Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Sunday, December 15, 2013

Conferências - Terra Now

TERRA NOW

Um Ciclo de Conferências em Lisboa

Em Setembro de 2011, depois de um retiro de dois anos e meio, André Louro de Almeida iniciou um ciclo de intervenções públicas em Lisboa. Partindo de questões simples mas cruciais foram desenvolvidas 20 conferencias que transpiram actualidade, sentido de urgencia e impulso libertador.

Questões como "O que é a Humanidade?", "O Logos e o Fim da Historia", "Aproximação à Hierarquia" e "Vida Mais Abundante" são introduzidas de forma directa e clara, explorando as várias faces que cada tema pode sugerir. 

André é sistemático na denuncia dos hábitos da civilização que domina hoje o planeta e descreve o cenário global de forma precisa, oscilando entre critica cultural incisiva e intuição penetrante nos potenciais do momento presente.

Simultaneamente a apresentação de uma vista abrangente sobre as Iniciações Hierárquicas e a nossa relação com o Intelecto Universal é uma das subcorrentes de todo este ciclo, inspirando esperança e beleza, conferindo um sentido superior e sublime à existencia.

O documento destas conferencias pode ser adquirido integralmente ou por título.

Mais Informações: http://airnet9000.wix.com/air034/media-1#!__media-1


Terra Now 1

Consciência Axial e Mutação Planetária 1



Terra Now 2

Consciência Axial e Mutação Planetária 2



Terra Now 3

Aprofundando a natureza crística em cada ser e a realidade do Corpo de Luz


Terra Now 4

Transformação, Transmutação, Transferência e Transfiguração como passos na Iniciação do Mundo 1


Terra Now 5

Transformação-Transmutação-Transferência-Transfiguração 2



Terra Now 6

Um estudo aprofundado sobre os 9 estágios de integração hierárquica



Terra Now 7

Os 10 Estágios de Integração Hierárquica



Terra Now 8

O processo iniciático como uma emergência natural



Terra Now 9

Logos - Uma Introdução

Humanidade-Hierarquia-Shambhalla



Terra Now 10

Uma conferencia sobre HUMANIDADE - SHAMBHALLA - HIERARQUIA e os 10 estágios de integração hierárquica.



Terra Now 11





Terra Now 12

A Câmara da Sabedoria e a Câmara da Ascensão



Terra Now 13

A situação mundial, a emergência do Cristo Interno, iniciação global, o despertar das Nações Sacerdotais, das trevas exteriores à câmara da Ascensão, o fim da New Age, poder e realização axial, a cura dos povos, o coração do Mundo, Vida Maior, a reunião do disperso, chamado ardente, harmonia individual e transcendência.



Terra Now 14





Terra Now 15




Terra Now 16





Terra Now 17




Terra Now 18



Terra Now 19





Donativos para NIB (Portugal) : 0033 0000 4523 9477 891 05



Wednesday, July 31, 2013

Fogo Monádico

Como está a ficar claro para alguns ambientes neste planeta, como está a ficar progressivamente límpido para alguns ambientes na Terra, o processo pelo qual o Planeta está a passar, o que está em acto, o que está a ser estimulado, é uma libertação da Luz retida, da Luz aprisionada, da Luz potencial em todas as partículas terrestres, em todas as partículas deste planeta.

Isto implica, como é do conhecimento geral, que cada partícula, cada veículo, cada árvore, cada consciência, cada órgão, cada governo, cada estrutura, tem a sua base, a sua sustentação, em níveis de Luz, que permanecem mais ou menos ocultos, em função da transparência da consciência, da transparência do tecido vivo, da transparência do governo, da transparência do indivíduo.

A base, a base de toda a existência, a base de manifestação, a base de exteriorização, seja do que for, é Luz.

E toda a realidade, toda a manifestação, toda a construção, toda a partícula, toda a célula, todo o átomo, seja uma realidade complexa, estrutural, seja uma realidade aparentemente simples, tudo é construído sobre uma contraparte luminosa. Tudo é construído sobre uma Luz oculta.

E este teu Planeta, este nosso Planeta, está a passar por uma fase intensa de libertação da Luz aprisionada no seu âmago. O Oceano de Luz-Vida-Consciência que existe no âmago, no centro da manifestação planetária - não no centro geográfico! Nós não estamos a falar no centro topográfico, no centro geográfico - no Centro, no sentido ontológico: o ponto mais secreto, mais alto, mais profundo - aquilo a que os ambientes teosóficos chamam o Logos, o Verbo Planetário. Ele está preparando-se para emanar uma Nova Sílaba. Um novo Som. Um novo Princípio ordenador do contínuo, dentro do qual nós existimos. É a engenharia planetária que está a passar por uma mutação. A crise humana é um aspecto da re-génese que o planeta está a viver. A crise humana é um fragmento, é um fotograma, de todo um imenso processo global, macrocósmico, que o planeta está a viver.

E ainda que, do ponto de vista humano, encarnado, tridimensional, consciente, a realidade à nossa volta seja uma experiência de percepção bastante estável e bastante sólida (quando é sólida), do ponto de vista Cósmico, este Planeta está a ser falado! Dito! Cantado!

Quando se diz que o Verbo manifesta a realidade, isso significa que existe um núcleo de uma incomensurável amplitude de Consciência-Poder que fala planetas. É comparável ao milagre eventual, de um poeta ler o seu poema, e ele materializar-se à frente dele. Isto é: É comparável à materialização das nossas palavras.

Um Planeta é possível porque existe uma Consciência que segura, aprisiona, convexiona, o grande fluxo, a grande corrente, o grande caudal de energia livre, num ponto. E aprisiona, prende, fixa, esse imenso caudal de energia livre, noutro ponto. Vocês reparem que, para vocês terem um som, numa corda, numa corda de uma guitarra, vocês precisam de dois pontos. Uma corda para produzir som, necessita de estar presa de dois pontos. No caso de uma guitarra, um ponto fixo - que é aquilo que na ordem de Melchizedeck se chama o ponto Alfa - e um ponto de progressiva afinação, até tu teres o som que corresponde à nota que tu queres tocar na guitarra - que é aquilo que na ordem Melchizedeck se chama o ponto Ómega.

E, o que o Logos, o Verbo deste Planeta faz, (deste ou de qualquer planeta) consiste em focar o seu poder estabilizador do Grande Caudal - e quando falamos do Grande Caudal, estamos a falar de todo o bombardeamento de Raios Cósmicos, de Energia Cósmica, que não se encontra aprisionada por ondas de gravidade, e que não se encontra aprisionada por nenhuma constante; trata-se de níveis de Luz e correntes de Fogo que não estão submetidas a nada. E o que este Verbo, o que este Criador Cósmico do teu Planeta faz, é segurar o Grande Caudal num ponto e noutro ponto: o ponto Alfa-Ómega. E é a estabilização do Caudal em dois pontos, que gera aquilo a que nós poderemos começar a chamar o Holograma Planetário. Ou seja, a construção de um sistema hermético, consciência-objecto: a nossa consciência está constantemente reflectindo e alimentado o mundo à nossa volta, e o mundo à nossa volta está constantemente reflectindo e alimentando a nossa consciência. É uma espécie de loop, um feedback de consciência.

E o que é que isto significa? Em que é que isto é pragmático para nós?

Pelo simples facto de que a velocidade do sangue nas tuas veias, a temperatura do teu corpo, o processamento mental, os estados neuróticos, os estados de tristeza, os estados de angústia..., tudo isso existe dentro de uma afinação do Holograma; ou seja: é porque o Logos decidiu cantar este Planeta e afiná-lo segundo um determinado diapasão. O que vocês têm, e sempre teremos, é um imenso Caudal de algo que ninguém sabe rigorosamente o que é, não está definido, não tem nome possível... Os nossos irmãos da Física usam a palavra energia, que é uma palavra que foram buscar à Filosofia Grega, aos pré-socráticos. Então, é uma palavra da Filosofia. Não sabemos o que é. É uma palavra que tem tanto significado como outra qualquer.

E este imenso Caudal - que não está definido e não se sabe o que é, e que não tem exactamente origem, por mais espacialmente que queiramos indicar um ponto algures por onde as Galáxias saíram, não se sabe exactamente de onde vem, como é que funciona... - este imenso Caudal é usado, num momento, pelos Logos para criar estruturas arquitectónicas. O nosso corpo é uma estrutura arquitectónica. O nosso corpo está dentro do Holograma. O nosso corpo tem um ponto Alfa, situado vinte centímetros abaixo do primeiro chakra, e um ponto Ómega, situado vinte centímetros acima do sétimo chakra. Ou seja, o nosso ponto Ómega está neste ponto, aqui, exactamente nesta região geográfica, acima da cabeça, e o nosso ponto Alfa está na base, entre as pernas.

