Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
Showing posts with label 2ª Raio Cósmico. Show all posts
Showing posts with label 2ª Raio Cósmico. Show all posts

Tuesday, November 22, 2011

Energia do Amor


A energia do Amor “tão pouco conhecida e tão misteriosa em sua expressão mais profunda”, se manifestada com pureza por um ser, pode permitir que um outro se aproxime do próprio núcleo interior.

Principalmente nesta época, essa energia encaminha rapidamente os seres ao encontro desse núcleo, o que poderá se realizar por meio de situações agradáveis ou não para a consciência material. O trabalho da energia do Amor-Sabedoria não é dar alimento ao plano emocional, mas transfigurar efetivamente o que por ela é tocado. Assim, o que está limitado amplia-se, dissolvendo-se no que é superior e que se encontra em sua própria essência.

Sábios são os desígnios do cosmos, pois se a Terra não tivesse como Raio regente o Amor-Sabedoria, muito pouco do material que habita sua superfície poderia ser resgatado.

Essa energia impessoal trabalha ampliando e alargando aquilo que é restrito e limitado. Apesar de compassiva, não pressupõe complacência com o descompasso entre a vida manifestada e o arquétipo do Plano Evolutivo. Ela é como uma torrente poderosa que chega e inunda tudo, e a tudo mergulha em sua vastidão.

Até que o Amor seja compreendido e plenamente manifestado na vida planetária, há ainda um longo percurso que deve ser cumprido. É o Caminho que a Terra deve percorrer para, finalmente, vir a expressar uma imagem que seja a face do Cristo. Tal qual o Sol, que manifesta profundamente a energia crística e que desperta em cada um a gratidão e a reverência pela energia trazida em seus raios, também a Terra tem um padrão energético de Amor cósmico para expressar. Esse Amor, tão distante e oposto do que é a realidade externa deste planeta, vive latente em seu interior e no centro de cada partícula que o constitui.

A manifestação externa da energia crística por intermédio de um ser humano veio estabelecê-la definitivamente nos planos anímicos e materiais. O sangue desse Ser, derramado para redenção de todo o planeta, simboliza a penetração dessa energia nos planos concretos e a consolidação, na Terra, da luz e da chama do Amor cósmico, bem como da plena existência superior.

Por Trigueirinho

Thursday, November 17, 2011

2ª Raio Cósmico - Amor - Sabedoria



2ª Raio Cósmico

O amor é a capacidade de coesão, de união. Se não existisse, prevaleceriam as forças con­trárias à unidade, e o universo se desintegraria com todos os seres que fazem parte dele.

A expressão mais límpida do amor é em geral misteriosa e desconhecida, pois a maioria o confunde com afeições pessoais, com possessividade e dependência.

No caminho do descobrimento do amor universal e puro, podemos ficar estacionados em uma de suas etapas, apegados a pessoas ou a situações. Por não o compreendermos como uma energia cósmica, infinita, desconhecemos que encontramos uma expressão dele mais profunda e abrangente toda vez que renunciamos aos nossos objetos de amor.

É a sabedoria que traz essa compreensão e dissolve ilusões emo­cionais e mentais. A sabedoria, aspecto mais elevado do amor, traz a sensibilidade interior, o conhecimento intuitivo da real necessidade dos demais seres. Portanto, dá-nos a capacidade de ajudar sem interferir.

A sabedoria indica a direção real e correta a ser seguida. Pertence ao coração, e não à mente analítica e discriminadora. O amor-sabedoria traz compreensão sem requerer pensamentos lógicos, e nele não há enganos nem ilusões.

O amor comum leva o ser a identificar-se com as for­mas externas, a iludir-se com aparên­cias e circunstân­cias. Está sujeito ao ritmo da evolução natural, que tem avanços e recuos. É, portanto, incer­to e sofre influência das forças antagônicas, que restringem a pessoa sobretudo a resolver problemas de subsistência no plano físico, a satisfazer carências várias no plano emocional e a manter preconceitos no plano mental. Nesses planos há muitas carências, e o engano dos que são movidos pelo amor humano, comum, está em considerá-los o único instrumento de ação e de vida existente.

Por outro lado, o amor é sábio quando libertador, curativo e impessoal, quando nos leva ao encontro das necessidades dos semelhantes e do universo em que estamos inseridos. Movidos por ele, estabelecemos metas em consonância com a evolução da vida. O amor sábio nos impulsiona a buscar o essencial e não as aparências, sempre efêmeras. Faz-nos ver o que há de positivo em cada circunstância, sem nos deixar limitar por nada.

O amor sábio não se restringe ao reino humano. Transfigura e aperfeiçoa tudo o que toca. Assim, o que está limitado se expande e se integra no que é a sua mais interna essência.

O amor sábio torna o ser humano compassivo e disponível para tudo e para todos. Devotado à consumação de propósitos elevados, é irradiado por fontes cósmicas.

E se nos perguntarem como chegamos ao amor-sabedoria, responderemos que se trata de um caminho misterioso, trilhado pela renúncia ao que já foi conseguido e pela oferta desinteressada e incondicional do melhor que existe em nosso ser.

Por Trigueirinho



Site Comunidade de Figueira: http://www.comunidadefigueira.org.br/

Thursday, October 13, 2011

Estrela Semente

P.: O que é uma Estrela Semente? Os jovens que hoje vemos - tão desenquadrados da sociedade e incapazes de se integrarem neste mundo degradante - serão eles casos de Estrela Semente? Como identificá-los e como podemos ajudá-los?

