Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Sunday, November 6, 2011

Do Homem Adormecido ao Homem Ascensionado

Para que a presença consciente dos níveis superiores do Universo possa banhar e entrar no nosso circuito, ela está sempre submetida à imagem ou consciência que um ser tem de si mesmo.

Neste momento a energia que pode ser acumulada está sendo submetida a uma membrana psíquica, a uma imagem que nós temos de nós próprios.

Existe sempre um culto da imagem. Essa imagem é um compósito de biografia, vitórias, derrotas, coisas que nós consideramos perdoáveis e imperdoáveis a nós mesmos, coisas que nos ofendem profundamente e estão na nossa constituição paradoxalmente (a constituição de um ser ofendendo a constituição de um ser). A mancha cultural que gravita em torno de um indivíduo é que espelha também parte do que ele acha que ele é, os pais que ele teve nesta encarnação, a imagem que as pessoas têm delas é um mosaico extremamente complexo de matérias completamente diferentes.

A imagem que temos de nós mesmos, do ponto de vista da forma como a nossa consciência ficou desde a queda da Atlântida, é uma imagem de fragmentos colados.

A energia que pode impregnar um ser está directamente delimitada (e expandida) pela noção que temos de nós próprios.

Da mesma forma que uma pessoa que sofre de aneurexia nunca verá a imagem que está no espelho, vê sempre a imagem que está no seu inconsciente, e assim como um veterano de guerra por mais que o Estado, a lei, a justiça, qualquer cosmética que os governos inventem para justificar o que fazem, por mais que o Estado lhes explique que o facto de ele ter morto 15 pessoas naquela emboscada era a única maneira de salvar a missão, a imagem que ele tem dele próprio pode ter ficado cronicamente danificada. A medalha que lhe põem no peito é uma tentativa do inconsciente colectivo, através do Estado, curar a imagem distorcida que o indivíduo ficou dele próprio. Podíamos continuar a dar exemplos de como existe uma imagem no nosso consciente e no nosso semi consciente que distorce, adapta, limita o caudal de energia cósmica que pode chegar até nós.

Imagem não é apenas a consciência de si no sentido filosófico, imagem é um campo vibracional com 7 níveis. Cada um destes 7 níveis actua sobre cada um dos 7 níveis do teu corpo etérico.

A imagem não é etérica, a imagem é um campo vibracional que pode ter origens inferiores, horizontais ou superiores, mas todos estamos sofrendo ou desfrutando de uma imagem de nós mesmos. Essa imagem é uma pré-figuração que é anterior às funções psíquicas em termos da nossa capacidade de detecção. Esse campo vibracional condiciona, molda o mental, o emocional, o etérico.

Isto é um assunto extremamente sério!

A imagem que temos de nós mesmos está sob controle. O que tu pensas de ti próprio está sendo controlado. Tu não és livre de pensar o que queres de ti mesmo. Esse controle é exercido por uma malha que desvia continuamente a imagem de si para um poderoso fetiche à escala mundial.

Existe uma imagem de culpa, de medo, de profunda rejeição e de auto negação, de pessimismo e inadaptação a si próprio, como uma voz que está sempre dizendo, no nível da psique, que tu não vales nada. Isto é emitido pelas forças involutivas a partir de grandes centrais vibracionais.

A imagem que temos de nós próprios não tem tanto a ver com o coeficiente de luz ou de sombra que nós produzimos no dia a dia. Nós fomos programados para estarmos cegos para a nossa luz e estarmos hiper sensíveis em relação aos momentos sombrios do nosso desempenho.

Esta programação tem pontos concretos: Roma; México; Indonésia; ... . Pontos específicos onde estão as bases que alimentam uma distorção na consciência colectiva no acesso a nós mesmos o que implica que, quando tu fazes um acto positivo nem dás por isso. O controle é tal que impede o indivíduo de perceber a beleza do seu acto e quando um indivíduo faz um acto compulsivo, neurótico, esquizóide, negativo, ele regista-o de uma forma aguda.

Nós estamos dando 90% de atenção aos nossos actos de menor qualidade e quase nenhuma às expontâneas emissões de luz que se libertam de nós a partir do Antakarana.

Depressão colectiva vem do facto de haver uma distância entre o que um indivíduo, um povo, uma civilização sabe o que é e aquilo que pode fazer, e a imagem que tem de si próprio.

Quando se observa uma pessoa que tem uma percepção de si de baixo valor ou que não tem uma boa relação consigo próprio, essa pessoa pode ter uma experiência de achar que ela é única nesse aspecto – problema de auto aceitação – e depois nós observamos que é uma epidemia geral. “Todo o mundo” tem um problema de auto aceitação! Dá para desconfiar!!

Estamos a lidar com um fenómeno de proporções planetárias. É um contra-arquétipo, é um fetiche, um totem, um ídolo vibracional e electromagnético, negro, guardado, lá, nos conclaves dos “outros senhores”. Isto é emitido e através do inconsciente colectivo, atinge a tua psique e tinge a percepção que tu tens de ti próprio.

A consciência é um fluxo sem limites que, apenas levemente, atravessa o cérebro físico. A consciência é uma emanação pura dos mundos de fogo que atravessam o Universo até atingir ao de leve o nosso cérebro, e o que ela busca fazer é tocar, energizar ao máximo e retornar à Fonte. Quando a consciência consegue fazer todo este circuito, nós falamos de um ser gnóstico. Sri Aurubindo, Cristo, eram seres gnósticos. Um ser gnóstico é um ser cuja consciência parte do divino (mónada e de além da mónada), atravessa o cérebro ao de leve, consegue assimilar o caleidoscópio do mundo, trazer todas essas vibrações para si, tornando-se, pela experiência dessas vibrações, um ser psicologicamente maduro e fazer o circuito de novo até à origem. Quando a serpente consegue morder a sua própria cauda nós falamos de um ser gnóstico.

A consciência é este fluxo transparente, belíssimo, sem explicação, que se dirige ao mesmo tempo para fora e para dentro procurando-se a si mesmo.

As antigas tradições da Cabala dizem que Deus criou um espelho para se ver a si próprio. Deus queria contemplar a sua própria face. A consciência é o resultado disso, ela liberta-se de ti, flui por todas as coisas e depois ela busca retornar à pineal.

A natureza da consciência é regressar ao divino. Quando a consciência sai de ti e não consegue retornar, criou-se uma imagem. Existem tantas imagens quantas distâncias em relação ao fogo central que tu és.

Se a consciência se expande para fora e no momento de retornar fica presa no/a amante, isso é o que se chama idolatria ou culto da imagem.

A imagem que trazemos quotidianamente sem nenhuma revelação especial, é a soma de todos os sítios onde a nossa consciência ficou presa. A dificuldade de trazer a consciência para “casa” acontece porque a imagem que temos de nós mesmos está sob controle negativo. Isto compreende-se pela epidemia de más relações consigo mesmo que a humanidade tem. Abrange toda a gente.

O centro intraterreno de Lis/Fátima é o guardião das 4 imagens sagradas que ligam o homem adormecido ao homem ascensionado. São 4 modeladores electromagnéticos que são imagens de ti mesmo e que se deverão sobrepor à imagem que tu tens de ti próprio (imagem construída e implantada por forças contrárias à evolução universal). Se nós conseguirmos largar mão da nossa imagem negativa, se conseguirmos renunciar ao prazer de nos auto destruirmos, um dos pontos de partida para um alinhamento com a verdade de Lis é o ser conseguir o milagre de dizer: “Este problema de a percepção que temos de nós próprios não ser positiva é um problema universal. Todos estão sob a mesma programação”.

Que cada um tenha uma biografia distinta para chegar a essa erosão na relação consigo próprio, que cada ser tenha uma forma distinta de lá chegar, isso é outro assunto, agora, que todos chegam lá por algum motivo misterioso é algo que tem de ser analisado por um indivíduo consciente, e cada vez que nós visualizamos criativamente essa imagem culpada, negativa de nós mesmos, nós estamos regando as flores do mal. Quando a energia chega a ti ela fica submetida a esta imagem, por isso ela não se consegue implantar em nós porque a imagem que temos de nós mesmos reflecte a descida da chuva de Metatron.

No início da Terra, para que as mónadas, estas centelhas de luz pudessem exprimir-se neste planeta, a energia do Logos solar e a energia do Logos da Terra em combinação com Gaya e com a Mãe do Mundo geraram a psique arcaica (a alma colectiva da humanidade anterior a cada um de nós ser um indivíduo, não tem consciência de si), a alma-grupo da humanidade inteira. A psique arcaica contém o potencial de fundir biotipos (seres humanos físicos) à mónada.

Esta psique arcaica foi-se fragmentando e criando psiques de tribos, de grupos, psiques nacionais, todas elas suficientemente infantis e obscuras (porque vêm da grande ignorância). À medida que a fragmentação foi aumentando foi dando origem a famílias vibracionais, grupos de almas que ainda mantêm a mesma nota vibratória. Só depois desta ramificação da psique arcaica em grandes grupos (as 12 tribos de Israel. No Egipto fala-se da fragmentação de Osíris) só depois da psique arcaica se ter dividido em quadrantes: Norte, Sul, Oriente, Ocidente, depois dividiu-se em tribos, depois em família, e foi-se granulando até que, de uma psique colectiva, de um clã há um líder que emerge e então pode dizer-se que nasceu uma alma individual.

Enquanto as nossas mónadas são indivíduos cósmicos, à partida, as nossas almas não são, elas tornaram-se indivíduos ao longo da evolução o que significa que somos todos irmãos.

A nível monádico não somos irmãos mas no plano da alma somos irmãos. Esta fragmentação permite que cada mónada use uma alma individual para viver num ser humano.

A psique arcaica foi-se fragmentando, fragmentando, até que temos estes biliões de indivíduos, alguns completamente a dormir debaixo do tapete de uma família, outros debaixo do tapete de uma cidade ou de um comportamento colectivo, outros dormindo debaixo do medo, a psique arcaica vem do passado mas sempre que um indivíduo rompe com a psique arcaica, torna-se um líder, um ser autónomo, uma força criadora, dinâmica, centrada num propósito superior.

Todas as psiques que resultam dessa alma universal que todos somos, à medida que elas se vão especializando ao longo de muitas vidas, elas convergem todas para um ponto ômega – Cristo (corrente cósmica superior que muitas vezes encarna a função ponte do Universo).

Entre a psique arcaica que vem do início dos tempos e a paz galáctica em que todos os fragmentos de almas se fundem numa única entidade cósmica, existe uma ponte a que chamamos “o Cristo”.