E nós estamos a passar estar informação, porque, como nós vamos começar a estudar lentamente engenharia de Luz, e vamos começar a estudar lentamente o veículo Merkabah - aquilo a que biblicamente se chama a Carruagem de Fogo - nós precisamos começar a compreender, como é que esse Veículo Interdimensional configura a relação hermética, entre a nossa consciência e a realidade à nossa volta. Se o veículo Merkabah é activado - se ele fosse activado instantaneamente num dos seres desta sala, todos os outros transformar-se-iam em raios de luz, em fios luminosos. Instantaneamente! Ou seja: era uma questão de poucos segundos, até tu começares a ver fios de luz a dissiparem-se da impressão visual que os outros projectam sobre ti. A alucinação controlada, que é a visão - caso vocês não saibam, a visão é uma alucinação controlada. É uma alucinação mantida dentro de um nível de frequência. E caso nós ainda não tenhamos dado por isso, tudo o que te está a acontecer é uma alucinação controlada! E toda a realidade, o casamento hermético entre a consciência e a esfera, dentro do qual nós evoluímos, é uma alucinação controlada.

É quando a Carruagem de Fogo, o Veículo Interdimensional em torno do homem - que é o próximo assunto, ou seja, nos próximos quinze anos, todos os grupos esotéricos, que estão a fazer o contacto, vão começar a colocar esta questão no ar: a activação do Campo Merkabah. Primeiro, porque o campo Merkabah é o campo que faz conexão com as Auras de Resgate; que te permite ler a Nova Informação; que te permite ires tornando-te telepático em relação à Nova Terra. Depois, porque o campo Merkabah está em ressonância com o campo Merkabah do Planeta.

É porque o Planeta está ser gradualmente envolvido, também ele, numa Carruagem de Fogo, que nós estamos a ser envolvidos, microscopicamente, na nossa própria Carruagem de Fogo. Este Campo é a tradução local, individual, a Merkabah individual - Merkabah ou Holóide. Holóide é o termo que nós vamos começar a usar, porque, como vocês sabem, nós temos pouca tendência para o sincretismo e para fazer estudos comparados, e Merkabah é um termo Egípcio, é um termo Hebraico e Egípcio, e é óptimo em relação a uma certa tradição. Holóide, veículo do Todo, é o termo útil hoje. (Mas no final, são só palavras e também não nos preocupamos muito com isso.)

A activação deste campo em torno do homem, segue a par da activação da Merkabah do Holóide planetário como um todo, da Iniciação da Humanidade, e do fim da História. Tu tens esse Imenso Fluxo, que é comparável a um cilindro de Luz, totalmente livre. Mais livre que o fotão. Menos compactada, menos convexionada que um fotão.

Este Imenso Caudal não tem ponto de aplicação! Nós, para fazermos um círculo, precisamos de um ponto de aplicação: o centro. O compasso precisa de um centro. Para haver realidade, para haver as estruturas arquitectónicas planetárias, é preciso um ponto de aplicação: uma consciência.

Nós estamos em Infinito! É onde nós existimos! Essa é a dimensão que não pode ser desmontada! Que não tem categorias!... Essa é a dimensão Livre! E essa é a dimensão a que a nossa consciência aspira! A dimensão Infinita é a dimensão, à qual a nossa consciência se dirige! A nossa consciência não sabe fazer outra coisa, senão dirigir-se ao Infinito!

Porquê?

Porque ela foi criada para isso. Nós somos conscientes para nos dirigirmos ao Infinito. Somos conscientes, porque partimos de um ponto de relativamente alta ignorância, e sofremos todo este processo dialéctico até começarmos a navegar em dimensões mais altas. Mas a consciência no seu âmago, na sua configuração original, tal como ela foi realizada pelos Elohim, a consciência dirige-se, inadiavelmente, impreterivelmente, para o Infinito. Ela procurará, constantemente, inverter este anel, até que o anel tenha de novo a largura do próprio tubo.

Voltando atrás: Este anel vai-se estreitando e transforma o tubo do Infinito, da Energia Universal, que ninguém sabe o que é, e que não é feita de coisa nenhuma... - não se sabe o que é. É um facto ontológico inclassificável. Simplesmente existe - e este Imenso Caudal (e imenso já é uma expressão relativa), este imenso Caudal está ali, sem passado! Sem presente! Sem futuro! É coesão num estado Imenso!... E a estória da consciência é a estória deste anel que começa a afunilar o tubo no seu ponto de aplicação. Porque existem tantas realidades quanto consciências! Porque o tubo está disponível! O Grande Caudal está disponível, para quem quiser convexionar, que convexione! Quem quiser limitar a passagem do fluxo, que limite! Quem quiser sentir a realidade no nível em que puder, que o faça!

Então, nós somos Mónadas que estão a ter uma experiência no reino da limitação. Somos Mónadas que estão a aprender as delícias da limitação. Somos Centelhas Divinas que estão a usufruir do privilégio de estarmos aqui, todos tetraplégicos, na matéria..., ou seja: nós somos este aprendiz, aqui, em baixo, mas a nossa Mónada, no plano dela, ela é uma circunferência que tende para o Infinito. Não sei se vocês me estão a seguir: Ela não aprisiona o fluxo, nem faz realidades subjectivas. Nem faz sub-realidades. Ela está constantemente vibrando tendencialmente para não aprisionar o tubo.

Agora, observem: quando este anel da consciência se convexiona a partir dos vários planos - porque ele, lá, no nível da Mónada é equivalente (na verdade é no nível do Avatar que é equivalente), mas na Mónada é tendencialmente equivalente ao próprio fluxo. É isso que se chama in Glória. In Glória é a condição da consciência, cujo diâmetro (com muitas aspas, esta palavra diâmetro), é equivalente à própria amplitude do fluxo universal. Não há passado, não há presente, não há espaço, não há tempo, não há eu... Então, a Mónada está lá, nessa realidade, nessa imensa interpretação fiel do próprio fluxo. Por isso se usa a expressão Fogo. Quando se usa a expressão Fogo Monádico, Fogo Divino, dentro de nós, nós estamos a falar dessa realidade, que, por ser tão terrivelmente ampla, só pode ser compreendida pela nossa consciência como algo equivalente a um Fogo. Existe um Fogo, no sentido de uma Presença, que não admite mais nada senão ela mesma. É isto que significa Fogo Monádico: é uma Presença que exclui, ou sintetiza todas as outras presenças. Todas as outras realidades. Isto é o Centro do teu ser! Agora, este centro mantém-se aninhado, de certa forma oculto, porque, se ele se começa a desdobrar aqui para baixo, as pessoas começam a entrar num processo pós-histórico, supracivilizacional, transcultural. Este Fogo sintetiza as operações. Ele casa as operações. Funde as operações dentro de nós.

Nesse nível Monádico, que és tu mesmo - Mónada és tu! Mónada és tu!! Mas és tu idêntico, de amplitude equivalente, ao Grande Caudal. É o próprio Caudal com um pequenino ponto de aplicação. O suficiente para criar uma entidade Divina dentro do Caudal. Isto é a Mónada. E a Mónada está lá, in Glória! Ou seja, ela não limita o Caudal.

Quando saímos do plano Monádico para o plano Espiritual, então tu já tens uma razoável limitação. E portanto, aquilo que era o Grande Cilindro - se vocês quiserem ver - começa a formar gradualmente dois cones. Quando entras no plano da Alma, tu já tens claramente o Cilindro próximo do centro. E quando entras no plano do eu-consciente tridimensional, é como se esse anel, que é a nossa consciência, estivesse convexionado quase até um ponto. Um ponto tão minúsculo, que os psicólogos espirituais inventaram a expressão ego para definir este ponto extremamente minúsculo.

E nós somos conscientes em vários níveis simultaneamente. Ou seja: Assim como nós temos um núcleo de consciência nesta dimensão extensa em que existimos - um núcleo de consciência que nos dá a ilusão do espaço, do tempo, do outro, do corpo..., - temos, simultaneamente, os outros núcleos de consciência que, gradualmente, se vão dilatando até se tornarem equivalentes ao Grande Fluxo. Ao Grande Rio. Isto é a nossa realidade.

Nós somos compostos, não por uma consciência, mas por múltiplas consciências em paralelo. Por múltiplas consciências, organizadas telescopicamente para dentro do Infinito. Nada de novo.

Agora, esta realidade, esta mecânica, como um predador, está em cima de ti, ao minuto! O tempo que nós estamos a viver é um tempo, em que os núcleos mais altos estão começando a absorver, a dissolver, os núcleos mais baixos.

A nossa Alma está-se a preparar para assimilar o eu consciente. Assimilar, significa que o eu consciente com todas as suas qualidades, é absorvido pela Entidade Central, deixa de existir como um motor próprio, e a Alma instala-se à superfície da consciência. E, simultaneamente, a Alma está a ser preparada para se fundir com a Mónada. Claro, que isto tem uma longa história! Não pode ser dito, assim, em três palavras! Concerteza! Mas em termos muito amplos, muito gerais, esta é a temperatura da história neste momento. Esta é a temperatura do Planeta! O Planeta tem uma temperatura! Esta é a intensidade com que ele opera! É neste nível que as coisas reais estão a acontecer! É no nível da fusão, num grau, entre núcleos dentro de nós!

E tudo o que está em acto, é uma Escola Planetária de emergência, ou melhor: a Escola sempre esteve aí, só que nós não a víamos. Então, havia uns eleitos, que despertavam um pouco antes do que a humanidade - isto há mil, mil e quinhentos anos - e dirigiam-se a essas Escolas. Hoje, o processo é global. É maciço. Trata-se de a humanidade que está despertando, de uma forma sincronizada, aprender a reconhecer a Escola. A Escola está no ar! A Escola está, simultaneamente, na atmosfera e no teu íntimo! A Escola está a nascer para nós. Ou talvez se tivesse que dizer: nós estamos a nascer para a Escola.

