Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Wednesday, September 28, 2011

Ascensão. Mãe Divina. Formação de Grupos

A Terra iniciou, desde os anos 50, aquilo a que se pode chamar um regime preparatório para a ascensão, e no final dos anos 80, terminou esse regime e passou à fase de engenharia planetária que dispara a consciência terrestre e o Homem para uma nova dimensão. A ascensão da Terra é um assunto muito pouco conhecido do conhecimento exotérico clássico, no entanto, aconteceram roturas na transmissão do conhecimento, e hoje existem seres que já estão aprendendo a reactivar nos seus corpos, capacidades de anular gradualmente a dimensão três e se transladar para a próxima dimensão de consciência e estão a fazer isto de uma forma muito natural.

A ascensão da Terra implica três factos básicos: o primeiro é aquilo a que se poderia chamar a Shakti de Gaia, a energia kundalínica planetária, será libertada num grau muito maior do que, para efeitos na espiral histórica, que oficialmente começa na Suméria há 5 mil anos, seria necessária.

Para produzir o ângulo de evolução histórica, tal como nós conhecemos, era necessário 1 grau de actividade térmica, no sentido oculto, da Shakti planetária. A radiação, aquilo a que Helen Roerich chamava o “fogo subterrâneo”, a radiação vinda do núcleo da Terra era emitida e libertada e transpirava através dos vossos aparelhos receptores num grau. Um dos motores essenciais da ascensão planetária, é a libertação desse fogo (kundalini da mãe Terra) num grau mais alto.

O outro facto básico prende-se com a abertura do diafragma esférico a que os teósofos chamam “o anel não passa” ou “a concha protectora” e filtrante em torno do planeta, a permissão para que este planeta receba mais fogo do espaço, ou seja, o grau de fogo divino descendo sobre a terra por quilómetro quadrado, está a aumentar vertiginosamente e o grau de fogo da Mãe, (mãe, não no sentido teosófico superior, apenas, mas da mãe no sentido do próprio mecanismo interno da Terra) esse fogo central está a ser liberto também num grau mais intenso, com mais consequências do que até agora. Entre esta chuva de inspiração divina, cujo coeficiente de impacto está a aumentar no planeta todo, e que tem uma característica descendente, ou que pode ser descrito como fogo descendente e a erupção gradual da shakti planetária – nós temos dois agentes que podem ser associados a cargas eléctricas; esta sahkti planetária contém um poder invocador poderosíssimo, ela é um nível de invocação que não inclui, num sentido bruto, a Humanidade. É simples, a matéria tem o divino nela aprisionado, o divino é imanente à matéria, ele está na matéria, simplesmente. Isto acontece em graus de sonolência do divino na matéria e à medida que um planeta se aproxima de um portal dimensional, (a presença divina no âmago da matéria) o divino, que está latente sob a forma de uma radiação em potencial, começa a ser excitado pelo macro magnetismo do portal. É como se tivéssemos o próprio Cristo adormecido no fundo de uma gruta muito obscura, e atravessados todos os dragões e todas as serpentes, lá no fundo, o próprio divino está lá no âmago dos átomos. Um exemplo (traduzindo a coisa para uma linguagem científica do séc. XX) da presença do divino no âmago da matéria, é aquilo a que se chama a força nuclear forte, isto é, a energia que mantém a coesão do núcleo, protões e neutrões e que é, exactamente, a energia que é violada numa explosão nuclear. É por cisão, por destruição do núcleo atómico que se obtêm reacções em cadeia, que depois dão Hiroxima.

