Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

As Naves-Mãe e a Presença Divina


A activação da essência solar que está presente nos nossos corpos, isto é, o nosso corpo físico contém uma essência que não exprime neste momento, a nossa sensibilidade emocional contém uma essência que não exprime neste momento, e esta mente contém uma essência, em si, no próprio plano mental, que não aprendeu ainda a exprimir.


Existe um corpo físico profundo, um corpo astral profundo, uma fisicalidade profunda e existe uma recepção/emissão de sentimentos, de sensibilidade profunda. Existe uma mente analítica e as partículas luminescentes destes três veículos, as componentes luz: do corpo físico, do veículo de sentimento e do mental chamam-se, em alguns ambientes, “a essência solar do homem”.

A activação desta essência solar depende da maior ou menor proximidade da consciência de um ser, por um lado, à sua própria essência cósmica, o grande Sol no fundo dele mesmo, mas, muito especificamente, a sua maior aproximação àquilo a que se chama “a Mãe”. A função Pai está directamente ligada à mónada, ao poder propulsor no centro de um ser. A mónada, e essa é a sua tarefa, é garantir a circulação da seiva entre as esferas de fogo ligadas ao nível do Pai e a nossa constante ondulação. A mónada é a raíz do nosso ser.

Entre a raiz e as folhas temos este tronco que se flexibiliza e não quebra – a alma ou Eu Superior. É a região do teu ser que está sob o controle director da Ordem de Melquisedeque, regência da Ordem de Michael. E, depois, temos toda a ramificação que somos nós aqui em baixo, e as folhas, e isso está entregue à Ordem de Ísis ou Ordem Cósmica da Mãe Divina.

A nossa personalidade é uma trindade invertida. Assim como nós temos uma trindade superior ao nível da mónada, temos uma trindade inferior aqui em baixo que funciona como uma agulha ou um centro laser. Esta trindade inferior, a personalidade, o deus adormecido, é construída meio com barro (a grande escadaria bioquímica desde os poços do início do tempo terrestre) e com matéria solar, substância da alta vibração do Sol.

O que é que é construído com barro e matéria estelar? O sistema nervoso, os músculos, o sangue, os cabelos, a retina, o nervo óptico, o cálcio e, principalmente, a electricidade que circula no corpo.

Quando se diz que foi soprado um alento nas narinas de Adão, uma das leituras é que o divino injectou a alma no tórax de Adão, a outra leitura é que Adão foi composto por matéria (do ponto de vista cósmico matéria inclui a mente, os sentimentos, as emoções e o físico) e bases genéticas locais ligadas à espiral evolutiva terrestre (barro) e substância solar.

Nós estamos a 8 minutos luz de uma estrela e devemos tomar consciência que, do ponto de vista electromagnético e cósmico, nós estamos dentro da aura de uma estrela. Caminhar na Terra é caminhar dentro do campo de influência dessa estrela.

Dentro de nós temos princípios ígneos supremos, não apenas na mónada. O nível humano é tão composto de barro quanto de estrela. Esse princípio ígneo é como fósforo à espera de acender. Eu posso-me ver, ao mesmo tempo, como uma misteriosa criação de substância estelar combinada com a caldeira da Terra.

Estes princípios ígneos são activados, não pelo Pai que sopra na chama da nossa mónada, não pelo Filho que conta histórias de sabedoria à nossa alma, mas pela Mãe.

Existe um circuito do Pai que liga a mónada ao governo cósmico. Existe um circuito do Filho que liga a alma às grandes irmandades intergalácticas. Existe um circuito da Mãe que liga a personalidade ao arquétipo síntese do homem. Esse é o trabalho de Ísis, esse é o trabalho das sacerdotisas de regénese, esse é o trabalho das operadoras que estão sob a égide da Mãe do mundo.

Como é que eu me aproximo, como é que eu entro em tangência com a Mãe do mundo, com essa Sophia cósmica?

O Logos da Terra à medida que se aproxima do problema da manifestação, o Logos do logos – liga desde o governo celeste superior até à relva no teu jardim, ele garante as merkabas infinitesimais que envolvem toda a vida, as estrelas de David luz que envolvem tudo. Uma borboleta está envolvida no nível logóico de uma estrela de David luz. Tudo o que vive, respita, tem pulsação, tem uma merkaba em torno. A rosa tem a sua própria merkaba mas, dentro da merkaba da rosa, existe um número infinitesimamente pequeno de merkabas para cada célula e a merkaba desta rosa só é possível porque existe uma merkaba macro para todas as rosas.

