átomos estão despertos isso significa que a radiação da Mãe despertou no seio da matéria.

A potência de Shakti-Kundalini despertou e a energia cósmica está cada vez mais acesa e pulsante no âmago da substância. À medida que essa presença/força desperta, revela a Deusa Imanente da matéria. À medida que a Deusa adormecida na matéria desperta, a força dos 4 elementos é liberta numa espiral ascendente, numa corrente que aspira à conexão com a contraparte sagrada de cada partícula no paraíso A matéria evolui de forma rítmica, num movimento em espiral em direcção ao Paraíso onde está a contraparte sagrada para cada partícula. O movimento de despertar gradual da força de Shakti-Kundalini vai activando a coluna de cristal ao longo da espinal-medula e desperta progressivamente os vários centros energéticos acendendo neles uma qualidade vibracional que prepara o ancoramento das radiações superiores. A Função da Mãe do Mundo: Coordenadora do processo de fusão gradual entre Lux Aeterna, a corrente de luz descendente e Shakti-Kundalini, a corrente de potência ascendente

Qual é a função da Mãe do Mundo? Qual a natureza do seu trabalho? Em que consiste a sua acção?


A Mãe do Mundo é a entidade a meio do caminho que rege o processo de intersecção e fusão gradual entre a corrente ascendente das energias fundamentais de Shakti-Kundalini – terra, água, ar e fogo – e a corrente de luz descendente da Mente Universal que contém a radiação sagrada e o projecto divino para a humanidade e para a terra. Existem três aspectos ligados ao trabalho da Mãe:

1. A Lux Aeterna – a mente cósmica, a força de luz descendente que transporta a visão da Mãe, a sua concepção e o seu projecto de consagração da terra.

2. A força de Shakti-Kundalini, potência de vida actuando através dos 4 elementos.

3. A Mãe do Mundo enquanto mediadora que realiza a coordenação entre o projecto da Mente cósmica e a potência de Shakti/Kundalini. A Mãe do Mundo é a mediadora entre o projecto da Mãe infinita e as forças elementais no seu estado de desenvolvimento relativo a um planeta e a uma determinada era. A Mãe do Mundo é a entidade que adapta o projecto da Mãe Universal a este planeta e ao momento histórico que a humanidade vive. A Mãe assume uma posição simétrica de forma a coordenar o processo de harmonização entre as forças ascendentes e descendentes: pelo pólo norte do planeta desce a energia de Lux Aeterna, pelo pólo sul sobe a energia de Shakti-Kundalini e ao centro, no coração do planeta, está o sincronizador de cristal, o trono da Mãe do Mundo. Em torno do trono estão as 4 centrais de diferenciação da força planetária. A força original para se tornar uma dinâmica criativa de manifestação decompõe-se em 4 forças secundárias – terra, água, ar e fogo. A potência da Mãe emerge das profundezas da terra numa corrente de energia pura, anterior à diferenciação nas 4 forças fundamentais da matéria – energia electromagnética, energia nuclear fraca, energia nuclear forte e força de gravidade.

O trabalho da Mãe consiste por um lado em libertar a potência de Shakti-Kundalini; o desejo de vida, a pulsação de vida, a força de realização na vida. Por outro lado, a sua acção procede à integração da força, coordenando-a e conduzindo-a em função do projecto universal. Trata-se primeiro de libertar a potência e depois de a conduzir, coordenar e integrar no projecto universal. Todo este processo criativo é activado pela força do coração, a dinâmica criativa da mente e a potencia de projecção do centro da laringe. Grande parte deste trabalho de libertação da força e sua coordenação em função do projecto universal está ligado à acção do chacra da Laringe – Magdala.

Qual o domino de acção das forças involutivas? Que camadas da corrente planetária foram atingidas pela sua acção? As forças involutivas tomaram os 4 pólos controladores, a partir dos quais se dá a diferenciação da força da Mãe do Mundo, mas não atingiram nem a potência pura de Shakti-Kundalini no trono central da Mãe nem a corrente descendente de Lux Aeterna. A amplitude do domínio das forças involutivas atingiu os níveis intermédios, desde o plano da mente superior até ao nível no qual se dá o princípio de defracção e controlo elemental; ou seja, o nível no qual a potência pura de Shakti-Kundalini se diferencia nos 4 elementos. No entanto, as forças involutivas não atingiram a camada mais profunda da matéria, o campo unificado anterior à diferenciação elemental. No âmago da substância, na camada quântica da matéria irradia ainda a potência pura da Mãe. A chave de acesso a essa camada profunda, subatómica está na activação das mais altas camadas de Lux Aeterna.

A pomba representa Lux Aeterna, a corrente descendente de Luz da Mente Universal. O cristal representa o trono central de coordenação da Mãe do Mundo. A serpente representa a potência ascendente de Shakti/Kundalini, a Deusa emergente na matéria, a respiração, a pulsação de vida animando a substância. A coordenação, o equilíbrio, o grau de harmonização entre os dois pólos vai dando a medida da Mãe Divina em cada ser. O Sacrário: A Câmara da Mãe do Mundo, o Éter Primordial, o Agente Alquímico da Mãe O Muladhara, símbolo da mulher, é a confirmação do ponto de convergência da força: a potência pura de Shakti/Kundalini que depois se diferencia nas 4 forças elementais. Estas 4 forças emergem a partir da potência, do impulso, do desejo de viver. A partir desta corrente pura de vida dá-se o processo de diferenciação nas 4 correntes da força elemental. O espírito coordenador universal desce sob a forma de Maheswari, Mahakali, Mahalaksmi, Mahasaraswati – actuando quadruplamente sobre as 4 forças emergentes de Shakti-Kundalini. O símbolo alquímico da Mãe do Mundo está ligado ao sacrário, a câmara onde o Éter primordial religa os 4 princípios superiores às 4 forças elementais e transubstância a matéria. O termo que a igreja católica utiliza para o processo que conduz à fusão entre os 4 princípios superiores e as 4 forças elementais é transubstanciação.

O sacrário é um espaço no interior do qual se coloca uma substância – a hóstia - simbolizando a substância mental, emocional e física, ainda impregnada da vibração terrestre; no interior dessa câmara a substância é absorvida no éter primordial e transubstanciada. A energia quádrupla de Kundalini em torno do trono da Mãe do Mundo é purificada pelo poder do 5º elemento – o éter primordial. A matéria é consagrada, nela acontece a corporificação da trindade. Matéria consagrada não é nem matéria no estado emergente nem apenas os princípios abstractos transcendentes, é uma 3ª substância nascida da fusão.

Os Portais: O Sacrário na Atmosfera do Espaço Actualmente, o sacrário é atmosférico e estão a ser criadas novas câmaras e novas técnicas de transubstanciação. Nas imagens que nos formam internamente mostradas de um centro espiritual em Portugal existe uma ilha ao centro e em volta da ilha, um espelho de água. No topo da ilha existe um círculo com 4 colunas: norte, sul, este, oeste. Essa ilha representa, para o centro espiritual, o Paraíso. Todas as actividades do centro representam os signos do Zodíaco, sendo que o centro espiritual está dividido em 12 áreas de trabalho, 12 áreas de expressão. O Zodíaco, em torno de um espelho, com uma ilha ao centro e 4 pólos. No centro dos 4 pólos está acesa a Chama da Ascensão. O Éter Primordial: agente operativo que permite a materialização dos arquétipos sagrados O 3º aspecto da Trindade gera Luz Aeterna, a mente cósmica. O veículo da mente Cósmica, o seu agente operativo é Akasha ou o éter primordial, também conhecido como o Manto da Mãe ou o Véu de Isis. A Mãe é simultaneamente azul celeste e vermelho terra: o vermelho representa a tremenda força de vida, a paixão pela vida que a Mãe manifesta enquanto Shakti. O azul é o manto, a energia da Mãe Divina impregnada da radiação do futuro, trazendo em si a concepção do futuro, trabalhando para construir o futuro.

A voz da Mãe Divina, Sophia Perene, está impregnada de uma doçura lúcida, criativa, futurista. A Mãe é o agente dinâmico que trabalha para a materialização dos projectos do Filho, procurando manifestar no universo criado os projectos arquitectónicos e corpóreos dos filhos do Paraíso. A Mãe Divina como Lux Aeterna é a dispensadora do futuro dos dias. É a suprema visão do potencial do futuro, a concepção paradisíaca a ser manifestada na humanidade e na terra. Os dias passam e chamam-nos para o futuro – o futuro eternidade é o futuro construído com a matéria inspiradora que vem da eternidade. Esta visão superior que contém o projecto sagrado a ser manifestado na terra tem um veículo condutor, um agente operativo, Akasha – o éter primordial – o veículo da acção da Luz, a sua força de materialização.

Qual a diferença entre a Luz do Cristo e esta Luz dinâmica que é o veículo da acção da Mãe? A Luz do Cristo é supraespacial, o éter primordial é intraespacial, é uma substância que anima o espaço volumétrico, o agente de materialização que plasma os arquétipos sagrados numa dimensão espacial, etérica e física. Onde estão os arquétipos pouco antes de se materializarem? No éter primordial. O éter é o veículo operativo de materialização das formas. Os arquétipos sagrados não conseguem materializar-se no espaço e nos corpos se não passarem por este agente dinâmico que permite a plasmagem na substância. Os arquétipos têm que passar pela Mente coordenadora da Mãe e depois materializar-se, electricamente, através da acção deste agente operativo, o éter primordial. É a tecnologia e a ciência da activação do éter primordial, o agente operativo que plasma os modelos, que permite a materialização no espaço das Cidades de Luz. Os centros intraterrenos são pontos de aplicação no espaço desses modelos sagrados que estão em dimensões suprafísicas, que por sua vez se projectam nas cidades sagradas, são uma aplicação no espaço dos modelos civilizacionais que existem na mente cósmica.

