Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Monday, December 5, 2016

Livro - Os Jardineiros do Espaço



"...Se fomos buscar a origem do homem em fatos do mundo material, não a encontraremos. Por esses processos poderemos achar apenas restos de períodos nos quais ele viveu em corpo físico. Sendo cósmica a sua proveniência, tendo se materializado gradualmente até tomar forma concreta, buscar a sua origem no plano físico é uma tarefa vã.

Quando foi perguntado a doutrina secreta onde estavam os construtores na aurora da evolução, ela respondeu: ’’na bem-aventurança celestial’’. Os criadores nunca teriam sido então criados? A substância-raiz repousa no não-ser?

E as Mônadas humanas? Foram criadas ou são como esses de origem celestial? A resposta que ao homem é dada através da doutrina secreta ou sabedoria das idades é que ‘’o universo ainda estava oculto no pensamento divino,quando ergueu as incontáveis centelhas, reunindo-as’’. A comunicação dos membros da hierarquia, que é a doutrina secreta materializada, fala do despertar dos universos para a vida, após os seus ‘’pralayas’’ ; fala dos grandes ciclos que se iniciam após esses estados de absorção dos universos no interior do UNO. É a partir desse despertar que surgem as MÔNADAS – elas não são, portanto, criações esporádicas e temporais.

Sabemos que a consciência monádica evolui para uma consciência logóica; sabemos que é esse o seu destino. Mas teriam tido as MÔNADAS algum começo?

Seria o homem um ser incriado? Seria esse o valor que ele deve reencontrar, para assumir sua verdadeira condição dentro dos universos,manifestados ou não?

Quando a realidade é diminuída para explicar certas coisas aos terrestres, diz-se que o homem foi criado; mas as parábolas simbólicas que se narram a esse respeito referem-se a materialização do homem no plano físico ou em alguma outra dimensão. Na verdade, nenhuma essência jamais foi criada,pois sempre existiu. O homem terá que chegar ao ponto de ver-se dentro dessa perspectiva infinita, e deixar de considerar-se limitado, como se fora produto de algum Grande Artesão.

Pelo fato de o homem não ter, ainda, conhecimento dos mundos suprafísicos, por não ter suficiente o desenvolvimento de seus corpos espirituais, sutis, internos,ele é levado a desperceber os ciclos imateriais de que também faz parte; permanece, então, restrito ao planeta terra e as suas leis naturais quando se põe a estudar. Ao fixar-se em pesquisas materiais e terrestres, reforça sua separatividade em relação a outras áreas do cosmos.

Esse ser que caminha, sente, pensa e vive em conflito na terra, até que esta seja literalmente purificada em seu plano físico também, esse ser é uma parte da Humanidade Uma; representa suas potencialidades sem todavia tê-las realizado em si. Esse ser ’’objetivou-se’’ na sua atual materialidade, expandiu-se de dentro para fora, surgindo na vida de superfície; na realidade, como essência sublimada e supersensível, jamais foi criado, no sentido que o intelecto humano dá a esse termo. Quando a Bíblia narra a criação do homem, ela se refere, como se disse, a manifestação dessa sublime e incriada essência sobre a face da terra. A história dessa essência , em si, a Bíblia realmente não conta – porque a essência não tem história; é como AQUELE DE ONDE EMANOU, AQUELE QUE TAMBÉM É INCRIADO.

Que significa CRIAR? Usando-se o consciente esquerdo, a mente racional, nada se pode saber disso. Certamente, usa-se esse termo impropriamente, quando se quer expressar a materialização do espírito. Na verdade, aqueles que poderiam ser chamados de ‘’criadores’’ imaginaram um modelo do ser humano terrestre, molde que serviu de base para o trabalho das forças construtoras; seguindo a doutrina secreta, ’’envolveram as essências com as formas protoplasmáticas dos futuros egos’’. Como nesta etapa evolutiva estamos entrando, finalmente,mo campo das MÔNADAS, seria necessário que nos habituássemos a idéia básica de que A ESSÊNCIA É INCRIADA E SEMPRE EXISTIU. Se não aderirmos a isso, como poderemos amar cosmicamente?

Quando chamamos um homem de terrestre, estamos nos atendo ao período de vida que ele passa na Terra sob as leis planetárias típicas daqui. Ao atravessar certas camadas de consciência para viver na Terra, a essência cósmica entra numa região chamada ‘’desejo’’, composta de condicionantes forças astrais; já no plano mental do esquema terrestre, ela entra em contato com a ‘’ilusão’’, força que leva o ser humano a crer nas coisas materiais como sendo a única realidade.

Todo ser cósmico que vem para a terra condiciona-se a essas camadas de desejo e ilusão. A partir daí, esquece sua origem e perde a consciência do seu destino maior, da sua meta evolutiva. O que acontece em seguida em sua vida na superfície da terra é conhecido. Ao falarmos, pois, em homem terrestre, referimo-nos ao ser de origem cósmica quando submetido a essas condições de limitação.

Na verdade , os seres extraterrestres não são essencialmente diferentes dos terrestres. Apenas não se encontram sob as leis da terra, mas sob outras. É pelo fato de termos esquecido nossa origem que alimentamos separatividade com relação aos extraterrestres , mas todos nós somos manifestações da Vida Uma e temos a mesma essência interna; o que varia, entre uns e outros, é o grau evolutivo e as condições impostas pelas diferentes Leis em que vivem.

A humanidade existe em vários níveis de consciência,em outras dimensões de vida, em outros planetas eventualmente em outra galáxias . Essa grande humanidade teve a mesma origem que o homem hoje encontrado na superfície da terra, e todos os que a compõem têm a mesma essência e se encontram sob a mesma LEI CRIADORA. Portanto, ao se usar os termos ‘’terrestres’’ e ‘’extraterrestres’’, fala-se de uma condição temporária de seres, entidades ou energias puras que, após ciclos de desenvolvimento em setores diferentes do cosmos, irão reunir-se na mesma essência Central.

Um ser da superfície da Terra tem certo coeficiente intelectual; um ser intraterreno tem outro, maior ou menor, extraterrestres têm outros coeficientes, maior ou menor compreensão das leis, segundo o estado em se encontram. A diferença está no grau evolutivo e na experiência, mas não na essência.

O homem terrestre encontra-se em estado de compreensão ainda superficial de certas leis e de certas realidades. Em geral, raças de superfície, quer deste planeta quer de outros , são as menos evoluídas. Quanto mais o homem se aprofunda nas leis e no conhecimento ,mais se volta para a vida subjetiva, interiorizada,passando assim a funcionar em outros corpos mais sutis, que vivem sob outras leis.

A medida que se interioriza,o homem tem necessidade de se aproximar dos mundos internos e subjetivos, passa então as civilizações intraterrenas ou aos mundos suprafísicos,que podem proporcionar-lhe a nova experiência de que necessita. Por isso, até hoje, a superfície da terra manteve-se povoada pelos seres menos experientes, já que, logo que se adestram em leis superiores, mudam de plano, integrando-se em civilizações mais avançadas. O homem transmigra para outros mundos ou vai para Hierarquias incorpóreas, quando o planeta em que está não pode mais proporcionar-lhe campo de desenvolvimento. Isso é válido não só para os habitantes da terra, mas para os de todos os universos...."...




Wednesday, July 31, 2013

Fogo Monádico

Como está a ficar claro para alguns ambientes neste planeta, como está a ficar progressivamente límpido para alguns ambientes na Terra, o processo pelo qual o Planeta está a passar, o que está em acto, o que está a ser estimulado, é uma libertação da Luz retida, da Luz aprisionada, da Luz potencial em todas as partículas terrestres, em todas as partículas deste planeta.

Isto implica, como é do conhecimento geral, que cada partícula, cada veículo, cada árvore, cada consciência, cada órgão, cada governo, cada estrutura, tem a sua base, a sua sustentação, em níveis de Luz, que permanecem mais ou menos ocultos, em função da transparência da consciência, da transparência do tecido vivo, da transparência do governo, da transparência do indivíduo.

A base, a base de toda a existência, a base de manifestação, a base de exteriorização, seja do que for, é Luz.

E toda a realidade, toda a manifestação, toda a construção, toda a partícula, toda a célula, todo o átomo, seja uma realidade complexa, estrutural, seja uma realidade aparentemente simples, tudo é construído sobre uma contraparte luminosa. Tudo é construído sobre uma Luz oculta.

E este teu Planeta, este nosso Planeta, está a passar por uma fase intensa de libertação da Luz aprisionada no seu âmago. O Oceano de Luz-Vida-Consciência que existe no âmago, no centro da manifestação planetária - não no centro geográfico! Nós não estamos a falar no centro topográfico, no centro geográfico - no Centro, no sentido ontológico: o ponto mais secreto, mais alto, mais profundo - aquilo a que os ambientes teosóficos chamam o Logos, o Verbo Planetário. Ele está preparando-se para emanar uma Nova Sílaba. Um novo Som. Um novo Princípio ordenador do contínuo, dentro do qual nós existimos. É a engenharia planetária que está a passar por uma mutação. A crise humana é um aspecto da re-génese que o planeta está a viver. A crise humana é um fragmento, é um fotograma, de todo um imenso processo global, macrocósmico, que o planeta está a viver.

E ainda que, do ponto de vista humano, encarnado, tridimensional, consciente, a realidade à nossa volta seja uma experiência de percepção bastante estável e bastante sólida (quando é sólida), do ponto de vista Cósmico, este Planeta está a ser falado! Dito! Cantado!

Quando se diz que o Verbo manifesta a realidade, isso significa que existe um núcleo de uma incomensurável amplitude de Consciência-Poder que fala planetas. É comparável ao milagre eventual, de um poeta ler o seu poema, e ele materializar-se à frente dele. Isto é: É comparável à materialização das nossas palavras.

Um Planeta é possível porque existe uma Consciência que segura, aprisiona, convexiona, o grande fluxo, a grande corrente, o grande caudal de energia livre, num ponto. E aprisiona, prende, fixa, esse imenso caudal de energia livre, noutro ponto. Vocês reparem que, para vocês terem um som, numa corda, numa corda de uma guitarra, vocês precisam de dois pontos. Uma corda para produzir som, necessita de estar presa de dois pontos. No caso de uma guitarra, um ponto fixo - que é aquilo que na ordem de Melchizedeck se chama o ponto Alfa - e um ponto de progressiva afinação, até tu teres o som que corresponde à nota que tu queres tocar na guitarra - que é aquilo que na ordem Melchizedeck se chama o ponto Ómega.