Este poder, energia nuclear forte, é uma consequência da presença do divino na matéria em estado imanente. Esta presença no âmago da matéria, quer dizer, nos joelhos, nas orelhas, na nuca, na base da coluna vertebral, em termos da ciência dos chacras, este poder não está ali apenas para garantir uma estruturação do tecido evolutivo, de forma estática, isto é, para manter a coesão da matéria, indefinidamente, de forma não evolutiva, enquanto nós vamos fazendo os nossos processos pessoais apsicológicos, não, este divino aprisionado na matéria, faz parte da propulsão universal. Quando o divino gera uma situação evolutiva de ?da amplitude do universo, uma parte dele é retida no âmago dessa super convexão de leis e de forças às quais se chama matéria, ele fica lá, ele auto aprisiona-se à experiência substancial. E aquilo a que se chama o divino transcendente, é a mesma coisa não aprisionada nessas teias. O divino que fez o sacrifício cósmico, imenso, de se submeter a uma convexão e uma cristalização ao ponto de ficar retido dentro da substância, mantém uma polaridade negativa receptora, aspirante, invocadora, em relação ao grande pássaro dourado que é o divino transcendente.

Então, nós temos este oceano de substância universal, do qual os nossos corpos físicos são um infinitésimo acidente, e este oceano de substância universal contém fixo, no seu âmago, um aspecto da Mãe divina – shakti. Estamos a falar de sexualidade a uma escala cósmica e o divino transcendente, o tal pássaro dourado, mantém o bombardeamento transcendente sobre o oceano e a proximidade, os ângulos de descida do divino transcendente sobre o mar universal, produzem um agitar-se do divino aprisionado no coração da matéria.

Isto significa que, como num plano superior, transcendente, tanto a shakti aprisionada na matéria – nós estamos a falar das células dos nossos corpos – como o divino transcendente, eles são um. Então, o drama espaço temporal, esta força imanente, irá impreterivelmente buscar, por todos os meios, reunir-se de novo ao divino. Há uma tendência, inalienável, da substância ascender e reunir-se ao Pai - não estamos a falar da consciência, estamos só a falar da substância.

Esta divisão metódica do todo, nestes dois aspectos, fornece a propulsão universal, ou seja, se puseres uma parte de ti próprio, que está ligada a ti com uma intensidade magnética, irresistível, dentro de uma caixa, a milhares de quilómetros de distância, ao abrires os teus braços, a caixa começa a ser atraída para ti. Isto é a propulsão universal. A matéria move-se, a substância contém capacidades de resposta qualitativamente mais refinadas com o passar das eras, a matéria evolui, as espirais giram sobre o seu eixo, tu tens 36,5 graus centígrados no corpo, os golfinhos saltam quando Sírius está num determinado ângulo em relação à Terra e ninguém sabe bem para quê, os vulcões rugem, os ventos sopram, as rodas do céu movem-se porque a Mãe arde de aspiração para retornar ao Pai. Isto é propulsão universal. Este aprisionamento de um aspecto da Mãe – porque há aspectos da Mãe não aprisionados, obviamente, é o Espirito Santo – no âmago da matéria, funciona como uma mola – todos os átomos do universo são terríveis molas preparadas para o retorno à luz una –, por isso a cura dos nossos corpos, a cura do físico, do etérico, do emocional, da mente, é feita pelo circuito da Mãe divina, porque a Mãe teceu os corpos e a Mãe contém o acesso aos aspectos dela própria que estão retidos nos núcleos dos átomos, do ponto de vista da Mãe, é tudo um sonho.

Então, nós temos esta deusa adormecida que só o beijo do príncipe pode acordar, como na “Branca de Neve”. A nível local, neste planeta, foi decidido libertar um maior grau de acção da força imanente do planeta. À medida que esse maior grau da energia dos fogos subterrâneos começa a despertar, todos os reinos – o reino dos elementos, o vegetal, o animal, o humano, o angélico – é-lhes dado sair da amnésia cósmica, também num certo grau.

Então, nós temos esta deusa que está a começar a despertar no âmago da matéria terrestre, e a descida do fogo do espaço, directamente, num grau mais alto sobre a Terra.

O terceiro facto básico é que algo está no meio deste processo de aproximação entre estas duas forças, e isso é a lente formada pela consciência da humanidade inteira. Esta lente é um nivelador e um adaptador dos dois fogos. O Logos, do qual nós somos uma parte, não pode dar um salto e inventar que não tem este aspecto, que é a Humanidade. A entidade suprema que rege e nutre de consciência divina o nosso planeta, actua através de três centros – Shambala, Hierarquia, Humanidade. Tu és um cinco biliões de avos dum órgão do Logos, dum facto divino potentíssimo. Este é o ponto, a recondução da consciência e a reconstituição da memória cósmica que nós precisamos de fazer.