A acção da Mãe é dupla: existe o processo descendente da Mãe desde Lux Aeterna e o processo complementar, a emergência da potência da mãe no âmago da matéria: o despertar de Shakti-Kundalini. À medida que esta força emergente desperta divide-se nos 4 elementos e cria o grande dinamismo do cubo. Quanto mais afastados e descoordenados entre si estão os 4 elementos, mais problemas existem no interior de um ser e de uma civilização. O estado de desordem, de contradição e de conflito no interior de um ser está ligado ao estado de dessincronização entre estas 4 forças – física, emocional, mental e intuitiva.

É a força do éter primordial – o 5º elemento – que tem a capacidade de coordenar os 4 elementos unificando-os numa mesma direcção, estruturando-os no interior de um projecto de realização do ser. A hóstia, símbolo da substância, ao entrar no interior do sacrário com os 4 elementos num estado de fragmentação, é impregnada pela potência do éter primordial. Através dessa impregnação, os 4 elementos são unificados e emerge o estado corpóreo da matéria do Paraíso. A este processo chama-se Transubstanciação - corpo de Cristo, a consagração do corpo. O estado de coordenação suprema da personalidade corpórea é o Paraíso. O Amor do Filho é a força magnética do íman cósmico atraindo para si; o Amor da Mãe é a força que coordena, que estrutura os elementos para a realização do projecto. Este amor não é radical, na proporção exacta em que é aceitação, compreensão, educação do processo de crescimento do ser.

A Mãe do Mundo coordena o processo de integração entre as concepções superiores e as energias dinâmicas inferiores. Coordenação é Amor, coordenar é uma expressão profunda de amor pois co-ordenar significa ordenar a dois, ordenar o que vem do mundo dos arquétipos sagrados com o mundo do possível - a força emergente da Deusa na matéria que procura libertar-se da sua prisão, refinar-se, irradiar um brilho psicológico cada vez mais integro e intenso. A força emergente da Deusa na matéria é a fonte, do impulso, do desejo de viver; esta força pede para ser liberta e coordenada com a fonte da inteligência e da essência que está em Lux Aeterna – a fonte dos significados, dos valores, dos signos e sinais que vão iluminando gradualmente a mente e a existência. Pirâmide do processo de crescimento da consciência Sinal Monádico Signo Espiritual Símbolo Intuitivo Significados Mental Vivências Emocional Experiências Físico

A pirâmide do desenvolvimento da consciência permite-nos compreender a gradação progressiva dos graus de consciência que determinam a qualidade com que o ser investe a experiência. A ascensão da consciência evolui simultaneamente com a ascensão da experiência: à medida que a consciência ascende, ao nível das categorias à priori, a experiência torna-se gradualmente mais ampla, profunda e abrangente. À medida que a consciência ascende, o ser vai activando no interior de si espelhos vibracionais cada vez mais reflectores do fogo sagrado. Existem sete categorias à priori, sete níveis de consciência a partir dos quais o ser investe a experiência e a existência. O processo de amadurecimento da psique começa pelo nível da experiência. Nesta fase, a busca de experiências não é ainda uma busca de significados, pois os elementos, a força vital do ser está descoordenada em relação à consciência.

Neste nível, experiência significa que Shakti – a força vital - domina sobre a força de iluminação da Lux Aeterna. Ao fim de uns tempos, a natureza redundante e não construtiva das experiências esgota a motivação por esse nível e cria no ser uma “sede” de um outro nível de experiências. Quando a consciência consegue antecipar o resultado de uma experiência sem que o ser tenha que a viver, isto significa que a Mãe Divina já está a actuar na mente com o seu princípio de sabedoria. Quanto mais a mente individual está ligada à Mente da Mãe Divina, mais as forças elementais diferenciadas de Shakti procuram encontrar uma ordenação, uma coordenação e unificação entre si. Isto significa a busca de experiências que consagrem cada vez mais a integridade do ser, ou seja, experiências físicas que nutram a coerência emocional e tenham significados mentais. Experiências físicas, emocionais e mentais impregnadas de significado espiritual. Depois de um certo grau de desenvolvimento no nível da experiência, o ser torna-se progressivamente mais exigente e busca vivências. Vivência é um nível de experiência que nutre emocionalmente o ser. No nível da vivência, as experiências contêm em si um elemento coerente e estruturante que é fonte de enriquecimento emocional e participa na construção da identidade. A partir de um certo grau da consciência o nível das vivências deixa de ser suficiente; o ser começa em busca de significados.

O nível das experiências e das vivências, em si mesmo, deixa de ser fonte de satisfação; o ser precisa de sentir a emergência de um significado, isto é, antes de se entregar a uma experiência nasce no seu interior a questão – “Qual o significado desta experiência no contexto de um crescimento global? Qual o seu significado num contexto autenticamente espiritual?” Um contexto autenticamente espiritual é um contexto que promove o crescimento de todos, promovendo o crescimento de cada um. No plano espiritual não tem sentido colocar a questão do crescimento individual mas procura-se criar condições para o desenvolvimento de todos, conscientes de que este depende, detalhadamente, do crescimento de cada um. Neste contexto, a realização de uma pessoa leva ao crescimento de todos e o crescimento do grupo estimula a singularidade, a identidade e a criatividade específica de cada ser.

O contexto espiritual autêntico dilui as fronteiras entre Leão, a busca da individuação e da identidade, e Aquário, o envolvimento e o empenho no desenvolvimento do grupo. O nível dos significados surge quando o ser procura compreender para onde as vivências o estão a conduzir. Isto é, podemos ter experiências que nutrem a coerência das emoções que nos trazem um sentimento de plenitude, mas ainda não contém em si um sentido. A partir de um certo grau de desenvolvimento o ser torna-se naturalmente mais exigente e busca apenas vivências com significado. Este nível de exigência, a busca de significados, representa já um grau profundo de conexão da mente individual com a mente cósmica. No entanto, esta busca de significados e valores não pode ser imposta de fora.

A presença da Mãe Divina na mente é a força que vai gradualmente coordenando, a partir de níveis cada vez mais profundos e exactos, as 4 forças – terra, água, ar e fogo. É o grau de conexão entre a mente individual e a mente Mãe que vai criando em nós uma exigência crescente de coerência interior. Depois de um processo de amadurecimento da psique no nível dos significados, o ser começa gradualmente em busca dos valores; começa a emergir dentro de si a busca do nível simbólico da experiência. A busca do símbolo assinala já uma presença profunda da energia da Mãe Divina actuando ao nível da mente.

Quanto mais forte é a conexão da Mente da Mãe Divina com a mente individual mais a pirâmide inferior ascende pela força de tracção da pirâmide superior. Este processo de absorção da mente realiza-se gradualmente. À medida que as energias da Mãe Divina começam a actuar com uma força crescente dentro de nós, níveis cada vez mais precisos de coordenação das forças vão sendo instalados, são graus de presença da Mãe Divina que vão impregnando a nossa mente. O ser vai galgando níveis até que chega a um grau de consciência em que já não chegam nem experiências, nem vivências que trazem nutrição emocional, nem mesmo as que dão acesso ao significado. O ser começa a sentir a necessidade de perceber o símbolo…o que é que o Divino está a querer dizer especificamente com esta experiência? Entramos no plano em que lemos nas experiências da vida a linguagem de Deus.

A Mãe do Mundo III-O Microtron: O Processo de Materialização e de Desmaterialização da Substância



O Microtron: O Processo de Materialização e de Desmaterialização da Substância O trono operativo da Mãe do Mundo – o Microtron - tem o controlo das 4 forças fundamentais da matéria: força electromagnética, força nuclear fraca e força nuclear forte e força de gravidade. Estes 4 controlos fundamentais da matéria ancoram no Microtron e regem os protocolos de materialização e desmaterialização, definindo o grau de compactação ou de expansão das moléculas, átomos e partículas subatómicas. O grau de densidade dos nossos corpos físico, emocional e mental, depende do grau de conexão com a matriz vibracional, o biocomputador da Mãe no centro da terra. Esta âncora no coração da Terra, tem 4 transmissores fundamentais que canalizam para a superfície o poder de controlo da força planetária. Cada partícula da nossa substância material tem uma existência pendular e oscila constantemente entre o universo matéria e anti-matéria. Cada partícula realiza x ciclos por segundo para dentro do universo matéria, que confirma a realidade no plano tridimensional e x ciclos no plano da antimatéria, no qual as partículas da substância física, emocional e mental estão imersas na luz e radiação da 4ª e 5ª dimensão. Então, a questão que se coloca é a seguinte: quantos ciclos por segundo a substância está imersa do lado anti-matéria e quantos ciclos por segundo vibra do lado matéria? Quanto mais tempo por segundo as partículas dos corpos estão imersas no plano antimatéria mais o ser irradia luz.