O Logos para criar este envelope divino em todas as coisas, necessita, no nível da dualidade, de lidar com o problema da dualidade. A partir de um certo nível de expressão para baixo, o Logos referencia--se em 2 pólos: um masculino – Melquisedeque  e um feminino ao qual podemos começar a chamar a Sophia planetária ou Mãe do mundo.

Temos o Ancião dos Dias local, Melquisedeque o Rei do mundo e, obviamente, temos a sua Rainha, a Sophia planetária, que gera um triângulo ascendente da merkaba holográfica que envolve toda a vida e o Rei do mundo gera o triângulo descendente da merkaba planetária que envolve toda a vida.

O nosso grande irmão Sanat Kumara com a sua meditação suprema, que é desconhecida, ramifica-se para dentro dos condutos Nirmanacaia. São vastíssimas aves de amor que pairam entre planetas e estrelas. São avatares cuja função é contemplar, pairar. Nirmanacaia – caia significa corpo, mana significa mente, nir significa sem. São os habitantes daquilo a que Aurubindo chamaria “o mundo supra mental”. Os Nirmanacaia pairam criando condutos extremamente refinados, duma exactidão indescritível, entre o infinitamente longe e as esferas rodopiantes de luz. A contemplação deles é um link. Esses condutos são usados pelo Senhor do Mundo nas suas viagens cósmicas, isto é, o Senhor do Mundo liga-se aos Nirmanacaias e aos vigilantes silenciosos para acessar a sua energia superior. Esse é o seu trabalho para cima mas o seu trabalho para baixo consiste em projectar a pirâmide invertida, o pólo masculino da estrela de David sobre todas as coisas, é uma benção ígneo activa. Todas as coisas que estão vivas têm o selo Melquisedeque mas o selo só está completo porque existe a contemplação, a meditação, a doação do aspecto feminino do Logos, a Sophia planetária que irradia do seu coração o triângulo ascendente. A intercepção da meditação do Pai (Sanat Kumara) e da meditação da Mãe (Sophia), de um triângulo projectado da mente de Melquisedeque (Sanat Kumara) e o outro projectado do coração da Mãe, isto é irradiado holograficamente para toda a Terra mas ganha presença geométrica sagrada no plano etérico.

Tudo o que vive está abençoado por uma merkaba cujo pólo masculino é emanado por Sanat Kumara e o pólo feminino por Sophia. Isto dá-nos a escala do trabalho da Mãe do mundo.

Enquanto que Sanat Kumara tem de pegar no quadrado superior que representa a inalterância, a permanência de Deus, Ele tem que pegar nessa inalterância, nessa Terra celeste e, por vectores, injectar essa vibração até ao zénite invertido da pirâmide que Ele opera (este zénite invertido é o protão). O trabalho de Melquisedeque vai desde a inalterância divina, o nível terra do cosmos, o Pai é, esta auto suficiência, esta ausência de atributos formam o quadrado superior da estrela de David e o trabalho de Melquisedeque Sanat Kumara, é associar essa vibração de o Pai é, até ao zénite invertido, o protão, colocando a vibração divina no âmago de cada átomo.

O trabalho do coração da Mãe consiste em pegar em toda a substância terrestre – o quadrado inferior – e ligá-la ao zénite superior da sua pirâmide que é a síntese de todas as coisas.

As duas pirâmides formam a Merkaba da Vida, a carruagem de fogo da vida que é um holograma indestrutível que envolve todas as coisas, que, para participarem do mistério da vida, têm de estar sofrendo/gozando a intercepção do trabalho de Sophia com o trabalho de Sanat Kumara.

A amor da Rainha pega na base e leva todas as coisas ao Pai. O amor do Rei pega na estabilidade cósmica superior, na grande inalterância celeste e vai fazendo com que ela desça até atingir o protão, lá, na câmara sagrada no interior de cada átomo.

A intercepção destas duas pirâmides gera no centro um tetraedro – o diamante ou Vadjra. Dentro do diamante a vida existe, fora do diamante estamos na terra de ninguém.

Sanat Kumara trabalha essencialmente uma contemplação descendente, Ele medita o divino descendente. A Sophia planetária opera uma contemplação ascendente. O seu coração, a sua força de amor envolve todos os seres vivos num grande abraço.

Pela intercepção destas duas formas perfeitas de amar nasce o diamante onde o coração é possível.

Assim como todos os seres vivos têm uma merkaba, a Terra como um todo tem a merkaba planetária que tem 10 pontos sagrados. O planeta existe dentro de uma estrela de David de luz da qual a nossa estrela de David individual representa a modulação logóica que permite a tua vida.

