Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Sunday, December 15, 2013

Conferências - Terra Now

TERRA NOW

Um Ciclo de Conferências em Lisboa

Em Setembro de 2011, depois de um retiro de dois anos e meio, André Louro de Almeida iniciou um ciclo de intervenções públicas em Lisboa. Partindo de questões simples mas cruciais foram desenvolvidas 20 conferencias que transpiram actualidade, sentido de urgencia e impulso libertador.

Questões como "O que é a Humanidade?", "O Logos e o Fim da Historia", "Aproximação à Hierarquia" e "Vida Mais Abundante" são introduzidas de forma directa e clara, explorando as várias faces que cada tema pode sugerir. 

André é sistemático na denuncia dos hábitos da civilização que domina hoje o planeta e descreve o cenário global de forma precisa, oscilando entre critica cultural incisiva e intuição penetrante nos potenciais do momento presente.

Simultaneamente a apresentação de uma vista abrangente sobre as Iniciações Hierárquicas e a nossa relação com o Intelecto Universal é uma das subcorrentes de todo este ciclo, inspirando esperança e beleza, conferindo um sentido superior e sublime à existencia.

O documento destas conferencias pode ser adquirido integralmente ou por título.

Mais Informações: http://airnet9000.wix.com/air034/media-1#!__media-1


Terra Now 1

Consciência Axial e Mutação Planetária 1



Terra Now 2

Consciência Axial e Mutação Planetária 2



Terra Now 3

Aprofundando a natureza crística em cada ser e a realidade do Corpo de Luz


Terra Now 4

Transformação, Transmutação, Transferência e Transfiguração como passos na Iniciação do Mundo 1


Terra Now 5

Transformação-Transmutação-Transferência-Transfiguração 2



Terra Now 6

Um estudo aprofundado sobre os 9 estágios de integração hierárquica



Terra Now 7

Os 10 Estágios de Integração Hierárquica



Terra Now 8

O processo iniciático como uma emergência natural



Terra Now 9

Logos - Uma Introdução

Humanidade-Hierarquia-Shambhalla



Terra Now 10

Uma conferencia sobre HUMANIDADE - SHAMBHALLA - HIERARQUIA e os 10 estágios de integração hierárquica.



Terra Now 11





Terra Now 12

A Câmara da Sabedoria e a Câmara da Ascensão



Terra Now 13

A situação mundial, a emergência do Cristo Interno, iniciação global, o despertar das Nações Sacerdotais, das trevas exteriores à câmara da Ascensão, o fim da New Age, poder e realização axial, a cura dos povos, o coração do Mundo, Vida Maior, a reunião do disperso, chamado ardente, harmonia individual e transcendência.



Terra Now 14





Terra Now 15




Terra Now 16





Terra Now 17




Terra Now 18



Terra Now 19





Donativos para NIB (Portugal) : 0033 0000 4523 9477 891 05



Wednesday, July 31, 2013

Fogo Monádico

Como está a ficar claro para alguns ambientes neste planeta, como está a ficar progressivamente límpido para alguns ambientes na Terra, o processo pelo qual o Planeta está a passar, o que está em acto, o que está a ser estimulado, é uma libertação da Luz retida, da Luz aprisionada, da Luz potencial em todas as partículas terrestres, em todas as partículas deste planeta.

Isto implica, como é do conhecimento geral, que cada partícula, cada veículo, cada árvore, cada consciência, cada órgão, cada governo, cada estrutura, tem a sua base, a sua sustentação, em níveis de Luz, que permanecem mais ou menos ocultos, em função da transparência da consciência, da transparência do tecido vivo, da transparência do governo, da transparência do indivíduo.

A base, a base de toda a existência, a base de manifestação, a base de exteriorização, seja do que for, é Luz.

E toda a realidade, toda a manifestação, toda a construção, toda a partícula, toda a célula, todo o átomo, seja uma realidade complexa, estrutural, seja uma realidade aparentemente simples, tudo é construído sobre uma contraparte luminosa. Tudo é construído sobre uma Luz oculta.

E este teu Planeta, este nosso Planeta, está a passar por uma fase intensa de libertação da Luz aprisionada no seu âmago. O Oceano de Luz-Vida-Consciência que existe no âmago, no centro da manifestação planetária - não no centro geográfico! Nós não estamos a falar no centro topográfico, no centro geográfico - no Centro, no sentido ontológico: o ponto mais secreto, mais alto, mais profundo - aquilo a que os ambientes teosóficos chamam o Logos, o Verbo Planetário. Ele está preparando-se para emanar uma Nova Sílaba. Um novo Som. Um novo Princípio ordenador do contínuo, dentro do qual nós existimos. É a engenharia planetária que está a passar por uma mutação. A crise humana é um aspecto da re-génese que o planeta está a viver. A crise humana é um fragmento, é um fotograma, de todo um imenso processo global, macrocósmico, que o planeta está a viver.

E ainda que, do ponto de vista humano, encarnado, tridimensional, consciente, a realidade à nossa volta seja uma experiência de percepção bastante estável e bastante sólida (quando é sólida), do ponto de vista Cósmico, este Planeta está a ser falado! Dito! Cantado!

Quando se diz que o Verbo manifesta a realidade, isso significa que existe um núcleo de uma incomensurável amplitude de Consciência-Poder que fala planetas. É comparável ao milagre eventual, de um poeta ler o seu poema, e ele materializar-se à frente dele. Isto é: É comparável à materialização das nossas palavras.

Um Planeta é possível porque existe uma Consciência que segura, aprisiona, convexiona, o grande fluxo, a grande corrente, o grande caudal de energia livre, num ponto. E aprisiona, prende, fixa, esse imenso caudal de energia livre, noutro ponto. Vocês reparem que, para vocês terem um som, numa corda, numa corda de uma guitarra, vocês precisam de dois pontos. Uma corda para produzir som, necessita de estar presa de dois pontos. No caso de uma guitarra, um ponto fixo - que é aquilo que na ordem de Melchizedeck se chama o ponto Alfa - e um ponto de progressiva afinação, até tu teres o som que corresponde à nota que tu queres tocar na guitarra - que é aquilo que na ordem Melchizedeck se chama o ponto Ómega.

E, o que o Logos, o Verbo deste Planeta faz, (deste ou de qualquer planeta) consiste em focar o seu poder estabilizador do Grande Caudal - e quando falamos do Grande Caudal, estamos a falar de todo o bombardeamento de Raios Cósmicos, de Energia Cósmica, que não se encontra aprisionada por ondas de gravidade, e que não se encontra aprisionada por nenhuma constante; trata-se de níveis de Luz e correntes de Fogo que não estão submetidas a nada. E o que este Verbo, o que este Criador Cósmico do teu Planeta faz, é segurar o Grande Caudal num ponto e noutro ponto: o ponto Alfa-Ómega. E é a estabilização do Caudal em dois pontos, que gera aquilo a que nós poderemos começar a chamar o Holograma Planetário. Ou seja, a construção de um sistema hermético, consciência-objecto: a nossa consciência está constantemente reflectindo e alimentado o mundo à nossa volta, e o mundo à nossa volta está constantemente reflectindo e alimentando a nossa consciência. É uma espécie de loop, um feedback de consciência.

E o que é que isto significa? Em que é que isto é pragmático para nós?

Pelo simples facto de que a velocidade do sangue nas tuas veias, a temperatura do teu corpo, o processamento mental, os estados neuróticos, os estados de tristeza, os estados de angústia..., tudo isso existe dentro de uma afinação do Holograma; ou seja: é porque o Logos decidiu cantar este Planeta e afiná-lo segundo um determinado diapasão. O que vocês têm, e sempre teremos, é um imenso Caudal de algo que ninguém sabe rigorosamente o que é, não está definido, não tem nome possível... Os nossos irmãos da Física usam a palavra energia, que é uma palavra que foram buscar à Filosofia Grega, aos pré-socráticos. Então, é uma palavra da Filosofia. Não sabemos o que é. É uma palavra que tem tanto significado como outra qualquer.

E este imenso Caudal - que não está definido e não se sabe o que é, e que não tem exactamente origem, por mais espacialmente que queiramos indicar um ponto algures por onde as Galáxias saíram, não se sabe exactamente de onde vem, como é que funciona... - este imenso Caudal é usado, num momento, pelos Logos para criar estruturas arquitectónicas. O nosso corpo é uma estrutura arquitectónica. O nosso corpo está dentro do Holograma. O nosso corpo tem um ponto Alfa, situado vinte centímetros abaixo do primeiro chakra, e um ponto Ómega, situado vinte centímetros acima do sétimo chakra. Ou seja, o nosso ponto Ómega está neste ponto, aqui, exactamente nesta região geográfica, acima da cabeça, e o nosso ponto Alfa está na base, entre as pernas.

