Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Consciência de si

Ser central é o foco constante da consciência dinâmica. Esta consciência que estamos a aprender a lançar no infinito, esta consciência que tem asas, rota, destino, que assimila o espaço, ela é dinâmica em nós e que cada um, com a sua linha própria de trabalho, está a aprender a soltar de nós e a capacidade crescente que o ser livre tem de viver para além do seu corpo, de activar a realidade esférica da consciência na qual ela se liberta para além do crânio e que estamos a aprender a não viver mais dentro da rede sensorial.

A tua verdadeira consciência é anterior ao corpo, ao sentimento, ao pensamento. Nós somos esferas e este corpo está dentro da consciência, está dentro da mónada. A ideia que temos é que o espírito está dentro de nós, isto é real enquanto descobrimos o ser psíquico, enquanto descobrimos a região no corpo onde o eu superior ancora (no centro do tórax) e enquanto trabalhamos esta descoberta e somos atravessados por essa luz descobrimos o divino dentro do próprio ser.

Simultaneamente começa a ser possível a compreensão de que nós estamos dentro da mónada, estamos dentro da nossa própria divindade e que o veículo divino do ser envolve o corpo. Significa que o corpo está constantemente a ser recriado pela própria consciência. Não estamos a falar da aura nem das emanações de energia dos chacras, nós estamos a falar do facto de que o corpo está dentro da mónada e que o espaço em torno de nós é habitado pela nossa própria consciência divina e para que eu possa começar a me relacionar com dimensões superiores eu devo por vezes permitir esta vibração, que o sentido do eu se liberte do crânio e do tórax. Universalizar a minha consciência, permitir que o sentido de identidade se liberte do nível de reacção dentro do qual ele existe, quando está no corpo e simplesmente deixa que a consciência do eu e o sentido de identidade se expandam.

Este ser que está a começar a fazer contacto com a aura de resgate, onde estão sendo feitas as principais substituições ocultas na personalidade, pode começar a perceber-se como vivendo para além da localização do corpo, pode começar a permitir que a consciência vá ao encontro daquilo que ela sabe que deve fazer. Estamos a falar desta consciência pura que tem o desejo imperativo de encontrar a sua origem. Esta consciência busca a união suprema. À medida que o teu ser se aprofunda e que tu permites que a energia vá ao encontro do centro, tu vais descobrindo gradualmente que o mental e o emocional buscam algo além deles e que o físico busca a luz pura. Há toda uma pedagogia nova no ar que é a de, sem mais complexidade, o indivíduo permitir que a consciência pura se liberte ao encontro da sua origem.

Nada em nós foi criado para uma experiência estática e muito menos para a repetição dos dias, tu foste criado para o novo, para o que não foi ainda conquistado. O indivíduo não sente o influxo da energia dentro de si porque ele não permite que a consciência expanda para dentro da mente divina.

Esta nova lucidez que busca ancorar na superfície do planeta implica a combinação lúcida entre a jóia pura que tu és e a ciência dos revestimentos, um conhecimento dos nossos corpos, da nossa natureza, mas é fundamental que o facto de eu conhecer a minha natureza humana não eclipse a consciência da jóia no centro, porque a nossa consciência de superfície, se for deixada solta, ela retorna naturalmente ao seu centro, ao sacrário.

Antigamente havia um trabalho sistemático para fazer com que o ser se tornasse consciente do seu centro – meditação. O tempo de meditar terminou porque o poder do centro foi ampliado. A humanidade profunda encontra-se dividida em 12 tipos de frequência. Existem 12 grandes grupos de almas que se nutrem de consciência pura. O que nós somos no profundo é um coração perene, um coração de luz que é um átomo de uma grande entidade cósmica, uma hierarquia criadora.

Este átomo que tu és nos planos profundos, este centro que pulsa, é ultra coeso com uma entidade cósmica, com uma turbina de amor. Para a Terra existem 12 vórtices de amor puro e tu és uma gota dessas colunas giratórias de amor e luz.

De há 20 anos para cá que o poder desta realidade maior foi liberto para baixo. O poder tractor, iluminador, transformador destas 12 entidades começou a penetrar as dimensões até se aproximar do físico.

Até agora sabe-se que a zona onde existe a maior resistência é no mental humano, é esta mente que é refractária à descida desse poder luminoso que vem dos planos superiores de consciência.

As consciências tridimensionais estão a sentir o efeito elástico dessas entidades maiores estarem a aproximar-se da superfície da consciência.

5 biliões de cérebros a funcionar ao mesmo tempo formam um limiar de consciência, eles estão todos estabilizados na mesma frequência. Eles geram um portal de consciência. Significa que a partir desta população cerebral existe uma tradução do mundo, uma esfera de percepção que é colectiva, estes cérebros estão afinados mais ou menos todos pelo mesmo diapasão e por isso nós criamos o mundo.

O mundo é o resultado de uma troca, de um emissor e de um receptor.

Estes 5 biliões de percepções estabilizadas na mesma frequência criam um patamar de percepção, um consenso, e é justamente este consenso, este campo onde nos encontramos que está a começar a ser mutado, alterado e a consciência sub cerebral, está a começar a escapar-se para fora do domínio do cérebro, para fora do jogo dos pequenos deuses e o portal entre a consciência sub cerebral e a consciência além do cérebro está a começar a abrir e a nossa rede neurológica está a começar a receber um fluxo de luz que nos coloca fora da dimensão antiga.

A hibridação dos próximos 5, 6 anos é que vamos ver o nosso irmão simultaneamente no tempo e fora do tempo, isto é a dimensão três e meio. Vamos começar a ter experiências que são uma fusão entre a 4ª e a 3ª dimensão. Donde que eu percebo que já estou sendo tocado por esse estado porque eu olho para o meu irmão e vejo-o no tempo.

