Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Saturday, October 15, 2011

Perguntas: Grupo de Mônadas, Par Monádico

Perguntas:

P: Se seres do mesmo grupo monádico se encontram, como se auto-identificam e que tipo de relação existe entre eles?

Se sentem algo uns pelos outros, isso é igual em todos os seres do mesmo grupo monádico ou poderão sentir uma atração especial, não física, por alguém em particular?

Nos planos internos qual a função ou desempenho de um par monádico?

Como é constituído um grupo de mônadas? Por pares, trios? Quais as vantagens de cada uma das conjunturas, e o que são mônadas do mesmo avatar?

R: O planeta entrou numa etapa em que não é a força individual nem a luz da alma que podem verter o fogo, o poder transformador, para dentro desta nossa dimensão. Estamos numa etapa de revelação de grupos monádicos e esta introdução à consciência coletiva de grupos de mônadas é uma iniciação da entidade “humanidade”.

À medida que a consciência de que somos uma das pétalas duma flor avatárica compreende que faz parte de um ser que aguarda no limiar entre o tempo e a eternidade, à medida que isto vai sendo revelado, os grupos capazes de vibrar em nível de recepção de energia monádica são os diafragmas da luz que é necessária para reequilibrar à desintegração que o psiquismo coletivo está a atravessar.

A alma de uma humanidade é mantida coesa por um tipo de vibração, e, quando chega o momento de a humanidade de um planeta ser iniciada, o tipo de força que mantém a alma dessa humanidade é substituído. Por outras palavras, a psique profunda de todos os seres humanos, esta alma coletiva – aquilo que nos mantém coesos, nos aproxima uns dos outros e nos torna irmãos – está a passar por uma tração para cima e por uma solene aspiração, vinda de humanidades já iniciadas.

Quando começamos a receber relatos de frotas extraterrestres manifestando-se na Argentina ou em bases militares, ou em certas cordilheiras, ou junto a alguns centros de decisão mundial, (como o que aconteceu no aeroporto da Sibéria, onde uma dúzia de naves aterrou e os pilotos se recusaram a levantar vôo), essa multiplicação dos relatos faz parte da iniciação da alma da humanidade. Isto implica na dilatação da potência que a humanidade é capaz de gerir por minuto, a ampliação do poder do amor e da inteligência no seio das nossas reações e do nosso quotidiano.

Quando uma humanidade é libertada das fronteiras filosóficas, eletromagnéticas e ocultas que embasam a sua consciência, a lei cósmica afirma que ela pode começar a entrar em contacto com humanidades mais avançadas, isto é, ela torna-se discípula, não apenas do Mestre supremo, mas também de humanidades paralelas que já respondem num grau mais profundo, que já atingiram níveis de fusão entre poder, doçura, amor, inteligência e oração, e estão, portanto, próximos desse Mestre supremo.

Para que a humanidade de um planeta possa responder a estímulos de voltagem cósmica, a lei aproxima outras humanidades. Esta triangulação: terrestres, intraterrenos, extraterrestres – que irá injetar na psique coletiva da bacia de fundo que nos mantém coesos o que mais contribuirá para a iluminação e a iniciação da humanidade de superfície – estes Irmãos, que vêm de regiões do Universo já resolvidas do ponto de vista da luta dos opostos, têm autorização, finalmente, de se apresentarem ao homem de superfície como irmãos mais velhos.

A aproximação destas humanidades paralelas introduz, no nosso campo, uma vibração livre do historial denso da evolução do homem nos últimos 5000 anos. A proximidade destas frotas e a transpiração progressiva de energia intraterrena em zonas geográficas do planeta, consagradas para o contacto com intraterrenos, são iniciação coletiva.

A intersecção destes vasos coletivos de ascensão está a produzir um híbrido na consciência da humanidade.