E nós estamos a passar estar informação, porque, como nós vamos começar a estudar lentamente engenharia de Luz, e vamos começar a estudar lentamente o veículo Merkabah - aquilo a que biblicamente se chama a Carruagem de Fogo - nós precisamos começar a compreender, como é que esse Veículo Interdimensional configura a relação hermética, entre a nossa consciência e a realidade à nossa volta. Se o veículo Merkabah é activado - se ele fosse activado instantaneamente num dos seres desta sala, todos os outros transformar-se-iam em raios de luz, em fios luminosos. Instantaneamente! Ou seja: era uma questão de poucos segundos, até tu começares a ver fios de luz a dissiparem-se da impressão visual que os outros projectam sobre ti. A alucinação controlada, que é a visão - caso vocês não saibam, a visão é uma alucinação controlada. É uma alucinação mantida dentro de um nível de frequência. E caso nós ainda não tenhamos dado por isso, tudo o que te está a acontecer é uma alucinação controlada! E toda a realidade, o casamento hermético entre a consciência e a esfera, dentro do qual nós evoluímos, é uma alucinação controlada.

É quando a Carruagem de Fogo, o Veículo Interdimensional em torno do homem - que é o próximo assunto, ou seja, nos próximos quinze anos, todos os grupos esotéricos, que estão a fazer o contacto, vão começar a colocar esta questão no ar: a activação do Campo Merkabah. Primeiro, porque o campo Merkabah é o campo que faz conexão com as Auras de Resgate; que te permite ler a Nova Informação; que te permite ires tornando-te telepático em relação à Nova Terra. Depois, porque o campo Merkabah está em ressonância com o campo Merkabah do Planeta.

É porque o Planeta está ser gradualmente envolvido, também ele, numa Carruagem de Fogo, que nós estamos a ser envolvidos, microscopicamente, na nossa própria Carruagem de Fogo. Este Campo é a tradução local, individual, a Merkabah individual - Merkabah ou Holóide. Holóide é o termo que nós vamos começar a usar, porque, como vocês sabem, nós temos pouca tendência para o sincretismo e para fazer estudos comparados, e Merkabah é um termo Egípcio, é um termo Hebraico e Egípcio, e é óptimo em relação a uma certa tradição. Holóide, veículo do Todo, é o termo útil hoje. (Mas no final, são só palavras e também não nos preocupamos muito com isso.)

A activação deste campo em torno do homem, segue a par da activação da Merkabah do Holóide planetário como um todo, da Iniciação da Humanidade, e do fim da História. Tu tens esse Imenso Fluxo, que é comparável a um cilindro de Luz, totalmente livre. Mais livre que o fotão. Menos compactada, menos convexionada que um fotão.

Este Imenso Caudal não tem ponto de aplicação! Nós, para fazermos um círculo, precisamos de um ponto de aplicação: o centro. O compasso precisa de um centro. Para haver realidade, para haver as estruturas arquitectónicas planetárias, é preciso um ponto de aplicação: uma consciência.

Nós estamos em Infinito! É onde nós existimos! Essa é a dimensão que não pode ser desmontada! Que não tem categorias!... Essa é a dimensão Livre! E essa é a dimensão a que a nossa consciência aspira! A dimensão Infinita é a dimensão, à qual a nossa consciência se dirige! A nossa consciência não sabe fazer outra coisa, senão dirigir-se ao Infinito!

Porquê?

Porque ela foi criada para isso. Nós somos conscientes para nos dirigirmos ao Infinito. Somos conscientes, porque partimos de um ponto de relativamente alta ignorância, e sofremos todo este processo dialéctico até começarmos a navegar em dimensões mais altas. Mas a consciência no seu âmago, na sua configuração original, tal como ela foi realizada pelos Elohim, a consciência dirige-se, inadiavelmente, impreterivelmente, para o Infinito. Ela procurará, constantemente, inverter este anel, até que o anel tenha de novo a largura do próprio tubo.

Voltando atrás: Este anel vai-se estreitando e transforma o tubo do Infinito, da Energia Universal, que ninguém sabe o que é, e que não é feita de coisa nenhuma... - não se sabe o que é. É um facto ontológico inclassificável. Simplesmente existe - e este Imenso Caudal (e imenso já é uma expressão relativa), este imenso Caudal está ali, sem passado! Sem presente! Sem futuro! É coesão num estado Imenso!... E a estória da consciência é a estória deste anel que começa a afunilar o tubo no seu ponto de aplicação. Porque existem tantas realidades quanto consciências! Porque o tubo está disponível! O Grande Caudal está disponível, para quem quiser convexionar, que convexione! Quem quiser limitar a passagem do fluxo, que limite! Quem quiser sentir a realidade no nível em que puder, que o faça!

Então, nós somos Mónadas que estão a ter uma experiência no reino da limitação. Somos Mónadas que estão a aprender as delícias da limitação. Somos Centelhas Divinas que estão a usufruir do privilégio de estarmos aqui, todos tetraplégicos, na matéria..., ou seja: nós somos este aprendiz, aqui, em baixo, mas a nossa Mónada, no plano dela, ela é uma circunferência que tende para o Infinito. Não sei se vocês me estão a seguir: Ela não aprisiona o fluxo, nem faz realidades subjectivas. Nem faz sub-realidades. Ela está constantemente vibrando tendencialmente para não aprisionar o tubo.

Agora, observem: quando este anel da consciência se convexiona a partir dos vários planos - porque ele, lá, no nível da Mónada é equivalente (na verdade é no nível do Avatar que é equivalente), mas na Mónada é tendencialmente equivalente ao próprio fluxo. É isso que se chama in Glória. In Glória é a condição da consciência, cujo diâmetro (com muitas aspas, esta palavra diâmetro), é equivalente à própria amplitude do fluxo universal. Não há passado, não há presente, não há espaço, não há tempo, não há eu... Então, a Mónada está lá, nessa realidade, nessa imensa interpretação fiel do próprio fluxo. Por isso se usa a expressão Fogo. Quando se usa a expressão Fogo Monádico, Fogo Divino, dentro de nós, nós estamos a falar dessa realidade, que, por ser tão terrivelmente ampla, só pode ser compreendida pela nossa consciência como algo equivalente a um Fogo. Existe um Fogo, no sentido de uma Presença, que não admite mais nada senão ela mesma. É isto que significa Fogo Monádico: é uma Presença que exclui, ou sintetiza todas as outras presenças. Todas as outras realidades. Isto é o Centro do teu ser! Agora, este centro mantém-se aninhado, de certa forma oculto, porque, se ele se começa a desdobrar aqui para baixo, as pessoas começam a entrar num processo pós-histórico, supracivilizacional, transcultural. Este Fogo sintetiza as operações. Ele casa as operações. Funde as operações dentro de nós.

Nesse nível Monádico, que és tu mesmo - Mónada és tu! Mónada és tu!! Mas és tu idêntico, de amplitude equivalente, ao Grande Caudal. É o próprio Caudal com um pequenino ponto de aplicação. O suficiente para criar uma entidade Divina dentro do Caudal. Isto é a Mónada. E a Mónada está lá, in Glória! Ou seja, ela não limita o Caudal.

Quando saímos do plano Monádico para o plano Espiritual, então tu já tens uma razoável limitação. E portanto, aquilo que era o Grande Cilindro - se vocês quiserem ver - começa a formar gradualmente dois cones. Quando entras no plano da Alma, tu já tens claramente o Cilindro próximo do centro. E quando entras no plano do eu-consciente tridimensional, é como se esse anel, que é a nossa consciência, estivesse convexionado quase até um ponto. Um ponto tão minúsculo, que os psicólogos espirituais inventaram a expressão ego para definir este ponto extremamente minúsculo.

E nós somos conscientes em vários níveis simultaneamente. Ou seja: Assim como nós temos um núcleo de consciência nesta dimensão extensa em que existimos - um núcleo de consciência que nos dá a ilusão do espaço, do tempo, do outro, do corpo..., - temos, simultaneamente, os outros núcleos de consciência que, gradualmente, se vão dilatando até se tornarem equivalentes ao Grande Fluxo. Ao Grande Rio. Isto é a nossa realidade.

Nós somos compostos, não por uma consciência, mas por múltiplas consciências em paralelo. Por múltiplas consciências, organizadas telescopicamente para dentro do Infinito. Nada de novo.