A radiação da 4ª e 5ª dimensão que impregna a substância mental, emocional e física, quando imersa no plano anti-matéria, emana naturalmente do ser. À medida que a substância começa a ficar mais tempo por segundo imersa no plano anti matéria do que no plano da matéria, o ser começa a irradiar luz. Quem rege este processo de materialização/desmaterialização da substância dos corpos é a Mãe do Mundo; ele é minuciosamente coordenado em função da maturidade psíquica e da abrangência da consciência em cada ser. O grau de materialização da substância mental, emocional e física está directamente relacionado com a abrangência da consciência de um ser. É a abrangência da consciência que determina o grau de precipitação da potência de Metatron e grau de ajuste de Microtron que ancora e estabiliza essa potência na substância. Este processo é regido a partir de uma imensa coerência: se a consciência for restrita, limitada, nem a potência de Metatron desce nem a tela de plasmagem regida por Microtron pode abrir a sua receptividade. À medida que o anel da consciência de um ser se vai expandindo, dilatando, universalizando, a potência de Metatron começa a precipitar a radiação dos planos superiores e a inteligência de Microtron adapta minuciosamente os graus de receptividade da substância dos corpos para que possam gradualmente ancorar e estabilizar em si a Potência Sagrada. É desta forma que a acção da mãe vai operando o processo de desmaterialização de um ser.

Este processo não é algo vago, poético; é preciso, radioactivo. À medida que o ser evolui neste processo de desmaterialização e subtilização da substância dos corpos, vai-se tornando radioactivo, o seu corpo liberta radiação - radioactividade benigna - irradia luz e magnetismo. Quando a matéria mergulha no plano antimatéria é imantada em luz e radiação magnética. O magnetismo é uma força de intensa coesão que vai progressivamente unificando os fragmentos dispersos e integrando os diferentes núcleos do ser. À medida que este estado de coesão se vai instalando na substância mental, emocional e física, o ser precisa cada vez menos de acontecimentos exteriores e deixa vir ao seu encontro apenas aquilo que é realmente importante e coerente para a sua evolução. A Mãe do Mundo: o controlo da força planetária A partir do Microtron, o Sincronizador Cristalino no coração da terra, a Mãe do Mundo estabelece o controlo, a coordenação e a condução da força Planetária. O domínio da Mãe do Mundo é o domínio dos três chacras inferiores, nos quais é operado o controle da força universal, fundamentalmente tripla: vitalidade pura, 1ºchacra; Criatividade pura, energia sexual, 2ºchacra; Poder, 3ºchacra. Para estudarmos a acção da Mãe do Mundo temos que compreender as suas grandes armas, os instrumentos que utiliza para corporificar a força e actuar na terra: a mente, a cultura, a educação, o poder psíquico e político, a criatividade, o dom e a vocação que animam, em cada ser, um projecto de intervenção no mundo, a energia sexual, a energia monetária, a vitalidade são as armas, os instrumentos da Mãe do Mundo na sua acção de manifestação.

A energia monetária, por exemplo, é uma corporificação da força coordenadora da Mãe; na medida em que esta energia for bem distribuída, estará sendo coordenada e conduzida pelo projecto de manifestação da Mãe. Esse controlo da força planetária consiste numa condução que permite que o prana e a sua energia derivada (a energia criativa, sexual, a energia vital …), circulem por circuitos cada vez mais coordenados pelos arquétipos de Paraíso-Havona e cada vez menos por circuitos emergentes, arcaicos, erráticos. O trabalho da Mãe é fazer com que a força circule cada vez mais por circuitos coordenados e integrados no projecto de plasmar na terra o arquétipo da Terra Celeste. Se houvesse uma fusão completa entre a Terra e o seu arquétipo Sagrado, a Terra Celeste, teríamos um planeta de 6º dimensão na qual a consciência dos seres humanos estaria na 7ª Dimensão. É a Mãe do Mundo que, a partir do seu nível original - Lux Aeterna – a mente cósmica, coordena a força planetária em função do projecto evolutivo para a humanidade e para a terra. O que significa isto exactamente? Significa que onde existe ausência da acção da Mãe do Mundo, o controle da força Planetária está desligado, desfasado do seu projecto. A Mãe do Mundo foi impedida de actuar no controle do poder planetário. Quem então conduz a força? O planeta terra manifesta uma situação que é resultante do facto do controle da força planetária, com origem no Paraíso, ter sido desviada e distorcida pela acção das forças negativas. O retorno da Mãe, o assumir de novo do seu posto na coordenação da força planetária conduzirá progressivamente a matéria a um estado de conexão em que cada partícula da substância se sincroniza com o 3º Pólo – o Pólo Paradisíaco. Este processo de sincronização cria as condições para que a matéria passe do estado dual ao estado trino, no qual os dois pólos se encontram integrados pelo Pólo Paradisíaco.

A Distorção na Condução da Força Planetária: dessincronização entre a circulação da força dos elementos e a mente coordenadora da Mãe Na Era de Ouro da Atlântida, a Mãe do Mundo no trono Microtrónico e Melkizedeque no trono Metatrónico, plasmavam a imagem de Paraíso-Havona na tela do mundo com uma perfeição tão grande que se chamava a isso uma Era de Ouro. A acção da Mãe e do Pai estavam perfeitamente sincronizadas, a imagem sagrada era plasmada na tela de Sandalphon de uma forma tão perfeita que na atmosfera da terra e dos corpos vibrava a radiação celeste, a Shekhinah. Existia uma perfeita sinergia entre a acção de Microtron e Metatron e a função da Mãe do Mundo ao meio, religando, interseccionando e fusionando em graus cada vez mais profundos estas duas potências sagradas. Os 4 subcomputadores cristalinos eram espelhos físicos que permitiam à radiação pura da Mãe do Mundo de emergir à superfície através da dança criativa dos quatro elementos. Existiam 12 cristais Atlantes que eram pilares objectivados no plano físico e permitiam a irradiação e a materialização da matriz da Mãe do Mundo na superfície da Terra. É importante perceber a relação que existe entre o trabalho da Mãe do Mundo e a acção das forças involutivas e de que forma os condutos de condução da força planetária foram desviados em relação ao projecto da mente divina. Quando se refere a etapa final da Atlântida, sabe-se que houve uma guerra entre as forças da luz e as forças das trevas. Quem ganhou esta guerra? A força das trevas. Quando se afirma que as forças involutivas venceram na 2ª encarnação Atlante, venceram no sentido em que entraram na estrutura secreta do planeta e passaram a dominar a condução da força planetária, no momento em que esta começa a diferenciar-se nas 4 forças elementais. A força primordial da Mãe, a partir de um certo momento da sua ramificação, começa a ser dividida mas 4 forças elementais; é nesse momento de diferenciação que as forças se desconectam do poder coordenador da Mãe e começam a manifestar distorções. A Mãe do Mundo foi impedida de actuar no controlo da força planetária, deixando uma ferida que é a própria imagem distorcida da forma como a força planetária se manifesta na humanidade e na existência na terra.

As forças involutivas cortaram as ligações entre os 4 subcomputadores que tem controlo sob a circulação dos elementos e o biocomputador central. Estas forças primeiro atacaram os 4 tronos de cristal em torno do Trono da Central da Mãe, depois desactivaram os 12 cristais à volta da terra, que formavam, em pontos geográficos específicos, os poços de emergência à superfície da matriz da Mãe do Mundo. Estes 12 cristais operavam enquanto pilares da matriz cristalina da Mãe, calibrando constantemente a potência Metatrónica com a potência de Microtron e mantendo acesa no espaço e nos corpos a vibração do éter primordial. Que trabalho realizava essa matriz cristalina? Mantinha o estado de sincronização e equilíbrio entre as potências do Microtron e Metatron, activando o éter primordial no espaço volumétrico da terra. O éter primordial mantinha o estado de alinhamento e sincronização entre cada partícula da substância da mente, do sentimento, do corpo e o plano dos arquétipos e radiações espirituais. O éter primordial é o elemento calibrador da mente, do sentimento e do corpo, rectifica as distorções tornando percepção da real natureza do ser humano transparente e cristalina. Com a destruição dessa matriz cristalina da Mãe do Mundo o ser humano passou a viver num estado de dessincronização e desfasamento: a mente, o sentimento, os actos passaram a evoluir através de processos erráticos e a manifestar diferentes formas de distorção pois os corpos da personalidade deixaram de ter os calibradores vibracionais que os alinhavam em tempo real com o projecto do nível espiritual do ser. Isto significa que a substância física, emocional e mental foi desconectada em relação ao projecto da Mãe e a personalidade começou a manifestar graus de distorção. Muitos actos que sentimos como “negativos”, são apenas o reflexo de um estado de desfasamento em relação a esse calibrador central: a matriz cristalina da Mãe do Mundo. Este ataque ao poder da Mãe do Mundo foi danificando o controlo da força planetária e é esta a razão pela qual as 4 forças fundamentais da terra estão descalibradas em relação ao projecto da Mente Divina. As forças involutivas tomaram o controlo dos 4 subcomputadores em torno do Microtron provocando uma desconexão do campo substancial em relação ao projecto coordenador da mente da Mãe e uma distorção na circulação da força planetária.