Tuesday, November 22, 2011

O Corpo de Luz no Caminho Espiritual



O livro “Sagrados Mistérios”, de Trigueirinho, que faz parte da Coleção Pedaços de Céu (Editora Pensamento), vem suscitando perguntas nos encontros de estudo. Transcrevemos algumas delas, com as respostas, para informação dos leitores. Que nos reserva o caminho espiritual, além do maior controle que passamos a ter sobre a personalidade e suas reações?

O caminho espiritual não se limita ao aperfeiçoamento da personalidade; é um mergulho cada vez mais profundo no relacionamento com o mundo interior, com o mundo das energias. No decorrer desse caminho, aprendemos como se criam e se desfazem as formas, tornamo-nos conscientes do que é transitório e do que é eterno. Vamos entrevendo a existência de um Plano evolutivo, começamos a imbuir-nos do amor por ele e a ter gratidão pelo que realiza no planeta e nos seus habitantes. Crescem nossa compaixão e alegria ao percebermos a existência de grupos de almas reunidas para cumprir esse Plano, grupos internos. Aproximando-nos desses grupos, descobrimos como chegar às fontes que os alimentam e irradiamos a todo o universo a luz que deles emana.

Que sinais vamos tendo de que estamos nesse caminho?

Quando realmente trilhamos essa senda, avançamos com fé e despreocupados da nossa evolução. O alento nos chega do espírito e não nos abalamos demais com fatos externos. Assim, prosseguimos firmes, sem perceber os fios de luz que vamos deixando pelo trajeto. Esses fios são as obras abnegadas. São recolhidos por seres sutis que trabalham na tecedura do nosso corpo de luz.

O corpo de luz é a nossa aura?

Não, o corpo de luz não é nem nossa aura nem a rede de energias que nos permeia o corpo físico. O corpo de luz é o que acolhe a energia da alma quando ela amadurece. Pode seguir as leis do plano espiritual e sustentar-se nele com harmonia.

Quando nos tornamos capazes de nos devotar plenamente ao cumprimento das leis espirituais, começamos a tecer nosso corpo de luz.Por que criamos esse corpo, quando já temos tantos outros?

Com o corpo físico agimos no mundo material, carregamos objetos, levamos, trazemos, montamos e desmontamos coisas, e assim por diante. O corpo emocional gera afeto, felicidade, ódio, infelicidade, bons e maus sentimentos. O corpo mental elabora, analisa, ordena, classifica e estrutura, entre outras atividades. O corpo da alma, chamado de corpo causal, expressa, por sua vez, sintonia com o Plano Evolutivo e orienta-se em sua direção. A alma, a certa altura da sua trajetória, passa a infundir essa sintonia nos corpos mais densos, a conectar o mundo material com o mundo interior. Contudo, o corpo da alma só suporta as energias no nível intuitivo da consciência e desintegra-se ao toque do fogo do Espírito, que vive em nível mais profundo e elevado do ser. Portanto, para a alma ascender ao espírito, fato que ocorre quando ela amadurece, necessita do corpo de luz. Esse corpo é que lhe permite tal expansão.

Que significado tem essa expansão para o ser humano?

Essa expansão significa, sobretudo, maior adesão de todo o ser às leis superiores. Mas há outros aspectos dela: os padrões do corpo e luz permitem-lhe transcender a esfera da vida planetária e compartilhar da vida cósmica. Para ingressar nessa vastidão, o ser tem de desfazer vínculos, desapegar-se das coisas terrenas. Só quando está mais liberado consegue suportar o ritmo dos impulsos espirituais. Com o corpo de luz construído, é capaz de reconhecer as metas maiores de uma evolução que está muito além da humana e terrena. O corpo de luz, veículo sublime de amor e união, permite-lhe aproximar-se da emanação divina que lhe cabe irradiar.

Por Trigueirinho - Livro Sagrados Mistérios

Monday, October 24, 2011

Consciência Estelar


Do ponto de vista dos níveis do ser onde nós somos reis e senhores de nós mesmos, é como se a existência que nos acontece, o cenário onde estamos a ser projectados equivalesse a uma pérola, a um tesouro que tem 7 revestimentos em torno dele, equivalesse a uma pedra preciosa que tem 7 camadas geológicas em torno dela até que o seu verdadeiro brilho possa ser revelado. Existem estas 7 camadas em torno do brilho central que são como 7 línguas que a nossa consciência soube falar, 7 grandes degraus que a nossa consciência soube descer e essa identificação da nossa consciência com essas 7 camadas é uma realidade do Plano, é um enriquecimento da jóia.


Neste momento a História profunda da Terra, a situação planetária pede que a consciência retorne a Casa.

Não existe nada de negativo em, momentaneamente, a jóia que tu és se identificar com o plano astral, ou com o sistema nervoso, ou com os 5 sentidos, ou com a intuição e a participação na vibração da alma. Não há nenhum problema nisso excepto que essas identificações tiveram o seu tempo, o seu ciclo, e enquanto a jóia está identificada com essas camadas, ela não pode revelar para si mesmo, para os outros e para o Cosmos a vibração pura de que o planeta tanto necessita agora. É como se todas as identificações que a jóia tem feito foram válidas, necessárias e legítimas para nos trazer, exactamente, à crise global em que nos encontramos agora.

De uma forma geral a história conhecida do homem é a história de identificação da consciência com algum plano de expressão.

Os Sumérios estavam identificados ao mesmo tempo com coisas muito altas, como a astrologia ou a conexão consciente com a vibração de certas constelações além do zodíaco e com realidades muito literais como a invenção da política ou das cidades estado. O Egipto estava ao mesmo tempo preocupado com a imortalidade e com canais de irrigação para nutrir as zonas potencialmente férteis.

Quase todas as civilizações conseguiram um equilíbrio entre uma identificação muito alta de níveis muito profundos da consciência universal e a consciência cósmica e com níveis muito pragmáticos. Ao mesmo tempo que a China fazia uma reflexão sobre o equilíbrio dos opostos através do Tao, inventou o papel e a cerâmica. As civilizações sempre tiveram essa capacidade elástica de fazer ligações muito acima e ao mesmo tempo permanecerem bem ancoradas no planeta.

A nossa História é a história de identificação com patamares horizontais de expressão. Nem todos os seres vivem identificados com os “jardins suspensos” do nível espiritual, nem todos os seres podem viver o tempo todo identificados com a ilusão da matéria.

Os níveis: físico, etérico, emocional sentimental, romântico, do desejo, da mente objectiva, da mente subjectiva, da mente especulativa, do intelecto, da intuição, da intuição avançada, a telepatia superior, o nível espiritual do fogo puro, monádico (Eu Sou) e divino não são distorções por si, são jardins, são mundos com as suas luzes e sombras. Estes níveis mais abaixos com os quais nós estamos mais identificados são crepusculares, são feitos de contrastes e a consciência do ser é enviada para jardinar estes territórios. A identificação com estes níveis é a ciência da identificação e a humanidade pratica esta ciência inconscientemente e, ainda bem. Uma criança vai-se identificando com o físico etérico; um jovem com o mundo dos sentimentos e do desejo e um adulto, progressivamente, com o plano mental.

A Terra como uma matriz orgânica e espiritual aspirando à libertação em relação a uma malha controladora, ela precisa de consciências capazes de viajar ao longo do eixo, do físico ao divino sabendo experimentar cada patamar sem ficar prisioneiro de nenhum nível, porque aquilo que envolve a jóia é um jardim enquanto eu for um jardineiro, senão transforma-se numa prisão. A Terra tanto é um jardim como uma prisão.

A Humanidade é uma dimensão/luz justaposta a outra dimensão/luz superior.

A consciência estelar que nós somos necessita de ser desafiada a acordar aqui em baixo. Nós somos, de um ponto de vista final, definitivo, absoluto, enviados da Alegria infinita para dentro da alegria finita. É o momento de o indivíduo recuperar, sem dúvidas, a partir de uma reconversão na identidade, no modo, no motivo condutor, nos porquês e nos comos, de que ele é uma dimensão luminosa adaptada à humanidade local através do protótipo na mente do Pai – Adão Kadmon.

Cada um de nós dispõe de uma turbina de frequências capaz de levar a consciência a galgar no sentido ascendente estes 7 degraus de retorno à origem.

A fórmula planetária neste momento está saturada de tudo o que é secundário, lateral, aproximativo, o planeta necessita urgentemente da vibração definitiva ou afirmativa de consciências estelares que sabem o que são, quem são e porque estão aqui. Consciências despertas acima da 3ª dimensão capazes de envazar o facto de que nós somos uma consciência estelar.

O que a Hierarquia cósmica pede é que um indivíduo seja superiormente criativo. Que o ser não tenha a mínima dúvida que ele é essa força criadora suprema, definitiva, exprimindo-se neste mundo relativo – que ele é Vida.

O Comando Orion, o Comando Plêiades (que são os dois comandos com os quais este trabalho mais lida), os serafins assignados para a evolução da consciência especializada (os 144.000), eles não estão pedindo mais nada senão que o indivíduo aceite, aspire, persista, ame a ligação ao seu ser maior, a ligação à Árvore da Vida, mas esta ligação consome a nossa energia. É muito pouco provável que eu queira restabelecer a ponte (Antakarana) que liga os meus 7º, 4º e 1º chacras com a Árvore da Vida e ainda me sobre energia psíquica para participar na espiral descendente em que o planeta entrou.