Agora, esta realidade, esta mecânica, como um predador, está em cima de ti, ao minuto! O tempo que nós estamos a viver é um tempo, em que os núcleos mais altos estão começando a absorver, a dissolver, os núcleos mais baixos.

A nossa Alma está-se a preparar para assimilar o eu consciente. Assimilar, significa que o eu consciente com todas as suas qualidades, é absorvido pela Entidade Central, deixa de existir como um motor próprio, e a Alma instala-se à superfície da consciência. E, simultaneamente, a Alma está a ser preparada para se fundir com a Mónada. Claro, que isto tem uma longa história! Não pode ser dito, assim, em três palavras! Concerteza! Mas em termos muito amplos, muito gerais, esta é a temperatura da história neste momento. Esta é a temperatura do Planeta! O Planeta tem uma temperatura! Esta é a intensidade com que ele opera! É neste nível que as coisas reais estão a acontecer! É no nível da fusão, num grau, entre núcleos dentro de nós!

E tudo o que está em acto, é uma Escola Planetária de emergência, ou melhor: a Escola sempre esteve aí, só que nós não a víamos. Então, havia uns eleitos, que despertavam um pouco antes do que a humanidade - isto há mil, mil e quinhentos anos - e dirigiam-se a essas Escolas. Hoje, o processo é global. É maciço. Trata-se de a humanidade que está despertando, de uma forma sincronizada, aprender a reconhecer a Escola. A Escola está no ar! A Escola está, simultaneamente, na atmosfera e no teu íntimo! A Escola está a nascer para nós. Ou talvez se tivesse que dizer: nós estamos a nascer para a Escola.

Thursday, March 15, 2012

Logoi Sagrados

A imagem simbólica de Os Sete Espíritos diante do Trono de Deus, apresentada na Bíblia, pode ser compreendida de diferentes pontos de vista. Ela diz respeito à distribuição da energia no plano físico cósmico deste sistema solar, numa fase na qual alguns planetas percorrem a etapa da experiência na matéria.

Dos nove planetas que se encontram em nível físico, sete exprimem a energia desses Espíritos que permanecem diante do Trono de Deus. Assim, essa imagem está associada também ao sete Logoi sagrados que regem a manifestação de planetas deste sistema.

Na mitologia greco-romana encontramos outras chaves para estudo desse tema, pois ela apresenta uma genealogia que ressalta o caráter superior de alguns dos planetas materializados. Segundo essa mitologia, Urano foi o regente primevo, e dele foi gerado Saturno, que por sua vez deu origem a Júpiter, Plutão e Netuno. A Terra e Vênus, polaridades de Saturno, trouxeram a energia complementar, base da existência formal.

Júpiter expulsou Saturno da posição de regente, e nomeou-se o senhor da Criação; dividiu o mundo entre Netuno (que se tornou Senhor das águas) e Plutão (que foi designado governante dos infernos). Porém, quando Saturno foi preso pelos Titãs, Júpiter o resgatou, levando-o novamente ao Olimpo, porém permanecendo como regente. De Júpiter surgiram Marte e Mercúrio.

Saturno também gerou Quiron, que por sua descendência divina possuia a imortalidade. Mas Quiron, ao ser ferido de maneira incurável - e pela tremenda dor que sentia - , pediu a Júpiter que fosse transformado em mortal. A essa divindade grega estava associada a Sabedoria; ensinou medicina a Esculápio e manifestou conhecimentos sobre astronomia e outras ciências, no seu sentido oculto e verdadeiro. Por ter a forma de um centauro, foi relacionada à constelação zodiacal de Sagitário.

Os gregos, a partir de suas próprias coligações internas e também apoiados no conhecimento caldeu que absorveram, tinham acesso a muitos mistérios cósmicos. Na simbologia que legaram à Terra encontram-se guardados segredos que ainda hoje a humanidade em geral não pôde desvelar.

                                                                  ***

A um Logos solar estão associados vinte e um Logoi planetários maiores e, a estes Logoi planetários menores.

Do mesmo modo que o Regente monádico possui doze prolongamentos: sete que se manifestam no mundo material (as sete mônadas) e cinco que não têm expressão formal e que assumem o contato entre o universo-matéria e a supra-evolução (os cinco Princípios), assim também os Logoi planetários, expressões de um Logos solar, distribuem-se em diferentes patamares energéticos.

O Logos deste sistema solar tem neste ciclo sistêmico sua consciência polarizada nos subníveis superiores do quarto nível cósmico, o intuitivo cósmico. A partir desses subníveis, a energia dessa consciência abstrata reflete-se em um núcleo inominado, situado nas camadas inferiores desse mesmo nível. Esse núcleo é apenas um ponto de focalização da energia logóica, não chegando a constituir uma ‘’consciência vivificada’’.

Nos subplanos superiores do plano mental cósmico surge a expressão exotérica do Logos – a sua tríade fundamental, ‘’os três Logoi exotéricos de um Logos’’, como ela é chamada no ensinamento ocultista. Essa tríade, também denominada Manas Logóico, desencadeia todo o processo de construção e de dissipação da manifestação da vida no universo logóico.

Nos subplanos inferiores do plano mental cósmico surgem expressões do Logos solar como nove Logoi planetários maiores, encarregados de reverberar a Palavra soada em três tons, definidos pela qualidade trina do Manas Logóico. Este corresponde ao nível de percepção e de estimulação, ao passo que os nove Logoi planetários maiores compõem o nível de conceituação. Esses nove Logoi planetários maiores são regentes de círculos de existência incomensuráveis para a mente humana atual.

No plano astral cósmico, o percurso e o reflexo da energia do Manas Logóico são sustentados por outros cinco Logoi planetários maiores, também chamados cinco Princípios Logóicos ou Filhos da Mente de Brahmâ. O trabalho que esses Logoi realizam pode começar a ser percebido pelo indivíduo que estando no nível físico cósmico, desperta para o quarto subplano desse nível, ou seja, o intuitivo ou búdico. A partir de então, pela qualidade de síntese que a energia búdica possui, subplanos da sua consciência ainda mais elevados podem atuar como Espelhos captadores da vibração astral cósmica.

Logos do Sistema Solar

          *                                Núcleo Inominado
                
      *       *                              Manas Logóico
           *
                                             NÍVEL DE PERCEPÇÃO E ESTIMULAÇÃO


       *           *                        Nove Logói planetários maiores
       *           *
       *           *                         NÍVEL DE CONCEITUAÇÃO
           * * *


                                             
                                             
                                                  Cinco Lógoi planetários maiores
           *   *                               (ou Cinco Princípios Logóicos)

       *           *                             NÍVEL DE CAPTAÇÃO
              *




      *     *     *                              Sete Logói planetários maiores
      *            *                              (ou Sete Espíritos diante do Trono de Deus)
               *                
               *                                    NÍVEL DE CONSTRUÇÃO     
       
                                       

                                         
(Para visualizar este esquema acima faça download do Glossário Esotérico no final dessa postagem)
                                             

A Expressão do Propósito do Manas Logóico no nível físico cósmico é sustentada por outros sete Logoi planetários maiores, os sete Espíritos diante do Trono de Deus.

Assim, além desses Sete Espíritos, existem cinco Anjos que circundam esse Trono, e sobre eles reluzem nove estrelas reveladoras dos tons emanados do triângulo que há na fronte d´Aquele sobre o Qual nada pode ser dito.

A cada Logos planetário maior estão vinculados doze Logoi planetários menores. Assim, um Logos atuante no plano físico cósmico pode ter a sua energia manifestada por vários planetas.

                                                                     ***

A transmutação do Logos da Terra já ocorreu em níveis elevados do universo-planetário. Não fosse assim, as mudanças e transmutações que estão havendo na própria matéria física do planeta – e seu nível mais denso – não poderiam acontecer. Esses fatos fazem parte da ‘’encarnação’’ da nova energia logóica que deverá levar a Terra à consumação do Propósito cósmico deste ciclo de expressão.

Amuna Khur, o Senhor do Mundo, antes denominado Sanat Kumara, é a própria encarnação do Verbo logóico. Essa sublime Consciência revestiu-se de corpos materiais chegando até o nível etérico-físico e desempenha o papel de catalisador dos processos evolutivos para todo o universo-Terra. Atua por meio dos Centros planetários, que custodiam diferentes aspectos da manifestação do Logos.

Não há partícula no universo-Terra que não esteja presente na consciência do Senhor do Mundo, e todas elas são prolongamentos do seu corpo. O nome Amuna Khur vela uma profunda coligação da sua Consciência com a energia do Poder.

