Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Tuesday, November 15, 2011

Libertação de Limites Planetários e a Emergência dos Filhos da Lei (2008)

O desenvolvimento de um organismo, bem como de uma entidade energética ou cosmológica, é sempre regido por ciclos, por ritmos precisos de contração e expansão, por “pulsação”.Toda a forma, seja ela física-orgânica, mental-psíquica ou etérica-energética, está sujeita ao fluxo e refluxo cósmico, à interação entre forças propulsoras e constrições estruturantes.Mahavan-Shuthavan são termos do norte da Índia para estes dois momentos complementares da construção cósmica do ser: Mahavan significa “expansão” e Shuthavan significa “contração”. Ambos formam as marés do “oceano da criação”.

Em certos ambientes, as forças propulsoras são definidas através do símbolo de URANO, o senhor da revelação libertadora e as constrições estruturantes através do símbolo de SATURNO e o senhor da solidificação do tempo através da forma perfeita.

Desde 2001, muitos seres sensíveis têm percebido um limite invisível imposto à sua consciência – uma forma de impasse, uma contenção, um controle limitativo que impede a expansão natural do ser, por outras palavras, um bloqueio.

Essa condição deve-se fundamentalmente à reação das forças obsoletas da Terra. A sombra planetária é habitada por operadores metódicos, muito precisos e científicos – os mindlords, senhores do mental, que dominam a passagem entre a quarta e a quinta dimensão planetária, remanescentes egoístas de antigos ciclos, agora encastrados em 13 famílias imperiais secretas na Terra. Apesar de, conscientemente, motivados por uma tendência demiúrgica e imperial, estes seres operam também como constrições estruturantes, ao obrigarem os servidores da luz a explorar reinos de sinceridade mais vastos e mais poderosos de que a simples “declaração de princípios éticos e morais”, e, indiretamente, convidam os amantes planetários a ultrapassar o horizonte do glamour do bem e do amor para se ancorarem definitivamente na filiação à LEI.

Durante cerca de 7 anos estivemos sob o regime destes concelhos limitadores – os prolongamentos dos senhores caídos. Foi um ciclo de constrição e limitação. Regra geral, essa condição gerou nos servidores sinceros uma impressão de humildade, cuidado, método, exigência qualitativa, eliminação de fascínios de protagonismo e comércio, sede de inocência, de candura, de vontade verdadeira de SER.

Em 8 de Agosto 2008, este ciclo de constrição estruturante termina e o começo de um ciclo de propulsão cósmica é iniciado. Passamos do ciclo de maturação limitativa para um ciclo de revelação fulminante. Assim como os mindlords limitam o ser, impondo fronteiras rígidas à verdade possível de ser partilhada e vivida, os overlords – os senhores de Orion – os Elohim – deflagram na consciência, nos centros, nos corpos sutis e no todo planetário, imensas correntes ígneas que não se adaptam a nenhuma prisão planetária.

Em 8 de Agosto opera-se efetivamente o alinhamento final entre o portal maior terrestre, Miztitlan – o portal maior das plêiades Alcione, o portal maior de Sírius, Punta Raia, e o portal central de Orion, Alnitak. Alniatk (Orion)- Punta Raia (Sírius) – Alcione (Plêiades) – Miz Ti Tlan (Terra)O que é isto, em termos pragmáticos, para além da retórica interdimensional que tantos grupos enfraqueceu nos últimos anos?

Significa simplesmente que esta data marca a descida de um coeficiente de Poder, entendido como o oposto de passividade, jamais visto entre os servidores encarnados.

Este Agosto marca o culminar de uma fermentação secreta no íntimo da Terra, nos seus múltiplos veículos de expressão, dos homens e do sistema solar, complementada por um batismo estelar sem precedentes.

Sabemos isto não como algo que estudamos e compreendemos, ou como uma conclusão lógica da teoria das energias. Sabemos isto por nós mesmos, porque é inerente a estarmos vivos.

De ORION descem as correntes salvíficas de re-génese planetária. A Terra é um dos raros cenários onde o problema universal será resolvido em breve e, cada um de nós, é uma pedra viva na eclesia invisível, sem nome nem morada.

Com alegria no coração, chamamos todos os amantes planetários não a “isto” nem a “aquilo”, nem a “nós”, nem a rituais externos, mas a si mesmos.

A descida-precipitação Oriónica, agora presente, anuncia o novo ciclo de confiança, alegria, expansão e revolução energética que esperamos desde a nossa adolescência espiritual.

Um evento sublime envolve toda a vida planetária nestes tempos. Correntes de vida, de potência desconhecida, aproximam-se do nosso espaço-tempo. A emergência da Vida Original já começou em todos os quadrantes do nosso planeta. Todos os seres, de todos os reinos, estão a ser internamente mobilizados para uma elevação do coeficiente de luz que a Terra passará a manifestar.

A data 888 não é um indicador absoluto, é contingente, mas nem por isso menos importante. A numeração que usamos para criar o nosso senso cronológico é significativa apenas nos níveis mentais coletivos da humanidade. O Grande Universo e os seus Criadores não se dimensionam por essas datas. No entanto 888 indica um estado de preparação à escala global para a recepção-em-nós de uma influencia espiritual que envolve o nosso sistema solar há muitos anos e que pressiona para descer. Nesse sentido existe uma aliança entre os homens e os senhores melkisedeque: quando os filhos de adão invocam o altíssimo em pureza de coração as potencias celestes respondem, não por causa de um determinismo cronológico mas porque todo o coração responde ao coração: A égide deste alinhamento cosmológico é a Mente-Coração Criadora local – Cristo Miguel.