E, o que o Logos, o Verbo deste Planeta faz, (deste ou de qualquer planeta) consiste em focar o seu poder estabilizador do Grande Caudal - e quando falamos do Grande Caudal, estamos a falar de todo o bombardeamento de Raios Cósmicos, de Energia Cósmica, que não se encontra aprisionada por ondas de gravidade, e que não se encontra aprisionada por nenhuma constante; trata-se de níveis de Luz e correntes de Fogo que não estão submetidas a nada. E o que este Verbo, o que este Criador Cósmico do teu Planeta faz, é segurar o Grande Caudal num ponto e noutro ponto: o ponto Alfa-Ómega. E é a estabilização do Caudal em dois pontos, que gera aquilo a que nós poderemos começar a chamar o Holograma Planetário. Ou seja, a construção de um sistema hermético, consciência-objecto: a nossa consciência está constantemente reflectindo e alimentado o mundo à nossa volta, e o mundo à nossa volta está constantemente reflectindo e alimentando a nossa consciência. É uma espécie de loop, um feedback de consciência.

E o que é que isto significa? Em que é que isto é pragmático para nós?

Pelo simples facto de que a velocidade do sangue nas tuas veias, a temperatura do teu corpo, o processamento mental, os estados neuróticos, os estados de tristeza, os estados de angústia..., tudo isso existe dentro de uma afinação do Holograma; ou seja: é porque o Logos decidiu cantar este Planeta e afiná-lo segundo um determinado diapasão. O que vocês têm, e sempre teremos, é um imenso Caudal de algo que ninguém sabe rigorosamente o que é, não está definido, não tem nome possível... Os nossos irmãos da Física usam a palavra energia, que é uma palavra que foram buscar à Filosofia Grega, aos pré-socráticos. Então, é uma palavra da Filosofia. Não sabemos o que é. É uma palavra que tem tanto significado como outra qualquer.

E este imenso Caudal - que não está definido e não se sabe o que é, e que não tem exactamente origem, por mais espacialmente que queiramos indicar um ponto algures por onde as Galáxias saíram, não se sabe exactamente de onde vem, como é que funciona... - este imenso Caudal é usado, num momento, pelos Logos para criar estruturas arquitectónicas. O nosso corpo é uma estrutura arquitectónica. O nosso corpo está dentro do Holograma. O nosso corpo tem um ponto Alfa, situado vinte centímetros abaixo do primeiro chakra, e um ponto Ómega, situado vinte centímetros acima do sétimo chakra. Ou seja, o nosso ponto Ómega está neste ponto, aqui, exactamente nesta região geográfica, acima da cabeça, e o nosso ponto Alfa está na base, entre as pernas.

E nós estamos a passar estar informação, porque, como nós vamos começar a estudar lentamente engenharia de Luz, e vamos começar a estudar lentamente o veículo Merkabah - aquilo a que biblicamente se chama a Carruagem de Fogo - nós precisamos começar a compreender, como é que esse Veículo Interdimensional configura a relação hermética, entre a nossa consciência e a realidade à nossa volta. Se o veículo Merkabah é activado - se ele fosse activado instantaneamente num dos seres desta sala, todos os outros transformar-se-iam em raios de luz, em fios luminosos. Instantaneamente! Ou seja: era uma questão de poucos segundos, até tu começares a ver fios de luz a dissiparem-se da impressão visual que os outros projectam sobre ti. A alucinação controlada, que é a visão - caso vocês não saibam, a visão é uma alucinação controlada. É uma alucinação mantida dentro de um nível de frequência. E caso nós ainda não tenhamos dado por isso, tudo o que te está a acontecer é uma alucinação controlada! E toda a realidade, o casamento hermético entre a consciência e a esfera, dentro do qual nós evoluímos, é uma alucinação controlada.

É quando a Carruagem de Fogo, o Veículo Interdimensional em torno do homem - que é o próximo assunto, ou seja, nos próximos quinze anos, todos os grupos esotéricos, que estão a fazer o contacto, vão começar a colocar esta questão no ar: a activação do Campo Merkabah. Primeiro, porque o campo Merkabah é o campo que faz conexão com as Auras de Resgate; que te permite ler a Nova Informação; que te permite ires tornando-te telepático em relação à Nova Terra. Depois, porque o campo Merkabah está em ressonância com o campo Merkabah do Planeta.

É porque o Planeta está ser gradualmente envolvido, também ele, numa Carruagem de Fogo, que nós estamos a ser envolvidos, microscopicamente, na nossa própria Carruagem de Fogo. Este Campo é a tradução local, individual, a Merkabah individual - Merkabah ou Holóide. Holóide é o termo que nós vamos começar a usar, porque, como vocês sabem, nós temos pouca tendência para o sincretismo e para fazer estudos comparados, e Merkabah é um termo Egípcio, é um termo Hebraico e Egípcio, e é óptimo em relação a uma certa tradição. Holóide, veículo do Todo, é o termo útil hoje. (Mas no final, são só palavras e também não nos preocupamos muito com isso.)

A activação deste campo em torno do homem, segue a par da activação da Merkabah do Holóide planetário como um todo, da Iniciação da Humanidade, e do fim da História. Tu tens esse Imenso Fluxo, que é comparável a um cilindro de Luz, totalmente livre. Mais livre que o fotão. Menos compactada, menos convexionada que um fotão.

Este Imenso Caudal não tem ponto de aplicação! Nós, para fazermos um círculo, precisamos de um ponto de aplicação: o centro. O compasso precisa de um centro. Para haver realidade, para haver as estruturas arquitectónicas planetárias, é preciso um ponto de aplicação: uma consciência.

Nós estamos em Infinito! É onde nós existimos! Essa é a dimensão que não pode ser desmontada! Que não tem categorias!... Essa é a dimensão Livre! E essa é a dimensão a que a nossa consciência aspira! A dimensão Infinita é a dimensão, à qual a nossa consciência se dirige! A nossa consciência não sabe fazer outra coisa, senão dirigir-se ao Infinito!

Porquê?

Porque ela foi criada para isso. Nós somos conscientes para nos dirigirmos ao Infinito. Somos conscientes, porque partimos de um ponto de relativamente alta ignorância, e sofremos todo este processo dialéctico até começarmos a navegar em dimensões mais altas. Mas a consciência no seu âmago, na sua configuração original, tal como ela foi realizada pelos Elohim, a consciência dirige-se, inadiavelmente, impreterivelmente, para o Infinito. Ela procurará, constantemente, inverter este anel, até que o anel tenha de novo a largura do próprio tubo.

Voltando atrás: Este anel vai-se estreitando e transforma o tubo do Infinito, da Energia Universal, que ninguém sabe o que é, e que não é feita de coisa nenhuma... - não se sabe o que é. É um facto ontológico inclassificável. Simplesmente existe - e este Imenso Caudal (e imenso já é uma expressão relativa), este imenso Caudal está ali, sem passado! Sem presente! Sem futuro! É coesão num estado Imenso!... E a estória da consciência é a estória deste anel que começa a afunilar o tubo no seu ponto de aplicação. Porque existem tantas realidades quanto consciências! Porque o tubo está disponível! O Grande Caudal está disponível, para quem quiser convexionar, que convexione! Quem quiser limitar a passagem do fluxo, que limite! Quem quiser sentir a realidade no nível em que puder, que o faça!

Então, nós somos Mónadas que estão a ter uma experiência no reino da limitação. Somos Mónadas que estão a aprender as delícias da limitação. Somos Centelhas Divinas que estão a usufruir do privilégio de estarmos aqui, todos tetraplégicos, na matéria..., ou seja: nós somos este aprendiz, aqui, em baixo, mas a nossa Mónada, no plano dela, ela é uma circunferência que tende para o Infinito. Não sei se vocês me estão a seguir: Ela não aprisiona o fluxo, nem faz realidades subjectivas. Nem faz sub-realidades. Ela está constantemente vibrando tendencialmente para não aprisionar o tubo.

Agora, observem: quando este anel da consciência se convexiona a partir dos vários planos - porque ele, lá, no nível da Mónada é equivalente (na verdade é no nível do Avatar que é equivalente), mas na Mónada é tendencialmente equivalente ao próprio fluxo. É isso que se chama in Glória. In Glória é a condição da consciência, cujo diâmetro (com muitas aspas, esta palavra diâmetro), é equivalente à própria amplitude do fluxo universal. Não há passado, não há presente, não há espaço, não há tempo, não há eu... Então, a Mónada está lá, nessa realidade, nessa imensa interpretação fiel do próprio fluxo. Por isso se usa a expressão Fogo. Quando se usa a expressão Fogo Monádico, Fogo Divino, dentro de nós, nós estamos a falar dessa realidade, que, por ser tão terrivelmente ampla, só pode ser compreendida pela nossa consciência como algo equivalente a um Fogo. Existe um Fogo, no sentido de uma Presença, que não admite mais nada senão ela mesma. É isto que significa Fogo Monádico: é uma Presença que exclui, ou sintetiza todas as outras presenças. Todas as outras realidades. Isto é o Centro do teu ser! Agora, este centro mantém-se aninhado, de certa forma oculto, porque, se ele se começa a desdobrar aqui para baixo, as pessoas começam a entrar num processo pós-histórico, supracivilizacional, transcultural. Este Fogo sintetiza as operações. Ele casa as operações. Funde as operações dentro de nós.

Nesse nível Monádico, que és tu mesmo - Mónada és tu! Mónada és tu!! Mas és tu idêntico, de amplitude equivalente, ao Grande Caudal. É o próprio Caudal com um pequenino ponto de aplicação. O suficiente para criar uma entidade Divina dentro do Caudal. Isto é a Mónada. E a Mónada está lá, in Glória! Ou seja, ela não limita o Caudal.