Intimamente relacionada a esse processo, há uma chave oculta a ser aprofundada no fato de os Senhores de Vênus terem sido trazidos à órbita planetária terrestre no período da fundação da Hierarquia. Essa fundação, que se projetou nos planos materiais da Terra durante a Raça Lemuriana, foi o primeiro passo no sentido de se reverter o processo de compactação, de descida na matéria, pelo qual o planeta e todos os seus reinos estavam passando. Tal reversão (que demanda tempos larguíssimos para se completar), tendo sido esboçada em meados da Terceira Raça, teve na Quarta o seu desenvolvimento, e apenas na Quinta sua consumação.




Ciclo planetário (Raça)                 Impulso                      Centro regente
3ª Raça(Lemuriana)                   compactação                       Iberah
                                                       estímulo à reversão                Shamballa


4ª Raça(Atlante)                     desenvolvimento do
                                                        processo de reversão            Shamballa


5ª Raça (Ária)                              fim da reversão                      Shamballa
                                                                sutilização                           Miz Tli Tlan


A cada mudança de regência dos Centros planetários ocorre também uma mudança na expressão do Senhor do Mundo. Na realidade, uma é conseqüência da outra e ambas estão ligadas, como qualidade e como vibração, à parcela do Propósito logóico que deve ser cumprida naquele período da vida planetária.

                                                                         ***

É por meio da energia da Vontade que o indivíduo pode romper os grilhões que o prendem à matéria que acolhe suas experiências. Ainda que facetas obscuras dos seus corpos possam utilizar-se do impulso dessa energia, o ser humano, para libertar-se, deve aprender a lidar com ele corretamente.

Quando o Logos de um universo contempla o Vazio, surgem as partículas que devem receber a Graça da iluminação. Nesse princípio, matéria e Espírito estão nelas dissociados, são estados distintos, mas pelo poder da mente logóica desenvolve-se a chispa vivificada, a consciência (gérmen do Homem) que é o elo que os une.

Essa consciência é alimentada por três atributos básicos, que são suas ferramentas para o cumprimento da tarefa de unificar esses extremos. Ao realizá-la, a própria consciência deve também unificar-se com eles. O mistério tríplice da unidade do Criador repete-se assim em cada homem: a matéria é o seu aspecto construtor, a consciência é seu aspecto unificador e o Espírito é o seu aspecto idealizador, onde habita a Vontade.

Esses três aspectos devem entremear-se e entrelaçar-se em tal grau de harmonia que o ser, como um todo, possa emitir um só som, coeso e unificado. A matéria tem de absorver o aspecto unificador e o aspecto idealizador, sem os quais permanece destacada da contínua obra da Criação. A consciência deve ser capaz de perceber o que o aspecto idealizador concebe, e de manifestá-la na matéria; e o Espírito deve conceber as Idéias e irradiar a energia que lhes permitirá tomar forma.

Sem que a energia da Vontade com o seu poder eletrize as partículas materiais, elas permanecem num estado de latência que torna mínima a possibilidade de a Luz se introduzir no mundo concreto. Portanto, enquanto é feito o manto que protege a vida, a consciência conduz os movimentos das mãos que o recebem para que a forma seja expressão daquilo que o Espírito idealizou.

Extraído do Livro de Segredos Desvelados (Iberah, Anu Tea)

p. 165-170


Tuesday, March 6, 2012

A caminho da transcendência

Num instante muito rápido, um estudante viu-se interiormente diante da vida do Sol. Percebia um processo acelerado de sutilização nesse Ser cósmico, cuja energia, que permite a existência da vida material neste sistema solar, está passando para níveis suprafísicos. Isso repercute em todo o corpo sistêmico, proporcionando um alargamento dos seus limites e também uma expansão da consciência de suas partículas, o que significa, para cada planeta, uma maior interação com sua regência central, o Logos solar.

Neste sistema solar, nove planetas físicos são conhecidos pela ciência terrestre; todavia, ela já constatou a possibilidade de existir ainda outro, mas que não foi ainda detectado de fato.

A existência de um novo planeta neste sistema solar já havia sido revelada no passado pelo ensinamento esotérico. Esse planeta tem sido denominado Quiron, e se encontra em nível físico-etérico, não tendo ainda ingressado em uma fase de materialização mais densa. A sutilização da Terra, já em ato, concorrerá para a condensação de Quiron, mantendo-se o número de planetas materializados neste sistema solar em torno de 9. A conjuntura energética de 9 planetas manifestados em nível físico-concreto corresponde ao presente estágio evolutivo deste sistema solar, que se encontra em seu segundo grande ciclo de desenvolvimento.

                                                                            ***

Uma das linhas de manifestação dos Logos solares, na qual o nosso sistema está inserido, consta de três grandes ciclos sistêmicos:

- Primeiro grande ciclodesenvolvimento e realização do terceiro aspecto divino, o que compreende a expressão do Terceiro Raio logóico, e do seu complementar, o Décimo Raio. 

O sistema solar em que a Terra se encontra já cumpriu esse ciclo. Os reflexos dessa etapa fazem-se sentir hoje, inclusive pela encarnação compulsória de várias mônadas do reino humano, e pela presença, em grau tão elevado, de forças que foram adequadas para aquele ciclo, mas que são negativas para o ponto evolutivo atual.

- Segundo grande ciclo: desenvolvimento e realização do segundo aspecto divino, o que compreende a expressão do Segundo Raio logóico, e do seu complementar, o Décimo primeiro Raio.
Esse segundo ciclo está sendo vivido pelo sistema solar, que deverá manifestar plenamente a energia crística, expressão do Segundo Raio Cósmico.

- Terceiro grande ciclodesenvolvimento e realização do primeiro aspecto divino, o que compreende a expressão do Primeiro Raio logóico, e do seu complementar, o Décimo segundo Raio.

Esse grande ciclo futuro já está sendo preparado em níveis de consciência imateriais. A presença da energia do Poder cósmico, irradiada por uma Entidade-Avatar nos níveis sublimes deste sistema solar, é sinal dessa preparação.

Os outros Raios também se manifestam nesses ciclos, mas não são regentes. Existe a seguinte correlação entre os Raios, que se reflete nos ciclos logóicos, tanto planetários quanto solares:

                Raios            soma:
                1 ... 12           13
                2 ... 11           13
                3 ... 10           13
                4 ... 9             13
                5 ...8              13
                6 ... 7             13

                __  __
soma:        21 57

O 13 representa o ponto central, origem do círculo de existência. Num campo de manifestação logóico, a vida central do próprio Logos é a fonte de tudo o que há no seu universo, o Logos é o ‘’1’’ e o ‘’3’’, ao mesmo tempo.

Além disso, vê-se também que todos os Raios estão inseridos na progressão fundamental, trina, do cosmos:


21: 2+1 = 3
57: 5+7 = 12; 1+2=3

                                                                          ***

Os três aspectos fundamentais de um Logos estão ligados à Trindade Primeva, e portanto aos três Raios:

3° Aspecto                 2° Aspecto                 1° Aspecto
Atividade                     Sabedoria                    Vontade
(3° Raio)                       (2° Raio)                    (1° Raio)

O terceiro Aspecto é o idealizador da manifestação (Atividade; 3° Raio); o Segundo é o construtor (Sabedoria; 2° Raio); e o Primeiro é o Dissipador da manifestação (Vontade; 1° Raio).

Esses três aspectos atuam concomitante e sincronicamente, porém, cada fase da manifestação logóica expressa uma nota específica, pela qual um deles é responsável. Assim, temos:

Primeira fase – idealização da manifestação
(3 etapas, representadas pelo cateto menor do triângulo de Pitágoras)

Segunda fase – construção da manifestação
(4 etapas, representadas pelo cateto maior do triângulo de Pitágoras)

Terceira fase – dissolução da manifestação
(5 etapas, representadas pela hipotenusa do triângulo de Pitágoras)

                                                                        ***

Ao Logos deste sistema solar estão associados vinte e um Logoi planetários maiores, cada um deles encarregado de realizar o propósito solar num círculo de existência, e de reger esse círculo. Num círculo de existência pode haver simultaneamente até doze campos de expressão, onde os Logoi menores perfazem seu trajeto evolutivo, atuando como canalizadores das Vontade do Logos planetário maior.

O número de campos de expressão manifestados num círculo de existência depende do grau evolutivo do Logos planetário maior que o rege, ou seja, das Iniciações Cósmicas por ele já alcançadas. Todavia, em todos os campos de expressão a ele associados necessariamente se expressam em um mesmo sistema solar: pode haver intercâmbio na manifestação e regência desses campos, entre sistemas cujos sóis façam parte de um mesmo grupo. 