“Não conheceis AINDA a beleza e o esplendor dos planos de combustão pura, o Universo Ardente. Suaves brisas desse Nível tocarão ao de leve a orla das vossas Almas, o que for suficiente para vos imantar ao ponto de saberdes que não é possível, para aquele que pisou a Senda, abandoná-la.” Recentemente observei um lençol amarelo a secar num varal. Como estava encharcado, a tonalidade amarela era escura e sem brilho. Lentamente, à medida que o sol de Agosto secava o tecido, a cor original, intensa, amarelo canário, emergiu numa espécie de escultura contemporânea de alegria e movimento espontâneo.

Vamos caminhar como tigres jovens na floresta ao amanhecer, sob o signo supremo do Cristo Cósmico.

Por André Louro de Almeida

Saturday, October 15, 2011

Seres Templo

As energias com origem nos centros intraterrenos têm o poder, porque são tangentes à própria mente do Logos da Terra, de formar um templo num indivíduo.

Os templos, até hoje, eram acontecimentos concretos, arquitectónicos, geométricos, numerológicos, e lidavam com a calibragem do campo electromagnético da Terra e da sua ligação ao campo emanador dos grandes seres que, com o seu coração, nos criaram. Esses agentes criadores supremos têm as suas vastas catedrais galácticas mas eles vivem numa permanente criatividade. Dos seus centros superiores saem humanidades.

Antigamente a função da malha templar era calibrar, através de epicentros muito concentrados, a vibração da mente e do comportamento colectivo com o alto vértice e com o alto comando de Orion onde se encontram os nossos criadores originais que, por sua vez, não são mais do que uma criação do Criador de criadores.

Em Orion existe essa civilização de Elohim que tem um ponto intermédio que é o grande centro cósmico de Sírius chamado Punta Raia que está para Sírius como Miz Tli Tlan/Shamballa está para a Terra. Punta Raia é um grande templo cósmico de 6º Raio – Devoção. Como são regiões de não ego (de Arcturus para cima não existe ego) a palavra Devoção tem de ser recuperada nesse contexto.

Estes são combustionados por aquilo que poderíamos chamar “o Fogo do 6º Raio” – rosa rubi ardente ligado ao azul da grande lucidez cósmica. Eles estão desenvolvendo esse carmim da devoção ardente (nós aqui sabemos muito pouco sobre isso).

O representante da Terra nos conselhos superiores (S. Francisco/Kutumi) hoje é um hierofante de Punta Raia. Ao mesmo tempo que ele é parte do conselho do Rei do Mundo, e a teosofia clássica sempre disse que ele estaria sendo preparado para ser o novo Instrutor do Mundo, ao mesmo tempo, S. Francisco/Kutumi já é, nos planos superiores, uma entidade crística, e como é um terrestre, ele tem carmicamente a missão de representar a Terra nos Altos Conselhos. Ao mesmo tempo que ele é um mestre ascenso ligado à Terra ele é também um hierofante de Punta Raia, ele faz a conexão Shamballa/Punta Raia.

Na rede templar da Terra, cada templo era uma sequência de espaços sagrados em que cada espaço tinha uma frequência, cada vez mais exacta, até que o sacrário representava a vibração original.

Um templo é um telescópio arquitectónico para dentro da frequência de Orion. A função templo é criar um espectro vibratório suave, tanto quanto possível, por isso é que os templos têm todos jardins, degraus, átrios, naves, altares e sacrários. Mesmo os templos taoístas contêm todos estes espaços, qualificados, em termos ortodoxos, para permitir que a consciência se vá adaptando a uma vibração cada vez mais secreta.

Um templo é um mandala ao longo do qual a História da Humanidade é invertida. Se o templo não coloca o Homem em contacto com a sua origem ele não cumpre a sua função. Orion, origem, têm a mesma genealogia. Tudo isso aponta para uma região onde patriarcas, anciãos cósmicos, com o seu amor e a sua vontade, geraram os modelos e as bases ocultas para a construção de uma sequência de irmandade ao longo do braço da árvore da vida até à Terra.

Um templo é uma recuperação gradual da consciência. No ritual católico, a única vez em que as pessoas se ajoelham, realmente, é quando o sacrário é aberto, o que representa que as frequências externas do ser se submetem às frequências internas do próprio ser.

Os templos guardam um ponto central onde a forma como a pineal funciona, a forma como a consciência se relaciona com o tempo, a forma como nós nos relacionamos connosco e com os outros, na vibração do sacrário não existe mais, é outra coisa. O sacrário muda a frequência de um ser, por isso ele está sempre fechado e raramente se abre.

Todos os templos, independentemente da religião, são uma descrição da consciência desde a ignorância externa até ao ponto central onde o antídoto planetário se encontra.

Os templos estão a ser todos desactivados. Tirando algumas excepções, os templos da Terra perderam contacto, perderam antena com os Elohim porque a função templar não conseguiu manter-se suficientemente suspensa, autónoma em relação à malha que controla a mente colectiva.

Estas energias intraterrenas estão a fazer um trabalho muito lento e ao mesmo tempo alucinante de instalar dentro de alguns seres humanos a frequência que dantes estava representada nos sacrários dos templos que estão sendo desactivados.

O sacrário é um ponto onde o mais alto nível de frequência do éter era mantido próximo da humanidade. O templo podia ter 300, 400 metros quadrados mas o sacrário era um espaço minúsculo, 30x30, onde era mantido um pedaço do véu da Mãe do Mundo, isto é, uma parte da vibração do éter puro. O próprio sacrário era uma retro memória até à origem de quem somos e no sacrário era colocado, por agentes angélicos, uma porção do éter que continha os códigos geométricos, ígneos e de fogo que reconstituem a consciência original – frequência hiperbórea.