A Terra é mantida coesa pela acção da merkaba planetária. O trabalho da Mãe apanha as grandes caldeiras do kundalini planetário no interior da Terra, atravessa as regiões de diferenciação ligadas a Ibez e Iberah na Argentina e emerge na zona do Lago Titicaca. É aí que está a grande cidade cósmica dedicada à Mãe – Miz Tli Tlan, a cidade dourada que é a expressão da Mãe divina. Nos Himalaias passa-se exactamente o contrário, Shambala tem sido o guardião da polaridade masculina do Logos. Os Andes Peruanos têm a tarefa de fazer irradiar a mais bela energia do interior da Terra para todo o planeta e essa pirâmide ascendente é a Mãe no seu dinamismo global. Gobi, Shambala, Sanat Kumara têm a tarefa de fazer descer Fohat, a energia cósmica superior, ao núcleo dos átomos e esse processo de aplicação da lança divina para dentro do coração da Terra é o trabalho do Senhor, do Rei. Isto é o mistério da sexualidade numa voltagem muito alta.

Quando falamos de matriz de controle falamos de uma construção no éter, que vai até ao mental superior, de um cubo negro que aprisiona a Terra e que a impede de estar plenamente em contacto com a sua merkaba.

A merkaba planetária contém um número infinito de merkabas, uma para cada ser humano, para cada girafa, para cada folha, para cada ecosistema, para cada rio, para cada montanha que representa o sistema ecológico. O divino que subjaz à paisagem de nós mesmos e à paisagem geográfica à nossa volta e a tudo que brilha ao Sol com vida.

Como é que eu me aproximo da Mãe?

O caminho para Shambala é o caminho do ser atento. Buda costumava, ao falar com os seus discípulos, mexer, de vez em quando, na túnica. De repente perguntava: “Quantas vezes é que eu mexi na minha túnica?” e um ou dois respondia: “catorze vezes”. Esses eram os discípulos mais avançados e esse é o caminho para Shambala, é o caminho de estar plenamente presente com a lâmpada do ser clara, sem pó, aberta, fruindo plenamente de existir.

Outro aspecto do caminho para Shambala é a inofensividade. Quando tu feres afastas-te de Shambala. Outro aspecto além da atenção e da inofensividade é a suprema aspiração, a capacidade que um ser humano tem de dar um dom a Deus que Deus não tem. Deus tem tudo menos tu. Ele não te tem a ti, só se tu quiseres. Deus, o Rei, é pobre de livre arbítrio humano. Ele é rico de todas as coisas, Ele pode criar autómatos espirituais, hostes em glória, hostes que cantam a infinidade que dEle emerge. Pode criar complexidade, diversidade, multiplicidade, alternância, simetria, tudo o que vemos na natureza, o que Ele não pode criar é o nosso amor por Ele. Essa é a Sua extrema fragilidade. Na Sua totalidade, há um ponto que Ele não abrange, por isso Ele está tão violentamente apaixonado por nós, porque nós somos o problema dEle.

Decidir dedicar a vida a Deus (vida monástica) é a mais alta expressão da síntese cósmica porque é Deus mais o homem dedicado a Deus. Claro que temos que ter livre arbítrio, se não tivéssemos livre arbítrio éramos completamente redundantes.

Esta liberdade é justamente o dom que nós podemos dedicar ao divino. Da mesma forma que podes oferecer uma rosa a alguém podes oferecer o teu livre arbítrio ao divino, mesmo que não saibas o que estás a fazer ou não tenhas a mínima noção das consequências.

Um dos dons do caminho para Shambala é a suprema aspiração. Suprema significa: aspirar profundamente a ser tomado pelo Divino, isto, com o profundo, porque com a superfície toda a gente aspira.

O caminho real é quando o indivíduo é quebrado pela sua imensidão. Isto acontece por graça dele, mas ele tem que estar aberto e aceitar esse poder que vem de dentro, estar receptivo à própria entrega porque até a entrega não está nas nossas mãos. O que está nas nossas mãos é contemplar que existe entrega porque a entrega é o fruto maduro de uma longa viagem terrestre. Só um ser com pó nos pés, que já bebeu os venenos, só aquele que passou pela existência é que pode aspirar a sonhar com a entrega porque se não tenho pó nos pés, é falso, a entrega é o resultado de uma cortição da psique. A entrega vai emergindo como uma coisa vasta, poderosa e inamovível, o ser descobre que a entrega nasceu dentro dele.

Sem Entrega, sem Adoração e sem Aspiração, o indivíduo não respira.

E como é que um ser se aproxima da Mãe?

Para eu me aproximar da Mãe preciso de me tornar consciente da grande dor do mundo e da grande alegria do mundo. Se cada um de nós tivesse contacto com a dor do mundo na sua voltagem real, era fulminado, especialmente no nível emocional humano. A Mãe consegue este milagre de ser ao mesmo tempo uma expressão logóica, isto é, o aspecto feminino do Logos permite-se através do grande templo do Lago Titicaca (Miz Tli Tlan), e ao mesmo tempo registar os sentimentos dos seres humanos de forma exacta. Cada variação é sentida pela Mãe. A Mãe é a parte do divino que está mais próxima da personalidade.

