Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Crianças Índigo Parte II

A chegada destas crianças anuncia um aumento da actividade, do ritmo, da intensidade, da sensibilidade e da velocidade de processamento da informação que chega até eles. Existe qualquer coisa de comparável entre estas novas crianças, o seu sistema cognitivo, a síntese latente que eles trazem dentro deles e a velocidade com que a informação, hoje, circula no planeta.

Actualmente a informação disponível, em vários níveis da Terra, está-se a tornar instantânea. Se um ser decide partilhar o que pensa isso pode estar disponível para toda a gente quase instantaneamente e esta velocidade de processamento de informação está a aumentar o apetite da Humanidade para o Agora.

A grande vantagem da informação ser instantânea é a de aumentar o apetite colectivo para o Agora, para uma porta que está sempre à nossa frente relacionada com o poder da manifestação do espírito.

À medida que os núcleos que nos compõem se vão estreitando, concomitantemente os centros dentro do corpo etérico vão igualmente estreitando-se, isto, é, a vibração dos chacras começa a aproximar-se cada vez mais e a diferença de frequência de um centro vibratório para outro é cada vez menor. À medida que os núcleos se aproximam e estamos numa etapa de amadurecimento da Terra e da Humanidade, virada para a fusão das partes constituintes do ser, toda esta energia que chega à Terra vinda de estrelas amigas e de Logos nossos irmãos, vinda de portais cósmicos aos quais a Terra pertence como meta, todo este caudal de Graça tem também como objectivo aproximar a vida das nossas almas da vida do Fogo do Pai e aproximar a vida da personalidade da vida da Alma, isto é, daquele nível em nós que não está na dualidade, que é o próprio bem.

E o trabalho que está a acontecer, hoje, à escala mundial, por detrás das aparências, consiste numa aproximação, cada vez mais refinada, entre a nossa vida exterior, a alma e o espírito. Os 3 níveis estão-se a aproximar uns dos outros o que significa que a nossa capacidade de sofrer e de nos alegrarmos vai aumentar profundamente. A nossa capacidade de vivermos picos está a aumentar.

Estas oscilações agudas no estado emocional e mental dos seres humanos tem a ver também, muito especialmente, com o facto de que as nossas almas estão cada vez com menos filtro em relação à consciência exterior, em relação à experiência preceptiva, social e mental. Então, o que nos alegra, nos constrói, nos integra, cura, harmoniza, o que nos torna unos, faz tudo isto em muito maior profundidade porque a distância entre o consciente e a alma está a diminuir radicalmente.

Há uns anos atrás nós éramos seres conscientes com alguns episódios de alma e a mónada era um assunto em que não se falava e, à medida que os mentores da evolução terrestre preparam a Terra para o portal, para passar de um planeta aspirante, experimental, laboratório, em que o leque de acção do livre arbítrio é imenso, para um planeta sagrado, para um planeta espelho, que revela a vontade profunda do Cosmos, nós próprios como expressão/vida desta entidade em síntese, estamos também a entrar em síntese e um dos aspectos ocultos da síntese é que os chacras estão-se a aproximar em vibração e a grande característica do ser social tem sido a grande capacidade de dissociação.

Os nossos chacras são 7 grandes centrais de processamento de energia e todos eles se encontram numa resposta à vida relativamente segmentada, isto é, um ser pode viver uma vida inteira ligado a um centro e ignorar os outros ou pode ligar-se a alguns centros e ignorar outros. Nós conseguimos viver com centros bloqueados porque os outros operam independentemente do centro bloqueado.

Com estas novas crianças não é assim, a frequência dos centros está muito mais próxima.

À medida que os Irmãos fundem planos com planos na Terra, à medida que o plano mental terrestre se funde com o plano astral, à medida que o plano astral e o plano físico etérico se fundem, e que o intuitivo começa a ocupar o espaço que antes era ocupado pelo plano astral da Terra, os Irmãos estão a fundir os planos, as frequência da Terra: a física, o peso molecular atómico da matéria densa está a ser comutado. A forma como a gravidade interage com a energia está a dar origem a uma nova matéria em relação ao plano das emoções.

A água avançada, ionizada, energizada pelos anjos, ela é avançada em relação à 8ª antiga da Terra, à Terra de 3ª dimensão. É uma água que já vem da 4ª dimensão, uma dimensão em que a distância entre a vida emocional e a vida física é mínima, donde que, um sentimento pode curar um braço, uma fractura, ou ampliar a velocidade de coagulação do sangue porque os sentimentos estão-se a aproximar do físico, e o físico, ao ser alterado na sua constituição oculta, aumenta o seu poder de reacção. A forma como a matéria reage à mente e ao emocional está a ser cirurgicamente revista.

Antes existiam redutos muito restritos onde era possível a Hierarquia espiritual da Terra mudar as leis da substância – centros de cura (Fátima, Caravandal em Espanha, Delphos na Grécia, os templos de Esculápio, centros de cura no Egipto) e o resto da Terra continuava naquela imensa diferença de vibração entre físico, emocional, mental, intuitivo.

Da mesma forma que as duas esferas: física e sentimental se estão a estreitar, as esferas do sentimento e da mente estão-se a estreitar também.

O que nós pensamos tem a velocidade de materialização extremamente acelerada porque a energia precisa de percorrer menos sub planos, encontra menos obstáculos até chegar à matéria física. A nova arquitectura terrestre funde o físico com o sentimento, o sentimento com a mente e a mente com a vida da contemplação interior sem a qual não há como manter uma mente equilibrada daqui para a frente.

Nos anos 50 era perfeitamente possível ter uma mente equilibrada e um indivíduo viver com um pavimento obscuro entre mente e intuição, todo racional, mas como os Irmãos estão estreitando as esferas, a inter actividade entre estas esferas é cada vez maior. Isto são boas e más notícias, obviamente!

