Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Perguntas: Alma e Personalidade. Dons da Alma. Tensão Ardente.Novo Impulso Espiritual. Purificação. Chacras.Telepatia

O impulso de informação, em termos contemporâneos, entrou no ocidente através de algumas frestas meticulosamente estudadas, há cem anos. Desde 1888, quando foi publicada a "Doutrina Secreta" por Blavatski em Londres, que o impulso começou, e do ponto de vista profundo, a etapa de transmissão de informação terminou. A nossa capacidade e necessidade de continuar a receber informação permanece. O novo impulso implica preparar vasos humanos de alta energia. Estamos entrando na necessidade urgente de cada ser humano, independentemente do grau de informação que ele tem, ser portador da energia, da força de vida que contem os anti corpos, as anti toxinas, os anti virus do processo de desagregação, de rompimento do tecido psíquico da humanidade. Existem circunstâncias, ambientes, agências que se estão especializando em emanar uma vibração que dissolve, desintegra ou involuciona o tecido psíquico humano, o processo é científico, é exacto, é estrategicamente elaborado, e tem uma certa qualidade como se pode ver pela crónica quotidiana. O tipo de vibração que mantém as células humanas ligadas entre si, a consciência de que participamos no mesmo mistério existencial, donde deriva uma reverência infinita só pelo facto de pertencermos ao mesmo código genético, quanto mais pelo facto de termos metas semelhantes, isto está tudo em risco. 

O tipo de injecção que está a ser produzida no tecido colectivo da humanidade é cientificamente desintegrador e o próximo grande impulso em termos hierárquicos, implica a capacidade de, que por cada linha que eu leio, por cada disciplina mental que exerço sobre mim próprio, por cada conceptualização esotérica que eu faço, que eu comece a trabalhar com luz, que eu comece a operar consciente, que tudo liberta e recebe energia e que o tráfego entre seres humanos é neste momento intensíssimo. 

O próximo ser humano útil, é um indivíduo ponte na vertical. Nos anos 70 um ser humano útil era um indivíduo ponte na horizontal, foi quando a palavra “interdisciplinaridade” começou a entrar nos circuitos universitários. Estes seres ponte na horizontal ligam bioquímica a poesia, estética a motores de aviões, engenharia naval a compaixão, faziam portanto ponte na horizontal e com isso, estavam a enriquecer as áreas de conhecimento do homem e demonstrando que as divisões entre as casas universitárias faziam parte do método de conhecimento da altura. Estes indivíduos continuam a ser muito importantes, assim como do ponto de vista cultural os indivíduos filtro, mas em termos do próximo problema planetário, o novo indivíduo útil, é o ser, ponte, é o ser que cada vez mais se concentra em factos ocultos, factos energéticos. 

O próximo ser útil compreende o que acontece pela ondulação vibratória e que se submete a uma disciplina extremamente delicada, porque é uma disciplina na qual a moralidade, a ética e as regras psicológicas ficam para trás. Ele precisa de transcrever em termos energéticos tudo o que acontece. 

O nosso problema consiste em passar do estágio de desbloquear e activar chacras bloqueados, limpar memórias dos chacras para acender os chacras. Passar a trocar energias na horizontal e passar a receber, em oitavas distintas, a vibração do corpo de luz na 5ª dimensão ou da mónada. 

É completamente diferente entre chacra funcionando correctamente ou chacra aceso. Acender o chacra implica um quotidiano, um ritmo existencial e um tipo de vida, no qual cada uma destas centrais de processamento de energia misceniza uma vibração que vem de fora, com uma que vem de dentro, de cima em nós e a expressão que está por detrás disto é purificação profunda. 

Para que eu possa entrar num regime em que os chacras estão iluminados, eu necessito de remover todos os hábitos antigos e especialmente, todas as zonas que são o meu nível confortável de existência. A condição dos chacras acesos implica uma condição ardente do ser. 

O bom, o normal, o desejável e o interessante, são as áreas onde nos sentimos seguros, estáveis, e que são a nossa prática do quotidiano, começam a funcionar como plataforma contra o qual fazemos pressão para subir, isto produz a transmutação do bem no sublime. 