Como é que eu me aproximo da Mãe? Tornando-me semelhante a Ela. Estando completamente disponível para a grande dor do mundo e para a grande alegria do mundo.

Cada criança que está a desaparecer porque a humanidade ainda não encontrou a sua verdadeira identidade e o seu modus operandis em Deus, é sentido como dor pela Mãe.

Estás-te aproximando da Mãe à medida que não rejeitas a consciência da dor do mundo. Sem consciência dessa dor a Mãe permanece abstracta para nós.

A acção da Mãe é ligar a base ao Uno e, algures, ao longo desta pirâmide, existe uma camada de vibração que se chama, exotericamente, “A dor do mundo”.

Não é a mónada nem é a alma que sofrem, é a personalidade e a psique. É que, se morre uma criança de 3 em 3 segundos neste planeta, de fome, de doença ou de negligência, quantas é que nascem?

A estátua de Kali – com uma mão destruição com outra mão criação – Kali não é uma deusa agradável, no entanto, é a mais crua das deusas indianas. Frontalmente sexo, morte, vida e divindade. Nós não queremos vê-la mas ela está em toda a parte.

Claro que a Mãe não é composta só por Kali é composta também por Mahalakshni, Mahasarasvati, Mahakali, Maeshvari. lakshni – beleza, sarasvati – magestade, mahakali – poder transformador, maeshvari – sabedoria. Então a Mãe é muito mais do que Kali. Se nós não temos consciência da dor do mundo, a Mãe não existe para nós e nunca vamos conseguir beber plenamente da alegria do mundo.

O indivíduo precisa de se ligar no nível da humanidade que realmente se sente e de uma forma vasta. Ele precisa de dizer: ”Eu aceito receber em mim a consciência da dor do mundo, eu aceito o elemental químico implicado aí e aceito beber a taça da alegria por inteiro. Aceito o elemental químico na alegria extrema. Eu aceito a vida”.

A Mãe lida com o problema da Vida. Lida com o nosso biorritmo, lida com a nossa ondulação, ela é a deusa que dança, ela compreende quando a pessoa não aguenta mais. Ao teu lado ela não está a aguentar mais contigo, só que ao mesmo tempo esboça-se um sorriso porque tu estavas frente a Kali – vida, morte, sexo e transcendência do sentido radical. De repente há um sorriso que se acende no ar, não é mais Kali, é Sarasvati ou Maeshvari de preferência Mahalakshni deusa da beleza. É, no fundo, a base de uma futura psicoterapia universal que é, quando eu estou muito em baixo, perceber que Deus cantou à minha janela. Mesmo perante as piores coisas que possas ver na televisão alguém te trouxe uma flor. Ter esta visão bipolar, esterioscópica é fundamental para conseguir estar neste planeta.

Para me aproximar da Mãe primeiro eu preciso de amplificar, pedir a universalização do meu coração. É eu olhar para uma avenida e dizer: “Tudo isto também sou eu”.

A universalização do coração é pedir que este coração saia do centro de gravidade do plexo solar e comece a gerar círculos concêntricos de inclusão das coisas, dos outros e do planeta como um todo, diurnamente consciente destes 3 segundos e ao mesmo tempo consciente de todas as crianças que estão a nascer e da grande alegria do mundo.

Como é que podemos entender e sentir a grande alegria do mundo? O 1º concerto para violino de Tchaikovsky tem notas que se prolongam imenso tempo (bem como o concerto para violino de Philip Glass) e aí, tu sentes que a vida está por um fio. É isso que o violino nos tenta dizer: A vida é um fio.

Onde é que está a grande alegria do mundo? Quando estamos tomados por um sentimento e não conseguimos definir se estamos tristes ou alegres. A grande alegria da Mãe divina está no facto de que ela está no tempo e na eternidade. No tempo ela cuida e alivia a dor e tu sabes que estás em sintonia com a Mãe divina quando, sem saberes porquê nem como, assumes o compromisso de aliviar a dor com os meios ao teu alcance. Quando isto nasce numa pessoa, esta pessoa está em fase com a Mãe divina, só que, como a Mãe está na eternidade, também ela derrama abundância acerca de para onde tu vais porque ela já chegou lá, e já te vê lá.

A alegria está nessa indestrutibilidade da esperança, da fé, da beleza, da sabedoria e da construção da Mãe. Podem vir as marés negras que o governo secreto inventar, a Vida é indestrutível.

