
E quando o ser vê, que aquilo que era uma bica, que deitava um bocadinho de água no princípio do ano, a meio do ano já é uma fonte, e três anos depois é um caudal! Então, tu começas a perceber que estás a ser vivido por Energias de Raios, por Energias Cósmicas. Porque o Amor que foi depositado em ti, este Amor que foi depositado em ti..., porque é que Ele está aí? Vê lá!... Tenta lá perceber: o que é que ELE está aí a fazer? O que é que o Amor está aí a fazer? O que é que vamos fazer com isto? O que é que nós sabemos disto? Isto é nitroglicerina, isto é uma coisa perigosa!... Tenta perceber esse Amor! Sente!... Está aí!...É preciso não sofismar isto! Está aí..., sente o Amor no centro das tuas omoplatas!... Isto, nós não sabemos o que é!... Não sabemos!... E, é isto aqui, que o indivíduo percebe, que é vivido! É quando tu percebes que isto flui, e pulsa, e é independente... Isto são Energias ligadas à primeira Iniciação. Que é quando o indivíduo sente que é vivido, que é habitado, que é usado por Energias Cósmicas. E só há primeira Iniciação, quando ele desiste de fazer seja o que for, com o Deus que o habita. Porque, se ele ainda acha que cura, e que passa instrução, e que é uma Sacerdotisa de Lys, e que é o braço direito de Ashtar Sheran ..., se ele ainda acha estas coisas, a coisa pára. Eles têm que parar um pouco, para ver se o indivíduo se esquece destas coisas. O máximo que eu posso fazer, neste nível de consciência, é permitir! Permitir!... Eu posso inibir..., ou permitir... E todo o Amor que tu permites, atrai mais Amor. E o canal dilata... vai-se expandindo...
Assim como nós temos acesso a realidades da primeira Iniciação, temos acesso a realidades da segunda Iniciação – o Baptismo. A primeira Iniciação tem a ver com este nascimento no centro do tórax. Tu sentes que és vivido! Isto não adormece mais! E, a primeira Iniciação propriamente dita, é quando a coisa rompe de tal forma, que o indivíduo não faz nada que aquela coisa não permita. Isto é a primeira Iniciação completa. Terminada. Isto não está longe... Não está longe! Mas, é como uma chama à chuva. É como uma vela à chuva. Eu tenho que ter cuidado com isto. Eu tenho que ir ao encontro deste núcleo de Luz e alimentá-lo com a minha atenção.
A primeira Iniciação começa no discipulado. Não naquele dia. Não, quando o indivíduo é levado durante a noite à presença dos Mestres. A primeira Iniciação é o nascimento de uma Luz em ti, que pulsa! E tu sentes que Ela pulsa. E tu sentes que tu és essa Luz. E aquilo que até então chamavas “eu”, não é mais. Tu deixas de ser um aquilo e passas a ser um Isso. É quando eu me sinto um Isso, que eu começo a sentir o que é Vibração Iniciática.
A segunda Iniciação chama-se Baptismo. E, antigamente, as pessoas viviam a primeira e depois viviam a segunda. E, actualmente, está-se a viver ao mesmo tempo a primeira, a segunda e a terceira Iniciação. Simultaneamente. Isto é novo. Esta informação é relativamente nova. Os indivíduos estão a receber a primeira, a segunda e já há aspectos da terceira a serem preparados. Nós começávamos a primeira Iniciação, não na noite da Iniciação exactamente. Mas meses antes. Anos antes, às vezes. Durante o discipulado. Isto significa que eles estimulavam a chama da Alma dentro de nós. Estimulavam o Ser Psíquico e a sua Chama Orientadora. Uma espécie de Luz-Piloto dentro de nós. Eles estimulam-na e vão verificando como é que eu, humano, respondo a essa estimulação. Eles estimulam num grau; e depois, esperam seis meses para ver como é que um ser responde àquela estimulação. Se ele vai ao encontro Daquilo que ele descobriu Vivo, dentro dele, Eles estimulam mais. Se ele não vai ao encontro, Eles param a estimulação, até que o indivíduo se tenha tornada assíduo, fiel à vibração que ele descobriu dentro dele. Isto é preparação para a primeira Iniciação.
Portanto, é um indivíduo não perder tempo a julgar actos humanos. É ele não perder tempo a fazer de juiz dos outros. É ele não perder tempo a olhar para o lado, e usar a energia do dia, que é preciosa para ir ao encontro dessa Vibração Nova, que nasceu dentro dele. E ficar ali..., consciente, vibrando, respondendo, cuidando... E, aí, é como uma vela à chuva! Durante essa etapa. Uma vela à chuva, significa que a chama pode apagar-se ou diminuir gravemente. Então, precisa de protecção.