Para que este novo ser humano se possa alinhar com os circuitos de ascensão – que estão a ser ativados num ritmo vertiginoso em todo o planeta – ele recebe, também, uma radiação, não dual, que emerge do coração da Terra. Trata-se de uma radiação que vem do coração de cristal – um banco de armazenamento de informação/estrela existente nos níveis profundos da Terra. Onde os geólogos afirmam ser um mar de ferro fundido, existe, num outro plano, um cristal gigantesco, uma organização de matéria subtil comparável a um cristal que contém informação/estrela.

As civilizações intraterrenas são umas cinturas de inteligência coordenada que, após ter feito a evolução na superfície, se foi reunindo por afinidades, por grupos de semelhança vibratória.

Por exemplo, as grandes sábias da Atlântida estão todas reunidas na civilização intraterrena de Lis/Fátima, cuja porta principal se encontra na região de Fátima. Essa civilização coordena, magnetiza hostes femininas que foram grandes sacerdotisas da Atlântida. Mulheres de uma sabedoria e de uma competência, hoje desconhecida. Esse feminino profundo está lá, nos níveis de Lis, guardado para a iniciação da psique feminina nos próximos anos.

As civilizações intraterrenas são um campo de inteligência que, após ter feito o alinhamento com as 10 leis básicas elementares (que nós conhecemos da catequese para sairmos da lei do carma), deram como fruto, a partir dum certo momento, seres que reconstituíram em si níveis de consciência perdidos desde que o planeta entrou em quarentena. Contudo, alguns sectores da humanidade da superfície puderam manter-se fiéis ao programa original (Essénios, Tibetanos, …) e deram o fruto que é encaminhado para a humanidade intraterrena.

Um intraterreno é um ser que esteve na humanidade de superfície onde fez as “primeiras” lições. A partir do momento em que estabeleceu contacto com a alma e a partir da 3ª iniciação, começa a ter acesso à manifestação em civilizações do interior da Terra. O que temos nessas civilizações paralelas são irmãos, seres que caminharam conosco, que se nos picaram mesmos espinhos, que amaram e lutaram da mesma forma, que transcenderam a lição terrestre possível e, neste momento, (há milhares de anos) existem, por atração de semelhantes, em núcleos de civilizações paralelas.

O “anel não passa” (campo que vincula a humanidade a um estado de consciência) está a ser dissolvido. Esta dissolução favorece a iniciação coletiva, faz parte da lei: o contacto de uma humanidade, que está a ser iniciada, quer com as humanidades já iniciadas, quer com a sua própria humanidade profunda.

No Universo, existem três fogos fundamentais:

1 – O fogo por fricção, é uma corrente de energia que favorece, alimenta e estimula a relação entre a consciência e o mundo exterior. Este fogo nutre os canais do sistema nervoso e os 5 sentidos. Do ponto de vista da consciência a que se pode chegar através dos 5 sentidos, o mundo à tua volta é uma área de aprendizagem com limites. Este primeiro fogo, que nutre a nossa relação com o exterior e qualifica todas as regiões do ser abaixo do diafragma, é qualificado pela energia da Mãe divina.

Quando a tradição judaica diz que o corpo é um templo da Presença, significa que o corpo é constituído de matéria sagrada e que existe um nó na consciência da velha humanidade que não consegue perceber este templo. Contudo, toda esta região é qualificada pelo fogo por fricção. Ele é um tipo de energização eminentemente exploratório, experimental e prospectivo.

2 – O outro fogo é o fogo solar ou estelar. Enquanto que o fogo por fricção rege o sistema nervoso e os 5 sentidos, o fogo estelar ocorre quando a consciência se torna objeto do seu próprio estudo. Ocorre quando o processo de cognição se dirige à óptica central e começa a desconfiar que esta lente que processa o mundo é sagrada. Isto é a energia crística – 2º Raio – e é a principal responsável pela expansão da consciência. Toda a atividade crística é uma atividade de reversão da consciência: após uma dilatação do conhecimento, busca o retorno do foco sobre si própria, uma implosão criativa do ato de ser.

