Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Câmara dos Espelhos - Juiz Interno - O Trabalho de Shamuna

O campo electromagnético da Terra, nos últimos anos, desceu de 4 Gauss para 1.6 Gauss (medida alemã para a capacidade de vibração electromagnética da atmosfera).

Desde 1992 até hoje, o campo electromagnético da Terra sofreu uma anormalidade, do ponto de vista científico, difícil de explicar.

Esta descida ainda não terminou. Significa que se o ritmo de atrofia ou retracção do campo electromagnético da Terra continuar no ritmo em que tem estado, é provável que não haja campo electromagnético nenhum no prazo de 7, 8, 9 anos.

Esta anulação progressiva do campo electromagnético da Terra foi experimentada artificialmente por astronautas soviéticos nos anos 70. O campo electromagnético artificial das estações da Soyos foi desligado durante horas. A bordo da Soyos, a partir de uma certa altitude, estão no nível da magnetosfera, em que não há praticamente actividade magnética. A única forma de se existir a bordo é a utilização de campos electromagnéticos artificiais produzidos por baterias eléctricas. Mas, vá-se lá saber porquê, o governo russo achou importante fazer experiências de desligar os campos electromagnéticos artificiais a esses astronautas e os resultados é que, durante as primeiras horas, eles tornavam-se bastante irritáveis. Numa segunda fase, passavam de um quadro de irritabilidade para um quadro de desobediência em relação à estação terrestre e de agressividade. Numa terceira fase, que só aconteceu com 3 ou 4 astronautas (esta informação não está publicada na história da astronáutica), enlouqueceram.

A partir de um certo número de horas sem nenhum campo electromagnético, nem terrestre nem artificial, os astronautas perderam a memória, entraram em amnésia e enlouqueceram.

Neste momento as pessoas que estudam as migrações das aves estão a registar, cada vez mais, rotas erráticas em certas espécies. As aves são portadoras de uma bolsa à altura do crânio, na parte frontal, onde é recolhida uma certa quantidade de materiais metálicos que reagem ao campo electromagnético da Terra. Significa que as aves têm uma bússola natural que, em combinação com o sistema endócrino, lhes dá autênticos mapas para elas se movimentarem na atmosfera.

Neste momento há muitas espécies que estão a ter comportamentos erráticos o que indica uma forte perturbação no campo electromagnético terrestre ou, simplesmente, uma perca de voltagem desse campo. Isto também é verdadeiro para as baleias que aparecem mortas em grandes quantidades nas praias. Elas estão seguindo certos rumos magnéticos que, subitamente, não estão lá mais. Isto faz com que elas se percam ou se vejam envolvidas com outro tipo de correntes.

Outro ponto é que em 1999 houve uma perturbação na magnetosfera da Terra, extremamente grande, e o pólo sul magnético deslocou-se 17º em relação ao ponto em que costuma estar e depois voltou para o mesmo ângulo. Este deslocamento fez com que a maior parte dos voos e dos pilotos que estavam em curso tivessem que utilizar sistemas de pilotagem e de aterragem manuais.

A maior parte das torres de controle do hemisfério sul e os respectivos aviões tiveram que recalibrar as suas bússolas para se ajustarem às novas condições do pólo sul magnético, ainda que ele tenha voltado ao lugar.

O que a população mundial está a sentir é uma dificuldade cada vez maior de utilizar o cérebro. Isto implica uma aceleração na percepção do tempo (dia de 16h), perca de memória em relação a factos vulgares (datas, recados – memória não significativa). Já estamos a entrar numa amnésia razoável ao nível da memória imediata.

Outro sintoma é o facto de as pessoas estarem a acordar mais cansadas do que se deitaram, uma incrível dificuldade em conciliar o sono, pressão nas têmporas, dores de cabeça constantes, dificuldade de coordenar os movimentos, dificuldade de fazer passar uma ideia para o plano da acção, sonolência, inércia, passividade.

Outros sintomas são: bolsas de imensa ansiedade que imergem não se sabe de onde; enormes ondas de ansiedade que vêm do centro sexual (ligação à vida) atravessam rapidamente o plexo solar e instalam-se no coração; angústia desligada de qualquer experiência concreta; dificuldade de conciliar o sono e de realmente descansar. É cada vez mais difícil só simplesmente descansar. É como se quando uma pessoa tenta descansar começa a acumular um elemento dinâmico negativo que a inquieta. Daí muitas pessoas não conseguirem dormir e outras acordarem mais cansadas do que quando se deitaram.

