Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Sequência de energias. Triângulos monádicos. Energias intraterrenas

À medida que vai acontecendo o amadurecimento de consciência de certos sectores da humanidade, os Irmãos podem contar com um espelho, um grupo, uma família de fogo lúcida, desperta e receptiva ao programa. Ele depende de núcleos, de moléculas de seres despertos, activos, internamente organizados e permeáveis pela luz do Plano.

Existem factos neste planeta que não podiam ser transmitidos, até meados dos anos 80, de uma forma mais aberta à Humanidade.

Toda a consciência é uma operação de ligação entre este substracto substancial no qual o nosso ser existe, e a presença central que contém o poder, o amor e os códigos capazes de transformar totalmente a face de Terra, isto é, a luz. É permitido que uma voltagem, um tipo de incandescência atravesse a nossa consciência ligando estas duas realidades supremas, a substância e o divino. É a nossa consciência que faz a obra. O Plano passa pelo funil da consciência humana. Nós, no sentido ascendente, temos à nossa frente uma via que progressivamente se estreita. Existe este regulador progressivo de frequência, que tem como função disciplinar gradualmente este anel/caos horizontal em que desperdiçamos as nossas energias, e discipliná-lo até que se transforme num anel/cosmos, vertical – Via estreita. Esta via estreita que eu experimento como uma agudização, como uma incandescência progressiva do estado do ser, como um aprumo no estado central de consciência, do ponto de vista das consciências orbitais, dos Mestres, isto é um alargamento para Eles, ou seja, à medida que tu estreitas, a tua consciência alarga, e quando tu estás feito um “palito”, do ponto de vista cósmico, tu és uma lente de retransmissão do Plano, és um transporte interdimensional e eu necessito de aprender a ver a situação planetária e a aplicação da luz sobre ela e do ponto de vista dos Irmãos maiores, também.

Toda a energia superior que desce de certas constelações e que é traccionada para baixo pelas consciências dos Irmãos, não toca a evolução humana sem ser através de vocês. Do ponto de vista do carma cósmico, tu chegas a um Mestre ascenso, retiras-lhe os discípulos encarnados e alguns discípulos nos planos subtis, e Ele, do ponto de vista da evolução humana, torna-se inoperante, fica o impacto da consciência dele sobre a alma humanidade em regiões profundas da consciência, mas não a acção directa sobre a consciência evolutiva no quotidiano, isso é feito pelo discípulo consciente.

Existe a ideia antiga que nós estamos aqui para viver, para usufruir, para explorar, para operar com os elementos do mundo, SIM, para quando um indivíduo se está a transformar psicologicamente, mas quando um ser percebe que ele não vive, mas é vivido por uma centelha central, por um núcleo que, em termos das categorias do ser, está em cima, tu és um discípulo, entras em triângulo com a mónada e a tua hierarquia específica. No momento em que tomas consciência deste facto, tu vives para esse triângulo, para aumentar a circulação ígnea entre o núcleo de consciência tridimensional – a parte de luz do ser total que atravessou a massa cerebral e conseguiu fixar-se nesta dimensão – e o Mestre. Isto tem de ser posto assim, como um imperativo, porque enquanto nós estamos queimando as nossas energias em processo horizontal, as “outras forças” não estão brincando, elas sabem muito bem como agir, têm uma agenda, têm um tipo de progressão geométrica e estão a fazer também o seu trabalho.

Este “curioso” espiritual da actualidade, é um ser que continua focalizado nele mesmo. Quando a tua porta está ali à frente e tu passas do estágio de bater à porta para o estágio daquele que não bate à porta, mas que se mantém silencioso frente a ela, e que eu sei que é o melhor do meu ser que está do lado de lá e que não há nada que possa abrir aquela porta, são outras leis, nesse momento, o discípulo autêntico pacifica-se profundamente, ele aprende a ficar quieto frente à porta que não se abre, ele aceita o mistério dos ciclos, e o tempo, que até então era uma quantidade passa a ser uma qualidade, e a espera, ou a busca, que até então era um processo errático, torna-se num instrumento de amadurecimento em quietude.