R.: Um ser Estrela Semente é uma alma completamente unida à nova Terra, alguém cuja alma já absorveu a vibração de um planeta de 4ª ou de 5ª dimensão e que pertence a civilizações imateriais, já resolvidas do ponto de vista da dualidade. Isso não significa que uma ESemente não erre ou não entre em dualidade uma vez em serviço na terceira dimensão. Pelo contrário, justamente pelo facto de não estarem mais identificados com a frequencia 3D podem, durante um ciclo, ser ineptos, inconsequentes e erráticos. Porém, cedo ou tarde, a poderosa memória de sua origem estelar irrompe e tornam-se servidores muito uteis do Plano Cosmico para a Terra.

Um ser Estrela Semente – esta expressão, é claro, só faz sentido aqui; a alma, lá, nos níveis superiores, não é uma Estrela Semente, é o que É – é uma alma que, durante milénios, integrou uma civilização de consciência cósmica superior, e que fixou em si os códigos de luz capazes de dinamizar o nosso éter, o nosso consciente colectivo, na direcção de um planeta de 4ª ou de 5ª dimensão.

Quando a aura de um planeta se torna permeável às correntes de vibração ‘estrela’ e se expande até incluir, mais assumidamente, o impacto da aura da estrela local que inspira a vida nesse Sistema, dá-se a fusão entre essas duas auras.

Nós estamos dentro da influência espiritual do Sol, da sua gravitação e do seu calor. Contudo, a fusão entre os campos evolutivos terrestre e solar ainda não ocorreu. Por outras palavras, a vibração terrestre ainda não assimila, integralmente, o Verbo. E o Verbo, do ponto de vista local e da mecânica dos corpos celestes, é sempre administrado por um Logos estelar, por um grande vórtice divino que aceita expressar-se através da combustão do hélio e do hidrogénio, uma vez que nem todos os Logos estelares se ligam a estrelas.

O que é fundamental quando se trata da irradiação de uma estrela sobre um planeta, (para além dos níveis conhecidos: calóricos, gravitacionais, electromagnéticos, cromáticos, etc.), é o que a estrela “diz”, qual o mantra que emite.

Na Terra, o reino que tem interpretado o Verbo de uma forma mais fiel, é o reino vegetal. Assim é porque o reino angélico é o reino de ligação, e, ainda que haja hostes destacadas para assistir a um planeta, elas não são exactamente terrestres. Assim, o reino que permaneceu mais fiel ao impacto da estrela local é o vegetal, um reino totalmente fototrópico, que se eleva e firma raízes na terra para poder chegar mais alto. É um reino que conhece profundamente a lei do coração livre. De facto, a planta cresce e fortifica, e quando alguém do reino humano a poda, ela cresce ainda melhor. Esta lei que diz que, depois de cortada, a planta ganha mais força - é a lei da libertação pela entrega. Assim sendo, o fruto é criado em glória; existe pela lei de fundo da criação que diz que um ser se aproxima do Pai através da total doação de si, pelo auto-esquecimento. Portanto, existe uma ressonância profunda entre a teorgia da estrela e a teorgia (obra de Deus) da planta.

O Sol irradia; e, quando atinge o ponto mais alto de consumação, ocorre uma explosão gravítica e o Logos eleva-se com a síntese da experiência. Nasce uma supernova.

Esta doação ao reino das estrelas tem a sua mais fiel expressão dentro do reino vegetal, pois ao cortar uma planta, ela desenvolve-se ainda mais.

Nesta dádiva constante de si mesmo se reconhece a natureza estelar da expressão do reino vegetal, pelo que o fruto é produzido em glória à criação. Assim, fazer algo em glória é o que seres Estrela Semente precisam de aprender na Terra. Realmente, eles não vêm só irradiar.

A lei estelar diz: dá-te até à consumação da tua última partícula. Contudo, estrelas e planetas não estão em cima uns dos outros, existe espaço entre si. A expressão «dá-te até à consumação da tua última partícula» não significa «desvitaliza-te até à morte sem saberes como podes reabastecer-te». Esta expressão não significa que um indivíduo se dê criando níveis de familiaridade com aqueles a quem se dá, até ao ponto de dar um dedo e, de repente, descobrir que já lhe comeram o braço... o que é o normal num servidor espiritual!

Isto é uma ingenuidade de 2º raio. O problema de um ser de 2º raio é: «Eu amo, logo tenho o direito de me aniquilar em nome dos outros». Isto de eu dizer: «Eu amo-te, portanto posso crucificar-me», é uma necessidade messiânica. Porém, o 2º Raio – amor/sabedoria – é: «Eu amo, portanto, tenho que ser manso como a pomba, lúcido e vigilante como a serpente.

Exprimir amor é um caminho relativamente simples para os seres de 2º Raio – onde se incluem os seres Sementes de Estrela – porque, neste sistema solar, a energia de síntese é o amor.

Todavia, o principal obstáculo à plena expressão do amor é a sabedoria. Nós temos o amor mas não temos a sabedoria que nos diz como, quando, a que distância, com que intensidade, em que ângulo e com que ritmo é que esse amor deve ser expressado. Assim, um belo dia, este aprendiz de messias, ao descobrir que ama, lança-se de cabeça na boca do tubarão. E, porque é devorado, acha que adquiriu o direito de entrar no céu. Mentira! Ele tem que voltar, outra vez, para amar intensamente sem ser usado.

Amar de uma forma lúcida, vasta e ampla mas sem ser usado é a escola do 2º Raio: amor/sabedoria.

Um ser Estrela-Semente vem das estrelas, estagiou em planetas onde não existe moeda, onde há uma relação telepática entre os cetáceos (15 vezes maiores do que as nossas baleias), onde a economia é tal que cada ser tem acesso a tudo o que a civilização produz e se responsabiliza por aquilo que usa.

