Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Aproximação ao Centro. Tarefa do servidor. Ordem de Maris


À medida que a luz aumenta dentro de cada um de nós e que cada ser se vai lembrando de quem ele é, e à medida que a amnésia produzida pela baixa frequência da Terra vai sendo vencida e a memória supra planetária de quem tu és se vai reconfigurando gradualmente, e que o ser desperta e aprende a não reprimir a luz que está nascendo dentro dele, vamos descobrindo que somos mundos dentro de mundos, começamos a ver a nossa arquitectura, que somos compostos por círculos concêntricos de luz, força e concentração. Gradualmente, este servidor vai aprendendo a conhecer o seu território e ele vai compreendendo que cada parte dele tem um senhor, tem um “príncipe”, tem uma voz que vibra e tem um discurso.



O ser aberto que disse SIM tem uma clareza cada vez mais nítida em relação ao ponto de onde vêm as vozes interiores, como se indivíduo fosse uma sequência de castelos cada um com o seu príncipe. 

À medida que és atraído para dentro, tens que atravessar cada porta e falar com cada príncipe, que tem, cada um deles, algo que te oferece em troca de uma certa estagnação. Cada força, cada faixa de frequência tem uma prenda para te dar.


Chega o momento em que o ser tem de assumir para onde se dirige dentro dele, se irá parar em algum dos principados (porque ser mãe pode ser um principado, assim como ser eloquente ou produzir curas) e à medida que caminhas para dentro vais encontrar o guardião de cada uma destas portas com a sua proposta e há um momento em que este ser tem de tomar uma decisão independentemente do principado em que ele se encontra. A decisão de, se nesta vida se vai dirigir para o centro e aceitar o Baptismo de Fogo – ser a chama – viver o Fogo no centro.

E há um momento na vida de todo o ser lúcido em que a equação da vida fica subitamente muito simples. É-lhe posto rumar na direcção do seu Ser Central, do seu Fogo, ou fundir-se num principado satélite. E esta noite é incontornável, este estado em que ele compreende que o clímax de estar Vivo, de Ser, se traduz nesta resposta irreprimível para ser o Fogo no centro, para se dirigir para esse núcleo e ser isso.

Os principados tornam-se cada vez mais difíceis de superar à medida que te aproximas do centro porque já não é altura de o indivíduo decidir que quer fazer o bem, ou ajudar a Terra ecologicamente, isso já foi superado há muitas vidas. A temperatura planetária pede uma clareza total acerca da motivação do teu dinamismo de forma a que o campo que irá aflorar em torno de ti seja qualificado por esse Fogo Central para que não exista nenhum mecanismo adesivo quando te for apresentado o Serviço, de forma que o grande caudal do serviço possa atravessar o teu campo mas nada ficar colado à tua aura para que não cries carma positivo e não é altura para criar carma nenhum, nem negativo nem positivo. Eu tenho que encontrar o centro do meu Mandala e actuar a partir daí. Eu tenho que amar a fonte dos principados, tenho que ir ao encontro do Rei. Eu tenho que encontrar isso por paixão a esse centro.

O ser que se consagrou é muito raro.

A Hierarquia trabalha em todos os níveis mas este vértice necessita de habitantes. O Templo é feito não de objectivos, ideias ou projectos, ele é feito de uma união com o Fogo que está no centro de ti.

A conjuntura do planeta dá-te hoje a oportunidade directa de pedires ao alto o refinamento total do teu amor porque este Sacrário dentro do Homem não se comove com menos do que a vontade da União.

O ser lúcido está a deslizar para uma fronteira na qual ele terá que tomar uma decisão crucial nesta encarnação: ou ele se convoca para o Grande Amor e se dilata, se expande até poder receber isso ou ele vai ficar num principado.

Para que eu me auto convoque para o Grande Amor tenho que ter a minha motivação clara, para onde eu vou, porque se tens uma meta consciente, tu já estás limitado.

O estado alado do Coração em que o ser aceita crescer pelo contacto com o Grande Amor, com a Fonte, com o Centro, e o ser aceita expor-se a essa radiação, isto, quer seja conseguido conscientemente, quer não, só por si, é suficiente para produzir revoluções nos livros cármicos. Aqui, começa a Celebração, porque o ser decidiu rumar para o Centro, o ser disse SIM.

