Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Friday, December 18, 2015

The AIRSchool

The AIRSchool
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Este site contém:

1. As conferencias seminais de André Louro de Almeida ( entre 1998 e 2008 ) disponibilizadas numa única página online para acesso gratuito.

2. Actualizações sobre actividades, cursos e seminários.

3. Acesso, por compra, a registos em vídeo de longa duração.

4. Textos de fundo.

​5. Materiais de apoio aos coligados com a AIRSchool.

Cerca de 120 x 30 minutos estão disponíveis gratuitamente, no entanto algumas conferencias estão ainda em fase de produção.

Saturday, October 31, 2015

Sunday, December 15, 2013

Conferências - Terra Now

TERRA NOW

Um Ciclo de Conferências em Lisboa

Em Setembro de 2011, depois de um retiro de dois anos e meio, André Louro de Almeida iniciou um ciclo de intervenções públicas em Lisboa. Partindo de questões simples mas cruciais foram desenvolvidas 20 conferencias que transpiram actualidade, sentido de urgencia e impulso libertador.

Questões como "O que é a Humanidade?", "O Logos e o Fim da Historia", "Aproximação à Hierarquia" e "Vida Mais Abundante" são introduzidas de forma directa e clara, explorando as várias faces que cada tema pode sugerir. 

André é sistemático na denuncia dos hábitos da civilização que domina hoje o planeta e descreve o cenário global de forma precisa, oscilando entre critica cultural incisiva e intuição penetrante nos potenciais do momento presente.

Simultaneamente a apresentação de uma vista abrangente sobre as Iniciações Hierárquicas e a nossa relação com o Intelecto Universal é uma das subcorrentes de todo este ciclo, inspirando esperança e beleza, conferindo um sentido superior e sublime à existencia.

O documento destas conferencias pode ser adquirido integralmente ou por título.

Mais Informações: http://airnet9000.wix.com/air034/media-1#!__media-1


Terra Now 1

Consciência Axial e Mutação Planetária 1



Terra Now 2

Consciência Axial e Mutação Planetária 2



Terra Now 3

Aprofundando a natureza crística em cada ser e a realidade do Corpo de Luz


Terra Now 4

Transformação, Transmutação, Transferência e Transfiguração como passos na Iniciação do Mundo 1


Terra Now 5

Transformação-Transmutação-Transferência-Transfiguração 2



Terra Now 6

Um estudo aprofundado sobre os 9 estágios de integração hierárquica



Terra Now 7

Os 10 Estágios de Integração Hierárquica



Terra Now 8

O processo iniciático como uma emergência natural



Terra Now 9

Logos - Uma Introdução

Humanidade-Hierarquia-Shambhalla



Terra Now 10

Uma conferencia sobre HUMANIDADE - SHAMBHALLA - HIERARQUIA e os 10 estágios de integração hierárquica.



Terra Now 11





Terra Now 12

A Câmara da Sabedoria e a Câmara da Ascensão



Terra Now 13

A situação mundial, a emergência do Cristo Interno, iniciação global, o despertar das Nações Sacerdotais, das trevas exteriores à câmara da Ascensão, o fim da New Age, poder e realização axial, a cura dos povos, o coração do Mundo, Vida Maior, a reunião do disperso, chamado ardente, harmonia individual e transcendência.



Terra Now 14





Terra Now 15




Terra Now 16





Terra Now 17




Terra Now 18



Terra Now 19





Donativos para NIB (Portugal) : 0033 0000 4523 9477 891 05



Thursday, March 8, 2012

Mônada. Nível Monádico. Campos das Mônadas. Despertar Monádico. Força-de-Vida Monádica


MÔNADA - O ser humano tem vários núcleos de consciência, pontos focais de sua expressão nos diferentes níveis do universo. A mônada é para ele o núcleo fundamental na sua atual fase de evolução. Deriva-se de outro, mais profundo, o regente monádico, “centelha cósmica emanada do Criador”. A mônada é sua projeção no universo físico cósmico; a alma, a projeção nos níveis abstratos e o ego humano, a projeção da alma no mundo concreto.

                      Regente monádico — Mônada — Alma — Ego


A mônada atua como estação transformadora da energia do regente monádico; por ela a consciência conhece as leis dos níveis inferiores se prepara a síntese que levará o regente à realização como Avatar. É o centro de vida imperecível do homem. No estado de consciência monádico, ele é um ente individual, mas não vive a separatividade. Mantendo suas bases em níveis elevados, a mônada faz penetrar sua energia nos planos materiais, o que lhe confere relacionamento com esses planos e lhe possibilita evoluir e servir também neles. Dada a sutileza dos fogos que a compõem, ela não pode, de onde está, irradiar sua energia de modo direto à matéria mais densa. Para isso precisa munir-se de veículos intermediários, como os demais núcleos e corpos do ser.

Ao contatar a mônada, o eu consciente desperta atributos e conhecimentos que possui em potencial. Após atingir certo preparo e lucidez, a mônada afasta-se dos planos inferiores. O tirocínio pelo qual as mônadas na Terra estão passando é o da busca de equilíbrio das polaridades, fase típica do presente ciclo planetário: o de transcender o conflito e reconhecer a essência do amor.

A mônada, como veículo da consciência imaterial do ser humano (o regente monádico), tem pólos e, pela interação deles, cria um campo de energia capaz de receber um impulso superior e de gerar uma centelha, fogo que ilumina a matéria. Esses pólos atuam tanto no sentido vertical quanto no horizontal. No vertical, o pólo positivo (criativo) dirige-se para a matéria, enquanto o seu complementar, negativo (receptivo), se volta para o regente monádico.

No sentido horizontal esses pólos afloram nos planos da vida manifestada, onde a projeção da mônada interage com o ambiente circundante e expressa a qualidade criativa ou receptiva, dependendo da necessidade.

A mônada, no segundo nível do universo físico cósmico é em essência neutra, pois ali esses pólos estão potencialmente equilibrados e, em determinada etapa do seu processo evolutivo, eles se fundirão no regente monádico; já nessa sua projeção, prevalece ora um pólo, ora o outro. Ao iniciar o ciclo de evolução na matéria, a mônada interage com as leis que nela vigoram, e de modo gradual desenvolve-se pela experiência. Percorre longa trajetória pelos reinos mineral, vegetal, animal, humano, espiritual e divino. Enquanto no mineral, no vegetal e no animal, exprime-se por meio de uma alma-grupo. Quando ingressa no reino humano, é constituída uma alma individual para ela. A mônada passa então a receber mais diretamente as irradiações dos níveis imateriais, que pouco a pouco a atraem para novos rumos e, ao mesmo tempo, por meio da alma, vai-se adestrando no controle da expressão do ser nos mundos da matéria.

