Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Processo Atual do Nascimento Físico

Gostaríamos de nos dirigir principalmente àqueles que, após a purificação da Terra, se encaminharão para planos suprafísicos, intraterrenos ou extraterrestres de modo geral, e também àqueles que percebem, internamente, que prosseguirão vivendo na superfície deste planeta em seu próximo ciclo. Temos em conta que certas informações podem ser fornecidas hoje mais abertamente do que no passado, dado que neste período já está sendo trocado o código genético de uma parte da humanidade.

Como já se sabe, há neste mesmo planeta civilizações intraterrenas que vivem com outros códigos genéticos que não o DNA, ou ADN, e que têm sistemas de reprodução por vias não-sexuais, sistemas em que a procriação poderia ser considerada uma espécie de automanifestação. A implantação do novo código genético na humanidade de superfície é o ponto de partida para a mudança no processo de nascimento físico do homem terrestre. Novas leis entrarão em vigor para que, no futuro, os seres possam vir ao plano físico por outros meios. No próximo ciclo, o homem terá perspectivas que sempre lhe pareceram misteriosas e inalcançáveis.

As considerações que aqui faremos sobre nascimento dos homens da superfície têm o objetivo de contribuir para que eles possam desapagar-se do processo a que hoje se submetem, tornando-se assim mais receptivos a um novo modo de vir ao mundo físico, do qual não fará parte a dor, tampouco a perda da consciência dos níveis cósmicos.

Desde o princípio desta civilização, existiram ordens monásticas (que eram reflexos de modalidades imateriais de vida, de outros esquemas planetários extraterrestres e intraterrenos), ou comunidades ligadas a ciclos evolutivos mais avançados que o de seu tempo. Desde os primórdios da raça, sempre houve seres que optaram livremente pelo celibato, pelo controle da energia sexual e pela sua canalização para outras direções. Hoje, porém, não é mais necessário ser monge ou essênio para entrar em regime semelhante. Ao lado de milhões de indivíduos que têm vida promíscua e ao lado de milhões de outros que praticam o sexo de maneira normal, há os que vivem como se estivessem em uma civilização à parte e, nesse sentido, mais avançada.

Que está realmente acontecendo? Estaria algum microórgão sendo implantado nos órgãos físicos atuais, fazendo-os entrar em uma nova fisiologia? Estariam algumas glândulas evoluindo, outras entrando em atividade e outras mudando sua função no organismo? Estaria o sistema energético que moveu o homem até hoje, sistema conhecido em certas culturas, passando por uma transformação?

Em nossos dias, já há quem perceba e experiencie essas suposições como fatos reais.Sabe-se que tais mudanças podem estar ainda nos níveis suprafísicos, aguardando o momento de se concretizarem, embora o comportamento e a consciência dessas pessoas já sejam condizentes com elas. Mesmo que o corpo físico (onde o assunto poderia ser analisado pela ciência concreta da superfície da Terra) não apresente ainda modificações substanciais, algo já está sendo conscientemente detectado por alguns indivíduos. 

As mudanças físicas propriamente ditas poderão ocorrer após o retorno dos evacuados, que serão repostos na superfície da Terra, não só com o novo código genético implantado, mas também com as necessárias transformações realizadas em seu ser. Na operação de evacuação, os seres aptos para a nova lei planetária podem não ser transladados com o corpo físico; em alguns casos, a consciência será transportada, mas o corpo do indivíduo permanecerá na Terra, devolvido ao reservatório dos átomos físicos.Esses evacuados virão com seus corpos sutis e os solidificarão quando chegar o momento de voltarem ao planeta, mas não antes que esses corpos passem por períodos de adaptação nas naves-laboratório, moldando-se aos novos processos de vida.