As fases da manifestação de um Logos planetário maior são etapas preparatórias paras as Iniciações que ele deve alcançar.Essas fases resumem-se no seguinte:

Primeira fase: até três campos de expressão manifestados.
Segunda fase: até sete campos de expressão manifestados.
Terceira fase: até doze campos de expressão manifestados.

Neste sistema solar, apenas na segunda fase alguns dos campos de expressão podem manifestar-se nos subníveis mais densos do nível físico cósmico; na primeira e na terceira fases eles se encontram em estados sutis ou em estados imateriais. Essas fases estão implícitas no triângulo de Pitágoras, cujas relações matemáticas correspondem ao processo evolutivo logóico.

As etapas de manifestaçãoLogoi manifestam-se apenas em estado sutil ou em estado imaterial.

                                                                           ***

O surgimento, a formação, o desenvolvimento, a síntese e a consumação de um campo de expressão logóico ocorrem por meio de ciclos e etapas definidas. Todo esse processo se dá em doze ciclos básicos, denominados ciclos de expressão. Portanto, doze ciclos de expressão constituem um ciclo de manifestação regido por Logoi planetários menores, surgimento e consumação de um campo de expressão.

Além disso, a manifestação de um campo de expressão transcorre em três fases, como vimos. Nas duas primeiras – a de idealização e a de construção - , há a predominância da energia das Raças-monádicas, as sete Raças humanas já mencionadas neste livro. Na terceira – a de dissolução da manifestação - , há a predominância energética do que é chamado de Raças princípios, as Raças Oitava e Décima segunda.

São muitos os modos de interação dos Logoi planetários menores com um campo de expressão manifestado; todavia de maneira geral, cada uma das três fases da manifestação é regida por um Logos planetário menor. Pode também ocorrer de um mesmo Logos menor reger mais de um campo de expressão.

No decorrer da segunda fase de um campo de expressão (fase de construção), a Obra do Grande Escultor atinge o grau máximo de condensação e começa a receber o impulso de retorno à Fonte. A tarefa a ser realizada na terceira fase (fase de dissolução, composta de cinco ciclos de expressão) não é esculpir na matéria a imagem do Criador, mas sim fundir, Criador e Obra, na Fonte que os emanou. É a consecução do ‘’destino’’ do Logos planetário menor no corpo do Logos maior do qual é parte, é a realização de uma das facetas de Obra ainda mais ampla.

Portanto, a terceira fase da manifestação de um campo de expressão (fase de dissolução) é caracterizada por direcionar-se ao mergulho na Inexistência. Essa fase não é ainda a da inexistência em si, mas está a caminho da transcendência.

                                                                        ***

No atual sistema solar, dos doze Logoi planetários menores que compõem cada Logos planetário maior, apenas sete lidam com a Criação em nível físico cósmico. Os outros cinco ‘’percebem’’ a Criação’’, mas não ‘’criam’’.

Na primeira fase da manifestação de um Logos planetário maior, portanto da manifestação de um círculo de existência, a evolução transcorre em até três campos de expressão; na segunda fase, em até sete campos; e na terceira fase, em até doze campos de expressão.

Esse processo é gradativo, do ponto de vista cronológico dos níveis mais densos, e cumpre ciclos e etapas. Mas também é um processo cujas fases transcorrem concomitantemente, se percebido dentro da totalidade da existência em planos superiores, na eternidade cósmica.

Enquanto sete Logoi planetários menores atuam como agentes criadores do universo=planetário, o campo de expressão, os outros cinco Logoi ativam no universo-planetário já manifestado o ‘’princípio de retorno’’, e encaminham-no para a sua Fonte, a fim de que seja absorvida por ela.

Assim, sete Logoi planetários menores esculpem a Vida; os outros cinco são Mensageiros do Incriado. Esses sete mergulham na existência, criando na forma o padrão guardado no Grande Espelho; os outros cinco levam a forma criada, já pronta, à dissolução e fusão na própria imagem que a projetou – percorrem o caminho da absorção na Fonte, do mergulho na inexistência. Enquanto esses sete Logoi escrevem o livro da existência, os outros cinco levam o livro escrito ao Rei, no sublime Palácio. Uns sem os outros não poderiam realizar toda a tarefa. Em realidade, são as doze cordas do instrumento sagrado que vibram ao serem tocadas; e é o som de uma ou de outra que predomina a cada fase de manifestação.Sete expressam a beleza e o ritmo, as outras cinco conduzem ao silêncio.

A vida manifestada nada mais é que a chama de um grande Fogo. Ora alta e brilhante, ora diminuta e fugaz. Mas a essência do Fogo não pode ser vista, nem tocada; expressa-se em luz, calor e movimento, mas é inalterável, ao mesmo tempo que evolui; é eterna, permanente e imutável, mas revela-se asi mesma em ciclos e etapas.

Extraído do livro Segredos Desvelados (Iberah, Anu Tea) de Trigueirinho

p. 151-155

Download deste livro:  http://www.4shared.com/office/6D4HxcPx/1992-Segredos_Desvelados__Iber.html?

Saturday, February 25, 2012

Logos Planetário

LOGOS PLANETÁRIO – Consciência regedora de âmbitos planetários ou de setores do sistema solar; Há dois escalões de Logoi planetários: maiores e menores. Os Logoi planetários maiores constituem canais para trasformação e transporte da energia do sistema solar. Assumem conduzir a obra do Logos solar e estão diretamente vinculados a ele. Governam o relacionamento entre partes do sistema e deste com outras esferas de vida siderais. Regem círculos de existência, que são setores de manifestação do sistema solar; tudo o que existe nesses círculos de existência é vivificado, conduzido e plasmado pela indução, direta ou indireta, dos Logoi planetários maiores. Quanto aos Logoi planetários menores, são prolongamentos dos Logoi planetários maiores e regem campos de expressão, parcelas dos círculos de existência que podem incluir a vida de planetas, asteróides ou outros corpos celestes; sua trajetória abarca a evolução dos reinos da Natureza. Um Logos planetário pode manifestar-se em mais de um sistema solar concomitantemente.

Um ciclo de manifestação de um Logos menor é composto de doze ciclos de expressão. Cada ciclo de expressão, por sua vez, é uma etapa evolutiva demarcada pelo desenvolvimento de doze Raças: sete Raças-Monádicas e cinco Raças-Princípios. O número de campos de expressão num círculo de existência depende do grau evolutivo do Logos planetário maior que o rege, ou seja, das Iniciações cósmicas já alcançadas por ele. Todavia, nem todos os campos de expressão a ele associados estão necessariamente em um mesmo sistema solar: ele pode reger também campos que se achem em sistemas cujos sóis façam parte de um mesmo grupo. As fases da manifestação de um Logos planetário maior, e portanto de um círculo de existência, são preparatórias para as Iniciações que o Logos deve alcançar: na primeira fase, o círculo de existência tem até três campos de expressão; na segunda, até sete e na terceira, até doze. No atual ciclo de manifestação deste sistema solar, apenas na segunda fase alguns dos campos de expressão podem chegar a existir nos subníveis mais densos do nível físico cósmico; na primeira e na terceira fase eles se encontram em estados sutis. Essas fases estão implícitas no triângulo de Pitágoras, cujas relações matemáticas correspondem ao processo evolutivo logóico. Embora esse processo seja gradativo e componha-se de etapas sucessivas, estas são também concomitantes, se percebidas na totalidade da existência cósmica. Em resumo, a criação e o desenvolvimento de um universo planetário fazem parte da ascensão de consciências logóicas; são o meio pelo qual se aperfeiçoam, exercitam-se na aplicação de leis cósmicas e fornecem condições para uma infinidade de mônadas, que integram seus diversos reinos, evoluírem.