Entre o Divino Superior e a matéria densa existiam 49 (7x7) planos e da mente para o físico, na antiga Terra (até 1980) existiam, pelo menos 21 planos, o que significa que qualquer atitude mental: arrogância, idealismo, distorção ou captação verdadeira da Verdade tinha que percorrer 21 patamares até se manifestar no físico. Isto foi válido para a formação do Escotismo, da Cruz Vermelha Internacional, das Nações Unidas, da família, foi válido para tudo o que era feito até aos anos 80. A partir dessa fase os Irmãos começaram a preparar a Terra para ela atravessar um portal dimensional e dimensões são graus de relação entre esferas constituintes de um planeta.

Quanto mais alta é a dimensão menos sub planos e mais impacto o Fogo Divino tem sobre todos os outros níveis: 1º porque existem menos níveis; 2º a qualidade vibratória dos níveis que recebem a energia divina é cada vez mais alta, portanto, a plasticidade e a resposta a esses níveis é mais rápida.

Na 5ª dimensão existe uma relação quase instantânea entre o que eu penso e o que manifesto. O vórtice da vontade associado à mente precipita-se muito mais rapidamente na matéria.

Dimensões superiores são estreitamentos de esferas sobre esferas que se intercepcionam com outras esferas.

Estas novas crianças vêm como arautos da próxima dimensão terrestre. A capacidade do homem comum dissociar é enorme porque as frequências são muito longe umas das outras. Estas crianças nascem sem a capacidade de dissociar que a maior parte de nós tem, e, portanto, o impacto ígneo, activo, da vontade, do amor e da actividade é muito mais alto sobre aqueles veículos do que na maior parte de nós porque a energia tem muito menos camadas para percorrer até se manifestar no sistema nervoso central a partir do qual nós decidimos se vamos ficar quietos ou se vamos pular a tarde toda.

O sistema nervoso central é o receptor, no físico, da sequência: espírito, alma e vontade.

Actualmente, em níveis mais altos do éter nós não temos 7 chacras, já só temos 3.

O éter são várias camadas de luz em torno do nosso veículo físico – pelo menos 5 camadas.

Até agora (desde há milhares de anos até aos anos 80) nós tínhamos 7 chacras em todas as camadas energéticas. Actualmente, nos níveis mais altos do nosso corpo etérico, já só temos 3 chacras.

Nós temos um centro a que podemos chamar “plexo cósmico”, já não se trata do plexo solar, nem do centro da fruição e do prazer, nem do centro do enraizamento e do medo. Nesse nível mais profundo temos, como chacra básico, um centro que reúne as antigas frequências do centro raiz, do centro da alegria, da fruição e da experiência sexual e do centro da sociabilização. Estes 3 centros, no nível mais profundo do nosso ser já se fundiram num – Plexo Cósmico.

O 2º centro sintetiza parte da vibração do plexo solar, parte da vibração da laringe e a totalidade do centro cardíaco. Trata-se de uma expansão do cardíaco que absorve uma boa parte das antigas frequências do plexo solar e uma parte da expressão da laringe, podemos-lhe chamar – Cardíaco Cósmico.

Na zona craniana temos um centro que está a fundir parte da vibração da laringe, a totalidade do Ajna e dos centros da coroa, o 8º e o 9º chacra – Mental Cósmico.

O que se passa é que a emergência destes 3 centros alimenta-se da pureza, da incapacidade de dissociar e da inocência.

A compreensão de como os centros se sintetizam é o retorno à pureza, à inocência, à incapacidade de mentirmos a nós mesmos.

Vem aí um novo conhecimento. Como esse centro mental cósmico recebe já a linguagem de fogo dos arcanjos, dos Irmãos Maiores, isso condiciona a vontade, a vontade condiciona o cardíaco, o cardíaco condiciona a personalidade. Então, esta aproximação entre os centros é o resultado de uma iniciação da Humanidade que é parte da iniciação da Terra.

Esta iniciação está fundindo os centros para que aquilo que em nós é potência e força se torne inteligência e o que em nós é inteligência e energia se torne potente, isto é, há um casamento entre a Terra e o Céu, isto significa realizar o Homem, fazer emergir o Cristo em nós, implica fundir os campos, e estas novas crianças trazem isto à flor da pele.

Eles são energeticamente mais simples e, portanto, energeticamente mais potentes. Assim, nós podemos começar a receber uma radiação oculta que vem destas novas crianças, elas ajudam-nos a sentir estes novos centros que estão a nascer na actual Humanidade.

O que acontece com esta fusão dos centros é que a verdade do ser tem muito menos que percorrer até atingir os centros nervosos, até atingir a medula oblongata (coordenação motora), até atingir a intuição, a mente e os sentimentos. A descarga de força pura é muito mais alta e é aqui que estas crianças são tão queridas quanto problemáticas.

Estão entre nós 4 tipos de Índigos: Artístico; Humanista; Conceptual e Interdimensional. Todos eles têm a verdade muito mais próxima do exterior.

O tipo artístico é um experimentador. Todos estes 4 tipos trazem duas mensagens: “Cura a Terra”. “Não há tempo”.

Como eles são sistemas energéticos a par com a Nova Terra, eles têm dificuldade em lidar com a ideia de adiamento: “depois fazemos”; “talvez um dia”. Isto na vida familiar pode ser muito difícil de gerir porque eles são muito teimosos, impacientes e imediatistas.

A forma como este tipo artístico responde ao “Cura a Terra” e “Não há tempo” é mais ou menos esta:

Ele experimenta ver quantos copos é possível pôr em cima uns dos outros;

Se o peixe que está no aquário consegue sobreviver à água a ferver;

Experimenta pintar tudo de cores diferentes.

