Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

terça-feira, 11 de outubro de 2011

7º Raio. Vida monástica. Obediência. Castidade. Pobreza. Do 8º ao 12º Raio

O trabalho de se oferecer como base de ancoragem de uma energia superior, este acto de se dar é o acto mais precioso nos nossos tempos. Toda a rede de forças planetária pede o indivíduo consagrado.

A situação do planeta resolve-se através do ser em consagração progressiva e as novas radiações que circundam na Terra utilizam o ser consagrado como chama viva. O ser que veio para ser usado pela energia de transição planetária sabe que está sendo activado porque o seu interior se simplifica, ele começa a gravitar em torno de situações e trocas que contêm a alegria de ser consciente.

Os servidores que são o ponto de apoio da energia de Samana (Crística) disponível para a Terra, ao mesmo tempo que estão entrando numa etapa de Purificação, de superação do que eles não são, eles têm a experiência do “deserto e da sede” como forma de ampliar a sua capacidade de caminhar com os seus próprios pés a partir de uma frequência lúcida, pura, que vem do centro do ser.

O estado de ascese, o processo de não deixar no indivíduo nada que impeça as núpcias profundas, este estado vem a par com a purificação que o indivíduo está a viver.

Esta capacidade de ver “outras escalas” é a tónica do despertar “desse” grupo no planeta inteiro. É a sede que faz com que o indivíduo caminhe até encontrar a fonte que lhe corresponde porque este ser ultra pasteurizado das grandes cidades nem tem consciência da sede dele.

Por detrás do pequeno coração existe um coração gigante, uma montanha de amor e este coração vasto, que o budismo tibetano chama Anura, é a cura do pequeno coração e esta experiência do deserto e da sede é uma forma através da qual o criado em ti reconhece o criador em ti.

Enquanto a minha vida tem cor a mais, o meu ouvido ruído a mais, a minha afectividade tem ornamentos a mais, o meu mental tem cabides a mais para forças mentais a mais, isto não permite a atitude através da qual a Força começa a ancorar no ser.

À medida que estes raios cósmicos superiores começam a atravessar as membranas de desaceleração progressiva, esta mente deverá começar a ficar silenciosa. SENSIBILIZA-TE PELA TUA MAGESTADE E VASTIDÃO INTERIOR.

O símbolo de Aquário representa um homem com um vaso que derrama águas sobre. Este signo significa a transmissão de “vida mais abundante”. Essa chave aquariana de um ser que verte uma ânfora com águas, essas águas são os 5 Raios Superiores que vêm do plano astral cósmico que é regido pelo elemento água.

Nós estamos numa fase em que a personalidade humana necessita de entrar nesse código (7º Raio) porque a porta inter civilizações é composta por essa energia.

A energia entre a civilização galopante que vem de dentro de ti para a transformação planetária e a velha civilização, a porta chama-se: ritmo, disciplina, ordem, pulsação, respiração cósmica, economia espiritual, LEI. O 7º Raio põe “a coisa” no seu lugar.

Quando há 20, 30 anos foi dito que o Hierofante da Nova Civilização era S. Germain, significa que a nova civilização necessita exprimir esse Raio da Liberdade através da disciplina (no Universo liberdade e disciplina são equivalentes). Esse ser (S. Germain) está aplicando esse 7º Raio sobre todas as coisas porque só depois dessa precisão ter descido em nós é que esses 5 Raios Superiores têm vaso para receber essa água da vida mais abundante aquariana. Esse símbolo derramando um novo alento sobre a humanidade e sobre o planeta ainda não chegou. Nós estamos na etapa inter civilizações, o que significa que nós temos que aprender a sintetizar todas as cores deste planeta numa única vibração.

Tudo tem uma coluna oculta na qual tudo se axializa, tudo encontra o seu verdadeiro lugar.

A etapa em que nós estamos é a da aplicação, à escala mundial, desse ceptro do 7º Raio que está conferindo ordem e endereçando todas as forças ao seu lugar de forma a que entre 2008/12 se comece a formar o vaso capaz de receber, directamente, as radiações cósmicas superiores.