Há uma frequência electromagnética que a nossa pineal perdeu dentro da qual se encontram 12 códigos secretos (vistos de um ângulo, de outro ângulo são 22) que despoletam o processo de ascensão.

Esses códigos secretos só podem ser plasmados pelos anjos, próximo da matéria (pineal), através de um campo etérico porque é o éter que contém os binários matemáticos e a capacidade de resposta exacta a um impulso que não é material e traduzi-lo em ondas electromagnéticas. O éter traduz e conduz pensamento angélico ou divino para o mundo concreto.

Dentro de um sacrário concentrava-se uma frequência, uma presença (Shekinah) tão pura que nunca tinha sido afectada por nenhum processo dialéctico. Ele permanece anterior e posterior à História, é o Alpha e o Ômega e ali estão concentradas as instruções secretas para activação da pineal.

A forma que a igreja encontrou de transportar essa frequência etérica para dentro das pessoas foi fermentar um bocadinho de pão e colocar as hóstias dentro do sacrário. A palavra é Transubstanciação. Isto é, o facto de nós sabermos quais são os ingredientes que fizeram a hóstia não conta para definir o que tu estás a tomar. Uma vez as hóstias estando no sacrário, quando elas saem são consideradas o “corpo de Cristo”, que, do ponto de vista metafísico é muito bonito, uma vez que o Cristo cósmico corresponde à reunião de todas as nossas almas numa única meta humanidade – Adão é um proto cristo, ele é uma identidade arcaica ao qual todos nós estamos ligados. É como um corpo de consciência que continha a possibilidade de todos os seres humanos (alma grupal), que por uma série de processos foi pulverizada, e cada uma das nossas almas é um fragmento de Adão. Cada uma das nossas psiques é como que um selo cunhado com o mesmo carimbo que é Adão.

Cristo histórico recupera a nossa memória dizendo-nos que todos vimos de uma proto entidade e o Cristo cósmico é esse ser cujo corpo é feito de cada um de nós. Há um gigante cósmico que é a Humanidade erguida. Há um gigante cósmico que é a Humanidade desperta. Há um momento vivo que somos todos nós uma vez acordados para a nossa verdadeira realidade.

A tua história é cósmica. A tua dor é cósmica, o teu processo é cósmico.

O facto que está por detrás do éter original é que ele contém tanto as frequências do princípio, do homem hiperbórico, como as frequências do fim, desta meta humanidade.

Dentro do sacrário, quando as hóstias eram aí colocadas, havia uma plasmagem da vibração do início e do fim de forma que, quando tu tomavas a hóstia havia uma deflagração mínima dessa frequência no sistema nervoso.

Eles estão retirando essas ampolas de éter original dos grandes templos da Terra e a preparar milhares de pessoas para receberem essa frequência directamente no tórax, no chacra cardíaco daqueles que são os seres templo, que pertencem, principalmente, à linhagem dos contemplativos. A Era de Peixes fechava as coisas num indivíduo, a Era de Aquário são grupos inteiros. São milhares e milhares de pessoas, especialmente em Portugal, que vão receber esta ampola, o que significa que se vão formar, em torno delas, os anéis vibratórios que existiam, antes, nos templos.

Quando se diz que Portugal é o “Altar do Mundo” as pessoas não fazem ideia até que ponto!

Tem a ver com a malha energética criada pelo coração de milhares de indivíduos. Muitos sacrários de templos que estão a ser desactivados vão ser trazidos para Portugal no plano etérico.

Muitas das ampolas vibratórias que reproduzem o mistério original da Terra, a Mãe do Mundo, o Coração do Cristo e a Purificação integral do Homem, vão ser transmigradas para Portugal. As grandes religiões estão a chegar ao fim do seu tempo de validade como lógica psicológica. Então, à medida que Eles desactivam essa rede que são os antigos templos, com algumas excepções, o templo morre.

Thursday, October 13, 2011

Lys e o Éter Primordial(Uma Introdução) Parte I

Por detrás das aparências, por detrás daquilo que impacta os sentidos, sempre esteve preparada, sempre esteve latente, sempre esteve viva, uma Síntese. Uma Grande Síntese. Por detrás da trama, por detrás do espaço, do tempo, da escola, por detrás desta química existencial em que nós nos encontramos, sempre esteve latente, sempre se ocultou uma Grande Síntese. Uma realidade, que do ponto de vista da evolução, é perfeita. Sempre Algo Maior se manteve latente.

E a época em que nós estamos, é uma época em que é permitido recriar este Planeta. Em que é permitido gerar uma regénese. E tu, enquanto indivíduo lúcido, tu encontras-te no ponto de encontro, tu encontras-te no ponto de convergência que conduz à emergência dessa Síntese. Ou seja: neste momento, nós encontramo-nos num Planeta que está a ser rescrito. Que está a ser preparado para ser dito de novo. Um planeta que está a ser preparado para ser de novo verbalizado. E o teu ser é o ponto de encontro de duas imensas realidades de que nós vamos falar. Ele é o ponto de convergência de duas imensas realidades. E por este casamento, por este novo casamento entre o Espírito e a substância, nós vamos poder falar, viver, ser, um Novo Homem. E este Novo Homem é como que um novo equilíbrio entre o que constrói a realidade. Entre o Espírito emissor e a substância receptiva. O Novo Homem é um novo equilíbrio. É um novo degrau. É uma recombinação do Universo. O Novo Homem é Universo recombinado. Reorganizado.