Hoje, época de transição do planeta e de grandes oportunidades evolutivas, há indivíduos que se estão conscientizando da existência da mônada e dela recebendo instruções. No nível monádico são captadas as leis universais e cósmicas a serem seguidas pela humanidade terrestre; nele se prepara a concretização da vida divina sobre a Terra e polarizam-se os grupos internos; sediadas nele, trabalham as Hierarquias.

Quando a mônada começa a transcender âmbito planetário, estabelece comunicação com as Escolas Internas. À medida que se desenvolve no âmbito solar entra em esferas de consciência siderais. Seu relacionamento com setores do sistema solar ou sua saída da órbita dele são controlados por entidades solares. Essas expansões transcorrem conforme conjunturas de ciclos individuais, planetários, solares e cósmicos. A alma conhece o necessário para os corpos da personalidade alinharem-se e tornarem-se instrumentos cada vez mais afinados da vontade da mônada.

Esse conhecimento amplia-se no decorrer da evolução e, quando o núcleo monádico absorve a alma, forma-se entre ele e o eu consciente um canal de comunicação direto. É então facultado ao eu consciente compartilhar a visão do Plano Evolutivo que a mônada alcançou. Assim como a integração da personalidade na alma significa a expansão da consciência do nível pessoal para o nível planetário, global, a fusão da alma na mônada significa a expansão da consciência do nível planetário para o nível solar, o que representa bem mais do que uma reunião de consciências planetárias.

De um ponto de vista abrangente, a mônada é um vórtice de energia que surge quando a luz do logos incide sobre o regente monádico. Ela se desprende do regente para, formando com outras mônadas conjuntos de correntes polares, ser co-construtora da obra logóica nos níveis materiais. Simbolicamente, pode se chamada artesã do Plano Evolutivo, pois é pela sua energia que os reinos percorrem os mundos materiais e é por meio dela que se revelam aspectos sublimes da Criação.

NÍVEL MONÁDICO - Segundo subnível do nível físico cósmico. É, para o homem, o limiar da vida cósmica, onde está o véu que separa realidade e ilusão. Ao romper esse véu, reconhece sua verdadeira face, transcende por completo o estado humano e une-se em maior grau com sua origem. O nível monádico é, na fase atual da Terra, a base em que ancora a Hierarquia, ou seja, de onde saem os impulsos que geram as obras no mundo concreto. Qualifica-se sobretudo pelo Segundo Raio e por aspectos superiores do elemento água, o que propicia a sua afinidade com o astral cósmico. O fogo cósmico predomina no nível monádico e o interliga ao nível divino.

DESPERTAR MONÁDICO - Processo pelo qual a mônada, núcleo de consciência do ser no nível cósmico, reconhece seu papel no Plano Evolutivo, bem como as realidades da esfera em que se polariza sua existência. Ou seja, a mônada é velada a perceber seu som interior, sua chave numérica e a conscientizar-se de que é parte de um conjunto maior, sendo então estimulada a buscar integrar-se no seu centro, o regente monádico. Esse despertar exige longa preparação, que se efetiva quando a mônada começa a responder aos impulsos da lei do retorno.Transcorre sob a aura de uma elevada consciência que atua como transformadora da energia que o regente lhe envia de maneira especial. O fogo cósmico no interior do corpo monádico é assim dinamizado. A mônada, então elevada, irradia intensa luz e emite a sua nota vibratória; assinala, desse modo, o trajeto que terá de percorrer até ser de todo absorvida no regente monádico. Após essa potente irradiação, volta a recolher-se em seu nível, porém já não é a merma: despertou para o seu destino cósmico, reconheceu a sua meta, gravou a fogo o seu signo nos arquivos celestiais. Esse processo é estimulado pelos padrões energéticos da Quinta Raça, e conduz o homem à remissão do envolvimento com as forças cegas da matéria, ocorrido desde os primórdios da sua evolução na Terra. É, pois, fator determinante para sua integração na corrente evolutiva ascendente e para seu acesso aos níveis sublimes da existência. Acarreta, também, o amadurecimento do corpo de luz, que lhe possibilita colaborar efetivamente na reconstrução do planeta, pois origina-se na energia do amor-sabedoria, sem a qual pouco se poderia resgatar do que hoje existe na órbita da Terra. Deve-se considerar que a mônada se projeta em diferentes níveis de consciência e usa, em cada um deles, um corpo para exprimir-se. A identificação da mônada com o nível em que está atuando determina um grau de ilusão suficiente para mantê-la trabalhando ali. Mais tarde, depois de ter atingido certo controle sobre as forças daquele nível e vivenciado as leis que o regem, terá de liberar-se dessa ilusão, perceber realidade mais ampla e para lá encaminhar-se. A energia monádica distribui-se entre a atração dos planos superiores, imateriais, e o empuxo da matéria, buscando o equilíbrio entre esses impulsos opostos. A partir do seu despertar, a mônada decide dirigir-se para o alto, e assim colabora mais eficazmente na transformação e sublimação dos corpos que utiliza. Por meio dessa transformação a essência de cada corpo vai sendo absorvida no subnível imediatamente superior, até conduzir a matéria à consumação. Quando a mônada desperta, o mundo tridimensional e os demais mundos deste planeta deixam de ser o seu foco de atenção, pois ela passa a visualizar universos superiores, a evolução imaterial.

CAMPO DAS MÔNADAS – Âmbito em que as mônadas atuam sem necessidade de se projetarem em corpos mais densos; corresponde, na atualidade, ao segundo e a parte do primeiro nível do plano físico cósmico. À medida que o ciclo futuro da Terra se vai aproximando, esse campo energético tende a estender-se em direção ao plano astral cósmico, incorporando em maior proporção as elevadas vibrações do nível divino e da vida imaterial. Níveis de consciência do plano físico cósmico

Divino

Monádico(Campo das Mônadas)

Espiritual(Campo das Mônadas)

Intuitivo

Mental

Astral (emocional)

Físico-etérico

O campo das mônadas, em que prevalecem as vibrações do fogo cósmico, transcende o mundo intuitivo e o espiritual, em que predomina o fogo solar. Quando a mônada desperta para sua evolução superior, seu sentido de individualidade ganha nova conotação: torna-se o reconhecimento integral da tarefa que lhe cabe na obra da Hierarquia. A partir de então, seu relacionamento com o campo monádico se amplia e ela evolui com maior rapidez,pois é nessa faixa do universo físico cósmico que nesta época está sediada a chama central dos grupos internos. A possibilidade de um ser humano encarnado vislumbrar sua existência no campo monádico é ainda rara na superfície do planeta. Todavia, aos poucos essa esfera estará acessível a maior número de seres, pois, na atual transição de ciclos, a Terra está sendo vitalizada de modo especial por consciências cósmicas, que elevam os seres doados ao serviço evolutivo, inserindo-os em sua aura. Ao trazerem oportunidades máximas para a realização de tarefas evolutivas, em alguns casos levam-nos a contatar o campo monádico, preservando-os, porém, das conseqüências negativas que normalmente advém de uma interação prematura com tão potente manancial de energia.