É a partir da lente de um discípulo que o Mestre trabalha. Nós somos indispensáveis à acção da Hierarquia. O ser em quietude é Hierarquia porque a quietude corresponde a uma distribuição das forças em anel em torno de um eixo. Para um ser que não encontrou esse eixo, é necessário elaborar, com os complexos de inferioridade e de superioridade, com os medos, com os bloqueios e com tudo aquilo que caracteriza um ser humano, é necessário reorganizar isso da melhor forma possível. Precisamos de desenvolver a certeza que o eixo, por definição, contém o sorriso da Mãe que é a cura do Homem. Foi ela que fez os teus corpos, que teceu a nossa natureza! Esse eixo, essa convexão de força dentro de ti, é a tua via estreita, se ela está à tua frente e ficas a fazer filosofia com ela, fica no nível da informação, agora, se eu sinto esse eixo, se eu ganho essa disciplina de 4º Raio, de ficar alinhado com o eixo, ele transpira uma reorganização supra planetária dos corpos do ser. Se assim não for, não é um eixo, é outra coisa, porque o eixo actua como uma ondulação doce e poderosa que vai tomando posse do consciente, do mental, do mental superior, da região subliminar da consciência e das emoções, gradualmente, e se demorar 20 anos, já é fantástico! Esse eixo alimenta-se do teu olhar. Se eu não me vinculo ao eixo, a coisa não pode chegar até mim, porque é a minha consciência que vai transportar a energia até aos meus corpos. Se a minha consciência está na “Fórmula 1” os meus corpos ficam com a minha consciência nesse nível. O ser actual é extremamente sofisticado, ele põe a consciência e os corpos mudam de vibração. Não foi sempre assim, mas este é o ponto da equação energética na Terra. Pões a consciência na Virgem e os teus corpos entram em energia de Virgem, com o mínimo de perca.

O objectivo deste trabalho é continuidade de consciência. O objectivo de qualquer trabalho espiritual, autêntico, é deixar de existir, ou seja, nós estamos diplomados no nível que este trabalho se propõe. Quando um dia chegamos a uma conferência destas e tu vais-te embora porque não há mais nada para ti, porque tu atingiste continuidade de consciência, isto é, entre uma manifestação destas e a da semana seguinte a tua consciência mantém-se absolutamente no mesmo nível. Se ela não oscila, este tipo de trabalho não significa nada, se oscila, então, estes retransmissores de força são úteis. A grande dificuldade dos nossos Irmãos maiores é conseguir ter seres que consigam reunir uma qualidade de estar, uma dignidade de olhar, de relação, uma nobreza de vida capaz de manter uma continuidade de consciência entre o Ashram e o dia a dia. O trabalho é transformar este ser num fixador dessa continuidade de consciência de forma a se transformar numa concentração do próprio Mestre, nesta dimensão.

Um discípulo é uma agulha incandescente de consciência crística que o Mestre faz penetrar no tecido de evolução planetária. Isto és tu como potencial. Priorizar a vida, organizar o tempo e as forças, criar uma nova economia do ser de tal forma que se torne evidente para o Mestre e para ti que te estás a transformar num vaso do próprio Mestre. Transformar, porque o indivíduo não tem mais onde existir senão no triângulo Mónada/Consciência/Mestre. O indivíduo tenta mas não funciona. Tu sabes que entraste no feixe de tracção de um Mestre porque tentas viver a vida segundo a antiga coisa e não funciona e o preço a pagar é cada vez mais alto.