Além da angústia e da ansiedade um outro sintoma é a busca de significado. A solidez dos conteúdos morais, éticos ou filosóficos, para não falar das ideologias que morreram já há 10 anos, mas ficaram esses conteúdos e é como se eles tivessem entrado em estado gelatinoso e pudessem passar a um estado líquido a qualquer momento.

Em 2000 a Terra entrou num período de obscurecimento na luz, que é diferente de dizer obscurecimento nas trevas, e é diferente de dizer luz na luz ou luz nas trevas.

Um obscurecimento na luz é a condição necessária para que a humanidade entre naquilo que as profecias Maias chamam “a sala dos espelhos”. Isto é, uma antecâmara de um alto poder psíquico que faz com que cada ser se veja ao espelho. O que os Maias, na pessoa do avatar Kukulcan disseram, é que a partir de 99 toda a humanidade entrava na câmara dos espelhos.

Essa câmara dos espelhos acontece ao mesmo tempo que se dá o esvaziamento do campo electromagnético terrestre e ele acontece por dois motivos. Primeiro porque a Terra respira constantemente mudança de polaridade – pólo norte, pólo sul magnético e a forma como ela faz essa mudança dos pólos é exactamente como um coração.

Depois de um ciclo de expansão da magnetosfera, ela contrai-se cada vez mais e entra em zero. Depois expande novamente mas a parte eléctrica positiva já está no sul e a parte eléctrica negativa está no norte. Inverte os pólos. Isto é uma realidade geofísica.

O que se passa é que, ao mesmo tempo que a Terra está a fazer esta contracção, a humanidade não está a saber criar um campo magnético que funcione como uma arca de Noé sobre o desligar momentâneo do campo electromagnético terrestre.

Todas as civilizações que sobreviveram a estas contracções do campo electromagnético da Terra tinham descoberto como gerar o seu próprio campo vibracional superior que se sobrepunha à contracção do campo electromagnético da Terra. Por outro lado, o Sol, do qual o nosso coração é um holograma, está a receber aquilo a que os Maias chamam (?)

Cada período de 5.000 anos estes raios sincronizadores, que vêm do centro da galáxia, fazem com que o Sol receba um impulso de vida logóica muito mais poderoso, de repente.

A primeira reacção física do Sol passa-se ao nível da combustão e é caracterizada por emissões, cada vez maiores, de explosões na coroa, vento suão, emissões de raios X e Gama e esse vento solar vem carregado de partículas extremamente excitáveis. Quando essas partículas entram em contacto com a atmosfera da Terra electrificam-na muito mais. Quando as partículas que são transportadas pelo vento solar entram em contacto com a ionosfera dá-se uma sobrecarga eléctrica.

A partir de 99, mais uma vez, foi detectado um início de um ciclo de actividade solar anormal que está fazendo com que a Terra esteja sendo carregada de electricidade ao mesmo tempo que o seu campo electromagnético se contrai.

À medida que o íman terrestres está a perder carga, a atmosfera tem vindo a ganhar uma carga eléctrica cada vez maior vinda do Sol, o que faz com que a necessidade de descarga da atmosfera seja muito maior.

As formas de a atmosfera descarregar a electricidade que acumula pelo vento solar, geralmente são: tempestades, relâmpagos, furacões, ciclones. Claro que os furacões têm origem na temperatura da superfície do mar mas se a atmosfera estiver super carregada, a violência desses furacões é muito maior.

A probabilidade desta exposição da Terra a lençóis de energia absolutamente anormais continuar, é toda. O que significa que, provavelmente, o resultado será a acumulação de cargas tão colossais na atmosfera que todas as tempestades sazonais conhecidas podem entrar num nível das chamadas supra tempestades.

Essa passagem já estava contida na visão dos Maias. Eles disseram que, ao mesmo tempo que o núcleo da galáxia ía enviar um raio sincronizador, aumentando indefinidamente o poder de ejecção de campo do Sol, a Terra iria sofrer o impacto directo sobre si e que esse impacto iria gerar super tempestades.