Antigamente chamava-se a este estado de entrega de si ao Cosmos e a este aprendizado progressivo na presença, porque estar no deserto e ter sede é uma prática da memória espiritual, o ser aprende a lembrar o que mata a sede, aprende a lembrar-se da sua fonte e é pela sede que tu és levado à fonte, antigamente chamava-se ao processo de Consagração, de fusão com a lei e a este aprender gradual de caminhar na Presença, a vida monástica.

A vida monástica é o voto de viver no nível mais profundo de consciência que o ser consegue conceber. Este estado de extrema simplicidade, de estar despido perante o Cosmos e aprender a SER, e este contentamento de estar lúcido sobre a Terra tem de nos bastar.

Este estado da formação da consciência monástica tinha 3 votos: OBEDIÊNCIA, CASTIDADE e POBREZA. Isto faz o monge. O que é que isto significa, hoje, do ponto de vista da iniciação oculta da humanidade?

OBEDIÊNCIA diz respeito ao plano mental.

CASTIDADE diz respeito ao plano astral.

POBREZA diz respeito ao plano físico etérico.

Isto eram chaves muito simples que eram passadas à consciência dos seres há 1000 anos atrás para eles compreenderem, se afinarem e encontrarem “A PORTA”.

É quando o indivíduo encontra o fio monástico em si que ele pode começar a ancorar essas radiações superiores mais potentes.

Tudo isto (7º Raio) é o trabalho de afinação do ser para a água da vida, para a vida mais abundante. Sem esta consciência de economia (que é no fundo a tradução, na forma, de um profundo amor à essência) a vida mais abundante não pode descer porque ela seria distorcida.

Antigamente ser pobre, em termos monásticos, era renunciar à propriedade privada, hoje, pobreza consiste em um indivíduo ser equidistante de todas as coisas criadas, de tudo o que é material.

Estes votos que antes eram vividos nos corpos, de fora para dentro, hoje, os votos vêm de dentro para fora e actuam no profundo.

Pobreza, hoje, é realmente, um estado de consciência e Castidade significa aprender a distribuir o afecto de uma forma proporcional, equidistante com todos os seres para que o teu afecto chegue a todos e o afecto de todos chegue a ti e é esta partilha de pão astral que gera a vibração da Irmandade. Este pão astral é totalmente incompatível com as paixões, com os apegos.

Pão astral é esta sabedoria emocional de o indivíduo saber dar a cada ser o que ele verdadeiramente necessita e não envenenar com açúcar as relações humanas.

Ser criativo é não permitir que a energia estagne, é ajudar a energia a circular.

O estado de permitir que o amor se liberte de ti sem tu o manipulares, sem preferências, é ao amor impessoal que se chama hoje CASTIDADE.

OBEDIÊNCIA é o indivíduo aprender a viver como o seu Mestre, isso é o voto no plano mental. Se a mente dele se purifica ao ponto de ele querer ser um embaixador do mestre nesta dimensão, então pode-se falar de obediência. Significa o ser se interrogar se aquilo que ele pensa é útil ao Plano. Obediência é renunciar ao gozo da fricção mental e tentar perceber se aquele pensamento constrói ou se é apenas dispersivo. Obediência é eu amar o momento em que a mente se torna um instrumento da luz.

Se este poder material confirma a construção do Reino, tu és um monge no plano físico. Se a minha vida afectiva contribui para a irmandade, há aquilo a que se chama Castidade.

Se a minha vida mental é um instrumento da luz, então existe Obediência.

Quando o ser tem os veículos tomados por esta vibração, eles activam o 8º Raio – cura profunda. É uma energia azul turquesa que começa a estar activada em certos curadores. Trata-se de um centro vibratório novo, situado acima do coração e abaixo da laringe que começou a despertar nas novas crianças. Este centro introduz a cura em nível cósmico.

O 9º Raio é a energia que produz a expansão daquilo que foi o contentamento. O nosso contentamento é como um rastilho para o êxtase (experiência da 9ª energia divina). O êxtase existe sempre mas a Terra não tem vibração para receber o êxtase, então a experiência do êxtase começa agora com o contentamento dos novos monges. O êxtase só é possível quando o ser vive o contentamento como uma pequena chama e a partir daí o divino começa a expandir.