Quando saímos do plano Monádico para o plano Espiritual, então tu já tens uma razoável limitação. E portanto, aquilo que era o Grande Cilindro - se vocês quiserem ver - começa a formar gradualmente dois cones. Quando entras no plano da Alma, tu já tens claramente o Cilindro próximo do centro. E quando entras no plano do eu-consciente tridimensional, é como se esse anel, que é a nossa consciência, estivesse convexionado quase até um ponto. Um ponto tão minúsculo, que os psicólogos espirituais inventaram a expressão ego para definir este ponto extremamente minúsculo.

E nós somos conscientes em vários níveis simultaneamente. Ou seja: Assim como nós temos um núcleo de consciência nesta dimensão extensa em que existimos - um núcleo de consciência que nos dá a ilusão do espaço, do tempo, do outro, do corpo..., - temos, simultaneamente, os outros núcleos de consciência que, gradualmente, se vão dilatando até se tornarem equivalentes ao Grande Fluxo. Ao Grande Rio. Isto é a nossa realidade.

Nós somos compostos, não por uma consciência, mas por múltiplas consciências em paralelo. Por múltiplas consciências, organizadas telescopicamente para dentro do Infinito. Nada de novo.

Agora, esta realidade, esta mecânica, como um predador, está em cima de ti, ao minuto! O tempo que nós estamos a viver é um tempo, em que os núcleos mais altos estão começando a absorver, a dissolver, os núcleos mais baixos.

A nossa Alma está-se a preparar para assimilar o eu consciente. Assimilar, significa que o eu consciente com todas as suas qualidades, é absorvido pela Entidade Central, deixa de existir como um motor próprio, e a Alma instala-se à superfície da consciência. E, simultaneamente, a Alma está a ser preparada para se fundir com a Mónada. Claro, que isto tem uma longa história! Não pode ser dito, assim, em três palavras! Concerteza! Mas em termos muito amplos, muito gerais, esta é a temperatura da história neste momento. Esta é a temperatura do Planeta! O Planeta tem uma temperatura! Esta é a intensidade com que ele opera! É neste nível que as coisas reais estão a acontecer! É no nível da fusão, num grau, entre núcleos dentro de nós!

E tudo o que está em acto, é uma Escola Planetária de emergência, ou melhor: a Escola sempre esteve aí, só que nós não a víamos. Então, havia uns eleitos, que despertavam um pouco antes do que a humanidade - isto há mil, mil e quinhentos anos - e dirigiam-se a essas Escolas. Hoje, o processo é global. É maciço. Trata-se de a humanidade que está despertando, de uma forma sincronizada, aprender a reconhecer a Escola. A Escola está no ar! A Escola está, simultaneamente, na atmosfera e no teu íntimo! A Escola está a nascer para nós. Ou talvez se tivesse que dizer: nós estamos a nascer para a Escola.

Friday, April 13, 2012

Perguntas: Lei do Desígnio. Energia Alfa/Omega, Cancro. Agressividade

Num sistema evolutivo existem sempre voltagens que são concêntricas e que aumentam à medida que nos aproximamos do centro. A mais alta voltagem e qualidade, a mais eficaz compaixão, o ponto onde o amor se transforma num predador, é o centro de cada sistema evolutivo que contém o princípio e o fim do sistema. Centralidade igual a sacralidade. No interior de um sistema estão sintetizadas e resolvidas todas as etapas de evolução desse sistema, seja um sol, um planeta, uma família, uma espécie ou um ser humano. 

O nosso centro é o guardião da porta para a eternidade, é o guardião e o diafragma de adaptação da nossa consciência ao mistério por detrás da evolução. 

Esse habitante no centro funciona como um diafragma de alta velocidade que simultaneamente repele e atrai. Quando atrai, és atraído para o centro, quando repele tu és colocado para fora, isto passa-se a uma velocidade muito alta dentro de nós. Vibra-se fora ou vibra-se dentro. 

Cada um de nós é portador de um sistema de alta revelação e de auto revelação. 

Alta, porque tu és um nascido no céu e portanto, tu trazes em ti um ser gerado e não criado, tu és o portador dum cristo. As esferas concêntricas a essa presença central, adaptam a revelação pura que é a tua verdadeira identidade com a existência extensa da nossa experiência humana. 

O sistema solar é um órgão de um logos maior e o logos da Terra (o programador profundo da Terra), é um órgão desse logos maior, é uma função divina nesta plataforma de evolução. O logos maior ao qual a Terra pertence e que tem extensões em planetas e estrelas como as Plêiades, está-se abrindo para uma nova expressão, está preparando um novo leque de ramificações. Isto significa uma deflagração de energia cósmica sobre o Sol relativamente potente, sobre a Terra muito potente, sobre nós potentíssima. Tu és um centro e a característica de um centro é que ele é concêntrico com todos os outros centros, então, a qualidade central do teu ser é rigorosamente idêntica à essência, à qualidade alfa e beta central, à qualidade central de Sidharta Gautama, a todas as qualidades centrais. Então esse centro vela o teu grande ciclo cósmico e o teu retorno à origem, e essa realidade já está dentro de ti. Os signos cósmicos que o teu centro irá percorrer, os circuitos de auto revelação que lhe competem ir conquistando, e as metas a que algo por detrás do centro se propuseram alcançar, existem dentro de ti neste momento. Tu és um ser que tem a mesma dose de passado quanto a mesma dose de futuro e ambos são activos. 

O que estamos aqui anunciando agora é a lei do desígnio, que diz que, para onde tu vais, é tão activo quanto de onde tu vens. Uma coisa é carma, outra é vínculo cósmico, que é: Deus em ti esperando-te fora do tempo. 

Este que vem para se instalar no centro do teu ser, este é já, e está por detrás de todo o circuito, ele é alfa/omega. 

A lei do desígnio começa a actuar quando um ser humano começa a entrar em contacto/ressonância com a energia alfa/omega e não apenas com a energia alfa/alfa, da qual a lei do carma é uma parte, ou com a energia omega/omega, que é um problema dos místicos transcendentalistas para quem tudo é uma ilusão, excepto Deus. 

A energia alfa/omega é a que vem para te libertar e vem gradualmente dissolvendo tudo o que te prende à realidade externa, no que ela tem de limitativo. Ela é uma energia de síntese cósmica, porque tu és um centro, e no centro do centro está a tua meta, e a tua meta é tão activa quanto a tua origem, e todos os passos que tu vais dar, em termos quânticos, já lá estão, eles materializam-se no momento em que tu pões o pé, mas eles já lá estavam. 

No momento em que dás um passo no desconhecido, aquilo que até então era para ti teórico, passa a ser um facto prático, tu descobres, por exemplo, que é possível existir com o mínimo de dinheiro possível. 

Se tu te apercebes que tens uma câmara dentro de ti onde o princípio e o fim se encontram sintetizados, e onde a tua meta cósmica superior pulsa, e que essa câmara vela uma dessas 21 entradas do Universo central, não evolutivo, suspenso acima do espaço e do tempo, e que cada um de nós, em nível monádico, está ligado a uma dessas 21 portas, que são as codificações de acesso ao não tempo, ao não espaço, que são responsáveis pela tracção do teu ser para dentro do Divino, tu começas a contactar aquilo a que toscamente poderíamos definir como energia alfa/omega. Esta energia emana de ti e à medida que entra, dissolve a angústia cármica, o passado, o medo de ficar apegado ou o medo de não conseguir desapegar, desestrutura toda a história natural dentro de nós. Cada vértebra que nós temos, corresponde a um período de desenvolvimento do planeta, temos vértebras do paleoceno, do pleioceno, do jurássico, nós somos um museu de história natural física e comportamentalmente. Essa pulsação do centro da esfera vem para te revelar quem tu és, ela é supra psicológica e num certo sentido, ela fornece-te a energia complementar à evolução natural. 

No caminho da Terra nós temos a evolução gradual, o auto aperfeiçoamento, a construção do carácter, o desenvolvimento das qualidades humanas que devem ser o oposto aos defeitos, tudo aquilo que é conhecido como o caminho longo. 

No processo interno cósmico, ao mesmo tempo que fazes o caminho longo, tu contactas o caminho breve, que é o contacto com a potência do centro e com a força transformadora, libertadora desse centro, é como um pulsar. 

O termo PAX da ortodoxia católica, refere-se à existência disto em todos os seres humanos no planeta Terra, no sistema solar, na galáxia. 

Qual é o significado de sacrário, de núcleo inviolado, de presença, de algo que está em nós e é mais poderoso que nós? 

A nossa relação com os reinos vegetal, animal, mineral, é uma relação mecanicista - os animais ainda são feitos de peças, montam-se e desmontam-se - e assim como nós temos esta relação com os reinos, temos a mesma relação com a realidade. Na prática, a cátedra já disparou, as faculdades já estão com o problema de resolver a relação entre espaço/tempo/matéria/energia. 

Quando a Hierarquia da Terra revela mais informação sobre espaço/tempo/matéria/energia, é porque isto vem para o mental superior dos homens, mas há todo um novo impulso que vem para os vários níveis que compõem a humanidade, física e emocional. 

Qual é o equivalente nas relações humanas à solução do problema espaço/tempo/matéria/energia, qual é o equivalente nos casais, nos matrimónios à solução deste problema, qual é o equivalente à escala cósmica, daquilo que os seres humanos precisam de aprender, a dar e receber uns com os outros? 

A activação dessa energia central no homem é velado por entidades de muito alta evolução que pertencem em parte à Hierarquia da Terra e em parte às hierarquias orbital e cósmica. Eles estão fazendo experiências de aumentar a presença da energia alfa/omega em nós e diminuir ao longo da semana, ao longo do mês, na proporção em que tu sentes que o tempo é, e não é, simultaneamente, na proporção em que tu tens a perfeita consciência do tempo, porque o teu hemisfério cerebral esquerdo está activo, e começas a ter flaxes de não tempo, ou tempo vertical, isto tem a ver com o despertar gradual de funções cósmicas e celestes ligadas para o hemisfério cerebral direito, e que têm sido mantidas recolhidas, para que a humanidade não fique doida de um momento para o outro, o processo é de integração gradual entre os dois hemisférios. Se eles activassem a capacidade de nós respondermos a essa energia alfa/omega dentro de nós, o quotidiano cármico das pessoas, no seu peso, poderia entrar em pânico, isto é, as pessoas não tinham feito o voto interno de se coligarem com a nova Terra, e de repente, as portas da revelação planetária começavam-se a abrir e dava-se um iato na consciência, porque não tinhas trabalhado a consciência até chegares aí. 