Um Índigo artístico tem fome de criatividade. Os Índigo muito rapidamente enviam sinais de total tédio quando começam a ficar desfasados do que está a acontecer.

Um Índigo artístico cura por experimentar novas formas, novas combinações, cores, possibilidades. É muito comum estes seres editarem um disco aos 10 anos de idade ou terem desenhos publicados em revistas aos 14. Eles são hiper sensíveis ao meio ambiente, muito sensíveis à luz, aos cheiros, às cores, aos ruídos. É como se trouxessem impresso dentro deles uma profunda harmonia. Muitas vezes a forma que eles têm de chamar a atenção de que um ambiente não é harmonioso é tornando-o ainda mais desarmonioso. É como se eles quisessem que o adulto visse que aquele caminho só disfarça a falta de harmonia. Então, eles muitas vezes actuam como uma espécie de “punk” londrino dos anos 80 acentuando a destrutividade e a negatividade. Isto que para nós nos parece negativo, ele pode estar a tentar dizer: “onde é que vocês pensam que vão com estas meias verdades?”

Um Índigo, perante um ser íntegro, imediatamente se torna íntegro. Eles têm detectores de meias verdades e incoerência nos adultos, fulminantes e detectam imediatamente as nossas fragilidades e muitas vezes o que eles fazem é acentuar isso.

Indirectamente, a área em que eles nos estão a enfrentar é uma área em que nós não estamos suficientemente seguros, então, eles enfrentam, desafiam, para ver onde é que está a raiz da nossa atitude, qual é a segurança que nós temos numa postura. Quando eles vêem um ambiente intermédio que não é harmonioso, eles têm dois caminhos: ou começam a trabalhar na direcção da harmonia profunda ou começam a desarrumar tudo até que nós consigamos, com eles, construir essa harmonia.

Estes índigos artísticos, porque têm uma enorme sensibilidade, precisam de superfícies virgens. Muitas vezes estas crianças tornam-se difíceis de educar porque o mundo à sua volta, a casa, a escola, não têm superfícies virgens, áreas em que a criatividade seja instantaneamente invocada. Não há superfícies brancas o suficiente para eles fazerem quadros gigantes. Tudo já está saturado de uma velha informação e não há espaço de laboratório. Eles têm que fazer experiências: têm que pôr cadeiras e mesas ao contrário; têm que ver em que ponto é que um CD parte... Isso faz parte da exploração deles, aliás, isso é válido para todas as crianças, só que os Índigo precisam de refazer a informação.

A atitude criativa deles pede superfícies grandes, uma sala pequena, para eles, é pequeníssima, uma sala maior é normal e uma bastante ampla já é um espaço onde eles gostam de estar.

Estes Índigo artísticos actuam como se quisessem desafiar a lei da gravidade no plano da criatividade. Eles fazem girafas com 4 cabeças, anjos com patins, polícias com casa de caracol às costas e estas hibridações são a sua busca de ligar coisas.

À medida que eles se desenvolvem vão começar a trazer para a Terra novas energias. A energia que cura, a energia que ao passar por nós leva embora algo que nos faz mal. Existem aspectos do Espírito Santo, que é o 8º Raio que cura, essa energia quando passa por nós, anula, consome, torna irreal algo que trazíamos em cima de nós, no coração, na compreensão, no sistema nervoso, na memória, e essa energia de cura cósmica não se sabe quando vem nem para onde vai, ela é composta pela fusão de 3 Raios; o 4º – Harmonia, o 5º – precisão e ciência exacta e o 7º – Disciplina, exactidão, ritmo.

O 8º Raio (cura) é composto por esses 3 Raios e esta energia tem imensa dificuldade em descer nas pessoas hoje, porque as pessoas, no fundo, não querem ser curadas porque se elas quisessem elas eram curadas.

Esta energia não pode violentar o nosso sistema energético, não pode fazer milagres com o nosso querer profundo. É como se nós ainda não tivéssemos chegado ao ponto de aceitar remover de nós o que nos magoa.

Quando um ser sente o chamado do Uno e responde totalmente, ele tira os sapatos e vai descalço, e isto é que contém a chave que diz às energias superiores: “Eu aceito, no fundo, ser curado. Eu gero em mim a atitude, a invocação, o Sim a essa energia”.

Se nós fôssemos expostos, hoje, a uma energia de cura muito potente, a maior parte de nós fugia. A cura não é um paliativo ou uma anestesia energética que é o que a maior parte de nós faz nas terapias alternativas. A cura é um indivíduo aceitar ter a vibração dos seus corpos mudada. Trata-se de ele aceitar a morte dos seus corpos para a sua própria regeneração, morrer para aquelas vibrações e querer, na consciência secreta dele, cultivar que aceita e pede a mutação, para que a força mental velha seja levada embora.

Cura é o Infinito entrar no corpo astral. Cura é o Uno entrar no corpo mental. Cura é o Ouro entrar nas células físicas e na química do sangue.

A comunicação do Índigo artístico é feita através do que ele monta, desmonta e mostra. Ou seja, com uma caixa de Legos, ele, a custo, cumpre as instruções, ele busca inventar (e os Legos são óptimos para isso). O que ele diz é o que ele faz. Ele usa muitas expressões ligadas à visão: “Estás a ver?”, “Olha para isto”, “Vamos ver aquilo”. Usa muitas vezes a palavra ver porque o lóbulo occipital está muito mais irrigado e eles funcionam predominantemente através das imagens e do impacto cultural.

O Índigo humanista é verbal. Além de ele falar, há uma elevada probabilidade de ele não se conseguir calar. Ele olha-te nos olhos, pede para tu te sentares, arranja o banco, senta-se à tua frente e fala, e tem um grande prazer nesta troca.