Então, nós temos a fragmentação da psique arcaica afastando-se todos uns dos outros, esquecendo-se que a raiz é a mesma e que a multiplicidade de almas é “um partir o pão” num acto de generosidade para com a multiplicidade, a liberdade e a criatividade divina. Mas é um partir o mesmo pão. A nossa alma é pão da mesma farinha da tua alma. A psique arcaica é a farinha original da qual todas as almas foram concebidas.

Esse eixo crístico é um íman que chama todas as partes de Osíris perdidas pelos desertos. Tem uma parte de Osíris que está disparando um morteiro no Iraque, tem outra parte que está salvando uma vida em Nova Iorque, tem uma parte de Osíris que está pintando um quadro em Espanha e tem outra parte assaltando alguém. É sempre Osíris. É sempre a psique arcaica que foi desmembrada para que cada mónada pudesse ter uma psique individual para se exprimir através de um ser humano.

A psique arcaica é criada como uma psicoesfera. Biliões de mónadas começam a energizar, essa psicoesfera fragmenta-se, nascem milhões e milhões de almas como num big bang, mas neste caso um big bang interno. Depois dessa ejecção das psiques em múltiplas direcções e choques surge o grande recapitulador, o Cristo, o Krishna, os avatares de Vishnu, Buda, Vivecananda, Ramakrishna, Aurobindo, Yogananda, mas também Julius Evel, alguns cristos da América do Sul ou a mulher novilha do Búfalo Branco, um ser crístico feminino que nasceu entre os Sioux, etc.. Esses seres são os recapituladores quando a fragmentação atinge um nível crítico. Essa energia recapituladora Melkizedeque encarna para devolver a estas psiques fragmentadas a noção do Adão Cósmico para onde nos dirigimos.

Então, o nosso exercício é ver a Ceia de Leonardo na galáxia, de forma que o lençol da Ceia seja a própria Via Láctea e Cristo, ao centro, é feito do rosto de cada um de nós. O Cristo galáctico é a reunião de todas as psiques, de todas as almas numa mesma plataforma de bioplasma estelar, fundindo numa comunhão de almas que transcende a fragmentação de Osíris e recupera o corpo de Osíris. Nós estamos caminhando para um banquete, para uma síntese.

Há um Adão planetário que é a psique arcaica e há um Adão cósmico que é para onde nós nos dirigimos.

Wednesday, October 26, 2011

Os 22 Portais Menores

A situação pede que aqueles seres que adquiriram um certo grau de autonomia e de liberdade superem a dúvida em relação à sua luz. Uma vez que cada um de vós terá que lidar com dezenas ou centenas de pessoas individualmente, a fase em que o ser duvida de si está consumada. Essa fase terminou porque esse luxo psicológico é incompatível com o sofrimento neste momento na situação mundial.

Quando um ser que é luz começa à procura da sua própria luz, claro que não a encontra porque o acto de perguntar “onde é que eu estou no caminho” ou “onde é que está a minha luz” é um acto de retorno da corrente de doação de si aos outros.

Geralmente quando um ser está em busca de perceber onde é que está a sua luz, à sua volta há um cenário de pessoas que precisam dele. Isto tem como ponto de partida a dúvida em relação a si mesmo, à sua capacidade, à sua autoridade, à sua legitimidade para ser o que ele é no plano mais verdadeiro, mais sagrado, mais límpido de consciência a que ele já tem acesso.

Estabilizar a consciência nesse planalto e não procurar adaptar a sua luz às sombras, à relatividade histórica do tecido socio-cultural. O planeta, a situação que está montada não ganha nada com a nossa adaptação, neste momento. É a humanidade que está sendo chamada a adaptar-se aos 144.000 enviados Melkizedeque que já estão encarnados.

A disciplina de um ser que opera como uma correia de transmissão entre a verdade e a relatividade, trata-se de permanecer na luz e é na proporção, na forma, com elegância e com a autonomia com que tu permaneces na luz, que a humanidade se pode ir adaptando às rampas vibratórias da fase de resgate em que nós nos encontramos.

Se algum ponto que não pode continuar a consumir a nossa energia psíquica, que é a energia que a alma coloca nos corpos subtis diariamente, é a interrogação de: quando; onde; porquê. Trata-se de estar em consciência, humilde perante o facto inamovível de que tu és um enviado. Poder estar perante o facto Melkizedeque essencial de que o campo onde nós existimos é um campo especial, construído para permitir uma aceleração vibratória mais rápida, e uma assunção do amor mais profunda e mais integral.

É a única humildade necessária, é um indivíduo deixar-se absorver nesse campo especial que está em torno dele. Trata-se de uma vibração ligada à própria consciência Melkizedeque e essa malha em torno da Terra inteira é especial e começa por apanhar os 144.000. Eles precisam de se fixar num ponto da malha.

O que é belo é que a malha é um algoritmo de vibrações no qual cada ponto da malha é ocupado por um desses seres e tem lá o teu nome (não o nome deste planeta), tem lá a tua insígnia de fogo.

Para que um indivíduo se encontre na sua vocação central e para que os dias deixem de ser esta crónica de pó e passem a ser uma crónica de ouro, ele precisa desta humildade, de aceitar ser integrado no ponto da malha Melkizedeque que lhe corresponde.

Esta dúvida vem do facto de que a nossa luz está a ser controlada por dois factores básicos. Um desses factores é a forma-pensamento e a sua contraparte energética que o grupo interessado em controlar os assuntos humanos mantém na Terra.

Esse campo energético forma uma grelha que atrofia a vida das glândulas, controla as sinapses cerebrais, controla o tipo de chamas que as células nervosas conseguem criar, controla a gramática angélica na nossa matéria cerebral, controla a forma como a luminosidade dos nossos pensamentos opera, controla as hormonas. Como é uma malha cinergética nós chamamos-lhe matriz.

Essa matriz de controle está condicionando a nossa luz. A luz que nós já recebemos do alto é atrofiada por essa matriz.

O 2º factor básico é a própria Hierarquia, ela não permite que um ser tenha acesso total à luz que ele é. Isto é, a matriz de controle limita e a Hierarquia regula.

A Hierarquia não permite que toda a tua luz possa eclodir porque o despertar, o energizar de servidores avançados é sempre sincronizado. Hoje não há servidores que sejam acelerados num grau muito para além do horizonte dos 144.000, eles evoluem sincronizadamente.
Estes Guerreiros (os 144.000) têm a sua luz regulada, comprimida, contida pelo seu Eu Superior e pela Hierarquia, enquanto os outros vão tendo tempo para se adaptar à luz que já está presente.

A Humanidade como um todo precisa de assimilar que, sem que ninguém tenha dado por isso, nasceu um avatar composto por milhares de seres.
Se Herodes já teve problemas em conseguir liquidar Um, imagina 144.000! E este avatar vai-se levantar no horizonte.

Os que estão em Portugal (cerca de 3.500) vão ser instruídos em profundidade para trabalhar com o Sagrado Coração de Maria. Esta expressão é só uma forma de nós compreendermos a vibração, a postura, o modelo psicológico/energético da vibração crística que está destinada a descer ao mundo através deste espelho que é Portugal. Esta vibração crística (um dos níveis do amor do Cristo) precisa de chegar ao campo consciente e ao mundo através desse grupo de seres que está encarnado em Portugal que tem como tarefa imediata instalar na sua personalidade, no seu 3º Raio, o Sagrado Coração de Maria.

Para que os 22 portais menores de Portugal possam ser activados existe uma matriz (Matriz de Portugal) que é a área de trabalho dos enviados que estão em Portugal. Essa matriz é composta por 4 factores principais e um quinto. O primeiro factor da Matriz de Portugal são 22 portais menores que se encontram no território continental português e que são o primeiro arranque para a elevação do princípio luminoso, o 3º aspecto da divindade, no éter, das glândulas, do sangue, do inconsciente colectivo deste país.

A primeira etapa é de reconhecimento destes 22 portais menores e de aprender a trabalhar com um portal menor e a postura, o ângulo, a argamassa psíquica, a forma de estar perante isto é o que nós estamos chamando “Sagrado Coração de Maria”.

Quando os 3.500 aqui em baixo assumirem a vibração do Sagrado Coração de Maria, dizemos que os portais menores foram despertos, passaram de potenciais a activos.

Não é uma coisa de ir à zona acordar o portal, porque quase sempre que um indivíduo tem uma intenção consciente, ou ela foi semeada do alto ou foi captada do consciente colectivo que é uma caixa de ressonância que multiplica significados, e as coisas andam vagando pelo ar e a pessoa capta isso do consciente colectivo. Trata-se apenas de uma fotocópia captada e multiplicada dezenas de vezes.

Estes 22 portais menores formam a base receptora, são como cálices que irão receber a radiação principal dos 3 portais maiores que também existem em Portugal. Um no sul, outro no centro e outro no norte do País. Esses portais maiores recebem o fogo, o impulso, a luz, a vida directamente do centro, na Terra, que guarda, do início até ao fim (Alpha/Omega), a nossa ligação com os Elohim. Eles estão emanando constantemente a sua imensa força, o seu imenso amor, o seu optimismo intergaláctico maciço para baixo porque é a natureza d’Eles.

Essa emissão percorre a Árvore da Vida (os condutos vivos de Deus ao longo dos braços da galáxia) e sustenta a vida nos planetas. No nosso caso deixou de estar disponível para toda a humanidade e essa emissão, a vibração oriónica e metatrónica dos Elohim está concentrada no par Shamballa/Miz Tli Tlan e essa Câmara acumula, constantemente, a presença pura da divindade com o seu poder absolutamente revolucionário, curativo radical, e com o seu poder de amor insuportável e avassalador. Esse poder, esse aspecto, essa luz, esse amor são guardados em Shamballa/Miz Tli Tlan e é retransmitido para Lis.

Em Lis ele é adaptado ao Homem porque esta força criadora Elohimica é demasiado potente para a consciência humana e Lis adapta, protege, ajusta essa imensa radiação ao Homem, mas Lis tem estado num ciclo de ocultação e de contenção.

A partir de um certo momento isso termina e a primeira fase do processo de despertar de Lis passa pela activação destes 22 portais menores. Eles lidam com os 1º, 2º, 3º e 4º planos etéricos, lidam com o transporte da energia cósmica superior para os níveis mais próximos da nossa consciência (físico, emocional, mental). Eles espelham esses 22 portais menores e só quando eles tiverem uma vibração acelerada é que o grande portal central de Portugal pode ser desperto e, então, falamos do Cristo.