FORÇA-DE-VIDA MONÁDICA – Energia que sustém o ser humano no nível monádico e nos inframonádicos. Penetra os níveis materiais por intermédio da rede etérica. Em uma fase inicial da evolução, por meio do fogo fricativo revela-se como calor vital e ativa mecanismos celulares e fisiológicos. Como a força-de-vida monádica é de caráter universal, esses mecanismos celulares obedecem aos ritmos planetários e aos cósmicos. Mais adiante, a força-de-vida monádica amplia sua gama de vibrações: expressa-se nos níveis materiais também por meio do fogo elétrico e, posteriormente, do fogo cósmico. Na fase em que a força-de-vida monádica utiliza-se do fogo elétrico, o corpo etérico torna-se receptáculo da essência crística (ou solar) e integra-se em maior proporção no corpo de luz. Assim, essa força-de-vida, antes convertida em potencial calórico-vital, transforma-se em compaixão pura, primeiro grau de liberação da essência crística. O indivíduo doa-se, então, incondicionalmente, pois reconhece essa mesma essência em todas as coisas. As células dos seus corpos materiais respondem a esse impulso compassivo, advindo daí a queima das telas etéricas que retinham a luz aprisionada em seu interior. Em outras palavras, o estado de compaixão é alcançado não apenas pela consciência do indivíduo, mas também pela consciência das células dos seus corpos. O plano material vai sendo assim redimido e a força-de-vida monádica expressa-se como amor puro, segundo grau de liberação da essência crística. É conhecido o fato de certos corpos físicos, tendo sido habitados por indivíduos que atingiram esse estado, não se deteriorarem após a desencarnação. De modo inexplicável pelos parâmetros das leis naturais, permaneceram intactos, irradiam sua vibração libertadora para todos os átomos que compõem a matéria do planeta.

Numa fase posterior, com maior expansão da força-de-vida monádica, chega-se ao terceiro grau de liberação da essência crística, que pode ser denominado sabedoria. Esses três graus de liberação são plenificados em Iniciações avançadas, quando a trama etérica se incendeia e a formação de um canal direto entre espírito e matéria é completada. A força-de-vida monádica expressa-se então com maior potência em todos os níveis do universo físico cósmico, neles imprimindo sua marca. Manifesta-se pelo fogo cósmico.

Força-de-vida monádica

Estado                                              Fogo predominante                Grau de liberação
                                                                                                             da essência crística

Calórico-vital, atividade                Fricativo                                      Latência

Compaixão                                      Fricativo e elétrico                     Primeiro

Amor puro                                       Elétrico                                        Segundo

Sabedoria                                         Elétrico e Cósmico                    Terceiro

Realização                                        Cósmico                                    Plenificação dos
                                                                                                             estados anteriores
O estado de compaixão, o do amor e o de sabedoria são atingidos em graus crescentes, prenunciando essa realização suprema.
Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho - p. 292-293, 313, 51-52, 112-113, 165-166.

Sugestões para melhor entendimento sobre Mônada

Compilação de Áudio  sobre Mônada(4 Horas de duração) - Trigueirinho


Conferências sobre Mônada - André Louro de Almeida






Tuesday, January 24, 2012

Livro - O Nascimento de uma Nova Humanidade

A humanidade que habitará a superfície da Terra no ciclo futuro exprimirá maior integração à vida que transcorre em níveis sutis do cosmos e se relacionará de modo mais livre e profundo com seus núcleos de consciência. As transformações pelas quais o homem moderno deve passar para que esse novo ciclo se manifeste incluem o conhecimento da constituição energética do seu próprio ser e do universo em que habita, bem como a vivência das leis espirituais. Este livro procura fornecer bases para que essas transformações possam ocorrer nos que já se deixaram sensibilizar pela necessidade de a Terra expressar padrões de vida mais elevados. O advento da nova humanidade é fruto da adesão desses seres ao fluxo de energias que os encaminha para a libertação. 


Trechos extraídos deste livre:

páginas. 17, 18, 19, 24, 25, 28, 29, 30, 32, 33, 34, 48, 49, 52, 62 e 63. 


Há possibilidade de alguma mudança na difícil situação atual da Terra?

A energia de síntese começa a ingressar no planeta, dando início à formação de uma unidade mental entre os homens. Em geral, a ciência, a religião, a política e os demais setores da atual civilização fixam-se em seus próprios conceitos e pouco se abrem para compreender imparcialmente o que outro setor representa. Criam seu universo particular e distanciam-se da Totalidade, esquecendo-se de que ela vela tanto pela formação de uma rocha como pela evolução dos deuses.

Essa situação não mudará antes de o planeta chegar a estados ainda mais caóticos e conflituosos. Entretanto, cada indivíduo que internamente se abre à unidade colabora com a transformação do mundo material.

A percepção interna está desenvolvendo-se em muitos seres – o que é valioso para a formação das bases dos tempos futuros. No universo interior, impalpável aos sentidos materiais, estão as chaves para os impasses nos quais a humanidade hoje se encontra; só mergulhando nele ela poderá receber o alento de que carece. Todavia, a sutilização da vida terrestre – ou sua interiorização – já teve início, e se consumará a despeito de o homem ter ou não consciência do que realmente se passa no planeta. (...)

Diante de tão poucos resultados aparentes, onde encontrar estímulo para prosseguir o caminho interior?

No decorrer da evolução, certos aspectos que a humanidade deve desenvolver vão sendo estimulados e, mesmo que nem todos os indivíduos consigam exprimi-los, passam a fazer parte do legado interior do reino humano. Hoje, apenas um pequeno número de seres é capaz de compreender os avanços ocorridos em áreas sutis da vida planetária e com eles colaborar conscientemente.