Este ser em síntese, isto é, este ser que cumpriu as etapas, e quando nós falamos de etapas não falamos da actual biografia do homem terrestre, não falamos da actual biografia individual... as etapas são realidades com milhares de anos dentro de vocês; nós, hoje, não estamos mais em julgamento. O julgamento já foi feito pela própria Mónada do indivíduo. Pela própria essência do indivíduo. Antes que tu te tivesses projectado nesta dimensão, o teu destino Maior já estava desenhado. Já estava pronto. O teu desígnio, nos níveis supramentais, nos níveis supraterrestres do teu ser, já estava pronto.

E esta não é uma encarnação de prova. A dificuldade tem a ver, apenas, com a precisão, a exactidão, e com a maior ou menor plasmagem de Luz Eterna na nossa consciência e corpos. Isto não é uma encarnação de prova entre sombras e trevas. Isto é uma encarnação de permissão. Porque as encarnações de prova ficaram para trás. Nós tivemos dois mil anos de prova. Dois mil anos de trabalho. Dois mil anos de atelier planetário. Hoje, os seres que encarnam, tirando raras excepções, vêm revelar a síntese do que estiveram acumulando no seu interior durante os últimos milénios. Eles não vêm viver prova, exactamente. Ainda que isso pareça estar à superfície. Ainda que à superfície dos acontecimentos, as pessoas sintam que estão sempre em prova. Mas o que se passa, é que esta encarnação, esta nova experiência biológica em que nos encontramos, ela destina-se, no profundo, a plasmar nos corpos a síntese de todas as encarnações até agora.

Em outras vidas, nós recebíamos um pequeno percentual da Luz que somos. Porque eram vidas de prova. Eram vidas em que tu estavas acumulando Tesouros no Céu. Eram vidas em que estavas estimulando os reservatórios superiores do teu ser, através do acto moral. Através da bondade. Através do sorriso que compreende. Através do esforço para o bem. Através da amplificação do coração. Através do refinamento da consciência. Através da purificação do carácter. Através da união com a boa vontade. Isto tudo, do ponto de vista do trabalho, da síntese planetária, ficou para trás. Esta não é uma vida de boa vontade, nem de bondade, nem de purificação do carácter, nem de refinamento da consciência, nem de praticar o bem...

Isso, hoje, é considerado automático! Esta é uma vida para receber o Arquétipo! A Entidade Maior! Se nós continuamos no nível - completamente compreensível, completamente legítimo - no nível da purificação do carácter, da eliminação de defeitos, do esforço para o bem..., nós não vamos encontrar o ângulo que te coloca a par com o novo degrau. Com a Nova Harmonia. Com a Nova Criação.

Esta é uma encarnação, na qual a partir de 2008, o corpo Causal começa a ter os seus invólucros removidos. Começa a ter as suas membranas subtilizadas. E como vocês sabem, este nosso corpo Causal é o ponto de encontro entre a mente que sobe, entre a mente que aspira, e a Luz que tu és. O Ser Maior que tu és. Mas este ponto de encontro tem tido - como dizer isto? - uma pavimentação, membranas subtis, que impedem, por uma questão de equilíbrio, porque no passado as vidas eram vidas de prova, porque o indivíduo não podia receber a Luz toda, porque ele não tinha corpos para receber a Luz que ele era, porque ele tinha que purificar os corpos...

Então existiam estes anteparos entre a Luz que tu és, entre a Estrela-Ser que tu és..., entre o Ser-Estrela..., entre a Entidade Galáctica que tu és e a sua contraparte terrestre; a forma como a Terra conseguiu, até hoje, fotografar a tua Entidade Galáctica; revelar a tua Entidade Galáctica. Mas essa fase, de preparação dos corpos para a Luz, vocês terminaram. Há centenas de anos que têm feito isso. Isso terminou nas vidas anteriores.

O trabalho, hoje, está sendo operado nos planos internos, por entidades como Elias, que hoje é um extraterrestre da sétima dimensão; por entidades como Isabel, que hoje é um andrógino, lá, nas naves de Luz, da Confederação Intergaláctica; por entidades como Maria, que hoje são Vórtices de colapso Espácio-Temporal; Maria são Vórtices de transformação de contínuos/dimensões. São Seres transdimensionais.

E o que estes Seres estão preparando em nós, é a subtilização, a progressiva transparência e, a partir de 2008, praticamente a remoção das duas membranas que configuram o corpo Causal. O que significa uma incandescência na coroa e no centro do peito. E, como vocês sabem, é nesse Veículo Superior que se encontra todo o Bem, que vocês acumularam em vidas anteriores. E nenhum de nós tem a mínima noção de quanto Bem acumulou aí. Da Luz que foi reunida nessa Arca Secreta. Daquilo que é a Síntese de milénios, de caminho longo, de pedras, de espinhos... Nós, hoje, lutamos e ainda sofremos, por uma questão de hábito! É um hábito! Porque a Luz ainda não ancorou totalmente. Porque a nossa quietude, e o nosso vácuo, e o nosso sim, e a nossa nova dignidade, ainda não emergiram na configuração exacta que permite a plasmagem da vibração da Verdade. Notem: eu não estou a falar daquele caminho que vai da sombra para a Luz.

Daquela longa progressão da sombra para a Luz. E de todas as variações entre a sombra e a Luz. Eu estou a falar que existe uma vibração de mentira e uma vibração de Verdade. Uma vibração de processo e uma vibração de culminância. Uma vibração construtiva, progressiva, plástica, psicológica, e uma vibração de Revelação e Contacto, entre a entidade Divina e a entidade terrestre, em ti. E isto plasma-se. Isto ancora. Isto estabiliza, centraliza a consciência. Isto baptiza com Fogo a natureza do ser.