Como nós trabalhamos com consciência pura e com a energia crística, na medida em que isso nos é possível, nós não nos ocupamos dos aspectos negativos deste tipo de profecia. O que nos interessa é isto: a mesma visão afirmava, e todos nós sentimos, que a partir de 99 a humanidade entraria nessa sala dos espelhos. Ou seja, ao mesmo tempo que a carga na atmosfera aumenta e o campo electromagnético diminui, e com esta diminuição a nossa capacidade de usarmos o nosso cérebro com base na sustentação eléctrica da Terra começa gravemente a diminuir. A humanidade, por lei, teria que entrar num regime psicológico no qual toda a gente se vê a si mesmo. E a expressão interna ligada à grande tradição primordial é que, no fim de um grande ciclo, cada homem, cada mulher será o juiz de si próprio. Não vai haver nenhuma espada a separar a humanidade à esquerda e à direita, nem nenhum anjo, nem nenhum arcanjo terrível no alto dos cirros e dos limbos e das nuvens castigando, julgando, e assim sucessivamente.

Para que cada um possa ser o juiz de si próprio, os gatilhos que prendem o ser humano em funcionamentos que são da sua essência, mas que são funcionamentos e comportamentos adquiridos, registados ao longo de séculos e que ficam funcionando em nós como discos de música no automático, esses funcionamentos repetitivos teriam que ser terminados.

Parte da absorção do campo electromagnético terrestre, uma das consequências é que, ao mesmo tempo que as pessoas têm mais dificuldade, por um lado em utilizar os seus cérebros, sentem-se aparentemente muito mais livres para encontrarem a sua própria solidão.

Esse campo electromagnético terrestre contém tudo aquilo que nós chamamos normalidade. A normalidade e o senso comum são traduções no comportamento das nações dessa base que é o campo electromagnético terrestre. À medida que este campo se vai embora, a pilha que sustentava os comportamentos ditos normais também vai embora e entramos numa fase em que cada ser humano, quer queira crescer quer não queira, quer enfrente o terrível desafio da liberdade quer não enfrente, tem as bases da normalidade abaladas, o que significa que estamos numa fase em que todas as experiências, todas as hipóteses, todas as faces que cada um de nós pode ter ou vir a ter, vão passar à nossa frente no próprio espelho.

Estar na câmara dos espelhos, para a humanidade inteira, significa que é muito mais rápido para cada um de nós produzir o mal e o bem, e é muito mais fácil, à escala internacional, produzirem-se grandes desastres políticos, sanitários, militares, éticos e também nunca foi tão simples termos a oportunidade de prever esses desastres.

Estar na sala dos espelhos significa que, lentamente, secretamente, gradualmente, a humanidade e cada um de nós, foi levado, quase sem dar por isso, ao deserto. Exactamente o mesmo deserto onde Cristo e “o outro” se encontraram para fazer contas à vida.

Esse encontro entre Cristo e o “príncipe”, para a Hierarquia, para os Mestres, já está feito, mas, para a humanidade como um todo, este é o momento.

Por estranho que pareça, esse Cristo e esse “príncipe” não se vão encontrar nas Nações Unidas nem se vão encontrar vestidos de povos limpos e povos sujos. Esses dois vão-se encontrar nesse espelho dentro de nós. O que significa que, gradualmente, a humanidade inteira está a ser empurrada para uma crise de consciência magnífica, sem a qual não é possível atravessar o minúsculo pontinho vibracional que faz a ligação entre as duas ampulhetas: a da Terra de 3ª dimensão e a parte da ampulheta da Terra de 4ª dimensão.

Se puderem visualizar uma ampulheta com dois planetas, em cima está a Terra de 3ª dimensão e entretanto o campo electromagnético está-se a escoar. Quando não houver nem mais um grão a Terra fica 72 horas sem sustentação electromagnética natural. Pelo menos é o que indica esta descida de 4 Gauss para 1.6 Gauss e este dado já é relativamente antigo, tem 4 ou 5 anos.

Esta ponte entre os dois mundos é feita por cada um individualmente. Do lado de lá está a Terra de 4ª dimensão.

Do lado de lá como?