O fogo solar lida, essencialmente, com as iniciações. Enquanto que o circuito da Mãe lida com a natureza dos corpos, com a natureza da experiência terrestre e com o refinamento e a qualificação extremas dessa experiência, o circuito do Filho – a energia estelar – dirige-se à nossa consciência – a serpente morde a sua própria cauda – sendo aí que entramos em contacto com a escola de Sírius. No nosso ser profundo convivem serpentes que rastejam e serpentes que já deram a mordidela na sua própria cauda.

A humanidade terrestre é qualificada por este 3º Raio – fogo solar – por isso não sabe estar quieta e vive por processos de alternância.

Esta energia vem das estrelas. No caso do Sol, Sírius é bombardeada diretamente para dentro do Logos solar, impactando completamente a tua pineal e, principalmente, a câmara psíquica no centro do peito. Cada vez que a agressividade atenua, que o brilho entre o olhar dos seres humanos se torna eficaz, cada vez que este código essencial do olhar e do coração consegue imperar, por um curto lapso de tempo que seja, é porque a energia/estrela irrompeu na aura saturada de fricção e conflito que é o planeta, enquanto regido pela energia subdiafragmática. Sempre que consciencializas a inofensividade, estás a introduzir freqüência/estrela dentro de freqüência/planeta. Esta é a forma que te permite entrar em contacto com a energia monádica.

3 – A energia Pai, por sua vez, tenta estabilizar-se cerca 20 cm acima do crânio, pois tu continuas para cima do crânio, espacialmente. Esta é a zona da aterragem da pomba, a câmara destinada a receber a vibração Pai, o fogo cósmico. Essa energia, quando se aproxima do campo vibratório humano, adquire um desenho de fogo. A tradição hebraica chama iode (uma letra do alfabeto hebraico) a esta estabilização de potência. O alfabeto hebraico é uma revelação angélica diretamente para dentro do núcleo tradicional de um povo, pelo que as letras deste alfabeto são organizações de energia Pai diretamente sobre a consciência. Atualmente, o poder iluminador do alfabeto hebraico está completamente adormecido, porque a maior parte de nós não sabe como recuperar o poder alquímico e nuclear de um alfabeto, especialmente um alfabeto revelado como o egípcio, o sânscrito, o chinês arcaico e o hebraico.

O iode é a estabilização de força Pai, da energia transcendente, no alto da nossa coroa. A energia Pai é transfiguradora. Sem um aprofundamento da energia Filho (fogo solar), temos dificuldade em perceber o que são estas línguas de fogo que nos transfiguram e nos revelam as identidades profundas que estão escondidas no seio do nosso ser.

Com a introdução destas energias Pai e Filho, a nossa energia Mãe está a ser profundamente transformada. Então, a vida de superfície já não tem as qualidades Mãe de tinha outrora. A humanidade está a ter a sua vibração de 3º Raio atenuada. A energia Filho (no coração) está a ser fortemente ampliada e está a passar do amor que pede algo em troca, para o amor incondicional (coração radiante).

Através da presença das naves laboratório, das hierarquias cósmicas e de alguns avatares encarnados, uma maior percentagem de energia Filho (2º Raio) e energia Pai (1º Raio) está a ser introduzida.

Além disto, os Irmãos estão a preparar uma fusão entre o poder e o amor. Quando se fala de radioatividade benigna, estamos na presença simultânea do amor e do poder. Isto é extremamente raro na história da humanidade. O divino só se pode manifestar quando há um perfeito equilíbrio entre o 1º, o 2º e o 3º aspectos.

Para a iniciação do Homem, Eles têm que equilibrar o excesso de fricção, de atividade, de domínio, de plexo solar, de sexualidade, têm que educar estes excessos para se obter o fruto do 3º Raio que é “personalidade integrada”.