O contentamento é o ponto de aplicação do 9º Raio (êxtase). Todos os místicos da idade média tiveram esta experiência. Isto começa com o cultivar do contentamento.

Nós somos seres demasiado eufóricos e a euforia repele o êxtase.

O ser tem que regressar à chama do contentamento: eu existo, eu vejo, eu sou um embaixador da luz na matéria, eu fui emanado, eu trago em mim uma insígnia celeste.

O 9º Raio é uma lança de fogo que atravessa o coração (como nas descrições feitas por Stª. Teresa d’Ávila) ou o centro da testa e o indivíduo sente-se levitado pela alegria. Existe uma relação directa entre levitação, libertação das leis terrestres e alegria cósmica.

Nós estamos a tentar anunciar uma vasta alegria mas que é tão vasta que os nossos veículos têm que estar purificados para a receber porque senão derretem.

Todo este trabalho do 1º ao 9º Raio visa preparar o ser para a encarnação da sua mónada. O 10º Raio é o que produz a encarnação da mónada, é o raio que faz equivaler o corpo físico etérico ao corpo de luz e no qual o envelope divino, que sempre esteve em torno de ti, é reactivado e ligado a certas linhas e pontos específicos ao longo do corpo e quando isso acontece, a bioquímica, o sangue, o código biológico muda de nível e este 10º Raio produz um translado integral da tua biomassa e com isso encarna o ser maior.

O 10º Raio, que é o raio que activa o veículo divino (Mercaba) abre todo o teu ser em flor.

O 7º Raio produz sintonia com o eixo cósmico e isso é feito através de obediência, castidade, e pobreza e a cura cósmica começa a actuar.

A acção do 8º Raio termina no novo código genético. A agressividade, a competição, as defesas, tudo o que é fruto da “velha coisa” é eliminado.

O 9º Raio actua trazendo a alegria cósmica. Aquilo que para nós é alegria cósmica, do ponto de vista oculto, é uma técnica de elevação de uma oitava.

À medida que o 9º Raio desce e vai activando a alegria em ti, o 10º emerge para fazer encarnar a mónada – Transfiguração.

Transfiguração é a descida directa daquilo que tu és, da essência, aqui, aos veículos humanos.

É a cumutação da identidade e a ruptura do envelope electromagnético que está ligado às matriz de controle, à matriz da lei da morte. Ainda hoje nos nossos genes a imortalidade e a morte lutam uma com a outra, isto é, os genes adâmicos imortais, pirateados por hierarquias caídas, tentando fazer uma humanidade subserviente, perderam o seu poder de imortalidade mas ainda existem regiões em ti que mantêm a energia adâmica.

Este 10º Raio ao transfigurar suspende a antiga fórmula genética e impõe uma nova fórmula. O 8º Raio cria o novo código genético, o 10º Raio, ao transfigurar, activa todo o potencial do ser. O 10º Raio é, ao mesmo tempo, o raio da Mercaba, da encarnação da mónada e da revelação do teu potencial.

No caso de Teresa d’Ávila, a fortíssima energia que descia directamente no corpo astral atingia o físico produzindo fortes reacções sexuais, daí ela não saber quem é que a estava a visitar, este era o ponto dela mas à medida que o trabalho é feito, tudo isto desaparece daí a purificação, daí o 7º Raio, daí a estabilização. Quando essa energia desce, tudo o que ela produz no físico é Ananda física.

À medida que o ser vai vivendo o processo o que fica é a Ananda física, que são as células físicas recuperando a memória do Eden, a memória da divindade que as habita.

O 9º Raio é extremamente magnético, à medida que ele vai descendo, atravessa o 8º, entra pela coroa, vai descendo até se instalar no cóccix, este é o seu ponto de ancoragem, é aqui que começa o êxtase.

No cóccix, onde antes estava o kundalini e a energia telúrica, desce ali uma energia celeste libertando o código genético original que está ainda no cóccix. O nosso cóccix é uma cápsula do código genético da imortalidade.