Sempre que um ser se está queixando da situação planetária, ele não está fazendo o trabalho. Recentemente o Cristo visitou-nos através de 156 mil pessoas que morreram. Visto de um ângulo são 156 mil mortes, visto de outro ângulo é o próprio Cristo. É como se Jesus Cristo tivesse descido nas praias do Yucatão ou em Tomar. O Cristo é o que bate à porta à noite e nos desperta, é o que rompe os véus da inconsciência, da indiferença e da ignorância, é o Raio instrutor que tocou a situação indiana através de Krishna, tocou a situação egípcia, tocou a situação pré-colombiana. O Cristo é o Raio da função Pai, das energias do Trono que viaja com mais liberdade ao longo da Árvore da Vida.

A Árvore da Vida é composta por 21/22 grandes raios de energia divina viva. Eles partem do Trono e espalham-se, por processos holográficos, ao longo da rede electromagnética superior que nutre os núcleos dos planetas, os corações da humanidade, os corações extraterrestres, angélicos, dévicos...

O Raio crístico é a energia principal que mantém a aglutinação dos outros 21, é o Raio que viaja com mais liberdade ao longo da Árvore da Vida, portanto, ele é o que desperta, é o que fala directamente ao coração e à consciência acerca do seu caminho, ele vincula a pequena à grande consciência. O Adão Kadmon é uma adaptação do infinito ao finito. A energia crística é a manutenção dessa figura sagrada, suprema que é o Adão Kadmon.

O Adão Kadmon é primordial, é a ideia inicial de como adaptar a consciência infinita aos mundos finitos, o Cristo é a manutenção do processo.

Enquanto a mónada tem todas as frequências/luz necessárias para a iluminação total da matéria, o interface é feito pela activação do corpo de luz. Uma rede geométrico/cristalina que tem muito mais a ver com a matemática, a geometria sagrada, a precisão, do que o nosso romantismo espiritual gostaria de imaginar. Ele encontra-se, devido ao abaixamento da consciência generalizada, a 20% nos seres despertos e a 2 ou 3% na humanidade comum, e naqueles despertos que já se encontram numa fase crítica, está nos 40%. Este corpo de luz reconstituirá a memória do que tu és, a vida intracelular, a luz nos canais linfáticos, a quantidade de ouro que o teu sangue passará a transportar, o tipo de segregação glandular capaz de gerar a hormona da ascensão.

Todas as glândulas do corpo, quando entram num binário específico e a pineal, emitem uma nova informação secreta que leva o sistema glandular a gerar uma hormona desconhecida que começa a preparar as células para a ascensão. O processo é químico.

Quando estamos em oração estamos a enviar energia psíquica para o corpo de luz. O ser humano terá que realizar 51% da luz do corpo e a mónada fará baixar os outros 49%.

No 10º chacra ligado ao Raio da Transfiguração – 10º Raio – encontra-se o desenho geométrico em linhas electromagnéticas da mesma vibração suprema da Árvore da Vida. É um poliedro que está pulsando, como um coração cósmico do qual o nosso coração espiritual e o próprio coração físico são uma projecção. O verdadeiro coração nem sequer está no corpo mas no 10º centro luminoso.

Quando existe um êxtase do coração, que dura segundos na vida de uma pessoa, é quando o 4º chacra ligou ao 10º e aí o ser ama de uma forma que ele não pode explicar.

O corpo de luz (formado essencialmente por uma estrela de David) é activado em 51% pela nossa vontade, pela adoração, que é a forma mais rápida de lá chegar, a arte ou o trabalho profissional feito como uma karma yoga (fazê-lo fazendo-o bem feito) também faz convergir uma enorme quantidade de energia psíquica para o corpo de luz.

O sexo é uma realidade interessante porque ele tem as duas valências: tanto esvazia de repente o teu próprio corpo de luz, dependendo do campo, da coesão no qual a experiência sexual acontece, ou pode endereçar uma grande quantidade de energia para o corpo de luz, depende do campo electromagnético, isto é, do amor, da ternura e da lucidez vibratória que é colocada no facto.

À medida que tu fazes o trabalho aqui em baixo, desde que seja feito com clareza, impecabilidade e com distanciamento criativo, a tua psique emana ondas que ficam retidas no corpo de luz e começam a energizar a pirâmide Terra do corpo de luz.

Aspirar ao divino implica: os deuses, os Elohim, a tua própria mónada, virar-se para o divino e virar-se para aquilo que É. É aspirar, no fundo do poço, ao circulozinho que está lá no topo do poço. É um acto misterioso que se faz todos os dias. O que o planeta precisa hoje é de menos referências e mais acção espiritual pura.

Friday, October 21, 2011

Portais de Limiar-Signos Cósmicos

Vamos hoje lidar directamente com um coeficiente do corpo de luz de Elias que é um dos responsáveis máximos, juntamente com Samana, pela ascensão da Terra. Significa que uma pequena percentagem da consciência desse Hierofante interplanetário é doada à sala. Chama-se a isso divisibilidade do espírito.

Nós estamos muito longe da ideia clássica de que a presença de Elias está aqui nesta sala, nós estamos lidando com um invólucro electromagnético que é um coeficiente da radiação total do corpo de luz disso que, em tempos, foi um ser humano chamado Elias.

Existe em nós uma vida maior e uma vida menor. Existe uma vida de fundo encostada, como duas superfícies polidas que se unem perfeitamente, à própria raiz e à própria razão da existência e essa vida de fundo em nós é a parte do nosso ser que não contém qualquer mistura, ela permanece livre.

Então, nós temos uma parte do nosso ser que está misturada, numa diálise constante, com o mundo, com os outros e com a nossa própria subjectividade, e essa parte do nosso ser é feita de misturas, combinações, complexidades, e depois existe em nós a vida maior que não tem mistura e isso vive mais em nós do que a vida menor. Nós só dizemos maior e menor pelo tipo de foco e de abrangência que cada um destes núcleos constitui. A vida menor usa a consciência para criar o mundo. O mundo é um denominador entre milhões de consciências, é uma estabilização de uma dimensão e para que essa dimensão exista tem que haver um acordo entre as nossas consciências diurnas, o nosso dia a dia, isso tudo entra na fórmula que constitui a dimensão do mundo. E o nível em nós que não tem mistura, tem um foco e uma abrangência, não de um mundo, mas de mundos, não de um dia, mas de dias, e esse nível em nós que não se mistura, não se associa nem se identifica com nada, reconhece a sua presença nos outros.

A minha região pura reconhece, instantaneamente, a tua região pura. Nas regiões mais abaixo, na vida e na consciência onde há mistura, existe uma grande necessidade de troca para estabelecer contacto, mas nessa região que permanece unida à raiz do próprio Universo, aquilo que em mim é límpido reconhece aquilo que em ti é límpido porque aquilo que é da raiz detecta o que é da raiz em cada momento, em cada pessoa, em cada circunstância e isto é simples.

Independentemente do grau de mistura e de confusão que vocês sentem aqui em baixo, vocês são mais ou menos convidados a tolerar, a viver aquilo que em vós não tem mistura e que é a pulsação de origem que é extremamente activa. Isso que não tem mistura sempre se sobrepõe e constitui uma base, sempre está presente, basta que eu seleccione a maior parte da minha consciência para quilo que em mim não tem mistura.

Quando olhamos para as nossas sombras, elas são energizadas pelo nosso próprio olhar. A maior parte das vezes, se não existe um trabalho de cura profundo, elas ficam mais fortes e quando olhamos para as nossas luzes a mesma coisa.

Sempre que eu dirijo a consciência para a parte de mim que não tem mistura, que é pura, límpida, que nasceu no céu, todo o meu ser é impregnado, em ondas, por essa presença, e aquilo em nós que tem mistura precisa, desesperadamente, daquilo em nós que não tem mistura. Antigamente nós chamávamos a esta parte do ser: mónada, atman, centelha divina. O problema destas palavras é que elas criam, no córtex, sinapses especificamente endereçadas para criar a ilusão de que compreendemos o que estamos a dizer.

Existe uma região em nós que é como uma terra onde o Sol nunca se põe, que é feita de nada, e, no entanto, exerce uma pressão criadora sobre toda a parte em nós que é misturada.

O objectivo do Comando Estelar é aumentar a capacidade de um ser humano ancorar, em si, o primeiro aspecto do Universo. Elias lida especificamente com essa electricidade suprema a que Blavatsky chamou “Fogo Cósmico”. Lida com matéria/anti matéria, partícula/anti partícula, universo/anti universo, tempo/eternidade, ciclos evolutivos/arquétipos cósmicos.

Assim como um planeta recebe uma constelação de arquétipos, isto é, de forças divinas que vão pré determinar o comportamento dos povos e essa família de arquétipos (pai, mãe, filho, herói, messias, bem, mal, iniciação, árvore da vida, elixir da eterna juventude, etc.) marcará as grandes auto estradas da nossa evolução psicológica.

Uma galáxia recebe 22 arquétipos que são os signos cósmicos. Aparentemente uma galáxia contém um centro de poder – Pai, um centro de amor – Filho e um centro de modelação de luz – Mãe.