Também os campos de expressão , regidos por Logoi planetários menores, passam por etapas evolutivas. A primeira constitui-se da ‘’encarnação’’ do Logos e do aprendizado das leis que regerão seu relacionamento com a matriz cósmica a partir da qual se moldarão as formas nos diversos níveis de existência. Essa fase diz respeito à interação do Logos menor com os Regente-Avatares aos quais mônadas e Princípios estão ligados. O Logos atrai para seu campo de expressão mônadas e Princípios cuja energia corresponda à que ele está desenvolvendo. Assim, os que irão participar da vida naquele universo são incluídos na aura do Logos. Nessa etapa primordial, a energia canalizada pelo Logos compõe-se basicamente de fogo radiativo (fogo cósmico), pois o poder imanente a esse fogo é capaz de despertar a sintonia adequada nas mônadas e no Princípios, de conduzi-los para o campo de expressão e de agrupá-los segundo sua qualidade de vibração. Tais agrupamentos delineiam a estrutura energética que o campo de expressão logóico terá nos níveis inframonádicos e são fruto da ativação do fogo cósmico no âmago de cada um desses prolongamentos dos Regentes-Avatares.Estão também relacionados à capacidade de Logos pata manejar esse fogo de modo que impulsione o descenso da energia dos Regente-Avatares até níveis divinos e espirituais. Portanto, a primeira fase da evolução logóica tem como característica essencial o surgimento dos grupos de mônadas e dos grupos de Princípios. A etapa seguinte exige do Logos o manejo do fogo fricativo e do fogo elétrico conjugados com o fogo cósmico. Se o campo de expressão chega aos planos concretos, ou seja, se ele ativa a matéria do nível mental, do emocional ou do físico do plano físico cósmico, o fogo fricativo assume papel importante; nesse caso, uma das metas da segunda etapa é fazer com que a energia do campo de expressão penetre o nível causal, levando-lhe o tom da essência do Logos, o que na harmonia cósmica contribui para o aprofundamento da grande obra da Criação, já que parte do propósito dessa obra é conferir qualidades sutis à substância dos níveis manifestados. O Logos deverá direcionar as forças da matéria para que no caminho de retorno possa elevar todos o seu universo criado a níveis supramentais e, depois, a níveis imateriais.

Enquanto a primeira fase tem como característica o aprendizado no qual o Logos reúne elementos para desenvolver seu campo de expressão, a segunda traz-lhe a oportunidade de aplicar o que aprendeu. Ativar as mônadas para projetarem sua energia nos níveis inframonádicos e fazerem surgir os diversos núcleos de consciência que habitarão esses níveis requer o despertar do caráter dual, polar, delas. Esse caráter permite o surgimento de um campo de tensão que realiza dois movimentos simultâneos: 1° -Com a parcela de fogo cósmico emanado da mônada são criados os vórtices essenciais que dizem respeito à construção dos núcleos de consciência espiritual, intuitiva e causal dos seres. 2° - Com a parcela de fogo elétrico, também emanado da mônada, são construídos os envoltórios dos núcleos de consciência espiritual, intuitiva e causal dos seres. Na formação do corpo causal, que habita níveis que fazem fronteira com a vida concreta, o fogo por fricção surge como elemento fundamental para a criação dos átomos permanentes dos corpos materiais. Considerando-se a circulação da energia nos seres, esses átomos são formados pela atuação do impulso enviado ao centro da alma pela mônada, que por sua vez foi estimulada pelo Regente-Avatar, e este pelo Logos. A esse impulso, permeado pelo fogo cósmico, a alma responde por meio da irradiação do fogo elétrico, e os dois fogos, o cósmico e o elétrico, ao constatarem a substância densa dos níveis concretos, desencadeiam a manifestação dos átomos permanentes, para a ação da alma sobre os corpos materiais. De início, são formadas almas-grupo, que possibilitam a evolução da consciência no reino mineral, no vegetal e no animal. À medida que o mecanismo de criação e de controle das almas-grupo vai sendo aprendido por um conjunto de mônadas, esse conjunto traslada-se de um reino para o outro, até que ao transferir-se do animal para o humano torna possível o surgimento de almas individuais. Esse passo, que culmina no amadurecimento completo das almas e na sua perfeita sintonia com os impulsos monádico, é uma das importantes Iniciações de um Logos e determina o começo do seu caminho de retorno à Origem.

Quando o nível causal absorve a qualidade da energia do Logos, o campo de expressão logóico como um todo inicia esse caminho, a sua elevação aos níveis imateriais. Em um ser humano, tal processo reflete-se na fusão da alma na mônada. Para isso, o Logos, por transmissores intermediários, envia à mônada estímulo adicional, ativando-lhe o centro irradiador do fogo cósmico, fogo que deve descer ao nível causal e promover a combustão dos átomos permanentes. A energia liberada por esses átomos é acrescentada à da alma. A absorção da essência dos átomos permanentes pela alma é impulsionada pela energia proveniente do plexo cósmico do Logos. No presente, essa é uma das energias de maior potência entre as irradiadas pelo Logos com o propósito de auxiliar a ascensão dos seres humanos. Ela é capaz de atravessar os níveis de consciência que separam dos planos da existência material a vida interna do Logos e chegar ao centro da alma. Essa absorção dos átomos permanentes é marcante na trasncendência da ilusão formal. Aumentando pouco a pouco a incidência desse impulso sobre a mônada, o Logos dinamiza os núcleos de consciência inframonádicos, levando-os a integrarem-se na mônada, que então resplandece e se aproxima de sua fusão no regente monádico. A absorção da alma pela mônada é impulsionada pela energia proveniente do centro cardiáco do Logos. Nesse processo o amor logóico começa a ser percebido mais profundamente pela consciência do indivíduo, que se vai tornando então sobremaneira receptivo à vida interna, que passa a exercer sobre ele intensa atração, fruto da penetração dessa energia logóica na mônada.

A segunda fase da evolução de um Logos planetário menor é caracterizada, portanto, pelo surgimento dos núcleos causais no universo logóico, pelo seu amadurecimento e pela elevação-fusão no núcleo monádico. Já a terceira fase é caraterizada pelo ingresso da energia do campo de expressão na vida imaterial, o que inclui a integração dos Princípios e a absorção das mônadas na consciência dos regentes monádicos. Tal integração e absorção são estimuladas pela irradiação do centro cerebral direito do Logos, que confere aos regentes monádicos a capacidade de absorver em si esses seus prolongamentos e de controlar certas leis de criação no plano físico cósmico. Nessa fase, o campo de expressão logóico vai-se elevando, para que no final do ciclo toda a vida nele existente ingresse na imaterialidade. Os núcleos de consciência e os seres que não têm possibilidade de ascender à vida imaterial entram em adormecimento para prosseguir sua trajetória evolutiva numa manifestação futura daquele mesmo Logos ou de outro com energia semelhante. Ressalve-se que os termos ‘’plexo cósmico’’, ‘’centro cardiáco direito’’ e ‘’centro cerebral direito’’ estão sendo usados como referenciais, segundo a lei da analogia.

Em síntese, três Iniciações logóicas ocorrem durante a formação, o desenvolvimento e a desmaterialização de um campo de expressão: –Quando o Logos desperta e atrai os prolongamentos dos Regentes-Avatares para constituir os grupos monádicos e os grupos de Princípios que formarão o seu campo de expressão. – Quando ativa as mônadas para almas individuais serem criadas, ou seja, quando ocorre a individualização. – Quando estimula os Regntes-Avatares a ponto de estes absorverem seus prolongamentos.

O grau de participação do ser humano nesse processo, como receptor de impulsos logóicos em cada uma dessas etapas, é determinado pelo despertar do seu regente monádico, e a mônada é o núcleo pelo qual esses impulsos fluem até a faixa vibratória a que se destinam, ou seja, aos átomos permanentes, à alma e à própria mônada. Nas fases finais de um círculo de expressão, um aspecto oculto da consciência logóica ativa-se e, potentíssimo, atrai toda a vida dos campos de expressão para o repouso no Incriado.

Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho

p. 264-266

Wednesday, February 15, 2012

Logos da Terra

LOGOS DA TERRA – Consciência central, fonte de vida deste planeta. Está além da consciência individual, conduz a evolução interna da Terra segundo o propósito maior da sua existência e abarca tudo o que está presente em seu orbe. Tem como principais canais de expressão Amuna Khur (ou Sanat Kumara, como era designado no ciclo anterior), o Senhor do Mundo, e o Conselho de Miz Tli Tlan, centro regente do planeta. Nesta época, de importante transição no processo evolutivo planetário, o Logos da Terra está sendo transmutado. O planeta está sendo assumido por nova consciência logóica, cujas energias já estão introduzindo em seu âmbito. Essa transmutação faz com que seres, entidades e correntes de vida coligadas ao novo Logos venham também para essa órbita e nela atuem; esse é um dos motivos dos muitos remanejamentos que hoje estão sucedendo na Hierarquia planetária. Ademais, a substituição da lei do carma material pela lei evolutiva superior não seria viável sem a transmutação logóica, e tem como requisito a purificação de todo o planeta.