Então, eles estão fazendo a experiência de combinar os dois regimes - 2ª feira és um idiota, 3ª feira és um iluminado - e um dos chamados é para que este ser humano que é um híbrido cósmico, que já é um ser de transformação dentro das duas dimensões, comece a relaxar, a distender e a não emprestar mais energia emocional do que a estritamente necessária a estas coisas desconcertantes, isto é, ele saber que está perante algo que já não lhe diz respeito, mas ainda assim, ele tem que dar um pouco mais de atenção àquilo, ele está fazendo um gesto para um lado e a consciência dele vai noutra direcção e principalmente a certeza que não estás continuando a ser o mesmo ser que foste até então. 

Na verdade, não somos nós que penetramos neste centro sagrado dentro de nós, é ele que penetra em nós. 

À medida que essa esfera se vai abrindo dentro de ti e tu não foges nem te deixas estimular demasiado, ficas neutro, essa porta contém as válvulas a que antigamente se chamavam iniciações, isto é, as transposições da consciência plano a plano e as substituições dos fogos que compõem os nossos corpos em percentagens graduais de vibração mais alta. 

Isto está a ser dito, porque à medida que o tempo 3 (o nosso tempo) começa a afunilar para dentro do tempo 4, vamos começar a sentir que os dias já passaram e são imensos, a nossa percepção cronológica do tempo vai começar a sofrer uma enorme alteração e à medida que isso acontece, tu começas a ver o outro ser despido das cargas psicológicas que o afectam. Isto é um altíssimo serviço que um ser humano faz a outro, olhar para ele e ver o iluminado que existe dentro do outro ser, olhar e perceber que no tempo, ele está em processo, mas que, se ambos fizerem contacto com o supra tempo, a iluminação dele é tão alta como a de qualquer avatar. 

Seres humanos evoluem também, e muito fortemente, através da qualidade das bolsas de consciência emanadas por outros seres humanos. 

O trabalho é, sem negar de todo as ferramentas de análise psicológica existentes, que devem ser umas trinta ou cinquenta actualmente e estão aí desde os anos vinte, começar a fazer o trabalho de psicanálise mas de psico síntese que é, de, em vez de confirmarmos estas memórias, estas agendas, estes diários secretos, vamos começar a relacionar-nos também como potenciais de divindade. 

Isto produz uma excitação nos seres humanos que tem de ser muito bem compreendida. Eu preciso ir ao nível em que o outro ser está, passar-lhe a mais alta energia que ele precisa naquele momento, mas a tua consciência não sai do patamar de serviço cósmico. O mais alto serviço cósmico que dois seres podem propor um ao outro neste momento, é vibrarem duas ampolas de consciência divina. Eu reconheço o teu Deus, tu reconheces o meu Deus, em função deste patamar nós podemo-nos relacionar. 

Nós estamos a utilizar a palavra centro para não utilizar a palavra Cristo. 

Tu emanas um amor infinito não selectivo, tu não pensas para onde ele vai, tu simplesmente expandes e vai preenchendo tudo o que precisa de receber essa energia, mas como estás a fazer isso do Divino para o Divino, esse anel é uma alfândega de vibração e ele vai repelindo e tornando os seres humanos perfeitamente equidistantes, esta equidistância forma um cristal. 

Os Irmãos estão procurando criar na humanidade que pode funcionar como pioneira, a mesma vibração dum cristal. 

Thursday, March 8, 2012

Mônada. Nível Monádico. Campos das Mônadas. Despertar Monádico. Força-de-Vida Monádica


MÔNADA - O ser humano tem vários núcleos de consciência, pontos focais de sua expressão nos diferentes níveis do universo. A mônada é para ele o núcleo fundamental na sua atual fase de evolução. Deriva-se de outro, mais profundo, o regente monádico, “centelha cósmica emanada do Criador”. A mônada é sua projeção no universo físico cósmico; a alma, a projeção nos níveis abstratos e o ego humano, a projeção da alma no mundo concreto.

                      Regente monádico — Mônada — Alma — Ego


A mônada atua como estação transformadora da energia do regente monádico; por ela a consciência conhece as leis dos níveis inferiores se prepara a síntese que levará o regente à realização como Avatar. É o centro de vida imperecível do homem. No estado de consciência monádico, ele é um ente individual, mas não vive a separatividade. Mantendo suas bases em níveis elevados, a mônada faz penetrar sua energia nos planos materiais, o que lhe confere relacionamento com esses planos e lhe possibilita evoluir e servir também neles. Dada a sutileza dos fogos que a compõem, ela não pode, de onde está, irradiar sua energia de modo direto à matéria mais densa. Para isso precisa munir-se de veículos intermediários, como os demais núcleos e corpos do ser.

Ao contatar a mônada, o eu consciente desperta atributos e conhecimentos que possui em potencial. Após atingir certo preparo e lucidez, a mônada afasta-se dos planos inferiores. O tirocínio pelo qual as mônadas na Terra estão passando é o da busca de equilíbrio das polaridades, fase típica do presente ciclo planetário: o de transcender o conflito e reconhecer a essência do amor.

A mônada, como veículo da consciência imaterial do ser humano (o regente monádico), tem pólos e, pela interação deles, cria um campo de energia capaz de receber um impulso superior e de gerar uma centelha, fogo que ilumina a matéria. Esses pólos atuam tanto no sentido vertical quanto no horizontal. No vertical, o pólo positivo (criativo) dirige-se para a matéria, enquanto o seu complementar, negativo (receptivo), se volta para o regente monádico.

No sentido horizontal esses pólos afloram nos planos da vida manifestada, onde a projeção da mônada interage com o ambiente circundante e expressa a qualidade criativa ou receptiva, dependendo da necessidade.

A mônada, no segundo nível do universo físico cósmico é em essência neutra, pois ali esses pólos estão potencialmente equilibrados e, em determinada etapa do seu processo evolutivo, eles se fundirão no regente monádico; já nessa sua projeção, prevalece ora um pólo, ora o outro. Ao iniciar o ciclo de evolução na matéria, a mônada interage com as leis que nela vigoram, e de modo gradual desenvolve-se pela experiência. Percorre longa trajetória pelos reinos mineral, vegetal, animal, humano, espiritual e divino. Enquanto no mineral, no vegetal e no animal, exprime-se por meio de uma alma-grupo. Quando ingressa no reino humano, é constituída uma alma individual para ela. A mônada passa então a receber mais diretamente as irradiações dos níveis imateriais, que pouco a pouco a atraem para novos rumos e, ao mesmo tempo, por meio da alma, vai-se adestrando no controle da expressão do ser nos mundos da matéria.

Hoje, época de transição do planeta e de grandes oportunidades evolutivas, há indivíduos que se estão conscientizando da existência da mônada e dela recebendo instruções. No nível monádico são captadas as leis universais e cósmicas a serem seguidas pela humanidade terrestre; nele se prepara a concretização da vida divina sobre a Terra e polarizam-se os grupos internos; sediadas nele, trabalham as Hierarquias.

Quando a mônada começa a transcender âmbito planetário, estabelece comunicação com as Escolas Internas. À medida que se desenvolve no âmbito solar entra em esferas de consciência siderais. Seu relacionamento com setores do sistema solar ou sua saída da órbita dele são controlados por entidades solares. Essas expansões transcorrem conforme conjunturas de ciclos individuais, planetários, solares e cósmicos. A alma conhece o necessário para os corpos da personalidade alinharem-se e tornarem-se instrumentos cada vez mais afinados da vontade da mônada.

Esse conhecimento amplia-se no decorrer da evolução e, quando o núcleo monádico absorve a alma, forma-se entre ele e o eu consciente um canal de comunicação direto. É então facultado ao eu consciente compartilhar a visão do Plano Evolutivo que a mônada alcançou. Assim como a integração da personalidade na alma significa a expansão da consciência do nível pessoal para o nível planetário, global, a fusão da alma na mônada significa a expansão da consciência do nível planetário para o nível solar, o que representa bem mais do que uma reunião de consciências planetárias.

De um ponto de vista abrangente, a mônada é um vórtice de energia que surge quando a luz do logos incide sobre o regente monádico. Ela se desprende do regente para, formando com outras mônadas conjuntos de correntes polares, ser co-construtora da obra logóica nos níveis materiais. Simbolicamente, pode se chamada artesã do Plano Evolutivo, pois é pela sua energia que os reinos percorrem os mundos materiais e é por meio dela que se revelam aspectos sublimes da Criação.

NÍVEL MONÁDICO - Segundo subnível do nível físico cósmico. É, para o homem, o limiar da vida cósmica, onde está o véu que separa realidade e ilusão. Ao romper esse véu, reconhece sua verdadeira face, transcende por completo o estado humano e une-se em maior grau com sua origem. O nível monádico é, na fase atual da Terra, a base em que ancora a Hierarquia, ou seja, de onde saem os impulsos que geram as obras no mundo concreto. Qualifica-se sobretudo pelo Segundo Raio e por aspectos superiores do elemento água, o que propicia a sua afinidade com o astral cósmico. O fogo cósmico predomina no nível monádico e o interliga ao nível divino.