O Trono é trino. Em torno do Trono, que geograficamente se situaria no centro de um disco galáctico, existem 22 portais. Significa que o Trono actua com uma incrível precisão numérica, geométrica, gemátrica e até semântica ou semântrica, isto é, o Trono actua numa incrível precisão semântrica.

No final vamos ouvir uma peça musical que, se tivesse de fazer uma lista de 10 peças musicais poderosas esta era a primeira. Ela relaciona directamente o caos criativo, primordial, com as altas frequências de organização de força nas regiões do Trono. Em certos momentos há descontinuidades imensas, essas descontinuidades são portais cósmicos. Sente-se claramente as mudanças de carga electromagnética entre portais, só que esses portais são portais que terminam num limiar consciencial, rompem o envelope electromagnético que modela a consciência para dentro do limiar anterior, e ejectam a consciência para dentro de um novo oceano de consciência superior.

Na verdade, assim como a visão é uma alucinação controlada, a lucidez é uma loucura controlada. Um óptico poderá dizer que a visão é uma alucinação mantida estável. Como todos partilhamos da mesma alucinação chamamos a isso “realidade objectiva”.

A consciência, desde o náutilus passando pelos cavalos marinhos, pelos gatos domésticos, pelos cavalos, pelos seres humanos, pelas hostes angélicas, pelas irmandades cósmicas, pelas ordens de Michael, Enoch, Melkizedeque, Metatron e, finalmente, as coroas de vibração em torno do Trono, a consciência e a lucidez é a loucura divina tornada estável para patamares de percepção.

Quando digo loucura estamos nos antípodas da palavra tal como ela é usada em psicologia clínica, estamos a falar de quando a consciência encontra a sua própria raiz, ela fica livre de quaisquer atributos, ela torna-se consciência pura que é o próprio combustível do campo Merkaba.

A Merkaba, o vosso corpo de luz em torno do corpo físico, para ser activado, depende do amor, mas a sua nutrição é a consciência pura, é eu ser capaz de perceber que todo o ser é um todo e cada todo é absolutamente completo. É quando eu revelo a mim mesmo a natureza hermética da minha individualidade cósmica que o campo merkaba tem piloto. Não admira que ele esteja travado no caso dos seres humanos em geral. Estes portais são controles de linhagem. Para cada plano, para cada dimensão a consciência (do próprio Deus) é comprimida. Nós só somos conscientes na medida em que participamos da consciência divina no grau em que ela foi criada para esta dimensão. Ninguém tem consciência, Deus é consciência. Nós fomos admitidos ao patamar de consciência de 3ª dimensão.

A nossa consciência é como um anel que sobe ao longo de um eixo. O anel em si é vazio, quem lhe dá conteúdo é o divino. Existe uma frequência para a 3ª dimensão e um portal de limiar. Além desse portal existe a consciência do mesmo Deus desdobrada para a 4ª dimensão, e assim sucessivamente. O que acontece aos iniciados é que a consciência é admitida a um oceano de consciência superior que sempre lá esteve e aquilo que és na 6ª dimensão, já lá está, uma vez que Deus é a consciência de tudo, independentemente do tempo.

Quando dizemos que o ser foi iniciado, essa palavra só é válida do ponto de vista da evolução dele (de baixo para cima), porque do ponto de vista da totalidade, ele simplesmente se uniu a uma parte dele mesmo que sempre existiu e que o esperava.

O adepto, e até mesmo o avatar que vocês são, já está vibrando nas piscinas superiores de consciência divina, agora, o anel da nossa consciência ainda está subindo e descendo da 3ª para a 4ª, bate em certas frequências da 4ª dimensão e retorna num fluxo para a 3ª dimensão.

A nossa consciência é um anel ao longo do eixo crístico do teu ser nivelado. Esse eixo contém todos os andares de consciência que tu podes ser.

Quando jogamos rugbi a consciência altera-se, ficamos todos um pouco mais na idade do bronze, a consciência vai ao encontro duma região do anel que está mais abaixo.

Quando as pessoas se apaixonam há uma projecção mística e mútua das divindades latentes em cada um dos dois, o que faz acelerar o anel da consciência, praticamente, até à 4ª dimensão superior.

Quando um cientista faz uma descoberta, a consciência rompe o limiar da 3ª dimensão e entra claramente na 4ª dimensão por momentos. Quando grandes dançarinos, pintores, chefes de estado são tomados por uma força superior, a consciência rompeu o envelope electromagnético da 3ª dimensão e é admitida a uma secção do eixo mais acima, só que o eixo não pára, ele vai desde o náutilus, que tu eventualmente foste, até ao Trono.

Quando falarmos, no futuro, em eixo crístico universal, ele existe como uma realidade máxima enfeixando todos os eixos crísticos individuais.

Quando nos identificamos com o anel, estamos nos identificando com a experiência da consciência num patamar, mas se tu vais um pouco mais para o fundo começas a sentir que podes subir e descer, começas a movimentar-te ao longo do eixo crístico individual.

Quanto mais eu tomo consciência desse eixo crístico mais eu consolido o pilar de luz que, por desígnio cósmico, me foi entregue realizar. E é aqui que chegamos aos 22 signos cósmicos que são portais no Trono.

Os portais de limiar são zonas onde há autorização da Hierarquia para romper com o campo electromagnético que mantém o anel da consciência circunscrito a uma secção do eixo vertical. De uma maneira geral, se as pessoas não fizerem um intenso trabalho interior, a nossa consciência tem uma viagem média entre algumas frequências do reino animal e algumas frequências angélicas, a maior parte do eixo são as frequências humanas propriamente ditas.

Friday, October 14, 2011

Radiancia

O despertar da humanidade que vive na superfície da Terra, implica várias operações simultaneamente. 

Vamos aprofundar quais são essas operações, ter uma noção mais clara e definida que for possível daquilo que não nos está a acontecer e se podermos perceber o que nos está a acontecer, melhor.

O despertar da Humanidade de um planeta que está à beira de um salto entre dimensões, é apenas uma das operações de que toda a engenharia sideral precisa de levar a cabo, para que o planeta passe de um estado tridimensional para um estado quatridimensional. Isto significa que o órgão do planeta que representa o "Eu Consciente" desse planeta, terá o seu espectro alargado - a consciencia dilata-se até abranger a 4ª dimensão. Na quarta dimensão temos a experiência de que somos eternos, de que somos IRMANDADE e de que o tempo é uma operação do nosso próprio subconsciente - é não uma existência em si, mas um fenómeno de percepção.

Um planeta de 4ª dimensão não significa que as montanhas vão ficar transparentes, ou os cisnes azuis, ou as plantas emanem som, ( isso seria um planeta de 6ª dimensão? ). Um planeta de 4ª dimensão significa que a dimensão em que a divindade oculta se exprime para a substancia, para a energia e para as formações exteriores, já abarca a 4ª dimensão, isto implica, no reino humano, uma estabilizaçaõ da consciencia e da vontade acima do plano mental.

As operações que estão em curso têm 3 níveis: Primeiro, o corpo astral e o corpo mental estão a passar por uma fusão. Estão a ser preparados dentro de nós uniões entre certos níveis do sentimento. A antiga mente e o antigo espectro conhecido de sentimentos e de emoções passa para o nível de manutenção de equilíbrio psicológico e têm muito pouco para nos dar como estímulo evolutivo actual.

A nível abaixo da consciência, a mente e o veículo emocional estão a começar um processo de integração de síntese. Nós vamos ter novos sentimentos, vamos ter uma maior presença do fogo do magnetismo transcendente, do magnetismo aglutinador, onde antes tínhamos energia de discriminação e de pureza mental, assim como vamos ter conhecimento directo a partir do coração.

Quando a antiga mente e o antigo centro de resposta senciente que é o coração são desactivados, uma síntese maior – até então oculta - pode vir ao de cima. Nós vamos começar a amar não apenas com o coração mas também com a Luz no Centro da Cabeça, e vamos começar a compreender, a inteligir com o coração. Nós somos seres mentalmente em mutação. A nossa mente está sendo transformada e está-se a dar a activação em toda a Humanidade que poder responder a esse estímulo, de funções até agora desconhecidas no hemisfério cerebral direito. É aqui o laboratório da nova mente.

A nova mente não é composta nem pelo hemisfério cerebral esquerdo nem pelo direito, ela é composta por núcleo que está agora a ganhar potência e que integra as duas coisas, isto é, eu toco violino e faço especulação matemática como se fosse a mesma coisa - a divisão entre lógica e contemplação omniabarcante desaparece.

Antigamente ou tocava violino ou fazia contas de matemática, porque são funções que se distribuem simetricamente na topografia do cérebro. E o que os Irmãos maiores estão a preparar, é uma união dessas faculdades nas quais o ser humano comum irá ser iniciado, absorvido, irá ter a sua mente absorvida por uma mente que pré existe à divisão entre inteligência e amor: assim emerge a SABEDORIA.

Esta fusão altera completamente toda a nossa noção de vida e toda a nossa resposta preceptiva à realidade que nos envolve.

Amar e compreender nunca estiveram tão próximos. Compreender e amar nunca estiveram tão unidos. Agora, eles vão passar a ser uma mesma expressão.