Apesar da estimulação da Hierarquia e do seu intenso trabalho, a vida externa na Terra chegou a graus extremos de conflito; para que a purificação do planeta e a transmutação do seu Logos pudessem acontecer foi preciso forças intergaláticas vierem em auxílio. A transmutação logóica exige reordenação energética de toda a aura planetária, bem como novos corpos para os seres que nela estarão. Por isso há várias fusões em andamento entre vários níveis de consciência. A transmutação logóica, tal como está ocorrendo neste momento de transição na Terra, não é comum nessa fase de desenvolvimento planetário, trata-se de uma medida especial tomada pelos Conselhos para o impulso de sutilização poder ser incorporado pelos planos materiais sem os desintegrar. Esse impulso não permeia a matéria diretamente. Tendo sido captado por Iberah e por ele transmitido aos demais centros que compõem o seu circuito, é então irradiado para toda a Terra e penetra o âmago da substância material, levando-a a uma sutilização progressiva.

Até agora, de maneira oculta, o planeta concomitantemente foi regido por mais de um Logos, cujas energias se mesclavam de tal modo que era como proviessem de uma só fonte, de uma única consciência. Mas em níveis elevados deste universo-planetário a transmutação do Logos já se realizou. As mudanças que estão ocorrendo até na matéria física mais densa decorrem disso. A nova energia logóica deverá levar a Terra à consumação do propósito cósmico deste ciclo de expressão.

Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho

p.264

Sunday, December 4, 2011

Os 5 Grupos de Vibração no Planeta

Este contingente de seres que podem responder de uma forma coerente e contínua, à pressão interna exercida por essa molécula de mestres, a atracção desses seres para a sua frequência vibratória de serviço, passou a etapa de actualização, para o início de fusão de núcleos ao longo do telescópio da consciência céu/terra e as várias lentes.

A próxima etapa não constituirá tanto uma revelação para esses seres que estão sendo atraídos para as famílias espirituais que lhes correspondem, à escala planetária, não será tão surpreendente para eles, mas especialmente para a população mundial.

Até agora a Hierarquia manteve um véu em relação a esta equipe e simultaneamente, manteve um véu dessa equipe em relação ao resto da população, isto é, até agora vocês conseguiram passar despercebidos, porque não tinham ainda utilidade, em termos sócio espirituais, a população mundial saber quem vocês são, o que estão aqui a fazer, qual é a vossa tarefa.

A próxima revelação acontece dentro da estrutura do planeta.

Há cinco grupos de vibração instalados na raça humana. O 1º são os enviados auto conscientes. Eles estão conscientes desde os 13 anos de idade ou menos de que estão em missão. São seres que têm um reconhecido poder de resistência a condições psíquicas e ambientais opostas à vibração de um planeta de 4ª ou 5ª dimensão. No 2º grupo existem milhões de seres que já vibram de acordo com o diapasão da consciência do novo estado deste planeta. O 3º grupo são os vacilantes. A nível profundo, o ser interno está não só a despertar, como ao longo dos últimos dois mil anos assimilou suficiente energia magnética do nível oculto deste sistema solar, para passarem à vossa frente. Estes seres encarnados, que fazem parte de uma equipe de execução espiritual directamente vinculada à hierarquia, vão começar a relacionar-se com este grupo de vacilantes. O 4º é um grupo de seres que são afins com outros estados planetários e que não estão vibrando de acordo com a nova Terra, isto não é um juízo de valores, é apenas uma constatação de frequências vibratórias. O 5º grupo, bastante reduzido, formado especialmente na Atlântida, é um grupo refractário à luz do sistema.

Os Irmãos estão preparando a dissolução de dois véus. O véu que nos separa da experiência energética, o que impede o influxo do percentual de energia hierárquica que tu estás encarregado de trazer ao mundo. Isto é, há um sistema de segurança, e este sistema começou a ser liquefeito e a permeabilidade da nossa psique profunda à sugestão cósmica da hierarquia, começou, do ponto de vista energético. Vamos ter sépticos e ateus a mudar em 48 horas. Os seres que encarnaram com tarefa, não tem qualquer importância se neste momento estão num nicho mental ou emocional, o que conta é que chegou o momento e eles estão a entrar em fase de liquefacção dessa primeira membrana, são invadidos pela sua própria interioridade espiritual e em muito pouco tempo fazem a assimilação.

Nós estamos a passar de uma lógica de, aquele que se dirige à fonte, para uma lógica de habitáculo de um outro princípio residente - descida da própria fonte ao indivíduo. Então, nós temos estes dois regimes: ou nos estamos dirigindo à fonte, ou a fonte já se está dirigindo a nós, e nós precisamos de nos tornar cálices e passagem para o facto hierárquico puro.

Este 1º véu tinha a função de impedir um isolamento prematuro dos discípulos encarnados em relação ao tecido social, psicológico, afectivo, intelectual, como um todo. Neste momento estão retirando esse véu.

O 2º véu que está a ser tornado cada vez mais transparente, era o que permitia que um ser humano minimamente sensível, - esse grupo que pertence aos vacilantes, - mas que apenas em termos muito internos contactou o magnetismo, e precisa de, à superfície, reconstituir a memória cósmica, e sobretudo não têm acesso a uma cosmogonia, a uma cosmologia, a uma experiência do que é o Universo, esses seres trazem cargas enormes se serviço em potencial, mas esse material não têm como vir ao de cima. Dos outros dois grupos não nos vamos ocupar.

A próxima etapa consiste em tu seres revelado à Humanidade. Até agora Eles estiveram revelando um corpo de sabedoria aos discípulos e isso foi feito com tanto cuidado, que ninguém sabe qual é o seu ponto. Existe um manancial de conhecimento, de sabedoria, existem certezas absolutamente definidas plasmadas em certos sub níveis do veículo causal, que serão postos em movimento em função desta nova revelação que é a revelação do discípulo mundial ao aprendiz mundial, que são estes vacilantes.

Todos nós trazemos um conjunto de etapas mais ou menos longas de aprendizagem, de busca, e isso vai continuar num grau mínimo nestes seres. O que Eles estão activando é a capacidade de tu começares directamente a iluminar o mundo à tua volta. Até agora, todos nós éramos portadores de um conjunto de dúvidas meticulosamente estudadas pela nossa mente comum, para nos manter relativamente obscurecidos perante a opinião pública mundial.

Quando tu menos esperares, aqueles seres que podem ser activados por ti, estão à tua volta. O discípulo mundial a partir deste Agosto desperta, ele tem estado a ser preparado, com ou sem consciência disso, tem estado a ser instruído, fortalecido, exposto a essa combinação de angústia e alegria, a processos de ficar desconcertado, e simultaneamente, isso tem permitido que a floração crística se amplie o suficiente para que a partir de um certo número de testes, tu passas para a etapa seguinte.

Esta floração crística, ou é potencial na maior parte destes seres, ou está plenamente activa. Uma floração crística é uma emanação do princípio magnético estruturador da vida profunda do sistema em que nós estamos. Ele é o eixo e estes seres estão sendo atravessados pelo eixo em função do problema mundial.

Há centenas de anos que nenhum ser é levado a um ambiente de aprofundamento iniciático. Toda a possibilidade de nos aproximarmos de espelhos de fogo que renovam a tua personalidade, é sempre em função de moléculas humanas perfeitamente definidas, sempre em função de uma necessidade grupal.

Este conjunto de discípulos corresponde ao segundo grupo, uma secção desse segundo grupo, dos que correspondem à vibração da nova Terra, vai ter acesso à sua tarefa, não porque chegou um serafim com um pergaminho selado vindo do paraíso a anunciar isso, mas porque a tarefa cristaliza-se à tua frente, ou seja, a etapa em que estamos a entrar, é extremamente delicada, porque implica que os Irmãos vão começar a queimar o véu que te mantinha vagamente indefinido perante o teu grupo social, profissional, familiar, ou te mantinha dentro de uma qualquer categoria confortável, tudo isso vai saltar porque esta mente que organizou a actual civilização, já cumpriu a sua função, a desorganização não vem da mente mas do facto de que esta civilização não tem coração suficiente para se curar a si própria. A energia do coração, a uma macro escala, não foi contactada por esta civilização. A soma do melhor pensamento do mundo já fez o seu trabalho. Vem aí um novo estado mental que visa fundir percepção com coração. A nova mente que está a ser preparada no alto éter de certas regiões do Pacífico norte, Havai, recusa-se a estabelecer cognição em nós, se não existir simultaneamente um princípio de identificação amorosa com a realidade.

Eles estão estabilizando essa massa luminosa e quando chegar a altura, ela começa gradualmente a encaixar no veículo mental do Homem. O que faz com que provavelmente todas as operações da antiga mente passem para um nível subconsciente, isto é, a análise, a razão, a estatística, o raciocínio, não vão desaparecer, vão passar a ser subconscientes.