Uma personalidade integrada é um ser que está produzindo um físico que responda à energia da alma, que procura um sentimento que confirme que ele é uma alma. Procurem dentro de vós no meio da raiva, do ressentimento, do medo, etc., e encontrarão um único sentimento que confirma que vocês são abençoados, que são uma alma, que foram criados para a plenitude. Esse sentimento está lá; pode parecer tênue porque não é observado frequentemente, e aquilo para onde não dirigimos a consciência, esmorece. Mas procurem no coração que ele está lá, e sempre vos disse que são abençoados. Ele é o emocional integrado.

Quando o físico, o emocional e o mental se integram numa entidade coesa, a Mãe terminou o seu trabalho em ti, pelo menos no nível da espiral evolutiva, porque noutro nível, a atividade da Mãe é a própria ascensão, a imortalidade.

O hímen que estes três veículos buscam está guardado na câmara oculta do coração. Esta câmara, porém, não tem porta: ou vibras dentro do coração ou fora do coração. Isto significa que, para que eu ative o amor no centro do meu ser, um amor capaz de chamar para casa os meus corpos, preciso de um grau de transfiguração, de um grau de anulação da identidade quotidiana, preciso de renovar a minha identidade. Tenho que nascer de novo e, um dia, desperto no centro da esfera. Aí, o meu magnetismo central atrai os corpos sem esforço, sem conflito. Esta é a atividade da energia/estrela sobre as nossas energias planetárias. É a atividade do 2º sobre o 3º aspecto.

A iniciação da humanidade está a acontecer através de humanidades paralelas que estão a trazer, em voltagem coletiva, o dois fogos complementares. Temos: 1) o fogo por fricção; 2) o coração profundo é qualificado pelo fogo estelar, e 3) algo acima do crânio, o fogo que é qualificado pela energia Pai, com tendência para penetrar no topo do crânio e se instalar na pineal.

Esta chama divina que paira sobre nós e que é uma identidade, ou seja, esta chama que é depositada sobre o teu campo, não é a mesma que é depositada sobre o meu campo. O divino opera no sentido oposto à normalização. Então, essa chama que desce em ti é diferente da minha, são códigos diferentes. Contudo, existe um grupo de seres que recebe a mesma chama e isso é um grupo monádico.

A zona especificamente terrestre de superfície do teu ser é toda a região subdiafragmática, é aí que se pode dizer que tu és um terrestre. Porque no coração, tu és um intraterreno e em nível do centro craniano (que do ponto de vista cósmico começa no alto das sobrancelhas e desenvolve um ovo dentro do qual está o iode vibrando e onde ficam os chacras superiores, até ao 13º,) este chacra é a tua consciência, LÁ, no próprio fogo divino. Nesta região tu estás a receber impacto eletromagnético de amor total vindo dos centros intraterrenos, estás a começar a receber o estímulo dos grandes amantes da humanidade: Kabir, Rumi, Teresa d’Ávila, Ibu Arabi, Maomé, S. João da Cruz, S. Francisco de Assis, Jesus, todos intraterrenos.

Quando pões a mão no coração estás a invocar a consciência intraterrena; do 8º ao 9º chacra lidas com a consciência extraterrestre; do 10º ao 13º com a consciência celeste. Esses intraterrenos estão a começar a aproximar os seus campos de ignição e incandescência em voltagem coletiva; eles aproximam-se para transformar, não indivíduos, mas grupos.

Atualmente, sempre que sentires uma necessidade profunda de recolhimento, nem que seja por 5 minutos, pára tudo o que estiveres a fazer e vai, porque essa pulsação é um contacto, esses 5 minutos são preciosos para a integração da tua personalidade. Essa erupção de uma freqüência crística, cujos espelhos se encontram nos mundos intraterrenos, veio para te tornar equilibrado. Podem ser 60 segundos, 5 minutos, mas, neste momento, isto necessita, de ser totalmente respeitado.

