Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A Morte – Um Amanhecer Parte IV


Quando nós começamos a compreender que é pela morte que se sai da tumba e não que se entra na tumba, quando chegamos a este nível de liberdade, a tendência é para ajudar, o mais possível, a alma a atrair a parte encarnada para si. Nesse contexto, a cremação é o ideal, mas a cremação não deveria ser feita antes de 72 horas. Os fluidos subtis ligados ao sangue também fazem parte da evolução planetária e levam 72 horas até que esse hímen subtil que está associado à matéria sanguínea (estes 5 litros de sangue foram animados, durante décadas, pela vibração do eu superior e não desce um fio de prata sobre mais nada neste planeta senão em nós. Isto é, o cordão umbilical espiritual que liga a mónada aos corpos é único no reino humano).

A actividade, durante décadas, desses cordões de luz foi a de espalhar luz por todo o corpo através da mónada usando o cordão de prata e o nosso sangue tem escrito, nos seus cristais, o teu nome cósmico (o sangue seco observado ao microscópio forma cristais em forma de estrela de David e as combinações desses cristais de sangue têm o código da tua alma, isto é, o verbo que te anima. O nosso sangue é codificado com a informação da nossa mónada e da nossa alma).

Quando um ser desencarna existe um fluido luminoso extremamente belo que se começa a separar da massa sanguínea e esse fluido demora 72 horas a ser totalmente drenado.

Os próprios órgãos contêm os seus tesouros de luz, assim, um ser que morreu há três horas não é uma coisa morta, ele tem fluidos eléctricos, electromagnéticos, subtis, astrais, vibratórios, tipos de prana que estão residentes e que levam 72 horas a ser totalmente retirados pelo próprio poder dos fotões solares porque isso é um material superior. Esses fluidos são conduzidos a reservatórios de vibração.
A cremação é o ideal porque ela revela para o ser desencarnado o quão o corpo dele é uma forma pensamento, é um jogo de forças e apenas uma formação momentânea de funções e à medida que ele viu o corpo queimar-se (e isto é preciso que o ser não tenha desencarnado já completamente bem) ele é liberto. O poder do fogo corta as últimas ligações à matéria. Por isso é que em todas as culturas onde existe uma percepção razoável do processo oculto da morte se faz a cremação e não o enterro (e depois temos o Tibete em que os corpos são dados a comer às aves. Há informação nova que indica que matéria humana não deve ser reintegrada ao reino animal. A matéria humana é um nível muito específico, é substância iniciada, os nossos corpos não são substância comum, então eles não deveriam passar por mecanismos de decomposição como o do aparelho digestivo dos animais).
No caso dos índios, ao colocarem os corpos em nível aéreo, os fluidos saiem muito mais rapidamente pela acção do Sol ou pelas correntes atmosféricas.

A cremação liberta o ser que desencarnou da associação com o corpo. Enquanto que no enterro, se aquele ser não conseguiu fazer uma distanciação suficiente, ele ainda tem referencial geográfico do corpo dele (ainda está num sítio) daí a mitologia de que os cemitérios não são sítios muito saudáveis. Além disso, quando se enterra um corpo, todo o processo de decomposição atrai elementais do plano astral denso. O que acontece no processo de queima é o oposto, não fica nenhum referencial que possa atrair elementais densos, donde que, do ponto de vista esotérico, é muito mais puro, é o poder do fogo que liberta esses partículas.

Quanto mais cuidadoso for o trabalho de facilitação do ser que desencarna menos probabilidade há de ele se identificar com o corpo. É muito importante quando se trabalha com um ser que está no fim da vida facilitar a desidentificação com o corpo.

No caso de um ser que está a desencarnar, podem-se fazer certos exercícios como por exemplo: pôr um objecto leve de papel ou um copo numa mesa ao lado da cama e dizer ao ser para ele se manter imóvel, fechar os olhos e visualizar uma mão de luz que está a apanhar o copo. Portanto, ele fecha os olhos e visualiza que apanha o copo com o seu corpo astral. O que acontece é que ele já está a aprender a sair do corpo antes do momento de desencarnar; ou convidar o ser a pôr-se de pé sem se levantar (isto é algo muito curativo para um doente terminal porque ele está já a fazer esse processo naturalmente, não é uma violação da lei trabalhar com ele exercícios suaves de saída do corpo), pôr uma música muito cuidadosa e depois pedir-lhe para ele ir até ao canto do tecto do outro lado da sala – claro que temos que ter um doente terminal muito especial mas eles vêm aí, as pessoas que estão em transição e querem viver este processo conscientemente.

Se estes exercícios de desidentificação com o corpo são bem sucedidos, enquanto o ser está do lado de cá, se o facilitador disser: “vou escrever um número com um marcador e vou pô-lo na sala do lado e tu vais lá ver”. Se é um doente terminal, a probabilidade de ele durante a noite sair e ir ver o número, voltar e dizer-te na manhã seguinte qual era o número, é razoável. Se ele te disse: “É o número 4” e tu vais lá dentro buscar o número 4, ele sabe que está a começar a sair do corpo e isto, do ponto de vista da eliminação da ansiedade é imensamente benéfico. Ele começa a ter uma forma objectiva de avaliar o quão ele não é o corpo. Facilitar a desidentificação através destes pequenos exercícios é muito libertador, é como se o ser, no momento de desencarnar, fosse viver em definitivo aquilo que ele já estava a experimentar nos 15 dias anteriores.

Há uma imensa subtilização da Terra, ela hoje é um elevador de luz, está rapidamente a subir de dimensão, então, muitas leis que eram válidas há 100 anos atrás não são mais hoje. Isto significa que um suicida (ele pode-se suicidar por um profundo ideal dentro dele, há pessoas que se suicidam desencantadas com o mundo, os suicidas não são todos iguais e antigamente colocavam-se os suicidas todos na mesma “caixa”) se o suicídio vem de uma percepção de um outro mundo, se há uma esperança utópica que não foi correspondida, então há um ideal dentro dele e por esse fio de ideal ele tem possibilidade de muito mais rapidamente sair da condição de inubelamento em que ele fica após a morte. Agora, se o suicida é passional, meramente existencial, horizontal, aí é muito mais complicado mas mesmo assim ele não tem que ficar aqueles anos todos porque o planeta está em subtilização e um dos planos que está a ser lavado pelas naves que estão a fazer a reciclagem dos vários veículos da Terra(porque uma nave laboratório não lida com pessoas, lida com o planeta como um todo), elas estão a elevar a vibração astral da Terra. Para isso Eles tiveram que abrir as portas do baixo astral de forma a que haja um período de lavagem (é como lavar os estábulos). Isto é, foi dada autorização para que forças densas pudessem-se libertar e apoderar de povos, de empresas, de uma forma muito densa e muito legível para quem souber ver.

Essas forças involutivas estão no canto do cisne neste momento. Quanto mais elas berrarem mais elas estão no fim, quanto mais estridente, agressiva, barroca for a expressão do mal mais isso significa o canto do cisne porque Eles abriram os porões, as “coisas” vêm, têm um tempo e à medida que elas se vão expondo, vão sofrendo o varrimento de limpeza profunda que as naves laboratório estão a operar sobre o plano astral terrestre.

As pessoas que trabalham com catarze, com fenómenos de transmutação, com alquimia, têm consciência do que isto significa à escala planetária. Nós estamos numa fase alquímica de libertação do planeta.

Por André Louro de Almeida            02/02/2002

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