No dia em que sentirem que tudo chegou ao fim, preparem-se porque o sorriso da Mãe vai-vos surpreender outra vez. Quando as pessoas sentem que não há saída é quando a Mãe está a preparar o maior milagre. A solução vem da Mãe porque nós somos os seus filhos.

Enquanto mónada somos uma emanação do Pai, enquanto alma somos uma criação do Filho, mas enquanto personalidade, vivendo, crescendo, recuando, avançando, nós somos terreno da Rainha.

Eu vou-me aproximando da vibração da Mãe à medida que eu aceito a vida por inteiro e à medida que vou removendo as placas de defesa que estão sobre o meu coração. À medida que te vais intercepcionando no campo amoroso da Mãe, o ego, serenamente, vai compreendendo a sua função e é assim que nós não perdemos o ego. E tu dizes: “mas eu estou sendo protegido pela Mãe, eu estou dentro de uma estrela de David, eu tenho duas entidades logóicas modelando o meu eu superior”.

À medida que o ego vai compreendendo que não precisa de se defender porque a defesa suprema é a própria estrela de David à nossa volta, começa a relaxar, a suavizar-se, a sorrir e a entregar o armamento. É o conflito entre o ego e o Eu Superior. Não é conflito, é permitir-se sentir a protecção, a nutrição e o erotismo, a benção da Mãe envolvendo. Se tu te sentes no regaço na Mãe divina, o ego, como uma criança rebelde, começa a adormecer, não sem antes ter entregue o “armamento”.

Então, posto este nível da Mãe, compreendendo a Mãe, podemos começar a nossa conferência.

Um dos aspectos mais actuais da energia da Mãe divina são as naves mãe.

As naves-mãe são plataformas com 80km. de diâmetro que representam o amor da Mãe divina manifesto junto a planetas perdidos.

Actualmente existem em órbita da Terra 10 naves-mãe principais e algumas em 2º plano. As 10 naves-mãe ajustam-se aos 10 pontos da merkaba planetária. Esses 10 pontos são os 4 pontos superiores da pirâmide descendente mais o 5º virado para baixo, e os 4 pontos inferiores da pirâmide ascendente mais o 5º virado para cima.

Cada nave-mãe ajusta-se a um ponto sagrado da merkaba planetária, elas estão compensando em órbita da Terra e elas estão aqui e muito longe em minutos. Estão compensando o efeito autofágico que a matriz de controle exerce sobre o campo electromagnético planetário (comendo-se a si próprio). A bordo dessas naves existem zonas que nós não conseguiríamos imaginar que estávamos a bordo de uma nave.

Uma nave-mãe é composta, como tudo no Universo, por 7 níveis. Quando pessoas têm acesso ou lhes é permitido ver, fotografar, uma nave-mãe, elas estão a fotografar o corpo físico ou parafísico de uma nave-mãe.

Mas uma nave-mãe é uma pirâmide com mais 7 níveis e é uma vasta entidade viva tal como um planeta. Evitem pensar numa nave-mãe como uma estrutura metálica fixa e como tecnologia e, no entanto, têm 80 km. de diâmetro e um nível que, do nosso ponto de vista, é tecnologia. Não há nenhum preconceito na Confederação Intergaláctica e no Comando Estelar contra ou a favor de tecnologia que, do ponto de vista cósmico, é visto como uma extensão do polegar oponível.

As naves-mãe são catedrais onde populações resgatadas – o resgate e a evacuação planetária sempre estiveram a acontecer. Peçam uma lista das pessoas desaparecidas em todo o mundo todos os dias, algumas, infelizmente, encontram-se os corpos, e quando há um terramoto e uma enorme quantidade de pessoas nunca mais ninguém as vê? A evacuação está sempre a acontecer!

A bordo das naves-mãe há pessoas que pertenceram à civilização da Terra e que foram levadas nos anos 50, 60, 70, 80, 90. Isto é, já há milhões de pessoas a bordo neste momento, seres humanos como nós. Donde que, aquela noção dramática de que vai ou não vai acontecer uma evacuação planetária, ambas são falsas. Está sempre a acontecer. Tu podes ir ao Guincho apanhar sol e o homem que vende sumo de laranja na praia olhar para ti de uma forma que tu dizes: “mas tu vendes mesmo sumo de laranja?” ele sorri e diz: “Depende” e daí a bocado tu acordas a bordo de uma nave e eles fazem-te a pergunta: “Nós estudámos o teu agregado familiar, o teu carma e a tua aspiração mas, principalmente, vimos que aceitaste a medida da Terra por inteiro, o veneno e o seu antídoto e por isso foste acolhido no regaço da Mãe do mundo e esta grande nave-mãe é só uma das expressões do regaço da Mãe. Queres ficar ou preferes que te coloquemos 20 minutos atrás deste momento, lá em baixo, na praia outra vez?”