A Terra inteira está a entrar em algo parecido com um crash de computador. Os sistemas estão a falhar. Esse escoamento do campo electromagnético coloca cada vez mais um desafio poderoso a cada ser humano, mas nós não conseguiríamos sequer compreender o desafio se não tivéssemos a oportunidade colectiva de entrar nesta sala dos espelhos, em que cada líder de cada nação, cada mãe, cada artista, se pudesse encontrar com a sua própria sombra, em que cada ser humano tem de se ver ao espelho, e ao se ver ao espelho tem a oportunidade de se ver de uma forma científica, o que faz o bem e o mais ou menos. E não há ninguém por perto para lhe dizer o que é o bem e o mal.

Só quando cada um de nós for levado a uma percepção exacta, científica, do bem e do mal e isto já foi tentado na segunda Guerra Mundial, foi nessa altura que a humanidade pôde ver o bem e o mal do ponto de vista da Hierarquia. Agora, trata-se de cada ser, individualmente, ser levado a um espelho onde dentro dele percebe, de uma forma não emocional, sem ranger de dentes, sem culpa e sem medo, mas também sem elementos de distracção e auto comiseração, ele é levado a ver, a assumir o seu próprio juiz interno, que não é o super ego de Freud, mas um juiz que vem de uma câmara superior de nós mesmos e que desce sobre nós para ver connosco.

Isto está a acontecer com as grandes nações do mundo, elas já estão frente ao espelho. O G8, o Conselho de Segurança das Nações Unidas, os países mais ricos, o clube nuclear, o FMI, estão a ser levados a uma condição em que têm de facto de se ver a si mesmos.

Observem a incrível quantidade de energia que nós consumimos diariamente quando não nos vemos a nós próprios para conseguirmos manter uma visão não científica dos nossos actos. Ninguém gosta de ouvir dizer isto: “visão científica dos nossos próprios actos”. Eu uso a palavra científica por empréstimo. O que eu quero realmente dizer é que só quando nós conseguimos ver em profundidade a motivação de um acto é que somos senhores dele. Só quando conseguimos ver em profundidade as raízes de um movimento é que podemos ser senhores dos nossos actos.

Aquela doutrina da Nova Era de não julgar, pressupunha que eu não tenho profundidade suficiente para compreender os actos de ninguém ao ponto de fazer um juízo negativo. Pressupunha que eu tenho de me ocupar da minha própria endoscopia. Eu tenho que assumir o meu lugar na câmara dos espelhos. E este ver-se ao espelho, cada ego exacto, tanto pode ser traumático como revelador, tanto pode ser difícil como, simultaneamente, transfigurativo. Tanto pode ser uma “mea culpa” como uma libertação porque os Mestres não estão levando a humanidade para essa câmara dos espelhos por nenhum motivo emocional, necessidade humana ou ansiedade, mas para nos vermos a nós mesmos e depois vem esse juiz, que é parte de nós, e de uma forma autónoma nos ajuda a ver-nos finalmente a nós próprios. Esse movimento não é de punição nem é apressado, é um movimento ritual sem o qual a transição para a Nova Terra não pode ser feita.

Então, a partir de 99 a Hierarquia diminuiu a sua pressão directa sobre os grupos espirituais. Ela retirou a sua irradiação directa, houve um obscurecimento, só que este obscurecimento acontece na luz, o que é diferente, como se disse, do obscurecimento nas trevas ou de uma luz na luz ou de uma luz nas trevas.

A humanidade foi colocada num túnel e numa câmara onde tem de se encontrar a si própria e isso vai de 2000 até 2010/12. Encontrar-se a si própria significa viver na consciência do que fazemos. Significa que antes, um acto agressivo, um genocídio, ía daqui para ali, havia um vitimizador e uma vítima e ficava do lado de lá a vitimização durante décadas e depois eram necessárias décadas até que o vitimizador tomasse consciência da dor que tinha produzido. Era um arco temporal enorme, hoje é cada vez mais curto. À medida que a humanidade entra na sala dos espelhos, realmente, o acto negativo reflecte-se imediatamente no seu espelho interior. A sensibilidade à dor e à luz estão a aumentar.