O índigo artístico vem para curar, principalmente, a desarmonia ambiental. Se ele conseguir cumprir o seu destino – eles são um dom do Logos encarnado sob a forma de uma criança – ele detecta a desarmonia e, ou acentua quase para dizer: “Como vêem, vocês fazem mal mas eu posso fazer ainda pior” ou busca criar harmonia.

Grande parte da ansiedade, da irritabilidade e instabilidade têm bases subtis. Se nós conseguirmos perceber qual é a cor que a criança mais gosta, uma das coisas que se tem observado, que começa a atenuar a hiper actividade e o desequilíbrio, ou irritabilidade, ou momentos de desorientação, é pintar o quarto com as cores que ela gosta mais a 25%. Ou seja, misturar na lata de tinta 75% de branco. O quarto fica pintado com tonalidade pastel da cor que ela gosta e só uma das paredes com a cor a 50% e depois pode-se usar uma das paredes ou a porta do quarto na cor viva, quase eléctrica. Isto é muito importante porque ela encontrou, fora dela, algo que tem a ver com a sua identidade.


Isto começa a criar no Índigo a sensação de que ele é ouvido, ao ponto de que as cores mudaram e para uma criança mudar as cores da casa, porque ele disse, é muito importante. Ele sente que aquele é o quarto dele. Eles sempre precisam de escolhas, tal como precisam de superfícies virgens onde derramar a sua sede de criatividade.

Em vez de se dizer à criança para não riscar as paredes, uma das paredes no quarto da criança, devia ser só para riscar. Tem a vantagem que, ao fim de 6 meses, podes voltar a pintá-la. E chegas ao pé dele e dizes: “Olha, a tua parede de riscar já está pronta outra vez”. É complicado para um ser que tem esta super criatividade dizer que não se riscam as paredes, porque a folha de papel é pequena de mais e depois uma parede é branca, é irresistível!

Se eu criar uma parede de riscar para um ser de 4 anos de idade, para já tenho uma enorme vantagem, a decoração do quarto é feita pela própria criança e eu posso ir fotografando a parede à medida que ela se vai tornando mais complexa e, em 20 minutos, eu pego no rolo e a parede volta a ficar branca.

Isto é um exemplo de como os Índigo podem ser acolhidos em vez de reprimidos. Eu eduquei a criatividade dele numa direcção em vez de dizer: “Não se faz”, diz-se: “Faz aí”, e o que ele vai fazer é respeitar todas as outras paredes.

O quarto da criança é o primeiro mundo, é o primeiro ambiente a seguir aos braços da mãe.

Observam-se pais extremamente autoritários no “porquê”, no “como”, no “quando” e no “com quê” de um quarto. Isto é complicado porque a criança não consegue sentir a extensão, para fora dos braços da mãe, quente o suficiente. Então ela, ao sair dos braços da mãe, a segunda envolvência, que é o quarto dele, tem códigos que lhe são estranhos e é muito importante para estas crianças poderem escolher, participar e construir connosco.

Um Índigo artístico pode dizer de uma pessoa, que para nós não tem nenhum cheiro, que ela cheira a limão. Elas captam as vibrações até mesmo através do olfacto. E se um Índigo diz que alguém cheira a alguma coisa, é melhor acreditar nele.

No caso dos humanistas, eles vêm para curar as relações humanas.

Uma linguagem que os Índigo compreendem é a do respeito. O respeito é um espelho. Se nós conseguirmos comunicar que respeito é ter consciência de que não existimos no vácuo, de que somos inter dependentes, que fazemos parte de uma malha, que tudo está ligado a tudo... nós conseguimos-lhe fazer ver que ele não existe no vácuo, que ele está num mundo com pessoas, que respeita a consciência dos outros e que cria em si um espaço para os outros.

– Se não crias um espaço para os outros em ti, mais cedo ou mais tarde os outros não vão ter espaço para ti, vais ficar só.

Isto tem que ser passado com doçura e com frieza, frieza que cria, no sentido de autoridade. Trata-se de ser firme na clareza do que estamos a dizer e nos limites que estamos a impor nos limites dele, e, ao mesmo tempo, vibrar isso com o máximo de doçura.

Esta combinação produz uma enorme ressonância na criança porque ela percebe que está a ser educada e amada ao mesmo tempo.

Como o humanista veio para curar as relações humanas, ele gosta de estar frente a pessoas e falar, falar, falar....

O humanista diz palavras que não compreende porque ouviu os outros dizer e pareceu-lhe bem. Pode usar uma palavra completamente deslocada como: “Eu hoje sinto-me correctamente”, porque ele está a procurar falar o mais cedo possível como um adulto, e estes humanistas é que são os psicólogos de esquina. Ele vai estar atento aos sentimentos dos outros, vai tentar falar sobre isso e vai encontrar uma forma de solucionar. Se nós não falamos eles perguntam: “Porque é que não falas?”, “O que é que tu achas disto?” Claro que ele já está a falar há uma hora e tu já nem o estás a ouvir! Ele vai-te testar para ver se estás realmente atento.

Enquanto que o Índigo artístico foca lugares, cheiros, situações, vibrações, o humanista foca pessoas.

O Índigo conceptual é o menos verbal de todos. Tu sabes claramente que é um Índigo conceptual porque há ali uma conspiração. Ele silenciosamente elabora uma estratégia para quando começar a falar as pessoas perceberem que é muito importante o que ele tem para dizer.

Um Índigo conceptual é um guerreiro, ele vem mudar o curso das coisas.

Um Índigo conceptual elabora mentalmente em abstracto e busca gerar soluções. Então, ele pode ficar muito tempo até dizer: “Ainda não sei bem”, porque ele, realmente, está a trabalhar numa solução, numa resposta.

Estes são, dos 4 grupos, os mais responsáveis. Eles estão sempre a tentar perceber porque é que as coisas não funcionam bem na Terra.