Primeiro a energia da Mãe vem preparar uma matriz portuguesa para a vinda do Filho e o portal principal, que permanece desconhecido, é mesmo, directamente, uma emanação da consciência crística de Orion da qual nós somos filhos. É uma emanação directa dessa consciência que depois se espalha pelos 22 portais que estão ligados a 22 padrões dos descobrimentos que foram espalhados pelo mundo inteiro durante as descobertas.

Os padrões dos descobrimentos, como sabemos, são uma peça mineral que contém uma coluna, um capitel, uma base e uma cruz no topo do capitel.

Como todos os eventos profundos, os descobrimentos portugueses têm 7 níveis vibratórios: físico (foi uma aventura de navegação e cartográfica); emocional; mental (onde se instalaram algumas forças involutivas responsáveis pelo colonialismo e pelo imperialismo); intuitivo; espiritual; monádico. A partir do nível monádico não se pode falar de nenhum facto descrito historicamente, porque se passa para uma vibração indiscritivelmente alta.

O nível físico é o movimento de um povo sobre o oceano usando, basicamente, técnicas navais. Depois, o nível astral tem a ver com o desejo legítimo, perceptível, de explorar o desconhecido, inventar o mundo a partir da coragem de um povo. Este nível astral contém outras coisas: cobiça, ambição, tráfego, vontade de enriquecimento, mas também contém esperança, coragem, sentimento, ousadia e um sentimento latente de que nós não estamos sós, isto é, o mundo conhecido não era suficiente para descrever a situação global e, então, há aqui uma força astral, um desejo emocional de quebrar o desconhecido e conhecer mais.

Foi no nível mental que se instalaram agentes como a igreja católica e a monarquia que utilizaram os descobrimentos para os seus próprios fins. Portanto, nestes 3 níveis é perfeitamente condenável uma grande parte do funcionamento dos portugueses no mundo nessa aventura científica e histórica.

No nível intuitivo os descobrimentos foram um trabalho de amplificar uma mensagem, o Novo Testamento. De facto, a atrofia espiritual dos descobrimentos acontece com o domínio mental.

No nível espiritual os descobrimentos foram uma técnica de espalhar franciscanos pelo mundo. Eram basicamente franciscanos que eram levados a bordo das caravelas, que formavam centros espirituais (Ashrams) ligados à energia crísitica um pouco por toda a parte. É claro que outras ordens também e essas foram, em grande parte, as mais violentas na sua relação com os povos indígenas.

Em nível espiritual tratou-se de combinar fogos: o fogo do oriente com o fogo do ocidente; o fogo do norte com o fogo do sul; o fogo da Europa sofisticada com a energia telúrica e prânica de países onde a natureza impera, e assim sucessivamente.

No nível monádico os descobrimentos foram uma criação de Sanat Kumara por instrução directa do Logos Planetário para que uma rede subtil fosse criada no mundo inteiro. A decisão é no nível monádico e, além deste nível, é o Logos planetário que comunica a Sanat Kumara que as esferas de que Terra é composta, o psiquismo das nações, a qualidade do pensamento no mundo e a verdadeira necessidade astrológica, psicológica e do inconsciente colectivo, estavam prontas e amadurecidas para este tipo de acção (os descobrimentos).

É um pedido do Logos Planetário a Sanat Kumara e é um pedido de Sanat Kumara à Ordem de Maris que é a ordem que está por detrás da Ordem de Cristo que, por sua vez, desenvolveu, exotericamente, historicamente, os descobrimentos. Esta corrente viva desce em cascata até alimentar o próprio coração e esperança dos construtores, dos carpinteiros, dos marinheiros, isto é, da massa pura que trabalha a matéria.

Os padrões dos descobrimentos actuam no plano etérico. Eles têm uma base, uma coluna, um capitel com as 5 quinas e uma cruz no topo e foram espalhados várias dezenas desses padrões por todo o planeta. Quando os portugueses chegavam a uma praia uma das coisas que desembarcavam era essa peço de escultura, que colocavam, geralmente, sobre uma falésia, fundavam-na e firmavam-na ao chão.

Estes padrões são antenas no plano etérico para uma malha que cobrirá o planeta inteiro e que é especificamente a malha ou a Matriz de Portugal.

Corpo Epicinético

O som U contribui para reunir a energia psíquica ao longo de um eixo vertical estimulando a ligação entre a base da coluna, o coração e o centro da coroa.

Este eixo vertical – Antakarana – transforma-se, gradualmente, numa corrente de energia psíquica que sobe ao encontro do corpo crístico onde estão as energias vivas que se devem interlaçar/interceptar com o campo electrónico individual no nosso próprio envelope de sustentação energética.

A palavra “sharin” tem vários significados, hoje vamos focar o significado “Esplendor das Estrelas”, o sentimento de Reverência e Ascensão. Sharin é um mantra de 6º Raio (Devoção e Reverência).

O som A ajuda-nos a entrar em fase com o reino dos transportadores de luz inteligente e dos conectores intermediários que fazem o ajuste das grandes energias de raio e da vida consciente (Anjos). Portanto, este som A coloca-nos em fase com o reino angélico. É possível que a palavra Aleluia surja no contexto desse som. Aleluia tal como Ossana são palavras que se relacionam com vibração, ondulação, acção angélica. São palavras bem acima da dualidade.

O som O, o que acontece é uma reverberação das fibras do músculo cardíaco e, ao mesmo tempo, um descongestionamento do campo etérico na caixa toráxica de forma a que um maior percentual do amor que nós somos se possa tornar sensível dentro do nosso campo etérico individual. É possível que a palavra Ossana surja durante o trabalho do som O.

Então o U é um chamado ....... . O A é uma projecção da energia criativa angélica e do nosso próprio Eu Superior no nosso campo vibratório, na atmosfera individual que é ..... ao nosso corpo físico e à nossa actividade mental. O som O é um expansor da capacidade de amar.

                                                               ♪♫♪♫♪♫



Perguntas: 


– Como distinguimos quando estamos a trabalhar com a matriz crística ou quando estamos a trabalhar com a matriz de controle? 

– Porquê Aushwitz? 

– Qual o potencial da voz humana nomeadamente nos cânticos, entoando mantras ou simplesmente sons? 

R.: O veículo que existe em nós e que raramente é consciencializado, é aquilo a que alguns ambientes chamam “corpo epicinético”.

O nosso corpo causal, durante milhares de anos, estava impregnado com a vibração gerada pela alma e pelos grandes Mestres de todos os tempos.

Não existe uma autorização directa para que os grandes Mestres actuem sobre o nosso carma, muito menos sobre o nosso livre arbítrio. A Lei entre esses grandes Seres e todos nós afirma que eles não podem, sequer, estar demasiado próximo por causa da nossa tendência à imitação, o que em nós é quase inconsciente. O nível a partir do qual um grande ser actua em nós é no plano causal. É aí que, sem que eu dê por isso, sem que eu possa ver a forma como a coisa se desencadeia, eu observo que o meu nível intuitivo está diferente. É a própria carga dinâmica acima de mim propulsionando em mim as opções sem existir nenhum objecto de troca. É uma fecundação do Eu Superior sobre o nosso corpo causal.

Durante Eras o nosso corpo causal, isto é, a única ligação que nós tínhamos com a realidade interna, esteve limitado à vibração da alma. Havia alturas em que se dava uma expansão especial da influência desses grandes Seres sobre o nosso corpo causal, ao ponto de o nosso campo intuitivo ser acelerado e tocar, durante momentos, o nível espiritual puro.

Isto era um momento tão especial (era considerado uma benção) que se criou todo um folclore em torno dessas aberturas específicas que a Lei, que não permite que os Mestres actuem directamente, nesses momentos específicos recuava e a Graça avançava.

Este folclore ia ao ponto de se falar de: Festival da Lua Cheia; Festival de WesaK; .... e as pessoas viam mesmo o “Festival”, isto é, centenas de milhar de discípulos, em corpo astral, sendo bombardeados com a vibração de Buda ou de Maytreia. No entanto, o que se sabe é que esses eram momentos em que a Lei permitia que esses grandes seres estimulassem o corpo causal numa forma anormal, de forma que este corpo causal subia de plano.

Da mesma maneira que o meu corpo é uma tradução daquilo que eu como (em grande parte, pelo menos por enquanto) o meu veículo causal, a ponte com o mundo do fogo, depende de um tipo de alimento, de um estímulo.

Os princípios criadores são divinos em nós: a mónada e o nível espiritual em nós. Estes níveis são criadores em si mesmos. Todos os outros princípios são receptores e o corpo causal (intuitivo) está entre os princípios criadores e os princípios receptores, ele é um princípio reflector.

Até há uns tempos atrás tudo o que chegava à nossa intuição era o fruto, a calibragem, a gramagem vibratória da nossa alma que vivia no corpo causal, e dos nossos Mestres que procuravam fazer chegar até nós um fogo mais forte.

A partir de um certo momento a Lei mudou e passou a permitir que o nível intuitivo ascendesse.

A intuição é tudo o que nós sabemos sem saber como é que sabemos.

O corpo causal estava submetido à necessidade horizontal dos seres humanos, o nível intuitivo estava submetido ao problema Terra, o que significa que o nível ponte em nós estava constantemente a ter que baixar a sua frequência para acudir à vida quotidiana. A maior parte das grandes invenções vem do corpo causal. Esse nível superior tem de estar impregnado de um chamado inconsciente da parte do Homem para que a vida se torne mais fácil e para que eu compreenda o mistério da Criação enquanto natureza. De há vários tempos para cá a Lei mudou e foi dito que o corpo causal teria que ascender.

Na ascensão do corpo causal dá-se uma intercepção entre os níveis superiores da intuição, que estavam latentes, os quais entraram no nível do Fogo sagrado.

Nesta ascensão está sendo activado em nós o corpo epicinético, que é o que acontece ao corpo causal quando fica firmemente ligado ao corpo crístico.

Este corpo epicinético é composto de geometria sagrada, cor e som. É todo ele composto da linguagem abstracta arquetípica.

A ascensão do corpo causal prepara a descida do mónada. O nosso nível intuitivo tem de mudar de plano para que se crie uma passagem para o espírito encarnar em nós. Nós somos almas encarnadas não somos espíritos encarnados, mas é nisso que nos vamos tornar. Para ser claro, nós somos chamas trinas encarnadas. A chama trina é um pequeno Logos que a alma emana para viver na caixa torácica e acompanhar o processo psicológico de um ser mantendo o equilíbrio: Poder, Luz, Amor.