DESPERTAR MONÁDICO - Processo pelo qual a mônada, núcleo de consciência do ser no nível cósmico, reconhece seu papel no Plano Evolutivo, bem como as realidades da esfera em que se polariza sua existência. Ou seja, a mônada é velada a perceber seu som interior, sua chave numérica e a conscientizar-se de que é parte de um conjunto maior, sendo então estimulada a buscar integrar-se no seu centro, o regente monádico. Esse despertar exige longa preparação, que se efetiva quando a mônada começa a responder aos impulsos da lei do retorno.Transcorre sob a aura de uma elevada consciência que atua como transformadora da energia que o regente lhe envia de maneira especial. O fogo cósmico no interior do corpo monádico é assim dinamizado. A mônada, então elevada, irradia intensa luz e emite a sua nota vibratória; assinala, desse modo, o trajeto que terá de percorrer até ser de todo absorvida no regente monádico. Após essa potente irradiação, volta a recolher-se em seu nível, porém já não é a merma: despertou para o seu destino cósmico, reconheceu a sua meta, gravou a fogo o seu signo nos arquivos celestiais. Esse processo é estimulado pelos padrões energéticos da Quinta Raça, e conduz o homem à remissão do envolvimento com as forças cegas da matéria, ocorrido desde os primórdios da sua evolução na Terra. É, pois, fator determinante para sua integração na corrente evolutiva ascendente e para seu acesso aos níveis sublimes da existência. Acarreta, também, o amadurecimento do corpo de luz, que lhe possibilita colaborar efetivamente na reconstrução do planeta, pois origina-se na energia do amor-sabedoria, sem a qual pouco se poderia resgatar do que hoje existe na órbita da Terra. Deve-se considerar que a mônada se projeta em diferentes níveis de consciência e usa, em cada um deles, um corpo para exprimir-se. A identificação da mônada com o nível em que está atuando determina um grau de ilusão suficiente para mantê-la trabalhando ali. Mais tarde, depois de ter atingido certo controle sobre as forças daquele nível e vivenciado as leis que o regem, terá de liberar-se dessa ilusão, perceber realidade mais ampla e para lá encaminhar-se. A energia monádica distribui-se entre a atração dos planos superiores, imateriais, e o empuxo da matéria, buscando o equilíbrio entre esses impulsos opostos. A partir do seu despertar, a mônada decide dirigir-se para o alto, e assim colabora mais eficazmente na transformação e sublimação dos corpos que utiliza. Por meio dessa transformação a essência de cada corpo vai sendo absorvida no subnível imediatamente superior, até conduzir a matéria à consumação. Quando a mônada desperta, o mundo tridimensional e os demais mundos deste planeta deixam de ser o seu foco de atenção, pois ela passa a visualizar universos superiores, a evolução imaterial.

CAMPO DAS MÔNADAS – Âmbito em que as mônadas atuam sem necessidade de se projetarem em corpos mais densos; corresponde, na atualidade, ao segundo e a parte do primeiro nível do plano físico cósmico. À medida que o ciclo futuro da Terra se vai aproximando, esse campo energético tende a estender-se em direção ao plano astral cósmico, incorporando em maior proporção as elevadas vibrações do nível divino e da vida imaterial. Níveis de consciência do plano físico cósmico

Divino

Monádico(Campo das Mônadas)

Espiritual(Campo das Mônadas)

Intuitivo

Mental

Astral (emocional)

Físico-etérico

O campo das mônadas, em que prevalecem as vibrações do fogo cósmico, transcende o mundo intuitivo e o espiritual, em que predomina o fogo solar. Quando a mônada desperta para sua evolução superior, seu sentido de individualidade ganha nova conotação: torna-se o reconhecimento integral da tarefa que lhe cabe na obra da Hierarquia. A partir de então, seu relacionamento com o campo monádico se amplia e ela evolui com maior rapidez,pois é nessa faixa do universo físico cósmico que nesta época está sediada a chama central dos grupos internos. A possibilidade de um ser humano encarnado vislumbrar sua existência no campo monádico é ainda rara na superfície do planeta. Todavia, aos poucos essa esfera estará acessível a maior número de seres, pois, na atual transição de ciclos, a Terra está sendo vitalizada de modo especial por consciências cósmicas, que elevam os seres doados ao serviço evolutivo, inserindo-os em sua aura. Ao trazerem oportunidades máximas para a realização de tarefas evolutivas, em alguns casos levam-nos a contatar o campo monádico, preservando-os, porém, das conseqüências negativas que normalmente advém de uma interação prematura com tão potente manancial de energia.

FORÇA-DE-VIDA MONÁDICA – Energia que sustém o ser humano no nível monádico e nos inframonádicos. Penetra os níveis materiais por intermédio da rede etérica. Em uma fase inicial da evolução, por meio do fogo fricativo revela-se como calor vital e ativa mecanismos celulares e fisiológicos. Como a força-de-vida monádica é de caráter universal, esses mecanismos celulares obedecem aos ritmos planetários e aos cósmicos. Mais adiante, a força-de-vida monádica amplia sua gama de vibrações: expressa-se nos níveis materiais também por meio do fogo elétrico e, posteriormente, do fogo cósmico. Na fase em que a força-de-vida monádica utiliza-se do fogo elétrico, o corpo etérico torna-se receptáculo da essência crística (ou solar) e integra-se em maior proporção no corpo de luz. Assim, essa força-de-vida, antes convertida em potencial calórico-vital, transforma-se em compaixão pura, primeiro grau de liberação da essência crística. O indivíduo doa-se, então, incondicionalmente, pois reconhece essa mesma essência em todas as coisas. As células dos seus corpos materiais respondem a esse impulso compassivo, advindo daí a queima das telas etéricas que retinham a luz aprisionada em seu interior. Em outras palavras, o estado de compaixão é alcançado não apenas pela consciência do indivíduo, mas também pela consciência das células dos seus corpos. O plano material vai sendo assim redimido e a força-de-vida monádica expressa-se como amor puro, segundo grau de liberação da essência crística. É conhecido o fato de certos corpos físicos, tendo sido habitados por indivíduos que atingiram esse estado, não se deteriorarem após a desencarnação. De modo inexplicável pelos parâmetros das leis naturais, permaneceram intactos, irradiam sua vibração libertadora para todos os átomos que compõem a matéria do planeta.

Numa fase posterior, com maior expansão da força-de-vida monádica, chega-se ao terceiro grau de liberação da essência crística, que pode ser denominado sabedoria. Esses três graus de liberação são plenificados em Iniciações avançadas, quando a trama etérica se incendeia e a formação de um canal direto entre espírito e matéria é completada. A força-de-vida monádica expressa-se então com maior potência em todos os níveis do universo físico cósmico, neles imprimindo sua marca. Manifesta-se pelo fogo cósmico.

Força-de-vida monádica

Estado                                              Fogo predominante                Grau de liberação
                                                                                                             da essência crística

Calórico-vital, atividade                Fricativo                                      Latência

Compaixão                                      Fricativo e elétrico                     Primeiro

Amor puro                                       Elétrico                                        Segundo

Sabedoria                                         Elétrico e Cósmico                    Terceiro

Realização                                        Cósmico                                    Plenificação dos
                                                                                                             estados anteriores
O estado de compaixão, o do amor e o de sabedoria são atingidos em graus crescentes, prenunciando essa realização suprema.
Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho - p. 292-293, 313, 51-52, 112-113, 165-166.

Sugestões para melhor entendimento sobre Mônada

Compilação de Áudio  sobre Mônada(4 Horas de duração) - Trigueirinho


Conferências sobre Mônada - André Louro de Almeida






Saturday, February 25, 2012

Logos Planetário

LOGOS PLANETÁRIO – Consciência regedora de âmbitos planetários ou de setores do sistema solar; Há dois escalões de Logoi planetários: maiores e menores. Os Logoi planetários maiores constituem canais para trasformação e transporte da energia do sistema solar. Assumem conduzir a obra do Logos solar e estão diretamente vinculados a ele. Governam o relacionamento entre partes do sistema e deste com outras esferas de vida siderais. Regem círculos de existência, que são setores de manifestação do sistema solar; tudo o que existe nesses círculos de existência é vivificado, conduzido e plasmado pela indução, direta ou indireta, dos Logoi planetários maiores. Quanto aos Logoi planetários menores, são prolongamentos dos Logoi planetários maiores e regem campos de expressão, parcelas dos círculos de existência que podem incluir a vida de planetas, asteróides ou outros corpos celestes; sua trajetória abarca a evolução dos reinos da Natureza. Um Logos planetário pode manifestar-se em mais de um sistema solar concomitantemente.

Um ciclo de manifestação de um Logos menor é composto de doze ciclos de expressão. Cada ciclo de expressão, por sua vez, é uma etapa evolutiva demarcada pelo desenvolvimento de doze Raças: sete Raças-Monádicas e cinco Raças-Princípios. O número de campos de expressão num círculo de existência depende do grau evolutivo do Logos planetário maior que o rege, ou seja, das Iniciações cósmicas já alcançadas por ele. Todavia, nem todos os campos de expressão a ele associados estão necessariamente em um mesmo sistema solar: ele pode reger também campos que se achem em sistemas cujos sóis façam parte de um mesmo grupo. As fases da manifestação de um Logos planetário maior, e portanto de um círculo de existência, são preparatórias para as Iniciações que o Logos deve alcançar: na primeira fase, o círculo de existência tem até três campos de expressão; na segunda, até sete e na terceira, até doze. No atual ciclo de manifestação deste sistema solar, apenas na segunda fase alguns dos campos de expressão podem chegar a existir nos subníveis mais densos do nível físico cósmico; na primeira e na terceira fase eles se encontram em estados sutis. Essas fases estão implícitas no triângulo de Pitágoras, cujas relações matemáticas correspondem ao processo evolutivo logóico. Embora esse processo seja gradativo e componha-se de etapas sucessivas, estas são também concomitantes, se percebidas na totalidade da existência cósmica. Em resumo, a criação e o desenvolvimento de um universo planetário fazem parte da ascensão de consciências logóicas; são o meio pelo qual se aperfeiçoam, exercitam-se na aplicação de leis cósmicas e fornecem condições para uma infinidade de mônadas, que integram seus diversos reinos, evoluírem.