Eles desligaram as luzes em 99/00/01. A Hierarquia disse: “vocês já têm tudo, agora Nós vamos para outro plano ficar a ver”. Isto significa que a pressão directa, constante, poderosa, rítmica sobre os nossos níveis internos abrandou profundamente. É como se Eles nos dissessem: “agora vocês vão ter que viver 10 anos de escuridão, mas é uma escuridão que acontece na luz e portanto, para cada acto de reflexão vocês recebem mais luz do que alguma vez antes receberam. Agora são vocês que escavam a vossa própria luz”.

A sensibilidade à dor que produzimos aumenta porque ela vai regressar a nós cada vez mais rápido. É isso que significa “estar na sala dos espelhos”. Cada um é obrigado a tomar consciência do que faz. Cada acto negativo regressa com muito mais velocidade e cada acto que nós entendemos como positivo também regressa com cada vez mais intensidade. A sala dos espelhos é uma sala de ricochete constante – causa/efeito.

O resultado desta câmara é que todas as nossas sombras estão a vir ao de cima. O homem tem de enfrentar os seus medos à escala colectiva e tem de passar do medo para o amor, tem de se ocupar das coisas vivas e não das coisas mortas. O homem tem de finalmente aprender a acumular energia em si para que, no momento em que este campo electromagnético for desligado, ele tenha construído a sua própria acra de Noé em termos ocultos.

Nós chamamos uma civilização solar não apenas uma civilização da mente diurna, racional, mas principalmente uma civilização que penetra internamente nos mistérios do sol, o que conduz invariavelmente a Alcione nas Plêiades, de Alcione a Sírius e de Sírius aos grandes portais do infinito que conduzem à consciência absoluta. Chamamos uma civilização solar a uma cultura que não fica à espera destes movimentos da Terra para gerar o seu próprio campo electromagnético.

Um símbolo da capacidade de um povo criar o seu próprio barco entre mundos é o ouro que sempre esteve associado às civilizações solares, porque a sua carga electromagnética é tão grande que ele não se oxida. O electromagnetismo inerente ao ouro é tão forte que ele praticamente não troca electrões com o exterior, por isso ele permanece incorruptível durante milhares de anos. Isto leva-nos directamente à tarefa de Shamuna.

Shamuna é um Bothysatwa, um ser do ouro interno. Ele é o mantra que nos está sendo passado para que nós possamos activar o nosso próprio gerador de um campo electromagnético individual.

Um campo electromagnético individual é o acumular em vibração violeta/branco/dourado, de todas as acções centradas na parte do nosso ser que gera vibrações, independentemente de qualquer mundo e de qualquer esfera onde nos encontramos.

Nós temos 7 chacras, todos eles interagem com o exterior. Do diafragma para baixo eles são progressivamente dependentes da Terra e, portanto, do campo electromagnético terrestre. Do coração para cima eles estão cada vez mais enraizados no destino de um ser, no para onde um ser se dirige e bebem de fontes extraplanetárias. Mas assim como a Terra tem um coração que gera um campo electromagnético próprio durante milénios e depois recolhe-o novamente, e há registos da mineralogia e da geofísica destas mudanças de pólo magnético (cerca de 170), tal como a Terra tem este coração, nós temos no nosso coração uma membrana que gera um campo electromagnético autónomo.

O que as forças de controle da Terra cada vez mais tentam é impedir que o coração humano gere esse campo dourado que lhe é natural. É impedir que o coração humano vença a batalha.


Notem:

Neste momento nós temos um planeta que está esvaziando o seu campo electromagnético e aproximando-se do nulo magnético que vai durar 72 horas. Isto é afirmado como um prognóstico científico, coisa que nestes nossos encontros nem sequer precisamos.

Se a Lua interfere nas marés, as explosões solares interferem directamente na pressão da lava dentro do crânio de calcário que é a Terra inteira. Os bombardeamentos de vento solar e as alterações na própria magnetosfera do Sol é uma coisa gigantesca, o Sol tem 98% da massa do sistema solar, essas alterações estão a excitar a lava e os movimentos telúricos como um todo. Depois temos a sobrecarga que o vento solar produz na atmosfera. Depois temos a Terra como um automóvel de corrida perdendo campo electromagnético até um paredão – magnetismo zero. Nesse momento, durante 72 horas não há actividade electromagnética na Terra. O próprio planeta pode não ter ímpeto, isto é, carga cinética para girar sobre o seu próprio eixo durante esse tempo e várias profecias falam da probabilidade de metade do planeta ficar 3 dias à sombra e a outra metade 3 dias ao Sol.

