Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Novo Som do Logos Planetário

Cada partícula, cada veículo, cada consciência, cada órgão, cada governo, cada estrutura tem a sua sustentação em níveis de luz que permanecem mais ou menos ocultos em função da transparência da consciência do governo, do indivíduo… A base de toda a existência, da manifestação, de exteriorização seja do que for, é luz, e toda a realidade simples ou complexa, tudo é construído sobre uma contraparte luminosa.

Este planeta está a passar por uma fase intensa de libertação de luz aprisionada no seu âmago. O Logos está-se preparando para emanar uma nova sílaba, um novo som, um novo princípio ordenador do contínuo dentro do qual nós existimos. É a engenharia planetária que está a passar por uma mutação e a crise humana é todo um aspecto de regénese que o planeta está a viver.

Um planeta é possível porque existe uma consciência que aprisiona o grande caudal de energia livre, num ponto e fixa-o noutro ponto. Para nós termos um som numa corda duma guitarra precisamos de dois pontos: um ponto fixo, que é aquilo que na ordem de Melchizedeque se chama o ponto Alfa e um ponto de progressiva afinação até tu teres o som que corresponde à nota que queres tocar na guitarra – ponto Omega – e o que o Logos (o Verbo) de um planeta faz, consiste em focar o seu poder estabilizador do grande caudal, ou seja, todo o bombardeamento de raios cósmicos que não se encontra aprisionado por ondas de gravidade nem por nenhuma constante. Trata-se de níveis de luz e correntes de fogo que não estão submetidas a nada – é segurar o grande caudal nos pontos Alfa e Omega.

Esta estabilização em dois pontos gera o que podemos chamar o holograma planetário, ou seja, a construção de um sistema hermético – consciência/objecto. Em que é que isto é pragmático para nós? Pelo simples facto de que a circulação do sangue, a temperatura do corpo, o processamento mental, os estados neuróticos, os estados de tristeza e de angústia, tudo isto existe dentro de uma afinação do holograma, ou seja, é porque o Logos decidiu cantar e afinar este planeta segundo um determinado diapasão.

Há um imenso caudal (energia) que não está definido nem se sabe o que é e que não tem origem, não se sabe donde vem nem como funciona. Os Logos usam o caudal para criar estruturas arquitectónicas e o nosso corpo está dentro do holograma, ele tem um ponto Alfa, situado a 20cm abaixo do 1º chacra, e um ponto Omega situado 20cm acima do 7º chacra.

A mercaba ou holóide (veículo do todo) a activação deste campo em torno do homem segue a par da activação do holóide planetário, da iniciação da humanidade e do fim da História. Tal como Hegel tantas vezes apontou, que a História era uma sequência que fazia sentido e que ia numa direcção.

Esse imenso caudal que é comparável a um cilindro de luz totalmente livre – menos conveccionada que um fotão, este caudal não tem ponto de aplicação. Vamos imaginar um tubo luminoso e um anel no centro, exactamente com a mesma largura do tubo. À medida que esse anel vai diminuindo o seu diâmetro, começamos a ficar com dois cones como numa ampulheta, até que o anel se fixa num ponto.

O que é a nossa experiência de tempo? É um tubo que foi conveccionado no centro.

O que é a nossa experiência de espaço? É uma imensidão que está conveccionada segundo um ponto relativo do observador e isto é tão válido para a nossa experiência de espaço como para a experiência de amor romântico.

Nós existimos em infinito, essa é a dimensão que não pode ser desmontada, que não tem categorias, é a dimensão livre a que a nossa consciência aspira. A dimensão infinita é aquela à qual a nossa consciência se dirige porque ela foi criada para isso.

Nós partimos dum ponto de relativamente alta ignorância e sofremos todo este processo dialéctico até começarmos a navegar em dimensões mais altas mas a consciência, na sua configuração original, dirige-se impreterivelmente para o infinito. Ela procurará inverter este anel até que ele tenha de novo a largura do tubo.

A história da consciência é a história deste anel que começa a afunilar o tubo no seu ponto de aplicação, porque existem tantas realidades quanto consciências, porque o tubo está disponível para quem quiser conveccionar que conveccione, quem quiser limitar a passagem do fluxo que limite.

In glória é a condição da consciência cujo diâmetro é equivalente à própria amplitude do fluxo universal, Não há passado, não há presente, não há espaço, não há tempo, não há eu, então a mónada está lá, nessa interpretação fiel do próprio fluxo.