Wednesday, September 21, 2011

Parte III: Aura de resgate.O 3º Pólo. Inversão magnética.O iode

Estes seres com os quais estamos a aprender a inter agir, eles existem em esteiras energéticas muito subtis e elevadas e o trabalho deles consiste em sobrevoar-nos vibratoriamente e despertar e estimular o fogo que existe no nosso interior. A proximidade de uma entidade supra terrestre suspende, momentaneamente, a ação de leis psicológicas e ocultas que fazem parte da construção dos mundos evolutivos, mas quando um ser, cujo arco de consciência é de amplitude celeste, se aproxima de vocês trás com ele outras leis.

O campo de vibração dele vem de regiões do universo, da consciência onde não existe pêndulo entre o espírito e a substância, onde a estabilidade entre o espírito e a substância é eterna. Isto implica que esses seres trazem com eles o terceiro pólo. Nós como entidade biológicas evoluindo na Terra e como seres psíquicos, temos esta contínua experiência de movimento pendular, de expansão e contração das nossas qualidades, da nossa energia, dos nossos desejos, da nossa leitura das coisas e a nota mais evidente do fogo que anima a personalidade humana (fogo por fricção) é alternância, oscilação. Tanto assim que toda a cultura de superfície acontece por contraste, por oscilação, inclusive, o que a mente da superfície é, que, sem contraste, sem dualidade, não é possível a existência. Então as pessoas falam dos dois opostos yin/yang e esquecem sempre o círculo dentro do qual eles estão, ou seja, aquele símbolo do Tao contem 3 realidades yin, yang e o Tao e nós aqui temos experiências de yin e de yang, e raramente temos a experiência do Tao, do círculo dentro do qual o yin e o yang existem.

Estas entidades supra terrestres vêm de regiões do cosmos que existem perenemente em Tao, perenemente no ponto central do pêndulo, o ponto que não contem oscilação. Eles são espirais de libertação. Libertação é um facto que tem origem nas regiões edênicas do Universo, não evolutivas, e estes dínamos contêm as duas polaridades e uma terceira polaridade desconhecida da superfície da Terra, ao qual os rosa cruzes chamavam a “paz profunda”.

A lei evolutiva dentro da qual nós estamos é uma lei de evolução por esforço, por concentração numa causa e, das escalas de harmonia (4º Raio) nós saímos da oscilação através da persistência em harmonizar esses opostos, isso é a evolução terrestre mas existem regiões do Universo onde o problema é outro, é outro nível de desafio.

Estes seres têm autorização de trazer até à orla da Terra e até às nossas auras, o terceiro polo.

Enquanto eu evoluo dentro da lei terrestre (oscilação, aplicação e harmonização progressiva dos nossos conflitos) eu evoluo psicologicamente e estou a criar escadas psíquicas e isto é essencial para todos nós, mas o que temos vindo gradualmente a assimilar como aura de resgate (poços de vibração superior) já contêm o 3º polo da manifestação universal – chaves transcendentes de relação entre o Pai, o Filho e a Mãe, a isto chamava-se na igreja católica “a ação da graça”.

Estes hiper lúcidos que nos sobrevoam vêm até à nossa aura para começar a introduzir essa 3ª vibração da qual a nossa mónada sabe tudo, mas a nossa alma muito pouco sabe.

A alma que se exprime através dum código “homo Sapien Sapiens” é um operador de dualidade, tenta constantemente encontrar o ponto de equilíbrio entre opostos.

Toda a estrutura narrativa, toda a apreciação diacrônica das coisas ao longo dum vector no tempo incluem polos, e portanto, incluem a necessária (do pondo de vista da evolução ascendente) perca de uma condição central ideal, a compreensão da perca, a nostalgia do ponto perdido e a quimera de retorno ao ponto perdido. A estrutura da evolução da consciência dum mundo tridimensional dentro da lei evolutiva terrestre é mais ou menos isto.