Também os campos de expressão , regidos por Logoi planetários menores, passam por etapas evolutivas. A primeira constitui-se da ‘’encarnação’’ do Logos e do aprendizado das leis que regerão seu relacionamento com a matriz cósmica a partir da qual se moldarão as formas nos diversos níveis de existência. Essa fase diz respeito à interação do Logos menor com os Regente-Avatares aos quais mônadas e Princípios estão ligados. O Logos atrai para seu campo de expressão mônadas e Princípios cuja energia corresponda à que ele está desenvolvendo. Assim, os que irão participar da vida naquele universo são incluídos na aura do Logos. Nessa etapa primordial, a energia canalizada pelo Logos compõe-se basicamente de fogo radiativo (fogo cósmico), pois o poder imanente a esse fogo é capaz de despertar a sintonia adequada nas mônadas e no Princípios, de conduzi-los para o campo de expressão e de agrupá-los segundo sua qualidade de vibração. Tais agrupamentos delineiam a estrutura energética que o campo de expressão logóico terá nos níveis inframonádicos e são fruto da ativação do fogo cósmico no âmago de cada um desses prolongamentos dos Regentes-Avatares.Estão também relacionados à capacidade de Logos pata manejar esse fogo de modo que impulsione o descenso da energia dos Regente-Avatares até níveis divinos e espirituais. Portanto, a primeira fase da evolução logóica tem como característica essencial o surgimento dos grupos de mônadas e dos grupos de Princípios. A etapa seguinte exige do Logos o manejo do fogo fricativo e do fogo elétrico conjugados com o fogo cósmico. Se o campo de expressão chega aos planos concretos, ou seja, se ele ativa a matéria do nível mental, do emocional ou do físico do plano físico cósmico, o fogo fricativo assume papel importante; nesse caso, uma das metas da segunda etapa é fazer com que a energia do campo de expressão penetre o nível causal, levando-lhe o tom da essência do Logos, o que na harmonia cósmica contribui para o aprofundamento da grande obra da Criação, já que parte do propósito dessa obra é conferir qualidades sutis à substância dos níveis manifestados. O Logos deverá direcionar as forças da matéria para que no caminho de retorno possa elevar todos o seu universo criado a níveis supramentais e, depois, a níveis imateriais.

Enquanto a primeira fase tem como característica o aprendizado no qual o Logos reúne elementos para desenvolver seu campo de expressão, a segunda traz-lhe a oportunidade de aplicar o que aprendeu. Ativar as mônadas para projetarem sua energia nos níveis inframonádicos e fazerem surgir os diversos núcleos de consciência que habitarão esses níveis requer o despertar do caráter dual, polar, delas. Esse caráter permite o surgimento de um campo de tensão que realiza dois movimentos simultâneos: 1° -Com a parcela de fogo cósmico emanado da mônada são criados os vórtices essenciais que dizem respeito à construção dos núcleos de consciência espiritual, intuitiva e causal dos seres. 2° - Com a parcela de fogo elétrico, também emanado da mônada, são construídos os envoltórios dos núcleos de consciência espiritual, intuitiva e causal dos seres. Na formação do corpo causal, que habita níveis que fazem fronteira com a vida concreta, o fogo por fricção surge como elemento fundamental para a criação dos átomos permanentes dos corpos materiais. Considerando-se a circulação da energia nos seres, esses átomos são formados pela atuação do impulso enviado ao centro da alma pela mônada, que por sua vez foi estimulada pelo Regente-Avatar, e este pelo Logos. A esse impulso, permeado pelo fogo cósmico, a alma responde por meio da irradiação do fogo elétrico, e os dois fogos, o cósmico e o elétrico, ao constatarem a substância densa dos níveis concretos, desencadeiam a manifestação dos átomos permanentes, para a ação da alma sobre os corpos materiais. De início, são formadas almas-grupo, que possibilitam a evolução da consciência no reino mineral, no vegetal e no animal. À medida que o mecanismo de criação e de controle das almas-grupo vai sendo aprendido por um conjunto de mônadas, esse conjunto traslada-se de um reino para o outro, até que ao transferir-se do animal para o humano torna possível o surgimento de almas individuais. Esse passo, que culmina no amadurecimento completo das almas e na sua perfeita sintonia com os impulsos monádico, é uma das importantes Iniciações de um Logos e determina o começo do seu caminho de retorno à Origem.

Quando o nível causal absorve a qualidade da energia do Logos, o campo de expressão logóico como um todo inicia esse caminho, a sua elevação aos níveis imateriais. Em um ser humano, tal processo reflete-se na fusão da alma na mônada. Para isso, o Logos, por transmissores intermediários, envia à mônada estímulo adicional, ativando-lhe o centro irradiador do fogo cósmico, fogo que deve descer ao nível causal e promover a combustão dos átomos permanentes. A energia liberada por esses átomos é acrescentada à da alma. A absorção da essência dos átomos permanentes pela alma é impulsionada pela energia proveniente do plexo cósmico do Logos. No presente, essa é uma das energias de maior potência entre as irradiadas pelo Logos com o propósito de auxiliar a ascensão dos seres humanos. Ela é capaz de atravessar os níveis de consciência que separam dos planos da existência material a vida interna do Logos e chegar ao centro da alma. Essa absorção dos átomos permanentes é marcante na trasncendência da ilusão formal. Aumentando pouco a pouco a incidência desse impulso sobre a mônada, o Logos dinamiza os núcleos de consciência inframonádicos, levando-os a integrarem-se na mônada, que então resplandece e se aproxima de sua fusão no regente monádico. A absorção da alma pela mônada é impulsionada pela energia proveniente do centro cardiáco do Logos. Nesse processo o amor logóico começa a ser percebido mais profundamente pela consciência do indivíduo, que se vai tornando então sobremaneira receptivo à vida interna, que passa a exercer sobre ele intensa atração, fruto da penetração dessa energia logóica na mônada.

A segunda fase da evolução de um Logos planetário menor é caracterizada, portanto, pelo surgimento dos núcleos causais no universo logóico, pelo seu amadurecimento e pela elevação-fusão no núcleo monádico. Já a terceira fase é caraterizada pelo ingresso da energia do campo de expressão na vida imaterial, o que inclui a integração dos Princípios e a absorção das mônadas na consciência dos regentes monádicos. Tal integração e absorção são estimuladas pela irradiação do centro cerebral direito do Logos, que confere aos regentes monádicos a capacidade de absorver em si esses seus prolongamentos e de controlar certas leis de criação no plano físico cósmico. Nessa fase, o campo de expressão logóico vai-se elevando, para que no final do ciclo toda a vida nele existente ingresse na imaterialidade. Os núcleos de consciência e os seres que não têm possibilidade de ascender à vida imaterial entram em adormecimento para prosseguir sua trajetória evolutiva numa manifestação futura daquele mesmo Logos ou de outro com energia semelhante. Ressalve-se que os termos ‘’plexo cósmico’’, ‘’centro cardiáco direito’’ e ‘’centro cerebral direito’’ estão sendo usados como referenciais, segundo a lei da analogia.

Em síntese, três Iniciações logóicas ocorrem durante a formação, o desenvolvimento e a desmaterialização de um campo de expressão: –Quando o Logos desperta e atrai os prolongamentos dos Regentes-Avatares para constituir os grupos monádicos e os grupos de Princípios que formarão o seu campo de expressão. – Quando ativa as mônadas para almas individuais serem criadas, ou seja, quando ocorre a individualização. – Quando estimula os Regntes-Avatares a ponto de estes absorverem seus prolongamentos.

O grau de participação do ser humano nesse processo, como receptor de impulsos logóicos em cada uma dessas etapas, é determinado pelo despertar do seu regente monádico, e a mônada é o núcleo pelo qual esses impulsos fluem até a faixa vibratória a que se destinam, ou seja, aos átomos permanentes, à alma e à própria mônada. Nas fases finais de um círculo de expressão, um aspecto oculto da consciência logóica ativa-se e, potentíssimo, atrai toda a vida dos campos de expressão para o repouso no Incriado.

Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho

p. 264-266

Monday, January 2, 2012

Circuíto Mãe, Filho, Pai.Mãe Divina.Dor do Mundo

As mesmas potências que determinaram: que a relação entre dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio ia dar origem à substância que ia sustentar uma boa parte da vida etérica deste planeta; que a organização da matéria era uma organização decimal; a simetria como lei básica da evolução orgânica assim como a espiral; a quantidade de água, fósforo, cálcio que os nossos suportes biológicos iam ter; têm autorização celeste para interferir de novo no tecido evolutivo planetário. 

Os factores que intervêm na criação de um cenário evolutivo, em qualquer momento, em função de necessidades maiores, recriar esse cenário evolutivo, no entanto, apenas uma nova criação como o inaugurar de novos termos de relação entre as forças e as energias neste planeta. 

Existem três circuitos, três tipos básicos de circulação de energia: um circuito ligado à Mãe; um circuito ligado ao Filho e um circuito ligado ao Pai. 

O circuito ligado à Mãe opera essencialmente na personalidade, no problema do desfasamento ou do reencontro dos nossos corpos com o seu arquétipo. Nesse sentido, a Mãe, o manto de Maria, o véu de Isis, é um modelador de frequência. O circuito ligado à Mãe atua sob a regência do circuito ligado ao Filho que é essencialmente um estimulador de reversão da alma. Quando a alma está num processo de identificação com a evolução na substância, na matéria, na troca e na relação com o mundo, esse tipo de aprendizado contém a maior parte da concentração da nossa alma, ela está no circuito descendente. Quando este cenário deixa de fornecer suporte suficiente para a evolução da alma, diz-se que ela entrou em reversão. 

O circuito do Filho trata essencialmente com a reversão, os Cristos são operadores de reversão, são remagnetizadores, eles magnetizam a aura na direção da mônada, eles são essencialmente agentes de ligação entre margens. 

O circuito Pai não é nem ondulatório como o circuito Mãe, nem circular como o circuito Filho, ele é literalmente afirmativo. Funciona por descida de potência. 

Todas as escolas tridimensionais esotéricas têm muito cuidado quando se referem ao circuito Pai, porque sobre este fator há realmente muito pouco a dizer. 

Qual é a nossa situação? O campo monádico passou de um estado receptor a um estado ativo. Significa que as mônadas que estão encarnadas neste planeta começaram, na maior parte dos casos, uma fase atuante sobre a consciência, elas tornaram-se ativas. 

A energia do circuito Filho está produzindo reversão em milhares e milhares de seres humanos diariamente. Esta energia está produzindo uma rotação de 180º em milhares de almas diariamente e a energia da Mãe começa a despertar no coração da própria matéria, quanto mais do corpo emocional ou da mente. Isto significa que a engenharia planetária responsável por levar este planeta, de uma condição de dualidade e de sofrimento, para um jardim azul de luz e glória, essa ação divina tem um método. Existe uma sequência ordenada nos planos internos em que externamente, nós iremos sentir o processo concomitantemente, devemos sentir aspectos do Pai, do Filho e da Mãe atuando em nós simultaneamente, mas nos planos internos, existe um ritmo trino de atuação. 