Quando se usa a expressão “fogo divino dentro de nós” estamos a falar dessa realidade, que, por ser tão terrivelmente ampla, só pode ser compreendida pela nossa consciência como algo equivalente a um fogo.

Fogo monádico é uma presença que sintetiza todas as outras realidades. Isto é o centro do teu ser. Este centro mantém-se oculto porque se ele se começa a desdobrar aqui para baixo, as pessoas começam a entrar em processos pós histórico, supra civilizacional, transcultural, porque esse fogo sintetiza as operações, ele funde as operações dentro de nós. Poesia e matemática para esse fogo é a mesma coisa. A última vez em que nós tivemos momentos em que poesia e matemática estiveram próximos foi com os gregos, com o processo da regra de ouro de Pitágoras, da formação da música, da divisão de uma corda em 7 partes e assim sucessivamente em que processos líricos e processos poéticos estavam muito próximos de processos científicos, depois houve uma defracção cada vez maior entre os dois aspectos e agora temos que esperar mais 15 anos até que isso tudo volte a casar novamente.

A mónada não limita o caudal, ela está lá in glória. Quando saímos do plano monádico para o espiritual já temos uma razoável limitação e portanto aquilo que era o grande cilindro começa a formar os dois cones. Quando entra no plano da alma já tens claramente o cilindro próximo do centro e quando entras no plano do eu consciente tridimensional é como se esse anel, que é a nossa consciência, tivesse conveccionado quase até um ponto – ego. Nós somos conscientes em vários níveis simultaneamente, que gradualmente se vão dilatando até se tornarem equivalentes ao grande fluxo. Isto é a nossa realidade, nós somos compostos, não por uma consciência mas por múltiplas consciências em paralelo.

O tempo em que estamos a viver é o tempo em que os núcleos mais altos estão começando a dissolver os núcleos mais baixos. A nossa alma está-se a preparar para assimilar o eu consciente.

Quando se fala de Logos planetário, da palavra que estrutura o planeta, estamos a falar duma entidade lá, suspensa na inalterância e que, para efeitos de evolução – não sabemos exactamente como – prende o grande caudal em 2 pontos e tem com isso uma corda que produz um som. Esse som a que a maçonaria chama “a palavra perdida” é o ordenador profundo do nosso contínuo, isto é, a forma como neste planeta a energia está estabilizada num imenso cristal, que é um palpitar na eternidade.

A chave do contínuo é a palavra divina para este planeta, ou seja, é o nome oculto do Logos planetário, é o som, ele, ao tocar o imenso caudal num ponto e noutro, tem uma “corda” através da qual gera um som. Esse som estabiliza espaço/tempo/matéria/energia e todas as forças constituintes da matéria, do emocional e da mente.

O Logos está a produzir uma reafinação do planeta, isto é, a transição do planeta para uma nova dimensão, significa que a “corda”, que é aqui um símbolo dos 4 pilares (são as 4 forças fundamentais do universo) que mantém a dimensão terrestre, está a ser reajustada. O Logos está a mexer com as leis planetárias, está a aperfeiçoar a sonoridade dos elementos que constituem o nosso planeta em função dum timbre que ele contempla em função duma Terra paralela.

Se o Logos á capaz de organizar matéria ao ponto de nós termos planetas, ele é capaz de ter sonhos bastante potentes. Mesmo que possamos definir que a Terra paralela, perfeita, existe algures na mente do Logos, essa Terra paralela é completamente visitável. Em função dessa Terra perfeita o Logos está a afinar todas as cordas. O Verbo está a cantar para este planeta outra canção e à medida que ele eleva a canção que sustenta o planeta, o grau luz aprisionado dentro de nós é liberto num novo grau. Esta condição de diafragma da luz de seres que injectam luz cósmica dentro do espaço e do tempo, esta condição está a mudar, o diafragma está a mudar de velocidade, nós estamos a ser reconfigurados em todos os planos para que o grau luz capaz de ser transmitido por um ser humano aumente.