O primeiro nível do que está a acontecer com cada um de nós, é essa união entre dois veículos, duas naturezas que muitas vezes se distanciavam, é por isso que cada um de nós não está quer usar o intelecto antigo, tem a impressão que está a utilizar um veículo do princípio do século, assim como quando se envolve em químicas emocionais também percebe que está a fazer uma viagem ao museu da vida emocional da humanidade dentro dele.

Nós estamos sendo convidados a olhar para a nossa vida interior e começar a distinguir as peças de museu e criar uma distanciação inteligente - no Oriente chama-se a isto desapego - em relação a essas peças de museu dentro de nós de forma a que a energia cósmica possa começar a remover, transformar, a dissolver ou a transmutar esses habitantes interiores. Este é o primeiro nível.

O segundo nível, é que o nosso eu superior (que até esta fase tinha estado estabilizado acima da mente, permitindo-se centrar em cada pausa entre os pensamentos, permitindo-se visitar-nos em cada momento em que nós atingimos o mínimo de quietude mental) o eu superior está a transladar-se rapidamente do quarto plano para o quinto plano.

As nossas almas estão a começar a estabilizar-se no quinto nível. Elas estão subindo de nível. Este núcleo dentro de nós está-se transladando para um novo patamar de vibração que não é mais o nível intuitivo. Isto significa que o nível intuitivo passa a ser uma actividade normal a partir desta fase de desenvolvimento da Humanidade.

Agora nós olhamos para a nossa existência e mais uma vez constatamos que estamos abaixo do normal, mas isso é um problema de cada um de nós. O que seria neste momento normal é que em cada 20 decisões nossas, 18 ou 17 sejam guiadas pela intuição e a intuição nasce com o poder do amor.

A intuição é tu teres um livro aberto frente a qualquer situação. Como o livro é sagrado e o seu conteúdo é secreto, só através da porta do amor os Irmãos podem abrir o livro, antes disso eles estariam expondo à voracidade da mente aquilo que deve permanecer sagrado. Entretanto todos estes seres têm um manancial de sabedoria imenso à sua disposição.

O sábio do alto da montanha mudou-se para dentro de ti e pelo poder do amor, de um cuidado e de um compromisso inteligente de me identificar com a dor do mundo (que é uma das experiências menos agradáveis do amor), pela minha capacidade de me unir àquilo que sofre neste planeta e não permitir uma distanciação fria (excepto a distanciação mínima para eu estar abstracto em relação a essa dor, senão não faço nada), eu tenho um compromisso total com o problema do Homem.

O equipamento que está sendo ligado, a leitura, os momentos de silêncio, as sincronias misteriosas, as convergências, o amigo espiritual, a frase certa, o objecto certo, o dia certo, tudo isto é demasiado precioso para ficar conveccionado no nosso problema apenas, então, existe esta turbina que nos está convidando a ampliar a nossa mesa de trabalho até que esta possa absorver a Dor do Mundo.

As nossas almas ocupam o nível actualmente que era ocupado por aquilo que a tradição ocidental chamava o “anjo da guarda”. Não todos os seres humanos indistintamente, mas a porta está claramente aberta - as almas lidam com energia de luz, elas são entidades térmicas, onde elas sentem que o fogo, o calor da realidade profunda existe, elas deslizam suavemente na direcção desse calor, elas são entidades térmicas - ocultamente falando, isto é são atraídas pelo calor do amor e da devoção.

Quando as almas se transladam para esse 5º plano, todo o teu interior entra num efeito de pressão composto por aquilo que antigamente se chamava o "chamamento", todo o nosso interior se torna Acolhimento e isto porque a alma que estava antes ocupando o papel de Krishna, aquele que guia a carruagem dos três cavalos - físico, emocional e mental - a alma iluminou os cavalos, largou as rédeas, e está-se transladando para o plano espiritual, que é o plano onde é possível ela ser completamente dominada, absorvida, possuída pela energia da Mónada, pela energia átmica. Isto é o segundo nível do que está a acontecer connosco. Por um lado, os níveis mais altos do plano emocional, do plano dos sentimentos, portanto, aquilo que corresponde aos sentimentos superiores, está-se integrando a mente profunda, e a mente profunda já não funciona mais fora dos sentimentos superiores, aliás, a mente profunda é uma consequência da coexistência de nossa consciencia com os Sentimentos Superiores.

                                                                         * * *


A energia que é preciso gastar para ficar à superfície da existência é cada vez maior. O cansaço não tem a ver com não ter encontrado o caminho, o cansaço nesta etapa tem a ver com ter encontrado o caminho e não estar assumindo o caminho. É uma coisa muito diferente.

A energia que eu tenho que gastar para estar fora do caminho é cada vez mais alta, assim como a energia centrífuga que os vestígios desta civilização mantêm activos, é cada vez maior, o poder da manipulação visual, sonora e da informação é cada vez maior. Isto é percebido quando tu chegas a casa e não tens absolutamente nada para fazer, e há um chamamento interior para ficares numa quietude dinâmica e tu consegues encontrar alguma coisa para fazer, há sempre mais uma coisa para fazer quando o espírito chama. Muitas pessoas chegam a casa, a casa está completamente arrumada, existe apenas o pó do dia anterior e elas vão limpar a casa (!) , isto significa incapacidade de penetrar no templo interior.

O décimo telefonema, pela décima vez, ao décimo amigo, é incapacidade de penetrar no templo interno, estas coisas têm que ter nomes cada vez mais claros. O contínuo remanejamento de objectos, a contínua preocupação do ritual exterior, nesta fase dos acontecimentos, é uma incapacidade de estar frente ao templo e frente à chama.

A terceira operação é a construção do corpo de luz. É a construção em nós de uma sub entidade viva, que corresponde, numa simbologia da crisálida e da borboleta, exactamente à borboleta. Enquanto a Mónada está no quarto plano ela é uma crisálida sob o ponto de vista esotérico, ela está em sarcófago, aprendendo a transmitir sob a forma de dor, impulsos para que a personalidade perceba qual é a vibração.

A quarta operação oculta em nós, que é o despertar do campo monádico na Humanidade inteira, a alma é admitida a esse 5º nível, ela pode voar acima do controle constante sobre a personalidade. Ela começa a tornar-se activa no nível onde antes era passiva, ela recebia intuição do núcleo de fogo, e passava para o consciente de cada ser. Ela deixou de ser passiva no nível onde recebia a intuição, subiu, e aí tornou-se ainda mais activa sobre a nossa intuição, ela está a começar a preparar aquilo a que se chamou "as núpcias". O corpo de luz é a veste na qual a alma pode tornar-se presente a esse património interior, é a veste através da qual a alma pode fazer fusão com a energia cósmica que vem da Mónada.

Toda a auto consciência do sistema solar é uma doação, uma tocha de Siriús e a alma apaga a energia que vai desde a primeira palpitação da consciência, até à sublime. Se a energia que activa a auto consciência vem da estrela Siriús, a energia que activa a vontade e poder monádico, e portanto, a vida, vem de uma outra estrela que não está a Via Láctia, está noutra dimensão. Então estas estrelas agitam-se um pouco e toda a Humanidade é iniciada.

O que é que nós temos à nossa frente? Quatro operações: a fusão do emocional no mental; a síntese do emocional e do mental; um terceiro tipo de percepção ao qual nós podemos chamar senciência (uma consciência sensível e uma sensibilidade inteligente), este tipo de progressão, esta capacidade do acto humano seguir este rasto, que é um novo rasto, nós antes seguíamos outros rastos, outros labirintos, outros processos, íamos pela esquerda ou pela direita, éramos seres emocionais ou fazíamos contas de matemática, fazíamos as duas coisas ao mesmo tempo, a energia segue o pensamento e o pensamento ou estava dividido ou estava unido por carência. Há um fundo que não está preenchido e muitos pseudo sentimentos emanam desse fundo. Esses rastos são os dois rastos conhecidos e há todo um grande processo de cura da humanidade que se está desenvolvendo - há uma quantidade enorme de curadores que está disponível cada vez mais. Mas o que nós estamos aqui a tratar é de outro rasto, que é quando tu sabes qual é a direcção, o teu coração está completamente activo e se te pedirem para escreveres um tratado, tu escreves um tratado com o coração. ...?..., é uma inteligência articulada, límpida, cristalina, mas que vem impregnada da força de coesão magnética cósmica do qual o nosso coração participa

Esta fusão entre os corpos emocional e mental está em curso, o translado da alma do 4º para esse nível mais alto está a acontecer neste momento, a formação do corpo de luz está também a acontecer e está-se a dar ao mesmo tempo o despertar do campo das mónadas, é muita transformação, é uma arquitectura nova dentro de nós.

O que é que significa para nós o despertar do campo monádico? Nada, para o eu consciente esta expressão não tem utilidade nenhuma. O despertar do campo monádico é útil para a vida da alma, ela passa a estar ...?... por um fogo activo e não apenas por um fogo latente.

O homem de há cem anos atrás era portador de um fogo latente, de uma capacidade de se auto dirigir para a luz latente e essa capacidade foi activada, as mónadas passaram de uma estado de brasas ocultas para chamas activas. O percentual de energia destinada a operações de direcção, decisão, reunião do disperso e de síntese é muito alta.

Esta chama tendo despertado colectivamente de uma forma central, permite a irmandade entre os seres humanos.