As forças que ainda controlam este planeta têm as suas próprias formas de criar campos electromagnéticos artificiais, tal como criam a bordo de uma nave espacial, o que elas procuram é que o coração humano deixe de vibrar porque é através de uma vibração residente no coração que nós carregamos a nossa aura desse campo vibratório autónomo e que, por si, protege o pensamento e o cérebro. O grande amigo do cérebro, afinal, é o coração porque é ele que gera a carga que mantém as sinapses a funcionar.

A tarefa de Shamuna (destas 3 hierarquias com que nós trabalhamos era a mais misteriosa) – nós sabemos que Ulikron é um ser de 1º Raio. Urvanah/M. Madalena é um ser de 3º Raio e Shamuna é um ser de 2º Raio – é a de lidar com um imenso magnetismo que vem directamente de Samana.

Shamuna é um dos Bothysatwas que trabalha directamente com a consciência de Samana (Cristo/Jesus interstelar). A tarefa de Shamuna é a de trazer, sob a forma de um manto contínuo, a força magnética de Samana, portanto, da energia crística, gradualmente, muito secretamente, para baixo, para o homem que está aberto à expansão do coração. Ele lida com as membranas secretas do coração.

Nós sabemos que a pineal contém 7 sólidos platónicos e que Ulikron/Elias/S. J. Baptista é o ser que vai começar a rodar dentro de nós com a ajuda do nosso próprio yode (entendido como a energia dinâmica de uma alma iluminada) atravessando o topo da cabeça, entrando na caixa craniana e instalando-se na pineal. Ulikron vai fazer a rotação dos sólidos platónicos que mudam o processador cognitivo como um todo e que permitem que tu comeces a ver camadas dentro de camadas, isto é, que comeces a ter visões do real muito mais completas do que a actual visão que nós temos.

Se Ulikron/nós passa do poliedro de 20 faces para o nível da esfera, todos nós somos dourados. Mesmo esta película de carbono, nitrogénio e oxigénio que nós temos, ela é mais frágil do que o poder da informação do ouro, só que nós estamos condicionados nessa percepção. Nós vemos o ouro nos teus olhos porque justamente essas chaves que organizam a cognição e que estão na pineal estão retidas.

Assim como Ulikron trabalha com essas mutações dos templos de geometria sagrada dentro da pineal, Urvana trabalha com os níveis internos de kundalini, trabalha com a relação entre muladara ou a serpente enrolada, o despertar da serpente enrolada e o núcleo da serpente enrolada que não é vermelho, mas branco incandescente.

Quando falamos de kundalini e shakti e a luz da Mãe divina, estamos a falar da parte do kundalini que é o dinamismo do fogo vermelho e a luz da Mãe divina que é branca, ela está no interior da própria kundalini. Tudo o que é levado a um certo grau de incandescência passa a laranja, depois a vermelho, depois a amarelo e depois a branco. Urvanah trabalha com o nível diamante do kundalini, com as camadas do próprio fogo vermelho, laranja, amarelo, branco. Ela trabalha com essas passagens de incandescência desde o fogo da paixão até ao fogo da grande criatividade de tudo e de todos, até que o fogo vai-se purificando até chegar ao branco absoluto e esse é o objectivo de Urvanah. E as nossas células vivem desse fogo. Quando tu começas a dar o alimento branco vindo de baixo e de cima simultaneamente, as células saem do tempo. O trabalho de Urvanah é a intemporalidade do templo do Espírito Santo.

Ulikron trabalha com as mudanças na pineal. Urvanah actua na revelação de camadas cada vez mais profundas de kundalini. Shamuna lida com os graus de amor que cada um pode sentir. Dos três ele é o instrutor. Ele lida com a retirada das “cataratas” do coração, lida com essa limpeza profunda do coração humano. Isso é feito pelo magnetismo Sírius/Órion que Shamuna traz consigo.

