Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Friday, October 7, 2011

Perguntas I(144.000)

Uma das principais acções destes grandes seres que nos acompanham consiste no despertar sincronizado destes 144.000 que trazem no seu interior a frequência, o código que eclipsa, adormece e supera toda a matriz de controle enraizada no modo de viver comum da maior parte de nós.

Estes operadores Melchizedeque estão entrando na etapa que se vai prolongar até 2003 e depois entramos noutra etapa até 2008 de circulação da luz entre eles, principalmente.

Nós tivemos uma etapa militante em que o ser procurava passar aquilo que ele estava a viver, às vezes de uma forma excessivamente activa – daí o termo militante – a toda a gente.

Este ser humano, que é um espectro de vibração, está agora aprendendo que não existe melhor forma de transmitir a luz contactada, que constantemente lançar a consciência para o infinito e que, quando um ser permite que a sua consciência se eleve, se amplie, hoje, não existe forma mais sintética de permitir que os centros se alinhem, que esta projecção da consciência para cima, para a luz superior e se um ser encontra este norte e o pratica, os centros dentro do corpo seguem esta direcção.
Um ser que não adora não se encontra.

Há em torno da cabeça um cinturão de anéis electromagnéticos (anéis de Saturno) que são responsáveis pela memória cósmica, pela memória pré natal, ou seja, pela consciência de quem tu eras antes de encarnar, pelo nível Bardo da consciência. Tenta lembrar-te de ti mesmo 3 a 4 anos antes de nasceres, essa memória está lá, no óvulo mental, na contraparte subtil do ser. Este cinturão electromagnético não permite a passagem da memória e quando um ser adora, encontra o fio dourado que conduz ao olho central do sistema ao qual tu pertences, todos os centros energéticos se alinham e encontram o seu norte.

Este lançar a consciência no infinito é a forma que eu tenho de entrar em contacto com o 8º chacra, com o centro onde a chama com a tua insígnia constantemente vibra. Esta região é de uma paz indiscritível. Tenta imaginar um reservatório com tinta branca, bem branca, ao qual adicionas uma colher de chá de azul, mistura, então tu ficas com este branco com uma suspeita de azul. Essa é a cor da paz. Esta paz planetária, que a civilização busca, a paz que reúne os sábios, encontra-se no profundo do coração e 20 cm acima da tua cabeça e ela está a começar a descer gradualmente para dentro da caixa craniana, para dentro do mental.

Para que esta intercepção sagrada e a paz cósmica possa penetrar na nossa estrutura eu necessito de adoração.

Muitos de nós fazem um belíssimo trabalho com o centro cardíaco, é necessário começar a complementar este trabalho amoroso com o trabalho de adoração.

A fronte do homem é a região etérica onde será inscrito, pelo mestre, na altura adequada, o teu nome cósmico. A lei chama “o baptismo”.

O baptismo acontece também pela aplicação da tua insígnia de fogo. Trata-se de cunhar o 7º sub nível do plano etérico – que está em correspondência com o divino – com a insígnia de fogo que corresponde ao teu nicho na eternidade.

Existe uma identidade na eternidade que te aguarda, um nome, um sentido de eu, um modo de ser.
E como é na Eternidade, já lá estás. Único. Original.

A glória da mónada é quando ela consegue trazer esta personalidade até ao contacto com o seu duplo, lá, na eternidade. E é um caminho de meditação eu me abrir para me sentir em mim mesmo no eterno. É um trabalho contemplativo mas extremamente poderoso porque as redes de eterno estão a ter a membrana, que separa o eterno do temporal, dissolvida. Por isso é que se fala em planeta, consciência de 4ª dimensão. É uma consciência híbrida entre o tempo linear e algo. Então o trabalho desses 144.000 é em activarem essa coluna de cristal que atravessa o centro onde está a insígnia de fogo – a espinal medula é uma tradução bioquímica da coluna de luz.

O trabalho destes operadores implica uma memória do futuro, da eternidade. Nós estamos a perder a memória, ninguém entra na 4ª dimensão com memória. A memória é um cemitério do que correu bem e do que correu mal. O que correu mal o indivíduo usa para evitar que se repita e o que correu bem faz com que ele desenvolva apego e desejo. A memória é esta actividade retrospectiva que nos prende ao que nós não somos.

Se estivermos já a trabalhar nas ilhas de luz temos uma consciência dum programa, do dia, da semana, mas o que ele era, fora da ilha de luz, ficou à porta, deixas lá a personalidade e vais fazer o trabalho com a entidade cósmica à qual estás ligado. O planeta está a entrar no cinturão de actividade electromagnética e está lá plenamente em 2012 e esse cinturão apaga a memória retrospectiva no nosso córtex.

À medida que Eles vão apagando esta memória, vão activando a memória do futuro. O indivíduo começa a ter desenhado, dentro dele, as estruturas das novas cidades de luz, das novas famílias, da nova Terra.