Num planeta de 4ª dimensão, a relação entre a respiração do Logos e a sua humanidade é imensa; qualquer ser desliza permanentemente na brisa ultra inteligente, lúcida e doce do Logos.

A quantidade de água do corpo de um ser que vive num planeta de 4ª dimensão anda pelos 20% (na nossa é de 80%). Significa isto que as emoções estão integradas na vontade/luz da alma que rege aquele ser. Além disso, o seu nervo óptico foi ampliado acima dos ultravioletas e abaixo dos infravermelhos, o que significa que todos são clarividentes.

O facto de nós não conseguirmos ver os nossos irmãos dos planos subtis é um problema de transporte de luz para dentro do cérebro. Realmente, ao nível da retina, tu estás a ver esse irmão; o nervo óptico, porém, devido à compressão do corpo etérico (depois da Atlântida o corpo etérico foi perdendo luz, sendo que o nervo óptico é a primeira zona de transporte de informação a ser afectada quando um ser perde luz), não leva essa informação para o cérebro. Ao nível de retina tu vês tudo, mas essa informação não é transportada até ao córtex e, portanto, a imagem não se forma.

Num planeta de 4ª dimensão, os seres têm um corpo etérico que vai para além do corpo físico. Na Terra, isso só acontece com os pássaros. Por isso, eles usam correntes de vibração e de frequência etérica para se elevarem; não se trata apenas um processo mecânico.

Enquanto que, na Terra, o teu corpo etérico está retido pelo corpo físico, num planeta de 4ª dimensão o veículo etérico vai para além do físico. Quer isto dizer que tens acesso à informação/luz do ser que está à tua frente.

Num planeta de 4ª dimensão, não são permitidas cidades com mais de 20.000 habitantes. Exceptuam-se as congregações principais que funcionam como a hipófise desse planeta, e onde é feita a síntese da qualidade do trabalho que é explorado nas várias cidades satélites a essa, que é a principal. Como não são permitidas aglomerações com mais de 20.000 seres, o campo electromagnético nunca se degrada. Na Terra, em cidades como S. Paulo, por exemplo, que acolhe 18 milhões de habitantes, a frequência de vibração é bem diferente: a comunicação degrada-se e a indiferença entre os seres impõe-se em quase toda a parte.

Num planeta de 4ª dimensão, as casas são orgânicas, não têm ângulos rectos e são fotosensíveis: quando a luz atinge um certo nível, o material quase cerâmico que compõe a estrutura das casas, aumenta ou diminui a opacidade e a translucidez para manter a luz equilibrada dentro da casa.

Durante o dia, num planeta de duas estrelas – como no caso de Sírius – tudo tem duas sombras; há dois ocasos e dois amanheceres.

As casas são sempre divididas em três patamares ou níveis:

O 1º nível corresponde ao plano da personalidade; nele se executam as tarefas diárias, a alimentação (isto se o planeta for de 4ª dimensão, pois na 5ª dimensão ninguém come!): Aqui, existe um convívio de nível exploratório, trabalho de cura, de regeneração, de investigação do universo. Este 1º nível é regido pelos aspectos construtivos e estimulantes da Mãe divina.

No 2º nível – que parecem sinos enormes – é totalmente dedicado ao Filho. Quer isto dizer que se vive o aprimoramento da consciência pura mantido com os espelhos que existem em regiões específicas do planeta. Estes espelhos captam impulsos celestes, informação arcangélica, impulsos de zonas suspensas, de inalterância do fogo puro. Toda esta informação viva, depois de disparada para a aura planetária, é captada pelas famílias no 2º nível da casa, onde é feito o trabalho de ligação ao Logos do planeta e às energias construtoras do Filho. É, pois, uma zona de meditação e estudo.

O 3º nível é transfigurador. Uma vez aí, está-se no templo, em silêncio. Mas não existem religiões organizadas. porque as religiões administram grandes verdades, válidas somente durante alguns séculos; cada casa tem a sua antena e o seu sacrário próprio. Arquitectonicamente falando, este 3º nível contém uma expressão sacerdotal. Este sacrário, centro de todas as casas, é concebido por forma a que a Presença, a luz pura, irrompa e vibre ali, viva. Este 3º nível é a antena cósmica da casa.

Portanto, cada casa tem uma zona de trabalho (1º nível), uma zona de consciência pura e de aprofundamento (2º nível), e uma zona de adoração (3º nível).

Num planeta de 4ª dimensão a gravidade está controlada. Qualquer ser tem uma placa com cadeiras que se desloca no espaço a velocidades variáveis e que pode levar várias pessoas. Essa placa não usa uma alimentação própria; a liga de materiais que compõem este veículo contém uma fórmula que repele a gravidade planetária. Pela própria constituição molecular, o veículo mantém-se sempre a uma certa distância do chão. Está estabilizado através do controlo da gravidade e é usado como um tapete voador na descoberta da intenção do Logos.

Não existe uma agricultura. Findorn é um microscópio desta nossa Terra que vai ser um planeta de 4ª dimensão; será o futuro da Terra...

Seria bom que não olhássemos para isto como um processo de escape, de fuga e de alienação em relação à nossa 3ª dimensão porque, então, estas informações tornam-se um ópio. Isto é uma coisa normal, planetas de 4ª dimensão é uma banalidade no universo. Isto faz parte da grande escala galáctica. Não é preciso que fiquemos num nível encantatório ou de indiferença; precisamos de amar estas informações, ver a nova Terra como se fosse um bebé, como um feto em forma de planeta tentando nascer através das tuas dores, do teu sofrimento construtivo.