Esta aceleração, esta auto revelação tem 12 etapas. À medida que a personalidade adquire transparência (ela agora é opalina) – se nós fossemos personalidades transparentes não conseguíamos existir neste planeta porque o grau de caos e confusão em que a Terra se encontra não permite o encarnar directo de uma personalidade que esteja num estado inteiramente transparente. Nós somos opalinos, mas mesmo essa opalinidade está a entrar num ciclo de purificação acelerado que visa remover dos corpos tudo o que não está de acordo com a nova luz nascente.

À medida que o novo som vai sendo doado pelos elementos da Terra, pela grande massa física, pelo grande oceano astral, pelo óvulo mental, pelas cortinas intuitivas, tudo isto está a ser elevado e à medida que isto acontece, tu vais-te tornando radioactivo – antigamente chamava-se iniciação.

O ser humano começa a disparar tipos de luz desconhecidos. O estreitamento dos níveis subtis dentro de nós, do astral com o mental, do mental com o intuitivo, o estreitamento destes três com o espiritual, o estreitamento destes quatro com o divino, esta fusão liberta radioactividade – uma acção directa da radiação sobre a matéria. Um curador cósmico é um ser que liberta um grau e um tipo de radiação que altera a nuvem electrónica, altera o comportamento da matéria e das partículas. Essa radiação é transmitida por um curador cósmico na proporção em que a chama divina ancora no porto que está preparado para ela no centro do cérebro.

Nós temos câmaras preparadas para a descida do divino e nós nunca vamos saber o que elas são se não começarmos esta aventura.

O nosso holóide está regulado segundo a mesma frequência por isso nos vemos uns aos outros porque estamos todos no mesmo contínuo. A manifestação de um ser humano começa no útero materno pela construção, em luz, duma estrela de David que é a estrutura cristalina do corpo interdimensional, do holóide. Essa estrela de David é o tradutor entre consciência e realidade envolvente, ele mantém o ser dentro do programa divino. Isto não tem nada a ver com chacras, com auras ou com corpo astral. Esta estrela de David em torno do corpo, cujo pólo inferior está abaixo do 1º chacra – ponto Alfa – e o pólo superior se encontra no ponto Omega acima da cabeça, é o campo divino dentro do qual existimos, ele tem contrapartes electromagnéticas, luminosas, energéticas, mas principalmente ele é um espelho da mente divina local em torno de ti, ele espelha energia divina para todo o teu ser.

Nós somos luz a caminhar muito de vagar e o que faz isto são certas constantes harmónicas, por isso é que se diz o Verbo, é a afinação através da qual os nossos corpos foram estabilizados. O que é que se segue?

A partir dos anos 80 foi liberto todo um novo ciclo de reconfiguração dos corpos a uma velocidade muito elevada por isso é que os químicos encontram grandes quantidades de trifosfato de adenozina no interior da célula – é parte, dentro da célula, que acumula radiação. O nosso tecido está a ficar saturado de luz.

Padre Pio é um curador cósmico, um intraterreno que se manifestou no planeta. Ele olhava para uma fotografia de um indivíduo sofrendo de cancro, que estava noutro continente, e ele era instantaneamente curado. A luz usa estabilizadores para poder transmitir entre planos. Há abraços que te podem deixar curado, do ponto de vista emocional. Há beijos que curam totalmente o veículo mental de um ser. Há proximidades que curam o físico. A tua consciência é a única forma que a energia superior tem de atravessar as dimensões e entrar no circuito de distribuição de força. Aquilo a que neste planeta se chama “os anjos”, não podem fazer o circuito completo, a lei não permite. Quando uma foto é apresentada a um curador cósmico e a milhares de quilómetros de distância a pessoa passa por uma cura instantânea, é porque a energia para curar aquele ser já estava disponível a níveis internos. O grau de oração daquele ser, até mesmo da família, com realidades superiores já existia, já estava feito, estava tudo pronto, aquele ser podia ser curado senão a fotografia nem chegava ao Padre Pio. A energia estava lá, potencial, mas ele não podia descer às células daquele ser senão passasse por uma consciência encarnada. A lei não permite a energia passar o elo do eu consciente. A lei implica que haja sempre um ser consciente encarnado na zona em que ela vai actuar, ela pode fazer tudo, até chegar aos níveis intuitivos, mas do intuitivo entrar e actuar à distância sobre as células de um outro ser, a lei implica que haja uma consciência lúcida alinhada com propósitos superiores capaz de reconhecer o divino e como essa energia está lá acumulada, no momento em que o curador cósmico entra em contacto com a foto (a foto não serve para mais nada senão para o curador tomar consciência que aquele ser existe) e no momento em que ele toma consciência, como no âmago do curador cósmico o que se instalou é o divino, assim que aquele ser entra na consciência do curador, a energia tem um diafragma, tem uma forma de atravessar os planos e ir ter com o corpo doente dele. A energia precisa da consciência encarnada para circular.