A etapa da inspiração por meditação também já não existe mais. As pessoas sentam-se, concentram-se e não acontece absolutamente nada. E as pessoas interrogam-se: O que é que eu fiz de errado, já não consigo ir para dentro, os Irmãos tiraram-me a meditação? A memória terminou e a meditação também porque à medida que o planeta entra na nova dimensão não há mais dentro nem fora, não há mais acção nem meditação, há um 3º estado que ainda não conhecemos muito bem no qual a força profunda se miscenizar com a actividade quotidiana.

Estes operadores Melchizedeque estão numa fase em que deverão aprender a transmitir a todos os irmãos da Terra, por osmose, por irradiação, de uma forma indirecta, excepto se o teu irmão, conscientemente solicitar uma clarificação, aí pode ser directo.

Nós entrámos numa fase em que Eles estão activando a matriz Melchizedeque na Terra e os operadores estão a despertar em sintonia com a activação deste campo e a ser atraídos para dentro dele. Este é um campo em que o indivíduo tem consciência simultânea do seu eu temporal e da sua identidade intemporal.

Este alento que vem do eterno começa por penetrar a humanidade através dos 144.000 e à medida que estes seres (este número não é exacto) assumem esse novo facto de que eles estão no tempo e no eterno simultaneamente e aprende a se equilibrar e a unir os dois pólos, eles vão-se transformando em portas vivas. Eles estão na fase de despertar sincronizadamente e de se consolidarem nas suas relações entre eles. Ao mesmo tempo que o campo crístico ou Melchizedeque é activado – antigamente sempre que um centro espiritual nascia fazia triangulação ou hexágono com os outros centros espirituais de forma que a malha crística tivesse os seus pilares a partir dos quais se ia formando – como preparação até 2008 essa malha crística vai-se tornando incandescente. A voltagem de um operador destes – se fosse há uns tempos atrás estes seres produziam pequenas implusões no tecido social, as pessoas fascinavam-se com eles porque são seres muito magnéticos. Há 10 anos não era possível, a sociedade não estava pronta e o processo é sincronizado porque são como que sinapses luminosas que se vão formando no limiar entre a cultura e a luz. E os operadores Melchizedeque operam no limiar, onde termina a cultura e começa a vida espiritual. Isto significa que eles conhecem os hábitos locais, regionais, conhecem e estão bem integrados no mundo, simplesmente a vibração deles não é daqui e este estar aqui sem ser daqui, completamente, qualifica uma consciência conectada com o campo Melchizedeque. Estou a falar de operadores (seres) que estão integrados ao campo de Sanat Kumara, de Melchizedeque, do Ancião dos Dias.

A humanidade como um todo, entrou na crise final. Começamos finalmente a ter uma voltagem que obriga o homem comum a reagir. O inerte vai começar a ler coisas nos jornais que o disparam para o nível do “alarmado”. O alarmado é um ser que faz perguntas que abaixo do espírito não têm resposta.
E esta crise é totalmente calibrada, equilibrada para produzir os primeiros impactos, os segundos, os terceiros, é como um processo de dilatação quando se dá à luz.

Isto é o ponto da humanidade como um todo. O ponto dos seres que estão coligados com o plano de ascensão é que eles estão a viver o translado da consciência dos níveis externos para os internos.
Nós chamamos eu básico ao pólo sul da consciência e todas as disciplinas chamânicas trabalham com o básico porque o eu básico tem um canal de contacto com o ser psíquico, que por sua vez tem um canal de contacto com o ser superior e com a mónada.

O eu básico é o pólo sul da consciência, a mónada ou Atman é o pólo norte da consciência.
Quando se diz: “fundo da alma” está-se a falar do eu psíquico, profundamente qualitativo, cuja memória é Eden – Paraíso. Nós somos um eu consciente que tem uma parabólica por detrás que constantemente irradia a harmonia profunda do universo.

O eu psíquico é a parte do eu superior que encarnou, participa das alegrias e das tristezas, ela experimenta, com o eu consciente, a encarnação com compromisso pela nossa plenitude. Há uma parte disto que não encarna e está perene na luz. Acima disto temos o pólo norte da consciência o Atman. Em que etapa é que estes operadores estão neste momento? Eles estão a viver o processo de introjecção da consciência a partir do coração.

Quando se fala de ascensão, fala-se de uma tremenda descarga energética entre o eu básico (cóccix) e a mónada. A ascensão é totalmente física no seu impacto e actua na matéria, mexe completamente com o processo físico do ser, envolve o corpo e nós estamos a começar a aproximar-nos duma compreensão da ascensão.

A energia de Seraphis, que é o ser que coordena este processo para a humanidade, é cristalina, totalmente transparente e quando se fala de uma coluna de vibração idêntica ao cristal, totalmente transparente, que vai limpando como que o calcário vibratório ao longo da nossa coluna vertebral e vai limpando as cores porque a coluna contém todas as cores: rubi em baixo, e na região de adoração, em cima, violeta eléctrico passando por todo o espectro luminoso. A região superior está a começar a ganhar vibração porque nós estamos a complementar o trabalho de amor com o de adoração.
É pela adoração que nós começamos a trazer para a hipófise o iode, a chama que está sobre a cabeça.