Sunday, October 9, 2011

Nível Espiritual e Corpo de Luz

Nível Espiritual

Terceiro subnível do nível físico cósmico, para onde a consciência se traslada com o corpo de luz. É qualificado pela Luz da Inteligência, o Terceiro Raio, e por aspectos superiores do elemento fogo.


Corpo de Luz

Veículo de expressão do ser em níveis supramentais. Tem o nível espiritual como base de sua polarização. Nessa acepção, não se trata do corpo etérico do homem, rede de energias que mantém o corpo físico integrado e cuja vibração pertence aos níveis materiais densos. O corpo de luz está para a mônada assim como o corpo mental está para a alma. Vai sendo formado à proporção que o relacionamento entre a mônada, alma e eu consciente se fortalece. É, por excelência, instrumento da energia crística. A construção dessa veste interior tem início quando a consciência se ergue além da mente racional e, uma vez começada, propicia alinhamento entre os diversos núcleos do ser.

A princípio esse alinhamento apresenta distorções, mas à medida que a consciência externa amplia sua receptividade às irradiações espirituais, ele se verticaliza, se expande, e o ser torna-se canal de correntes cósmicas. São estas que, ao tocar a mônada, desencadeiam o processo de criação dos fios luzentes que servirão de matéria-prima para o corpo de luz. Quando a alma e a personalidade se tornam receptivas a essas correntes, eleva-se delas uma onda de gratidão e oferta que, unida aos fios gerados pela mônada, o fazem surgir. O corpo de luz amadurece após o despertar da mônada. A princípio, quando a energia do ser está concentrada no corpo causal e nos níveis da forma, o corpo de luz é apenas “tênue película” nos mundos abstratos. Mas quando o relacionamento entre mônada e vai sendo construído e o processo de integração da personalidade vai transcorrendo, esse corpo sutilíssimo começa a ser tecido.

A energia enviada pela mônada para o despertar da alma fortalece o corpo de luz; a alma, ao invocar a energia monádica, fá-lo vibrar – e assim ele vai-se plasmando, vai emergindo nos mundos internos e emitindo sua radiância. A tecedura desse veículo luzente é fruto do amadurecimento da consciência total do ser.

A essência pura existente no âmago de todas as partículas participa da construção do corpo de luz, doando-lhe a própria qualidade original. Como o corpo de luz propicia ao eu consciente o conhecimento da essência da matéria, tem as chaves da ressurreição, termo que possui profundos significados ocultos. Quando o corpo de luz está formado e a consciência pode nele polarizar-se, diz-se ter havido o nascimento da personalidade espiritual (composta pela tríade: personalidade integrada, alma e corpo de luz).

A vibração emanada desse corpo possibilita ao ser colaborara efetivamente na reconstrução do planeta, pois origina-se na energia do amor-sabedoria, sem a qual pouco se poderia salvar do que hoje há densificado na órbita da Terra. É por meio do corpo de luz que certas linhas da evolução dévica, em especial a Angélica, contatam o homem. Enquanto o relacionamento do ser com Entidades excelsas denominadas Espíritos da Criação se dá pela mônada desperta, o relacionamento com Arcanjos e Serafins dá-se pelo corpo de luz.


Tais seres habitam níveis superiores ao espiritual; todavia, encontram no corpo de luz o núcleo adequado para polarizar sua energia ao tocar a consciência interna do homem. Esse corpo interage de modo singular com os fogos. Exprime com predominância o fogo solar, por intermédio das qualidades polares deste, penetra, em fases avançadas da evolução, as vibrações do fogo cósmico e fá-las permear o fogo fricativo, no mundo material. A radiância do corpo de luz intensifica-se à medida que o equilíbrio e a harmonia se instalam na consciência do ser. Os primeiros contatos do ser com os grupos internos são realizados pela alma; já o ingresso nas Escolas Internas, que têm sua existência na vida extraplanetária, é realizado pelo corpo de luz. 


Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho

Download do Glossário Esotérico: http://www.4shared.com/dir/XnRodw0G/Trigueirinho.html

Thursday, October 6, 2011

O Despertar do Guerreiro Sagrado IX


O despertar da Humanidade de um planeta que está à beira de um salto entre dimensões, é apenas uma das operações de que toda a engenharia sideral precisa de levar a cabo, para que o planeta passe de um estado tridimensional para um estado quatridimensional. Isto significa que o órgão do planeta que representa o "Eu Consciente" desse planeta, terá o seu espectro alargado.


Um planeta de 4ª dimensão não significa que as montanhas vão ficar transparentes, ou os cisnes azuis, ou as plantas emanem som, isso é um planeta de 6ª dimensão. Um planeta de 4ª dimensão significa que a dimensão em que a divindade oculta se exprime para as trevas, para a energia, para as formações exteriores, já abarca a 4ª dimensão.

As operações que estão em curso têm 3 níveis: Primeiro, o corpo astral e o corpo mental estão a passar por uma fusão. Estão a ser preparados dentro de nós uniões entre certos níveis do sentimento. A antiga mente e o espectro conhecido de sentimentos e de emoções passa para o nível de manutenção de equilíbrio psicológico e têm muito pouco para nos dar como estímulo evolutivo actual.

A nível abaixo da consciência, a mente e o veículo emocional estão a começar um processo de integração de síntese. Nós vamos ter novos sentimentos, vamos ter uma maior presença do fogo do magnetismo transcendente, do magnetismo aglutinador, onde antes tínhamos energia de discriminação e de pureza mental, assim como vamos ter conhecimento directo a partir do coração.

Quando a antiga mente e o antigo centro de resposta senciente que é o coração são desactivados, uma síntese maior oculta pode vir ao de cima. Nós vamos começar a amar com o centro cerebral e vamos começar a compreender com o coração. Nós somos seres mentalmente em mutação. A nossa mente está sendo transformada e está-se a dar a activação em toda a Humanidade que poder responder a esse estímulo, de funções até agora desconhecidas no hemisfério cerebral direito. É aqui o laboratório da nova mente.

A nova mente não é composta nem pelo hemisfério cerebral esquerdo nem pelo direito, ela é composta por núcleo que está agora a ganhar potência e que integra as duas coisas, isto é, eu toco violino e faço contas de matemática simultaneamente, como se fosse a mesma coisa. Antigamente ou tocava violino ou fazia contas de matemática, porque são funções que se distribuem simetricamente na topografia do cérebro. E o que os Irmãos maiores estão a preparar, é uma união dessas faculdades nas quais o ser humano comum irá ser iniciado, absorvido, irá ter a sua mente absorvida por uma mente que pré existe à divisão entre emoção e amor. E no estado de amor pré existe a divisão entre emoção e amor. Esta fusão altera completamente toda a nossa noção de iniciações, de e toda a nossa resposta preceptiva à realidade que nos impõem.

Amar e compreender nunca estiveram tão próximos. Compreender e amar nunca estiveram tão unidos. Agora, eles vão passar a ser uma mesma expressão.

O primeiro nível do que está a acontecer com cada um de nós, essa união entre dois veículos, duas naturezas que muitas vezes se distanciavam e é por isso que cada um de nós, não querendo usar o intelecto antigo, e tem a impressão que está a utilizar um veículo do princípio do século, assim como quando se envolve em químicas emocionais também percebe que está a fazer uma viagem ao museu da vida emocional da humanidade dentro dele.

Então, nós estamos sendo convidados a olhar para a nossa vida interior e começar a distinguir as peças de museu e criar uma distanciação inteligente - no Oriente chama-se a isto desapego - em relação a essas peças de museu dentro de nós de forma a que a energia cósmica possa começar a remover, transformar, a dissolver ou a transmutar esses habitantes interiores. Este é o primeiro nível.

O segundo nível, é que o nosso eu superior que até esta fase tinha estado estabilizado acima da mente, permitindo-se centrar em cada pausa entre os pensamentos, permitindo-se visitar-nos em cada momento em que nós permitimos o mínimo de quietude mental, o eu superior está a transladar-se rapidamente do quarto plano para o quinto plano. As nossas almas estão a começar a estabilizar-se no quinto nível. Elas estão subindo de nível. Este núcleo dentro de nós está-se transladando para um novo patamar de vibração que não é mais o nível intuitivo. Isto significa que o nível intuitivo passa a ser uma actividade normal a partir desta fase de desenvolvimento da Humanidade.

Agora nós olhamos para a nossa existência e mais uma vez constatamos que estamos abaixo do normal, mas isso é um problema de cada um de nós. O que os Irmãos neste momento consideram normal é que em cada 20 decisões nossas, 18 ou 17 sejam guiadas pela intuição e a intuição nasce com o poder do amor.

A intuição é tu teres um livro aberto frente a qualquer situação. Como o livro é sagrado e o seu conteúdo é secreto, só através da porta do amor os Irmãos podem abrir o livro, antes disso eles estariam expondo à voracidade da mente aquilo que deve permanecer sagrado. A boa notícia é que todos estes seres têm um manancial de sabedoria imenso à sua disposição.

O sábio do alto da montanha mudou-se para dentro de ti e pelo poder do amor, de um cuidado e de um compromisso inteligente de me identificar com a dor do mundo (que é uma das experiências menos agradáveis do amor), pela minha capacidade de me unir àquilo que sofre neste planeta e não permitir uma distanciação (excepto a distanciação mínima para eu estar abstracto em relação a essa dor, senão não faço nada), eu tenho um compromisso total com o problema do Homem.