 Porém, ainda que desconhecidos pela maioria dos homens, esses avanços geraram frutos que estão sendo aos poucos integrados à vida interna e externa da Terra como um todo. Permeiam cada ser, e no interior deles silenciosamente irradiam o impulso que os leva a metas sublimes. A intensidade de tal impulso varia de um indivíduo para outro, dado que não existem dois seres no mesmo ponto evolutivo.


Como saber a maneira correta de se estar diante do que se vive hoje na Terra?


A verdade e a energia adequada para cada situação encontram-se em níveis profundos do ser. Para que se manifestem, é preciso alcançarem a sua consciência externa, pois assim ela pode absorvê-las e espelhá-las. Somente quando uma vibração supra-humana é plenificada na vida material de alguém é que ela se torna acessível a outros indivíduos que buscam exprimir os padrões superiores inerentes a ela. Por isso é sempre necessário que os seres que atuam como canais da energia interior estejam abertos ao aprofundamento daquilo que essa energia traz.

Os que respondem ao chamado interno, ainda que não o percebam, são acolhidos na aura de grandes consciências; por elas são estimulados a mergulhar em universos desconhecidos, a penetrar áreas que o véu da ignorância até então mantivera inacessíveis. Mesmo assim, esses indivíduos deparam-se com situações nas quais uma parcela da matéria que os compõe reage a tal oportunidade. Mas, como decorrência do contato com essas grandes consciências, a parte mais elevada do ser gradualmente vai adquirindo controle sobre as demais, levando os seus corpos a uma maior integração e capacidade de servir.

Uma inefável gratidão emana dos que são tocados pela chama do amor dessas consciências. Por meio dele podem penetrar os mistérios da vida. 


O amor que unifica todo o universo, que funde matéria e espírito, revela-lhes que a mesma essência anima a ambos. Demonstra-lhes que no âmago do visível e do invisível há uma única energia, que caminha ao encontro do que, por ser absoluto e tido abarcar, não pode ser contido em palavras.

As grandes consciências que irradiam esse amor-sabedoria e às quais se acercam os que respondem ao chamado constituem a Hierarquia da Terra, cuja obra no decorrer dos tempos é como um fio de ouro que desenha em todos os planos da existência o símbolo da libertação. Vertem sobre o planeta o seu serviço para que a lei se cumpra, ao mesmo tempo que, ao doar-se, se trasladam para níveis mais sutis da existência.

Como é a consciência do homem?

(...) O núcleo central do homem, a chispa divina, é denominado Regente-Avatar* ou Oitava Mônada. É, para efeito deste estudo, o indivíduo em evolução. Dele partem doze prolongamentos: sete dão origem às sete mônadas, núcleos de consciência que se encaminham para a vida no universo material; os outros cinco, denominados os cinco princípios do Regente, encontram lugar nos limiares da imaterialidade.
Cada mônada perfaz sua trajetória evolutiva ao longo dos vários estratos do universo em que habita. Desenvolve sucessivamente os atributos que lhe permitem retornar ao regente, núcleo central de onde emanou.

Assim, quando nos referimos ao processo evolutivo de uma mônada, na realidade o estamos fazendo ao do regente por meio dessa sua projeção, o núcleo monádico. Mas, como vimos, há núcleos maiores dos quais o Regente é parte, e que estão evoluindo por seu intermédio. Desse modo, percebe-se que existe uma consciência única, que se vai revelando no decorrer da existência cósmica por miríades de partículas. O Todo está inteiro em cada partícula, apesar de por elas expressar apenas facetas de sua magnitude. 


Para que a força-vida-consciência emanada pela mônada possa manifestar-se no mundo material, nele ela se projeta, criando em cada um dos níveis densos um vórtice-semente que a abrigará, e que será revestido por aquilo que se denomina corpo, ou veiculo de expressão do ser. Esse envoltório é o meio de contato da consciência com o universo à sua volta, sendo composto da matéria existente no nível em que ele próprio se encontra. Responde, portanto, a leis específicas, pertinentes àquele estrato da consciência universal.

Há, todavia, uma peculiaridade nesse processo. Assim como o Regente não pode projetar-se diretamente em estratos densos, e para isso necessita de prolongamentos – as sete mônadas –, também a força-vida-consciência que emana da mônada necessita de um núcleo intermediário entre os corpos materiais e a sua energia, de modo que ela possa alcançar os planos concretos do universo físico cósmico. Dessa maneira, em determinado patamar entre a vida do ser no universo concreto e a mônada, esse novo núcleo de consciência, denominado núcleo causal ou alma, é criado.

É na passagem da vida do reino animal para o humano que surge a alma individualizada, única para cada mônada. Antes disso, nos reinos infra-humanos, as mônadas exprimem-se por intermédio de almas-grupo.

Temos, portanto, um vórtice-semente em cada nível de consciência; porém, há três núcleos básicos que compõem a estrutura do ser : o Regente, a mônada e a alma. Simplificadamente, poderíamos dizer que a mônada está no centro da alma, e que o regente está no centro da mônada.

Esses três núcleos básicos promovem e permitem o desenvolvimento da consciência do ser em fases específicas, até que ele atinja o ápice da evolução como ente individual, o estágio de Avatar**. Nessa trajetória, depois de projetar-se na densidade da existência, farão o caminho reverso: assim como foram emanados, serão reabsorvidos no núcleo-origem. (...) 


Saturday, December 24, 2011

Livro - Trabalho Espiritual com a Mente

A instrução interna emerge dos níveis profundos do ser à medida que a mente silencia. Quem estiver aberto a ela poderá cruzar a ponte entre o lado material e o espiritual da mente e entre a mente e o coração. Isso se faz com simplicidade e consciência iluminada pela pureza do serviço ao Bem.


Trechos extraídos deste Livro:

páginas - 19, 20, 21, 28, 29, 31, 32, 35, 36, 41, 44, 45, 46,47, 42, 53, 54, 55, 56, 57, 59, 60, 61, 63, 64, 65.

A MENTE CONCRETA


Pensar é uma atividade que, na maior parte da humanidade, fixa a mente em coisas concretas, externas e visíveis.

Quando a pessoa ainda não aprendeu que pode controlar seu pensamento, este se torna desenfreado. E quanto mais desenfreado, mais a mente se fixa em coisas externas e concretas e mais difícil se torna concentrá-la em coisas abstratas, elevadas. Assim, a mente se distrai, se dispersa e se mantém voltada para o que os sentidos apresentam.

(...) Quem está consciente do próprio estado de dispersão e está em uma busca espiritual quer concentrar-se, porque só assim consegue centralizar a energia mental e direcioná-la para os níveis mais elevados da existência.