O corpo epicinético é o nosso veículo superior que transporta geometrias de luz, desenhos de fogo. Quando a tua intuição começa a estar mais virada para coisas celestes do que para coisas terrestres isso significa a activação do corpo epicinético. A vida intuitiva, que tem a ver com a ascensão, acontece nesse nível que é o corpo epicinético. Dizemos epicinético porque ele usa movimentos intensos de cor, luz e forma e é bem mais abstracto do que os outros níveis que nós temos e, no entanto, um toque, um momento, uma experiência dentro do corpo epicinético, toda a personalidade é rectificada e liberta de vibrações distorcidas.

O corpo epicinético contém toda a vida de luz, visões de anjos, de seres ardentes, visões do que é o futuro, visões em túnel e em telescópio da árvore da vida, visões das estações cósmicas superiores, visões das espadas dos Mestres. Esse nível de visão ardente criadora acontece no corpo epicinético. E tu sabes que a coisa não é um devaneio porque quando é o corpo epicinético que vibra, tu és invariavelmente carregado de uma energia sólida.

Aquilo que nós buscamos no sono, na alimentação, na natureza, o corpo epicinético, que é o nível causal ascendido, vai buscar o fogo sagrado, os vectores ígneos que depois se plasmam na mente e nas emoções e organizam esta nossa natureza humana, em segundos, além de a reenergizar.

Este nível está a nascer em todos nós. A única forma de a personalidade interagir com o corpo epicinético é ela se mover de uma maneira afim com a própria energia do corpo epicinético.

Existe uma linguagem no teu corpo físico que entra em ressonância com o corpo epicinético e existe uma displicência física, uma negligência para com a nossa oralidade, para com a nossa mentalidade que corta o contacto com o corpo epicinético. Então, existe uma relação de mútua nutrição. O corpo epicinético busca modelar a personalidade, para isso envia cor, som, vibrações.

Há uns anos atrás era impossível porque o nosso corpo causal estava muito abaixo em vibração, mas esta vibração subiu e nós já pudemos extrair impulsos da Irmandade para a cristificação da Raça, pudemos extrair selos de energia para a cura dos nossos corpos.

Este veículo que é a ascensão do corpo causal, ele traduz fogo em cor, som, forma, brilho. Claro que 95% dos nossos hábitos não servem para fazer contacto com o nosso corpo epicinético – a nossa alimentação não serve, o nosso vestuário não serve.... . Então, o que é que se pode fazer? Em que é que esta informação não nos deixa ainda mais angustiados? RITUAL.... RITUAL.... e mais RITUAL.

Antes a Hierarquia tinha os rituais da Lua Cheia.... Nestes momentos especiais a Hierarquia gerava um estado epicinético no corpo causal para o casamento só que era um pico no ano. As pessoas estavam muito focalizadas nestes festivais ao ponto de ainda existirem. Só que aquilo que se fazia num momento especial no ano, hoje é uma coisa que o indivíduo precisa desenvolver em si. A única forma de relacionar o corpo epicinético com a personalidade é através de uma paz consciente (por um lado) – 7º Raio – por enquanto, até ao dia em que os Mestres (a Lei) permitam que uma série de seres sejam desencastrados da matriz de controle e possam fundar espaços onde tudo é ritual, tudo está impregnado do 7º Raio. Tudo é S. Germain. Começar a viver S. Germain no quotidiano.

Até que isso aconteça, todos nós temos que encontrar, diariamente, um ritual, que é uma forma de elevação precoce no qual eu visualizo as estruturas luminosas, geometrias sagradas, chamas, sequências de fogo, e tentar encontrar a forma como o meu corpo as incorpora, as traz para baixo.

Friday, October 21, 2011

Portais de Limiar-Signos Cósmicos

Vamos hoje lidar directamente com um coeficiente do corpo de luz de Elias que é um dos responsáveis máximos, juntamente com Samana, pela ascensão da Terra. Significa que uma pequena percentagem da consciência desse Hierofante interplanetário é doada à sala. Chama-se a isso divisibilidade do espírito.

Nós estamos muito longe da ideia clássica de que a presença de Elias está aqui nesta sala, nós estamos lidando com um invólucro electromagnético que é um coeficiente da radiação total do corpo de luz disso que, em tempos, foi um ser humano chamado Elias.

Existe em nós uma vida maior e uma vida menor. Existe uma vida de fundo encostada, como duas superfícies polidas que se unem perfeitamente, à própria raiz e à própria razão da existência e essa vida de fundo em nós é a parte do nosso ser que não contém qualquer mistura, ela permanece livre.

Então, nós temos uma parte do nosso ser que está misturada, numa diálise constante, com o mundo, com os outros e com a nossa própria subjectividade, e essa parte do nosso ser é feita de misturas, combinações, complexidades, e depois existe em nós a vida maior que não tem mistura e isso vive mais em nós do que a vida menor. Nós só dizemos maior e menor pelo tipo de foco e de abrangência que cada um destes núcleos constitui. A vida menor usa a consciência para criar o mundo. O mundo é um denominador entre milhões de consciências, é uma estabilização de uma dimensão e para que essa dimensão exista tem que haver um acordo entre as nossas consciências diurnas, o nosso dia a dia, isso tudo entra na fórmula que constitui a dimensão do mundo. E o nível em nós que não tem mistura, tem um foco e uma abrangência, não de um mundo, mas de mundos, não de um dia, mas de dias, e esse nível em nós que não se mistura, não se associa nem se identifica com nada, reconhece a sua presença nos outros.

A minha região pura reconhece, instantaneamente, a tua região pura. Nas regiões mais abaixo, na vida e na consciência onde há mistura, existe uma grande necessidade de troca para estabelecer contacto, mas nessa região que permanece unida à raiz do próprio Universo, aquilo que em mim é límpido reconhece aquilo que em ti é límpido porque aquilo que é da raiz detecta o que é da raiz em cada momento, em cada pessoa, em cada circunstância e isto é simples.

Independentemente do grau de mistura e de confusão que vocês sentem aqui em baixo, vocês são mais ou menos convidados a tolerar, a viver aquilo que em vós não tem mistura e que é a pulsação de origem que é extremamente activa. Isso que não tem mistura sempre se sobrepõe e constitui uma base, sempre está presente, basta que eu seleccione a maior parte da minha consciência para quilo que em mim não tem mistura.

Quando olhamos para as nossas sombras, elas são energizadas pelo nosso próprio olhar. A maior parte das vezes, se não existe um trabalho de cura profundo, elas ficam mais fortes e quando olhamos para as nossas luzes a mesma coisa.

Sempre que eu dirijo a consciência para a parte de mim que não tem mistura, que é pura, límpida, que nasceu no céu, todo o meu ser é impregnado, em ondas, por essa presença, e aquilo em nós que tem mistura precisa, desesperadamente, daquilo em nós que não tem mistura. Antigamente nós chamávamos a esta parte do ser: mónada, atman, centelha divina. O problema destas palavras é que elas criam, no córtex, sinapses especificamente endereçadas para criar a ilusão de que compreendemos o que estamos a dizer.

Existe uma região em nós que é como uma terra onde o Sol nunca se põe, que é feita de nada, e, no entanto, exerce uma pressão criadora sobre toda a parte em nós que é misturada.

O objectivo do Comando Estelar é aumentar a capacidade de um ser humano ancorar, em si, o primeiro aspecto do Universo. Elias lida especificamente com essa electricidade suprema a que Blavatsky chamou “Fogo Cósmico”. Lida com matéria/anti matéria, partícula/anti partícula, universo/anti universo, tempo/eternidade, ciclos evolutivos/arquétipos cósmicos.

Assim como um planeta recebe uma constelação de arquétipos, isto é, de forças divinas que vão pré determinar o comportamento dos povos e essa família de arquétipos (pai, mãe, filho, herói, messias, bem, mal, iniciação, árvore da vida, elixir da eterna juventude, etc.) marcará as grandes auto estradas da nossa evolução psicológica.

Uma galáxia recebe 22 arquétipos que são os signos cósmicos. Aparentemente uma galáxia contém um centro de poder – Pai, um centro de amor – Filho e um centro de modelação de luz – Mãe.

O Trono é trino. Em torno do Trono, que geograficamente se situaria no centro de um disco galáctico, existem 22 portais. Significa que o Trono actua com uma incrível precisão numérica, geométrica, gemátrica e até semântica ou semântrica, isto é, o Trono actua numa incrível precisão semântrica.

No final vamos ouvir uma peça musical que, se tivesse de fazer uma lista de 10 peças musicais poderosas esta era a primeira. Ela relaciona directamente o caos criativo, primordial, com as altas frequências de organização de força nas regiões do Trono. Em certos momentos há descontinuidades imensas, essas descontinuidades são portais cósmicos. Sente-se claramente as mudanças de carga electromagnética entre portais, só que esses portais são portais que terminam num limiar consciencial, rompem o envelope electromagnético que modela a consciência para dentro do limiar anterior, e ejectam a consciência para dentro de um novo oceano de consciência superior.

Na verdade, assim como a visão é uma alucinação controlada, a lucidez é uma loucura controlada. Um óptico poderá dizer que a visão é uma alucinação mantida estável. Como todos partilhamos da mesma alucinação chamamos a isso “realidade objectiva”.

A consciência, desde o náutilus passando pelos cavalos marinhos, pelos gatos domésticos, pelos cavalos, pelos seres humanos, pelas hostes angélicas, pelas irmandades cósmicas, pelas ordens de Michael, Enoch, Melkizedeque, Metatron e, finalmente, as coroas de vibração em torno do Trono, a consciência e a lucidez é a loucura divina tornada estável para patamares de percepção.

Quando digo loucura estamos nos antípodas da palavra tal como ela é usada em psicologia clínica, estamos a falar de quando a consciência encontra a sua própria raiz, ela fica livre de quaisquer atributos, ela torna-se consciência pura que é o próprio combustível do campo Merkaba.

A Merkaba, o vosso corpo de luz em torno do corpo físico, para ser activado, depende do amor, mas a sua nutrição é a consciência pura, é eu ser capaz de perceber que todo o ser é um todo e cada todo é absolutamente completo. É quando eu revelo a mim mesmo a natureza hermética da minha individualidade cósmica que o campo merkaba tem piloto. Não admira que ele esteja travado no caso dos seres humanos em geral. Estes portais são controles de linhagem. Para cada plano, para cada dimensão a consciência (do próprio Deus) é comprimida. Nós só somos conscientes na medida em que participamos da consciência divina no grau em que ela foi criada para esta dimensão. Ninguém tem consciência, Deus é consciência. Nós fomos admitidos ao patamar de consciência de 3ª dimensão.