Não se trata da dilatação do coração mas do refinamento do coração ao ponto de ele desaparecer do nível psicológico e psíquico e surgir aprisionado dentro do Sacrário.

Só quando o indivíduo tem como meta algo que ele não sabe o que é mas aprendeu a amar, quando ele sente o seu amor escapar-se para a frente e para além e para os níveis cósmicos dele mesmo, é que o Serviço lhe pode ser apresentado, quando o ser já está realmente amando o Divino. Qualquer motivação em que o ser invista e a lupa da sua consciência se demore ali demasiado, cria um adesivo e as pessoas que passam por ti ficam ligadas por cabos invisíveis.

Para que Eles te possam ir colocando no ângulo do Serviço, o ser precisa estar amando o seu centro e então, a radiação que se liberta das mãos e a radiação que se vai acumulando na aura e nos centros reflectores não contém nenhuma cola, o processo é magnético e simultaneamente libertador.

Nesta etapa Eles estão não apenas formando as pessoas em dons e em capacidades de serviço e de cura em momentos de inspiração, mas Eles estão chamando a consciência, de novo, para o centro de si mesmo e se isto não é feito em paralelo com o Serviço, este serviço torna-se numa fonte de descentragem.

Nesta fase a evolução dá-se colectivamente. Quando tu descobres um novo patamar vibratório, o ser entra instantaneamente em contacto com a civilização oculta na Terra que estimula aquele patamar vibratório, isto é, tu assumes um novo nível no teu ser e és imediatamente ajudado pelos operadores nos níveis profundos da Terra que já passaram por ali e que ficaram encarregados de estimular aquele nível de consciência.

Esta cidade dourada (Shambala/Miz Tli Tlan) que existe em nível de vibração de avatar, é como um campanário, como um grande sino que, cada vez que toca, anula tudo excepto a realidade da união entre a consciência evolutiva e a consciência inalterante (o Divino). Enquanto que as outras civilizações intraterrenas trabalham com vários tipos de estímulo, este gongo que irradia de Miz Tli Tlan, na Bolívia, ecoa, se o ser já tem um pouco que seja de consciência do seu centro, isto soa para anular tudo e para te dar acesso (por um décimo de segundo que seja) à realidade da união entre o homem e Deus. O que quer que eu faça, não existe serviço mais alto do que buscar esta vibração.

O nosso código genético é uma biblioteca universal. O nosso corpo contém um quatrilião de células, em cada uma delas existe uma biblioteca composta por filamentos de informação. Se pudéssemos despertar a totalidade da informação espiritual que está adormecida no nosso próprio ADN, se isso fosse feito instantaneamente, é pouco provável que a relação saudável do indivíduo com o meio ambiente sobrevivesse. Então, Eles estão a produzir um alento, que tem a ver com a vibração electromagnética sobre ti e estão construindo uma campânula em torno de ti na qual está sendo feito o redespertar da informação adormecida no nosso corpo. Não apenas a informação que está no plano intuitivo ou a que vem da mónada, nós estamos a falar da informação que está adormecida no código genético e à medida que essa memória vai sendo reconstruída tu vais acordando, do homem para o co-criador e o principal ponto hoje, para não danificar este processo de despertar da informação cósmica adormecida dentro de ti, é o ser não fazer nem mais nem menos do que ele tem que fazer a cada momento, é ele conhecer a sua medida, porque se o ser se inibe de assumir a luz que ele é, ele afrouxa a resposta ao estímulo que vem dos Irmãos, agora, se o indivíduo tenta fazer além da sua medida, ele rompe o campo.

O ser tem de saber sentir a sua medida no serviço planetário. O ser tem de encontrar um ponto em que ele não quer ajudar nem deixa de querer ajudar, ele vibra, e porque vibra, a Lei coloca à frente dele quem pode receber o que ele tem para transmitir.

Quanto mais ele quer ajudar o outro mais ele entra na lei do carma (neste caso, positivo, que ainda é mais difícil de transmutar que o carma negativo). Eu preciso de encontrar um ponto de total estabilidade no qual a Lei traz aquele que pode receber e aí não há nenhum desgaste.