Como ainda existem com base em configurações de carbono, de matéria que responde excessivamente à força de gravidade, a tarefa destes planetas superiores, em termos de penetração no futuro infinito, é descobrir como poderão activar, em tudo, a informação/luz cristalina.

Eles não sabem o que é uma guerra há muitos milhares de anos.

E não existe diferença entre as disciplinas que aprofundam – não há matemática e poesia, metafísica e ciência; tudo faz parte da mesma filiação à verdade.

Estes, são planetas de grandes exploradores da realidade; a verdade é conferida ao minuto pela evidência da permanência, de uma doçura no ar, de uma harmonia inexplicável. Eles têm o instinto da harmonia contínua; já não vivem um processo de harmonia através do conflito como na nossa dimensão. O 4º Raio não existe num planeta de 4ª dimensão; o nível da questão assenta em outro horizonte de 4º Raio: como embelezar a beleza, como aperfeiçoar a perfeição.

Eles trabalham a verdade ao minuto. A questão da luz imaterial do ser interno tem a ver com a formatação da consciência que está presa ao nosso sistema nervoso, esta consciência que tem que perceber se é verdadeiro ou falso. Isto é o nosso problema, não o deles. Neles, o processo é muito mais rápido porque vivem no plano intuitivo. Como a mente já passou para o nível inconsciente, eles são completamente racionais, totalmente intelectuais, enciclopédicos e lógicos. E, dado que estas nobres funções da mente passaram para o inconsciente, não são focalizadas. Se, acaso, ocorre um momento de derrapagem a esse nível, a informação surge imediatamente, já não de cima, mas de baixo, e o mental dá uma ajuda.

Nestes planetas, a mente – que para nós é o palco – já é a cave!

Eles vivem no plano intuitivo, o nível do ser que honra tudo o que acontece.

Esta é, também, a zona onde somos bombardeados de luz, a luz que dissipa qualquer confusão mental que possa surgir; uma luz de instrução, que ocorre quando tu sabes que é por ali e não há discussão nenhuma dentro de ti. Nós temos um íman encarregado de nos orientar. E «orientar» significa virar para a luz, ligar à luz.

Tu tens direito a ser orientado! Há uma lei que diz: «Todo o ser humano tem direito inalienável à sua instrução superior, assim ele se saiba abrir para ela. Os que estão acima têm o dever, o darma, de servir, de instruir, de transmitir aos que estão em baixo”.

Nestes planetas mais altos cumprem-se duas leis: uma delas diz: «Cristalifiquem o vosso planeta». Neste sentido, eles têm de começar a despertar, na matéria, princípios de organização idênticos ao cristal... enquanto nós temos pedacinhos, fragmentos ou manchas de cristal no reino mineral (embora haja os cristais de quartzo transparentes que foram encontrados recentemente no México e têm o tamanho de um prédio de cinco andares)!

O cristal de quartzo ocorre quando um grau de vibração crística se exprime através do reino mineral; quando é expressão do Pai, tu tens a radioactividade, quando é o Filho, tens estruturas cristalinas.

Quando um planeta é elevado para um certo limiar de vibração, todo ele entra em celebração. Então, a civilização passa a viver em adoração permanente porque vai sair do tempo definitivamente, vai libertar-se de tipos de matéria associados à gravidade.

Se é assim no plano da matéria, imaginem o que ocorre no plano da consciência!

O 2º aspecto do Criador – o Cristo Cósmico – desce integralmente na matéria que compõe o planeta, pelo que as moléculas são organizadas segundo princípios simétricos que não impedem a passagem da luz – como num cristal. À medida que o Cristo desce e começa a organizar a matéria, as serras, os vales, as montanhas, as árvores, os corpos físicos, etc., começam a ficar translúcidos. São códigos do Filho que descem totalmente na substância receptora. No entanto, isto ocorre em graus porque a substância exprime qualidades oriundas da Mãe e do Filho. Todavia, quando um planeta de 4ª dimensão salta para a 5ª dimensão, perde a organização da massa, perde história e, com isto, toda a substância se torna cristalina.

Na nossa pineal temos um acumulador de partículas de quartzo. Trata-se de um ponto onde, sempre que se bebe água mineral, a sílica se começa a acumular, ou seja, começamos a formar um cristal dentro de nós. Quando os Irmãos insistem em que bebamos água mineral e não da torneira, isso tem a ver que Eles estão a procurar aumentar o índice de microcristais no sangue e muito especialmente na pineal no centro do córtex.

Saturday, September 24, 2011

Zona de transferência. Os 3 primeiros Raios. Aspiração. Entrega. Discernimento

O que está hoje sendo estimulado em todo o planeta é a elevação dos seres que fizeram o trabalho preparatório. O planeta e a inspiração que vem de cima não se encontram mais numa fase preparatória e o que se está estimulando é a capacidade daqueles que viveram as etapas preparatórias que, ou foram vividas nesta ou noutras encarnações. É a entrada destes seres na zona de transferência. Esta zona é uma região, nos níveis internos de um ser, que já não é qualificada pela vibração da personalidade e não é ainda o eu superior. É uma região interna de fácil acesso, completamente disponível para todos os que fizeram o trabalho preparatório onde nós estamos aprendendo a entregar o controle da personalidade, do nível humano do próprio ser, às energias descendentes do eu superior.

Actualmente pede-se para que o indivíduo não vibre mais em nível humano, mas seria prematuro que ele funcionasse como eu superior. Não há condições neste planeta, pelo menos de uma maneira geral, para que o eu superior possa encarnar totalmente no ser sem que isso provoque uma enorme onda de choque em torno desse ser.