A partir do momento em que um ser humano entra naquilo a que Morya chamava tensão ardente, o que significa uma insatisfação cuidadosa para todos os pontos alcançados e uma necessidade de se colocar frente ao desconhecido, estes seres em processo de purificação precisam criar dentro deles aspiração pelo não mapeado, no sentido em que, projectar a consciência para além da história, e da circunscrição cultural é essencial, é a grande meditação neste momento. 

Os sete chacras recebem energia do meio ambiente, transmutam o que é possível, emanam energias que têm muito a ver com as nossas necessidades e com a nossa personalidade, e os chacras frontal e da coroa simplesmente não funcionam enquanto o indivíduo está emanando aquilo que lhe é próprio, aquilo que ele adquiriu por processos exteriores. O nível de mais alta vibração que um ser pode emitir enquanto está identificado com a sua própria formação, é o chacra da laringe, aqui nós somos convidados a ir na direcção da síntese ígnea, na direcção do desconhecido, este é o chacra dos visionários. 

Existem ideias guardadas na parte da mente divina que focaliza este planeta, que podem purificar sectores inteiros do comportamento humano, mas para que essas ideias cheguem até nós, eu preciso de fazer um furo artesiano para cima até ao ponto onde elas estão acumuladas, senão elas ficam no reino das super ideias, no nível dos arquétipos da mente do Divino e nós ficamos cá em baixo continuando a funcionar com o velho. Há todo um trabalho de penetração no desconhecido, de invocação do novo, do que não está mapeado, que precisa de descer e complementar toda a nossa experiência. 

A passagem do nível meramente luminoso de um chacra para o nível ígneo, acontece através da tensão ardente, a capacidade que um ser tem de continuamente, manter uma tensão de vontade fogo para com a sua meta cósmica, isto não significa que os aspectos imediatos do quotidiano desapareçam de um dia para o outro, significa que a tua estrutura interna passa de uma pirâmide truncada a uma pirâmide com ponta. Só a tensão ardente permite a recepção da mais alta energia que um ser humano pode receber. Existem outros graus que fazem com que eu possa receber secundariamente uma parte da energia - por processos mais suaves - mas a mais alta energia que te está destinada, desce pela tensão ígnea, e portanto, por um gradual acender-se dos chacras. Isto é feito no momento em que a mente está sempre dentro da consciência de que ela é um prolongamento de uma entidade cósmica. 

Isto até agora era considerado uma tarefa impossível, a sacralização da mente, da vontade, dos observadores mais altos no nosso ser e portanto de uma constante busca do mais além. 

Trata-se de falar de consagração, purificação e perenidade, enquanto nós conseguimos funcionar em termos de intermitência, nos intervalos desta intermitência, a força dissociativa planetária penetra. Então, tu fazes um trabalho inteligente 4ª feira das 5 às 6h, mas das 6 às 6,15h tu baixaste a vibração e entraram todas as outras "festividades" que fizeram a dissolução desse trabalho inteligente. À medida que o milénio termina, a ideia de intermitência desaparece da cabeça dos discípulos. À medida que a verdadeira situação planetária vem ao de cima, estes seres precisam de funcionar como contrafortes, como arquitectura luminosa de uma catedral invisível que tem que começar a ganhar consistência. 

O processo de contemporização com o que não é luz, terminou. A luz está num processo de se revelar a si própria segundo as suas próprias leis, ela passou do nível de sedução para o de exigência. 

Antes, eu podia ter um pé numa canoa e um pé noutra que eu conseguia mantê-las unidas, porque ninguém tinha decretado lá em cima que era para haver uma separação, agora, não há aqui nenhum manicaísmo porque ninguém está a definir o que é que é luz e o que é que é sombra, tu vais ter que descobrir no teu quotidiano. A partir do momento em que a luz pura precisa começar a anunciar-se a certos indivíduos, a colagem das canoas termina e elas começam a afastar-se e tu ficas com um pé numa canoa e outro na outra e esta é a crise de 4º Raio no qual se encontra a humanidade. 