E a etapa em que nos encontramos, é uma etapa de remoção dos véus. De remoção desta catarata espiritual que nós temos na nossa óptica interior. Esta opalinidade. E é uma etapa para receber os Tesouros do Céu. Isto é, o indivíduo está sendo chamado para não operar mais, apenas no sentido ascendente. Mas para aprender (é isso que faz um Iniciado), para aprender a trabalhar no sentido descendente.

Nós chamamos Transfiguração, àquilo que acontece nos nossos veículos e na nossa pessoa quotidiana - esta consciência de vigília, ambulante, que nós somos nesta dimensão - nós chamamos Transfiguração, ao que acontece quando tu te vês de cima, do outro ângulo. Quando tu te vês além de ti. Acima de ti. Quando tu sentes além da zona, a que antigamente chamavas “eu”. Reparem que na Transfiguração, no sentido simbólico ocidental, Jesus sobe ao alto do monte. E a Transfiguração consiste na consciência que reside naquele Ser, mudar de plano e ver os corpos... - Quantos Discípulos subiram com Jesus para o alto do Monte? Três. - Então, cada um deles representava um veículo da personalidade. Eu cálculo que João representava um veículo mais sensível, Tiago um veículo mais mental e Pedro um veículo mais activo, mais vital, mais físico-etérico, mais dinâmico.

E o que acontece, é que tu tens este quarto princípio, que é a Visão Pura, que leva estes três corpos ao Alto de um Monte; o que significa, trazer a consciência para o topo do ser. E nesse nível, ver-se totalmente liberto da vibração dos corpos! Esta passagem, meus irmãos, esta passagem existe! E aquilo a que se chama a Transfiguração, a terceira Iniciação, é um processo no qual, definitivamente, essa quarta realidade conquista a consciência.

O novo ângulo torna-se a nova normalidade. Há uma nova normalidade nessa terceira Iniciação. Mas o indivíduo não tem que esperar por esse acontecimento, que está no caminho de muitas pessoas, de milhares de indivíduos, o indivíduo não tem que esperar por essa terceira Iniciação para praticar a Transfiguração. Basta que ele compreenda, que a terra onde ele caminha, está em Transfiguração. E que os véus, que separam a Humanidade de superfície da Humanidade Profunda, das Humanidades paralelas, das nossas Humanidades Irmãs, todos estes véus estão a ser removidos. Estas películas de incomunicação estão a ser removidas. E isto acontece na Terra, como uma Arquitectura Celeste, e acontece em ti, individualmente. Tu és Terra em Revelação! Nós universalizamo-nos através deste pensamento. E tu sabes que as vibrações mais altas da vida só podem ser contactadas, quando um indivíduo se universaliza. O indivíduo tem que se universalizar. Que é o mesmo que dizer que tem que se tornar impessoal. E tu universalizas-te, quando tu compreendes:

Eu sou Terra em Revelação! Eu sou um fragmento do processo Terrestre! E o que acontece na Terra acontece em mim! E se eu consciencializar a Luz em mim, a Consciência Luminosa da Terra expande!...

Thursday, September 29, 2011

Da Vida Intuitiva a Vida Iniciática

Nós existimos, vivemos, estamos integrados em enxames e linhagens de núcleos de vida muito mais profundos, que são a concentração do ser, em camadas, além da vida de superfície.

A personalidade que vive na crosta é, ela própria, feita dos materiais da superfície, mas nós vivemos, simultaneamente, em todos os planos cósmicos. O que nós somos aqui em baixo é apenas um embaixador da nossa vida total, daquilo que nós somos lá em cima. Esta personalidade é um ponto de aplicação de um ser galáctico. O ser que tu és não é um ponto é uma esfera. Onde a esfera do ser imenso que tu és toca o espaço e o tempo, nessa tangente, nasce um ponto que é a tua personalidade.

Existe um pequeno ser e um grande ser. Sempre que, ao mesmo tempo, contemplas a tua enorme ignorância e a tua inexplicável sabedoria, simultaneamente, tu estás a ter a experiência dupla de seres o pequeno ser e o grande ser ao mesmo tempo.

Tu és em baixo, na 2ª dimensão, um pequeno selvagem aborígene carregado de energia vital e és um ser social, civilizacional, sociocultural e psicológico na 3ª dimensão. Tu és uma alma na 4ª/5ª dimensão. Tu és um corpo de luz, um holograma do holograma que é o Universo inteiro na 5ª dimensão. Tu és uma chama inextinguível no centro do tempo na 6ª dimensão e tu não és nada, é a dimensão divina, o que significa que ÉS TUDO.

Tu és todos estes núcleos simultaneamente e nós chamamos vida intuitiva à sensibilidade a estes núcleos, à capacidade de o ponto se sentir parte da esfera.

Nós chamamos vida intuitiva a uma obediência, a uma permeabilidade, aquiescência vibratória, a uma plasticidade do que está em baixo em relação ao que está em cima.

Vida intuitiva é esta sensibilidade de nos percebermos além da personalidade. Vida intuitiva é sensibilidade, permeabilidade, química. Significa que para vocês a vida intuitiva acabou porque vocês são aqueles que transportam a tocha.

Vocês estão sendo chamados para a vida iniciática que é a fusão dos núcleos que estão em baixo com os núcleos que estão em cima. Significa isto que o indivíduo busca menos e é mais.



Vida intuitiva é sensibilidade.

Vida iniciática é um processo de fusão.