O que hoje está a ser feito é uma emantação colectiva de milhares de indivíduos para a zona de transferência. Para essa zona belíssima dentro do ser no qual ele aprende a transferir o controlo da personalidade, do nível da própria personalidade para o controlo da alma.

Nós estamos a aprender a ser controlados, operados, instrumentalizados gradualmente pela luz que vem de cima. O único trabalho que se pede a um ser é que ele permaneça o máximo de tempo possível nessa zona de transferência e que ele aprenda, pelo seu próprio pé, a deslocar-se para essa zona interna onde ele assiste, sem poder explicar como, à transferência da posse que ele exerce sobre os seus corpos para a posse que é exercida pelo eu superior sobre os corpos.

Não se trata mais de mediunizar um ser que desencarnou e está no plano astral, não se trata mais de canalizar mensagens vindas dos mestres, dos ashams, das hierarquias, ou da frota intergaláctica que orbita o nosso planeta em regime de emergência e vigilância permanente, não se trata mais de captar mensagens cósmicas ainda que estes registros de mediunização e canalização vão continuar a acontecer, mas o trabalho actual é o ser auto revelar-se, ancorar, canalizar a sua própria vastidão interior. É o ser tornar-se um médium da sua divindade residente. O trabalho hoje é SER.

A informação que foi passada em vastos caudais desde finais do séc. XIX, é considerada suficiente para estes que fizeram já o preparatório comecem a dirigir-se para o zona de transferência, comecem a se unir à divindade residente.

Neste momento o ritmo de instrução dos discípulos encarnados está sendo ritmado para que os seres cheguem ao único ponto onde o ser interno toca.

Quando se fala de vida intuitiva é toda a ação que o nosso ser interno exerce modelando a nossa vida a partir dos contatos que ele tem com os devas da região em que vive, com os anjos assignados à nossa energia de raio, com os guias que estão ligados ao nosso mestre, com os nossos irmãos de caminho, o eu superior dia e noite modela a nossa vida de forma a tornar mais fluido o processo de libertação do passado. O ser interno passa códigos e sinais em função do carma e do darma de forma a que a vida do indivíduo seja modelada.

Sinais, receber mensagens, ir percebendo sincronicidades, ir desconfiando que somos acompanhados, ir percebendo que somos amados, assistir à transformação das condições agrestes ou desfavoráveis ao nosso crescimento em condições cada vez mais favoráveis, ir vivendo em gratidão estas bênçãos que o ser interno nos trás, ir respondendo aos sinais, isto chama-se vida intuitiva. Não é o trabalho, é para superar. É para o indivíduo ser um sinal que vem dos planos internos, assimilar o sinal, agradecer e superar, ir para além disso porque senão o indivíduo fica no nível da vida intuitiva e não entra no nível da vida espiritual. Este é o estado em que a humanidade como um todo vai entrar nos próximos 8 anos, não é o trabalho dos servidores actuais.

O trabalho do ser que percebe que é intuitivo desde que nasceu é sair do plano intuitivo. Nós saímos do plano intuitivo quando, o tempo todo, respondemos ao chamado para viver na zona de transferência. Respondemos à emantação que vem do profundo para nos encontrarmos com o nosso ser interno dentro de nós, no zénite de três qualidades essenciais que permitem a comutação do poder.

Nós entramos no plano espiritual na proporção em que os três raios da mónada se começam a exprimir através de nós, isto é, na proporção em que a luz e o amor da nossa estrela residente se exprimem através de nós. Nós entramos no nível espiritual porque substituímos a vontade humana pela vontade interna, substituímos a razão humana pela luz da alma e substituímos o amor humano pelo amor divino e isto só se faz depois de eu ter, durante anos, cultivado o hábito de ir para a zona de transferência.

Sai-se do nível intuitivo indo, não através da estridência dos sinais exteriores, da evidência de verdades que nos são apresentadas através de livros ou autores inspirados, é indo para o plano mais alto do próprio ser e esperar aí ser tomado pela força de controlo da alma.

A mónada tem vontade/poder para nos passar, tem amor para nos passar e tem luz para nos passar. Estes são os 3 raios monádicos:

1º Raio Vontade/Poder – Pai, 2º Raio Amor/Sabedoria – Filho e 3º Raio Vontade/Inteligência activa – Mãe.

O que hoje se pede ao servidor potencial é que ele se dirija sem demora para a zona de transferência porque é nessa zona que ele vai assistir à comutação da vontade humana pelo 1º Raio monádico, do amor humano pelo amor monádico e da pequena inteligência da luz inferior pela luz superior vinda da mónada.

Esta zona de transferência é uma região na consciência que habita a parte de cima do lado da frente da calote da consciência e a forma de aí chegar é pela Aspiração.

Essa região pode estar adormecida, inerte em potencial ou pode começar a vibrar pelo nosso toque, recebendo visitas do consciente tridimensional.

A concentração dos atletas de alta competição é o grau em que eles se estabilizam na zona de transferência, isto é, ele está na ponta da prancha, de costas para a piscina e aguarda o momento em que o plexo solar é abandonado e a energia é toda trazida para cima e há um momento em que acontece a mudança de controlo, o atleta transferiu o controlo dos corpos do nível consciente tridimensional para o nível do eu superior através do eu básico. Nesse momento não há ego nem personalidade, aquilo é uma alma a usar um veículo humano para conseguir exprimir uma qualidade superior.

O atleta faz isto num momento, o servidor deverá começar a viver ali, mudar-se para a zona de transferência. Esta qualidade é muito bem expressa nos bailarinos.