Este ser humano normal terminou, tudo isto vai deslizar em rampa para o subconsciente e fica aí numa plataforma que vai ser habitada pelas aves da consciência cósmica que já estão prontas para habitarmos. À medida que essa tela vai sendo dissolvida, quer queiras quer não, tu vais-te tornando um epicentro da nova revelação planetária para o aprendiz mundial. Eu não sei qual é a minha tarefa, e sem dar por isso, ela começou há dez dias.

Tarefas são: ser coisas; ser estados de consciência. O ambiente que corresponde ao teu novo ser e à tua nova capacidade de dares à luz continuamente, vai ser instalado em ti. O Universo não anda a chamar pessoas para depois as frustar no primeiro momento. O discípulo mundial tem estado em campânula, a tensão do planeta não tinha chegado ao ponto necessário para que ele fosse revelado. O planeta não estava suficientemente caótico para ter direito ao discípulo mundial.

Muitos de nós sabem perfeitamente que estão à espera da liquefacção desta membrana que os mantinha subtilmente seccionados daqueles que, no fundo, vão descobrir nos próximos meses que têm muito mais sede do que julgavam.

A perversão das energias de raio não pode continuar. Todos os seres que são vítimas do actual cenário mundial, que são exactamente este grupo central (os vacilantes), vão sentir um profundo alívio nos próximos meses, em relação a algumas das mandíbulas de comportamento colectivo que os mantinham presos. Significa que tu vais ser cravejado de perguntas. O que este discípulo mundial vai buscar a ti, é antes de mais nada, amor. Não vai ser um discurso do amor. É o facto oculto do amor que se instala em ti e que envolve o outro ser. Este discípulo mundial tem estado a ser preparado para adquirir a capacidade de ser afinado segundo a vibração de um dos instrumentos maiores da Hierarquia, de forma a que o Mestre possa, realmente, começar a tocar através de ti. Quando o aprendiz mundial está pronto, o discípulo mundial aparece.

As pessoas vão estar a fazer uma coisa à superfície, mas já vão estar a vibrar outra coisa em profundidade. Quem? O aprendiz mundial, o homem que conduz o 22 da Carris, ele vai continuar a conduzir o 22, mas com milhares de perguntas. E este motorista vai fazer a pergunta quando tu menos esperares e aqui entramos na questão dos três sinais. O que Eles estão a dizer é que, ao mesmo tempo que estão eliminando o véu, o que significa que uma radiação térmica no sentido espiritual, um calor específico, uma radioactividade específica, vai começar a libertar-se de ti (se é que não está já a libertar-se há muito tempo, depende dos casos), isto foi cultivado vai entrar em floração e vai começa a libertar perfume. Não significa tornares-te militante de nada, significa não mais bloquear o teu espírito, deixar que o teu ser real venha ao de cima. A partir desta etapa, nós vamos gastar mais energia para manter o nosso ser interno escondido, do que para permitir que ele venha à superfície. Até há 10 anos atrás era ao contrário. Então, nós meditávamos levando a mente até um plano mais alto, e deixávamos que ela fosse permeada pela presença interior, o mesmo com o corpo emocional e eventualmente com o corpo físico. Nós éramos activos, usávamos energia para fazer um transporte da nossa consciência até algures. Com o advento da consciência Mitz Tli Tlan dá-se o oposto, a consciência cósmica vem ao nosso encontro. A metade da ponte, na maior parte dos casos do discípulo mundial, está feita, significa que é só ficar quieto no centro da ponte e o outro Grande Ser vem ao teu encontro. É um momento belíssimo! Ele está usando energia cósmica para nos vir visitar, só precisamos deixar que ele emerga em nós. Continuar munidos de um SIM e um NÂO é indispensável.

À medida que Ele se aproxima, é o perfume do teu ser interno que vai começar a estabelecer-te dentro do discípulo mundial, perante os olhos do aprendiz mundial, e isto não é toda a população do mundo.

Quanto mais neutro, mais exacto. Se o Senhor vem aí, o que é que nós vamos acrescentar ao cenário? Ele não se pode exprimir directamente porque a História colapsava num minuto. Os seres humanos estão demasiadamente sofisticados para não sentir a verdade onde ela está. Imagina a própria verdade encarnada, seria um perigo! Então, os avatares estão-se aproximando do discípulo mundial, e estão tomando posição específica em certas áreas do mundo. Existem grandes entidades por detrás do processo da Nova Zelândia, da Austrália, do Japão, da América do Norte, existem paraísos aéreos descendo sobre a América do Sul e existem grandes entidades por detrás do processo Europeu. Esses seres tornam cilíndrico, apuram, definem força de vida. Força de vida contém tudo, é um estado do Divino não diferenciado, não tem avatares de Raio. Eles manifestam força de vida, como lentes, trazem-na para o centro da sua consciência e dirigem-na em focos para todos estes núcleos que estão a fazer o trabalho.

As coisas começam a ficar cada vez mais leves, mais automáticas, mais conscientes, mais psiquicamente profundas e cada vez mais consequentes. O que o aprendiz mundial precisa de ti neste momento é da vibração do teu Mestre e do teu ser interno. Vocês encarnaram para viver uma vida em duas etapas: uma de espera e aprendizado e outra de auto revelação na qual cada um de vós se transforma num epicentro de amor e vida.

As duas cortinas vão ser gradualmente retiradas, e isto coloca-nos perante dois pontos de tensão: a tensão da Hierarquia que faz descer até ti força de vida e a função de retransmissão dessa força de vida para o aprendiz que é o teu novo mestre, porque à medida que tu deixas a força de vida libertar-se e à medida que ele vai assimilando essa força de vida, tu vais percebendo onde é que estás a pôr máculas e pontos pessoais nessa energia; a tensão em que o planeta está entrando, visa apenas esclarecer estes cinco grupos, e assim, vai-te colocar à frente o grupo que te corresponde com as perguntas, e aí, começa a revelar-se a tua tarefa sob a forma de uma das sete funções monádicas.

A forma como a paz, o amor, a precisão, o método, a força, a clareza, a ausência de dúvidas, a forma como a luz desce, é identificada e qualificada pela tua energia monádica. Cada um destes seres irá perceber, gradualmente, pela natureza da tarefa que lhe vai ser apresentada, a sua linhagem monádica. Alguns seres que julgavam ser curadores vão descobrir que são guerreiros, os que julgavam ser governantes descobrem ser sacerdotes, os contemplativos são espelhos, outros contemplativos são instrutores. Qualquer que seja a forma que a energia vá ganhar em ti, ela é exactamente a forma que a energia precisa de ganhar para fazer o sustentáculo do conjunto de vacilantes que irá começar a orbitar em torno do teu ser, por tu seres uma ampola de realidade.

O planeta neste momento é gerido todo ele por um conjunto de virtualidades. Toda a economia mundial está baseada cada vez mais em pressupostos que, estatisticamente, são quase impossíveis de prever, e contudo, a economia devia ser das ciências sociais a mais ligada à previsibilidade possível, assim, o que é que está a acontecer à sociedade inteira? Está a deixar de funcionar, o tridimensional está-se a desagregar para que a luz se possa instalar. Essa desagregação é normal na respiração das civilizações. Civilizações são entidades orgânicas, não são postulados dogmáticos que o homem impinge ao Cosmos. Uma civilização não contém um potencial de permanência indefinido, ela serve para usar, produzir certos resultados, transcender, fazer-se outra. Nesse sentido, existe um vazio a preencher. Esse vazio inclui o melhor da antiga civilização e o pior da próxima, ele está entre esses dois espaços.

À medida que esta onda de choque começar a vir ao de cima, ela é a queda gradual, por camadas, da ilusão planetária. Aparentemente a última camada de ilusão planetária que foi desactivada foram as ideologias. Já não há políticos com ideologias, mas há com tecnologias, com burocracias e agora há umas tantas ilusões que têm que se ir embora. Isto vai produzir uma subtilização do tecido psíquico colectivo. As pessoas vão-se interrogar porque é que estão a ouvir a mesma música pela 50ª vez, porque é que estão a repetir o mesmo gesto tantas vezes, vão pôr em questão a sua relação com a normalidade, as pessoas vão crescer. Este crescimento vem do facto de os Mestres terem aumentado, juntamente com a boa vontade da Humanidade e o poder da investigação, a inteligência média da Humanidade. Quando uma Humanidade inteira começa a pôr-se em questão, quando desenvolve dúvidas, os líderes começam a desaparecer, porque eles exploravam toda a zona adormecida do Homem. Como os homens estão a acordar em massa, está cada vez mais difícil manter líderes, porque a Humanidade está preceptiva.

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