Se uma criança vê uma pessoa a pedir na rua, num semáforo com uma criança ao colo, chega ao teu carro e pede dinheiro, se é um índigo, ele, realmente, vai elaborar isto para casa!

Os Índigo trazem o psíquico muito aberto. A maior parte de nós, até mergulhar do consciente diário para o psíquico, isto é, para o fundo do próprio ser onde ouvimos a voz que nos guia, é quase uma ciência, é, para os adultos, como a busca do caminho interior. Para uma criança não, ele ouve a voz. Ele pode não lhe dar termos sofisticados, mas ele ouve essa voz.

Um Índigo conceptual elabora os assuntos secretamente e quando tem uma dúvida pergunta.

À pergunta de: “Porque é que há tantas guerras?”, a mãe respondeu: “Filho, sempre foi assim. Os homens fazem guerras, não te preocupes com isso”. Naquele dia criou-se um hiato entre a interioridade daquele ser e a mãe. Não é normal uma criança fazer uma pergunta deste calibre, mas, se a faz, é porque há um mal estar, é porque o que vem de fora e o que há dentro dele não casam. A dor psíquica é esse divórcio entre o interior e o exterior.

Porque é que se fazem centros espirituais, Ashrams, aldeias de luz? É uma tentativa conseguida, ou não, depende, de casar o interior com o exterior.

Uma criança busca fluir de dentro para fora e de fora para dentro sem ter que criar a tal dissociação.

Os pais não querem lançar no mundo “O Princepezinho” porque senão o princepezinho é atropelado pelo primeiro camião, então, é o princepezinho mas é melhor ir defendido, e a forma de ajudar-mos a criança a defender-se é ensinarmos-lhe como é o mundo, mas isto para um Índigo é difícil porque é como se ele tivesse de começar a dissociar: interior/exterior; mentira/verdade; isto posso dizer/aquilo não posso dizer; e isto começa a criar secção dentro deles.

Enquanto que na maior parte dos adultos essa distância é gerível, estes Índigo, aos 15, 16, 17, 18 anos a distância não é assim tão gerível e eles podem-se tornar agressivos, revoltados, curadores de sociedades.

O nosso problema é conseguir transformar a dor, a revolta, a distância em relação ao mundo, num poder de curar sociedades.

Um veneno e um antídoto estão muito próximos. Do ponto de vista psicológico e da psicologia colectiva é a mesma coisa, um revoltado pode ser um grande curador de sociedades. A revolta em si, no seu aspecto exterior (pintar o cabelo de verde às riscas cor de laranja) não tem problema nenhum, o problema é se nós não conseguimos ajudar aquele ser a perceber o núcleo de revolta dele como um poder de cura.

Se um Índigo não consegue encontrar a harmonia vai-se tornar revoltado (e não é difícil perceber isso nas crianças e nos jovens, hoje). Se conseguirmos transmitir a estes jovens: “Olha, a tua revolta é importante para o mundo em que estás, não a desperdices, não superficializes a tua revolta”. O principal é a alma dele e o mundo cá fora, esta distância transforma-se em calor dentro dele, como uma central termonuclear.

“Olha!, estou num mundo que não é real. Olha! estou num mundo de mentiras. O Governo mandou matar não sei quem para salvar não sei quantos?” Muito bem, então o Governo não tem qualquer autoridade para coisa nenhuma!

Tu não lhes podes dizer: “Não faças isto”, porque quando ele olha para as figuras de autoridade, à escala mundial…. Isto é uma barraca!!! Eu posso fazer aquilo que eu quizer!!!

Toda a gente faz o que quer, quanto mais poderoso e politicamente correcto, pelas costas toda a gente faz o que lhe apetece. Eles sabem disso! Eles têm detectores de incongruência muito rápidos. Eles olham para o mundo e vêem as cúpulas: os líderes mundiais; os generais; a forma como a história é gerida… e eles dizem: “Mas espera aí, esta civilização tem autoridade para me dizer o quê? E aí começa o processo revolucionário.

É muito importante ajudar um Índigo a compreender que ele não deve consumir a energia das derrotas de uma forma cosmética ou superficial.

Antigamente quando aparecia um excêntrico ou um revoltado as companhias de discos, de moda, de média, tentavam fazer dele um produto e, invariavelmente, conseguiam. Estes novos seres não se vão deixar apanhar com tanta facilidade. O grande perigo é se eles transformam esse poder de transformação, que não está sendo encaixado, assimilado pelo mundo, em algo contra eles mesmo. Aqui a situação é perigosa.

A maior parte de nós, porque dissocia, tem a capacidade de dissipar o calor e a força e, portanto, de dissipar o poder transformador que trás dentro dele. Os Índigo, como dissociam muito menos, têm muito menos facilidade de dissipar o poder que trazem dentro deles, isto é, de o tornarem consequente. Posto isto, se eles descobrem que não têm como pressionar a sociedade ou como transformá-la, porque os Índigo, “daqui a 5 minutos”, estão a fazer maternidades com golfinhos! É para aí que eles vão. Um Índigo artístico trabalhando com um Índigo conceptual vão fazer uma maternidade em que há um tanque e as mães dão à luz com os golfinhos dentro d’água! E a primeira coisa que o bebé sente, pelo processo sonar, ainda com o cordão umbilical ligado à mãe, é o golfinho ali na água.

Os Índigo podem chegar a estas iniciativas, eles podem chegar à indústria de cinema e transformá-la num instrumento de cura, podem fazer outras formas de alegria e de festa, eles trazem, com certeza, dentro deles, soluções que a partir de uma certa idade são despoletadas do intuitivo para o mental.

O ponto é que, se pelo caminho, eles sentem um completo contraste, eles podem começar a virar essa força transformadora e revolucionária e tornar-se auto destrutivos.

