Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Uma Visão Espiritual da Água

Há poucos dias, uma amostra do poder e força da água nos foi mostrada exaustivamente em vídeo e áudio sobre a tragédia do terremoto seguido de tsunami no Japão.

Até agora só tivemos provas dessa força e poder de destruição à distância. E se isso saísse da tela, se deixasse de estar do outro lado do oceano e testemunhássemos a subida das águas?

De nada servirá não querer que isso aconteça ou ignorar esta possibilidade por não compreender que é a natureza quem manda. Quando chegar a hora dessa força se aproximar, de nada servirá não aceitarmos ou temermos. A saída, então, é nos prepararmos. E o primeiro passo neste sentido, é procurarmos entender o que a água representa, além de higienizar e matar nossa sede. O segundo passo é buscarmos uma aproximação com o reino mineral.

Já paramos para pensar por que há mais massa líquida do que terra no planeta? Não seria para proporcionar reequilíbrio, transmutação e purificação à rede magnética da Terra?

Esta enorme quantidade de água é o que proporciona que a rede magnética do planeta se reorganize. A água, representada pelos oceanos, é uma grande base de transmutação a qual proporciona habitat às baleias, cujo tamanho e força têm função que corresponde à grandeza do oceano.

Quando matamos as baleias, estamos desorganizando o equilíbrio magnético do planeta. São estes seres enormes que colaboram com os oceanos para manter o equilíbrio organizado. Elas absorvem e transmutam, transitando em um magnetismo mais baixo para transmutar lentamente.

Ao matá-las, cometemos um crime contra estas majestosas representantes do Reino animal, contra a rede magnética planetária e contra o planeta em si. Essa rede magnética absorve principalmente os resíduos da tendência animal da humanidade. O elemento água é, na verdade, como símbolo de tudo que isso representa aqui esta ordem magnética.

Com toda matança das baleias perpetrada no Japão, e hoje vendo que as águas liberaram grande quantidade de almas, não seria isso um aviso, um sinal que reino mineral quer emitir ao reino humano?

Não será uma forma velada do reino animal pedir ajuda?

É urgente que despertemos para as necessidades de todos os reinos irmãos, como o vegetal, o animal e o mineral.

A terra tremeu ali muitas vezes, como se estivesse alertando: parem com isso! Será que é preciso que muita gente morra para ouvirmos o que os oceanos têm a nos dizer?

Como desenvolver uma inteligência emocional

A água sempre nos tocou por dentro e por fora, nos higienizando e matando nossa sede. E essa nossa postura de somente usufruir nos coíbe de perceber que ela é e faz mais que isso. E, também, que podemos fazer mais, como buscar uma compreensão do que ela é.

Inicialmente, no contato diário com ela, seja ao bebermos água, no banho, ou na simples lavagem de roupa e de pratos, podemos buscar uma união com sua essência. Podemos procurar nos coligar com o que rege aquilo que vemos escorrer pelas torneiras, refletindo como somos parecidos: viemos do céu, evaporamos e voltamos para o céu. Depois voltamos como pequenas gotas. Esse exercício, aos poucos, vai nos unir a ela, ensinando-nos a amá-la.

Num aprofundamento da reflexão, sabemos que, sem água, o abastecimento de energia elétrica não existe. E para nós, sem água, é o fim da vida. É a energia se retirando, parando de mover nossos corpos.

Essencial à vida, à saúde, à economia, na indústria e na agricultura, a água presta este serviço, mas é preciso que seja compreendida como algo muito maior do que isso. Aqui, trata-se de trocar o verbo usufruir pelo compartilhar com gratidão. É preciso evocar em nós a necessidade de não desperdiçar, seja uma gota ou milhares de litros. Que não seja apenas tratada como bem econômico. E que passemos a tomá-la por instrutora, aprendendo a ter flexibilidade e adaptabilidade.

Se for muito difícil perceber o que ela tem a nos ensinar e a praticar o uso respeitoso e coerente, vejamos sobre os cinco princípios da água descrito por um monge no livro “Mensagem da Água e do Universo, de Masaru Emoto. São eles:

- aquele que influi faz os outros agirem, eis a água;

- aquele que sempre busca seu próprio caminho e nunca descansa, eis a água;

- aquele que encontra obstáculos e multiplica seu poder, eis a água;

- aquele que é puro e purifica os contaminados, eis a água;

- aquele que preenche o oceano, se transforma em nuvem, dispersa a neblina e congela como espelho; mas mantém sua qualidade essencial em qualquer forma.

Assim, devemos tê-la como instrutora e devolver-lhe gratidão, pois ela sente e reage ao nosso sentimento.

Como importante condutora ao plano emocional, plano que delimita com o físico, podemos receber o que há como futuros padrões, pois este plano filtra o que ainda está no futuro.

Se, ao contrário de poluir a água, de nossa parte houver cuidado e preocupação em purificá-la, além de uma forma respeitosa de lidar com ela, estaremos diretamente cuidando de nosso corpo emocional.

Com um cuidado extra, se abrirmos a torneira para liberar somente a quantia necessária, isto irá se refletir na saúde do nosso corpo astral. Se persistirmos no ato de deixar escoar além do necessário, estamos também deixando escoar a energia que o corpo astral precisa para conter os impulsos inferiores do corpo mental que são emitidos pela nossa mente.

A água está diretamente ligada com o plano astral terrestre, plano emocional. Uma pessoa desequilibrada emocionalmente, provavelmente é uma pessoa que desperdiça. Ou seja, quem não sabe lidar com a água, não saberá lidar com as emoções.


A água e o medo da morte


É grande o relato de pessoas que sonham com tsunamis

Sonhar que estamos nos afogando pode indicar que estamos afogando no mar de emoções. Tal medo pode ser diluído se passarmos a respeitar, amar e valorizar esse sagrado líquido. Daí a necessidade de sermos instruídos sobre a grandeza da água e que passemos a empregar pequenos gestos que economize esse precioso líquido.

Para poder entrar em sintonia com mundos mais adiantados, a Terra está se ajustando e deverá entrar em harmonia consciente com planetas e com leis superiores. Para isto, o mundo está se desvinculando das forças negativas. O desencarne coletivo está diretamente ligado à purificação planetária, já em andamento.


Por que será que as coisas se decompõem, apodrecem?


Nossos corpos envelhecem, morrem, deterioram porque existem forças involutivas mescladas com outros elementos. Na área do planeta onde a limpeza precisa ser mais violenta são colocadas mais pessoas, com maior grau de impureza.

Uma coisa é certa: quando as águas começarem a subir, passando a nos atingir também, será preciso não entrarmos em desespero. O ponto de equilíbrio será não acharmos que estamos diante de uma tragédia e que somos vítimas. Será necessário que uma inteligência emocional esteja implantada em nós, quando saberemos tratar-se de uma necessidade planetária, onde tudo e todos precisam de purificação.

Por estar relacionada com a purificação, mesmo diante de um quadro como o de sair do mar e lavar cidades, matando animas e pessoas, será preciso que enxerguemos a água como uma ferramenta para a necessária purificação.

E se o medo de morrer nos paralisar, saibamos que estamos nas áreas geográficas que nos correspondem. O Cosmos é amoroso e sabe onde purificar, quem purificar e como fazê-lo.

Texto preparado por: Nice Ribeiro a partir de palestras de Trigueirinho sobre o tema.

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