A partir do momento que esta catedral luminosa se ilumine, é necessário que as pessoas passem de uma espiritualidade tímida para uma verdadeira assunção do que elas são nos planos ocultos, que comecem a tornar-se não buscadores de luz mas transmissores de luz. 
Ex.: Um amigo cedeu-me durante uns tempos um buda em latão dourado, quando eu estou realmente desalinhado, o que está ali é Buda, então, eu passo pela zona onde ele está e faço uma reverência, agora, quando eu estou profundamente alinhado com o meu ser interno, aquilo é um pedaço de latão! Isto é um símbolo do que nos estão pedindo, que eu passe do nível de contemplar a luz como se ela estivesse lá, e passe para o de me capacitar de que eu sou a "coisa". Vocês são ampolas de uma nova realidade, agora, quem pode permitir que eu passe de um nível de contemplação, de assunção no máximo grau que eu puder, para o nível de auto revelação, é o teu Mestre, ele é que regula a libertação do líquido da ampola e a velocidade com que ele se espalha pela tua consciência, isto é, a iniciação ou a sequência das iniciações é regulada pelo Mestre. 

Mas esta translação de 180º, esta passagem de uma contemplação de verdades internas para a ancoragem em nós dessa luz, esse é um trabalho nosso. Nós passamos duma lógica religiosa ou parareligiosa e entramos numa lógica espiritual pura pela acção alquímica, transformadora, desta rotação. 

Obviamente que cada vez que os meus corpos se reorganizam todos e voltam a reconstituir a velha parábola que é o ego, eu tenho que ir dizer ao pedaço de latão: "salva-me, tira-me daqui, transforma-me" e o pedaço de latão, em função da operação psicológica que eu estou necessitando realmente, tem a função de expiar por mim. Isto é assim com tudo. 

Ao mesmo tempo que percorremos o caminho longo, precisamos desenvolver o caminho curto em paralelo. 

O caminho longo, é por trabalho sobre as nossas qualidades e os nossos defeitos pacientemente, metodicamente. Isto chama-se caminho da Terra. 

O caminho curto, é por identificação com o Divino em nós, e por esta identificação, a maior parte da tua consciência escapa-se para uma ampola de união com Ele e os corpos a espernear cá em baixo, e tu vais estar consciente que és um ser divino, e estás a fazer uma grande asneira ao mesmo tempo. A asneira trabalha-se com o caminho longo, e a consciência de quem nós somos, para onde nós vamos e da luz que existe em nós, trabalha-se com o caminho curto. 

Um dos símbolos do caminho longo é um indivíduo esculpindo-se a si próprio, polindo-se em certas arestas, o caminho curto é um processo de identificação. Como esta identificação, em última análise é verdadeira, o caminho curto produz um estrondo psicológico que faz com que parte dos defeitos da personalidade se dissolvam. O nosso problema é que estes seres humanos que estão sendo preparados para ficar normais, tranquilos, eficazes, práticos, consequentes, completamente fora e dentro da realidade planetária, comecem a ancorar luz, vibração, trabalhem menos ao nível do saber e comecem a trabalhar mais ao nível do ser. 

Existem muitos defeitos que a personalidade não pode limar por si mesma, existem obstáculos que só os dons da alma podem dissipar. Há uma grande diferença entre tentar eliminar uma força por mim mesmo, e virarmo-nos para o nosso ser interno e estabelecermos contacto eléctrico, amoroso com ele, e quando este contacto acontece, os dons da alma passam a vir ao de cima, espontaneamente. 

Ex.: A humildade não é um dom da personalidade, ela mexe espontaneamente a partir de um certo grau de contacto com a alma. Se eu ficar nos planos externos muito preocupado com a questão da humildade, eu vou estar supervisionando a minha vaidade e a minha humildade, porque cada vez que tu és humilde, já vai para o rol. Tens um caderno que é: "humildade quotidiana", e vais apontando inconscientemente cada acto de humildade, até que o caderno está cheio e tu dizes: "eu devo estar a ficar humilde". Este é o tipo de perversão que a alma pode produzir. 

O desapego a coisas materiais é outro dom da alma. Se eu começo com as minhas forças da personalidade a me desapegar de coisas, se eu entro neste processo, eu vou chegar ao fim com um caderno outra vez. Tudo o que a personalidade tenta fazer sobre si própria sem estar a fazer trabalho de meditação profunda e de contacto com a alma, dá caderno, dá relatório, dá uma pessoa que dá imenso à outra e que diz para si própria: "mas eu não vou cobrar nada por isto". Trata-se de uma imitação dos dons da alma, não há nada pior, significa que tu fazes uma coisa que é luminosa e positiva, mas como estás a fazer aquilo com as forças da tua personalidade, e como te estás a forçar a um modelo qualquer que o teu consciente rigidamente estabilizou dentro de ti, já está a contar, tu crias um taxímetro de qualidades interiores. 