A forma como o homem antigamente dissipava o seu poder transformador era através do sexo, do álcool, do poder, da arrogância, de jogos de poder no trabalho e assim eles iam dissipando a força e o poder transformador, iam-se tornando, portanto, coniventes com o estado das coisas. Esta nova geração vai precisar de coisas muito mais potentes: as drogas serão muito mais fortes, eles precisam mesmo de uma franca alienação para poderem dissipar o seu poder transformador. Eu diria que quase todos os seres idealistas, que têm tendências alcoólicas, são seres que vieram fazer transformações mas pelo caminho perderam a auto confiança. Mas tu perdes a auto confiança mas não perdes a força. Tu perdes a auto confiança porque vais sendo empacotado por coisas opostas, não tirando a coragem de seres quem és, e tu vais ficando aninhado numa poltrona qualquer, mas a força, o poder, a intensidade, o fuel que trazias do Cosmos para a transformação vem do Logos da Terra e não vai embora assim, por isso as pessoas precisam de dissipadores, isto é, de formas de se alienar, ligeiras, para dissipar o poder de transformação.

Os Índigo, se nós não encontrarmos “avenidas” para eles se exprimirem, eles vão-se tornar mais alienados, justamente porque a potência é mais alta, consome mais dissipadores. Estou a falar pela negativa porque a situação urbana é bastante negativa. Falando pela positiva, estes seres precisam de situações originais para se exprimirem e de responsabilidade cedo. Nós não deveríamos ter nenhum problema em passar responsabilidade a um Índigo um pouco mais cedo, porque pelo equilíbrio entre a responsabilidade e a originalidade, a força nobre e a maturidade desses seres pode vir ao de cima.

Os Índigo conceptuais trabalham constantemente numa conspiração e eles vão trabalhar com os outros, vão fazer equipas entre si. Vamos ver numa equipa de crianças: um conceptual, dois artísticos, um interdimensional, dois humanistas.

Os grandes inimigos dos Índigo são: as multinacionais, as polícias secretas, os interesses governamentais… porque os Índigo, sendo extremamente livres e originais, estimulam a unissidade em cada um de nós. Cada um de nós tem uma identidade única que nos diferencia uns dos outros e estas crianças estimulam isso em nós. Eles irradiam uma força tão coesa e sincera que busca tornar-nos também conscientes de que somos unos e que temos também um dom.

Há Índigos com mais idade do que estes de que falámos e uma das perguntas postas é: “Mas não há Índigos que tenham nascido nos anos 50? Para ser Índigo é preciso que tenha nascido nos anos 80?

Não, mas uma das características das pessoas que nasceram antes dos chamados Star Seed e dos Wonder … Os Wonder são almas que pertencem a evoluções muito diferentes e que encarnam nesta humanidade para servir, e eles sabem muito cedo que não são daqui, tal como os Star Seed. Star Seed e Wonder é praticamente a mesma coisa.

O poder dessas outras gerações é um poder interdimensional, eles são claramente enviados de além da Terra. Os Índigo não têm exactamente essa estrutura. Eles gostam de estar aqui, identificam-se com isto e querem identificar-se e querem transformar e mexer nas coisas.

Tu sabes que há algo de Star Seed em ti quando tu nunca consegues estar completamente na Terra, não consegues acreditar totalmente nesta dimensão. Há algo que sempre te liga além e é involuntário, está instalado em ti.

O Índigo interdiomensional é aquela criança que chega ao pé de ti e te diz:

– Estive com o Palma.

E tu perguntas:

– Estiveste com o Palma?

– Estive com o Palma.

– E o Palma não vem cá jantar?

– Não, hoje não pode vir.

– Então e como é o Palma?

– O Palma é careca, tem os olhos muito grandes e tem umas vestes muito compridas.

– De que cor são as vestes?

– Oh!!! Azuis claras! (como se tu tivesses que saber qual era a cor)

– Ah, são azuis claras! E o que é que o Palma disse?

– O Palma não fala.

– Bom, e está a ser bom com o Palma?

– Está, estamos a fazer um desenho só que é com tinta invisível.

– Estás a fazer um desenho, com o Palma, com tinta invisível?

– É, não podes ver, mas eu e o Palma vemos.

Isto é um Índigo interdimensional, a criança que tem um amigo invisível que ninguém mais vê.

A grande qualidade que o Índigo interdimensional trás com ele, mais tarde, é a da contemplação e da paz.

Os Índigo artísticos são muito activos, pouco verbais, lidam com cores, cheiros, sabores, são sensoriais, sensuais, e com isso eles reorganizam o mundo até que o mundo esteja curado.

Os Índigo humanistas são verbais, intensos na comunicação, gostam de pessoas e buscam pôr pessoas bem ou extremamente mal, depende.

Os Índigo conceptuais trazem uma conspiração dentro deles. É como se eles tivessem consciência de que: “Isto tem de ser tudo alterado mas ainda sou muito pequenino”. Esses são macrocéfalos, eles têm bem consciência, eles são adultos mas o corpo parece não saber disso. São claramente muito precoces. Eles podem-se sentir muito frustrados com o facto de não saberem jogar xadrez! Tu pões as peças, ele põe as peças como tu ensinas e ele quer jogar xadrez contigo!

– Tu és muito pequenino, tu não sabes jogar xadrez.

– Sei sim.

Como pode dizer com toda a tranquilidade que sabe guiar automóveis.

E tu pões as peças, começas, e ele começa a fazer uma baralhada porque, como é óbvio, ele não sabe jogar xadrez e tu dizes: “Não é assim” e ele fica surpreendido porque no estado de vigília dele ainda não sabe jogar xadrez mas, em algum nível, ele já sabe.

O interdimensional é uma criança canal. São estas crianças que podem chegar ao pé de ti, puxar a saia e dizer: “Olha, o Palma não quer que tu faças essa comida” ou “O Palma não quer que fales assim com a avó ao telefone”.