Entretanto, para conseguir concentrar-se, não basta simplesmente querer, nem mesmo fazer exercícios sistemáticos. A concentração só ocorre de fato quando a pessoa renuncia àquilo que a atrai, agrada ou contenta e se volta prioritariamente para a busca espiritual.

No passado foram criados muitos exercícios de concentração adequados para a mente daqueles tempos. Mas em geral os que faziam os exercícios tinham uma vida organizada, harmoniosa, sadia e disciplinada.

Não é o caso da maioria das pessoas de hoje. Atualmente, nossa civilização estimula o consumismo e uma forma de vida desordenada, comandada pelos desejos. Se alguém fizer hoje os exercícios de concentração criados no passado e viver como a maioria vive em nossos dias, cedendo aos apelos dos desejos, não conseguirá se concentrar porque lhe faltará certo ascetismo em sua vida diária, imprescindível para a concentração.

Além disso, com o passar dos tempos, a consciência e a mente humanas se desenvolveram e os vários níveis de consciência na mente se aproximaram. Portanto, os antigos exercícios de concentração não são mais adequados à mente atual.
Quando se pratica o ascetismo, ou seja, quando se renuncia a tudo o que dispersa, quando se repele tudo o que não leva aos níveis espirituais, quando se controlam os próprios impulsos no dia-a-dia, a concentração pode finalmente ocorrer. (...)

A MENTE PSÍQUICA

(...) A maioria das pessoas chega a perceber a parte psíquica da mente, mas não a desenvolve. Como a humildade e a obediência não são virtudes habituais na vida comum, é difícil encontrar alguém que viva conforme as indicações superiores acolhidas por essa parte da mente. Dessa forma, a mente psíquica se atrofia, ou não se desenvolve, no melhor dos casos.

 Muitos ficam mais de uma encarnação diante do limiar do desenvolvimento da mente psíquica: percebem algo superior, mas não se rendem aos seus ditames. Vivem tudo o que no fundo já não gostariam de viver. Vêem que estão perto do que realmente querem, mas não sabem como alcançá-lo.
Sem obediência e humildade, ninguém ultrapassa esse limiar.

Obediência quer dizer seguir o caminho indicado pelos níveis superiores do próprio ser. Se alguém identifica a sedução de alguma força antagônica ao crescimento e cede a essa força, está desobedecendo ao chamado superior. Também é considerado desobediência não realizar aquilo que já se sabe ser o correto.

Humildade é saber que, apesar dos passos dados, há tanto caminho a percorrer que proporcionalmente o trecho já trilhado nada representa.

Quando o indivíduo cultiva em si mesmo a obediência e a humildade e responde aos impulsos superiores, desenvolve a mente psíquica de forma natural, sem necessidade de realizar nenhum esforço ou exercício. (...)


DA MENTE MATERIAL PARA A ESPIRITUAL


À medida que o indivíduo utiliza a mente concreta, a intelectual e a psíquica como instrumento e não mais se subordina a elas, esses três lados da mente começam a se unir, a se harmonizar e se fundem em um pequeno núcleo com as melhores vibrações de cada um.

Assim o lado material da mente vai ficando mais receptivo aos impulsos superiores.
Ao se processar essa união na mente, as características do seu lado material vão-se atenuando. As vozes da crítica, da discriminação, dos julgamentos, dos preconceitos, das preocupações, dos raciocínios vão-se calando.

Quando a mente já está num relativo silêncio e mais ou menos limpa de negatividade é que o individuo sente o impulso para mergulhar naquela parte dela que não conhece ainda, mas sabe que existe.

Aos poucos a mente descobre os seus limites e reconhece a existência de um núcleo mais profundo, que começa a atrair a consciência. Até aqui a mente soube dessa existência teoricamente. Mas agora começa de fato a perceber que existe algo maior vivendo em seu interior.

Essa parte da mente que começa a perceber um núcleo mais profundo dentro de si mesma e que diz: “Sei que aquilo sou eu” é a mente espiritual ou o lado espiritual da mente.


O LADO ESPIRITUAL DA MENTE

O lado espiritual da mente começa a emergir quando o silêncio vai-se instalando no lado material. Percebe-se então que o lado espiritual da mente - ainda desconhecido - se relaciona com a natureza, objetos, animais, pessoas, conceitos, com o mundo enfim, de forma bem diferente da forma de se relacionar do lado material.
A pessoa fica então bastante interessada e, em alguns casos, até mesmo desesperada para se relacionar com as coisas daquela maneira nova, apesar de ainda não saber como. É uma crise muito positiva, que não deve ser abafada, pois leva a grande expansão. Para superá-la, é necessário ter fé e cultivar ainda mais o silêncio. Nessa etapa a pratica de retiros periódicos pode ser de grande ajuda. (...)

A MENTE ABSTRATA

(...) Além dos níveis superiores de cada ser, existem Hierarquias e naves-laboratórios que realizam a cura de corpos emocionais ou de aspectos deles. Esse material já curado pode ser incorporado ao corpo mental, pois na próxima etapa da evolução humana os corpos mental e emocional se fundirão em um só. (...)

O INTELECTO SUPERIOR

(...) é preciso que os servidores, as pessoas de boa vontade que se dispõem a ajudar o próximo, descubram como entrar nesse serviço superior. Para isso é necessário que não se envolvam com o que é supérfluo, não essencial, com o que os desvia da meta, com o que não é coerente com o seu propósito.

A Terra também deverá entrar em serviço. Precisa tornar-se um planeta sagrado assim abrir espaço no Universo para que planetas ainda em formação comecem a sua vida planetária. Os seres humanos, por sua vez, devem evoluir de embriões de gente para gente de verdade. E vão consegui-lo somente quando trilharem o caminho do desenvolvimento mental. (...)


A descoberta do potencial oculto da mente humana começa com a pacificação da mente concreta, impulsionada pela opção por uma vida equilibrada harmoniosa. A mente intelectual é desenvolvida por meio da aspiração, que gradualmente transforma as células cerebrais. Surge então a mente psíquica, que, por sua vez, é desenvolvida pela humilde obediência aos impulsos que os níveis superiores transmitem à mente intelectual. A certa altura, os três núcleos da mente material se fundem e vão-se aquietando mais e mais.

(...) Se a pessoa acolher a crise da mudança com fé e silêncio, é a vez de a mente abstrata sair do estado de latência. Essa mente começa a captar pensamentos superiores, que não se originam do raciocínio da mente concreta. Ao seguir as indicações desses pensamentos e ao se dedicar ao serviço altruísta, a pessoa desenvolve o intelecto superior e seu ser é atraído à aura de uma Hierarquia. Ela passa a atuar como um prolongamento dessa Hierarquia e seu serviço ao Plano Evolutivo se consolida, atingindo esferas cada vez mais amplas. (...)