Nós temos autênticos relatórios dos benzinhos que fazemos e na maior parte das vezes não é nada que o nosso ser interno nos tenha pedido, são só para somar ao taxímetro, e o único que o nosso ser interno queria que fizéssemos, não foi feito. 

Então, esta coisa de generosidade, humildade, bondade, disponibilidade, do dar-se aos outros, se isto é feito com as forças da personalidade, o resultado é relatório e uma acumulação no inconsciente, e depois o que é que eu faço com esta acumulação? Cada acto positivo, cada acto de "luz" que eu faço prende-me mais à matéria, eu começo a ficar carregado de carma positivo, eu tenho que vir N vidas queimar carma positivo, eu vou ter vidas fantásticas, a andar de iate a vida toda para queimar carma positivo, já podiam estar em planetas de 5ª dimensão, e ainda estão aqui a andar de iate de um lado para o outro para queimar aquilo! Carma positivo não liberta ninguém! Alinha os teus corpos um pouco (porque é melhor fazer carma positivo que negativo), mas de uma maneira geral, não significa nada do ponto de vista de libertação do ser. Então, eu preciso ter muita atenção a isto, de forma a que eu possa sair de uma lógica de estar a exprimir qualidades com as forças da minha personalidade e entrar numa coisa completamente transparente. 

Para um ser que está em contacto com o seu ser interno, quando a verdadeira humildade emerge, aquilo não emerge como humildade mas como união com o cosmos. As estrelas não estão propriamente falando umas com as outras sobre o seu esplendor, os Cristos e os Budas não dão pancadas nas costas uns dos outros a dizer: "fantástico, mudaste mesmo aquela humanidade!" As coisas pura e simplesmente emergem. Estas coisas quando são autênticas, libertam o perfume da alma. 

A Madre Teresa de Calcutá quase adormecia nas entrevistas em que iam falar do prémio Nobel e do bem incrível que ela fazia! As qualidades da alma, quando emergem, deixam-te completamente livre! Tu passas a erradiar a luz, o bem, a radiância de um novo planeta, de uma outra realidade que para os homens é utópica, mas para estes seres o novo planeta é eles próprios. 

Daí que um dos impulsos neste momento, é para que as pessoas se preocupem menos com as suas qualidades e defeitos e estabeleçam um diálogo mais estável pela meditação, pela oração, pelo ritual, por o que elas entenderem até que estas coisas comecem a ficar para trás. Como é que tu vais abrir asas se tens um sino na mão e incenso na outra? VOA. Eu tenho pilhas de manuais de voo, mas não fica um cabo preso, no momento em que a energia pura desce sobre ti, larga, solta, transforma-te, aceita, penetra o futuro, lança-te! Este é o ponto. 

Na purificação, o teu ser interno emana um conjunto de frequências em paralelo às frequências que tu próprio criaste. O ser interno emana uma onda da nova frequência na qual eu devo entrar e ela fica vibrando como uma ampola e tu sentes um diferencial energético à tua volta, e pela capacidade de não activar as antigas frequências, e de se manter estável no campo de vibração que o nosso eu superior já desenhou, todos nós temos à nossa volta uma entidade luminosa que o nosso eu superior construiu seu, e que deve recodificar a alma. Agora, eu tenho que saber se é o ruído do micro ondas que me tira dessa sintonia, se é o cor de laranja berrante da parede, se é alimentar aquele ritmo de vida, eu tenho que saber o que é que não mais me permite a fusão das minhas vibrações próprias com esse campo vibratório que o meu eu superior construiu à minha volta, nesse sentido, quando eu peço para entrar no futuro, rapidamente o meu ser interno começa a desligar, começa a afastar os ambientes e as pessoas que não lhe dizem respeito, tu ficas com muito pouca coisa na vida, mas as que ficam são as que são parte desse caminho. 

Quando eu estou sem energia - esse é o momento de parar até que os níveis de energia se restabeleçam -, chegou o momento de ir à fonte de energia e preencher-me com ela. Há pessoas em que a única coisa que permanece como fio de ligação é aquela sinfonia, então, eles põem a sinfonia alto, e a energia desce. Existem milhares de sistemas de contacto, cada ser tem que procurar o seu. 