A nossa consciência é como um anel que sobe ao longo de um eixo. O anel em si é vazio, quem lhe dá conteúdo é o divino. Existe uma frequência para a 3ª dimensão e um portal de limiar. Além desse portal existe a consciência do mesmo Deus desdobrada para a 4ª dimensão, e assim sucessivamente. O que acontece aos iniciados é que a consciência é admitida a um oceano de consciência superior que sempre lá esteve e aquilo que és na 6ª dimensão, já lá está, uma vez que Deus é a consciência de tudo, independentemente do tempo.

Quando dizemos que o ser foi iniciado, essa palavra só é válida do ponto de vista da evolução dele (de baixo para cima), porque do ponto de vista da totalidade, ele simplesmente se uniu a uma parte dele mesmo que sempre existiu e que o esperava.

O adepto, e até mesmo o avatar que vocês são, já está vibrando nas piscinas superiores de consciência divina, agora, o anel da nossa consciência ainda está subindo e descendo da 3ª para a 4ª, bate em certas frequências da 4ª dimensão e retorna num fluxo para a 3ª dimensão.

A nossa consciência é um anel ao longo do eixo crístico do teu ser nivelado. Esse eixo contém todos os andares de consciência que tu podes ser.

Quando jogamos rugbi a consciência altera-se, ficamos todos um pouco mais na idade do bronze, a consciência vai ao encontro duma região do anel que está mais abaixo.

Quando as pessoas se apaixonam há uma projecção mística e mútua das divindades latentes em cada um dos dois, o que faz acelerar o anel da consciência, praticamente, até à 4ª dimensão superior.

Quando um cientista faz uma descoberta, a consciência rompe o limiar da 3ª dimensão e entra claramente na 4ª dimensão por momentos. Quando grandes dançarinos, pintores, chefes de estado são tomados por uma força superior, a consciência rompeu o envelope electromagnético da 3ª dimensão e é admitida a uma secção do eixo mais acima, só que o eixo não pára, ele vai desde o náutilus, que tu eventualmente foste, até ao Trono.

Quando falarmos, no futuro, em eixo crístico universal, ele existe como uma realidade máxima enfeixando todos os eixos crísticos individuais.

Quando nos identificamos com o anel, estamos nos identificando com a experiência da consciência num patamar, mas se tu vais um pouco mais para o fundo começas a sentir que podes subir e descer, começas a movimentar-te ao longo do eixo crístico individual.

Quanto mais eu tomo consciência desse eixo crístico mais eu consolido o pilar de luz que, por desígnio cósmico, me foi entregue realizar. E é aqui que chegamos aos 22 signos cósmicos que são portais no Trono.

Os portais de limiar são zonas onde há autorização da Hierarquia para romper com o campo electromagnético que mantém o anel da consciência circunscrito a uma secção do eixo vertical. De uma maneira geral, se as pessoas não fizerem um intenso trabalho interior, a nossa consciência tem uma viagem média entre algumas frequências do reino animal e algumas frequências angélicas, a maior parte do eixo são as frequências humanas propriamente ditas.

Tuesday, October 18, 2011

O Som e o Silêncio

Os nossos corpos são constituídos essencialmente por substância vibrante, são matéria que vibra e eles não têm como se afinar por si, eles não têm aquilo que, esotericamente, se chama “princípio”, eles são o caudal mas não são a Fonte. Donde que, a passagem de um estado automático de existência para um estado desperto, implica que um ser encontre dentro de si o seu próprio diapasão, o seu próprio tom.

Existe um caminho em 4 etapas para encontrar esse som porque curar e ser são a mesma coisa, soar e ser é a mesma coisa, soar e curar é a mesma coisa e um dos trabalhos fundamentais hoje é a pessoa observar-se, invocar-se, recriar-se como um sino de cristal para o seu próprio som.

Para que um ser tenha uma vida mântrica, o trenário inferior precisa de se calar. O nível humano do teu próprio ser precisa de treinar o silêncio. Só quando o silêncio acontece no físico, na mente e no mundo emocional é que o 4º plano soa. Só que a afinação para o silêncio, um conjunto de hábitos em torno do silêncio começa sempre num pequenino ponto de luz no centro da mente. Depois da mente estar inundada de silêncio, e o emocional responder com o mesmo ponto irradiando silêncio, a luz do espírito envia mais uma sonda até ao etérico, e esse ponto no etérico gera cura do sistema nervoso em profundidade.

Para que um ser aceite a disciplina sagrada do silêncio ele necessita ter amor ao verdadeiro som e uma consciência matemática, lúcida, clara, de que o trenário inferior não é nada, não sabe nada, não vai para lado nenhum.

Este trenário inferior (físico, emocional e mental) são 3 anjos cegos mas quando chega o toque do mantra que vem de dentro de ti, e se este trenário inferior se deixa banhar pelo silêncio, então o mantra da tua alma soa.

Nós necessitamos de aspirar à luz da mente, necessitamos de focalizar uma purificação mental, cuidar que esta mente não seja um museu de coisas arcaicas e o que ainda é mais perigoso, de artefactos mentais de vanguarda, que são belos, úteis, dinâmicos, penetrantes, expansivos mas não são matéria dos 4º e 5º planos.

Este Homem altamente subtil, sofisticado, mental que colhe, por assim dizer, o fruto esotérico dos últimos milénios ainda não atravessou a porta do silêncio. Este homem e esta mulher do novo milénio tem de aprender a atrair para si matéria do 4º plano, que é uma radiação doce, altamente energética, viva, que se traduz, no plano mental, por silêncio. Enquanto nós não sentirmos que esta mente tem de ser entregue aos pés do rei interno, nós temos este imenso portal em ogiva azul cobalto que nos liga com esferas sagradas da Terra, esferas essas que na Idade Média, no centro da Europa, eram simbolizadas pelo unicórnio, pelo cisne, pela harpa, pela união em torno do cálice.

Estes símbolos de Lis correspondem a uma vibração que os nossos corpos querem aprender e a passagem entre a esfera do querer e a esfera do ser é através de uma membrana que transforma a matéria mental em silêncio.

É por amor que a mente muda de substância, nem sequer é necessário arrumar as ideias melhor ou pior, excepto se o indivíduo está de tal forma confuso, obscurecido, que ele precisa recapitular a luz da mente, mas se o indivíduo já passou as pestanas por essa luz mental, é o momento em que ele precisa de entregar a mente à transubstanciação.

Qual mente?

Trata-se de substituir um elemental da mente por um deva de um plano intuitivo. Fazer encarnar nesta mente uma sustância superior. E isto é algo que se vê, que se compreende e se eu vejo e compreendo, eu sou um candidato à transubstanciação porque quando esta mente é transubstanciada, quando eu coloco a mente no cálice e o elevo, o som, o código exacto da tua essência, que é tudo o que o mundo precisa de ouvir e é tudo o que o indivíduo precisa de ser, esse código exacto instala-se no Ajna, depois na Laringe, finalmente, no Plexo Solar.

A apetência para o silêncio, e o silêncio é Lis.... não se trata de arrumar a mente com o melhor ou o pior material porque quer o indivíduo vá para uma coisa como “Conversas com Deus” quer vá para uma coisa mais refinada como “As Chaves de Enoch” é o melhor material, mas esta mente é para mudar de substância, é para sair um líquido e entrar outro. O que significa que, sem qualquer recuo para o plano do obscurantismo medieval, para uma morte da mente, o indivíduo necessita de renunciar à mente porque isso é a chave dos planos luminosos que vêm de dentro: “Espírito de vida banha o meu sangue, espírito de luz banha a minha mente, banha o meu ser, espírito do amor banha a minha sensibilidade, banha as minhas emoções, espírito de vida banha o meu código genético”. Eu não sei que espécie de matéria mental extraordinária é que é necessário para fazer isto!

A transubstanciação da mente é um assunto muito delicado porque depende do amor a uma verdade ainda mais profunda do que toda a verdade que até agora foi possível conceber.

O indivíduo avança por amor a verdades cada vez mais profundas e a focagem vai-se dando progressivamente, até que, aquilo que ele julgava que era vago se torna definido e ele ama, mas para que o som do ser interno da alma se instale, estes corpos precisam de chegar ao silêncio e quando chegas ao silêncio, finalmente, ouves o som. E este avanço na direcção do silêncio faz-se por acréscimo de lucidez, duma lucidez quebra-gelos que avança no desconhecido.

A nossa alma está ansiosa por soar a sua palavra. O som da alma só pode ecoar na caixa acústica da personalidade e esta caixa acústica deverá ter-se transformado, nos próximos tempos, à medida em que tu avanças no teu caminho, nesse sino de cristal de forma que, quando a alma soa, tu libertas ondas cristalinas. Isto é uma coisa da inocência.

Nós precisamos encontrar uma elegância para a recepção do som que nós somos. É mais um processo de amor à verdade, amor ao que está além da cortina de ti próprio, de elegância na forma de usar a nossa humanidade. À medida que te firmas magneticamente nessa voz, é uma tomada de posse de camadas de vibração que agem sobre o éter à tua volta e que são a tua verdade, mas tem de haver um desassossego no psíquico, uma busca pela verdade além da cortina.

Estas 4 etapas são: comunicação; resposta; reorientação, união. Na união o teu som, a dimensão viva do ser transpira à superfície da personalidade e fecunda o mundo à nossa volta, mas a primeira fase, que é a fase de estabelecer uma comunicação com a alma é de grande humildade secreta.

Como é que se faz a comunicação com o ser interno? Como é que isto se torna vivo, real?

O ternário inferior necessita de se ajoelhar perante o quaternário superior. Isto é, os teus níveis: divino, monádico, espiritual e causal, este quaternário superior, é real que eles são impotentes na terra sem o ternário inferior (físico, emocional e mental) mas este nível trino precisa pôr uma impressão doce, persistente, cuidadosa, sistemática, vinda de ti mesmo sobre eles. Esta impressão doce é como carimbar-nos a nós mesmos a partir de dentro.

Espírito da luz invade a minha mente. Espírito da vida banha o meu sangue. Espírito do amor toma conta do meu cardíaco, do meu plexo solar, do meu astralismo.

Estas coisas, neste momento, já devem estar transformadas num murmúrio constante por detrás da consciência e ao mesmo tempo que tu devolves esta imensa solenidade receptiva, devolves um sentido de humor radical para com a própria personalidade. Actualmente as pessoas ficam muito solenes acerca de si próprias e desenvolvem um sentido de humor para com os Irmãos do espaço como se eles estivessem connosco ao pequeno almoço. É exactamente o contrário. Para com Eles e para com as radiações que vêm dos mundos superiores eu posso permanecer um “teen ager” e assimilá-las como algo a que eu tenho direito, mas isso não me dá acesso aos níveis superiores. A atitude de sentir os Irmãos como iguais a nós está profundamente certo e profundamente errado e neste paradoxo a pessoa tem de se saber movimentar.