A maior parte das vezes são levados às naves-mãe ou a naves intermédias (naves que fazem a ligação entre as grandes plataformas flutuantes e a superfície da Terra). A maior parte de vós vai a bordo em corpos subtis (corpo astral, corpo mental, duplo etérico) isso acontece durante a noite sem se ter consciência disso, excepto que sonham que estiveram a bordo.

Lembrarem-se de terem estado a bordo de uma forma demasiado aguda e directa, é considerado pela legislação cósmica uma interferência na consciência. Claro que se pode mudar a legislação! Mas nós queremos que vocês interfiram na consciência planetária mas a constituição cósmica diz que um planeta nunca pode sofrer uma intervenção no nível consciente porque esse é o nível do ego planetário. Não pode haver intervenções directas excepto em caso de emergência. A eficiência do comando estelar é indiscritível!

Então, as pessoas são levadas, fora do corpo, durante a noite, e quando voltam não têm uma noção clara ou têm apenas sonhos que facilmente o consciente consegue dizer que são só sonhos.

Existem 3 grandes naves: uma é a nave Atla que é a representante de Sírius junto à Terra. Atla é um prefixo que é comum às raças de Sírius como um todo. O nome Atlântida é só uma das palavras.

Em torno de Sírius existe um planeta chamado Atlaki, de 6ª dimensão, onde os seres são basicamente bioplasma. O estado normal da vida é aquilo que nós chamaríamos aqui uma vida de oração mas eles não têm essa noção, eles estão num estado de síntese cósmica de alta radiação. Um dos aspectos de Atlaki é que está ligado ao 6º Raio cósmico, devoção e idealismo cósmico. Um dos símbolos de Atlaki é a rosa, apesar de não terem rosas eles estão ligados a esse amor, essa devoção ardente que é característica do 6º Raio.

Como parte dessa devoção eles aproximaram-se da Mãe do mundo, isto é, no nível de Sírius e receberam o serviço cósmico de ajudar alguns planetas em estado crítico e a nave Atla (é uma cidade flutuante) é uma das 10 naves de apoio à merkaba da Terra. Podemos visualizar a Terra e as 2 pirâmides colocando uma nave-mãe em cada vértice (10). Há outras naves que estão em 2º plano. Esta nave, Atla, tem ecosistemas dentro dela: tem marés (alta e baixa); tem aves; florestas e tu vais caminhando por uma floresta durante a noite, num sonho, e aparece-te aquele ser sem cabelo, com uma túnica azulada e vocês vão caminhando juntos e ele diz-te: “Bem, nós estamos a bordo de uma nave-mãe”.

Estas naves são ecosistemas holográficos criados para a recepção de humanidades em estado crítico. Não tem nenhum interesse definir se a evacuação vai ou não acontecer, ela está a acontecer neste momento. Porque é que eles levaram, desde os anos 50, pilotos da força aérea norte americana, cientistas, filantropos, humanistas, professores, crianças, donas de casa, porque é que eles levaram estas pessoas todas para as naves-mãe e para as bases de Gamínedes que é onde está uma das bases de educação dos seres humanos resgatados? Muitos destes seres humanos são levados a bordo das naves-mãe ou para a base de Gamínedes que é uma das bases regidas pelo Conselho dos 9 no nosso sistema solar e, nesse nível, recebem instrução.

Neste momento existe uma população alternativa para a Terra, dos seres que têm estado fora desde os anos 50. São milhões e podem-te acolher ou podem ser colocados cá, de repente, ou, no caso de uma transição profunda, ao mesmo tempo que a humanidade está a perguntar o que é que se passa, vem outra humanidade, que é de cá, que diz: “Bom, passa-se isto....” porque eles estiveram lá.

Eles estão a preparar um sector da humanidade há 50 anos, para a transição. São os 70% de desaparecidos que nunca mais ninguém viu em todos os países do mundo.

Eles têm uma espécie de nações unidas fora da Terra que tem capacidade administrativa para acoplar, com a nossa próprio humanidade, uma vez que são parte de nós e que podem voltar em qualquer momento para ajudar o processo de transição.

A bordo dessas naves a electricidade no ar é uma brisa inteligente. O próprio ar está carregado de doçura. Aquilo que tu procuras num amante, numa criança ou num jardim, o ar, a atmosfera respirável das naves está carregada de doçura, tu sentes doçura com os pulmões.