A nova fonte de equilíbrio é a luz contactada pelo consciente, fora desta luz as pessoas entram em exaustão acelerada.

Existem 12 níveis de activação do corpo de luz.

Estes 144.000 seres que pode responder à nova energia antes que a humanidade aprenda a responder como um todo, estão agora a ter o 3º nível do corpo de luz activado. Este 3º nível corresponde a uma nova economia energética em nós. Quando o 1º nível apenas estava activado, nós comíamos e sentíamo-nos fortes, dormíamos e restabelecíamos as forças, ou seja, os processos normais funcionavam. A partir do momento (1995) que o 3º nível do corpo de luz foi activado na humanidade que sabe servir, os processos normais não funcionam mais. Não há como um ser se manter energizado, equilibrado, alinhado, nutrido, se não estiver constantemente consciente de que o principal dele não se encontra encarnado, é o tal pontinho do círculo que convecciona o tubo. A química comum deixou de funcionar, só funciona em nível mecânico como por exemplo: se eu deixar cair um tijolo no pé tenho as consequências previstas pelo Newton, mas nos níveis profundos, a química normal está a deixar de funcionar. A alimentação através da comida acabou, está superado. Se eu me alimento apenas de comida eu “morro” de fome, eu mirro, murcho. Se me alimento apenas de emoções ou de ideias, eu desapareço. Isto terminou muito especialmente para os auto convocados, para aqueles seres que estão a fazer a experiência de ligar o arquétipo dentro desta confusão que é este planeta.


Trata-se de despertar o código em nós que está adormecido e reconfigurar tudo (mental, emocional e físico). Esta acção da luz é a próxima forma do ser se alimentar.

O convite no ar é para que eu comece a observar a oração (cada ser tem a sua própria linha de oração) como uma forma de me energizar, de me alimentar. Eles estão chamando a atenção que nós precisamos de nos virar para o eu superior como uma fonte de energia. Não tanto como um tribunal que julga o que tu fazes com o teu dinheiro, os teus genitais ou a tua família, o eu superior não quer saber disso para nada, desde que o indivíduo consiga manter uma nível alto de energia.

Há certos usos de dinheiro, dos genitais, da família e da forma de estar neste mundo que expulsa a energia de ti e existem níveis que mantêm a energia circulante. Então cada um vai ter que encontrar o seu caminho, a fórmula e perceber como é que ele perde energia.

O que está no ar é este convite para que as pessoas se virem para o seu núcleo central como uma fonte de alimento e que eu comece a associar, de uma forma automática, cansaço, exaustão, fome, confusão, desorientação, pretensão a oração. Quando este 3º nível de luz é activado em nós não existe equilíbrio fora da oração.

Este ser está a ter esse 3º grau de energia luminosa desperta nele, tem no contacto interno, a capacidade de beber da fonte central do seu ser (cada um tem de encontrar a forma de beber, de percorrer o caminho de auto decifração, é muito fácil, nós estamos na era de Aquário, não há mais fórmulas passadas externamente).

Isto é uma situação extremamente pragmática, não há equilíbrio, nutrição, activação energética – inclusivamente os alimentos vão começar a funcionar cada vez menos, se eu não tiver um contacto com o núcleo do meu ser. As pessoas vão começar a energizar-se, a transferir a alimentação (gradualmente) do físico para a capacidade de assimilar luz.

Quando a luz dentro do ser se amplia, ela tem que atravessar as lentes da consciência e dos corpos.

A luz para chegar aos chacras, à aura, precisa de atravessar uma série de planos. Até hoje observa-se que a luz chega à intuição de uma forma clara, porque todos nós somos intuitivos e temos clareza sobre o que é a condição ideal para este planeta. Todos somos bombardeados por uma informação cósmica de altíssima frequência.