Para que um indivíduo se liberte do controle da mente superior ele necessita de uma solenidade profunda para cima e na vertical e um sentido de humor quase yunguiano para com a minha própria personalidade

Então o que é que significa o som de um ser? Significa que uma vibração torna à mente e transmuta a matéria mental mas para eu receber essa vibração eu necessito cultivar silêncio e se o indivíduo está todo viciado no ruído planetário, vai doer! O silêncio dói porque ele é como álcool na ferida da personalidade.

Thursday, October 13, 2011

As Flores e o Homem

Um novo olhar sobre um reino de beleza e harmonia, com o qual convivemos diariamente. Uma compreensão interna sobre a acção das terapias florais.

Que importância têm os florais para a felicidade humana?

Para que eu possa compreender a importância que um floral tem para a harmonização de um ser, primeiro eu precisaria de, intuitivamente, compreender o que é uma flor.

Intuitivamente percebe-se que uma flor - não a raiz, o caule ou as folhas - é o momento em que um reino inteiro atinge uma antena para o nível espiritual. As flores são o ponto em que o reino vegetal contacta com a vibração do Espírito.

As raízes estão em analogia (pela sua natureza de prolongamento do ser que se entranha na terra) com a personalidade e a sua evolução.

Já as flores e o caule, pela sua natureza de interligação, são uma antecâmara do reino vegetal, são uma ponte entre níveis. As folhas e o caule têm a função de ligar a personalidade da planta (as raízes) à sua mónada1 ou ao dispositivo sensor de vibração monádica da planta (as pétalas e o núcleo colorido, no centro).

Uma das formas de se sentir o quão evoluído e energizado é o reino das flores, está no facto de as funções procriativas estarem no topo, na zona ligada ao Espírito. Isto equivaleria, no reino humano, à reprodução por pensamento.

Isto é o que as flores já manifestam!

Não estamos, obviamente, a falar dos cogumelos e dos fungos que irrompem da terra (isso é outra vibração pois, quando irrompem de uma certa maneira, podem até ser mortais); estamos a falar da flor como uma arquitectura angélica de ligação entre planos, e é neste nível que vamos poder olhar, novamente, para o reino das flores e renascer para ele... Não é que este reino precise de renascer para nós – ele sempre esteve aí; nós é que estamos mortos para o reino das flores e precisamos de renascer para ele!

As pétalas são os sensores de frequência espiritual. Através da raiz, as pétalas recebem o equivalente àquilo que se chama, em ocultismo, o fogo de fricção2, isto é, a água, os sais minerais e os compostos orgânicos. Tudo o que, eventualmente, possa enriquecer a terra onde a flor está plantada e que é absorvido pela raiz, corresponde ao fogo de fricção.

As raízes têm a função de receber força telúrica da terra, a qual, uma vez transformada em seiva, segue para os níveis superiores da planta.

As folhas correspondem ao nível da alma daquele ser. É óbvio que a planta tem contrapartes subtis (corpo astral, etérico, mental), mas nós estamos a referir o que é reflectido em cada estágio da arquitectura orgânica da flor.

As funções da alma projectam-se ao longo do caule e das folhas, que recebem o fogo solar. (Do ponto de vista bioquímico, são as células fotoeléctricas que fazem a tradução de luz, de calor, em vida através da clorofila.) Então, as folhas têm a função de fixar energia solar, não a energia solar da nossa estrela, mas um tipo de energia que não está ligada à fricção, ao conflito, à complexidade, à luta, porque isso é a função das raízes. O que as folhas fixam, e introduzem como luz dentro da planta, é energia solar no sentido de uma energia ligada à paz, à força existente no centro de todos os processos.

Se observarmos as representações tradicionais do Sol (egípcias, sumérias, iluminuras da idade média) elas mostram uma alternância de dois tipos de raios: um disco dourado com um raio vectorial, representado por um traço; e outro tipo raio representado por uma linha ondulatória. De facto, as representações tradicionais do Sol, do ponto de vista dos artistas iniciados, contêm, quase sempre, uma emanação gráfica em onda, seguida de uma emanação em traço. A representação exacta que se encontra em Tell-el-Amarna (onde esteve Nefertiti/Aknaton), em Chartres, etc., significa o duplo bombardeamento que a luz solar produz.

O raio ondulatório contém calor, vitalidade, prana solar, e corresponde, exactamente, à forma como os fotões saltam através da gravidade. Os fotões ondulam; e é, justamente, porque há oscilação que existe calor. (Como se sabe, só lá pelos duzentos e tantos graus negativos é que a matéria pára... e não sabemos se pára completamente!). Então, o fotão é uma entidade altamente ondulatória e a representação desse raio em onda significa vitalidade, calor e luz, isto é, corpúsculo fotónico. Fotões é, exactamente, o que é captado pelas folhas.

O outro raio – o traço – contém informação. Quer isto dizer que a estrela local, esse gigante a oito minutos-luz daqui, emana, bombardeia duplamente. Se os fotões são captados pelas folhas, já esta informação do Logos3 solar é captada pelas pétalas. Isto significa, então, o seguinte:

a) As raízes fixam fogo por fricção e um tipo de nutrição telúrica ligada aos processos terra;

b) O caule e as folhas fixam fogo solar sob a forma de uma vitalidade que a luz permite e, também, sob a forma da força anímica que é emitida pelo Sol (um dos níveis de vibração do Logos solar);

c) As pétalas fixam informação, isto é, o Verbo.

Quer isto dizer que o traço ondulatório corresponde à função calórica, nutritiva e vital do Sol, ao passo que o traço directo, vectorial, corresponde à divindade solar, ao Verbo, ao «faça-se», ao «fiat», o que corresponde, em termos ocultos, ao fogo cósmico - a vontade do Pai que é fixada pela zona colorida (pétalas e centro da flor).

Então, uma flor é a forma como o reino vegetal se relaciona com o Pai. A flor, especificamente, é como uma informação (Eu disse, Eu quero, Eu determino), sendo que este nível de informação é fixado pelas pétalas.

Os florais não são só feitos com flores, são feitos também com água ligada a flores.

Na dinâmica planetária, a água é a tradução dos sentimentos do Pai; não a tradução do pensamento, nem das estruturas estáveis, mas a tradução do sentimento. Toda a água da Terra tem uma contraparte luminosa: a partir de um certo nível, muito escuro, das profundezas oceânicas, os clarividentes começam a ver luz, e não deixa de ser interessante que os peixes luminosos sejam os que vivem, precisamente, em fossas abissais.

A função de auto-gerar luz nas fossas abissais a partir da fixação de certos fosfatos, tem a ver com o facto de que, nesses níveis mais profundos, a ressonância com o cosmos superior ser muito alta. O elemento radioactivo presente na água, ou seja, o poder da vontade divina (que na matéria se traduz por radioactividade benigna), é, na evolução material, uma tradução da vontade do Pai. Nesses níveis profundos do oceano o éter é intensíssimo e está em ressonância com o chamado astral cósmico. A água é o elemento que traduz, para nós, esse campo de evolução que é a vibração do astral cósmico - o campo de evolução dos avatares.

Então, juntemos as flores e a água.

O Dr. Edward Bach (que era um discípulo de Hilarion - S. Paulo, Mestre de 5º Raio) percebeu, com a ajuda dos anjos do norte de Inglaterra, algo único na relação entre as pétalas das flores e a precipitação da água no raiar da aurora.

O ângulo que a luz solar faz na entrada da atmosfera ao raiar da aurora, o campo vibratório altíssimo das pétalas e a precipitação (a passagem do estado de vapor por condensação em contacto com a superfície das plantas) fixam algo no orvalho. Isto é, no momento em que o orvalho se forma sobre as pétalas, há nele uma fixação de vibração (mais tarde desenvolveram-se outros métodos mas nós estamos a ir à origem).

O campo vibratório da flor ao nível das pétalas está saturado de informação divina.

Quando se forma uma gota de orvalho, o elemento água fixa, em si, essa informação divina. Devido ao ângulo solar, no momento em que a água se forma, ela fotografa, num estado de extrema pureza, a intenção do Pai associada àquela flor.

Agora, temos que entrar um pouco nas cores.

A informação divina vem completa sob a forma de uma luz branca. Cada flor, no entanto, tem a sua forma de interpretar o facto total do Pai quando desce na luz solar. Cada espécie tem a sua forma de fazer esta interpretação: faz um prisma da informação – o qual tem a ver com o tipo de química na flor - que se traduz como cor no momento em que é bombardeada com luz.

Nós só somos capazes de ver a cor porque a flor está a ser bombardeada com fotões; limitamo-nos a saber que, com esta luz, fica vermelho ou amarelo ou outra cor. Há, portanto, uma interacção entre a química e a luz.

Não há cor sem luz. Significa que a evolução daquela entidade conseguiu traduzir a luz e a informação/Sol num ângulo que se traduz, opticamente, sob a forma de vermelho. Na verdade, o vermelho nem sequer está ali, está no teu instrumento receptor - o teu cérebro - sendo ele que está a traduzir o vermelho, o qual é uma frequência, uma vibração.

No momento em que orvalho fotografa a forma como a flor traduz a vontade do Pai, fica saturado de informação divina, da mesma forma que, quando se mergulha num banho terapêutico, a água, se estiver tratada com certos óleos e plantas, fixa e interpreta o estado da aura, retira o que não pertence à intenção da tua mónada e mantém o que pertence. O poder curador e rejuvenescedor da água, em termos etéricos e energéticos, é tão potente quanto isto... desde que o curador que está a trabalhar com aquela água saiba o que está a fazer.

A água, que está em ressonância com o astral cósmico, tem, nos campos vibratórios dos quais ela é expressão, a possibilidade de fazer contacto com a vibração monádica, perceber o que é real ou não para ti (em termos de corpo etérico e corpo astral), e limpar-te. Então, a água lava, não pelas propriedades químicas apenas, mas pelas propriedades ocultas.

Essa gota de orvalho, ao ser acumulada junto com outras, deu origem aos florais do Dr. Bach.

A vibração de cada flor corresponde a um ângulo de anti-rotação de um vórtice degenerativo do teu corpo emocional.

As flores foram criadas para ti.