O problema é: o grau de dissociação desta Humanidade com o seu objectivo maior é muito alto nos planos externo; o grau de contaminação dos veículos físico, emocional e mental desta humanidade é muito alto; o poder da inteligência material da Terra - Gaya - energias dissociativas, energias de violência, está a atingir o auge. A necessidade maior dos nossos Irmãos maiores é fazer descer a energia pura do Divino. Uma energia que desce para transformar e retalhar o planeta. 

Esta sequência tripla implica, primeiro, uma aquiescência da parte do ser humano em transformar-se. Não de ser melhor, não de ficar frente aos grandes ideais da humanidade, não de construir molduras em torno de ideias novas, mas da transformação das regras do jogo cósmico em ti a partir da descida de força. Trata-se de um processo de aniquilação do ego. 

A primeira fase da descida gradual da presença divina na Humanidade implica “a Voz”, uma voz que te indica que tu vens do infinito e vais para o infinito e que é essencialmente composta de energia magnética. Esta voz representa o primeiro contacto dos seres humanos com a presença em ti do Filho, e a proposta é: existe um caminho de retorno; existe uma fidelidade; existe em ti um potencial de fusão. 

Essa voz vem do uno, atravessa a multiplicidade em nós e toca o único ponto que corresponde ao uno, o centro da consciência. Essa voz estabelece o circuito Filho em nós e determina “votos”. 

A expressão “votos” significa que o consciente aderiu a um projecto cósmico. Não significa que os corpos ou a natureza humana tenha aderido, que o nosso livre arbítrio tenha sido completamente transformado abaixo do diafragma, onde ele predomina geralmente. Significa, simplesmente, que houve da parte da consciência um reconhecimento da sua origem. 

Acima do espaço e além do tempo tu olhavas para ti próprio desde o início, à medida que o prolongamento da tua consciência se foi fundindo e identificando com o espaço e com o tempo, com as jóias da criação, começou a instalar-se uma amnésia entre a origem e o prolongamento. O tempo sancionou essa ameaça e fortaleceu. 

A nossa capacidade de recuperarmos a vibração sagrada do centro do ser foi sofrendo uma ilusão, a partir de um certo momento, havia dois olhares, um que olhava para fora e outro que olhava para o olhar que olhava para fora. A nossa capacidade de nos identificarmos com a ilusão é muito alta e tu não foste criado para a ilusão. Os nossos corpos não foram criados para o tipo de troca a que eles estão habituados, daí a sensação de “não estar em casa” que as pessoas sentem. 

Com a chegada macissa dessas chamas, os seres humanos estão a começar a sofrer uma rotação a 180º e estão a começar a encontrar, de uma forma absolutamente clara, “a voz”. 

À medida que a amnésia se instala, o poder de atribuir valor e significado às coisas externas aumenta e a operação mágica de ficar prisioneiro das operações exteriores fortalece. A tua consciência separa-se da origem e como ela procura a origem, ela vai tentar desmontar tudo até descobrir que a origem não está em nenhuma parte da ilusão, isso é um longo percurso. 

A descida destas chamas crísticas ao centro de um ser, significa a ativação do circuito Filho. Isto implica que a maior parte dos seres que aspirou, nas últimas vidas, um a um, à realidade, neste momento está a receber estas visitas. À medida que estes seres humanos se confinam, em termos de resposta espiritual, eles vão começando a distinguir claramente as pequenas vozes do amor, a complexidade exterior da voz central. 

Mônadas auto atuantes garantem o circuito do Pai. A descida da chama ao centro da consciência garante o circuito do Filho. O cântico sagrado - o mantra - garante o circuito da Mãe e o contacto com aquilo a que os hindus chamam - shakti a força da mãe divina. 

Existem grupos humanos que são pilotos da nova criação. Depois do circuito Filho ser estabelecido e fundado em ti, não há mais nada…. A partir do momento que o circuito da Mãe é construído no mundo,…. A partir do momento em que a consagração e a purificação dos corpos de um ser acontece, tu entras no circuito Pai. Isto chama-se 5ª iniciação. A alma é absorvida na mônada, os éteres reflectores são dissolvidos e a mônada literalmente encarna na matéria física, a mônada exprime-se finalmente através de um computador biológico e isto é a glória da criação. A alma é o agente de ligação. Enquanto existe alma, existe dualidade. Na 5ª iniciação a alma é absorvida no Pai, isto é, na mônada. A mônada tem acesso ao astral cósmico onde moram os avatares e a partir daí, Eles utilizam a mônada para fazer descer o diamante que, finalmente, pode ancorar na matéria. 

Geralmente concebemos a Mãe divina associada à energia azul celeste, vamos contactá-La enquanto vermelho rubro e ouro, isto é, o aspecto guerreiro das mães cósmicas. 

Quando tu dizes SIM, entras no circuito de tração que te faz passar por uma série de provas que podem ser: de perda ou de ganho súbito, de súbita centrifugacidade ou tu podes-te tornar subitamente centrípeto, o facto é que tu entras numa espécie de batedeira eléctrica do Universo e vais ser testado até ao último átomo. Depois de tu dizeres sim, a Mãe começa a tirar véus de ilusão. 

A maior parte dos seres humanos só não está em estado de choque com a situação planetária, porque tem véus de ilusão em torno deles e esses véus funcionam como filtros da verdadeira situação planetária e permitem que os feixes da real situação deste planeta se tornem prismáticos o suficiente para tu não perceberes o real. Esses véus começam a ser queimados pela Mãe. 

Se nós vamos entrar em fusão, primeiro com a Mãe, nós vamos ser treinados a ver o mundo através dos olhos da Mãe. Tu és arrastado para dentro da dor do mundo para poderes começar a fazer contacto com o problema da Mãe, para poderes começar a ser instruído na escola de formação e no processo guerreiro das Mães. 

Do ponto de vista da Mãe, todos os seres humanos são filhos, gerados pelo mesmo amor incandescente e implacável da Mãe divina, todos são chamados a dar o passo para dentro da eternidade com dignidade, com nobreza e à medida que a mãe vai retirando esse véu de indiferença que nos mantinha protegidos da realidade exterior, tu ganhas um olhar duplo sobre as coisas, como elas estão completamente condicionadas ao sofrimento, tu começas a entrar em contacto com o problema do planeta, acabou o problema com a casa, a família, os amigos, a televisão, acabou! A Mãe é terrível nesse aspecto, os processos de contacto com a Mãe cósmica são de contacto com a dor do mundo, tu ficas com muito pouca vontade de brincar (e contudo, dizem que a Mãe dança), porque de repente, tu realmente apercebes-te do sofrimento acumulado na estratificação da história, da prisão que este planeta é. Tu, de repente, não consegues aprisionar mais o teu potencial de amor, tu entras em contacto vivo com o problema deste planeta. A mente, com todas as suas circunvoluções, com toda a sua complexidade e todos os seus amortecedores, vai-se embora. O processo de consagração, é um processo de tomada de consciência da dor do mundo, de que se eu estou a tomar consciência é porque eu tenho um posto e um ângulo dentro do qual eu posso atuar, de repente fica muito óbvio porque é que nós estamos encarnados. 

Quanto mais tu contactas a dor do mundo, mais a glória que está suspensa sobre o mundo atua através de ti. 

Esta Mãe vem para te retirar qualquer estratégia de isolamento, de: eu não sou ele; eu não estou a sofrer o que ele está a sofrer; o sofrimento dele não me diz respeito; o problema é dele. Isto tudo é aniquilado pela presença da Mãe - mas até agora estamos com a Mãe de azul. À medida que Ela te tira o filme de ilusão à frente dos olhos, Ela tira-te o filme de ilusão dentro. Este é que é o processo de revelação e de cura que a Mãe produz em nós. 

Monday, December 26, 2011

Tríptico. Consciência Monádica.Novo Código Genético.Mãe Divina

O fato do despertar maciço de um sector da humanidade para um nível de realidade, que tanto os mecanismos da civilização, como em geral, a nossa própria memória biológica não haviam sido, aparentemente, preparados para ancorar um novo estado de consciência, coloca este novo ser entre tensões. É muito importante que ele perceba que é justamente o mecanismo das tensões que reúne a lógica do seu serviço, é por tu estares em tensão que podes servir. Não se trata de uma tensão comum, trata-se de um indivíduo perceber que, nuns casos, de forma voluntária, e noutros, involuntária, as crostas do comportamento colectivo estão perdendo força e ele emerge acima da água comum, e começa a respirar um ar novo e a perceber com olhos recém nascidos, a mesma antiga realidade que sempre esteve à frente dele.

O despertar das mônadas produz um diferencial energético, um deslocamento entre a carga vibratória ígnea que trazes dentro de ti e o teu meio ambiente, este diferencial é a área de serviço.

Não é suposto que um servidor desperte para ter uma relação cor de rosa com o seu meio ambiente. Um ser que se deixa atrair para dentro do problema planetário, ou tem uma ligação cármica muito poderosa a este mundo, ou auto convocou-se para ancorar, começando na sua mente, uma outra realidade.

Realidades são organizações de percepção entre sujeito e objecto. Existem tantas realidades quanto operações de percepção, donde que, a Humanidade como um todo, criou um consenso do que é a realidade. Esse consenso, na sua maior parte, é tingido por três factores diafragmáticos básicos que merecem todo o nosso respeito, porque fazem parte do patrimônio biológico da espécie e transformaram-se em motores, provavelmente, de toda a nossa cultura. São eles: o medo; a posse, a ambição e a necessidade de controle; e a separatividade.

Os seres que pertencem a esta civilização, criaram uma forma-pensamento e mudaram-se em massa para dentro dessa forma-pensamento. Quando a ciência, as religiões instituídas ou a filosofia nos propõem um modelo de realidade, eles estão propondo uma relação sujeito/objecto.

A pergunta é: 1º Quem és tu?

2º O que é que realmente está a acontecer?

3º O que é que está à tua frente?