Nesta descida do fogo do espaço, que é uma resposta à invocação do kundalini planetário, as nossas consciências são reguladores de intercepção, somos pontos de encontro entre o grande fogo que desce e o grande fogo que ascende.

Uma dimensão é formada por um contínuo. Um contínuo é uma relação hermética entre o resultado das forças de gravidade – a massa, a aceleração e a quantidade de energia que acontece em cada situação – isto é, um contínuo é uma organização de leis. Nós só nos estamos a ver uns aos outros porque estamos dentro da mesma organização de leis. Eu tenho aqui esta parede e é um problema se eu decidir pôr em questão a existência desta parede, porque, numa fase primária do conhecimento, eu vou ter de utilizar instrumentos que estão no mesmo nível de ilusão da parede para conhecê-la. Se eu uso um instrumento que está num mesmo nível de ilusão da realidade que eu pretendo conhecer, eu consigo analisar factos perceptivos - uma mão ilusória batendo contra uma parede ilusória, dá-me um tipo de ilusão.

Uma dimensão é uma esfera de leis nas quais entram a consciência, o amor e o grau de libertação de luz da matéria. Tu mudas o grau de amor, mudas o anel de consciência e já estás a fazer uma mutação dimensional. A tua consciência é um instrumento essencial no despertar da matéria. A tua consciência é que activa a memória do divino na matéria. Tu és o Adão, és aquele a quem foi pedido que atribuísse nome às coisas do jardim. O que é isto? Atribuir nome às coisas do jardim é irradiar o mantra que vem dos níveis supremos e ao atravessar a tua consciência, desperta a inteligência natural, a inteligência das coisas do jardim. Atribuir nome é espelhar código entre o divino e a substância. Quando se diz que tu és um Adão, significa que tu és um espelho entre chamas de fogo do Pai e a necessidade profunda da substância de despertar de novo para o Pai. A Humanidade é esta função, este ponto de equilíbrio, esta tessitura sagrada.

À medida que o anel da tua consciência se expande, a Hierarquia pode contar com um dos elementos da equação dimensional em processo de progressiva resolução, ou seja, tu tens um cone de luz que se estreita até ao anel da tua consciência e que se afasta do anel da tua consciência, é como uma ampulheta. A tua consciência é o fulcro central da ampulheta, tu fazes o tempo. O raio da circunferência da tua consciência marca a cadência do tempo. Quanto mais ampla for a tua consciência menos a luz é aprisionada no anel da tua consciência. Quanto menos a luz for aprisionada menos o tempo existe.

O que é uma mudança de dimensão à escala planetária? Desde 1997/98 começámos a sair da dimensão três e estamos a entrar na dimensão três e meio. A terceira dimensão é composta por um tipo de força de gravidade, um tipo de energia nuclear, um grau de amor e um grau de inteligência. Quando uma humanidade inteira decide que esta é a realidade em que nós nos combinámos encontrar, nós estamos a estabilizar os cones de luz neste nível de realidade. Nós marcámos encontrar-nos nesta estação de ilusão cósmica, e é agradável! Contudo, é uma prisão como outra qualquer. Então, nós combinámos encontrar-nos nestes níveis para aprendermos com estes níveis, para trocarmos entre nós com estes níveis, mas tu começas a perceber que um planeta vai mudar de dimensão quando todas as soluções (físicas, emocionais, mentais) da terceira dimensão não funcionam mais.

O grau de energia que somos obrigados, pela equação planetária, a processar por minuto é muito mais alto do que o dos nossos pais, avós ou bisavós. Nós estamos a receber, pela planta dos pés, energia telúrica num grau muito mais potente, e se acrescentarmos o facto de que o 7º Raio predomina – este é um raio que facilita a materialização – isto só aumenta o tipo de energia que através do éter chega até nós vinda de baixo. Isto significa que os bloqueios que todos nós temos ao longo dos chacras, estão a ser detectados a uma velocidade muito maior.