Esta dessincronização na circulação da força dos elementos traduz-se por doenças físicas, perturbações psicológicas, emocionais e mentais; problemas sexuais; distorção na forma de distribuição e circulação da energia monetária; distorção na forma como o poder psíquico e politico é exercido. Quando olhamos para o mundo da alta finança, o mundo do poder político, do poder dos exércitos e do poder psíquico que as pessoas exercem umas sobre as outras; quando olhamos para certas expressões da sexualidade e o poder psíquico nela implicado, quando percebemos a dificuldade de canalizar a energia criativa accionando a vocação e o dom de cada ser para a realização do seu projecto no mundo podemos perceber um rasto da distorção. Esta distorção é uma consequência do controle das forças involutivas na condução da força planetária. No entanto, é importante compreender que o estado de distorção vibracional a nível destas forças é fundamentalmente distinto da natureza das forças em si que na sua essência são sagradas na medida em que são uma expressão do poder da Mãe de criar e materializar as radiações sagradas exprimindo-as na matéria e na existência. As forças que se instalaram nestes 4 quadrantes em torno do Trono da Mãe do Mundo são os 4 senhores da "hierarquia" negativa: - o senhor das nações e da Guerra - o senhor da morte; - o senhor da mentira/medo/falsidade/ignorância; - o senhor da ignorancia. A força da Mãe Divina foi desviada desde a Atlântida por esses 4 sectores das forças involutivas. O seu objectivo é tentar colocar no controle principal uma entidade involutiva o que aumentaria enormemente a densidade da terra, distorcendo cada vez mais as forças criativas necessárias para a realização do projecto evolutivo da humanidade. O senhor da ignorância mantém os povos numa espécie de analfabetismo civilizacional e social e este estado de ignorância mantém a inércia existencial, que é fundamentalmente antagónica ao estado de criatividade do ser.

A energia monetária não consegue passar pelos circuitos pelos quais deveria passar para materializar a visão da Mãe. A distorção na forma de circulação da energia monetária manifesta-se da seguinte forma: os seres que têm visão em relação ao projecto da mente divina não têm o dinheiro que permitiria manifestar essa visão. Por outro lado, os seres que detêm o poder económico, a maior parte das vezes, não têm visão. Este estado indica uma dissociação entre visão, projecto e poder de materialização. Quando os visionários não têm o poder para materializar a visão, isto significa que a força económica planetária não é criativa, não está ao serviço do projecto que anima a Mente da Mãe do Mundo. A guerra representa um tremendo fracasso em relação à capacidade de resposta criativa do ser humano. É como se perante um problema não conseguíssemos arranjar outra solução para além dessa reacção primitiva e primária que é a guerra. A distorção ao Nível do Processo de Concreção A manifestação da vida na terra só é possível através de um processo de materialização que permita o ancorar da vibração sagrada. Sem este processo de concreção não existe ancoramento das radiações sagradas ao nível da substância. A condução da força planetária, ligada à Mãe e à materialidade sagrada da existência, foi dominada pelas forças involutivas. Estas forças da sombra dominaram o processo de concreção e este controle tem como consequência a densificação e a degradação da integridade vibracional ao nível da substância mental, emocional e física. Na origem, o projecto era uma concreção sagrada que fosse a manifestação, a expressão criativa do fogo sagrado animando as formas da substância. O projecto era uma materialização que fosse a expressão de um encontro criativo entre a radiação dos arquétipos e a substância que serve de suporte à sua manifestação.

A questão da concreção reflecte-se concretamente na existência de cada ser humano na forma como é canalizada a força criativa, a energia monetária, a energia sexual, a corrente de vitalidade e poder que atravessam um ser. Estas forças são correntes sagradas que circulam pelo ser e permitem a concreção e a manifestação criativa da existência. À medida que a corrente de Metatron e Microtron vão sendo alinhadas e sincronizadas, dois processos são intensamente activados: processos de concreção que visam o plasmar na substância das imagens e radiações sagradas e o de processo de ascensão que realiza uma desmaterialização gradual das partículas da matéria. A questão essencial é a seguinte: “O Microtron está descalibrado actualmente? Existe alguma entidade actuante no Trono da Mãe do Mundo? A matriz cristalina ainda é emanada a partir do trono central?” Sim, a energia matriz no centro do trono não foi atingida. No seu interior a força primordial da Mãe continua íntegra e activa, no entanto o poder de desmaterialização e subtilização da substância dos corpos está altamente reduzido, pois quando a força da Mãe tenta emergir e irradiar à superfície da terra é facilmente desviada pelas forças involutivas. Na Atlântida o ser que encarnou a energia e função da Mãe foi Electra. Foi também ela que recebeu o impacto das forças negativas. Electra... de onde derivam palavras como electricidade, electrónico, electromagnético… Electra é também o nome de uma das estrelas das Plêiades. Outras mulheres que pertencem à linhagem de seres que incorporam a energia e a função da Mãe do Mundo foram Kwan Yin, Isis, Madalena. Helena Roriq e Mira, a companheira de Aurobindo, estavam a ser preparadas para esse posto. O Retorno da Mãe do Mundo: a necessidade de uma guerra lúcida É importante perceber porque é que no nível do trabalho da Mãe do Mundo o problema da guerra tem de ser colocado. A distorção que sofreu a força da Mãe é um estado cuja resolução implica uma guerra, não uma guerra primária mas uma guerra lúcida, uma guerra feita em nome do Amor que procura repor o controlo da força planetária. Em 1924 Mestre Morya afirmou que a próxima guerra seria a guerra em nome da Mãe do Mundo.

Sunday, April 29, 2012

Queda do Homem. Pecado Original. Queda do Planeta Terra.

QUEDA DO HOMEM – Envolvimento do ser humano com forças involutivas, nos primórdios da criação da Terra, que redundou na concentração de fogos nos centros energéticos inferiores do seu corpo, no uso do livre-arbítrio, na reprodução sexuada. Levou-o a enveredar-se, mais do que o previsto, na densidade dos mundos materiais, a sujeitar-se a impulsos instintivos e forças do desejo e a identificar-se com o aspecto formal da vida. Restringiu o desenvolvimento da de sua capacidade mental e cerebral, fez surgir o materialismo em detrimento da cognição intuitiva e consolidou o psiquismo terrestre como fonte de influência marcante sobre indivíduos, grupos e povos, determinando assim atraso na evolução de todo planeta.

Com a purificação global da superfície terrestre, prepara-se hoje a inteira renovação dessa humanidade. Desse preparo faz parte a incorporação de novo código genético nos níveis suprafísicos do ser humano e a ativação de centros energéticos sutis dele e da Terra. A queda do homem será então equilibrada e fase inédita na história da Terra início. O ser humano está sendo chamado a deixar de caminhar a seu modo e a pautar-se por leis cósmicas; essa elevação depende do alinhamento do seu eu consciente com a alma.

Devido á queda do homem, sua alma habitou até agora o terceiro subnível do plano mental, patamar inferior àquele em que se localiza o átomo mental permanente. Na transição ora vigente na Terra, as almas que despertam para realidades mais profundas estão-se transladando para o nível intuitivo, reassumindo portanto a posição que lhes estava destinada.

Níveis de consciência               Subnível                 Padrão ciclo passado                    Padrão da atual transição planetária
                 
                                                             1°
      Intuitivo                                  2°
                                                             3°
                                                             4°
                                                             5°
                                                             6°
                                                             7°                                                                                                                  Corpo causal (alma)
              
       Mental                                       1°                  Átomo permanente mental                               Átomo permanente mental
                                                             2°
                                                             3°                       Corpo causal (alma)
                                                             4°
                                                             5°
                                                             6°
                                                             7°



Nessa ascensão da alma, o ser humano percorre em consciência um trajeto que de certo modo corresponde a algumas etapas de desenvolvimento mencionadas por Paul Brunton (1898 – 1981) em A BUSCA (Volume II de THE NOTEBOOKS OF PAUL BRUNTON, Editora Pensamento) e aqui sintetizadas e adaptadas conforme se segue. Primeira etapa: Percebe que o mundo externo é insatisfatório. É o grande afastamento dos objetos dos sentidos. É uma fase ascética, acompanhada de pensamentos, na qual o homem reconhece que a matéria não é fundamentalmente real. Caracteriza-se pela mudança moral. Num vislumbre, o homem descobre sua natureza espiritual e tem um elevado senso de união com o ser imaterial superior. Sente, ocasionalmente, que é divino. Segunda etapa: A realidade fundamental, positiva e única é afirmada. Produz a visão da luz mística do Logos. Essa etapa só pode ser atingida pelo misticismo. É a entrada no Vazio; é a descoberta do Espírito. O homem, livre de pensamentos, deleita-se na solidão. Essa clara compreensão de Deus no coração marca o estado de Observador. O homem sente-se totalmente desapegado de suas atividades, ou das atividades do mundo, tanto que é asceticamente tentado a retirar-se da vida. Se, no entanto, o destino obriga-o a continuar no mundo, ele, de maneira singular, se sentirá o tempo inteiro como espectador de um filme, mas essa não pode ser a meta humana final. Terceira etapa: O homem está no mundo, mas não é do mundo. Retorna ao mundo exterior dos sentidos e descobre que este também nasceu de Deus. Nunca perde de vista sua unidade com a vida, mas insiste em sua conexão com a ação. Em vez de transformar-se num refúgio para sonhadores do Todo em si mesmo e de si mesmo no Todo. Com essa dinâmica inspiradora. É a realização ele se lança, incessantemente, ao serviço da humanidade. 