Ela é um código que contém muita informação para a consciência, para os sentimentos, para a mente, para o código genético e vida celular e ela precisa de entrar e alujar-se na pineal. E à medida que o iode ancora no interior do crânio a consciência começa a sair, a luz entra, instala-se na pineal e a consciência sobe. As pessoas começam a ter clareza e percepção da paz, da inalterância, uma perfeita harmonia. E este trabalho faz-se através da oração. Cada ser tem uma linha de adoração ara explorar.

Os operadores estão a abandonar a consciência/mundo e a começar a entrar por etapas até ao sacrário onde se encontra o eu psíquico (a parte do eu superior que encarnou que está algures entre as omoplatas).

Nós estamos incluindo muitas expressões anatómicas, fisiológicas e químicas porque só estamos numa etapa em que o elemento fogo está a ligar-se ao elemento terra. É uma etapa muito seca no sentido esotérico do termo. A vontade do divino está a começar a ligar-se à própria matéria.

Estes operadores Melchizedeque estão a ser atraídos para o ser psíquico, para o fundo do fundo de si próprios porque não faz qualquer sentido falar em ascensão sem que esta travessia tenha sido feita porque a ascensão faz-se ao longo do eixo. Eles estão a fazer esta travessia para entrar no sacrário onde os espera o sábio (o ser psíquico) que tem com ele o tesouro (todos os momentos de uz da nossa existência desde que entrámos no reino humano).

P.: Qual a diferença entre adorar e amar?

R.: Na adoração existe uma progressiva realização da escala cósmica.

Ex. Existe uma estrela que por segundo emite a mesma energia que o Sol durante 6 anos – é a maior estrela conhecida. A nossa consciência não consegue dilatar até à compreensão do que seja isto.

A adoração é um processo através do qual o intuitivo e o mental superior se vão dilatando e consciencializando à escala cósmica.

Pelo amor conhecemos o Filho, pela luz conhecemos a Mãe mas não há como compreender o Pai senão através da adoração. A adoração é complementar ao amor.

Se nós tivéssemos acesso à glória do recinto onde os Conselhos se encontram para determinar o destino dos povos, só isso, um indivíduo cai, e essa sala não é nada em comparação com a sala solar e a sala solar não é nada em comparação com a sal…. e essa não é nada em comparação com o recinto…. então o que é a adoração? É um indivíduo saber que não é nada, não sabe nada, não vê nada e quanto mais profundamente ele vive esta genuflexão interna mais o Pai vai abrindo as comportas.

A adoração está profundamente ligada à revelação, às epifanias e ao contacto com a mónada. Esta é a função mais alta da mente que é aprender a adorar, esta função cura a mente.

Uma mente morre através das nossas certezas. Quando as pessoas só têm certezas muito sólidas, muito fixas, potentes, o tempo todo e não flexibilizam observando outros ângulos dessa certeza até que ela se transforme em incerteza para dar origem a uma certeza maior. Se as pessoas só têm certezas e o poder da certeza é tóxico, não é a certeza da fé, é a certeza mental, a ideologia, este ponto mata a mente. Se conseguirmos contribuir para que um neurótico adore, a neurose dele já fica por um fio porque a adoração penetra e limpa a mente. Aí nós começamos a compreender Aknathon que viveu em adoração, ou o que é que o melhor do mundo árabe sempre tentou ensinar ao resto do Planeta: é que as pessoas devem-se lembrar do Pai três vezes por dia.

Uma ilha de luz deve ser fortalecida pelos operadores que vêem, pelos que sentem, pelos que amam.

Uma ilha de luz tem dois níveis: fundação e serviço.

No nível da fundação, ela precisa de ser realizada por seres que estão unidos ao 1º centro, ou seja, não é através de seres desalinhados ou que ainda estão a desligar-se que se pode fundar uma ilha de luz, depois da fundação a ilha de luz manifesta-se e entra no nível do serviço e aí começam a chegar pessoas de todos os tipos e em todos os estados vibratórios.

À medida que a consciência vai entrando no coração, o caminho de retorno vai desaparecendo até que tu tens a consciência totalmente dentro do nível psíquico e a fusão pode acontecer. Tudo o que existe é um imenso centro de luz onde os vários níveis se fundiram.

Existe este sentido de a pessoa poder ficar e permitir observar o centro do seu ser a absorver a vibração exterior que emerja gradualmente à superfície. Trata-se de ficar claro, sereno e perceber o centro emergir, vibrar e ir aprendendo a viver com isto. Esta revelação progressiva da alma no centro do tórax e o despertar do ser psíquico e a sua ampliação.

Antigamente nós fazíamos meditação e agora estamos a começar a fazer permissão porque “ele” (o ser psíquico) está a bater à porta então nós estamos a aprender a permitir. Aprender devagarinho, suavemente, a abrir a porta para “ele” entrar.

E ele vai entrando e ocupando o seu lugar em nós e eu preciso ir permitindo e vivendo. Não é ficar sentado numa cadeira permitindo, isso é quando eu me esqueço de permitir, eu sento-me e permito.

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