Esta estrutura cíclica de estar coligado com um polo, assistir ao desequilíbrio dos germes de oposição que existiam anulados dentro desse polo, a consciencialização da perca, da nostalgia do sagrado que acompanha todo o ciclo consciencial e de retorno ao centro faz parte do mundo da dualidade e isto não é o gênesis, isto é tudo, desde que nos levantamos, todas as pequeninas operações são uma tentativa de ajuste entre uma realidade idealizada e a realidade manifesta e nós estamos constantemente em afinação e a dor é o que emerge quando o grau de dessintonia entre a realidade manifesta e a realidade central é imenso.

Nós só podemos sentir dor psíquica porque temos uma memória indelével do ponto de equilíbrio em termos de consciência.

Este ciclo consciencial existe em todas as tradições do mundo. É sempre um processo de perca dum ponto de equilíbrio, uma aventura e um retorno a esse equilíbrio. Isto é o mundo da alma.

Dentro da aura de resgate isto não existe mais, aí nós entramos em contacto com o 3º polo, com a lei evolutiva superior (lei de atracão dos mundos, lei de revelação) e aí começamos a assistir à ação no fígado, no útero, no cérebro, na mente, no músculo cardíaco, no sistema nervoso, no fundo psíquico do nosso ser e na alma, começamos a assistir à ação dum 3º polo que, de uma forma não conflitiva, não pragmática, não empírica nos propõe a paz, que do ponto de vista gráfico, corresponde ao centro do ciclo consciencial.

Toda a aventura da consciência, quando ela se dirige ao mundo, é sempre um desdobramento de tipos de relação entre mim e o mundo que visam refinar-me até que eu readquira o máximo de sabedoria que corresponde outra vez à porta de reentrada no éter.

Então existe uma misteriosa relação entre a completa leitura do mundo e total inocência. Ciclo consciencial é tudo o que acontece quando tu sais dum ponto de equilíbrio e regressas a esse ponto de equilíbrio. Todo o conhecimento terrestre está baseado nesta percepção. Quando se fala no I-shing e no livro das mutações, está-se a falar das 64 alternâncias Yin/yang até voltar ao ponto inicial.

Quando começas a ser chamado para te integrares à aura de resgate, tens destacado para o teu campo dois serafins. Aquilo a que chamávamos o anjo da guarda é dispensado e o que te acompanha na formação de contacto com a aura de resgate são dois serafins que contêm códigos de comportamento luz que já não são os da superfície da Terra.

Estes serafins estão coligados directamente à central tractora desta região da galáxia e com aquilo a que podemos chamar “as estações intermédias” isto é, estações que fazem a adaptação do poder tractor do Pai à capacidade de resposta da consciência planetária.

Estes serafins contêm a vibração da hiper estabilidade cósmica, psíquica, eles são seres de energia branco alabastrino e têm, ao se aproximarem do nosso campo electromagnético, acesso aos protocolos de ascensão para o teu ser dentro dos quais se encontram o teu binário de inversão magnética, o teu binário de purificação do inconsciente (a limpeza dos estábulos dos trabalhos de Hércules) a tua velocidade de integração monádica, o código hierárquico e o signo cósmico estelar ao qual tu pertences e o trabalho deles é começar a fazer descer, no teu ser, estas matrizes de ascensão.

Para que eu ascenda, reverta, impluda, para que eu possa reendereçar a totalidade dos nossos fogos e dos nossos campos, de novo, ao olho único, eu tenho o meu ritmo, já não é o ritmo dual mas o ritmo trenário – positivo/negativo/Orion.

Nós chamamos negativo, do ponto de vista do ciclo da consciência, ao momento em que esta baixa a sua frequência para assimilar uma nova percentagem do problema da matéria e chamamos positivo, do ponto de vista do ciclo evolutivo da consciência, quando esta se ergue para assimilar uma nova inspiração. Então nós temos um ciclo de evolução na consciência comparável a um 8, no qual, o circuito inferior corresponde a uma relação elegante, sóbria, com a substância e no qual o círculo superior corresponde à abertura da flor da consciência aos níveis intuitivos para uma nova inspiração. Isto é o nosso processo diário, fazemos isto milhões de vezes por segundo. A consciência está constantemente entre os dois polos a uma velocidade tão alta que não nos apercebemos.