A geração anterior à nossa podia viver uma vida inteira com 2, 3 chacras bloqueados. Qual o problema? Não era suposto o indivíduo acordar naquela encarnação! Não é mais possível! O impacto, a energia subterrânea ascendente, que invoca, que chama, que atrai o fogo do espaço, o impacto, destas duas potências sobre os sete chacras, é fortíssimo, os bloqueios não podem continuar, vão saltar como disjuntores. Então, vocês vão ter o administrador da empresa que se vai embora e não volta mais, porque aquilo não era a vida dele, depois, vão ter divórcios em série, na ordem dos 70%, porque estes casamentos são todos feitos com base em carências afectivas, não em amor. Ou os indivíduos se amam e a equação inter sexual é de amor, de generosidade, de abundância, ou senão, não funciona mais.

Com a actividade macro energética deste planeta, o tipo de relação matrimonial que as pessoas têm não é real, era real para os anos 50. As pessoas estão a passar por processos de divórcio porque têm que reencontrar a integridade energética, o fluxo pleno e é neste fluxo que se poderão dar processo de atracção entre os sexos para uma outra etapa do planeta, se ainda for o caso. Nesse sentido, assim como os casamentos estão a saltar como pipocas, as relações pais/filhos estão a saltar, os governos não podem funcionar porque estão num nível que não aguentam esta energia, a medicina não pode funcionar mais porque ela está numa leitura do homem que não aguenta este casamento cósmico que o planeta vai viver.

Nós estamos numa esfera no espaço na qual está a descer o divino e a despertar a matéria, vamos acordar! É muito importante começar a sair da velha caixa, da caixa do conhecido e começar a perceber que estão a começar a ser activados funcionamentos, possibilidades, abertas portas que não tem nada a ver com a actual civilização humana!

Na proporção em que a humanidade encontra o seu ponto exacto neste casamento cósmico que a Terra vai viver, a curva de passagem da Terra para a nova dimensão é mais lenta ou mais rápida. Quanto mais flexível, rigoroso e simultaneamente poético, exacto e simultaneamente livre, disciplinado e simultaneamente espontâneo for a nossa existência, quanto mais lucidez e intuição poderem conviver em nós, quanto mais lúcido, do ponto de vista oculto, que é saber se há energia presente numa situação ou não, ter qualidade não chega, a nova divisão é: coisas que transportam energia superior e situações que não transportam essa energia. Eu posso fazer um filme irrepreensível sob o ponto de vista cinematográfico e ser completamente negativo do ponto de vista cósmico. Eu posso elaborar cultura irrepreensível do ponto de vista da dialéctica que se pretende e ser completamente inútil do ponto de vista cósmico. Qualidade não serve! Energia, potência, radiação, amor, fogo, magnetismo, potencial ascendente, potencial impacto transformador, luz, este é o problema.

Nós estamos a ser dilatados, energizados para processarmos muito mais energia do que até hoje estávamos habituados. Tradicionalmente, desde o Taoísmo até à Cabala, o Homem é uma ligação entre o céu e a Terra, é um fusível. Esse fusível vai começar a tornar-se incandescente. A função humana, neste planeta, vai mudar. Antes os seres humanos “pastavam substância”. As plantas, as pedras, os pássaros, os animais, as montanhas, os elementos, pedem a vossa instrução, é o contrário do paganismo, e contudo, inclui os princípios básicos do paganismo. No paganismo a ideia é: os deuses estão misturados com as forças naturais e eu aprendo com a natureza. Isso é super válido para o homem urbano contemporâneo, completamente cinzento e intoxicado, mas do ponto de vista da evolução cósmica superior, tu és habitado por uma mónada, por um guerreiro divino descendente, por um vórtice de fogo. Enquanto eu não colocar isto na minha consciência como o facto principal da minha vida, eu não consigo atrair a próxima porta iniciática, eu fico no nível de pastar substância.

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