PECADO ORIGINAL – Forças involutivas infiltraram-se na humanidade terrestre nos primórdios da sua formação. P pecado original consistiu em os seres humanos comprometerem-se com essas forças, em abrigá-las; com isso, ampliou-se o envolvimento da consciência e da substância dos corpos com vibrações densas. O pecado original redundou no surgimento do livre arbítrio e da procriação sexuada, quando havia outros caminhos disponíveis para a humanidade, como o da colaboração consciente com a evolução angélica. Esse comprometimento com forças involutivas fez-se notar de modo relevante na época da Lemúria, em que a atuação delas foi sobremaneira intensa no plano físico. Assim, a faculdade do raciocínio do homem da superfície da Terra ficou adormecida em níveis internos e foi despertada só muito mais tarde, em Raça posterior. Daí advém o fato de o seu coeficiente intelectual ser ainda tão baixo. O tema do pecado original tratado por comentadores comuns apresenta-se em meio a grandes divergências, mas sob o enfoque de Iniciados traz entendimento a respeito da atual condição da Terra. Rudolf Steiner (1861 – 1925), em sua extensa obra publicada por Philosophisch-Antroposophischer, Suiça, aborda-o com clareza, embora suas revelações fossem por demais inusitadas para a mente humana da época. Também H.P. Blavatsky, em A DOUTRINA SECRETA (Editora Pensamento), trouxe á luz importantes informações sobre o passado remoto da humanidade e da Terra. A humanidade está equilibrando o pecado original pela purificação global que hoje ocorre e pela implantação, nos níveis sutis, de novo código genético. 

QUEDA DO PLANETA TERRA – Decaimento do ritmo vibratório dos níveis materiais, devido sobretudo ao envolvimento da humanidade com forças involutivas. Tal envolvimento levou a vida na superfície da Terra a atingir graus de densificação muito altos e a desviar-se do seu verdadeiro caminho. Por isso ela não tem representante direto na Confederação Intergalática, embora nos seus planos internos e suprafísicos haja civilizações e seres de evolução superior. Este planeta nunca deixou de ser assistido pelo Governo Celeste Central e, atualmente o início do novo ciclo, ressurge a oportunidade de tornar-se confederado. Com a vigência da lei de purificação, será possível aos seus habitantes assumir sua evolução cósmica e observar leis superiores. Contudo, até que prevaleça a harmonia, haverá acirrado conflito nas suas camadas psíquicas. Apenas parte da humanidade aderiu ás leis da evolução e será resgatada. Do mesmo modo, os vários reinos que aqui se desenvolviam decaíram e só parte deles poderá prosseguir no próximo ciclo. Os refratários aos impulsos evolutivos serão retirados da aura planetária. A Terra foi até o presente um planeta-laboratório onde fatos fora da Lei se sucediam continuamente. Mas aproxima-se a hora em que essa condição dará lugar a um estado de abertura aos desígnios do Plano Evolutivo universal, e o que ocorrerá neste orbe contribuirá para a agrande obra da Vida Única.                                          
                                                        
 Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho

p.340-367-368                        

Monday, April 16, 2012

O Bem e o Mal Segundo a Nova Perspectiva Humana

Como ponto de partida vamos considerar que, no passado, os seres que encarnaram neste planeta eram aqueles que proporcionariam um reequilíbrio das forças espirituais atuantes, de tal modo que permitiriam restabelecer o plano normal para o desenvolvimento do ser humano, mas que estes mesmos seres criaram um tipo de tolerância com os negativos. Isto se deu desde o estabelecimento da própria hierarquia no planeta.

Já descrevi anteriormente, naquele texto TUDO É TUDO E AS NOVAS CONSPIRACOES CÓSMICAS, sobre como os templos estavam divididos em regiões de positivos e negativos nos mesmos espaços físicos. E, ainda hoje, temos o que chamamos negativos, positivos e toda esta tolerância continua.

Analisando profundamente a origem da situação planetária, a origem da humanidade como um todo e de uma maneira atemporal estabelecendo uma relação entre culturas, raças e significados, sob o ponto de vista puramente espiritual, pode-se dizer que o que chamamos de Bem e Mal podem ser uma só e a mesma coisa.

Com tanta manipulação que sofremos e continuamos a ser submetidos, temos isto sim, dois lados de uma mesma moeda, cunhada através de milênios por seres que pretendem dominar o planeta. Então temos apenas um tipo de seres que estão em luta para o domínio desta dimensão e dos seres que por eles mesmos foram criados. Temos dois grupos que, mutuamente se acusam de bons e maus. E dos dois lados pode-se ter seres um pouco mais bondosos ou maldosos. Estamos no meio de uma grande batalha, uma batalha por nossa conexão com o divino. Não é nem simplesmente a batalha por nossas almas, mas pelo alcance ou a conexão que podemos ter com nossa parte divina. Isto muda o objetivo que devemos ver nesta nossa batalha por definições e, principalmente por ligações que fazemos com estas coisas ditas espirituais.

Temos então, para definir a situação atual do planeta, dois lados de um mesmo drama. Não posso mais pensar em bem ou mal, simplesmente, porque isto seria uma simplificação tão grande, tão primitiva que não nos permite ver o quadro geral da situação que nos acomete. Penso então em lados diferentes com um mesmo propósito. Para entender um pouco mais disto, vamos usar uma definição da seguinte maneira: vamos falar em positivos, negativos, neutros e não-neutros.

Os positivos e os negativos, do meu ponto de vista, são de mesma origem, que brigam para manter o poder neste plano, mesmo que atuando atualmente até da quinta dimensão; os neutros são os piores da situação, os que não se importam com o que acontece, e servem a ambos os lados e a eles mesmos (de certa forma os que desde muito antigamente viemos para cá fomos um pouco neutros nesta historia, até porque encarnamos muitas vezes como sacerdotes de templos positivos/negativos). Mas atualmente a situação muda. E temos os não-neutros, que são os seres que realmente se tornaram ou estão se tornando conscientes da situação que vem se arrastando por milhares de anos (vejo isto há 210 mil anos), e que temos por trabalho auxiliar a despertar.

Isto me leva a outro ponto que quero frisar. Que quando o ser está para entrar nas linhas dos negativos, da magia negra, muitos testes se fazem para que seja admitido. Mas quando do lado positivo, da luz, como chamamos, pedimos reservas de uma dieta que seja, tudo se torna obstáculo e temos que admitir a todos, indistintamente, mesmo que não façam diferença na força do trabalho (esta é uma ideia mais complexa, mas a resumi para fins de entendimento rápido). Mas então tem esta coisa toda da “condescendência” por assim dizer, de ver o mal agindo e deixar agir. Pareceu-me burrice de nossa parte continuar assim. Vejo a enganação que sofrem aqueles que se juntam a espíritas, umbandistas, etc., pois todos lidam com energias de astral, aprisionam elementais e, principalmente, fazem um compromisso com forcas que desconhecem enquanto prometem a falsa liberação de uma chamada doença ou aprisionamento. Enquanto o sujeito que recebe o dito alívio de seu sofrimento aparentemente manifesta uma melhora, ao mesmo tempo cria laços com aquelas forças obscuras que nem mesmo o praticante, ignorante delas, poderia imaginar que estava provocando. Diante destes fatos, tenho trabalhado para que não sejamos mais pacíficos, porque, parece-me, se assim continuássemos, estaríamos a mercê, ou sob o domínio destas forcas que são justamente as que viemos repelir. E como é fácil repelir a eles com a simples vontade e a força que trazemos para estes mundos. As ferramentas são poderosas. Tenho envolvido a esta gente em bolhas de luz azul com a potência dos símbolos andromedanos do MOINTIAN e se dissolvem muito facilmente.

As últimas postagens de 2011 estão repletas destas ideias, a partir do tópico 94. E sobre estas coisas da barganha com seres do astral, 122.

Diante destes fatos e de acordo com as ideias que temos tentado elucidar, temos algumas considerações importantes a fazer, para deixar como reflexão:

Que é preciso abandonar a ideia da necessidade de barganha com seres ou divindades

Que o encontro interno é a força e fonte de todo conhecimento que necessitamos

Que, se em alguma pratica filosófica ou corrente que se diga espiritualista ou que se trabalhe com energias, digam que existe a possibilidade de utilizarem desta mesma energia para provocar o mal ou para proveito próprio, então esta ideia do mal já estava intrínseca na própria energia.

Todas a religiões são provenientes do obscuro e da necessidade de dominação e de envolvimento com forças obscuras. Existe a possibilidade de algumas pessoas manifestarem novas correntes, mas elas precisariam esquecer as nomenclaturas, os títulos e os tipos de seres da escola, grupo ou religião da qual provieram.

Do lugar de onde eu venho, que mais se poderia dizer da maneira como vejo a utilização de energias para ascensão, esta intrínseca a ideia de respeito pela vontade alheia mesclada com a educação. Sempre se pede licença para entrar na casa alheia mesmo que seja um amigo de longas. Da mesma maneira, é imprescindível pedir licença para usar a energia ou qualquer técnica para outro, sempre dizendo o que vai acontecer e como que estão sendo vinculadas. O problema é que a maioria dos terapeutas ou dos que se utilizem de energias oferecidas em cursinhos de meia hora não tem a menor ideia de onde estão sendo coligadas. E se oferecem algum tipo de tratamento, as pessoas tem a tendência a dizer, que se for para o bem, tudo bem. Mas que bem é este, se por trás se esconde o que desconhecemos ou está a intenção de prender o beneficiado a toda uma sorte de seres e entidades de níveis que ele desconhece?