Ser capaz de ficar quieto, alinhar-se e receber a percepção de que há mutação entre civilizações não significa nada. Ter a percepção intuitiva e responder ao plano intuitivo não é o trabalho, é válido, é importante, é legítimo, mas não é o ponto de aplicação da força, hoje. O que Eles procuram é que o indivíduo consiga levar a sua consciência para o plano espiritual de forma a que o fogo, que é a própria radiação do eu superior, desça do nível espiritual para a intuição, da intuição para a mente, da mente para o plano astral directamente no físico. Só assim é que o planeta muda.

Quando a luz começa a descer encontra a consciência e se ela não foi transformada e certos compostos estão nas emoções e no mental, pelo facto da luz, que está a descer dentro de ti, estar a aumentar, todas as reacções que estavam latentes no físico são aceleradas. Então existem inúmeras doenças que essas pessoas vão ter no futuro porque a luz que está vindo da alma e a voltagem acrescida que essa luz produz, ao atravessar a lente da consciência encontra-a distorcida.

Quando estamos no 1º nível do corpo de luz, a consciência pode estar distorcida, alienada, que não há despoletamento de doenças, fobias, gripes, febres altas. A consciência, o mental, o astral, podem fazer o que entenderem que não há despoletar de situações latentes no corpo, situações cármicas que vêm da Atlântida, da Lemúria, da Raça Ariana, os nossos corpos trazem miasmas que são tendências para certos tipos de degradação, e isto encontra-se mais ou menos adormecido em nós, dependendo do carma, mas desde 1995 que todos nós entrámos nesse 3º nível do corpo de luz, e nesse nível, se a consciência não estiver alinhada com os níveis internos e se os veículos não forem trazidos diariamente a essa vibração – uma vibração secreta que só tu sabes qual é à oferta que está a ser posta à nossa frente não é mais a oferta de joelhos a sangrar em Fátima, a oferta és tu! Isto é o que significa os seres que estão coligados com a rede Melchizedeque, tu és a oferta. Terminou a religião começou a espiritualidade, terminou para alguns. Pode ser que Maria aceite os joelhos a sangrar do outro ser porque aquilo é o ponto dele, (se bem que a fé também se educa) mas tu podes andar o que quiseres de joelhos que não é aceite porque o que é aceite, neste momento, é o próprio ser.

Quando o Ghandi morreu (se é que morreu) ele tinha-se despojado de tudo, mas tinha um único objecto com ele (tirando os óculos) era a caneta, e aqui está um sinal de que a entrega da mente, num nível muito profundo, ainda não tinha acontecido totalmente, ainda havia um político dentro dele. Os objectos que trazemos junto a nós, geralmente, indicam as partes de nós que ainda não entregámos ao divino.

O indivíduo ao entregar o seu corpo físico à energia superior está a entregar a sua fisicalidade aos construtores do próprio corpo.

Muito do emocional se cura porque o indivíduo não põe aí a concentração. As energias emocionais já têm tendência para viverem por si e é muito importante que eu possa entregar o emocional e que tire daí a consciência. Ninguém se liberta do emocional se a consciência estiver no mental ou no físico. Neste 3º nível do corpo de luz não é mais possível manter os corpos fora da energia.

As pessoas falam em exaustão, cansaço, desorientação, desvitalização, medos, esgotamento, depressão, quanto mais luminoso é o potencial de um ser pior ele se vai sentir senão fizer o trabalho. Nós estamos a entrar em curva decrescente, rapidamente, se não nos abrirmos à energia cósmica.

À medida que este 3º nível do corpo de luz é activado a célula começa a gerar mais trifosfato de adenosina do que aquilo que liberta. Isto é, as células estão a começar a fixar mais energia do que aquela que recebe, pelos canais linfáticos. Esta energia vem do eu superior através do corpo etérico. Esta molécula de trifosfato de adenosina compõe um prisma capaz de interpretar a luz em frequências novas que vão ler informação que está no ADN que não é lida pela luz comum.

Isto é só um pequenino levantar do véu do mecanismo de iluminação da matéria viva.

Um novo trabalho que está no ar é eu sentar-me em serenidade e eu começar a desenvolver uma atenção nova para dentro.

Nós estamos muito conscientes dos nossos desejos, dos incómodos físicos, do peso do corpo, dos nossos medos, incertezas e preocupações. A isto chamamos a personalidade de superfície. Temos consciência do físico como uma fonte de prazer. E temos consciência do emocional como uma fonte de carência, de vazio, uma impressão constante de algo que precisa ser preenchido. E temos claramente consciência das nossas ideias e da ansiedade que a mente manifesta o tempo todo.