Cada flor, ao traduzir informação/Pai, ao captar um ângulo e ao emergir como um hibisco ou como uma rosa, traduziu o Pai num vórtice de energia. Daí a cor, que tem a vibração oposta a um bloqueio emocional.

Imaginemos um bloqueio do corpo astral humano como uma espécie de torvelinho no teu corpo emocional que gira numa direcção anti-horária num ângulo 56T. Cada flor contém o mesmo vórtice com ângulo 56T mas com a direcção oposta.

As flores estão tão intimamente ligadas ao reino e ao corpo emocional humano, que se oferecem para assinalar sentimentos: casamento, doença, paixão, tristeza na morte, etc. Onde há sentimentos há flores. E o que o Dr. Bach fez foi ligar cada flor a um sentimento humano e compreender a forma como se fixa essa vibração oposta num suporte como a água.

Então, temos multiplicações atrás de multiplicações, temos a função das pétalas como fixadores de informação divina em ângulos que apanham os nossos estados emocionais. Esses fixadores são uma forte vibração/irradiação em torno das pétalas, tão forte que interage com a atmosfera emitindo perfume e interage com o olfacto - aquilo que os ocultistas e os rosacruzes consideram o mais elevado dos sentidos.

O amanhecer é o momento em que a flor recebe mais informação/Pai. Uma flor é um tradutor estelar de informação.

Vamos começar a olhar para as flores de uma forma diferente.

O que o Dr. Bach fez, com a ajuda dos anjos, foi sair às 4 da manhã com uma espátula para colher orvalho de macieira, de castanheiro, de nogueira, e percebeu que aquele orvalho continha a vibração oposta a traumas, fixações, bloqueios e renitências específicas no nosso veículo emocional.

Isto é lindo!

Nesse momento é-lhe dito: «Sistematiza, cria um sistema.»

E assim nasceram os 38 florais do Dr. Bach.

Ímen cósmico. Lis. Seres Espelho

Como é experimentado pela maior parte de nós, a consciência conhece vários ângulos de ligação entre o profundo sono e a lucidez. Existe um estado em que o ser experimenta uma implosão da consciência na direcção da sua própria fonte, da sua origem e neste estado a criatura reaprende a sua condição de filho de expressão divina e esta sintonia axial com o coração imenso que liga todas as formas vivas e que se traduz, no plano da lucidez, por uma capacidade de existir sem distorcer.

Este estado axial em que a consciência se ergue até atingir a sua condição perpendicular em que o mastro da percepção vai sendo erguido até que ele se torna cruciforme em relação à horizontal da experiência humana.

Quando a consciência atinge 90º no coração, automaticamente, sem esforço, sem que o ser saiba como, ele começa a amar de uma forma perfeita. Esta irradiação de amor extremamente poderosa vai preenchendo o meio ambiente e queimando o que não pertence ao plano e vai curando tudo à nossa volta. Significa apenas que o ser reencontrou a sua condição de localização do coração uno.

Existe este estado do ser no qual tu te auto revelas como um diafragma do coração único isto é o que se passa no centro psíquico, na zona central do tórax e nós temos, enquanto criaturas, vários anéis a atravessar e teríamos um imenso caminho a percorrer até que o ser começasse sequer a suspeitar do que é isso de ele ser uma parte do hímen cósmico.

Quando o indivíduo busca o coração único, quando ele percorre todo o processo de tentativa e erro até chegar à condição de uma embaixada do hímen cósmico encarnado, quando faz este longo processo e, eventualmente, toca o coração único, os observadores e ele próprio vêem nisso uma virtude, uma qualidade, um estado excepcional do ser, um processo longo de borilamento, aperfeiçoamento, eliminação de excessos, defeitos, carências até que o ser eventualmente, por um lapso de segundos, entra no coração único.

Mas existe um único ponto da consciência – isto é uma proposta de exactidão – que quando vocês estão aí o coração único irrompe sem esforço, sem borilamentos, sem processo psicológico.

Existe um único ponto num espectro imenso que, quando o servidor afina com esse único norte, a erupção do hímen cósmico é inexorável, apresenta-se, impõe-se. Estar nesse único ponto de consciência é a única coisa necessária.

Nós temos dois caminhos: o caminho longo e o caminho breve.

O caminho longo é tudo o que o indivíduo vê à frente dele sempre que a sua consciência não está alinhada com o cristal galáctico ao qual ele responde. Neste caminho longo a consciência faz o que quer, vai para onde quer e o resultado é sempre o hímen cósmico (ele tem um poder de atracção sobre tudo o que é sensível desde o fósforo presente nas ondas do mar que as torna brilhantes até às mentes galácticas) tudo é gravitado na direcção do hímen cósmico.

Eu tenho este caminho no qual a minha consciência se vai aproximando e afastando e eu tenho um longo trabalho de purificação, de transformação, de limar, de refinar a minha personalidade ou eu tenho o caminho breve que é o que acontece à natureza humana no momento em que o ser coloca o foco lá no ponto místico, naquele único pontinho donde ele jamais deveria sair.

A axialização da consciência é o trabalho. Hoje não se considera trabalho o caminho longo. Eu terei sempre que fazer caminho longo porque a minha consciência está num estado errático mas no momento em que eu aprendo a me identificar com o único grau da experiência que conduz às piscinas crísticas do universo, automaticamente, tudo o que é virtude adquirida pelo carma, não conta. Sempre que a minha consciência não está nesse grau eu estou no caminho longo e tenho o caminho breve ou fulminante quando eu aprendo, quando eu amo, quando me identifico, me torno assíduo, me disciplino nesse único ponto. E nesse único ponto que é justamente o caminho estreito (o buraco da agulha de que fala o Novo Testamento), as virtudes da alma emergem naturalmente sem qualquer elaboração, sem qualquer chama. As virtudes da alma emergem porque nesse ponto todo o homem é santo, puro, o passado é desactivado, o carma não existe, o darma não conta, nesse ponto tu observas-te sendo vivido pelas energias de raio. Fora desse alinhamento eu relaciono-me com as energias de raio, estudo, aproximo-me ou afasto-me, inclusive eu tenho afinidades em função das energias de raio.

Nesse único ponto não há raios, chacras, ocultismo, mística, metafísica, não há caminho, nesse único ponto eu apercebo-me a ser vivido por correntes cósmicas criadoras, por radiação criativa.

Este amor que emerge do hímen cósmico no momento em que o ser está alinhado com o centro (não estamos aqui a falar num processo de sintonia, de precisão) e todo o ser humano sabe ir para lá porque entre a consciência e a sua origem ninguém entra, é hermético, aqui são os reinos da gnose. A consciência sabe do seu Pai, ela vai, assim eu me disponha a que ela vá.

Quando este ser aprende a soltar a consciência das coisas velhas e permite que o pássaro da consciência migre para o seu lar, o amor que emerge não é nenhuma virtude é simplesmente o veio crístico universal exprimindo-se através de ti.

Os nomes que os corpos tridimensionais dão a este único ponto são muitos, mas eles correspondem àquilo a que se chama a “consciência crística”. O termo “crístico”, “ungido”, é este estado no qual a consciência retorna ao alinhamento com a sua origem e fica funcionando como um transdutor (tradutor/condutor) entre a origem e o mundo e tudo o que o indivíduo procura manifestar à força e duma forma artificial tendo como base a moral, a ética, é o que acontece nos 359º da consciência, eu estou constantemente a aperfeiçoar-me excepto neste único grau em que eu não me posso aperfeiçoar porque eu me entreguei num nível onde as sondas axiais podem penetrar na minha consciência e iniciar a sua vibração de ultra estabilidade.

Quando a consciência de um ser encontra este único ponto acontecem 3 coisas: na plano do irradiador central imerge o hímen cósmico e ele ama como quem respira, muito para além da virtude amar que não entra neste nível.

As virtudes da alma: humildade, bondade, tolerância, amor, compreensão, paciência, disciplina, na maior parte de nós são construções de baixo para cima, são construções da consciência polarizada na personalidade tentando imitar uma alma.

Todo o nosso trabalho espiritual, de nível moral, era essencial até há uns tempos atrás e o caminho longo é o caminho de uma personalidade que leu sobre a alma, cresceu e aprendeu sobre o eu superior, e tenta reproduzir o eu superior aqui em baixo.

O caminho breve consiste em o ser levar a consciência para o único ponto necessário e não sair daí. Uma vez unido ao único ponto, aquilo que eram as virtudes passam a ser realidades com a raiz na própria alma e aqui tu amas e és tolerante sem saberes como e tu entregas-te ao serviço dos outros porque é a única realidade possível, é servir o próximo. E enquanto que servir o próximo é um esforço em nível de personalidade, é um instinto em nível da alma.

Quando eu alinho a minha consciência para o único ponto, o meu centro oculto começa a revelar o hímen cósmico, e o emocional e a mente entram num estado, que é finalmente, o viver sem distorcer.

Fora deste nível central ninguém vive, tu és usado por radiações e forças do meio ambiente e o caminho longo é o caminho através do qual um ser aprende a ser cada vez menos manietado.

Um ser que não distorce é extremamente perigoso porque a 4ª e a 5ª dimensão são as dimensões da próxima realidade que a nossa 3ª dimensão precisa de aprender.

Este único estado, no coração, revela o hímen cósmico e na mente revela o poder de não distorcer.

Hoje o trabalho resume-se a levar a consciência para o ponto em que a alma toma controle. Então nós temos pontos da consciência em que a alma não controla a personalidade e uma vez que a personalidade não tem um princípio de identidade nela mesma, se ela não é controlada por dentro é--o por fora, pelas forças do meio ambiente e pelos registos genéticos e comportamentais que estão sediados na cauda do teu ser. Hoje o trabalho resume-se a levar a consciência a esse único ponto e observar o controle que a alma exerce sobre a personalidade e a partir desse momento agir sob controle.

O vazio é a mais alta invocação que existe no cosmos. Este vácuo no qual o ser se submete por inteiro à vibração da sua origem e só há um ponto no teu ser em que isso acontece e quando eu ponho a minha consciência aí, tudo é feito sem esforço.

O nossos corpos físico, emocional e mental e também a consciência têm um ponto, neles, ungido. Ungido é o estado em que um plano de consciência vem receber a influência de um plano de consciência acima.

Aquilo a que se chama o Filho é uma função cósmica suprema. Temos o gerador, a testemunha e a Mãe e esta testemunha, este ungido, é toda a frequência cósmica centrada em torno da descida da força. Então, em todos nós há um errante e há um ungido e eu evoluo, a partir desta etapa, ou por me relacionar com o errante ou por me relacionar com o ungido.