O equipamento que está sendo ligado, a leitura, os momentos de silêncio, as sincronias misteriosas, as convergências, o amigo espiritual, a frase certa, o objecto certo, o dia certo, tudo isto é demasiado precioso para ficar conveccionado no nosso problema apenas, então, existe esta turbina que nos está convidando a enriquecer a mesa de trabalho com a dor do mundo.

As nossas almas ocupam o nível actualmente que era ocupado por aquilo que a tradição ocidental chamava o “anjo da guarda”. Não todos os seres humanos indistintamente, mas a porta está claramente aberta - as almas lidam com energia de luz, elas são entidades térmicas, onde elas sentem que o fogo, o calor da realidade profunda existe, elas deslizam suavemente na direcção desse calor, elas são entidades térmicas esotericamente falando. Quando as almas se transladam para esse 5º plano, todo o teu interior entra num efeito de panela de pressão composto por aquilo que antigamente se chamava o "chamamento", todo o nosso interior se torna acolhimento e isto porque a alma que estava antes ocupando o papel de Krishna, aquele que guia a carruagem dos três cavalos - físico, emocional e mental - a alma largou os cavalos, e está-se transladando para o plano espiritual, que é o plano onde é possível ela ser completamente dominada, absorvida, possuída pela energia da mónada, pela energia átmica. Isto é o segundo nível do que está a acontecer connosco. Por um lado, os níveis mais altos do plano emocional, do plano dos sentimentos, portanto, aquilo que corresponde aos sentimentos superiores, está-se integrando a mente profunda, e a mente profunda já não funciona mais fora dos sentimentos superiores, aliás, a mente profunda é uma consequência da coexistência de sentimentos superiores.

A energia que é preciso gastar para ficar à superfície da existência é cada vez maior. O cansaço não tem a ver com não ter encontrado o caminho, o cansaço nesta etapa tem a ver com ter encontrado o caminho. É uma coisa muito diferente.

A energia que eu tenho que gastar para estar fora do caminho é cada vez mais alta, assim como a energia centrífuga que os vestígios desta civilização mantêm activos, é cada vez maior, o poder da manipulação visual, sonora e da informação é cada vez maior. Isto é percebido quando tu chegas a casa e não tens absolutamente nada para fazer, e há um chamamento interior para ficares numa quietude dinâmica e tu consegues encontrar alguma coisa para fazer, há sempre mais uma coisa para fazer quando o espírito chama. Muitas pessoas chegam a casa, a casa está completamente arrumada, existe apenas o pó do dia anterior e elas vão limpar a casa, isto significa incapacidade de penetrar no templo interior.

O décimo telefonema, pela décima vez, ao décimo amigo, é incapacidade de penetrar no templo interno, estas coisas têm que ter nomes cada vez mais claros. O contínuo remanejamento de objectos, a contínua preocupação do ritual exterior, nesta fase dos acontecimentos, é uma incapacidade de estar frente ao templo e frente à chama.

A terceira operação é a construção do corpo de luz, é a construção em nós de uma sub entidade viva que corresponde, numa simbologia da crisálida e da borboleta, exactamente à borboleta. Enquanto a mónada está no quarto plano ela é uma crisálida sob o ponto de vista esotérico, ela está em sarcófago, aprendendo a transmitir, sob a forma de dor, impulsos para que a personalidade perceba qual é a vibração.

A quarta operação oculta em nós, que é o despertar do campo monádico na Humanidade inteira, a alma é admitida a esse 5º nível, ela pode voar acima do controle constante sobre a personalidade. Ela começa a tornar-se activa no nível onde antes era passiva, ela recebia intuição do núcleo de fogo e passava para o consciente de cada ser. Ela deixou de ser passiva no nível onde recebia a intuição, subiu, e aí tornou-se ainda mais activa sobre a nossa intuição, ela está a começar a preparar aquilo a que se chamou "as núpcias". O corpo de luz é a veste na qual a alma pode tronar-se presente a esse património interior, é a veste através da qual a alma pode fazer fusão com a energia cósmica que vem da mónada.

Toda a auto consciência do sistema solar é uma doação, uma tocha de Sírius e a alma apaga a energia que vai desde a primeira palpitação da consciência, até à sublime. Se a energia que activa a auto consciência vem da estrela Sírius, a anergia que activa a vontade e poder monádico, e portanto, a vida, vem de uma outra estrela que não está na Via Láctia, está noutra dimensão. Então estas estrelas agitam-se um pouco e toda a Humanidade é iniciada.

O que é que nós temos à nossa frente? Quatro operações: a fusão do emocional no mental; a síntese do emocional e do mental; um terceiro tipo de percepção ao qual nós podemos chamar senciência (uma consciência sensível e uma sensibilidade inteligente), este tipo de progressão, esta capacidade do acto humano seguir este rasto, que é um novo rasto. Nós antes seguíamos outros rastos, outros labirintos, outros processos, íamos pela esquerda ou pela direita, éramos seres emocionais ou fazíamos contas de matemática, fazíamos as duas coisas ao mesmo tempo, a energia segue o pensamento e o pensamento ou estava dividido ou estava unido por carência. Há um fundo que não está preenchido e muitos pseudo sentimentos emanam desse fundo. Esses rastos são os dois rastos conhecidos e há todo um grande processo de cura da Humanidade que se está desenvolvendo - há uma quantidade enorme de curadores que está disponível cada vez mais. Mas o que nós estamos aqui a tratar é de outro rasto, que é quando tu sabes qual é a direcção, o teu coração está completamente activo e se te pedirem para escreveres um tratado, tu escreves um tratado com o coração. É uma inteligência articulada, límpida, cristalina, mas que vem impregnada da força de coesão magnética cósmica.

Esta fusão entre os corpos emocional e mental está em curso, o translado da alma do 4º para esse nível mais alto está a acontecer neste momento, a formação do corpo de luz está também a acontecer e está-se a dar ao mesmo tempo o despertar do campo das mónadas, é muita transformação, é uma arquitectura nova dentro de nós.

O que é que significa para nós o despertar do campo monádico? Nada. Para o eu consciente esta expressão não tem utilidade nenhuma. O despertar do campo monádico é útil para a vida da alma, ela passa a estar guiada por um fogo activo e não apenas por um fogo latente.

O homem de há cem anos atrás era portador de um fogo latente, de uma capacidade de se auto dirigir para a luz latente e essa capacidade foi activada, as mónadas passaram de uma estado de brasas ocultas para chamas activas. O percentual de energia destinada a operações de direcção, decisão, reunião do disperso e de síntese é muito alta.

Esta chama tendo despertado colectivamente de uma forma central, permite a irmandade entre os seres humanos.

Até à data nós tínhamos a chamada "Fraternidade", que é o que acontece com as almas no plano intuitivo, no momento em que se dá a activação do campo da mónada, acontece a "Irmandade", as almas sobem de nível e a relação entre almas - nós podemos perguntar: "mas qual é a diferença, é quase a mesma coisa, fraternidade, irmandade". Só que aparentemente, fraternidade tem a ver mais com as almas sendo filtradas pela personalidade e ajudando-se mutuamente no processo de evolução, enquanto que irmandade tem a ver com as almas conscientes que estão ligadas ao Uno. É outra energia.

Estas quatro operações visam criar seres humanos capazes de impressionar o meio ambiente. Elas passam a ser detentoras das chaves que transformam a circulação de energia no planeta inteiro. A parte da humanidade que precisa assumir este sector da vida está a nascer. A humanidade vampira continua, mas a humanidade co-criadora já está a nascer.

Ao mesmo tempo que diariamente nos são apresentadas tarefas e solicitações e que sem pensarmos, permitimos que a energia da nossa alma se distribua por todas essas tarefas, sem supervisionar demasiado o que está a acontecer, é necessário perceber o que a nossa alma está a fazer no meio ambiente, sem focalizar demasiado o assunto, porque tu nunca sabes o que é que realmente estás a fazer. Esta actividade consciente de eu achar que estou a irradiar energia para determinada pessoa, é uma actividade do eu consciente, eu preciso de me libertar de todas as convecções que eu imagino.

Uma das convecções mais interessantes é a que fala do 5º Império, é a manifestação da energia de que Portugal vai ser o grande guia da Humanidade. isto pode funcionar desta forma, todos os discípulos válidos começam a conveccionar-se nesta forma-pensamento e o consciente fica retido na ideia de Portugal emanando energia, quando o que é possível fazer já, é a consciência global revertendo sobre si própria a uma velocidade infinita. Nós precisamos focalizar Planeta e não País.

Isto significa que diariamente estão a acontecer em torno de ti micro e macro operações de uma beleza extrema. Se os Irmãos te permitissem ver o que tu fazes invisivelmente, quando estás bem ou mal, independentemente disso, sentias-te literalmente apaixonado por ti próprio. Basta sabermos que à medida que eu vou dedicando a minha energia, a minha ternura, à medida que eu vou aprendendo a reenviar a força de vida para dentro e para cima - e este é exactamente o que está por trás do mistério da geração do corpo de luz, é, quanto mais eu reenvio para dentro e para cima, mais ele está disponível para fora e para baixo, só que a minha consciência mudou.

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