O novo trabalho é eu sentar-me e começar a tomar consciência do trabalho que as hierarquias cósmicas estão a fazer no nosso físico, nos nossos sentimentos e na nossa mente.

Senta-te e toma consciência do lado não resolvido na tua consciência por uns momentos, mas depois tenta perceber se além disso há outro sentimento em simultâneo, e o trabalho novo começa quando eu percebo que posso ter vários sentimentos em simultâneo. Isto é: o teu emocional pode estar triste mas não é todo o teu emocional que está triste. E este novo trabalho, que é muito refinado, necessita de atenção. Eu preciso sentir esse lado que não está bem e começar a ficar mais estável e tentar perceber um sentimento de alegria, intensíssimo, que está a ser implantado no meu emocional vindo das hierarquias. Os dois estão lá: o vazio humano, terreno, está lá, agora se fores mais no fundo há uma pulsação diferente, há uma certeza que é um sentimento.

Antes julgávamos que ao estar tristes não podíamos estar alegres. Mentira! Uma boa parte da arte contemporânea é uma tentativa de deixar claro que a experiência emocional é muito ambígua!

Eu posso estar triste num nível e num outro nível, se eu mudo de concentração, começo a descobrir um veio de alegria. Não é alegria humana, no fundo de mim há uma vibração que está tentando (e em termos de chacras, começa-se por sentir nas costas) vir à superfície. Ou seja, no fundo do corpo astral, o Cristo pôs um sentimento. A grande corrente que alinha os corações do universo também chega a ti. Todos os corações do cosmos são concêntricos em Cristo – a isso se chama o Cristo cósmico – esse é o denominador comum que liga todos os corações de todos os seres (dos esquilos, dos seres humanos, dos extraterrestres luminosos) todos partilhamos de um coração universal. O que se está a tentar propor é que nós desconhecemos profundamente a nossa alegria cósmica. Estamos tão concentrados na nossa tristeza existencial de superfície que ainda não nos apercebemos do gozo que existe dentro de nós.

Eu preciso ir mais fundo, e à medida que vou para dentro, começo a atravessar uma zona desconhecida de sentimento que não é alegria nem tristeza é uma zona de indefinição, e quando tu vais ainda mais fundo para dentro do teu ser, chegas a um denominador comum – o Cristo – é onde eu sou UM com todos vocês, e onde vocês são UM entre todos nós, e onde o UM vibra. Esta “endoscopia” é o trabalho mais refinado que nós podemos começar a fazer. Não parar nos sentimentos difíceis, não parar nas angústias porque isso está à superfície do nosso coração-

Quando eu atinjo o ponto da fidelidade ao centro do próprio ser é que eu entro nos níveis espirituais. Este núcleo está profundamente ligado à activação desse coração radiante, oculto. Nós estamos a ser chamados a nos abrir ao nível do próprio coração que inclui e é concêntrico com todos os irmãos do planeta.

Eu preciso de praticar o rumo ao coração único. À medida que eu vou aprendendo a me relacionar com o meu ser interno, não como uma ideia mas como uma fonte de energia então o núcleo pode entrar cada vez mais na purificação consciente, na eliminação do que não é, porque é quando a consciência está absorvida no que é que aquilo que não é começa a ir embora.

Fazer um trabalho de purificação começa por ser uma conquista da consciência. Como é que eu percebo um estado de consciência que se vai desmultiplicando e vai transformando os corpos? Há um estado de consciência no qual eu percebo o meu corpo físico como luz, assim como há um estado de consciência em que eu percebo o meu coração como o coração único que se ramifica em todos os corações do universo e há um holograma que faz a defracção desse único coração em milhões de seres mas o coração é o mesmo, isto é uma descrição simples do Cristo cósmico.

E assim como isto existe para o nível do sentimento, da coesão, do magnetismo, existe no físico. Há uma consciência do físico em que não se vê mais células, não te percebes mais a ti próprio como feito de matéria, tu começas a perceber que és feito de luz concentrada, e há um nível do mental que tudo o que tu vês é luz branca irradiando do centro da mente organizando as ideias numa síntese perfeita.