A forma como o quotidiano se está esboroando não significa caos. Significa iniciação colectiva. Caos é o que acontece quando a mente isolada da realidade mais alta tem poder suficiente para ditar em absoluto o que acontece.

Neste momento a Terra é monitorizada por várias Hierarquias em paralelo: a do planeta Terra; a orbital, que é uma hierarquia de emergência; e pelo governo celeste com os seus representantes na Terra, desde a sua fundação como um sistema evolutivo.

O controle pertence a estas 3 hierarquias maiores. A Humanidade deverá encontrar o som, a vibração, a inocência, a transparência, a transfiguração necessárias para se colocar em relação inteligente com estas hierarquias. 

Quando um conjunto de seres opta por encarnar e estar completamente consciente de que por detrás deste consenso civilizacional existe uma outra nave, uma outra realidade cósmica, esses seres são considerados, do ponto de vista hierárquico, como pioneiros. Tu és um injector entre dimensões.

Estes seres estão aqui para ousar, para atravessar o abismo do medo na corda bamba do amor, a experiência de demonstrar a cinco biliões de seres como é que se atravessa um abismo apenas ao longo de uma linha estreitíssima de luz, que é o amor incondicional.

Este abismo que se abre frente à Humanidade, é uma engenharia de consciência planetária, ele é criado como um método de ativação da super consciência do Homem.

Este abismo é o facto de a Humanidade estar fechada sobre uma bolha de interpretação do real, sobre uma bolha que depende inteiramente do valor arbitrário que se dá às coisas. Qualquer economia que tenha sido experimentada é sempre uma forma de conferir valor, mas a partir do momento em que se vão instalando sucessivos graus de abstração dentro dessa economia, como os juros, à medida que a moeda se vai transformando num mecanismo de controle entre os seres humanos, que o dinheiro se vai afastando da sua verdadeira função, que era um instrumento de troca, a Humanidade entra numa bolha virtual, a nossa realidade não é a realidade cósmica. Isto é válido sob todos os pontos de vista.

Quando tu és chamado para assumires o teu posto no centro intraterreno, ou na falange de luz à qual pertences, os Irmãos dão por sintetizado toda a tua vida afetiva, econômica, física, a tua saúde. Quando o hierárquico diz: ”A porta abriu-se, avança!” Ele assume para si o teu carma, senão esta frase não teria qualquer sentido.

O que é que significa assumir para si o carma, do ponto de vista de um Mestre? Isto parece implicar que eu me deixe transportar em degraus aéreos cada vez mais imprevisíveis. Como um louco. Eu preciso de saborear o risco da divinização progressiva. Este tipo de loucura significa tu ires confiando que aquele que criou o Universo e a ti também, é capaz de garantir a relação entre o Universo e tu próprio. Significa não pretender, por nós mesmos, não colocar nada entre nós e a realidade. A relação com a realidade está prevista tornar-se uma ampola absolutamente hermética de caos e conseqüência. Enquanto esta ampola tiver fissuras, todas estas bactérias do pensamento dos outros, qualquer tipo de pensamento que seja, construtor e desconstrutor, tudo o que pertence à vida analítica, penetra na ampola e não permite que a perfeita energia dourada de uma relação pura com a realidade se instale.

No 5º plano todos nós somos monges. A energia monástica é um facto interno perene em todos nós. Nós somos espectros de consciência, e como tal, temos simultaneamente o Divino e o seu oposto, e temos uma luz piloto da inalterância - mônada.

Estes seres têm perante eles um tríptico: no 1º painel predomina o automatismo biológico; no 2º painel, o auto controle e todas as escolas estóicas, morais, espirituais e humanistas que existem; no 3º painel predomina a entrega total do livre arbítrio. Os Irmãos lidam com doses homeopáticas entre estes três painéis.

O facto de nós termos fome, frio, medo, sono, apetite sexual, curiosidade, tudo isto, que são condicionamentos e heranças genéticas, é um bem, porque se eles nos retirassem de repente estes condicionamentos biológicos, sem que o indivíduo tivesse nenhum trabalho do tríptico ao centro, que é o de auto controle uma consciência de direção, uma verdadeira consciência de civilização que é, tu adquirires dentro de ti, de uma forma autônoma, tudo aquilo que a civilização diz que faz mas não faz, ou seja, trata-se de tu seres um líder - líder é um ser que exige mais dele mesmo do que dos outros.

Este trabalho de liderança é considerado básico, tanto o condicionalismo biológico como a liderança, já eram! Porque os Irmãos estão-nos a chamar para a entrega do livre arbítrio, para criar uma situação na qual a nossa mônada passe de uma entidade que estimula a nossa alma para uma entidade auto atuante. Enquanto não acontecer a entrega do livre arbítrio eu fico no nível 2º do tríptico, eu fico a fazer de líder, ou de bom, ou de bem, tudo aquilo que faz parte do nível 2 que é a construção de uma autêntica identidade cultural, civilizacional, em ti - Homem planetário.

Assim que este 2º nível não é assumido por nós, tu começas a ser atraído para o primeiro mecanismo de controle da Hierarquia (controle, porque Eles não te vão deixar a dançar à beira de uma abismo). Esse primeiro mecanismo de controle são todos os automatismos biológicos. O processo é extremamente delicado para os Irmãos, o laboratório de iluminação da Humanidade lida com homeopatia da consciência, com dinamizações extremamente delicadas de transição. Se eu assumo um grau de auto controle, os Irmãos começam a desativar o automatismo biológico. Para que serve um automatismo biológico se já tens um automatismo cultural?

Ex.: A poligamia é absolutamente natural, faz parte do automatismo natural, é um bem. A monogamia é completamente cultural, é uma aquisição da consciência moral e civilizacional. A natureza não percebe nada de monogamia, o homem planetário é monogâmico, significa que, à medida que tu vais passando para o nível 2 do processo de educação cósmico, tu começas-te a afastar do nível 1 e os mecanismos da natureza passam a aprender contigo. Qual é o caminho? Isto não soa muito ecológico mas o facto é que a natureza não sabe tudo.

A natureza é construída para garantir certos factores na película à superfície do desenvolvimento planetário, mas isso é só uma dialéctica verde, e dentro dessa dialéctica estão a poligamia, ou caíres para o lado quando tens sono, ou a fome.

A monogamia, a transformação integral da alimentação, fazem parte do nível 2. Neste nível, tu tornas-te um co-criador de civilização. Agora, não é para ficar civilizado nem culto, isso era um trabalho do séc. XVIII, é para começar a ficar luminoso! Isto significa o nível 3, que é um novo automatismo e que pode ser definido como a entrega do livre arbítrio, tu entras em descontrole por vontade própria.

Na entrega do livre arbítrio nós temos dois núcleos que antes se encontravam desfasados (na Bíblia isso é chamado o pai e o filho pródigo), o núcleo pai é a vontade da mônada, o núcleo filho pródigo é o livre arbítrio e a própria vontade humana fazendo experiências.

Toda esta tensão que os Irmãos estão trazendo até ti, atualmente, (porque se tu és um servidor em fase de ativação progressiva, tu vais começar a atrair problemas para ti, não soluções, tu és a solução), diz respeito a uma dissociação entre esses dois núcleos de vontade (a profunda, que reside em níveis ocultos do ser e a tridimensional, que é, basicamente, um bólide descontrolado dependendo do grau de civilização que aquele ser sintetizou dentro dele). O que está a acontecer é que a própria civilização está a passar por uma desativação, o que significa que a capacidade do livre arbítrio existir por si mesmo sem ser negativamente atraído para níveis pré civilizacionais, está a começar a desaparecer.

Alguma coisa no inconsciente dos seres humanos está a deixar de acreditar na cultura. Tu começas a ver para além da cultura, da civilização.

Quando se disse que a partir de Agosto o discípulo mundial ia ter a sua película de proteção removida, é para que todo o trabalho oculto que foi feito transpire da aura do discípulo mundial, ele irradia velocidade, precisão, definição, tolerância, e ao mesmo tempo, focalização na mente interior.

Este ser que está a ter essa película protetora removida, é portador de uma gravidade espiritual, quer ele queira quer não, ele espiritualiza as situações. Cada segundo tem três caminhos: ou representa uma retrogradação energética, ou representa uma manutenção energética, ou uma ascensão energética. Isto é a lógica do fogo, significa que tudo arde, inclusive o tempo, e, ou a chama se apaga, se mantém ou aumenta.

A chama apaga-se cada vez que tu crias contigo próprio suficiente indiferença para entrares no consenso generalizado. A chama mantém-se quando tu aceitas que não vai acontecer nada naquele momento mas não aceitas que aconteça em ti nada no sentido oposto, tu tornas-te neutro. A chama expande a partir do momento em que tu atribuis um novo significado a cada situação, pelo brilho dos teus olhos, pela qualidade do teu campo áureo, pela tua verdadeira energia espiritual.

Este contingente encarnou para demonstrar à Humanidade que o milagre do Amor é possível.

Esta luz piloto tem ramificações no seu próprio plano com outras mônadas. O teu potencial monádico tem duas características: 1º ele está retido enquanto nós insistimos em escolher para nós mesmos o que vai acontecer a cada momento; o 2º aspecto é que as mônadas trabalham sempre em grupo. Tu começas a perceber que encontraste a tua família monádica quando encontras certos indivíduos a quem não tens absolutamente nada a dizer, em relação aos quais não sentes qualquer tipo de paternalismo, não tens nada para ensinar e em relação aos quais, estar com eles ou sozinho é rigorosamente a mesma vibração.

Sempre que estás com alguém em que a tua vibração é distorcida, é limitada ou colorida, para estabelecer relação tu estás no máximo, com um ser que te corresponde a nível de alma. Quando estás com um ser e te sentes bem, sentes uma dinâmica de troca e a felicidade típica de não estar só, é uma relação a nível de alma. As relações a nível de alma são basicamente curativas, elas contêm um enorme potencial balsâmico. Estes seres que estão a nível de alma tendem a criar grupos esotéricos. Grupo esotérico, de uma maneira geral, é quando uma série de seres se sente bem uns com os outros em nome de um catalisador de consciência, que aparece sob a forma de um mestre espiritual.

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