Então, quando eu chego ao bilionésimo nono “não funciona”, eu paro, fico alinhado e, aí, o Mestre pode começar a trabalhar comigo. O amor da vida por ti é tão grande que mesmo que um indivíduo, por habituação, já não tenha consciência das “cascas”, das camadas de sono, inércia, letargia, indiferença, paranóia, neurose que o envolvem, a acção de vida sobre ti é tão intensa, que o divino vai rebentar a tua porta. Antigamente ele batia à porta, agora, ele faz estoirar a porta, mantendo o teu livre arbítrio. Neste sentido, a vossa vida nos próximos tempos não vai ficar pedra sobre pedra, porque senão continuamos a construir uma equação sujeito/objecto caduca, com o Universo à nossa volta. Todas as definições conhecidas caducaram. As dos físicos caducaram nos anos 50, as dos economistas estão a caducar, portanto, as relações eu/sujeito, mundo/objecto, e a forma como eu defino esta troca, estão a caducar, vem aí uma nova coisa e como tudo o que eu tenho, do ponto de vista da nova definição, é um roubo, é melhor que eu me comece a desligar, já. Desligar significa, eu, na consciência, não estar mais a viver nesta dimensão. Não eu, mas os meus corpos.

Nós estamos a ser educados para distinguir uma família de energias, uma progressão harmoniosa de energias.

Sequência de energias
Todos os seres que estão a despertar de repente, hoje, são discípulos, isto é, são seres que se auto programaram e que aceitaram o desafio de manter continuidade de consciência entre 0s Ashrams e o nível tridimensional, e se a dimensão 3 não está afim no nosso planeta, com as dimensões espirituais, significa que o discípulo vai-se transformando num fogo, que ao queimar, torna os elementos em torno dele sacralizados. E este ser que está despertando agora, começa por entrar em contacto com uma família trina de energias, depois com outra família trina de energias, e, finalmente, com uma terceira família trina de energias. São 9 patamares energéticos.

Primeiro, começa por entrar em contacto com a energia Informação, depois, ou concomitantemente, começa-se a tornar consciente da energia da sua própria alma. Em alguns casos, muito especialmente num país ligado à devoção, ao idealismo e à religiosidade, como é Portugal, pode acontecer o contrário, o ser nasce já com uma profunda consciência da energia da sua alma e a energia informação vem a seguir. Mas a sequência normal é: energia Informação; energia da Alma; energia da Alma Grupal (alma/grupo a que ele pertence), 3 níveis energéticos.

Depois começamos a ser visitados pela energia Mónada, a seguir pela energia Intraterrena e a seguir pela energia dos Conselhos e, finalmente, entramos em contacto com a energia Nave, que conduz à energia Mercaba, que conduz à energia Estrela.




                                                      INFORMAÇÃO 


                                                      Energia: ALMA 

                                                                               ALMA GRUPAL 


                                                                                 MÓNADA 

                                           Energia: INTRATERRENA 

                                                                           DOS CONSELHOS 


                                                                                    NAVE 

                                                Energia: MERCABA 

                                                        ESTRELA


A partir da energia Estrela temos à nossa frente portais siderais.

O que vai ser aprofundado não tem nenhuma utilidade para um ser que não esteja minado por uma profunda insatisfação existencial. Os seres que estão satisfeitos com a sua situação como um todo, não têm absolutamente nada para assimilar. A energia Informação, ainda que impacte directamente na mente, já é uma energia.

Nas nossas vastas bibliotecas de assuntos exotéricos, contam-se pelos dedos de uma mão os livros que contêm energia. Então, a primeira coisa que estes grandes seres que nos acompanham procuram desenvolver em nós, é a capacidade de eu distinguir livros e informação saturada de energia, ou informação produzida no plano mental para alimentar o próprio plano mental.

A informação que contém energia, vem de um impulso que está, no mínimo, no plano intuitivo, desce às regiões do vocabulário do autor, demora-se o mínimo na horizontal e depois sobe rapidamente e nós percebemos que num capítulo dum livro o autor começa por falar de algo muito abstracto depois desce, tenta explicar algumas coisas e se for um autor muito mental, até justifica, argumenta, explica, dá referências e depois, rapidamente, à medida que o capítulo chega ao fim, ele tenta retornar de novo a afirmações energéticas puras.