O primeiro nível de activação do corpo de luz diz respeito ao momento na nossa consciência em que a percepção dum caminho espiritual se tornou inamovível, isto, nos planos internos, é luz. A humanidade como um todo está a ter este nível activado e os servidores estão a entrar no 3º nível.

Os acontecimentos que estão montados são um efeito dominó que tem como objectivo fundamental pôr a humanidade frente à proposta do 1º nível.

No 2º nível do corpo de luz a energia da alma começa a irromper no plano etérico, Tu começas, em termos clarividentes, a transmitir luz. Há uma revitalização do corpo, há um rejuvenescimento e há um desligamento gradual de ambientes, de hábitos, de pessoas e tendências que acompanhavam a pessoa até ao momento do despertar.

O corpo de luz é uma integração progressiva, em 12 passos, entre a alma e a personalidade.

1º NÍVEL – A pessoa toma consciência que há um caminho e não volta mais atrás

2º NÍVEL – A luz já não está só a tocar a consciência mas está também a começar a tocar o corpo etérico. Há uma esperança que inunda todo o ser.

3º NÌVEL – A alma está a tentar tomar conta do emocional e do mental.



== 0 ==



Para que eu entre na lei do serviço é preciso que eu tenha transcendido a lei do carma e a lei do darma.

Para que eu chegue à lei do serviço tenho que ter aprendido a não confirmar e a não criar mais carma. Depois preciso entrar na lei do darma, isto é, exprimir um dom através da arte, por exemplo.

Na lei do serviço a pessoa começa a adaptar-se à luz que vem de dentro. Não se pode entrar na lei do serviço sem ter vivido várias vidas nas leis do carma e do darma. Isto significa que um servidor nasce com esse destino básico perfeitamente marcado dentro dele. Pessoas que têm muitos planetas na casa 6, em Virgem ou em Câncer são pessoas que têm facilidade em se identificar com o serviço. Tanto as energias de Virgem como de Câncer, que são energias femininas, conduzem directamente a uma compreensão do que é o serviço, mas compreender e chegar lá são coisas diferentes. Um servidor é essencialmente uma pessoa que busca aliviar a dor do mundo. Sempre que buscamos aliviar o dor do mundo estamos a vibrar no nível do serviço, mesmo que a nossa vida seja cármica ou dármica. Isso pode ser em simultâneo. Eu posso ter 80% do meu tempo usado em nível cármico, 10% em nível dármico e 10% no nível do serviço. Sempre que eu crio espaço na minha vida para o outro, eu estou a sair da lei do carma e a entrar na lei do serviço. A lei do serviço é a linha mais curta para chegar às portas da hierarquia e das iniciações.

Demora várias vidas para um ser entrar na lei do serviço. Florence Nightingale é um ser entre o darma e o serviço. Madre Teresa de Calcutá viveu completamente dentro da lei do serviço. Olof Palme é um ser profundamente coligado com a hierarquia e tinha aspectos de serviço e aspectos dármicos, veio desempenhar uma tarefa muito especial.

Todos nós somos profundamente devotos só que não sabemos a que é que somos devotos e então não sentimos a nossa devoção. Sempre que sentimos devoção por alguém ou alguma ideia estamos a vibrar no 6º Raio e o trabalho hoje é de transitar a devoção de objectos ou pessoas para o próprio núcleo do ser.

É quando eu entro na devoção ao meu ser interno que eu saio do velho 6º Raio da era de Peixes e entro no 6º Raio da era de Aquário (que é a devoção ao próprio ser interno ou a uma hierarquia)

Observa-se que os grandes servidores: Madre Teresa de Calcutá, Dr. Bach, Helen Keller, Albert Shweitzer tinham uma grande devoção dentro deles e assim o caminho do serviço torna-se uma alegria.

Quando o divino nos chama, mesmo, a experiência não é de esforço. Vocês descalçam os sapatos e vão alegremente e se nós ainda não o podermos fazer, é porque o divino está a chamar-nos para trabalhar a entrega o melhor possível e se o fizermos todos os dias, é certo que daqui a uns anos estão a tirar os sapatos e a ir alegremente, mas agora é para trabalhar a entrega , é uma etapa de purificação. Depois, quando se sentir a chama da hierarquia, tal como ela está prevista a se manifestar em Portugal, essa chama vai descer (não sabemos como) e quando nós contactar-mos essa potência, então descalçamos os sapatos e vamos alegremente.

Por André Louro de Almeida     09/11/2002

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