Como a gravidade é mantida artificialmente, eles podem regular o teu peso de forma que tu podes-te sentir com um terço a menos de peso. Sentes-te completamente bem. Uma nave-mãe tem 7 planos, tu podes ascender ao nível físico para o nível interno da nave e o coração de uma nave é um sistema de dupla pirâmide, isto é, vários seres que foram levados a bordo e voltaram referem que no centro das naves-mãe existem sistemas (vários) de pirâmides duplas, portanto, diamantes cristalinos imensos em círculo, isso forma o coração de uma nave, ou esferas, há quem tenha referido imensas esferas a bordo. A bordo das naves a alimentação física, para quem a utilizar, é essencialmente gelatinas feitas de frutos que têm a ver com a nossa manga, o nosso kiwi e o nosso maracujá, mas não são ácidos.

Nas culturas hidropónicas, nas naves eles lidam com certos frutos que não são terrestres. O maná que foi passado aos judeus no deserto eram flocos de vibração subtil mas era físico, o Maná, realmente caiu no deserto.

A bordo das naves é essencialmente gelatinas e vocês recebem uma roupa porque esta nossa roupa está toda contaminada. Quase tudo o que nós somos aqui em baixo não serve lá em cima.

Então eles têm fatos feitos de fibras luminescentes, a maior parte deles, andrógenos (são como fatos de macaco) alguns são metálicos, são iridiscentes e são fatos concebidos para aumentar a vibração do corpo é exactamente o contrário das nossas fibras sintéticas. Essas fibras são concebidas a bordo a partir da luz, isto é, assim como o gelo é água densificada, eles têm formas de densificar luz em que, a partir de um certo momento, aquilo é roupa! É outro mundo! E essas fibras que são luz densificada, ao serem vestidas, mantêm a vibração electroestáctica, eléctrica e magnética do corpo.

A bordo das naves-mãe não existe dia nem noite, nascer nem pôr do Sol porque todas as estrelas são o Sol, não há início nem fim do dia, significa que o cérebro e o hipotálamo ao fim de umas horas, começam a entrar na regência da nave-mãe.

Uma nave-mãe é uma entidade viva, tem núcleo, tem um coração, respira, tem níveis tecnológicos, tem níveis de prana cósmico, tem níveis astrais superiores, tem a sua fauna e a sua flora, tem cidades, tem casas. É complexo mas a partir de um certo plano, uma nave-mãe é uma fórmula de instrução acerca da não dualidade.

Então, a partir de um certo momento, começas a sentir o hipotálamo a sair da lei da dualidade. Tu podes até dormir e acordar mas, gradualmente, tu começas a sair dessa lei, ou seja, não se dorme a bordo das naves-mãe. Há uma parte do nosso córtex que diz: “isto é impossível!” mas vocês vão à net e fazem: naves-mãe ou Mothership, ponham o Google na função “imagens” e façam mothership e vão receber milhares de fotos de naves-mãe (algumas são falsas). O site Mutual UFO Organization não tem fotos de naves-mãe falsas.Muitas destas fotos são dos anos 60/70.

Uma nave-mãe é o útero (porque é mãe) do qual partes de uma população podem sofrer uma regénese, isto é, muitos seres são levados a bordo para terem os princípios ígneos dos corpos subtis, físico e mente activados.

Estes princípios ígneos presentes no físico, no emocional e na mente dificilmente poderão ser activados no planeta. O que é que acontece quando eles são activados? A personalidade acende. Do ponto de vista cósmico a nossa personalidade é como uma lâmpada apagada ou está intermitente, são os princípios ígneos no físico, no emocional e no mental que acendem a personalidade.

À personalidade acesa dá-se o nome de “alegria cósmica”. É um estado de radiação que preenche o teu físico, o teu emocional e a mente constantemente. É o resultado da activação dos princípios ígneos da personalidade, como se micro partículas de fogo se acendessem e tu ficas suspenso acima da tristeza planetária. O paradoxo é que só podes fazer isso com a ajuda da Mãe divina, é ela que cende os princípios ígneos, por isso muitos seres são levados a bordo para serem colocados em câmaras de som e cor onde os princípios ígneos do parafísico (etérico), isto é, do emocional e da mente começam a ser estimulados. É uma espécie de acender da personalidade, tu percebes, quando estás naquele estado, todos os teus dias é estar a dormir, é estar apagado. É iluminativo no sentido budista do termo mas é orgânico, o corpo físico participa disso, o emocional entra em estado de bem aventurança e alegria sólido (sem oscilação) e, o que é que acontece com a mente? Não há mente, porque quando a mente está clara, transparente, apenas amplifica o que vem de cima.

Quando os princípios ígneos da personalidade se acendem a alegria que se sente é como se nenhuma coisa na Terra pudesse beliscar a superfície da tua natureza. Tu estás hermeticamente elevado a outro plano.