Shamuna é um enviado avançado da energia de Samana/Jesus que traz a excitação magnética do coração e o trabalho dele é reunir o disperso. Shamuna – aquele que reúne o disperso.

Este mantra Shamuna deve ser soado de forma que tu sintas uma força a ejectar todas as toxinas, rancores, ambiguidades, mágoas, dores e, sobretudo, exigências. Nós somos tão exigentes que o nosso coração não consegue respirar. Exigências: que o outro esteja lá para nós; que o outro nos compreenda; que ele nos acompanhe; que ele nos entenda sem nós abrirmos a boca;... Exigências emocionais que não acabam mais, como se nós estivéssemos a morrer afogados num mar de solidão! Isso não deixa a pessoa repousar. Este mundo de exigências, de conflito em que nós vivemos, que corrói o nosso sistema nervoso, este tentar extrair do outro o que ele pode e o que ele não pode dar, esta desumanidade que nós temos uns para com os outros dentro da luz (o que ainda é mais estranho), esta fome emocional predatória que nos desequilibra completamente como se nós não soubéssemos que todo o amor, que todo o gozo começa quieto! Esta compreensão que nós temos para connosco próprios que se traduz em auto comiseração! Primeiro nós não paramos para dizer: “agora eu vou ficar aqui confiando que o amor chega a mim, em abstracto, no interno. Luz da luz, vida da vida, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado e não criado, consubstancial ao Pai”. É eu ficar aqui sentado à espera disso. Eu sei que o amor é infalível. E ficar quieto até que esta energia de Shamuna venha até ti.

Shamuna é um Bothysatwa que trabalhou muito com Pathmasambava no Alto Tibete na doutrina do diamante, só que, enquanto Pathmasambava trabalhava os níveis tântricos, Shamuna estimulava a vibração do coração. Shamuna tem muito a ver com Mirna Jade/Miz Tli Tlan.

Urvanah é uma Hierarquia de Lis/Fátima. Ulikron é uma Hierarquia de Shamballa/Miz Tli Tlan. Shamuna é os dois, Mirna Jade/Miz Tli Tlan/Serra do Roncador em Mato Grosso – Ibez.

O que ele quer trazer até nós começa por uma constatação simples. Para que possas receber a partir de dentro, vence o mito da solidão e do abandono. Vence os teus demónios.

E porque as pessoas não se suportam a si próprias estão constantemente rompendo a sacralidade da sua própria solidão.

O Caminho é quente, é paixão, mas se eu não começo o Caminho pelo início, ele nunca vai ser suficientemente quente.

Como é que eu posso ouvir o perfume do meu ser se eu tenho esta inumanidade para comigo mesmo e para com os outros de estar constantemente a exigir coisas? Mesmo que eu exija com um sorriso, secretamente eu quero tirar um bocado daquela pessoa. E não há nenhum problema nisso desde que eu sinta, de facto, o perfume do meu ser.

Aquilo que nos vai salvar da sombra de nós mesmos ou do grande monstro mundial é só um sorriso. No fim é um sorriso que te abre a porta para a 4ª dimensão porque é o sorriso da auto conquista, o sorriso dos Budas, o sorriso da suprema refinação do ser, de um refinamento psico afectivo profundo em que tu vais trazendo todo o teu ser para próximo do diamante e doa-lo ao mundo, depois trazes e doas ao mundo, trazes e doas, e o resultado desta alquimia, deste ir e vir, é um sorriso que os grandes seres reconhecem instantaneamente.

Este perfume tem que vir ao de cima e tu começas a perceber que é tudo tão precioso em ti! Quando é que o Universo vai fazer outra vez um ser como tu? Pode fazer um melhor mas um tão tosco/tão sublime como tu nunca mais consegue!

Isto tem a ver com a criação do campo electromagnético que permite a humanidade atravessar o não tempo até essa Terra de 4ª dimensão cujo magnetismo é Sírius/Alcione/Sol/Vénus/seres humanos. Vénus vai entrar na constituição electromagnética da Nova Terra.