Um ser sabe que o seu campo interdimensional está a entrar em respiração porque tu vês o outro como uma luz palpitando nos lençóis puros da eternidade. Isto é o novo facto preceptivo. Como as relações humanas são feitas de trocas energéticas, quando um ser se aproxima do teu campo três coisas acontecem: ou há uma rectrogradação para o passado; ou há uma confirmação do ponto em que ele está; ou há uma revelação. E isto é o que os seres humanos fazem uns aos outros agora. Revelação é tu não confirmares o passado do outro ser porque tu estás a vê-lo na eternidade.

Revelação é quando tu olhas para o outro ser e vês a escultura luminosa que ele é e é quando acontecem as curas.

Actualmente a cura mais alta disponível é este olhar que vê o outro como ele é em essência. É este olhar que restabelece os protocolos electromagnéticos adâmicos, os campos de alinhamento das partículas e a forma de organização hipofisiária e pineal que se perdeu. É por esse novo olhar que as matrizes logóicas das estrelas podem reconfigurar os feixes luminosos que reensinam a eternidade nos corpos do teu irmão. É o olhar de Órus. É o olhar que vê o que é. O processo místico resumia-se a este olhar e como tal aconteciam grandes acidentes porque as pessoas ficavam neste olhar mas não viam mais nada. Não viam os corpos nem a vibração, nem o ponto do outro, só viam o olhar e aconteciam acidentes porque a compreensão da natureza evolutiva da parte do ser que está encarnada não estava a ser integrada ao processo de conhecimento.

Neste momento temos oportunidade de integrar os dois olhares, as duas vertentes de consciência, a que honra o tempo e compreende o teu irmão no tempo, nas limitações dele, no processo, na estrutura e no crescimento dele, com o olhar eterno, com a esfinge. Este olhar que vê o outro no tempo e que respeita a natureza do ser tal como ele pôde esculpir-se a si próprio a partir do seu livre arbítrio e ao mesmo tempo manter a esfinge bem activa, isto é, manter o olhar que vê o outro ser como ele é na eternidade.

Nós não vamos perceber o que é a aproximação da Confederação intergaláctica enquanto não trabalharmos esta nova faixa de sentimento que é: proximidade sem familiaridade. Conseguir este equilíbrio subtil entre proximidade profunda sem familiaridade, sem as pessoas lançarem pequenos anzóis aos plexos solares umas das outras é toda uma região de conhecimento que não está explorada.

Há uma enorme tensão entre os sexos. Duas pessoas que tenham sexos complementares masculino/feminino e que tenham a mesma química, sentem uma enorme dificuldade em estabelecer laços profundos porque o fantasma do processo sexual está constantemente a vir ao de cima. O que um trabalho novo precisa de fazer é estudar a possibilidade de proximidade, de colaboração, de troca profunda sem que o fantasma da relação sexual tenha que se colocar.

Tirando alguns povos escandinavos, de uma maneira geral a humanidade não sabe fazer isto. É muito importante que comecem a haver áreas d exploração, de descoberta, de partilha, onde as pessoas se libertem deste ponto. Isto é um pequeno detalhe no meio de uma série de incomunicações: dificuldade de comunicação entre gerações, entre disciplinas, entre tipos diferentes de pessoas. Toda a dificuldade tem a ver com o primeiro olhar, com o olhar que vê dentro do tempo, e enquanto eu olho apenas dentro do tempo, eu estou a introduzir força no que o outro não é.

As relações entre os seres humanos não funcionam porque esse segundo olhar ainda não foi suficientemente desperto. À medida que ele vai surgindo em ti, tu transformas-te cada vez mais numa nuvem de harmonia porque a harmonia é o que resulta do equilíbrio entre estes dois factores: um vê o longo caminho do ser encarnado e o outro estimula o caminho rápido, mantém claramente no ar a divindade do outro.

É pela combinação destas duas possibilidades que nasce uma harmonia desconhecida nas relações humanas. O lóbulo frontal direito guarda a memória do jardim, a consciência edénica encontra-se nesta região. A ciência dos construtores cósmicos encontra-se no lóbulo frontal esquerdo. Todo o conhecimento, desde a engenharia do electrão, tal como estudada e desenvolvida pelos arcanjos, até todo o percurso da história natural, até à alquimização de um planeta em luz, até às supernovas, às iniciações galácticas, essa memória está no lóbulo frontal esquerdo. Está adormecido porque se trata de uma vibração tão alta que nós não saberíamos o que fazer caso isso acordasse, mas tu és portador do livro da vida. O livro da vida e toda a informação oculta compactada e adormecida dentro de ti.

Esta região guarda a memória do jardim, a vibração do Éden, a frequência na qual o Pai caminhava ao lado do Filho, o criador passeava com o criado, isto significa contacto constante com o eu consciente. A mónada é o Pai, o Filho, neste contexto, é a parte luminosa do eu consciente e o Éden é a perfeita economia energética – o hexágono. No hexágono temos o código geométrico do Éden.

A dimensão três e meio só pode ser contactada em grupo por isso é que se fala na era de Aquário, no trabalho do 7º Raio e quando se utiliza um grupo de 7 que é um número de fogo, a própria matriz numérica já é uma evocação do 7º Raio com o qual os núcleos de partilha irão lidar. A campânula do trabalho é cerimonial pulsante, rítmica, e adoração através da ordem e da elevação. Isto é o 7º Raio.

André Louro de Almeida      18/01/2002

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