Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
Showing posts with label Lei da Harmonia. Show all posts
Showing posts with label Lei da Harmonia. Show all posts

Thursday, October 20, 2011

Oposições

Foi dada autorização para que a Humanidade se começasse a perceber a si própria como seres irradiantes e focos criadores. Isto implica que o ciclo da Terra está a chegar ao fim e uma nova potência está a revelar-se dentro de nós.

Estamos numa etapa de mudança de poderes, de governo, de actor, dentro de nós.

Uma das naturezas da criação é a tendência para operar segundo matrizes que se repetem a si próprias – hologramas – leis que se reproduzem a si mesmas umas às outras, que se vão fixando em planos cada vez mais concretos e uma dessas leis é que o Universo funciona por trindades, por triângulos amorosamente ligados por sinergias trinas.

Nós somos, exactamente, uma expressão da mesma força criadora que gera um planeta, e a estrutura em nós é igual. Um planeta tem uma crosta, um manto e um núcleo de fogo. Nós temos uma personalidade, uma alma e uma mónada, é exactamente a mesma matriz.

O que é que se passa dentro de nós? Que céu e que inferno competem pelo trono da nossa consciência? Porque é que quanto mais lúcido eu me torno mais vastas são as regiões de sombra e de luz que me é dado conceber? Porque é que esta escada em caracol é tão complexa? Porque é que não basta abrir a cortina e deixar o Sol entrar, porque é que quando isto acontece alguma coisa terrível se move lá atrás no profundo da casa? Porque é que a entrega de si não é um facto simples, imediato e consumado?

Esta estrutura trina (crosta, manto, núcleo) que se reflecte em nós como uma personalidade, uma alma mediadora e um núcleo criador absoluto no centro de nós, foi criada para demonstrar, perante a Lei Suprema, que o Amor conquista tudo. Então, nós somos uma destilaria de Amor.

Esta crosta, a personalidade, tem a vocação do mundo. O mundo, a grande horizontal, é a legítima vocação do ser. O mundo é para ser assimilado pela natureza da personalidade. Negar o mundo é frustar a personalidade.

Esta crosta, que por natureza está virada para fora, tem a vocação predatória perante a grande vastidão. A qualidade predatória é sentir que não estou satisfeito com os meus horizontes. Esta pequena aldeia está esgotada. O meu coração humano tem sede de toda a gente e de toda a parte, ele quer o mundo em todo o detalhe, em toda a sua carga poética e com toda a violência das sua contradições. Ele quer o mundo porque estruturalmente ele é um amante do mundo, essencialmente do grande desafio que é posto à personalidade humana.

Não temas a extensão. Aqui tens os oceanos, aqui tens as crateras, aqui tens todos os corações de todas as mães, de todas as crianças, de todos os velhos, aqui tens toda a arquitectura e aqui tens todas as doenças, toda a alegria, todo o medo, toda a fome, o êxtase físico e a agonia da morte, são todos teus. Tens o profundo dos oceanos e as aves do céu com asas de uma brancura onírica e toda esta imensa amplitude é tua. E como Gapeto encheu o mundo de mistério, Pinóquio vive a grande alegria de todos os dias de manhã olhar pela janela, o Sol ter-se levantado e é um novo dia... e eu não sei absolutamente nada mas preciso de abraçar o mundo.

Esta vocação para o mundo é um dos grandes fermentos da cultura, da nobreza, da poesia, do acto estético, científico, social e esta crosta que envolve o manto e o núcleo recebe um mandamento: “Vai e explora. Vai e conhece. Não te satisfaças com os grandes azuis e os grandes vermelhos, não percas a percepção dos delicados turquesas, dos esmeraldas, dos verdes água, dos ocres, não temas a extensão”. Então, existe em nós este poderoso ser que vê com um olhar poderoso, generoso, exacto, a Grande Extensão. E é absolutamente fundamental para uma saúde psíquica profunda a visão clara, amorosa, do grande oceano das possibilidades exteriores porque há uma vocação como: a invenção dos dias; a invenção da vida; a invenção da experiência.

O mundo está cravejado de contradições e se a vocação da personalidade é abraçar o mundo com as suas rosas e os seus espinhos e é expor-se como um idiota santo ao mundo, se a vocação da personalidade é este chamamento poderoso para a extensão, para a pilotagem, quando os altos contrastes se formam à nossa frente, quando as grandes contradições se anunciam, quando as luzes e as sombras parecem tão interpenetradas umas nas outras como dois gémeos siameses e tu não sabes onde pôr o bisturi... Alguém já teve a experiência de não ser fácil fazer um juízo moral, como falar da eutanásia: e uns acham, completamente, sim e outros acham, completamente, não, mas tu não és nem a pessoa que está na cama a sofrer, nem o cirurgião?! Quando a luz e a sombra, a verdade e a mentira, a beleza e a fealdade, a perversidade e a santidade estão tão interpenetradas numa mesma malha... Porque é que os lobos são tão predatórios e tão belos ao mesmo tempo!? É muito complexa a Grande Extensão!