As auras de resgate e o campo que é introduzido pelos serafins e pelas naves não são da evolução terrestre, contêm um 3º polo que equivale, na nossa percepção temporal, à eternidade, ao ponto de repouso entre estas duas esferas.

Uma aura de resgate é um local onde a tua substância se encontra, através de leis cósmicas, muito rapidamente com a tua essência e onde a tendência da matéria é de revelar a luz aprisionada, ou seja, o poder de resposta inerente à matéria (a engenharia de construção do átomo é essa – estruturalmente a matéria precisa de responder ao divino, faz parte do destino dela) esse destino da substância é revelado dentro das auras de resgate.

Os curadores cósmicos do tempo de Esculápio, Santa Catarina de Sena, S. Francisco de Assis, eles continham em si próprios auras que já tinham a chave celeste, (a chave que corresponde, não aos universos evolutivos mas aos universos em suspensão, que foram construídos perfeitos desde o início).

Como nós não temos uma mente angélica, nós não temos muito a ver, à partida, com esses universos suspensos mas a mónada tem.

Dentro de uma aura, onde a hierarquia está a implantar um novo planeta, uma nova civilização, uma construção que contém espírito, substância e o 3º polo universal que é bem interno, o que é que lhe vamos chamar? Se nós sempre chamámos espírito ao espírito e substância à substância, não temos um conceito suficientemente estável para comunicar este 3º pólo, sabe-se que os operadores desta 3ª realidade cósmica são os serafins, os Mestres ligados ao 4º Raio (e toda a escola egípcia estava profundamente consciente disto) e a aura das naves coligada com certas zonas geográficas da Terra.

A minha integração a estes serafins que me acompanham (e podem acompanhar um grupo ou um indivíduo) pauta-se por uma assimilação progressiva dessa paz para a qual não existe nenhum comentário.

Este candidato ao serviço cósmico necessita de se estabilizar, de se aquietar de se tornar a esse ponto de máxima observância das coisas sagradas e aí sorrir e deixar que esse 3º código se associe.

Quando falamos de aura de resgate não estamos a falar apenas de zonas geográficas, estamos a falar dum nível de frequência que tem tendência a aglutinar-se em zonas geográficas específicas. O nosso acesso a isso tem a ver com assimilação desse 3ª realidade, eu preciso de a conceber primeiro. Estamos aqui a partilhar o facto de que essa 3ª realidade não é nem espírito nem matéria. Ao conceber este outro polo eu torno a minha natureza tridimensional afim, espectante, aberta a esse orvalho dos serafins.

Inversão magnética, que é o que se sente ao entrar numa aura de resgate (o peso do corpo praticamente desaparece), Eles invertem a carga electromagnética dos nossos veículos e portanto, a resposta à força de gravidade, tal como ela se exprime na Terra, altera-se. Além desta leveza o pensamento cristalifica-se, tende para uma correcção, uma geometria e uma elegância na reflexão dos impulsos internos que não é terrestre. O teu pensamento tornou-se simples, exacto, penetrante e brilhante por si mesmo. Com a vibração desse 3º polo o pensamento deixa de estar submetido à massa do campo mental terrestre e assim encontra o seu som, a sua memória supra planetária.

A quantidade de alimento que se consome dentro desses campos é mínima, porque o que é activado são fixadores de prana directamente da atmosfera para a pineal com posterior distribuição da força directamente para as células. Então um indivíduo descobre que para se manter activo, forte, ágil, precisa de muito menos alimento. A outra percepção é que não existe propriamente planeta Terra.

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