Esta segunda Iniciação - o Baptismo - é um processo de lavagem completa do corpo emocional. Chama-se Baptismo, porque um indivíduo recebe as Águas que correspondem à vibração do sentimento de Deus. Recebe-as no alto da cabeça, continuando com o ritual de S. João Baptista; ele recebe essas Águas no alto da cabeça, como um Nome. Daí Baptismo. O Verbo vem até ale como Água, como Amor, como Sentimento. E isso traduz-se no corpo emocional, através da Energia da Paz.
Do ponto de vista do dogma Católico, o indivíduo é reintegrado ao Edifício Original da fundação da Escola Terrestre. Isto, no Baptismo físico, no Baptismo do ritual Católico. E, quando a Igreja Católica estava ligada à Energia Cósmica (e esteve), aquela água era imantada com uma vibração Supraterrestre e, ao ser vertida sobre a cabeça, activava certos códigos, que reintegravam todos os veículos do ser a um determinado Veículo de Ascensão Colectiva, que era regido, e era mantido estável, pela Aura do próprio Cristo. Agora, não é mais. Não é por tu levares com um pouco de água na cabeça que a coisa acontece.
Este Baptismo, hoje, diz respeito a um ser começar a receber no seu emocional a energia da Paz. No Emocional. Não é estar em Paz. Não tem nada a ver com o estar em Paz. Tem a ver com SER PAZ! O emocional busca profundamente esta Paz. Toda a dinâmica emocional é a dinâmica de uma parte de nós, que parece não estar completa e que busca completar-se através de alguém. Até ao dia em que recebe a Paz. E isto é que é Baptismo. Baptismo é quando uma vibração Solar, vinda da nossa Estrela local, é trazida pelos Anjos e é depositada como uma Água purificadora no corpo astral! E o corpo astral conhece uma Paz Profunda! Baptismo é quando tu deixas de sentir o vazio. A mente pode continuar, mas o emocional já se aquietou. Claro, que eles são interdependentes. A mente pode desestabilizar o emocional e o emocional pode desestabilizar a mente.
Mas, na segunda Iniciação, no Baptismo, o que desce é o Amor de Deus de uma forma tão profunda, tão perfeita, no nosso emocional, que a resposta do emocional é a Paz. Paz para sempre! Um iniciado de segunda Iniciação é uma pessoa que irradia Paz o tempo todo. Quer queira, quer não queira. Já não faz parte de um exercício consciente dele. Não há mais meditações para ficar em Paz. Isto não tem nada a ver com antistress, nem conforto psíquico. Isto aqui, é o fim do emocional. Como é que se chama a morte do corpo emocional? PAZ! Quando o emocional é absorvido na Alma, a experiência é a experiência da Paz. Quando o físico-etérico começa a entrar em ressonância com a Alma, a experiência é de seres habitado. Tu sentes uma vibração pulsar em ti. Na estabilização da primeira Iniciação, é como se essa pulsação no centro do tórax, (que é o tal menino que nasce na caverna) um dia, não vá mais embora! Fica totalmente estável! Esta primeira Iniciação é quando tu sentes este Bebé nascer em ti, e o indivíduo não quer viver sem sentir isto. E antes, tinha que haver esta rotura, muito forte; e, portanto, esta Iniciação, em que o indivíduo criava espaço e o Divino se instalava (por isso é que há provas iniciáticas, para ir observando se o indivíduo cria espaço para Aquele que vem), o Divino instalava-se e passava-se à segunda Iniciação - que era transformar o corpo astral.
Ou seja: o elemental Água no teu ser, as emoções, eram integradas, fundidas, à vibração da Alma. Hoje, está-se a fazer as duas ao mesmo tempo. Isto é: vai haver muitos seres, especialmente os que têm tarefas para assumir à medida que a situação planetária se deteriora, que vão receber a primeira e a segunda Iniciação em simultâneo. E alguns vão receber a segunda e a terceira Iniciação em simultâneo. Depois, a partir da terceira é diferente. Isto é, eles sentem que são habitados, sentem uma vibração a pulsar e, de repente, um dia, o emocional é absorvido numa Paz que não tem retorno. Chama-se Baptismo, quando tu recebes uma Água que vem do Alto, isto é, esta Paz total, que absorve as oscilações emocionais. E, é quando um indivíduo, um dia, acorda e sente esta Paz a anunciar-se, que ele sabe que também há preparativos ligados à segunda Iniciação. Isto é: quando ele sente que algo o transcende e pulsa nele, ele começa a perceber a primeira Iniciação. E quando essa Paz total começa a anunciar-se, ele percebe a segunda Iniciação - O Baptismo.
Então, um grupo, um núcleo, serve para nos ir libertando de toda a bagagem que auxilia estas descidas, estas estabilizações vibratórias, estas revelações dentro de nós. E, actualmente, as Iniciações vivem-se em grupo. Não individualmente. Actualmente, Eles fazem passar por essas mudanças vibratórias, grupos de 50, grupos de 100, grupos de 200, grupos de 20, grupos de 10..., todos ao mesmo tempo. E eu preciso de compreender que, quando se fala de segunda Iniciação, portanto Baptismo, e se diz que a vida astral/emocional é absorvida na Aura da Alma, é absorvida no campo vibratório da Alma, eu preciso de compreender isto, como a chegada da Paz.