A natureza divina coloca-nos toda a complexidade, todos os opostos, todos os contrastes para que, perante os opostos, tu sintas a impotência total da crosta para resolver o mundo.

Quando a personalidade humana compreende a “ópera “ com estes contrastes todos e percebe que o coração humano quer o poder de saber o que vem a seguir, a crosta, a personalidade, pela sua vocação para explorar o máximo do mundo, ela, entregue a si própria, gera o predador sombrio, gera uma entidade desordenada. O que éramos nós sem alma e sem mónada? A vocação de conhecer o mundo é a parte do ser total que está virada para fora, a nossa personalidade que é convidada a conquistar o Universo.

O que é interessante é que tu partes à conquista do mundo e enquanto os contrastes, os opostos, estão em baixo nível de tensão, tu encontras recursos dentro de ti, isto é, o 4º Raio está na sua primeira fase de elaboração, tu não sentes o conflito, portanto, escavas a busca do equilíbrio da harmonia à superfície de ti mesmo. Digamos, tu vives uma espiritualidade como um gato arranhando a superfície do sofá. De vez em quando oras uma oração com 2 milímetros de profundidade, ela não chega ao manto.

Enquanto os contrastes do mundo são suaves a nossa oração é um esgravatar à superfície da crosta.

Este nível do percurso psicológico no qual os contrastes estão numa tensão mínima, invoca um mínimo de interiorização.

Estão-se a montar cenários históricos que vão fazer com que o Pinóquio e a Heidi fiquem sem saber o que fazer. Quando se diz que foi dada autorização para o Homem se sentir a si mesmo como fogo, significa que vamos ter que fazer um furo hertziano até à mónada, até à centelha divina dentro de nós. Como ninguém faz nada se não vir uma tremenda parede à sua frente ao mesmo tempo que vê 220km no conta quilómetros, enquanto isto não acontece ninguém se mexe, e como a situação mundial é de que o Homem se sinta como fogo, imagine-se o que está a ser preparado para a revelação do espírito, que tipo de ventos vão soprar!

Nós, como personalidade, somos um espelho reflector do grande potencial secreto sobre a natureza das coisas, mas se eu não tenho consciência disto eu não reflicto nada, eu sou um conquistador. Tu vais-te ocupando de grandes extensões externas sem nenhuma penetração no manto.

O Universo vai abolindo, cada vez mais, os contrastes, os opostos, a consciência das contradições, a consciência do bem e do mal, da luz e da sombra, de que não é fácil julgar o outro e à medida que a dualidade vai ampliando a sua potência e quando a dualidade aumenta a sua potência de tal forma que tu estás a falar de ecologia com a luz acesa, que por sua vez está a queimar a atmosfera em termos de centrais termoeléctricas, e quando tu já não sabes distinguir a economia branca da economia negra... Hoje há uma miscenização das duas economias (branca e negra) está tudo misturado e onde a miscenização está mais avançada é na América Latina e na Rússia. Houve uma quebra de fronteira.

A única solução é a criação de bancos transparentes, bancos como cristal de quartzo, bancos que se comprometem a utilizar vastos recursos económicos para construir um projecto de Humanidade.

É quando o Pinóquio começa a descobrir que o gato e a raposa não são assim tão amigos mas por outro lado ele também não se teria transformado num menino de verdade se não tivesse arriscado e é nesta proporção que a personalidade começa a passar do nível de esgravatar à superfície da crosta – que é o espiritualismo confortável dos nossos tempos – para um mergulho no manto, para uma autêntica abertura ao poder do manto. Enquanto eu sinto poder pessoal para resolver os meus conflitos, os meus contrastes, as minhas contradições, estamos no mundo da crosta.

Há duas realidades associadas à personalidade: o carma e os pólos em desequilíbrio dentro de nós que marcam fortemente as vidas das pessoas, isto está associado ao fogo de fricção. Às vezes são os grandes sofrimentos que humanizam as pessoas pelo que, talvez o sofrimento não seja assim tão mau. O carma e os contrastes estão ligados à personalidade com a qual lida a toda a hora. Essa ligação é o fogo dos contrastes, dos conflitos.

Há 6 grandes grupos de oposição e contradição dentro de nós relacionados directamente com o zodíaco e a vida da personalidade, é a vida do homem zodiacal, dos contrastes entre os signos.