O bailarino antes de entrar em palco, nos bastidores, faz uma série de gestos que não têm a ver com a coreografia, depois pára, dá-se um congelamento dos músculos, fica concentrado, e nesse momento a sua energia fica entregue a algo e a alma toma posse, e quando ele vai saltar no palco, já à frente do público, já lá não está a personalidade. Ele está sob o controlo da alma.

Este momento em que o ser transfere o poder que exerce sobre os seus corpos é o zénite da consciência. O controlo que a alma exerce sobre os corpos é feito por similitude vibratória.

As 3 qualidades são: Aspiração, Discernimento e Entrega.

A Aspiração é o 1º Raio da personalidade ascendente – a única forma que temos de usar poder sem ofender o mundo à nossa volta. É quando todo o poder do indivíduo é colocado na aspiração. Quando eu uso este poder de uma forma ascendente, por atracção de semelhantes, eu recebo o 1º Raio da alma. Todo o poder do indivíduo deverá ser trazido para o centro e enviá-lo para cima, isto é aspirar às regiões dele mesmo que ele não conhece. Não há como conhecer o verdadeiro poder do espírito sem aspiração.

Sem este realinhamento do poder individual não existe contacto com o eu superior, existe vida intuitiva.

Cada ser conhece o caminho através do qual ele se auto endereça para o zénite da consciência. Cada um sabe qual é o ritual, a ordenação através da qual chega à sua zona de transferência.

Além da aspiração, que é a forma de trazer para baixo a vontade/poder da alma, existe o discernimento ou a rejeição. Não há como entrar em contacto com a Mãe divina, com o 3º aspecto da minha mónada se eu não fizer um trabalho de aspiração a ser o que eu não conheço em mim.

Ao mesmo tempo que eu aspiro ao que eu não sei, ao que é desconhecido em mim, ao sublime, eu rejeito o que eu sei, o que eu sou, eu rejeito o meu passado. Eu aspiro e rejeito.

Rejeitar significa criar uma vibração que repele o que não é mais o teu caminho. Esta vibração profundamente ligada ao discernimento é a única forma de eu fazer contacto com o 3º Raio monádico, com o Espírito Santo.

É enviando discernimento para o alto através das escolhas na nossa vida que eu recebo mais luz mais magnetização luminosa na minha mente.

Vontade é o que se recebe quando se aprende a aspirar, e clareza é o que se recebe quando se aprende a discernir e a repelir.

A luz da mónada é o unicórnio das lendas. É aquela estrutura branca, lindíssima, com aquela antena sagitariana no topo do crânio. O que o unicórnio diz é que só se aproxima de algumas crianças, ele foge na presença dos homens.

Este ser deverá saber o que é ser criança, o que é avançar no desconhecido de si mesmo com a alegria da descoberta.

Eu preciso de inocência para entrar nesta floresta profunda e ela não é incompatível com o discernimento, ela vai vindo ao de cima por via desse discernimento. O pó da vida comum vai caindo gradualmente e tu vais sendo lavado pela luz da Mãe, do aspecto feminino de Deus, então este ser torna-se luminoso.

O 3º aspecto é a entrega, corresponde ao Filho. Eu posso ouvir falar do amor divino mas é quando eu dou amor ao divino que eu o posso sentir.

A entrega é a forma que nós temos de amar o Pai. Eu envio o 1º Raio ascendente e recebo o controlo vindo da alma. Eu aprendo e pratico o discernimento e eu estou a enviar luz para cima e recebo mais luz. E eu começo realmente a me entregar aos níveis superiores do universo e do meu próprio ser e começo a receber, amor não mais através de uma verificação exterior de que és amado mas através do rompimento no centro do teu peito de um amor potentíssimo que não existe para nada, é supremo, um amor triunfal e quando isto acontece o divino sabe que fez um trabalho de entrega.

Ao 1º Raio ascendente chamamos – Aspiração.

Ao 2º Raio “ “ – Entrega.

Ao 3º Raio “ “ – Discernimento e Repulsão.

Não existe como fazer intercepção entre o eu superior e a consciência humana encarnada sem que o indivíduo construa este triângulo de energias ascendentes. Este triângulo construído na zona de transferência, impreterivelmente atrai as 3 energias de raio da alma a partir dos quais ela toma posse do teu ser.

Todo o trabalho humano que resiste ao tempo foi feito enquanto o indivíduo estava estável no nível de transferência.

Assim como o bailarino perde consciência de si quando dança também Miguel Ângelo ao esculpir a Pietá tinha necessariamente que desaparecer.

O trabalho do génio, de uma forma geral, tem acesso expontâneo à zona de transferência. Inspiração artística é quando o indivíduo passou o controlo sobre si próprio para uma entidade maior. Há muita obra de arte do Renascimento em que a mónada dos artistas estava a ser um instrumento de anjos ou de arcanjos.

A zona de transferência era considerada a zona nobre. As pessoas iam lá em certos momentos da vida e muitas vezes isso acontecia quando havia uma morte na família em que o ser recebia o choque essencial, básico, através do qual ele compreende que ele não é nada. Acontecia quando faziam uma oração ou se reuniam para um projecto filosófico, ou para fazer a Declaração Universal dos Direitos do Homem. Tudo isso vem da intuição que é atingida na zona de transferência. Hoje esse nível do ser é totalmente tangível, é só o indivíduo aceitar viver concentrado e não disperso, e entrar no alinhamento.

Contacto com a alma é tu simplesmente fazeres coisas extraordinárias umas atrás das outras o tempo todo. É viver superiormente e realizar coisas impossíveis de realizar quando o indivíduo está no nível humano.