Eles estão a acelerar esses princípios ígneos na personalidade, estão a amplificar essa vibração, por isso é que estamos com tantas oscilações. Nunca se viveu tanto em tão pouco tempo. Uma semana pode conter dramas que antigamente levavam 10 anos a viver. Um mês parece que viveste um ano. Por um lado passou de repente, por outro viveste imensas oscilações porque eles estão a acelerar o motor da vibração na personalidade.

Muitos estão a ser levados a bordo para entrar em câmaras de som e cor que são a Mãe divina, o Espirito Santo acelerando os princípios ígneos, o fogo solar residente na personalidade. Isto tem um tempo, tem uma curva, primeiro é muito delicado e à medida que os anos passam é cada vez mais agudo.

As naves-mãe são completamente femininas o que não é real para outro tipo de naves. São grandes discos que podem ter 80km. de diâmetro onde existe natureza. Nós queríamos deixar-vos com este tipo de imagens porque se tu consegues sentir e ser tocado pela vibração destas plataformas flutuantes, a tua memória cósmica começa a vir gradualmente, tu começas-te a lembrar de quem és e lembrarmo--nos de quem somos é hoje a grande tarefa.

Se tu te lembrares de quem és estás dispensado de te preocupares com os outros porque quem és fará isso impecavelmente. À medida que me vou lembrando de quem eu sou presto o grande serviço que é ser uma gota a menos.... e a grande força do comando estelar é que, tanto as naves como eles, como a sua tecnologia, como a cultura cósmica que eles representam são a memória, a consciência integral presente. Então uma pessoa pode aspirar a se alinhar com estes mensageiros, com estas visitas celestes e à medida que vais reconstituindo a tua memória, uma dia apercebes-te que uma parte fundamental do teu ser pertence às naves-mãe.

Eles são tão simples! Quem alguma vez tenha estado na presença dos extraterrestres ou dos mestres de linhagem crística, eles são tão simples e no entanto eles podem ser incrivelmente sofisticados em qualquer nível, mas a síntese dessa sofisticação é tão bela, e a doçura, o amor, a qualidade e a ética, no sentido energético da palavra, com que eles nos acolhem, é tão sensível! A maior parte de nós não tende a associar a Mãe divina e a ideia de naves-mãe, o nosso encontro é destinado a começarmos a fazer essa ligação.

Existe ainda uma nave conhecida como “A Pomba” que coordena o processo principal de ascensão e ocupa o vértice superior da pirâmide da merkaba. A Pomba é um grande disco, uma cidade flutuante, associado ao topo da pirâmide virada para cima. A Pomba tem como comandante principal a consciência de Sananda que em tempos esteve na Palestina falando sobre o Reino.

Então, Jesus é um dos comandantes da nave principal, é a vibração da paz galáctica. O nível de paz não tem nada a ver com chegar à paz.

Sananda é o ser que recebe o relógio da ascensão planetária, as portas temporais e o timing, isto é, Ele é o coordenador do tempo, da velocidade e das oportunidades....., é o comandante geral do processo de ascensão da Terra.

Eles podem projectar hologramas de vibração da nave para qualquer sítio da Terra.

As nossas conferências vão-se transformar cada vez mais em cessões de cura, alinhamento e activação das linhas axiatonais que ligam os meridianos do corpo ao Eu Superior e aos hospitais cósmicos, às linhas de cura das naves.

Em breve as nossas conferências vão deixar de ser públicas, talvez a melhor forma destes encontros deixarem de ser públicos é o público deixar de ser público, é as pessoas auto excluírem-se ou auto incluírem-se. Há pessoas que ainda não podem chegar a este trabalho porque ele ainda não tem vibração para atrair essas pessoas e há outras que precisam pensar, seriamente, se este trabalho lhes diz alguma coisa.

Eles vão mesmo começar a mexer no campo etérico da sala. Neste momento muitos de vocês estão a ter a nuca trabalhada....., outros o sangue..... e outros não estão a ter nada trabalhado.... e outros estão a trabalhar. Muitos estão a ter o chacra da coroa trabalhado neste momento...., outros as aurículas e os ventrículos...., a pressão cardíaca ajustada..... . Há todo um trabalho sobre o sistema nervoso...... . Interessante a quantidade de bloqueios no chacra da laringe, sobretudo no sexo feminino, então, eles dizem que estão a trabalhar muito a tiróide.

Isto é uma mensagem para elas:

“Vocês têm que começar a falar! A fazer coisas, a assumir o que são, a dizer, a vibrar e a criar no éter a partir da vossa alma com a luz do que vocês são. Por favor saiam da câmara da hesitação e da insegurança”.

Por André Louro de Almeida            17/09/2004

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