Trata-se de uma comunhão progressiva entre os núcleos da personalidade e aquilo que tu és nas dimensões superiores.

Vida intuitiva são códigos, comunicação, sinalética, mapas, é a descoberta de que o indivíduo vai para além da personalidade e que ele tem uma tarefa e depois todo o processo de o indivíduo ir revelando, em gotas homeopáticas, essa tarefa, porque se ele conhecesse, de chofre, a sua tarefa, fugia dela. A prática da Hierarquia é que a revelação directa da tua tarefa, antes da 3ª iniciação, bloqueia a evolução de um ser.

Esses grandes seres não registam o que tu fazes, Eles registam a consciência com que tu fazes e se um indivíduo faz uma coisa acreditando que aquilo é o próximo degrau, na fé, na sinceridade, na transparência, não tem importância se o degrau o pôs mais acima ou mais abaixo porque se há pureza, tu dás dois passos atrás e descobres que estás cinco passos à frente.

Se há pureza (o indivíduo acreditar que aquilo é bom para o seu crescimento) nos corpos, na mente, no coração, os Irmãos registam essa pureza. Aqui trata-se de o indivíduo continuar a ver os grandes astronautas intergalácticos à frente dele e aspirar à união cósmica com a Federação Intergaláctica, à união do seu coração com o Cristo e à união civilizacional superior com as grandes civilizações cósmicas e manter-se firme nisto.

Os seres que foram formados, antes de nascer, dentro do corpo do Cristo, dentro dessa igreja cósmica – Ordem de Melkisedeque – são os seres que a partir de 2003/4 se libertaram do problema de querer saber coisas sobre eles: “o que é que eu vim fazer à Terra?” – Vieste fazer o céu! O resto são detalhes!

Tu não vais ter a mínima dúvida do que vai ser a tua tarefa e tu só percebes qual é a tua tarefa já estás dentro dela.

A tarefa é algo que aparece quando tu não estás à espera, toma-te por inteiro, e só 15 dias depois é que te apercebes. A tarefa entra pela diagonal. E nós chamamos vida intuitiva a esta sensibilidade, a esta descoberta que temos algo para fazer. Agora, o processo iniciático tem a ver com Eles começarem a retirar material terrestre da personalidade.

O que é que isto tem a ver com a tarefa? A tarefa é o que nos vai mantendo distraídos enquanto Eles vão fazendo o trabalho iniciático dentro de nós. No processo iniciático Eles vão retirando o campo electromagnético da vida das células e colocam, gradualmente, o teu corpo físico num novo invólucro magnético.

O magnetismo físico com o qual nascemos é um acordo entre a alma e o carma da Terra. É um ponto de encontro e o nosso campo magnético contém uma mistura desses dois factores e isso subjaze à vida das células.

Na 1ª iniciação todo o teu campo magnético é lavado, antigamente eles mergulhavam o iniciado na água (Baptismo – 1ª iniciação) mas primeiro ele passava semanas preparando-se e quando ele mergulhava na água, e se aquela água tinha sido activada pelos Conselhos de Orion, como é o caso da água à volta de João Baptista, aquela água funcionava como uma bateria reflectora do magnetismo original.

A água é uma oitava do Amor. O amor tem oitavas: a mónada é uma oitava do amor; o corpo causal é uma oitava do amor; e os 80% de água no nosso corpo físico são uma oitava inferior, mineral, elemental do amor e as águas da Terra estão contaminadas porque elas são uma oitava do nosso amor.

A central de Orion é uma grande lente que adapta, convecciona o indizível, o inominável, o inalterante, o inalterável, a permanência do Pai com os mundos evolutivos. Essa imensa lente convecciona a Vontade/Poder do Pai.

Orion é a pineal da galáxia para esta região onde nos encontramos. Orion segrega a vibração que a galáxia compreende e reflecte a vontade do Pai com os poços e os abismos espaçotemporais onde as estrelas fazem a sua delicada filigrana.

Orion é a imensa estabilidade.

Esse Amor tem muitas oitavas: Sírius; o Sol; Vénus é a oitava que nós mais entendemos; depois as nossas mónadas; o corpo causal e depois a água do corpo que é o elemento que associamos ao corpo emocional.

No caso de João Baptista todo o Jordão ali à volta estava emantado com a vibração de Orion. Orion irradia uma potência termonuclear de amor, ele dispara emissões de luz e amor puro em radiação com uma voltagem termonuclear. Os serafins são os seres que fazem a conexão entre a consciência humana e Orion. Quando João Baptista mergulhava uma pessoa, se tinha havido preparação em profundidade, a 1ª iniciação acontecia – Baptismo.

Quando o corpo é mergulhado num campo electromagnético ligado a níveis extraterrestres, o material magnético que mantém a vida celular é removido e é instalado um novo envelope electromagnético no corpo, e as células, de repente, aprendem a luz da alma. A diferença é que o corpo electromagnético com o qual nascemos contem informação genética dos nossos pais, contem informação cármica da civilização onde nos encontramos, contem o encontro entre a vibração da alma e a vibração do planeta.

Na 1ª iniciação esse campo electromagnético velho é retirado e é-te dado um novo campo electromagnético directamente ligado às energias superiores, ele é-te doado pelo teu eu superior, é como se o corpo mudasse de base aquática. É eliminada a informação emocional e física que não é útil para a vida da alma.

Quando a alma precisa de remover uma informação que está a obstaculizar o seu desenvolvimento, a alma pode disparar uma pneumonia, uma gripe ou uma febre bastante forte e a pessoa fica de cama a eliminar directamente pelo corpo, sem passar pela consciência, essa informação. Tanto assim que uma pessoa que sai de uma febre muito forte sente-se muito mais leve, clara e alinhada.