Quando eu vou para o “ponto” é como uma chama que se vai alterando à minha frente. Só tenho que seguir esta chama no escuro, ela vai-me conduzir.

Este procurar deste ponto em nós, desta atitude constante de aspiração, entrega e discernimento constante coloca-nos no caminho breve. Há todo um universo de referências psicológicas, intuitivas e espirituais relacionadas com o caminho longo que é a pessoa tentar chegar ao divino sem construir o triângulo Aspiração, Discernimento, Entrega.

E depois há o trabalho de o indivíduo construir constantemente este triângulo, e é porque tu o trabalhas lá no profundo do teu ser, e porque este triângulo vai sendo estabilizado que, subitamente, começas a fazer coisas extraordinárias, que não pertencem à vibração comum, começas a manifestar a parte do plano divino que corresponde ao teu ser interno manifestado, começas a funcionar como uma porta de Deus.

Então um dos pontos essenciais para estes seres que estão a fazer a transição é eles começarem a conhecer o seu ritual.

Nós tivemos esta benção hierárquica de sermos retirados dos corpos vibratórios e dos edifícios de força das grandes religiões mundiais para que tu encontres o teu ritual, isto é, o conjunto, a atitude, a postura através da qual tu transferes. Para todos nós, servidores livres, chegou o momento de descobrirmos o nosso ritual. A única atitude, a única vibração, o único rigor através do qual ele se liberta da energia humana. Aqui começamos a perceber porque é que S. Germain é simultaneamente o senhor da disciplina e o senhor da liberdade.

À medida que encontras o teu ritual, que pode ser olhar para as estrelas no alto da colina de madrugada ou servir quem à tua volta está necessitado, vai e pratica, isto é, encontra o procedimento através do qual desapareces. Liberta-te.

Cada um de nós tem um método de contacto com o eu superior e uma forma de subir e de se entregar ao nível espiritual e deixar de se sentir a si próprio – abandono.

Em ritual tu podes ser bastante radical que ninguém pensa em fanatismo, em ritual tu podes ser tu mesmo, não é necessária máscara social, a alma garante a qualidade da comunicação.

O estado em que tu entras quando se começa a dar a intercepção entre as 3 energias de raio ascendentes – 1º R. Aspiração; 2º R. Entrega ao ser interno; 3º R. Discernimento – em simultâneo, isso corresponde a uma potente invocação e a alma responde com os 3 raios descendestes – Vontade/Poder que ancora na Aspiração; Amor cósmico que ancora na Entrega; luz da Mãe divina (Espirito Santo) que ancora no Discernimento – mas eu tenho que pôr isto em movimento senão permaneço tendo uma bela vida intuitiva.

Quando a alma começa a responder e a ancorar dentro de um ser ele sai da consciência de aspiração, entrega, discernimento e entra num estado que é a síntese destes 3 que é a energia da Adoração.

Por André Louro de Almeida             14/12/2001

Thursday, September 22, 2011

Raios

À medida que os seres humanos se vão deixando atrair à aura colectiva dos vários centros de potência hierárquica da Terra, cada ser está sendo chamado para o centro e o varrimento energético que lhe corresponde. As nossas identidades, a experiência psicológica que nós temos de nós próprios e dos outros, está em completa mutação.

Liz actua no aumento da voltagem do poder atractor da alma sobre a personalidade, actua no estímulo de uma imensa superfície de vibração acima da nossa mente (corpo causal). Liz é um centro qualificado pelo 4º Raio (Harmonia por Conflito), o raio que funde opostos.



O que são os Raios?

A evolução da revelação do Divino a um planeta não confederado é feita por vagas sucessivas. Geralmente um planeta que não pertence à confederação intergaláctica luta com uma equação complexa composta pela força do passado, pelo coeficiente de células cerebrais activas em média numa humanidade, pela iniciação respectiva do Logos desse planeta e pela natureza dos povos que o habita.

Em termos filosóficos e espirituais, significa que, no princípio existem centenas de deuses, centenas de fragmentos da intuição única, existem tendências animistas. À medida que os milénios passam, é possível começar a revelar gradualmente a existência do único Pai.

A passagem de um planeta não confederado para um planeta em processo de iluminação gradual, é feita através de passos extremamente exactos e isso está entregue a uma ordem cósmica que neste planeta é conhecida como a ordem de Melquisedeque. Esta Ordem mantém o fio condutor entre todas as revelações disponíveis e autorizadas para um planeta. A Ordem e os vários Melquisedeques residentes num planeta funcionam como eixos auto conscientes em torno dos quais, os círculos das revelações que vêm de níveis cósmicos e celestes podem ir descendo, permeabilizando, impressionando o intuitivo colectivo. A Ordem de Melquisedeque é uma ordem de iniciação global, eles actuam ao nível da hipófise da Humanidade como um todo. Só após a 3ª iniciação um discípulo começa a sentir e a responder coerentemente à impressão magnética produzida pelo factor Melquisedeque.

Isso é válido porque as iniciações da Terra são acelerações evolutivas, no entanto, toda a humanidade, na sua dignidade, na sua transparência, no seu amor oculto, articula-se com a Ordem de Melquisedeque. Esses pivots que descem à atmosfera psíquica de um planeta, têm a função de manter concêntricas, nos planos internos, todas as religiões, todos os esforços de ascensão do Homem e todas as descidas de novas partículas de revelação. Os Melquisedeques estão sempre presentes na transmissão, no estímulo e no fortalecimento da consciência do Deus único.