Claro que existem livros herméticos que nem descem, estão todos no plano intuitivo, a pessoa abre e aquilo é para ela ou não é. Isto é o primeiro trabalho que diz respeito à consciencialização de que a informação pode ser portadora de energia ou pode ser estéril, e com esta, nós vamo-nos aborrecer solenemente.

A seguir a uma etapa de assimilação de energia informação, nós somos trazidos cada vez mais ao seio do abraço interior. Quando o ser é preenchido por gratidão, tanto pelos que o apoiam como pelos que não o apoiam (a gratidão tem que chegar ao nível de eu agradecer pelos que eu acho que são os meus inimigos, isto é a energia da alma).

Enquanto eu estou à espera que o Universo se encaixe nas minhas categorias estáticas, eu estou ao nível da personalidade, passo para o nível da alma quando eu agradeço pelo péssimo – isto não é fácil! Só que é facílimo para o ser em quietude.

Esta energia da alma, neste segundo estágio, o ser tem a certeza final de que está a ser preparado para. A vida dele transformou-se numa sucessão de ciclos significativos. A partir de uma certa fase de estar estável na energia da alma, somos trazidos, internamente, ao contacto com o veículo grupal que nos pertence. Estes grupos são sempre grupos de almas. Um grupo é um facto extremamente difícil de estabilizar em termos perceptuais e que existe pairando lá em cima num patamar, num plano de luz e tu percebes que um determinado ser pertence ao teu grupo de trabalho, porque quando o encontras sentes paz, identificação, alegria, mas essencialmente, que a energia sobe e não consegue descer. Também podes chegar a um sítio e já lá estarem 200 seres sentados, bem, aí é grave, porque entra tudo num outro regime, o trabalho do núcleo já está na etapa da revelação e vai-se manifestando em função da média de vibração das personalidades, mas o ponto central é que te manténs em alinhamento sem esforço, sem conflitos (bom, vão surgir conflitos porque estamos a ser servidos por “dois senhores”, mas estes conflitos são o húmus que dá origem às flores mais belas) aquilo corresponde a uma frequência e a característica que estás a fazer o trabalho que te é pedido é: total ausência de compulsão, de esforço, de conflito, tu entras em azul cobalto iridiscente e desligas tranquilamente sem que as funções críticas, o poder de análise do teu ser sejam adormecidos, tudo o que o mental acha que é importante permanece simplesmente tu entras numa paz e num nível de hiper estabilização que não consegues produzir de outra forma.

Quando ficas estável na energia do teu grupo e encontras a paz e espontaneamente emergem dentro de ti as qualidades que tu tantas vezes procuras-te e não encontras-te, e quando o teu coração, as tuas mãos, os teus olhos se abrem e tu realmente partilhas de irmandade com os outros seres e descobres que não há agressão no ar (isto é fundamental num grupo autêntico) porque as pessoas aprendem a baixar as defesas e vai-se criando uma telepatia grupal.

Um grupo não se mantém sem telepatia grupal e não há telepatia grupal sem amor e não há amor onde houver agressão. Tu sabes que estás perante um núcleo de trabalho sério, porque não há a mínima necessidade de te agradar. Sempre que chegares a um ambiente e alguém te tentar seduzir, cuidado! Tu estás estável, nobre, maduro, adulto perante a situação e com essa nobreza, com essa agilidade, com esse amadurecimento tu percebes: “eu estou saturado de energia” É isto.

Quando um ser se tornou estável no nível da alma, ele começa a entrar em contacto com a energia da mónada e aqui as coisas mudam de figura.

Antigamente cada vez que a Hierarquia impulsionava um vaso de ascensão colectiva, nascia uma civilização. Eles fazem descer 3 ou 4 na zona tribal da Suméria, e aquelas tribos reúnem-se e nasce a cidade de Ur. Ur, há 6000 anos, no crescente fértil, é a tradução, exterior, de uma ordem interna, daí o magnetismo, as várias revelações tecnológicas, etc.. Hoje estamos mais leves, já podem acontecer vasos de ascensão colectiva sem que dê numa civilização.