Agora, a pergunta é esta: Tu estás pronto para a Paz? Ou a Paz ainda te assusta e tu sentes necessidade de a repelir? Eu tenho medo da Paz? Eu aceito a Paz? Eu aceito viver em Paz? ...
Porque isto não pode ser uma violência. Isto não pode vir como uma violência, vocês entendem? Não pode vir como uma coisa que interfere na nossa liberdade... Eu estou preparado para a Paz, ou a Paz , de alguma forma, me angustia? Porque o Outro pode chegar e dizer: Eu Sou a Paz, Eu dou-vos a Minha Paz, fiquem com a Minha Paz... E nós pregamo-lo numa Cruz, não é?! Então, é porque nós não estamos preparados para a Paz. Então Ele volta. Ciclicamente. E agora, o segundo Raio, Esse Amor Total, que é o que vai, no fundo, curar o nosso corpo emocional, Ele vem e diz outra vez: Eu Sou a Paz, fiquem com a Minha Paz... E o problema é: Como é que eu me relaciono com a hipótese da PAZ TOTAL? Como é que eu me relaciono com isto? De não mais sentir o universo a partir da fricção? De não mais sentir desejo, mas apenas aspiração? E de perceber uma Paz maciça, compacta, descer no meu corpo emocional? Eu estou preparado para a Paz? Em que grau é que eu me abro para receber a Paz? Ou será que, como é no caso de algumas pessoas, eu, inclusive, tenho medo da Paz? Porque o que nós gostamos, é de alternância, contraste, telenovela...
A Paz é como um deserto! Será que nós estamos preparados para o deserto? Para a Vastidão, para a Majestade, para a Solenidade, para a Quietude do deserto? Isto, é: será que nós estamos preparados para a segunda Iniciação? Porque o ser diz: Ah, eu quero, mas eu não consigo ... A pergunta, aqui, é outra! Não é se tu consegues, ou não! A pergunta aqui é, se tu estás preparado, ou não! É outra pergunta. É se um indivíduo aceita essa plenificação do emocional, a partir do Centro Psíquico, como uma floração luminosa, branca, que toma conta da sua vida emocional. Ou seja: será que eu realmente quero a Paz, ou ainda estou pedindo mais uma voltinha no carrossel? Será que realmente eu estou preparado para ajudar o Cristo? Será que realmente eu quero ajudar as Hierarquias Cósmicas Superiores? Ou ainda preciso de mais algumas experiências, contrastes ..., porque isto parece insípido?...
Quando a Paz vem, tudo o que é palato emocional começa a achar a coisa um bocado insípida. Porque nós temos o hábito emocional da fricção, o hábito emocional da discussão, o hábito emocional da guerra... Porque o Marte, no indivíduo em Paz, esta energia astrológica, ele é transferido para um nível muito interno. Uma forma simples de perceber se eu estou preparado para a Paz, ou não, (o que eu vou dizer é um pouco demagógico; filtrem...), uma forma simples é eu fazer um jejum de televisão durante três meses. E aí, o indivíduo vê se está preparado para a Paz, ou não. Vê bem o que sai da tua vida! O zoológico que sai da tua vida!... Agora, eu posso não quer viver sem zoológico!... Então, eu não estou preparado. É óbvio, por isso é que eu disse que isto era demagógico, porque é óbvio que, não é porque um indivíduo pôs a televisão de parte, (até pode fazer isso por ambição...), não é por aí, que tu vês se estás preparado para a Paz, ou não. O processo é muito mais interno. Mas, ao renunciar uma série de contrastes e aceleradores do astral, (porque nós não temos uma televisão muito mental, caso vocês tenham reparado... É uma televisão eminentemente emocional), se eu posso fazer o exercício de não ter aquele acelerador astral durante três meses, então, provavelmente, eu tenho uma certa abertura para a Paz. Em nível Profundo. Dito isto, a televisão não tem importância nenhuma. O exercício da televisão em si, não tem importância. Só que isto é dito para o indivíduo perceber o que é que significa PAZ! E é perceber, até que ponto, ele está viciado em induções de adrenalina vindas de fora. É perceber, até que ponto, é que ele está viciado em contrastes para sentir que existe. Até que ponto, é que ele está viciado em lutas, em conflitos, em conflitos radicais, em extremismos, para sentir que existe. Até que ponto, é que ele está viciado em informação que ele simplesmente não processa. Informação, que ele não pode processar, porque é informação a mais. E, quando o indivíduo está a processar o que vem de fora, não está a processar a informação que vem de dentro. A maior parte das vezes.