Lys e o Éter Primordial(Uma Introdução) Parte II

O que é a Mãe Divina?

O éter é como um espelho. E no mesmo espaço geográfico, existem quatro espelhos. Tu tens os sete planos que compõem o plano físico: sólido, gasoso, líquido, quarto éter, terceiro éter, segundo éter, primeiro éter. O éter é espacial. Se tivéssemos que falar em espaços Divinizados, teríamos que incluir a consciência do éter. O éter é um espelho, é uma química oculta, que reflecte planos transcendentes para dentro de dimensões inferiores. Portanto, éter e poder de reflexão são equivalentes. Um ser-espelho, isto é, um ser que é formado para funcionar como um espelho, é um ser que está aprendendo a activar o éter. Está aprendendo a transformar o espaço por onde ele passa. A partir do Profundo para o Espaço.

Estes quatro níveis de éter, cada um reflecte um nível do Pai. O quarto éter reflecte o Intuitivo. O terceiro éter reflecte o Espiritual. O segundo éter reflecte o Monádico e o primeiro éter reflecte o Próprio Pai.

O que é que significa reflecte o Pai?

Tu sabes que o éter no plano Monádico foi activado, porque tu entras num espaço e não consegues falar. (Não sei se alguém aqui já teve essa experiência.) Quando tu entras num espaço, e o código, que está instalado nas partículas invisíveis que fazem circular a energia, é tão saturante da consciência, a consciência fica tão completa, que tu compreendes que não há nada a acrescentar. Nem nada a fazer. Nem um ritual. Ritual, já é um éter mais abaixo. Não há nada a acrescentar. Tu sabes que esse éter Monádico, que é o segundo éter, está activado, porque tu não consegues acrescentar nada. Tu és totalmente relembrado da tua condição de receptáculo de Deus. De casquinha de Deus. Porque o que nós somos, é uma casquinha de Deus. E fica evidente que, ali, não há nada para acrescentar. Isso é o segundo éter. Ele reflecte o plano Monádico.

Quando o Primeiro Éter é activado, aquele que reflecte o plano Divino, a atmosfera fica ionizada. Isto é, a atmosfera brilha! Quando o Primeiro Éter é activado, a atmosfera acende, como uma lâmpada! Éter é uma realidade espacial. A Mónada não é uma realidade espacial. A Alma não é uma realidade espacial. O éter é uma realidade espacial. É um véu. Ele tem quatro níveis de activação: Intuitiva, Espiritual, Monádica, Divina.

O espaço à nossa volta está vivo!!

Olha, nós estamos sentados numas cadeiras, aqui, na Via Láctea, e o espaço espera algo de nós! Nós podemos contaminar o espaço. Podemos varrer o espaço. Podemos lavar o espaço. Enxaguar o espaço. Podemos colorir o espaço. O espaço é activável!... O espaço está vivo!... O espaço e s t á  v i v o !... Os escultores conhecem isto. Alguns escultores. Todo o ritual participa da vida que o espaço é. O espaço não é uma entidade neutra, não é uma abstracção metafísica, o espaço não é uma necessidade estrutural para que exista energia..., o espaço é vivo! O Espaço Puro é um aspecto da Mãe Divina! E este Espaço Puro contém quatro filmes de informação.

Na Terra, poucas são as zonas em que o quarto éter, aquele que reflecte o intuitivo, está activado. Por exemplo, ao fazermos um trabalho aqui, nós estamos a activar aspectos do quarto éter, uma vez que eu procuro não estimular a vossa mente. O que nós estamos a dizer tem muita pouca argumentação no plano mental. Como é que nós vamos provar que estas coisas são verdadeiras ou falsas? Nenhuma possibilidade. Não há qualquer possibilidade de trabalhar isto no plano mental. Isto, ou é directo no intuitivo, ou não funciona. Então, nós contribuímos, num grau, para activar o quarto éter, aqui. Há uma tendência para as coisas se tornarem um pouquinho mais intuitivas, quando um trabalho deste tipo é feito no planeta. São muito raros os locais em que o éter no plano espiritual está activado. No plano Monádico, consta que só a câmara do rei, na grande pirâmide. E mais alguns sítios em algumas catedrais da matriz Templária, e algumas bolsas de éter superior algures nos pólos e, obviamente, o Mundo Intraterreno como um todo, é guardião do éter Monádico.

Agora, o Primeiro Éter, o Éter reflector do Pai (isto é tão importante para compreender o que é Portugal), o Primeiro Éter, o Éter reflector do Pai, quando ele é activado - existem Mantras que activam o primeiro éter; existem Mantras, existem factores que activam esse éter Superior - quando esse Éter é activado, o ar ilumina-se! A partir do nada. Ele ioniza. Estou a falar do ar, da atmosfera... Imagina, se isto acontece no plano físico da atmosfera, nos gases: azoto, oxigénio..., imagina o que é que está a acontecer nos outros níveis! É aberto aquilo a que os extraterrestres chamam um xendra, um canal interdimensional. Só que este Éter Divino tem sete subníveis..., nós não vamos por aí.

Onde eu quero chegar com isto, é que este Éter Divino também recebe o nome de Éter Primordial. Porque ele era o campo vibratório que saturava a atmosfera da Terra durante a Hiperborea. E este Éter Primordial, quando toca as células físicas, produz Imortalidade. Quando toca o coração, produz Ananda, a grande Alegria Cósmica. Quando toca a consciência, produz Omnisciência. Quando toca a Alma, produz Omnipresença, desdobramento interdimensional.

Este Éter Primordial é o Corpo da Mãe Divina!

A Mãe Divina é a Sacerdotisa dos éteres. E nós somos co-sacerdotes com Ela, sempre que a nossa consciência é usada para dignificar o espaço. E não para ver no espaço uma entidade quantitativa. Como nós fazemos com o tempo. A Mãe Divina é o que acontece quando o Primeiro Éter, o Éter Primordial, é totalmente activado. Até ao fim. O Espaço acende uma Luz! Aquilo a que o judaísmo chama Shekhina e o catolicismo chama a Presença Divina - eu insisto nisto, porque isto é uma ideia nova, até um certo ponto..., isto é, ela é tão antiga, que deve vir do futuro. Ela tem tantos milhões de anos, que, provavelmente, ela já vem do futuro, para nós - este Éter, é aquilo de que as nossas células têm mais sede. Esta Iluminação do espaço, com Deus, é aquilo de que as nossas células mais sede têm. E a nossa consciência mais busca compreender.

Nós temos 90% do cérebro adormecido, porque as partes frontais do cérebro dependem do segundo e do primeiro éter para acordar. As partes, que nós podemos estimular com os éteres físico, mental, astral, já fizeram o que tinham a fazer: criaram o homem comum, com boa vontade. Quando nós fazemos um trabalho intuitivo, novas regiões do córtex começam a ser activadas. Quando fazemos um trabalho Espiritual, que é um trabalho diferente deste que estamos a fazer aqui, regiões ainda mais profundas do córtex são activadas. E quando fazemos um trabalho Monádico, então o cérebro começa a acordar da longa noite..., assim como a coluna de cristal ao longo da nossa coluna. E quando o ser contacta o Éter Divino - que não tem estado na Terra - estas regiões de ouro, da vida cerebral, iluminam-se!

Quando se deu a queda da Atlântida, a Mãe Divina, que é uma entidade Logoica, feminina, - é um Logos feminino. Não é Maria. É um Logos feminino - a Mãe Divina disse qualquer coisa ao Senhor do Mundo, como isto:

Um véu vai descer sobre o homem. O Milagre do Espaço não pode continuar visível. O homem vai adormecer. A Luz deixará de ser compreendida. Eu vou recolher o Éter Primordial. Porque Ele é da Lei. O Éter Primordial é da Lei da Criação. Pai, eu vou recolher o Éter Primordial, trazê-lo ao meu coração e guardá-lo no interior da Terra. Vou preservá-lo nas Arcas dimensionais que estão no interior da Terra.

Daí, as representações da Mãe Divina aparecerem com a Mãe com um véu sobre o rosto. O nome deste Logos feminino, cujo corpo físico denso é Gaia - mas isso é o elemental dela - o nome deste Logos feminino é secreto. Ainda não pode ser comunicado. Um dia será. E Ela recolheu-se ao Profundo e levou consigo o seu véu. Ela levou consigo a iluminação da atmosfera. Uma iluminação que, quando está presente, deflecte os aspectos do Sol que são destrutivos para as células. Notem: a estrutura energética está aqui nesta sala. A matriz energética está aqui. O dodecaedro paraesférico está aqui nesta sala. Mas a vibração activa, isto é, a Luz que poderia ser ancorada nesta matriz, foi levada. Então, a matriz adormeceu.

E este Ser, esta vasta Majestade, esta Mãe, da qual nós somos eternos buscadores, esta Mãe, recolheu este véu, recolheu o milagre do espaço.

O que é o Milagre do Espaço? É a existência de zonas geográficas na Terra onde o Divino é visível. Contactável. Zonas em que a Chama de Deus está vibrando. Olha, grandes concentrações de Éter Primordial formam aquilo a que se chama a Chama da Ascensão. A Chama da Ascensão, que posteriormente esteve presente em Luxor, em Matchu Pitchu, no Lago Titicaca, que esteve presente noutras regiões do Planeta, na China, inclusive, (Kuan Yin), a Chama da Ascensão é uma elevada concentração deste Éter Primordial. Isto é: é uma substância que é Deus e um Deus que é substância. Vejam bem, como a dualidade não funciona, quando o Éter Primordial for desperto. Sabes, é uma terceira coisa!... O Espírito..., a matéria..., uma terceira coisa!... Uma terceira via! Uma terceira frequência capaz de unir os dois lóbulos cerebrais e eliminar o efeito desta fenda que nós temos no corpo!... Uma terceira Entidade! Uma terceira via! Podemos chamar o Filho, se quisermos. Isto é o Graal! O Éter Primordial é o Graal! É uma substância que recebe e revela o Divino simultaneamente.

A Hierarquia fez descer porções deste Éter Primordial, guardado no Coração da Terra, em pedras. Em Talismãs. Em insígnias de globos esotéricos. Em portas de Templos. Em Sacrários de Templos. Em Câmaras de Iniciação. A Mãe levou consigo este Véu, que é o Pai na matéria. Este Véu é radioactivo, propulsor, incandescente, de uma suprema cura do emocional. De uma final resolução da matéria da mente. Uma plenificação da vida emocional. E a suspensão do corpo, em relação às leis da evolução natural. Daí, falar-se em Ascensão.


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