Chama-se vida iniciática ao processo no qual os núcleos mais altos tomam conta, fundem-se, assimilam os núcleos mais baixos – Fusão.

Se nós estamos numa vida intuitiva há uma grande azáfama em torno de “quem eu sou, o que é que eu estou aqui a fazer?” Tu vais até onde tens que ir até que a fase da vida intuitiva se vai esbatendo, desgastando, e a necessidade de a mente querer saber tudo o que se passa com o indivíduo se vai gastando, até que ele chega ao portal do silêncio.

Chega-se ao portal do silêncio quando as informações acerca de: “porque é que eu estou cá, qual é a minha tarefa, quem são os meus guias” são bem vindas, assimiladas, amadas e te deixam completamente indiferente. Chegaste aquele ponto em que já não estás nos Jardins nem no Átrio do Templo, começaste, definitivamente, a atravessar a Nave rumo ao Altar.

Sem que este silêncio caia sobre nós há demasiada pessoa e a ideia é haver mais alma e menos pessoa ou, uma pessoa reconfigurada pela alma.

A alma não pergunta quem sou eu e o que é que estou aqui a fazer, ela age, ela projecta-se no éter sob a forma de radiação criativa. Então, há aqui uma rotação de 180º da vida intuitiva em que o indivíduo está fascinado sobre si próprio, para a vida iniciática em que desceu o véu de silêncio onde tu começas a ter as respostas todas. Tu começas a sentir uma vibração dura, sólida, inamovível, firme, estável, que revela e que faz o que tu vieste aqui fazer e é no silêncio que isso acontece.

A energia com a qual se lida é estritamente a energia da Ordem de Melkizedeque destinada à activação da consciência monádica dentro da pineal – 7º chacra – e a consagração do coração à tarefa inominável de SER.

Este indivíduo que já subiu para o plano da consciência interna, em vez de ficar no plano de tentar saber o que é que ele está aqui a fazer e porque é que sofre tanto – qual é a diferença entre saber e não saber? Pode-se dizer: “mas há uma aceitação e um descongestionamento da mente, há uma cerenização quando eu sei donde é que este sofrimento vem”. Quando a alegria vem ninguém quer saber de onde ela vem nem porquê! Está tudo bem!

Sempre que estamos ligados, aceitamos, e quando não estamos ligados queremos um relatório, mas o relatório é sempre o mesmo: eu não fiz a única coisa necessária e é por isso que o indivíduo está desligado é porque ele não adora o centro profundo da sua consciência.

Eles estão dizendo que o contingente de conectados com a Ordem de Melkizedeque e com o trabalho do Cristo em Portugal assumam a sua tarefa, subam um degrau, entrem no silêncio, atravessem o Templo, cheguem ao fogo do centro e adorem o Supremo senão não podemos fazer descer a força principal.

Tem de haver uma dissipação dessa nuvem crónica, narcísica, de contínua busca de referências sobre si porque isso é para os sábios, mas o Fogo é para os loucos. Claro que para tu seres um louco tens que primeiro ter sido um sábio!

O trabalho dos enviados é esvaziar o cálice e doá-lo à energia cósmica superior. Para eu esvaziar o cálice tenho que remover o tampão que existe no chacra raiz que impede que os materiais psicológicos ligados ao medo escorram para fora de mim.

Esse tampão constantemente irradia para o consciente ondas que não pertencem à Terra, ele impede a correcta respiração entre o chacra da raiz e o 7º chacra.

Esse tampão impermeabiliza o nosso corpo psíquico e impede que o indivíduo escoe para fora de si material psíquico que é construído em função de uma distorção cognitiva que o chacra da raiz impõe à consciência que diz que tu podes morrer. A distorção está em fazer disto um assunto quase absoluto. O chacra da raiz absolutisa o nosso corpo físico, torna-o um valor absoluto. O centro da coroa faz exactamente o oposto, relativisa completamente esta dimensão e esta encarnação.

Este tampão retém material pesado nos nossos corpos subtis.

O primeiro nível de transmutação profunda do comportamento e de preparação de um ser para ser um cálice, para que se dê a fusão da alma com a mónada, eu preciso de encontrar uma condição graal em mim. O Graal, nesse sentido, é uma condição psíquica final no qual existe uma capacidade muito avançada de receber Orion em nós, de receber o Cristo em nós.

O nosso graal está cheio de medos, pensamentos inconscientes que são mantidos por algo que impede aquilo de escoar para fora do cálice e o cálice ficar purificado e pronto para receber, no fundo, o que nós realmente somos. Estes materiais distorcem o espelho.

Como é que se transmuta o chacra da raiz, como é que se equilibra a sua função nobre (que é: ligar--nos à Terra, vitalizarmos o corpo, alimentar-nos, fortalecer-nos) e se supera a sua função obscura (inventar medo muito para além do necessário para fazer a preservação do corpo)? O chacra da raiz foi criado para sustentar a nossa vida e para tirar prana do coração da Terra e vitalizar o corpo com esse elemento vital. A programação original deste chacra era o mínimo de medo necessário para produzir adrenalina e vigilância, o resto era uma confiança profunda nas leis da criação. E esse centro foi manipulado e expandido na sua sombra, começando a invadir a consciência com medo que produz uma distorção subliminar no pensamento de forma a este se defender do mundo, dos outros e a criar um território seguro.

O chacra da raiz só deixa de emitir medo inútil se houver uma coordenação com o centro da coroa que contém a vibração oposta ou complementar ao centro da raiz.