Como é que eu não me enovelo na minha própria luz? Indo para o centro, amando o Rei, vivendo para a transformação suprema, vivendo para a fusão com o Fogo, renunciando a qualquer resultado exterior e sendo totalmente ágil cada vez que soa o chamado.
Quanto mais próxima a consciência tridimensional está do ser psíquico mais a realidade se transforma em símbolo. Se eu estou muito longe do meu ser psíquico, a realidade não é um símbolo.

Eu tenho que ir “àquela porta” e bater para ser admitido no Sacrário, para ver a Chama, só um momento que seja. Eu tenho que atravessar as terras do não saber, chegar ao Sacrário e pedir. Há uma região em nós a partir da qual eu tenho que aprender a não saber.

Eu necessito de me aproximar da luz que eu sou como um pobre.

Quando o ser consegue chegar a estas paragens belas e misteriosas dentro dele, ele é um mendigo, um buscador autêntico, então tem possibilidade de iniciar uma relação com o Divino, mas para que esta porta se abra eu tenho que bater e viver em quietude, trabalhar o aquietamento durante meses, anos.

O mendigo em mim tem que falar com o Rei em mim, isto estabelecido, a realidade torna-se um símbolo.

Quando a realidade atinge o nível de símbolo para mim, qualquer pássaro que pouse perto de ti é uma mensagem porque se eu me aproximo do psíquico, dá-se uma reconversão da existência: de extensão quantitativa para significação qualitativa (de horizontal para vertical).

Eu tenho que chegar ao nível de consciência em que a realidade se transforma num símbolo, e não forçar as coisas. A Cura está directamente relacionada com este contexto. A partir do momento em que a Cura não tiver a mínima importância para ti, tu começas a Curar.
Nos próximos anos (principalmente em Portugal) o ser lúcido tem de escavar profundamente até encontrar a “água da vida”, tem de chegar aí, dar de beber porque a vida mata a sede e não sair do centro do círculo. A posição do servidor é ficar completamente quieto para que aquilo que tem que acontecer através dele, aconteça. Isto é, ele tem de cuidar da sua fusão com o centro até que, realmente, a vida seja símbolo e sendo símbolo, ele não vai ter situações que não lhe correspondem uma vez que nós estamos mais ou menos a meio caminho entre a periferia e o centro – os servidores hoje já não estão na periferia (fascinados com o caminho espiritual mas ainda não aconteceu o silêncio profundo e a fusão com o centro psíquico – 3ª iniciação) ainda não chegaram ao Sacrário, só que tu começas a acumular um percentual de luz que te torna relativamente exótico em relação ao ambiente em que vives.

Cada um destes servidores tem um grupo de seres que vai despertar em breve, ao qual tem de servir – o vosso ser vem de uma região de instrução de além da Terra. Se um ser hoje sente o incómodo e desfasamento em relação a esta civilização e se isto se traduz por uma consciência de tarefa, tu és um servidor e para que um servidor possa assumir uma tarefa, antes de encarnar ele esteve numa escola interna: ou da Terra oculta ou no espaço. A vossa taça foi cheia de “algo” que vem para ser doado.

À medida que esta luz verte, os seres que te correspondem vão surgir porque cada um que foi levado a essas escolas cósmicas tinha um contingente ligado a ele, aqui, que não podia ir porque não tinha vibração para ir, então o servidor é um vértice de um grupo encarnado.

Quando algo tem a ver contigo (a tua tarefa) tu só consegues sentir gratidão, silêncio e um chamado a uma concentração cada vez mais profunda. Se há uma agitação entramos no astralismo e aí tudo é possível, ao ponto de os Irmãos estarem a desmontar as coisas que nós fizemos e que não têm a ver com a nossa tarefa: pode ser um casamento ou o emprego que desaparece. Eles precisam do indivíduo bem solto, livre e estável para, de uma forma muito subtil e gradual, construírem o ambiente no qual o verdadeiro serviço possa vir ao de cima.

Vão acontecer colapsos porque a energia neste momento lava, liberta, regenera, é como um cirurgião, ela entra na tua vida, corta, abre, tira o pus, põe desinfectante, coze, põe cicatrizante.