Último ponto a considerar:

Sempre havia três sacerdotes: um era o negativo, outro o positivo e um terceiro uma força neutra, representante de pontos longínquos do cosmo. Tinham por missão justamente equilibrar as forcas e impedir a maldade plena e trazer novas energias para o planeta.

Quando um neutro atuava, a força ou a energia de um templo, sua coligação, por exemplo, se desativava. Ainda temos esta atuação de neutralizar forças e muitos destes neutros são chamados hoje em dia de pés frios...

A maioria dos chamados negativos deram origem as religiões e os positivos as escolas de mistérios. Andavam lado a lado no passado e ainda hoje, porque são faces de uma mesma moeda. Tem semelhante origem cósmica.

Saturday, January 28, 2012

Deuses e Víboras

Os livros antigos nos falam de uma batalha que houve nos céus. Naquele momento memorável, as forças que não estavam sintonizadas com o Propósito do cosmos foram dele varridas e atiradas na Terra para serem resolvidas.Segundo essa tradição, à Terra caberia transformá-las, tomando-as como parte de sua matéria. Contrárias à evolução, elas se infiltraram, assim, na raiz de tudo o que surgiu aqui, e tornaram-se elemento fundamental no processo de purificação do Sistema Solar. Os homens terrestres, habitantes do planeta, por terem origem cósmica, encontram-se desde então diante de um grande desafio. As propriedades privadas que eles mantêm, a forma como usam o sexo e o dinheiro, o contínuo exercício que fazem do desejo e a ilusão que têm ao acreditar que o plano físico é a principal realidade – tudo isso seria, conforme a antiga tradição, conseqüência do trabalho de tais forças involutivas.

Passaram se milhões de anos desde que a batalha aconteceu e hoje a Terra se encontra na situação que vemos. Sabe-se que ela pode chegar inclusive a perder o próprio equilíbrio no espaço, dadas as atividades destrutivas que são desenvolvidas em sua superfície física, e dadas as criações mentais negativas que são impostas aos seus planos sutis pelo homem. Tais formas-pensamento exercem, nesses planos uma terrível ação.

Embora tenha, em sua essência, a energia divina, e embora no nível cósmico de sua consciência ele seja de uma grandeza interior racionalmente inconcebível, o ser humano, em seus níveis terrestres, é composto inclusive dessas forças que foram repudiadas pelo cosmos no princípio da manifestação. Por esse motivo o Cristo, ao passar pela Terra há dois mil anos, chamou o homem de raça de víboras.

Existe, pois, segundo a sabedoria antiga, uma razão para que a dualidade se expresse tão fortemente na humanidade: por um lado, ela é divina, mas por outro é força contrária à evolução geral. Dentro dessa dualidade, a mesma raça de víboras foi, em outro momento, chamada de deuses. ‘’Vós sois deuses’’, disse Ele à multidão que o estava escutando.

Extraído do Livro Erks - Mundo Interno de Trigueirinho - P. 13-14

Download deste livro:  http://www.4shared.com/office/6nXOMsBB/1989-ERKS__Mundo_Interno.html?

Thursday, December 8, 2011

As Razões da Ignorância do Homem



Sem a imersão do homem no estado de ignorância, não teria sido possível preservar a vida da Terra no decorrer deste atual ciclo de expressão. Só agora pode haver uma mudança nesse quadro, e para isso a inteligência intergalática está presente no planeta, em contato também com a consciência dos seres de superfície.

No decorrer da Segunda Raça, que não se manifestava no nível físico concreto, certos indivíduos, que pertenceram À humanidade em uma fase pretérita da Lua e que não haviam evoluído o suficiente para prosseguirem no ritmo ascensional requerido, ingressaram na humanidade terrestre. A presença e a atuação desses indivíduos determinaram, na Terceira Raça, uma ruptura no contato da humanidade de superfície com a Hierarquia espiritual, advindo uma limitação no desenvolvimento da consciência humana e tornando possível o estabelecimento, no planeta, do que se pode chamar de fraternidade das trevas – constituída pelas forças involutivas sem sua organização interna e externa. Por indicação do Governo Celeste Central foi então fechado, ao máximo, o acesso do homem de superfície ao Conhecimento. Entretanto, o que havia sido adquirido por aqueles indivíduos provenientes do ciclo lunar, indivíduos que então se integraram à fraternidade das trevas, por lei não lhes podia ser retirado até que se cumprissem certos ciclos. Por isso a fraternidade das trevas tem poderes e conhecimentos sobre leis materiais, embora isso ultrapasse determinados limites e embora a sua atuação tenha estado sob o controle da Fraternidade da Luz desde o início dos tempos.

Após essa ruptura, a Hierarquia espiritual da Terra polarizou-se quase totalmente nos níveis imateriais, situação que seria, mais tarde, aos poucos revertida. Com esse recolhimento da consciência superior planetária, a fraternidade das trevas pôde expandir-se livremente nos níveis mais densos. Esse processo teve efeitos negativos na evolução do reino humano, como também na dos demais reinos a ele coligados e na da própria matéria do planeta. Foram estabelecidos limites de atuação e leis específicas em diferentes níveis de consciência a serem seguidos pela humanidade. Para que ela viesse a ter condições de reconhecer as energias da Hierarquia (Fraternidade da Luz) e, como o tempo, incorporá-las, essas leis foram-lhe desveladas gradualmente.

A partir de certo escalão, os membros da Hierarquia têm acesso aos registros dos fatos e movimentos das diversas etapas da evolução planetária, e alguns desses membros receberam a tarefa de transmiti-los à humanidade. Esses seres passaram a ser os canais que facilitam o acercamento da consciência humana aos arquivos do Conhecimento interior, pois têm autorização para veicular as informações que de lá recolhem àqueles que estão em condições de absorvê-las e de transformá-las em impulso evolutivo.

Passada a fase mais aguda da desestabilização no corpo da humanidade (causada pela ruptura dos seus contatos com o mundo espiritual e com a Hierarquia planetária), a Irmandade do Cosmos foi-se aproximando dos níveis materiais da Terra, agora permeando-os mais profundamente com a sua energia. Nos dias de hoje, a possibilidade de comunicação com essa Irmandade está suficientemente aberta para que as informações necessárias possam chegar ao homem que as busca, instruindo-o sobre como viver a transição planetária global que se aproxima.

Durante o desenvolvimento da Raça Lemuriana houve um período no qual uma parcela da humanidade conseguiu organizar-se adequadamente e emergir das trevas. Formaram-se então comunidades, e certo equilíbrio, mesmo que frágil, pôde se instalar. O poder sobre a lei da gravidade , por exemplo, foi concedido aos homens para que fizessem suas construções materiais. Outras concessões também lhes foram feitas, porém, não tardou que se lhes tornassem novamente inacessíveis devido ao mau uso que tiveram.

Comunidades energeticamente mais depuradas, verdadeiros oásis de harmonia, permitiram a continuidade da vida humana sobre a Terra. Nesse período, espaçonaves extraterrestres cruzavam o céu, e a Irmandade Cósmica era reconhecida. Humanidades de planetas vizinhos e outras, extra-sistêmicas, faziam-se então presentes, chegando a transmitir alguns conhecimentos ao homem da Raça Lemuriana, que ainda não tinha a mente desenvolvida. A consciência dele estava polarizada no nível físico e, conseqüentemente, no seu corpo denso, instrumento que, aos poucos, aprendia a controlar. Foi a partir da sexta sub-Raça dessa Raça Lemuriana que muitas funções do corpo físico foram passando ao nível subconsciente, e se automatizaram.Certas chaves da arte de curar foram entregues ao homem nesse período. O processo de densificação do corpo físico humano prosseguiu até uma fase avançada da Rala Atlante,embora a conformação dos órgãos estivesse delineada já na Raça Lemuriana.

A pressão das trevas sobre a consciência do homem era permanente. O reino humano servia com um campo de luta entre as duas correntes, a das trevas e a da Luz,entre a ignorância e o Conhecimento. O confronto agudo dessas correntes aconteceu na Lemúria e voltou a acontecer no período atlante, consumando-se em holocaustos planetários que provocaram o desaparecimento de grandes partes dos continentes então habitados.

                                                                              ***

Os níveis de consciência em que o planeta se expressa existem como potenciais energéticos nos quais a humanidade vai despertando. Todavia, quando o despertar para um novo nível de consciência ocorre, as forças que lhe são inerentes ainda não estão controladas pelo homem, fato que na Terra foi sempre utilizado pelos membros da fraternidade das trevas como porta de entrada para sua mais direta atuação.

As etapas de evolução da humanidade no atual ciclo podem assim ser sintetizadas, facilitando o estudo desse processo:


Terceira Raça, Lemuriana:


- primeira Raça materializada fisicamente;
- separação dos sexos e desenvolvimento do corpo físico;
- mergulho do planeta em uma fase mais aguda de densificação;
- o Fogo da matéria é aceso no plano físico-etérico;
- o Fogo de Iberah expressa-se exteriormente;
- confronto de forças a partir do nível-etérico, determinando a destruição da Lemúria.