Os corpos físicos adaptáveis às futuras condições da Terra serão evacuados, e os que não o forem, aqui permanecerão, como se disse. O ser voltará posteriormente com um de seus corpos sutis e o materializará, para ter contato direto com o plano físico.Além desse caminho para vir a este mundo, ele poderá seguir a nova lei do nascimento físico, que pouco tem a ver com as conjunturas hoje conhecidas.

Ainda existem, no plano astral terrestre, milhões de almas sedentas de oportunidade de retornarem à Terra. A maioria, estão apegadas à matéria densa e não reconhecem ainda outro caminho para o próprio desenvolvimento a não ser o dos fogos por fricção, existentes na substância terrestre. Tais almas esperam oportunidade para encarnar, e aguardam para isso o momento de alguma concepção material. Esse mecanismo ligado ao desejo de viver no plano físico e à busca de uma porta aberta para consegui-lo marca a maioria dos nascimentos; tanto assim que hoje na Terra pouca harmonia entre os chamados ‘’pais’’ e os chamados ‘’filhos’’. Sentem-se muitas vezes estranhos uns aos outros, sabem que têm caminhos diferentes, e consideram quase acidental a própria convivência.

A permanência de um ser no plano astral da Terra pôde dar-se até agora em diferentes níveis de consciência, dependendo do seu grau de desenvolvimento, mas não vamos estuda-los aqui, pois, por mais elevados que sejam, não são amate humanidade atual.A vida no plano astral-emocional terrestre pode ter sido a meta do homem nos tempos da Lemúria ou nos primórdios da Atlântida, mas o homem de hoje busca alcançar o plano intuitivo-espiritual. Mencionamos esses fatos, dada a grande quantidade de seres humanos da superfície ainda polarizados no plano astral.

Do nível de consciência em que a alma se encontra, ela se coliga, para efeito do seu nascimento na Terra, como a ‘’qualidade’’ do ato sexual que está sendo levado a cabo no plano físico. Muitas almas, nessa lei que está agora sendo substituída por outra mais evoluída, são atraídas, assim, pela vibração desse ato e não por alguma afinidade ou homogeneidade que possa ter a sua própria meta com a daqueles que servem de canal para a sua vinda ao mundo da matéria.

cármica material, lei que cuida da organização do seu destino e do destino do seu grupo. 


Por parte da alma que encarna, existe a sede de voltar À Terra, à sua vibração física e psicológica; por parte dos que a recebem, há o desejo possessivo de ‘’ter’’ filhos ou o desejo puramente sexual.Assim, vê-se que, em nosso mundo atual, o processo procriativo encontra-se contaminado por vibrações densas.

Nessa situação, que regula a maior parte dos nascimentos físicos terrestres, o ser que está encarnado passa por uma espécie de súbita clareza, ou seja, toma no plano etérico consciência do que está acontecendo consigo no momento da concepção, e logo que um espematozóide e um óvulo se unem no nível físico-concreto, ele entra nos planos mais densos.Começa, a partir daí, sua luta para penetrar no útero. Segundo Yogananda, conhecido instrutor espiritual, essa etapa não é fácil. Pôde experimentá-la e reconstruí-la certa vez para seus estudantes, após fazer uma meditação especial e identificar-se com uma criança que estava no útero materno.

O ser que está encarnando sente as dores, os cheiros, vê (embora não fisicamente) e ouve o que acontece antes , durante e depois do parto. Mesmo quando se dá anestesia à parturiente para uma cesariana, a criança pode ser influenciada pela cirurgia; portanto, grande é a sabedoria da Natureza e das leis, fazendo com que o homem não tenha lembrança alguma do que se passa durante esse processo, desde a concepção até a hora de vir à luz.Nos momentos da concepção , o indivíduo pode ser receptivo e ter consciência do ambiente no qual vai encarnar. Percebe até a casa e o que se passa com os futuros ‘’pais’’, embora ele não tenha participado dessa ‘’escolha’’, por encontrar-se na lei do carma material. Percebe também as emanações do processo animalesco do ato sexual, que constituem no plano físico terrestre.encontrando-se ainda num plano sutil da vida, a alma encarnante sente-se como que levada por um redemoinho, para que em seguida encontrar-se num lugar material, escuro e limitado, que é o útero físico materno.