Há seres para os quais é muito importante recolherem-se em si mesmos até que o perfume comece a transpirar e esse perfume é o pacto eterno da alma pela personalidade, e quando tu consegues que esse perfume preencha toda a tua coluna... em termos psicológicos o que é a coluna vertebral? As nossas colunas estão rachadas pela base, porque tivemos infâncias difíceis, ou porque fomos parar a uma estúpida de uma incubadora e alguém desligou o interruptor, ou porque foi violado aos 4 anos, ou porque o pai tinha um complexo de autoridade... a pessoa não se esquece!

Esta coluna psicológica está toda em ruínas mas se um indivíduo consegue sentir o perfume, atravessar estas malhas todas, isso implica uma câmara. Neste momento ninguém se consegue perceber a si próprio se não for para dentro de uma cápsula.


...estas forças radiantes que nos animam e que nos dão a sensação de sermos amados, a doçura de uma alma que está aqui servindo e acompanhando a personalidade, sofrendo connosco. A alma tem uma parte na eternidade e uma parte no tempo. A parte que está no tempo está constantemente vibrando o Paraíso dentro do teu peito e sentindo as desfasagens entre a imagem da cidade celeste dentro de nós e os incríveis desfasamentos que a realidade socio-cultural é em relação a essa imagem sagrada, e o nosso psíquico sente todas essas dores!

Enquanto nós não conseguirmos sentir a doçura, o compromisso, o envolvimento da alma connosco, nós vamos para o mundo com uma fome que não tem fim.

É eu criar um espaço dentro de mim, inviolável por qualquer opinião alheia, em que eu aprendo a subtil arte de me amar a mim mesmo. Isto tem muito a ver com a energia de Shamuna que é uma força de amor, dourada, comprometida com o casamento entre a personalidade e a alma. É um casamento na criatividade, no erótico, na doçura, na arte e na responsabilidade perante os outros. Isto é a primeira fase da acção dele, depois ele pega nisto e leva o indivíduo para o casamento com o corpo de luz e depois, até ao casamento com o fogo sagrado na mónada. Vêem as etapas, as tais membranas do coração? Só que Ele não pode pegar num pobre coitado e casá-lo com a mónada sem que ele perceba o que ele é até à mónada.

Agora, todos vocês estão tendo uma vida para-militar, todos vocês estão sob graves ameaças psicológicas. Se vocês não trabalham, e não interessa se aquela é ou não a vossa vocação, não têm dinheiro. Se não têm dinheiro estão suspensos do carrossel e todos têm que entrar a horas nos trabalhos, fazer certas coisas dentro de certos ritmos e ignorar a alma o tempo todo. É a isso que eu chamo uma vida para-militar. Depois há os que já estão um bocadinho fora da coisa e há os que gostam do que fazem. Mas se estão sendo condicionados a se adaptar a uma civilização que cada vez menos percebe o que ela é, porque exige que um indivíduo se desligue da sua alma para fazer parte dessa civilização cujo resultado final é indivíduos vazios criando uma civilização vazia que está à procura de si própria, se isto se mantém nesta rotação, eu não dou mais dez anos, nem sete até que as pessoas realmente não consigam mais usar os poderes criativos do cérebro. E porque é que não conseguem? Porque por detrás do cérebro está o cérebro reptiliano e esse, quando anda à solta...

Por isso é que os astronautas da Soyos, a primeira reacção quando desligaram o campo electromagnético, era irritabilidade, e a seguir agressividade porque o cérebro reptiliano começava a tomar a dianteira, e a seguir já nem há cérebro reptiliano porque as bases eléctricas para as sinapses já não estão lá, daí a loucura.

O trabalho de Shamuna é chamar-nos à conquista de uma vibração do coração. Está ligado à grande tradição de Shamballa que aponta o coração como a via da fonte sagrada. Então nós temos aqui um ser que nos está a tentar calibrar para nós mesmo como se Shamuna nos dissesse: “calibra-te para ti mesmo. Retorna a ti, retorna ao portal do coração. Senta-te e espera que a onda radiante do projecto divino, para ti, chegue.

A energia de Shamuna faz a ligação do nosso emocional com o nosso próprio coração, depois faz a ligação do nosso coração com o coração do Sol, e depois faz a ligação do nosso coração com Alcione, depois com Sírius e aí termina a sua tarefa e começa a tarefa de Ulikron que está ligado à Transcendência.


Por André Louro de Almeida       07/10/2005


Transcrição de Alice Jorge

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens populares

Sites