As pessoas precisam transmutar o peso que está no centro da raiz para se transformarem em graal, e o centro que faz esta transmutação é o da coroa.

Todos os dias o nosso eu superior nos chama durante 30 segundos, um minuto, para o centro da coroa. Isto significa que há um momento, ao longo do dia, em que todas as nossas energias são magnetizadas e chamadas para o alto da cabeça. Este chamamento é algo novo e é diário. É o oposto da meditação, vem de cima, é activo, desce sobre o teu crânio, abre a flor e instala-se.

Este ser ligado à ordem dourada dos instrutores de mundos precisa de, diariamente, largar o mundo das perguntas, da falta de auto estima e auto confiança e estar atento quando aquilo que tu és na dimensão superior te chama e isto é um minuto por dia.

Larga tudo, pára e entrega-te totalmente por 60 segundos.

Quando o Supremo chama, o vagabundo vai, Vai, VAI.

Isto é a única coisa necessária. Sobe, vai em busca daquilo que tu és.

Atravessa as estrelas, vai até ao núcleo das galáxias e vai mais além. Passa pelos ramos das Escolas Internas, sente os Anjos, os Arcanjos, as linguagens sagradas, os cânticos e entra na luz branca e une--te a ela – 7º, 8º e 9º chacras.

Este baptismo de luz cura os medos profundos porque tu estás a ter esse contacto e essa expansão branco luminoso em cima, e, instantaneamente, o chacra da raiz recebe os antídotos cósmicos da entropia planetária.

A tendência da consciência é: “agora não, agora não tenho tempo, mais tarde”. Mas se Ele te chama naquele minuto, Ele sabe muito bem porque é que te chamou. É preciso que o indivíduo tenha o método de ir, sem que os outros se apercebam disso, porque isto não é um assunto público. Deixa-te ir completamente.

Eles estão a activar o 8º chacra em que o sintoma, no 7º, é um puxão diário de um minuto para a consciência suprema.

Se o 2º centro te dá a experiência sensual ou erótica como um todo, se o 3º centro te dá o contacto com a cultura, a civilização, a sociabilização, a relação com os outros, o 7º é o ponto de partida para a viagem cósmica e nós precisamos, a partir de agora, de transformar o chacra da coroa num trampolim.

Dissipando a psicoesfera de busca constante de uma explicação e de uma resposta, e de um mapa, e de: o que é que eu estou aqui a fazer, eu acho que vou ser isto ou não vou ser aquilo. Tu não achas nada! Porque o que tu achas não aconteceu! Nunca é como um indivíduo acha que vai ser, o que significa que é melhor não ir achando nada. Tu foste enviado pela Ordem de Melkizedeque para SER.

Por mais respostas que vocês obtenham, SER é o trabalho da 5ª dimensão.

A lei da busca é real, produz coisas, a lei de Ser implica parar tudo quando Ele te chama, largar tudo e ir, e depois tu não vais ficar lá no sétimo céu o resto do dia, arranjas o cabelo e começas a escrever à máquina outra vez, só que o teu chacra da raiz já recebeu o sinal superior para te retirar o tampão que impede o material psíquico escoar e transformar-te num graal.



Está aqui uma técnica que consiste em, de repente, não fazer absolutamente nada senão SER.

Assim que o Supremo te chama é ires até Àquela Luz. Bebe daquela Luz Branca.

Isto tem a ver com Metatron, o guardião de Orion, com a energia da coroa – Kether, da Árvore da Vida. Malkuth/Kether. Kether transmuta Malkuth. Malkuth transmuta-se com Kether.

Isto neste momento está aberto. O pássaro vai chegar, tu nunca sabes quando é que ele te vem chamar, tu não sabes como é que ele se move. Tu não sabes como é que esse pássaro funciona mas sabes que ele existe e quando ele te chama tu vais.

Isto que está a ser dito é completamente na linha mística porque a linha mística busca fundir-se, não busca compreender. A linha ocultista busca compreender. Ambas se equilibram mas, para que eu possa transferir a minha consciência para a 5ª dimensão, eu preciso de um acto místico.

No dia em que tu abraçares esta luz que te chama, sem a mínima hesitação, sem a mínima reticência, sem o mínimo adiamento, o canal entre o 8º chacra e a coluna de cristal até ao chacra raiz está aberto.

Como é que eu sei que retornei à coluna de cristal? Porque quando a luz te chama tu respondes instantaneamente. Não há considerações de ordem psicológica, cultural, circunstancial, fenoménica ou intelectual. Ao beberes deste amor que vem do centro do Universo todos os centros se alinham e o centro da raiz é curado do seu medo ancestral.

S. João da Cruz é muito claro, ele diz que para chegares ao topo do Monte Carmelo tu tens que ir dizendo Não, Não, Não, Não, Não, Não, Não.

Só que S. João da Cruz teve o problema de ter esta experiência diária na Espanha medieval.

Agora, Eles estão a preparar este chamado solene de 2 minutos por dia para todo o grupo que é o fermento da Nova Humanidade.

Nós não vamos transmutar o medo sem a conexão com o campo monádico e a vida superior. Então, largar tudo e ir é um assunto extremamente pragmático. Quando tu retornas, retornas com uma integração entre sobrevivência e magestade. Tu retornas com uma coordenação entre o teu núcleo de sobrevivência e o teu núcleo de magestade. Isto é o verdadeiro poder a coordenação do chacra da raiz com o chacra da coroa.

Isto é um convite à iniciação e os Mestres registam, principalmente, a prontidão da resposta a um impulso superior.

Por André Louro de Almeida 

Transcrição de Alice Jorge   30/04/2004

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