Quando começas a sentir a energia, a vibração da tua mónada, começas a ter acesso aos triângulos, ou hexágonos monádicos. A mónada é um concentrado do divino, a alma é a consciência de adaptação entre Deus e a possibilidade de vida todos os dias. A alma dá o impacto maciço, dourado, do divino à irregularidade existencial, funciona como amortecedor. A alma está constantemente a regular os impulsos do divino, a adaptá-los à necessidade da vida. Um dia, alegria, outro dia, angústia, a alma está constantemente a adaptar e a enviar sinais, é um fusível.

A mónada é a origem de toda a experiência e é a esfera que não tem nome, não tem entrada. Ela existe em molécula com outras mónadas, faz uma constelação monádica. Então, tu estás aqui e uma mónada que pertence ao mesmo grupo de mónadas que tu – um triângulo, um hexágono, ou configurações mais complexas – pode estar no Peru, nos Açores ou nesta mesma sala também e tu percebes que estás a ser permeado pela energia da mónada, porque começas a viver várias personalidades ao mesmo tempo e isto é que significa grupo monádico.

Enquanto que em nível de personalidade as diferenças, as cores, são fortíssimas por contraste uns com os outros, e o sinal principal da energia da alma é a fraternidade, a irmandade, o abraço, o bem estar, o equilíbrio, a inter ajuda e a harmonia, a vibração da mónada, quando emerge em ti, começas a perceber que a mesma vida que há em ti respira através de um outro ser e de outro, e de outro, e que existe uma identidade cósmica que os une e que tu pertences a uma família de fogo, composta por 5 ou 6 e que se começa a abater sobre ti uma paz que, por mais que o indivíduo queira afastar-se dessa paz já, não pode. O toque da alma é a irmandade, a consciência de que somos muitos, de que não estamos sós no caminho. O toque da mónada é de que não somos muitos, somos UM. Começas a responder à vibração “entidade cósmica” e não à vibração “identidade evolutiva”.

Uma entidade cósmica é. Uma identidade evolutiva está.

Quando tu entras na consciência do uno e trabalhas para manter essa consciência, e aspiras à consciência da vida una, já não é uma questão de bem estar e muito menos de terapia alternativa. A vibração “o uno” é a intensidade que tu sentes quando tens um ser que faz triângulo monádico contigo – 3 seres encarnados fazem triângulo monádico.

Estes núcleos monádicos não existem para dizer ou para manobrar nada. Eles existem para vibrar o uno na multiplicidade. É nesta consciência do uno que podemos ser apresentados à consciência intraterrena.

O planeta contém centenas de portas inter dimensionas de média frequência, algumas dezenas de portas dimensionais de alta frequência e todas se dirigem a 12 civilizações paralelas.

A energia intraterrena não reconhece a boa vontade, nem a aspiração espiritual, nem a maior parte da invocações que nós fazemos ao alto (reconhece algumas) mas reconhece a capacidade que eu tenho de me desdobrar para além de mim mesmo e de observar o Universo com olhos impessoais.

A porta dos mundo intraterrenos é a impessoalidade, não a antipessoalidade, nem a contrapessoalidade, porque isso é destrutivo da construção humana, mas o que acontece depois da construção humana, ela está ali à tua espera.

Quando o indivíduo começa a estar estável na resposta à energia da mónada, começa a ser trazido para a aura do núcleo intraterreno que lhe corresponde.

Depois que o ser deixou de se distrair com livros e encontrou os 5 ou 30 livros que realmente lhe correspondem, passa para o nível de alma estável.

Depois de ficar estável no nível da alma é que ele encontra o grupo de almas ao qual pertence.