Um dos pontos essenciais onde aquilo que busca impedi-las de cumprir a sua tarefa, está relacionada com a alimentação. Estas crianças devem ser educadas, o mais possível, para respeitar a força vital. Devem ser informadas que tudo o que está vivo, está vivo porque contém força vital.

Quanto mais longe da árvore, quanto mais longe da terra um alimento estiver, menor é a presença da força vital nele, e quanto mais complexo for o tratamento a que ele é sujeito mais ele perde força vital.

Os Índigo são altamente desinergizados por alimentos ditos “profanos”.

A nossa água com cloro é uma água tremendamente desestruturada. Há uns tempos atrás foi feito um estudo sobre a qualidade da água em torno de células concerígenas e o que se veio a descobrir é que, a água em torno dessas células é aquilo a que os físicos chamavam água desestruturada. É algo que rompe as camadas electrónicas que impedem um certo tipo de coerência molecular.

A água é desestruturada pela presença do flúor, no caso dos Estados Unidos, e pela presença do cloro, no nosso caso. A água da torneira é uma água anti vida das células.

Estas crianças dependem muito mais da alma para estar vivas. Enquanto que em nós a distância entre os chacras da coroa, do coração e da raiz é enorme, o que significa que podemos fazer todas as asneiras do mundo que o chacra da raiz continua a funcionar, como nestas crianças o chacra da raiz depende do coração, depende da intuição, depende...., porque estão todos muito mais próximos uns dos outros, o governo secreto (uma parte do governo mundial que opera com a humanidade, às escuras) tem que parar estas crianças o mais cedo possível.

Existe um tipo de Índigo que traz um código genético (12 cromossomas) que os coloca numa situação em que eles são, ocultamente, perseguidos por esse governo secreto.

Este grupo de Índigos tem de ter uma protecção acrescida (eles têm-na no plano subtil). Eles trazem um jogo de cromossomas que os torna portadores de algumas verdades bioquímicas que ficaram desligadas de há muitos milénios atrás.

A água desestruturada tem um impacto muito forte nessas crianças. Dever-se-ia comprar os melhores filtros de água do mercado e instalá-los em casa e não dar às crianças água com cloro porque eles têm menos resistência que nós a esta água.

Outro ponto é que, quanto mais longe o alimento estiver da árvore ou da terra menos força vital ele tem. Uma forma de se compreender se um alimento tem força vital ou não, é: quando se sujeita um alimento a um tratamento é interrogarmo-nos se nós próprios seríamos capazes de sobreviver àquele tratamento. Isto é: cozinhar; congelar; enlatar; micro ondas; panela de pressão. É óbvio que a maior parte dos alimentos que são tratados desta forma têm a sua força vital aniquilada, eles, praticamente, só são portadores de vitaminas, proteínas, glúcidos, gorduras, etc., mas a força vital não está presente.

Como estas crianças têm o chacra da raiz muito mais próximo dos outros todos, devemos dar-lhes alimentos bem próximos da origem: saladas; nozes; pinhões; amêndoas, doces sem açúcar (aprender a fazer); tofu; seitan; fruta; germinados; sumos de fruta feitos no momento (20 minutos passados sobre a confecção e eles perdem a força vital).

Para estas crianças tudo significa tudo. Alimento pode significar equilíbrio emocional, inspiração. Inspiração pode significar deixar de ter fome. Um abraço pode significar uma maior velocidade de coagulação do sangue. Amor fortalece o sistema imunitário.

Há empresas de alimentos rápidos que são autênticos venenos emocionais para estas crianças.

Está demonstrado que os corantes, os conservantes, aumentam a hiper actividade no que ela tem de pior, porque há um lado de hiper actividade nestas crianças que é só energia, mas há um outro lado que tem a ver com elas não estarem a conseguir organizar aquelas calorias, aqueles açucares. Outro ponto também é que existe uma relação muito próxima entre hipoglicémia (não haver açucar natural no sangue) e irritabilidade, agressividade e ansiedade, o que significa que é útil não permitir que elas passem muito tempo sem comer qualquer coisa, porque se há um abaixamento do açúcar, rapidamente se podem tornar irritáveis.

Se lhes dermos um açúcar artificial elas entram em hiper actividade porque aquilo é um tipo de calor que não tem a ver com a pureza daquele veículo.

A fruta, os legumes e uma água filtrada ou água mineral, têm um enorme impacto sobre esses seres, mais do que se possa julgar. Estas crianças têm os centros tão próximos uns dos outros que há empresas que aprenderam a ligar brinquedos a comer. A criança vai comer àquela empresa porque ganha um brinquedo. Isto significa que o governo secreto já percebeu, antes de nós, quão próximos estão os centros nestas crianças que lhes permite pôr, numa mesma embalagem, um brinquedo, uma comida, sal, molhos, tudo na mesma coisa!

Se nós conseguirmos criar esta leitura de que estas crianças, tendencialmente, não têm separações entre os níveis delas, vamos perceber que ao darmos físico estamos a alimentar todos os outros níveis, ao darmos algo num outro plano, estamos a fortalecer ou a enfraquecer o físico. O efeito de chicote entre os chacras é muito mais rápido.

Há muito mais para ser acrescentado. Hoje partilhámos estes 4 tipos: o artístico, o humanista, o conceptual e o interdimensional porque isto permite-nos compreender uma série de coisas.

O interdimensional (a criança que está em contacto com outras realidades) é um mensageiro, ele está sempre ligado a algo que não é daqui. É o que mais facilmente apresenta terrores noturnos, coisas más no quarto, etc.. Estas crianças, secretamente, têm nas lâmpadas de néon outro inimigo. Elas sentem o ruído das lâmpadas, mas, principalmente, a irradiação destas lâmpadas interfere energeticamente no sistema nervoso, podendo-se tornar, mais uma vez, agressivas e irritáveis.