A PONTE ENTRE A MENTE E O CORAÇÃO

(...) Outra forma de nos abrirmos, também a partir do trabalho com os sentimentos é acolher sem conflito um dos primeiros impulsos dados pela Hierarquia a quem se propõe evoluir: a dissolução dos laços com a matéria. Se percebermos esse estímulo, poderemos colaborar evitando a criação de novos laços. Dessa forma, estaremos simplificando o nosso destino.

Quando começam a florescer sentimentos como desapego, auto-esquecimento e serenidade ou ausência de conflitos psicológicos, quando passamos a dar mais importância ao plano Evolutivo e às necessidades que se apresentam do que à nossa pessoa, é sinal que a Hierarquia já está trabalhando conosco. Não é necessário que apareça para nós nem que sonhemos com Ela, pois o contato já está se processando.

Á medida que esse contato interno e silencioso com a Hierarquia se vai estabelecendo e transformando nossas vidas, cria-se um estado de equilíbrio em nosso ser e nós nos vemos de repente dentro do Amor, um Amor que não conhecíamos antes. Ao sentirmos e aprofundarmos esse Amor, a Hierarquia passa a contar conosco como um canal para seu trabalho.

Nossa forma de compreender o outro então se amplia, e toda a vida se expande, porque percebemos o quanto a humanidade, os animais, os vegetais e os minerais são necessitados desse Amor. E essa compreensão ampliada é outro sinal de que a Hierarquia está nos instruindo. (...)
(...) Esse processo se dá no coração, no nível cardíaco, não na cabeça. Quando a mente reconhece que algo profundo do qual ela não participa diretamente está em andamento, pode-se produzir nela certa aridez ou resistência. É preciso saber lidar com essa situação, pois o apoio da mente pode ajudar muito. (...)

A CONSTRUÇÃO DA PONTE

A mente comum não tem acesso à vida interna. O mental coletivo da humanidade hoje é um campo de atrito e de conflito, onde as forças involutivas estão soltas. A Hierarquia não pode descer a esse nível, pois a desarmonia dele é tão grande que sua luz o desintegraria.

Para que nossa mente possa apoiar o trabalho evolutivo é preciso cuidar dela. Caso contrario, haverá uma permanente cisão entre a mente que se rebelou, não compreendeu, não concordou e resolveu agir por conta própria e a Hierarquia, que trabalha nos níveis supramentais.

Uma forma de incluir a mente no processo de elevação espiritual que o coração já experimenta é o estudo de assuntos sagrados. Ler o ensinamento espiritual e refletir sobre ele, sistematizar o conhecimento transmitido pela Hierarquia, relacionar os conceitos de várias escolas de pensamento espiritual, identificando o que elas têm de comum e de mais elevado são praticas que podem auxiliar a mente a não se desviar do caminho e a não se tornar obstáculo para o crescimento espiritual.

Outra possibilidade de trabalho mental é a constante lembrança do Eu Espiritual que vive em nosso interior. Se, durante o dia, ao executarmos as tarefas concretas, nos lembrarmos e reverenciamos o nosso Eu Espiritual, começamos a estabelecer uma conexão com ele e nos abrimos para contatos ainda mais elevados.
Podemos também nos lembrar com freqüência da Hierarquia interna da Terra e pensar que fará um trabalho sobre nós. A fim de manter a mente ocupada com esse assunto, podemos, entre outras coisas, ler sobre ele, ouvir palestras a respeito, orar, refletir sobre as qualidades de determinada Hierarquia que nos inspire devoção.

 Outro instrumento poderoso para manter presente a lembrança da Hierarquia em nossa consciência são os mantras.

O USO DE MANTRAS

As Hierarquias não têm nome algum na realidade onde estão. Mas algumas delas, por trabalharem no intimo das pessoas e saberem de todas as suas dificuldades, deixam-se até nominar para que a mente humana possa localizá-las e conectar-se á sua potente energia. Assim, enviam-nos um som material que pode ser pronunciado. E se a Hierarquia é para nós representada por um nome, não deveríamos hesitar em repeti-lo mentalmente, pois os nomes das Hierarquias são mântricos.

Quando mentalmente repetimos um mantra, isso abre um espaço na mente para energias de níveis mais elevados, mesmo que ela não saiba nada sobre isso. A mente precisa de ajuda e de compreensão, e podemos fazer uso dos nomes da Hierarquia como mantras para regenerá-la e concentrá-la em assuntos acima dela própria.

Pronunciar o nome de uma Hierarquia ou pensar nele pode preencher o vazio da mente, curar a sua aridez e incompreensão.
Mas os efeitos dessa pratica não ocorrem apenas na mente: o emocional e o etérico também recebem estímulos de cura, porque todas as partes do nosso ser vão se unindo com as transformações que os mantras provocam.

Há partes da mente que e rebelam contra esse processo interior e que duvida, mas deveríamos persistir sem nos preocupar com isso. As Hierarquias dévicas, as Hierarquias a serviço da raça e do Manu* estão permeando de amor esses corpos para que eles possam fazer sua síntese. Teríamos apenas de manter a mente ocupada com assuntos que dizem respeito à realidade interna.

ANTUAK, MISHUK E VISNUK

Antuak, Mishuk e Visnuk são Hierarquias que autorizaram a humanidade a denominá-las. Essas Hierarquias estão muito coligadas com o nosso processo evolutivo, e podemos percebê-las dentro de nós, cada uma com sua energia específica.

Antuak nos confere outra qualidade de querer. Na sua presença, começamos a buscar coisas elevadas como nunca fizemos antes, de forma desconhecida. Esse querer pode ser muito poderoso e transmutar nosso querer antigo. Se nos dermos conta de sua energia, podemos entrar em dialogo consciente com Antuak e enviar-lhe uma oração de agradecimento.

A presença de Mishuk fica clara quando a qualidade da nossa aspiração se sutileza de tal maneira, que começamos a aspirar a coisas desconhecidas, abstratas e indefiníveis. Nossa aspiração vai se tornando completamente livre de forma, aspiramos a qualquer coisa que venha do alto.

E podemos considerar Visnuk presente quando a atitude de entrega aos níveis superiores se torna inabalável. Percebemos que estamos entregues de fato quando, mesmo nas situações em que a mente aponte a necessidade de cuidado, continuamos firmes na postura de não interferir com a personalidade. Isso é indicio do trabalho de Visnuk em nós.