Quarta Raça, Atlante:


- desenvolvimento do corpo emocional do homem;
- o planeta atinge uma densificação ainda maior;
- o Fogo da matéria é aceso no plano astral;
- a Irmandade Cósmica, a Hierarquia planetária e seus centros de atuação retiram-se para os 
   níveis internos;
- confronto de forças a partir do nível astral, levando à destruição da Atlântida.

O desenvolvimento mental, que teve início com a chamada Raça Ariana, em realidade estaria previsto acontecer no período atlante, mas não foi possível devido à intensa atuação de forças dissuasivas que instigaram no homem a ilusão do desejo. O véu da ignorância, lançado sobre os indivíduos quando ocorreu a ruptura entre as correntes das trevas e as da Luz, não pôde ser retirado, pois sem ele maior poderia ser o desastre.

O que estava programado para o período atlante seria o desenvolvimento de um corpo unificado, o corpo astral e o mental (kama-manas, como é chamado esotericamente) funcionando como uma só unidade. Todavia, isso teria acarretado a destruição completa da humanidade e do planeta (não somente parcial, como ocorreu naquele cataclismo), devido à potência das forças que estariam então disponíveis para o homem pervertido e espiritualmente imaturo.

O corpo astral formou-se então como unidade à parte do mental, e este viria a desenvolver-se apenas na etapa seguinte. Por isso aconteceu também, na Terra, a formação do plano astral, e não do plano kama-manásico, astral-mental, no qual o princípio da mente concreta e o do sentimento estariam fundidos. Essa fusão, tanto desses dois planos de consciência planetários, o astral e o mental, como dos mesmos corpos do homem, está agora começando a acontecer.

O advento da Quinta Raça deveria estar coligado ao despertar do corpo da alma, ao seu total controle sobre a matéria e ao início do seu contato com a mônada. Mas devido à readaptação que teve de ser realizada no período atlante, o desenvolvimento do plano mental planetário e da mente do homem foi postergado para a atual Quinta Raça, e o desenvolvimento do corpo da alma ocorreu apenas em uma minoria.

Monday, December 5, 2011

Matriz de Controle

Sequência de linhas de forças, geometricamente aplicadas sobre a Terra que limitam a expressão plena do ser humano interferindo com a sua volição, liberdade de escolha e qualidade de psíquica.

A matriz de controle tem origem em setores obscuros dos templos atlantes, renovados pela cisão entre a luz e as trevas no período babilônico e propagados por linhagens de poder e elites secretas que mantêm contato com civilizações extraterrestres de natureza asúrica.


O controle é estabelecido por um ritual preciso, cientificamente ordenado, com uso de rituais que são a inversão paródica de alguns símbolos e conhecimentos da Hierarquia da Luz, equipamento psicotrónico, controle mental induzido hipinoticamente ou por trauma, cargas psíquicas negativas massivas, exploração do cérebro reptiliano no homem, ampliação artificial do medo, da angústia e do desespero, sistemas sociais desumanizantes mascarados de utopias tecnológicas, minando a confiança do indivíduo em si próprio e da humanidade em si mesma, quebrando a vontade de SER.

A matriz de controle é a manifestação técnica das sociedades secretas e dos hierofantes obscuros que, a partir de centros localizados no plano mental superior dominam hostes de indivíduos hipnotizados pela ambição pelo poder, desde o plano mental terrestre até aos decisores políticos e empresariais de grande escala.

Os seus planos para o mundo incluem a escravização da Humanidade por um único governo mundial, após a redução da população a um terço do número atual, através de catástrofes artificiais, guerras programadas e epidemias desenhadas em laboratórios científicos.

Fenômenos com a crise financeira mundial e a situação no médio oriente são peças de um mosaico maior cujos contornos reais não são dados ver, nem mesmo a investigadores especializados.

Estas forças existem dentro de um arco de tempo definido e dentro de dimensões confinadas, sendo supervisionados pelo Arcanjo Miguel e contidas pelo comando Ashtar, pelo que o seu plano pode, num sentido amplo, ser considerado anulado pelas forças celestes.

No entanto é vital para os servidores da luz compreenderem a natureza para-militar dos seus métodos e a frieza desapaixonada com que os aplicam.

Extraído do Livro Terra Última

páginas: 627-629

Wednesday, November 30, 2011

Asuras

Seres criados em glória, mas que, pela incapacidade de conterem e corretamente mediarem tal dádiva divina, se desligaram do plano original dos Elohim.

Os Asuras foram em tempos parte do corpo de administradores de regiões espaciais amplas, detendo privilégios na geração de tipos de vida, de aceleração ou inibição de correntes criativas e raios sitémicos e na regulação da cadência evolutiva entre pensamento, tecnologia, cultura, espiritualidade e revelação pura.

Na sua ‘’queda’’ arrastaram consigo ordens menores de seres angélicos,sendo posteriormente confinados, por ordem de Eloham/Eloha, a ações muito locais e a âmbitos reduzidos.

No que diz respeito à Terra a ação asúrica fundamental consistiu em acelerar, na Humanidade, a evolução da mente e do conhecimento sobre certos sistemas de força e de energia prematuramente, em desequilíbrio da correspondente evolução espiritual dos povos. Setores da Humanidade foram escravizados ou tomados pelo orgulho e a aquiescência em relação a Deus e a fontes puras de ensinamento repelida.

Os Asuras que se encontram na Terra são, segundo Mira Alfasa Cconhecida como Amãe) quatro: o senhor da Morte, o senhor da Mentira, o senhor das Nações e o senhor da Ilusão.

Estes Asuras, regidos por um quinto inominado, operam sob a direção de entidades negativas extraterrestres, deuses caídos de iguais tendências, e trabalham, a uma escala global, dentro dos sistemas de saúde, das estruturas governamentais, das polícias de estado, dos sistemas financeiros, do complexo militar-industrial, de sociedades secretas e de famílias aristocráticas herméticas que detêm poder sobre as decisões mundiais.

Nos tempos atuais este corpo asúrico foca principalmente o adormecimento da Humanidade através do controle mental eletromagnético, de processos de globalização e normalização do comportamento das massas, de impérios ligados aos mass media, aos tóxicos e ao desejo instintivo deslocado, bem como pela fascinação consumista, combinados com uma cuidadosa gestão do medo e a imposição de um transe de pessimismo e desespero sobre a população mundial. O seu plano implica a apresentação de um governo mundial ditatorial a um mundo devorado pelo caos, desordem geral, que eles mesmos criaram como aclimatização para a sua própria hegemonia.

Extraído do Livro Terra Última

p. 577-578

Monday, November 28, 2011

Fraternidade das Trevas


O caminho de libertação do planeta, que é também o caminho libertação do homem, inclui um salto, a ultrapassagem de uma barreira energética, o rompimento de um véu de ilusão que apenas é reconhecido como quimera por aqueles que conseguem transcendê-lo.

Emcapsulada numa prisão imaginária, construída e alimentada por forças que impõem à matéria altos graus de compactação, obstruindo assim a passagem das correntes sutis através de seus intestícios, a vida externa do planeta é como uma chaga que, para ser curada, passa por processos violentos de depuração.

Qualidades elevadas foram disseminadas pela Hierarquia regente da Terra em todos os reinos que se expressavam em níveis concretos, qualidades que pudessem servir de canal para o despertar da luz na essência da matéria. Essas qualidades, que foram introduzidas no campo vibratório do planeta e na aura humana, são canais de traslado para a existência espiritual. São virtudes que atuam como condutos pelos quais a consciência pode transportar-se, saindo de níveis concretos tumultuados, e indo para onde a realidade se apresenta com vestes próprias da Fonte que a gerou. Apesar disso, há grande distância entre vibração superior trazida por essas virtudes e aquela emitida pelos planos materiais. A fraternidade das trevas conseguiu contaminar quase irreversivelmente a substância matriz desses planos, introduzindo nela padrões energéticos degenerados. É desse visco que o planeta será liberto.

Em contato com alguns arquivos da sabedoria alquímica de Iberah, a parte do reino humano que possibilitou o surgimento da fraternidade do mal no planeta Terra apoderou-se de conhecimentos que lhe permitiram controlar muitos processos de criação e moldagem da substância primeva dos níveis materiais. Além disso, procurou deturpar a revelação do que permitiria ao homem equilibrar a desarmonia e os devios por ela promovidos. Essa revelação, a pedra filosofal, deveria restabelecer toda a criação, apartando-a das forças involutivas.

É conhecido o vínculo dessa fraternidade involutiva com muitos seres do reino elemental, o que determinou a descensão da energia desse reino. Por sua mescla com forças obscuras, esses seres ficaram impossibilitados de igressar em estágios mais avançados no trabalho de construção dos níveis de existência.

O grau de poder e de dominação que a fraternidades do mal conseguiu obter sobre a vida terrestre é incalculável, e até mesmo estudiosos de ocultismo o desconhecem.Sua base de atuação firmou-se especialmente no reino humano, que se manteve escravizado nos níveis materiais. A trajetória evolutiva do homem deveria ser motivo de glorificação para toda a vida planetária e não um peso, não esse escuro poço que chega a levar uma consciência a retroceder a estágios evolutivos pretéritos para reequilibrar as escolhas que fez enquanto encarnada no reino humano.

Todavia, o domínio da fraternidade das trevas estendeu-se apenas aos planos da existência entre o físico concreto e a mente pensante, pois, ao tentar investir sobre a substância causal houve por parte dela intensa reação. A purificação pela qual o planeta está passando deve-se também a essa negação da essência elemental, que constitui o corpo da alma, de render-se às trevas.