Durante o período da gestação, o feto experimenta os estados psicológicos da mãe, e indiretamente os do pai; assim. Medos. Ansiedades, insatisfações e dores refletem-se nele. Quando há tentativas de provocar aborto, estas proporcionam-lhe sensações mais fortes e ondas negativas, que em certos casos influenciam a encarnação inteira.

Yogananda revelou que a alma, quando toma consciência de que está vindo à encarnação, pergunta-se em um instante de lucidez: ‘’Que fiz eu?’’ Mas, a despeito de tudo, aclimata-se às novas condições nas quais se encontra. Nesse período, o ser tem de respirar através da mãe, ficando, portanto, totalmente dependente – situação oposta à realidade espiritual da qual provém.Apesar dessa dependência, a alma pode sentir-se sozinha e presa ao útero, tendo todavia , ocasionalmente , a memória de sua origem. Na realidade, o ser passa adormecido a maior parte desses nove meses.

Os períodos de sono, no útero materno, não dependem dos ritmos que a mãe mantém no plano físico; a criança é movida pela memória de encarnações passadas e, como suas experiências geralmente não foram alegres (no caso das almas que estão na Terra dentro da Lei do Carma sob seus aspectos materiais), ela se agita sempre que desperta. O feto ouve a vibração das batidas cardiácas da mãe e da circulação do seu sangue; através desses sons, vai tomando consciência do próprio corpo físico em formação. Começa então a querer libertar-se. Segundo Yogananda, nesse ponto da gestação a primeira ‘’aventura’’ da alma é a de encontrar-se entre duas tendências: o desejo de encarnar na Terra em forma humana e o desejo de voltar a sentir a liberdade de não ter forma alguma densa.

Almas evoluídas, quando descem à encarnação física através desse processo, precisam ter desenvolvido, em ciclos passados, a capacidade de sofrer martírios. Grande é o processo das MÔNADAS, nesses casos, quando o martírio de uma encarnação na Terra é assumido conscientemente e com alegria.

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Durante o período encarnatório uterino, a alma humana encontra-se em um embrião cuja forma lembra a dos, com uma pequena causa. Esse embrião cresce, como se sabe, com o aspecto dos animais, e permanece aninhado no útero. A cada lembrança que emerge de suas vidas passadas ou do estágio que passou no mundo imaterial, ele se perturba. Seu conflito aumenta quando sua forma vai ficando cada vez mais concreta no corpo da mãe. Em certos momentos, a alma preferia abandonar essa situação, mas já não o consegue.

Quando a vontade de voltar à origem é muito intensa e a alma é decidida, a criança consegue sair e, então, há um aborto ou um parto prematuro.Conheci indivíduos nascidos prematuramente que mais tarde se revelaram almas fortes, com grande compaixão pelas demais.

Compreende-se que , na conjuntura em que hoje se efetua o nascimento, o ser humano venha à luz chorando.Tal choro tem explicações fisiológicas dadas pela ciência normal, mas sua verdadeira causa é a apontada acima.As superstições ainda existentes, segundo as quais uma alma só encarna no momento do parto, precisam ser descartadas, porque nenhum corpo físico poderia viver ou desenvolver-se sem a energia vital do seu ser mais sutil. Apenas nos laboratórios terrestres podem-se criar corpos físicos sem a cooperação inicial do espírito, sofrendo-se mais tarde as conseqüências desse fato; no útero materno, a formação de um feto não é possível sem o fluir da energia dos planos superiores. Nele o ambiente é criado pela lei natural, ao passo que num laboratório terrestre pode-se estar sob o controle das forças involutivas, o que determina situação completamente diversa.