Há muitas coisas que estão desaparecendo e há muitas pessoas que vão ficar com a vida como um deserto e é necessário ficar frente ao deserto sem drama, sabendo que uma energia superior está respondendo ao meu chamado pela libertação.

Portugal é sustentado por uma ordem oculta que no passado era chamada “Ordem de Maris”. Esta Ordem formou seres como: Afonso Henriques; Nun’Álvares Pereira; Santa Isabel; Infante D. Henrique; D. João I; Padre António Vieira; Fernando Pessoa, que tiveram como tarefa impressionar o consciente colectivo.

Esta Ordem está de novo a abrir as suas portas e quando esta Ordem abre as portas, saem alguns de lá para fora e entram alguns de cá de fora para dentro.

Esta Ordem actua simultaneamente em Portugal, Inglaterra, França e tem prolongamentos até ao centro da Europa mas o principal ponto de aplicação dela, hoje, é Portugal, e o grau de iniciação dos seres na Ordem de Maris permite-lhes andar entre nós sem que tu dês por isso. Eles têm acesso total aos registos akashicos e conhecem muito bem o carma individual e colectivo nesta zona do mundo.

Eles estão criando, no plano etérico, fulcros para aglutinar muitas pessoas. Esses fulcros são vórtices magnéticos saturados de informação superior.

Essa Ordem tem a tarefa de ajustar todo o grupo de serviço em Portugal para um nível, não de alma, mas de mónada, isto é, para que o grupo de servidores consiga sentir o campo monádico que é caracterizado pela neutralidade.

A partir desse horizonte de neutralidade Eles buscam que o grupo de servidores comece a ancorar a energia de um avatar de 2º Raio, que é incorpóreo.

Esse avatar é um ser da Hierarquia Solar que se está aproximando da aura desta região do mundo.

No Brasil, na Austrália, no Canadá, na Índia, várias dessas turbinas já encontraram núcleos capazes de responder coerentemente ao estímulo delas.

Nós estamos na fase em que essa energia avatárica está descendo degraus.

Como se trata de uma energia magnética muito poderosa, uma das primeiras características é que ele está atraindo correntes de vida e inteligência de outros pontos do mundo para Portugal. Ou seja, Portugal entrou num refluxo do seu processo expansionista. Ele expandiu até 1500/1600, de repente o programa ficou suspenso, houve um impasse.

A entidade expressa através deste país semeou uma série de vórtices luminosos pelo mundo inteiro. Este ciclo de lucidez evangélica termina mais ou menos com D. Sebastião e de há uns anos para cá Portugal começou o ciclo de implosão. Significa que todos os fios de luz plantados vão enviar os seus representantes e nós estamos a assistir a um caldeamento de raças e de culturas: de leste, do norte, do sul, de África, de Timor, da Índia, da China.

Londres também é um enorme caldeamento mas o nível de diálogo potencial em Portugal é diferente. O que está sendo criado nos planos subtis é uma malha vibratória entre representantes de muitas cultura diferentes nos planos internos.

Este é o momento em que a mesma Ordem que produziu a expansão, é no momento em que se dá o refluxo, o retorno, em que milhares de seres começam a vir para Portugal, esse é o momento em que a mesma Escola volta a entrar em cena. E se ela antes produziu caravelas, escola náutica, investigação marítima, astrológica, esotérica, visando semear, ela neste momento está procurando gerar uma nova caravela, “um novo vaso”.

Uma caravela é um veículo que se mantém acima das águas e o aparelho gerado por essa Escola tinha a ver com uma expansão exterior – era o ciclo de Peixes.

Neste momento estão montando uma nova caravela, interna, que tem a ver com uma coesão entre grupos e seres tão intensa e tão livre que não possa ser apanhada pelas águas e essa barca é um corpo de acolhimento para muitos seres na Europa que se estão dirigindo para cá para encontrarem, de alguma forma, essa protecção.

Vamos ter dois movimentos de entrada: um que é sócio-económico e um outro que é espiritual.

O servidor deve encarnar a Esperança, uma Direcção para um Novo Planeta, deve encarnar portas e, nesse sentido, vamos observar que tipo de pessoas, de perguntas, de angústias nos vão bater à porta nos próximos tempos.

Por André Louro de Almeida                  28/06/2001

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