A partir da etapa em que é possível uma Humanidade manter-se minimamente estável perante a força de convexão produzida pela consciência de um Deus único, o que não é fácil porque implica renunciar a camadas e camadas de tendências e de hábitos locais, é possível fazer descer um avatar maior que trabalhe com a consciência da Trindade (que revele a acção dos circuitos do Pai, do Filho e da Mãe), e que possa sem nenhuma possibilidade de produzir nenhum retorno ao politeísmo animista, começar a instruir essa humanidade nos segredos das técnicas de escape que o Divino utiliza em relação ao infinito. Se Ele não se defraccionar em a Trindade Ele é igual a infinito. Para efeitos de Criação, Essa unidade cósmica absoluta e transcendente necessita de se defraccionar em Trindade. A Trindade é uma técnica dissociativa dentro do próprio Divino, de forma a criar funções que permitem a Criação. Sem Criação não é necessário o Filho como contemplador e consciência que mantém e sustém a Criação. E muito menos é necessário a Mãe como substracto e suporte e ondulação a partir do qual é gerada a luz, as linhas de gravidade, o tempo, o espaço, enfim, a tela na qual o Universo é pintado.

O processo de defração do Divino não termina na Trindade. A Mãe, o terceiro aspecto do Divino, subdivide-se novamente em quatro aspectos que são atributos da Mãe (Raios, penetrações activas do eterno dentro do tempo e do espaço).

Cada uma destas quatro formações do Divino são, exactamente, radiações. O Pai, O Filho e a Mãe - o 1º, o 2º e o 3º Raio, que são aspectos do Divino e finalmente o 4º o 5º o 6º e o 7º que são atributos do Divino. A diferença entre aspecto e atributo é que o aspecto é uma técnica de escape em relação ao infinito, é um método de criação, enquanto que os atributos são formas de manutenção do Universo.

O 1º Raio está relacionado com a Vontade e o Poder é um raio de inseminação pura do transcendente para dentro do espaço e do tempo. É a própria unidade.

O 2º Raio está relacionado com a Consciência Cósmica - Amor-Sabedoria. Para existir consciência é necessário haver dois polos, um positivo e outro negativo e a consciência oscila a uma velocidade infinita entre estes dois polos. O polo negativo é a criação em evolução. O polo positivo é o próprio Divino. A consciência cósmica - o Filho - situa-se estável entre estes dois polos e ele gere as sucessivas interpenetrações entre a Mãe e o Pai ele é o resultado dessa relação. Ele é consciência porque ele liga substância à vida pura. De alguma forma, estas grandes categorias do Universo, dá-se um loop sobre ele próprio. No momento em que o Divino reflecte sobre ele próprio nasce o 2º Raio, ele lida com a dualidade. A principal característica do 2º Raio é o Amor.

O 3º Raio, a Mãe, qualifica a dança cósmica - Actividade inteligente diz respeito a todo o movimento, actividade, luz, ondulação, alternância, jogo, dança, em todos os seus níveis.

O 4º Raio lida com a Harmonia

O 5º Raio lida com a Ciência

O 6º Raio lida com a Devoção

O 7º Raio lida com a pulsação, com a disciplina e com o Cerimonial

Quando nos é dito que sendo Liz um centro de energia feminina trabalha através do 4º Raio, estão-nos a tentar ensinar a forma através da qual é gerado em nós um conflito e através do qual esse conflito é superado.

Um discípulo é um ser que está começando a adquirir uma visão dupla, não mais vê o que está à sua frente (emoções e pensamentos) ele é um ser auto inaugurado acima da mente. A dor do discípulo é a dor da dualidade entre a forma e a vida. Entre a vida que atravessa toda a substância e utiliza formas como trampolins para si mesma e tão depressa cumpre a função que uma forma lhe permite atingir, supera essa forma para uma mais perfeita, e as organizações de substância física, emocional e mental que permitem o encarnar sucessivo de níveis, de voltagens, e de presenças de vida cada vez mais amplos.

Um casamento é uma forma emocional. Um golfinho é uma forma física. O marxismo-leninismo é uma forma mental.

A vida é uma massa avassaladora de perfeição que é transmitida à matéria em evolução. A vida que é um atributo do Pai, é sempre perfeita em si mesma, ela satura electricamente o Universo. O arco de trânsito da vida parte dos altos níveis paradisíacos centrais acima dos universos evolutivos, desce em massa, e por mandato divino, precisa de se exprimir do lado de baixo da tela espaço-temporal.

O espaço e o tempo, as formações biológicas, emocionais, mentais, são máscaras através das quais a vida brinca com ela mesma. Não existem vidas, existe VIDA. O facto de que biologicamente e cientificamente se observa uma mudança de comportamento na matéria, da passagem do inorgânico para o orgânico, ou seja, a partir de um certo grau de combinação de proteínas começam a acontecer palpitações que os físicos e os químicos definem como vida, essa vida não é a vida dos ocultistas, essa é a vida dos bioquímicos.

A vida dos ocultistas é um facto perfeito e suberano por detrás do espaço e do tempo, no qual várias combinações de vida são possíveis.

O discípulo aprendeu a olhar para si próprio como um suporte de vida, que tudo é uma onda de vida, e que essa onda vai lutar até às últimas consequências para plasmar a perfeição na matéria e na substância em ascensão. O Divino na sua perfeição, auto emana-se para fora da transcendência e coloca a si próprio um problema que é o espaço-tempo, um garrote que limita a passagem do princípio vida, da perfeição.

As organizações periféricas de pensamento, são formas alfandegárias de ir adaptando essa potência perfeita que emana do centro do teu ser ao problema do espaço e do tempo.

Postagens populares