A presença da Hierarquia é percebida com o cardíaco direito, plano em que todos esses sentimentos superiores podem se estabelecer. Ali se forma um tal núcleo de atração, de sabedoria, de percepção, que começa a atrair o núcleo cerebral e outros núcleos ainda mais elevados. Por isso dizemos figuradamente que o centro cardíaco está à direita do corpo. É uma forma de dizer que nosso coração já não é nosso, já está na Hierarquia, está um pouco fora do corpo, já se ligou com algo transcendente.

(...) A ponte que liga coração e mente é a mesma que nos liga ao infinito.(...) 


A repetição mental ou pronúncia dos nomes das Hierarquias apresentados é por si uso um poderoso mantra. Mas há outros mantras já disponíveis, que incluem os nomes das Hierarquias mencionadas neste livro. Esses mantras estão em Irdin, pulsar essencial que dá origem a todos idiomas. Apresentamos aqui alguns deles como alternativa para o trabalho com a mente.

Nunca é demais enfatizar que no trabalho com os mantras é fundamental uma atitude de reverência e ausência de expectativas.

ANTUAK SAITI

Sintonia com energias de transmutação. Abertura para o perdão, para a harmonia e para o equilíbrio interior.

ANTUAK SAITI
ANTUAK SAITI
ANTUAK SAITI

SAITI
SAITI
SAITI

ANTUAK SAITI
ANTUAK SAITI

ANTUMINA IKU SAGUA
ANTUMINA IKU SAGUA

ANTUAK SAITI IMU
ANTUAK SAITI IMU

SATUMINA NAIRU SAGUA
SATUMINA NAIRU SAGUA
SA SA SATUMINA
SA SA SATUMINA

ANTUAK SAITI
ANTUAK SAITI
ANTUAK SAITI

Pronúncia (a sílaba tônica é a sublinhada):

Antuac saiti/ Antuac saiti/ Antuac saiti/
saiti/ saiti/ saiti/ Antuac saiti/ Antuac saiti/
satumina icu sauá/ satumina icu sauá/
Antuac saiti imu/ Antuac saiti imu/
satumina nairu sauá/ satumina nairu sauá/
sa sa satumina/ sa sa satumina/
Antuac saiti/ Antuac saiti/ Antuac saiti

Chamado ao mundo interior e oferta de si.

MISHUK MISHUK MISHUK

SAITI NARUA IKU SAGUA

SAITI MANAI KIKI SAGUA

MISHUK MISHUK

SABANARA KIKI SHIKU

SAIBANARA KIKI SHIKU SAGUA

MISHUK

SAIBANA SHIRI KITUK

SAIBANA SHIRI KITUK

MISHUK MISHUK MISHUK

Pronúncia ( a sílaba tônica é a sublinhada)

michuc michuc/ michuc /saiti naruá
icu sauá/saiti manai quiqui sauá/michuc
michuc/sabânara quiqui sicu/saibânara
Quiqui sicu sauá/michuc/ saibana siri
Quituc/saibana siri quituc/
michuc michuc/ michuc

VISNUK SAITI

Saudação e entrega. Reconhecimento da Hierarquia sacerdotal.


VISNUK SAITI

VISNUK

VISNUK SARUA ITI

VISNUK

SAITI VISNUK

VISNUK SARUA ITI

VISNUK

Pronúncia (a sílaba tônica é a sublinhada):

visnuc saiti/visnuc/visnuc saruá iti/
visnuc/ visnuc saiti/saiti visnuc/
visnuc saruá iti/visnuc


Informações sobre este livro: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/4478

Download deste livro: http://www.4shared.com/office/5A8gluK0/2006-Trabalho_Espiritual_com_a.html?

Áudio sobre este livro: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/4540

Novas considerações sobre o trabalho espiritual com a mente: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/6214







Saturday, December 10, 2011

Mãe Universal

MÃE UNIVERSAL – Princípio onisciente e onipresente é a matriz cósmica, o substrato de toda a manifestação, a matéria virgem, o “Caos” primordial a que se refere o ocultismo. É também uma das três energias básicas do universo, bem como a polaridade feminina que acolhe o poder criador; seus atributos estão personificados de diferentes modos e com diferentes denominações nas várias correntes filosóficas e religiosas. A Mãe. Mãe Universal ou Mãe Cósmica é uma das representações da trindade suprema. Em nível planetário, rege a vida da matéria e é parte de altos escalões da Hierarquia, sendo denominada Mãe do Mundo. Provê a substância que permite á vida concretizar-se e á matéria liberar-se como luz. Custodia o padrão arquetípico perfeito das formas, é o Terceiro Aspecto da divindade. Para os cristãos, é o Espírito Santo. A Mãe Universal irradia principalmente a energia criativa, e da inteligência que confere adaptabilidade á matéria, permitindo-lhe cumprir o propósito da existência.

Contudo, tanto nos ciclos em que a vida se adensa quando naqueles em que se sutiliza, usa outras energias para desempenhar o seu papel. Nos primeiros, propicia a compactação da matéria: o poder da vontade é dirigida para a definição das formas de acordo com o padrão arquetípico que lhes corresponde e para a manutenção de redes de energia que possibilitam plasmá-las; o magnetismo do amor propicia a agregação e a coesão das partículas que irão constituí-las; o movimento das formas então concretizadas é estimulado e conduzido no sentido da evolução.

Ao final do processo de densificação tem início o de sutilização: o poder da vontade desencadeia a descompactação da matéria e rompe estruturas em todos os níveis da existência, a partir do mais denso; o amor, estando despertado na matéria, auxilia a construção de uma ponte entre ela e a vida espiritual, induz pela atração magnética o estabelecimento da sintonia com padrões vibratórios elevados, a atividade criativa penetra níveis de consciência sutis.

Quando a etapa de sutilização se instala efetivamente, as energias dos Aspectos da trindade são conduzidas pela Mãe Universal para fazer a luz oculta nos átomos resplandecer e trasladar-se aos universos interiores: o poder da vontade atua como poderoso vórtice destruidor das ligações da essência com a forma, rompe aos poucos as redes de energia que no passado serviram para a manifestação da vida e nessa etapa a aprisionam; os níveis imateriais tornam-se de modo mais intenso magnéticos, pelo amor, favorecendo assim a absorção da essência em núcleos de pura energia; a inteligência criativa leva o impulso de sutilização a ser acolhido no mundo material e consuma a dissolução das formas.