Nesta etapa, para cima todos os santos ajudam. Há centros ocultos na Terra que têm os seus focos sobre as nossas mónadas. A mónada humana é como uma brasa no centro da floresta, pulsando há alguns milénios e que foi mantida repousando enquanto a floresta fazia as suas experiências e as suas ecologias. A experiência da floresta está feita, e todos nós temos massas de tendências, apegos e desejos para queimar, os Irmãos, nos planos internos, através de certas hierarquias, são lentes focais de despertar monádico sincronizado (tu despertas aqui e um outro que está coligado contigo no Japão desperta ao mesmo tempo, senão ficamos com uns messias e outros atrasados), que têm mónadas como alvo. Neste momento, a luz de centros específicos no planeta, essa energia lazer está passando por essas hierarquias que estão regulando essa luz para a brasa no centro da floresta, e no caso de alguns de nós a brasa já fez Pufff.... - chama-se a isto "despertar monádico". Há uma forma muito simples de um ser se aperceber que já se deu o despertar monádico dentro dele, que é, quando tu tentas sair do caminho e não consegues, a mónada já está com os olhos bem abertos. Este despertar monádico liberta uma chama que vai queimando a floresta. 

Antes nós pensávamos que as coisas se passavam em sequência, primeiro a personalidade aprendia o que era a vida da alma e depois a alma aprendia o que era a vida da mónada, nunca foi assim! A personalidade cá em baixo aprende o que é a vida da alma enquanto a alma, no seu próprio nível, aprende o que é a vida da mónada, é concomitante e não em sequência. Isto significa que muitas das nossas almas já têm um percentual de energia monádica muito maior do que nós possamos perceber, só quando o cenário mundial perde consistência, é que tu percebes o grau luz que a tua alma já acumulou. 

O actual consenso planetário é um conjunto de contradições aceite. Um cientista filipino que desenvolveu um carro não poluente movido a água, foi ameaçado de morte! É a tranquilidade perante qualquer cenário que define o grau luz que a mónada já passou para a aura. Esse grau luz precisa coexistir no mínimo possível com forças disperssivas. 

Antigamente era considerado impossível o ser humano manter constantemente um alinhamento com o seu ser interno, porque as forças presentes na personalidade não permitiam, actualmente, cada vez que tu buscas viver o dia inteiro dentro do alinhamento com a tua alma, com o teu ser profundo, entras no circuito de tracção de dezenas de hierarquias. 

Antigamente havia um conjunto de seres evoluídos e um mestre que supervisionava durante a idade média, o iluminismo, a revolução industrial, e que fazia o trabalho de ficar alinhado o tempo todo. Actualmente estão montados dezenas de vórtices ascendentes, no momento em que te alinhas com isso, começas a receber energia muito clara, muito alta e muito forte, de mestres em torno da Terra. 


P: Sobre telepatia. 


R: A alma tem um processo reflexivo dela. A realidade pura, não pode implantar-se neste momento porque não existe telepatia planetária. À medida que os seres humanos aprendem a viver no corpo causal - acima da mente - eles recebem, em segundos, a verdadeira necessidade do outro, o verdadeiro estado mental do outro. A telepatia permite essa percepção sintética do que se passa à nossa volta, como a telepatia não está instalada ainda na humanidade, existe um constante remanejamento de fragmentos, daí a nossa necessidade de uma actividade reflexiva, porque nós precisamos ir às nossas referências estabelecer uma limpeza, saber a que é que pertence cada experiência, depois de reconstituído o modelo, passarmos à realidade exterior, mas isso é o processo mental.

No processo espiritual, toda essa operação reflexiva vai para o núcleo do ser e aquilo que fazíamos apenas com o raciocínio, começa a ser trazido para o coração, e o que fazíamos com o coração, começa a ser trazido para a consciência, dá-se uma ligação entre estes dois centros que têm funcionado de forma independente em muitos casos. À medida em que a ligação entre o coração e a inteligência se dá, começa a nascer a telepatia. A telepatia só nasce a partir do momento em que a inteligência aprende a ligar-se ao centro da verdadeira realidade. O nosso coração dá-nos uma noção do que está à nossa frente para além de uma operação mental. O coração é uma fonte de exactidão e de conhecimento. Aqui reflecte-se o que a alma sabe e esta sabe em função de algo que está acima dela, que é a mónada, que representa uma realidade que é completamente comum a qualquer ser humano.

Por André Louro de Almeida                           07/04/99

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