A lei do carma rege a vida da personalidade e a lei da crosta do planeta. A seguir dá-se a etapa de transição da crosta para o manto, aí sais gradualmente da lei do carma e entras na lei do darma que é também a lei da harmonia dinâmica, tu começas a criar equilíbrio entre todos os contrastes. Na arquitectura do Universo o Divino criou esta personalidade criada para fora e diz: “Vai, conquista, o mundo é a tua arena de experiência”. O que ele não diz é que não há na personalidade nenhuma chave capaz de resolver e equilibrar o mundo, isso pertence ao reino da alma.

A alma guarda todas as chaves, todas as respostas que curam os contrastes do mundo, isto é, a lei da crosta é expandir para o exterior, por um processo de intensa paixão, então, ela faz isto mas não tem nenhuma resposta, não tem luz.

A luz é a solução verdadeira para cada segundo da vida. Luz é a resposta autêntica de um plano superior para cada problema da tua existência. Tu tens que gerar luz instantaneamente e ao segundo. Cada situação na vida é um convite do teu ser maior a escavar mais fundo em ti mesmo. A vida exterior é uma estratégia para te levar para o interior. A vida exterior é uma metáfora através da qual tu vais percebendo escalas de contrários, de vibrações cada vez mais difíceis de definir – híbridos – e à medida que se vê a tremenda hibridação entre a sombra e a luz neste planeta, em que se vê a neurose da freira e a santidade da prostituta, tu dizes: “isto é um híbrido!” Nesse momento tens que usar a luz viva, a luz que nasce no minuto. Esta luz é puro amor porque se eu já sei como é que se resolvem as coisas eu já estou fixo na crosta. A luz viva é a grande delícia e a grande dor do mundo, é a capacidade de extrair a luz da sombra ao minuto.

Enquanto não nos habituar-mos que a grande delícia é também a grande dor não compreendemos a natureza de Cristo e vamos achar que ele sofreu na cruz... Não sei que factores psicológicos estavam ali a actuar! Se calhar sofreu... e... não sofreu, é toda outra psicologia!

Quando olho uma gota de água num microscópio razoável eu nunca mais vou beber água na vida porque aquilo é um terror! A gota de água é, por excelência, a imagem da verdade interior e da transparência do espírito até ao dia em que a pomos num microscópio.

Nós estamos num universo em que há uma mescla de oposições, de contrastes, e nessa mescla, enquanto eu estou numa experiência argonómica psicologicamente falando, eu vou adormecendo, é a rejeição do 4º Raio, e, um dia, alguns pregos sagrados aparecem na minha almofada!... Quando chegamos à experiência de impotência que é, afinal, a nudez perante o grande Poder, quando o sol da personalidade se põe num lado do horizonte, o sol do manto, o sol da alma, levanta-se do outro lado do horizonte. Portanto, a noite escura psicológica é a alvorada do espírito.

Se a lei da personalidade é a lei dos contrastes e dos opostos, em que uma coisa não pode dar lugar à sua oposição ao mesmo tempo, a lei da alma é a lei dos paradoxos, a lei da harmonia.

O que é a integração dos opostos? O que é casar as oposições dentro de nós? A imagem bíblica é um leão e uma ovelha a conviverem no Paraíso! Não é isto uma imagem de harmonia? É um completo paradoxo! Isto é possível?

Enquanto que o mundo da personalidade é um mundo de julgamento, imediatista, o indivíduo só entra no seu templo interior, no templo do manto, quando começa a perceber que para passar da crosta para o fogo no centro do planeta de si tem que se ir despindo, constantemente, da imagem que tem das coisas e de si mesmo, tem que ficar poderosamente terno, ternamente perigoso, tem que se transformar numa suástica de amor, num predador de luz. Tudo paradoxos! Tu tens que ir descobrindo, gradualmente, que a partir da personalidade todos os julgamentos dizem uma verdade para rejeitar o seu oposto.

A alma enuncia verdades que nunca têm oposto porque contém todos os ângulos de uma coisa. Enquanto estamos na crosta nós temos opiniões rígidas e muito fortes sobre os comportamentos das pessoas, sobre o mundo, sobre as coisas, à medida que o poder da alma se vai miscigenando e impregnando na nossa personalidade, à medida que o manto é conhecido, à medida que o amor se instala, porque o núcleo de fogo, a mónada, já nem é amor, é criatividade em estado puro, é outra coisa! Mas a alma é esse amor profundo que vive dentro de nós e está sufocado pela nossa visão dual (quando eu vejo uma coisa não vejo o seu oposto; quando um amigo me desaponta eu esqueço-me das horas em que ele me encantou). As emoções não são isso, um olhar fixo no extremo? E quando faço uma coisa com a qual me sinto mal, gero um sentimento de culpa e não consigo criar energia a partir de tudo o que eu fiz bem até hoje. Eu perco a noção vibratória da minha média energética. Ficou cego para o que eu sou integralmente e é quando não vejo integralmente que se instalam os grandes ditadores, que se instalam as grandes manipulações colectivas, que se instalam as grandes visões superficiais das pessoas, que se instala a perca de poder pessoal. Tu vês a força, a luz, a clareza e o amor do outro e não vês o teu. Quando se fala de integrar opostos também se fala disto.