Depois de ficar estável no grupo de almas, quando a cabeça dele deixar de pensar bem ou mal dos seus irmãos, – grupo de almas é amor e unidade na diversidade, é irmandade. E um ser que não é capaz de fazer uma crítica lúcida e ao mesmo tempo irradiar amor, dizer não com a mente e sim com o coração, não pode estar estável num grupo de almas. Isto é a chave básica para os planaltos dos grupos de almas porque a alma domina o coração e tu manténs-te em fase com o coração do ser que está à tua frente ainda que a tua mente diga: “não concordo com este método; não me identifico com o que estás a dizer; não acredito nisto”, mas o coração permanece no registo mais alto possível. Quando isto está fortalecido num grupo de almas, começa a descer a energia monádica.

À medida que o ser se estabiliza na consciência do uno, chega às portas dos mundos intraterrenos e é neste momento que a cura cósmica actua sobre ti, pode haver episódios antes, em que a cura cósmica irá actuar, mas a cura total, a anulação completa de toda a desarmonia dos veículos, acontece na aproximação aos mundos intraterrenos, eles guardam o segredo da cura cósmica neste planeta. Com certeza que os anjos também, mas eles ligam, transportam, activam, agora, os laboratórios de cura, as câmaras ocultas em colinas, montanhas, onde a cura cósmica é desenvolvida, e a possibilidade de tu adormeceres numa tenda, tranquilamente, fazendo campismo à beira da montanha e acordares no dia seguinte sem um cancro ou uma miopia, ou uma neurose, isto é guardado nos laboratórios intraterrenos.

Depois da etapa intraterrena ter sido consolidada, tu começas a perceber que não és mais o ser desta civilização. Tu és a ponta de um icebergue e vários seres coligados contigo, nos planos subtis, não estão nem são de cá e já nem têm átomos semente que lhes permitam agir com a substância evolutiva da superfície da Terra. São intraterrenos.

Muitas pessoas aqui têm coligações intraterrenas importantes, só que elas só serão activadas no momento em que o indivíduo consegue estabilizar-se no serviço evolutivo superior, na união central, na oração pela oração.

A energia intraterrena é a energia que, ao permear um ser, o faz tomar consciência profunda de que a nossa civilização é um episódio da história planetária.

A energia intraterrena, sempre que vem à superfície, veste-se de roupagens essénicas, todas as comunidades essénias, ou as comunidades monásticas do Peru, são manifestações directas da energia intraterrena. As civilizações são instrumentos do Logos planetário, e a nossa civilização helénica/cristã, desenvolveu, em termos aristotélicos, um certo poder sobre a matéria, em termos platónicos, deveria ter desenvolvido uma certa contemplação e fixação da luz e em termos cristãos não deveriam estar a morrer três crianças de fome, por segundo, na Terra. A nossa civilização, na prática, é aristotélica, vamos dominar o mundo da forma mais inteligente.

Quando a energia intraterrena atravessa o teu ser, tu olhas para esta civilização como um instrumento de trabalho do Logos planetário. É a partir da conexão com a energia intraterrena que se dá a formação das linhagens monádicas. Não existem curadores, sacerdotes, guerreiros, governantes, espelhos, sábios ou monges antes deste nível. É às portas de civilizações intraterrenas que o teu dom como emissário, é acordado. Se és um curador, é nesse momento que emerge, antes, o indivíduo está a brincar com prana.

A seguir à vibração intraterrena começamos a contactar os conselhos. Os conselhos são tribunais planetários. Um tribunal planetário é um conjunto de anciãos que define se existe autorização ou não para tu seres levado a bordo de uma nave. Entre consciência intraterrena e consciência nave estão os conselhos. São os conselhos que decidem: “levem lá o Elias numa carruagem de fogo, deixem-no ao pé do profeta Ezequiel”; “metam o Jonas dentro duma baleia” (depois logo se vê o que era a baleia afinal). Isto é um assunto fundamental para percebermos os próximos 15 anos deste planeta.

É um conselho, um tribunal de amor, um grupo de anciãos que decide que aquele ser entrou em estabilidade emocional o suficiente para ser levado a bordo de uma nave.

Então, os conselhos são a porta planetária. A porta desta civilização são as civilizações intraterrenas. A porta do planeta são os conselhos.

Por André Louro de Almeida                     02/06/2001

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