Existem luzes vivas, como a luz de um candeeiro a petróleo, de uma vela ou de certas lâmpadas que são mais macias e, se no quarto puder haver uma lâmpada com potenciómetro, ela própria aprende a regular a intensidade da luz para adormecer.

É provável que algumas destas crianças sejam perseguidas muito cedo. Um trabalho básico é ensiná-las sobre os anjos. Elas precisam aprender que o mundo invisível existe (o interdimensional já sabe). Precisam de imagens de anjos, de cores e de referências angélicas. Precisam que se fale dos anjos ao pequeno almoço e ao jantar como uma coisa normal. Os anjos precisam de fazer parte da vida destas crianças como companheiros de jornada. Se eles criam fios de ligação com esses seres, então a percepção potencial torna-se efectiva, eles começam a falar com os anjos antes de dormir.

É muito importante eles saberem que quando um anjo está presente tudo o que é mau não pode ter força. Para uma criança que está a fazer o processo, esta linguagem dual é óbvia, é muito simples, ou elas têm medo ou não têm medo.

Uma criança psíquica pode ter ataques no quarto, daí a cor pastel ser importante. Uma terrina com água com sal pode ser importante, e, se além de sal a água tiver uma certa quantidade de álcool, o processo do sal é acelerado pelo álcool porque o sal, ao se diluir na água, faz com que a água absorva energias negativas e o álcool volatiliza a energia da água e espalha-a pelo meio ambiente. É como criar um pulverizador de um líquido protector.

Outro ponto é orar com a criança, ensiná-la a abrir-se para os níveis internos e ao mesmo tempo, ciclicamente, convidá-la a fazer uma oração. Isto é, se se fizer oração em conjunto, um dia um, outro dia outro, chega o dia em que ela sabe que é o dia dela fazer oração. Isto é tremendamente eficaz porque activa o lado superior do psíquico e dá à criança uma co-existência espiritual comum.

É muito importante que a mãe ou o pai chamem os anjos com a consciência (não adianta chamar os anjos quando a própria vida da pessoa expulsa os anjos) porque as crianças têm nos anjos o seu principal protector no plano subtil.

Outro ponto é partilhar o mantra “Michael”. Michael tem uma espada e este facto diz muito a uma criança.

Tu dizes: “Eu acho que tu estás com uns problemas com uns seres interdimensionais não muito positivos no teu quarto. Tens aqui “um” com uma espada, se tiveres problemas, chama por ele” E tu explicas que a espada não é para ferir os seres negativos mas para os escoltar para o mundo deles.

Esta expressão: “escoltar as entidades negativas” é muito mais elegante e benigna do que qualquer outra. Na verdade, estes seres superiores não combatem nada, escoltam entidades negativas para as dimensões que lhes correspondem.

Este ser “Michael” tem de se transformar no novo rato Michey e entrar na vida deles como o rato Michey.

As crianças que não trazem esta configuração Índigo, elas trazem na mesma uma consciência que a Terra necessita de transformações profundas.

Quando uma criança que não trás esta configuração convive com um Índigo, a alma da criança está a ser trazida à superfície pela forma de funcionar dos Índigo e, muito rapidamente, ainda que o sistema energético demore mais tempo a acompanhar a transformação do que os Índigo, a osmose é esmagadora!

Os que não trazem este código significa que em vidas anteriores não se auto convocaram com tanta intensidade para transformar a Terra neste momento.

Um Índigo é um ser que, em vidas anteriores, se autoconvocou para ajudar o planeta. Então, a Hierarquia, a lei, manteve estas crianças guardadas para o momento crítico, e, no momento crítico, é como se a Hierarquia abri-se os portais: “Chegou a vossa vez”, e eles nascem todos.

Os outros 20% são crianças que não fizeram essa auto convocação tão forte, mas, por osmose, têm a possibilidade de muito rapidamente atingir a mesma realidade.

O filme Harry Potter já está totalmente em fase com os Índigo. Independentemente de aspectos comerciais, Harry Potter é um Índigo e a história toda é construída para dizer àquela criança: “Tu tens algo de psíquico, tens um dom – no caso, ele é um feiticeiro, um mago – tu tens amigos, há outros como tu. Esta não é a tua família, tens um dom e tens que descobrir esse dom.

Pássaros trazem a carta da escola de magia onde eles têm de ir. Os pássaros aqui significam o mundo angélico que é o mundo mais ligado aos Índigo, sob o ponto de vista interno.

Tens um inimigo, o Voldermort. É um ser que desviou a força para fins egoístas. Tens que te habituar a não ter medo. Tens que confiar em ti, vais ter professores. Tens uma missão.

É um filme que é todo configurado para activar os Índigo à escala mundial.

Há criaturas míticas: centauros; unicórnios, transformações, transfigurações, o bem e o mal estão claramente distintos e, curiosamente, são apresentados como estando na mesma escola. O virar para o fundo de si também está presente.

Os Índigo são assim chamados porque a energia deles está principalmente polarizada no centro da cabeça cuja cor, em termos de irradiação, é azul índigo brilhante e isso é uma cor que atravessa o filme todo.

O próximo filme da Walt Disney que vem aí, conta a história da Ilha do Tesouro, passada no espaço.

Existe um planeta paradisíaco onde há um tesouro. As naves são caravelas tecnológicas com velas que apanham a energia solar. Os piratas são do espaço. O herói é um astronauta. O conto da Ilha do Tesouro vai ser no espaço com extraterrestres e naves.

Este é um filme dirigido à geração Índigo.

Existem alguns núcleos na Walt Disney que sabem bem o que estão a fazer.


André Louro de Almeida                        

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