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As resistências pré-natais da alma terminam com a primeira respiração da criança fora do corpo da mãe. Segundo a ciência espiritual essa primeira respiração coincide com a descida do ‘’véu de ilusão’’, força existente no mental terrestre que impede o ser a apegar-se à forma física, esquecendo-se do lado sutil ou imaterial da vida ( do qual ele faz parte). Esse ‘’véu’’ (convicção de que se é constituído apenas de matéria densa) faz com que a alma, daí por diante, sinta-se mais atraída pelo mundo físico e pela vida humana condicionada às vibrações materiais densas do que pelo seu estado pretérito sutil. Começa então o desenvolvimento dos sentidos físicos, que a aprisionam e a iludem cada vez mais, embora esses mesmos sentidos tenham também um lado positivo para o desenvolvimento do ser.

A memória das vidas passadas transfere-se para o subconsciente, e influencia o comportamento e a atitude do homem, sem contudo das sinais precisos do que realmente foi a sua experiência pretérita. É assim que sua insegurança se torna ainda maior: fatos anteriores são trazidos para a situação presente, causando medos inexplicáveis.

Enquanto isso, a criança recebe as influências do ambiente e dos adultos que a cercam. Nessa civilização, ela é guida principalmente pela vontade dos pais, ou pelas estruturas sociais em vigor. Dá-se aí um processo que para a alma consciente é uma espécie de calvário; ela não pode ser o que é em essência, mas deve amoldar-se a um meio voltado para tudo o que é material. Sofre com as pressões e os conflitos alheios. Passa a ter uma vida limitada e miserável, mas até a isso se habitua, chegando a desconhecer, após alguns anos todas as experiências suprafísicas que vivia nos mundos superiores dos quais proveio. Torna-se totalmente identificada com a realidade física, esquece-se de sua origem e até nega a existência dos planos sutis mesmo em momentos decisivos.

Isso é parte do que se chama ‘’queda do homem’’, embora esse termo abranja também outras realidade igualmente pungentes, se consideradas de um ponto de vista cósmico. Eis por que é preciso ter compreensão para com o ser humano encarnado. ‘’Pai, perdoai-os;eles não sabem o que fazem’’. Disse Cristo quando passou pela Terra em corpo físico. O ser encarnado é, segundo a frase esotérica, ‘’um prisioneiro do planeta’’, isto é, um ser que se encontra vinculado ao plano material da lei planetária, a menos que desperte e consiga emergir da massa humana comum, empreendendo o caminho de volta à consciência perdida.Enquanto está envolto em ignorância e coberto pela ilusão, não chega a perceber que é dominado por forças involutivas.

Há crianças que (mesmo tendo encarnado por esse processo que se tornará brevemente superado) têm recordações do mundo imaterial de onde vieram. Contudo, no ambiente social e familiar em que vivem, não podem expressar essas recordações. Algumas têm sido encaminhadas a psiquiatras, por saírem dos padrões atuais de normalidade.Certas famílias, temendo ser incompreendidas pelo meio social em que se inserem, ou querendo evitar a perda do poder que exercem sobre as crianças, não recebem serenamente o relato dessas experiências anímicas. As crianças acabam percebendo que não devem falar sobre o assunto, até que, por volta de seus ou sete anos de idade, deixam de ter recordações e vão entrando no esquema geral, normal, esquema alienado da sua própria vida interior.Os futuros padrões de conduta nada terão que ver com os atuais.*Já no momento presente, almas de desenvolvimento superior aguardam a instalação do novo ciclo de vida terrestre, sob outras leis, para descerem à encarnação.A atual civilização, composta de ‘’indivíduos caídos’’. Será transcendida. Em seu lugar haverá outra, regida pelo novo código genético e possuidora de um campo sono-cosmo-medular desenvolvido.

Essa realidade não está próxima.

Extraído do Livro Jardineiros do Espaço de Trigueirinho

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