Extraído do livro Glossário esotérico de Trigueirinho


Para o melhor entendimento sobre a Mãe Divina:

André Louro de Almeida

Videoconfêrencia(Transcrita)

A Mãe do Mundo I:http://vontade-espiritual.blogspot.com.br/2013/05/a-mae-do-mundo-i-trabalho-da-mae-divina.html

A Mãe do Mundo II: http://vontade-espiritual.blogspot.com.br/2013/05/a-mae-do-mundo-ii-shakti-o-despertar-da.html

A Mãe do Mundo III: http://vontade-espiritual.blogspot.com.br/2013/05/a-mae-do-mundo-ii-shakti-o-despertar-da.html

Áudios

http://www.airschoolmedia.com/a-matildee-divina.html

Conferências

As Naves Mãe e a Presença Divina

http://vontade-espiritual.blogspot.com.br/2011/09/as-naves-mae-e-presenca-divina.html

Lys e o Éter Primordial(Uma Introdução)

Parte I

http://vontade-espiritual.blogspot.com.br/2011/10/lys-o-eter-primordialuma-introducao.html

Parte II

http://vontade-espiritual.blogspot.com.br/2011/10/lys-e-o-eter-primordialuma-introducao.html

LYS - Primeiros Contactos(1989-1992)(Livro)

http://vontade-espiritual.blogspot.com.br/2013/12/lys-primeiros-contactos1989-1992.html










Tuesday, November 22, 2011

Transcender a Atuação do Carma Material

O que chamamos de lei do carma material é a lei que rege os efeitos dos nossos pensamentos, sentimentos e ações. É por meio dela que interagimos com toda a vida planetária. Quando evoluímos o suficiente para nos relacionar mais diretamente com a vida solar, transcendemos a lei do carma material e passamos a estar sob a lei evolutiva superior. Ao evoluirmos mais, contatamos a vida cósmica e passamos a estar sob a lei do equilíbrio.

Segundo a lei do carma material, pelos pensamentos, sentimentos e ações, todos os seres interagem continuamente no nível mental, no emocional e no etérico-físico; os efeitos dessa interação podem ser negativos, positivos ou neutros.

Para que a nossa ação seja positiva, harmoniosa, deve ser inspirada por um nível superior, além do mental.

Um efeito não pode ser cancelado, mas pode ser transformado. Quando percebemos que produzimos algo negativo ou fora da nossa intenção, podemos neutralizá-lo gerando o oposto. Portanto, o carma não se apaga, mas pode ser equilibrado.

Quando um ser adquire conhecimento interno que o habilite a suportar forças extras, pode assumir sobre si o carma de outras pessoas para liberá-las do que as impede de caminhar. Esse é o trabalho realizado pelos redentores da humanidade. A humanidade terrestre já não existiria, não fossem os seus redentores.

Todo carma que é equilibrado contribui para a liberação do ser, para que ele viva de forma mais ampla e não apenas sob essa lei material.

O destino básico de uma encarnação é organizado antes de nascermos neste mundo, conforme o que temos a receber, tanto de negativo quanto de positivo. Esse destino pode reorganiza-se no desenrolar da própria existência, segundo o desenvolvimento da personalidade.

Precisamos aceitar nosso destino básico assim como se apresenta, pois foi determinado pelas ações que nós mesmos praticamos em vidas anteriores. Sem tal aceitação não temos forças para transformá-lo.

A transformação do destino básico deve ser feita sob a inspiração dos níveis internos, e não de tendências humanas. Aspirar a ela e entregar sua condução a um núcleo superior do próprio ser é o caminho da liberação cármica. Não estamos sós nesse processo: há Hierarquias espirituais que auxiliam a transmutação do carma.

Dentro de um grupo podem-se formar conjunturas que facilitem mudanças do carma. Doze pessoas reunidas, por exemplo, geram uma conjuntura que favorece o caminho evolutivo, pois afasta a influência das forças negativas. Agrupamento de sete, de cinco pessoas ou outros também têm valor especifico diante da lei do carma e da lei evolutiva superior.

Os grupos de que participamos podem não ser constituídos no plano físico e existirem apenas nos planos sutis. Quando aspiramos à transformação, reunimo-nos internamente com seres que correspondem ao que estamos vivendo. Tais grupos significam soma de possibilidades, soma de potenciais.

Para efetivamente ingressarmos no caminho da liberação cármica é importante não prometer coisas aos outros. Promessas criam débitos cármicos, mais ou menos pesados, de acordo com a compreensão daquele que as recebe. Em um grupo unido, inteligente, não há promessas mútuas. As interações são conduzidas e organizadas a partir dos planos internos da vida, para o cumprimento do serviço ao planeta e à humanidade.

A lei do carma material pode ser representada por um círculo fechado. A lei evolutiva superior, por uma espiral ascendente.

Seres de elevada consciência organizam o retorno dos efeitos das ações de cada criatura de modo que não ultrapasse sua capacidade potencial de transformá-los.

À medida que aspiramos à união com a Fonte Única de Vida e a não permanecer no círculo cármico, vai-se tornando possível reorganizar o carma material. Se nos coligamos com a Fonte Única, nossos atos vão ajudar a transformar o carma do mundo, o carma da humanidade, o carma de grupos ou mesmo de indivíduos.

Coligarmo-nos com a Fonte Única de Vida, sem planos nem expectativas, deixarmo-nos tocar pelo impulso e pelo equilíbrio que provêm dela é um verdadeiro serviço. A base para isso é a neutralidade, a não-reaçao, e ao mesmo tempo a aspiração a ingressar nessa Fonte Única. Provas podem vir para nos fortalecer nesse propósito.

Baseado em extratos de estudo conduzido por Trigueirinho e gravado ao vivo. A gravação encontra-se disponível no CD Transcender a Atuação do Carma Material, com ou sem tradução simultânea para o inglês, e pode ser solicitada à Irdin Editora.

Trecho extraído:

Sinais de Figueira Nº 5  págs 9 e 10.  Maio a agosto de 2004

Livro que amplia este tema:

Além do Carma - Trigueirinho

http://www.4shared.com/office/7pcqLIeB/1996-Alm_do_Carma.html
Áudios que ampliam este tema:

Além do carma(Sobre o livro): http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/3258
A transmutação do Logos da Terra: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/3678
Conversas com Trigueirinho nº 2: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/6086

Conversas com Trigueirinho nº 126: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/3758

Conversas com Trigueirinho nº 129: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/3760

Conversas com Trigueirinho nº 152: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/3770

Conversas com Trigueirinho nº 263: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/3617

Considerações contemporâneas sobre Carma e Darma – Palestra do 44° Encontro Geral de Figueira: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/8993

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