Os mistérios de Escorpião tem a ver com a vida e com a morte, com a transfiguração, com a alquimia, há muitas referências nas entrelinhas entre a sexualidade e a imortalidade.

À medida que esse 9º Raio vai descendo vai conquistando as telas etéricas e instala-se no cóccix, começa a percutir, a determinada altura explode e espalha uma luz branca, supra planetária, não cármica por todo o ser usando o corpo etérico e a partir daí, as células começam a mudar de comportamento e depois o 10º Raio usa esse cenário para produzir a transfiguração e a ascensão.

O 11º Raio é o raio do voo, da ponte entre o Céu e a Terra. O símbolo alado egípcio de um disco com asas é o 11º Raio porque o 10º Raio transfigura, o 11º desenraíza completamente da Terra, ele dá autorização para sair da consciência terrestre.

O 12º Raio está ligado a Samana e é a energia de esplendor que é descrita pelos Seres Contacto quando são levados a bordo das naves mãe. Esse esplendor é a luz que está atribuída à Terra. O 12º Raio não actua individualmente, ele está ligado à veste nupcial da Terra inteira.

Este 12º Raio, que se pode chamar o Raio da Nova Era, o Raio de Aquário, tem uma energia dourada, é a radiação que deverá descer na Terra inteira.

O 10º Raio rompe a lei terrestre em ti, gradualmente, produz transfiguração no homem.

O 12º Raio produz transfiguração no planeta (há muito material de S. Francisco de Assis sobre o 12º Raio. Quando ele diz: “Das pedras sairão cânticos” isso tem a ver com o 12º Raio, com a veste nupcial da Terra, com a Nova Jerusalém).

O que os Irmãos nos dizem hoje é: “se terminaste o teu dia bem, se o teu dia tem rigor, contentamento, se tem a simplicidade básica dos sábios e se a tarefa do dia chegou ao fim, reúne-te (trás os teus corpos) e contempla”. Ou seja: “cumprindo o 7º Raio (a ordem), o uso possível para cada dia do que sabemos ser o melhor possível, no fim do dia contempla” porque assim como a situação planetária está a chegar ao fim de um dia e o 7º Raio torna-se evidente ou ausente, depende de como as nações, os povos e as pessoas viveram os últimos 2000 anos, assim como o mundo está vivendo um 7º Raio, que necessariamente levará aos 5 Raios Superiores, individualmente, no fim do dia, vive essa passagem.

O ponto de contemplação, hoje, é acima do crânio, onde é possível fazer uma visualização criativa. Essa contemplação tem a ver com essa chama branca sobre a cabeça que é onde está sendo feita a chegada dos 5 Raios Superiores.

Que eu viva estes ritmos orgânicos do dia e que eles, por estarem em sinergia, desagúem naturalmente na Contemplação.

Todo o bom uso dos materiais terrestres conduz à contemplação, donde que, toda a disciplina equivale a Liberdade.

Ao mesmo tempo que nós estamos numa etapa de purificação, para que eu tenha forma de entender essa purificação, que eu trabalhe os votos monásticos: POBREZA, CASTIDADE, OBEDIÊNCIA. Purificação ou vida monástica é idêntico.

Eu uso o prana de uma forma construtiva ou dissipadora? Chama-se RIQUEZA hoje, a dissipar energia, e POBREZA a convergir energia para dentro da Lei. Chama-se CASTIDADE a distribuir o pão astral.

Este processo dos 144000, é um comando que detém, em si, no seu campo vibratório, várias decisões que aguardam toda a humanidade. Decisões dos Irmãos em relação ao futuro. O que significa que muito está decidido mas nem tudo está decidid, e os 144000 são um corpo de intervenção que vem viver algo em nome da LUZ e se isso for vivido, a Lei pode mudar em relação a muitos milhões de indivíduos.

O trabalho que um ser está a fazer nos seus corpos não é nos seus corpos mas nos de centenas de pessoas.

Por André Louro de Almeida                 19/04/2002

2 comentários:

  1. Boa tarde! Encontrei o blog ao acaso. É maravilhoso ,tem muita informação estou encantada é tanta informação , parabéns.

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