O trabalho da Hierarquia da Luz constribuiu para essa resposta da substância causal. Fortalecendo o plano monádico e procurando deixá-lo abstraído do jogo de forças externas, pôde fazer com que a atuação das mônadas sobre as almas fosse suficientemente forte para atraí-las à realidade superior.

Durante todas essas fases sempre houve canais de comunicação e contato com o que se pode chamar de vida imaculada. Para isso, sementes de qualidades espirituais eram continuamente lançadas pelas mônadas no plano causal, onde poderiam criar raízes e buscar estender seus ramos aos planos inferiores e neles frutificar – e esse é um dos sentidos do símbolo da árvore com raízes nos céus, da cultura hindu. Mas para que essas sementes pudessem se desnvolver e brotar nos níveis materiais, era necessário que rompessem a rígida capa que cerca a vida na superfície do planeta.

Isso foi possível em pequena proporção. Muitas sementes foram lançadas no plano causal, mas poucas desnvolveram-se nos planos mais densos. O fato de uma alma ser capaz de romper essas camadas, ou seja, de superar a energia destrutiva presente na substância dos planos inferiores, possibilitaria que ela gradualmente se tornasse um dia um núcleo válido para a expressão da chispa divina, a mônada. Caso isso não ocorresse, a mônada, por ordem da Hierarquia cósmica, deveria destruir o núcleo causal e iniciar a construção de um novo em outro ponto do cosmos que oferecesse condições mais favoráveis.

Na evolução terrestre, a expressão da vida da alma é uma referência do quanto esse núcleo é capaz de suportar e superar os embates das forças negativas; essa expressão indica o quanto a sua consciência está aberta à luz monádica, e o quanto se deixa envolver pelas trevas. Porém, apesar de a essência causal de modo geral ter se mantido incólume, intocada pelas trevas, muitas almas foram atraídas pela ilusão material. A desintegração delas faz parte de uma medida preventiva para impedir a contaminação do espaço cósmico durante o traslado de suas mônadas.

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É necessário que o homem transcenda o nível das dualidades, nível onde o bem e o mal existem. Enquanto estiver buscando fazer o bem, estará sujeito ao mal, seu pólo oposto. Somente quando ele nada mais buscar poderá transcender tal dualismo.

No ponto evolutivo atual, não é pedido ao discípulo que renuncie ao mundo, mas que esteja acima da renúncia. Ele deve reconhecer que nada lhe pertence e descobrir que todos são parte, substância e essência única Vida que existe neste universo, Vida que anima todas criaturas. Deve deixar-se elevar pela Graça, sem tentar carregar consigo o que lhe é caro –somente assim será absorvido na totalidade, unicidade que é a verdadeira e suprema existência.

Atualmente, os portais de Iberah só podem ser traspassados pela consciência do homem de superfície se ele estiver na aura da Hierarquia. Assim, aqueles que se aproximam da energia desse Centro com reverência, conduzidos pelo chamado à realização do Plano Evolutivo,podem ter percepções do que esse mundo supramental guarda em seu interior, quando isso for necessário para a tarefa que devem desempenhar.

Certa vez, essa energia revelou a um estudante,por meio de uma visão interna, a existência de criaturas imensas,muito densas, que pareciam feitas somente de matéria sem ter em seu âmago um ser vivente. Enquanto a consciência desse estudante penetrava numa espécie de túnel, percebia esses guardiães, habitantes de mundos que estão na base da vida planetária.

Essa experiência trazia-lhe a impressão de proximidade aos ‘’infernos’’, sem no entanto provocar nele sentimentos de nenhuma espécie; era a de estar se aproximando da ‘’fornalha onde se plasma a matéria do planeta’’.

Em seguida, nesse mesmo nível de consciência, ele percebeu uma luz resplandecente, de pureza nunca vista; totalmente cristalina, pura,sigela e eterna. Estava ali, e iluminava um amplo local. Sob aquela luz, era guardada a semente da eternidade, algo inocente como uma criança, que desconhece passado e futuro, e que apenas é; uma energia virginal, que não pode ser descrita com palavras.

Quando essas experiências se esvaneceram, esse estudante foi permeado por um impulso interior que o levava a um profundo estado de oração, ao aperfeiçoamento da entrega e ao recolhimento.

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Para ingressar em caminhos sutis é preciso desprendimento, para penetrar em mundos espirituais é preciso flexibilidade, desapego e entrega. A mente, por sua própria natureza, reluta em reconhecer os opostos como expressões de uma mesma realidade; por isso aferra-se a apenas um dos seus aspectos, perdendo a visão do todo. Espírito e matéria não são mais que duas faces de uma única Vida Suprema. É chegado o tempo de, na Terra, essas faces se fundirem. Não mais a magia negra e o caminho da Luz, como trilhas opostas, se apresentarão ao homem, mas um só caminho: o do reinado do Espírito sobre a matéria purificada.

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A Consciência única continuamente emite a vibração da totalidade, e nada para ela tem início ou fim. É a ótica humana, quando em estágios inferiores àqueles que lhe permitem compartilhar da onisciência, que transmite a distorcida idéia de que a vida se desenvolve com ‘’ compartimentos’’, regida por uma ordem cronológica desvinculada de uma realidade mais profunda.

Na verdade, tudo existe concomitantemente; mesmo que, para efeito de estudo, os estágios evolutivos possam ser comparados aos degraus de uma escada, todos eles existem ao mesmo tempo e, se uma trajetória de evolução é traçada, ela representa apenas o caminho de menor resistência para que o alvo seja atingido. Uma consciência pode trilhar percursos mais longos ou mais curtos; num caso ou noutro, para avançar deve sintonizar-se com a vibração de um novo patamar e reunir o potencial de energia necessário para trasladar-se até ele.

Sem o conceito ou a experiência da desarmonia não necessitaríamos do conceito da harmonia. O elemento água é básico para a vida do homem; entretanto, num caso de afogamento, ele é o agente da morte. E assim como tudo mais no universo manifestado, o bem e o mal são conceitos relativos que se definem dependendo da conjuntura de cada situação, sem que para isso se possa seguir uma regra fixa.

O universo é fruto de uma mutação contínua do impulso-Vida, da sua permanente transformação; portanto, o que em uma etapa pode ter-se revelado positivo, numa outra pode ser negativo.

A argila, ao ser colocada em mãos que não sabem modelá-la, toma um aspecto disforme. Esse fato pode ser comparado ao que se passou no contato da humanidade com a energia irradiada por Iberah. Por esse Centro flui a matriz, a substância primeva que compõe e constitui a criação. Essa substância é desvirtuada se tocada por aqueles que não tem condições de lidar corretamente com ela.

Como vimos, seres da evolução humana tiveram acesso a essa substância, bem como a certos processos de sua formação, e sobre ela adquiriram controle no final da Segunda Raça deste ciclo de expressão logóico. A porção da vida-Humanidade que constituiu a base para as Raças desse ciclo abrigava em sim mônadas que em uma manifestação anterior haviam se encolvido com forças contrárias ao propósito do Logos planetário. O acesso às trevas do Conhecimento de Iberah levou alguns homens a uma posiçao de poder em relação aos demais, e o seu desligamento de núcleos internos ocorrido em épocas pretéritas a essa ainda não estava suficientemente curado para que se eximissem de deturpar as dádivas que tinham nas mãos. Eassim, pela liderança que conseguiram obter, suas opções pesaram significativamente nas decisões que o reino humano tomou, determinando, em muitos pontos, o rumo de sua evolução.

O processo de encerramento da fase correspondente ao desenvolvimento da Quarta Raça e de implantação da Quinta Raça deveria incluir uma reestruturação da humanidade, o que apenas nos momentos atuais está podendo realizar-se, com o ingresso de elementos sutis e ardentes no planeta e o expurgo de outros, resistentes à Luz.

Devido à impossibilidade de os homems penetrarem a pureza e contatarem a verdadeira expressão da energia de Iberah, esta teve de retrair-se a níveis mais profundos, inacessíveis a consciências de vibração predominantemente material. Essa energia, porém, cuja potência e capacidade ainda nos são desconhecidas, pode voltar a aproximar-se da consciência manifestada pela vida-Humanidade.

Mesmo os homens imbuídos de boa-vontade, os menos envolvidos com o caos, tiveram o seu cotato com a essência da energia Iberah limitado ao mínimo, pois, independentemente de suas escolhas individuais, os fatos sucedidos na Terceira e Quarta Raças impregnaram a substância que compõe seus corpos no mundo tridmensional com elementos que os impedem de responder prontamente e aderir inteiramente aos estímulos imateriais.

A transição pela qual a Terra está passando tem como uma de suas metas o ajustamento dos vários níveis de existência, sintonizando-os com o padrão determinado para a Quinta-Raça. Esse trabalho inclui uma potente ação renovadora sobre a substância elemental dos níveis materiais, como matéria, levando em conta que este é reflexo da supra-evolução, na qual os Arquétipos são originados e sintetizados.

Extraído do Livro Segredos Desvelados - (Iberah, Anu Tea)

Páginas: 95,96,97,98,99,100.

Download do livro:  http://www.4shared.com/document/6D4HxcPx/1992-Segredos_Desvelados__Iber.html?

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