A tua alma conhece os cenários de harmonia, ela contém as chaves de todas as harmonias, portanto, a alma conduz à Paz.

Para harmonizar dois opostos em nós cada um deles tem que ceder alguma coisa ao outro, eles equilibram-se mutuamente.

Há opostos no Universo porque a verdade está no centro. A freira e a prostituta, o que é que está no centro? No centro está a mulher que aprendeu tudo o que uma freira pode ensinar a uma prostituta – o que não é pouco – e tudo o que uma prostituta pode ensinar a uma freira, o que também não é pouco. Ao meio está a mulher que resulta destas duas poderosas figuras arquetípicas – Afrodite/Sofia. Nenhum ser está completo se cria uma e destrói a outra. Mas podia falar do rei e do mendigo ou do individualista e do idealista, são tudo opostos em nós. No centro está o que a alma vai fazer connosco. A alma vai casar todos os contrastes em nós e não nos pode entregar ao fogo sagrado da mónada enquanto não estiver cumprida a lei da harmonia.

O carma é o que acontece quando somos arrastados para um pólo rejeitando o outro. O darma e a lei da harmonia é o que acontece quando cumprimos o trabalho da alma, quando escavamos para além da crosta e a água fresca da alma inunda a nossa psique e, de repente, ficamos imobilizados pelo poder do amor.

A imobilidade extremamente dinâmica produzida pelo poder do amor chama-se PAZ. O amor é uma disposição psicológica aguda para integrar todos os factos presentes numa situação de uma pessoa.

Amar é tentar compreender o outro em todos os seus aspectos. Amar-se a si mesmo implica aceitar todas as faces de si e nessa aceitação extrema ser liberto das superfícies do poliedro e entrar na jóia central. Isto pode ser o trabalho de uma vida inteira. Amar-se a si mesmo é o trabalho, mas isso implica eu aceitar todas as faces de mim.

Yung só é fundamental na história do Sec. XX porque ele olhou para onde ninguém queria olhar, que foi para dentro, mas em vez de olhar para dentro, para a suprema luz, ele olhou para a sombra, para aquilo que é mais primitivo em nós, mais inadaptado, mais primário e amou isso. Afinal um olhar de 50 anos sobre a sombra, – que foi o que yung fez entre outras coisas – é Amor!

A sombra é tudo o que tu achas que não és, mas és. A sombra é o nosso egoísmo, o nosso lado mesquinho, a nossa mentira permanente, o preferirmos manter-nos na ignorância, o pensamento que temos acerca dos outros em função das aparências, tudo o que em nós é rude, primitivo, inadaptado, tosco, é aquele aborígene original que trazes destro de ti. Yung ajudou a parte primitiva do ser humano a vir à superfície.

Nós estamos a aprender a observar com um olhar delicado, cuidadoso – isto é uma grande conquista psicológica colectiva – e porque há mais alma no ar é que ficou tão difícil um ditador americano, ainda que aparente ter sido eleito por uma democracia, convencer o mundo de uma guerra em relação a um ditador não americano.

Há 60 anos era muito mais difícil porque as pessoas só tinham duas posições, hoje há mais, não é tão simples dizeres três coisas e fazer uma guerra! Este aumento do pensamento e da visão de vários ângulos, por minuto, é uma grande protecção, é a alma a emergir.

O amor implica eu aceitar ver todos os ângulos de um ser. O amor é integração, é uma percepção de todas as faces da realidade.

O que a alma está a tentar fazer em nós é nascer para esse poder de dignificar tudo no outro e em nós mesmos. Enquanto estamos na lei do carma estamos presos à crosta, não se pode sair da Terra, só se pode sair mecanicamente e virtualmente, isto é, através de um foguetão. Quase tudo o que se tem feito para chegar a Marte já leva a mensagem do Universo, “Não é assim!” Então as sondas estatelam-se, desaparecem..., não funciona, porque não é pela crosta que se sai da Terra, é pelo manto e depois do manto pelo núcleo de fogo e quando tu chegas ao núcleo de fogo acontece a Ascensão. Ascensão é o nome que se dá à intensificação do coeficiente de luz num ser até que a lei da morte se quebra.

Postagens populares