Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O Bem e o Mal Segundo a Nova Perspectiva Humana

Como ponto de partida vamos considerar que, no passado, os seres que encarnaram neste planeta eram aqueles que proporcionariam um reequilíbrio das forças espirituais atuantes, de tal modo que permitiriam restabelecer o plano normal para o desenvolvimento do ser humano, mas que estes mesmos seres criaram um tipo de tolerância com os negativos. Isto se deu desde o estabelecimento da própria hierarquia no planeta.

Já descrevi anteriormente, naquele texto TUDO É TUDO E AS NOVAS CONSPIRACOES CÓSMICAS, sobre como os templos estavam divididos em regiões de positivos e negativos nos mesmos espaços físicos. E, ainda hoje, temos o que chamamos negativos, positivos e toda esta tolerância continua.

Analisando profundamente a origem da situação planetária, a origem da humanidade como um todo e de uma maneira atemporal estabelecendo uma relação entre culturas, raças e significados, sob o ponto de vista puramente espiritual, pode-se dizer que o que chamamos de Bem e Mal podem ser uma só e a mesma coisa.

Com tanta manipulação que sofremos e continuamos a ser submetidos, temos isto sim, dois lados de uma mesma moeda, cunhada através de milênios por seres que pretendem dominar o planeta. Então temos apenas um tipo de seres que estão em luta para o domínio desta dimensão e dos seres que por eles mesmos foram criados. Temos dois grupos que, mutuamente se acusam de bons e maus. E dos dois lados pode-se ter seres um pouco mais bondosos ou maldosos. Estamos no meio de uma grande batalha, uma batalha por nossa conexão com o divino. Não é nem simplesmente a batalha por nossas almas, mas pelo alcance ou a conexão que podemos ter com nossa parte divina. Isto muda o objetivo que devemos ver nesta nossa batalha por definições e, principalmente por ligações que fazemos com estas coisas ditas espirituais.

Temos então, para definir a situação atual do planeta, dois lados de um mesmo drama. Não posso mais pensar em bem ou mal, simplesmente, porque isto seria uma simplificação tão grande, tão primitiva que não nos permite ver o quadro geral da situação que nos acomete. Penso então em lados diferentes com um mesmo propósito. Para entender um pouco mais disto, vamos usar uma definição da seguinte maneira: vamos falar em positivos, negativos, neutros e não-neutros.

Os positivos e os negativos, do meu ponto de vista, são de mesma origem, que brigam para manter o poder neste plano, mesmo que atuando atualmente até da quinta dimensão; os neutros são os piores da situação, os que não se importam com o que acontece, e servem a ambos os lados e a eles mesmos (de certa forma os que desde muito antigamente viemos para cá fomos um pouco neutros nesta historia, até porque encarnamos muitas vezes como sacerdotes de templos positivos/negativos). Mas atualmente a situação muda. E temos os não-neutros, que são os seres que realmente se tornaram ou estão se tornando conscientes da situação que vem se arrastando por milhares de anos (vejo isto há 210 mil anos), e que temos por trabalho auxiliar a despertar.

Isto me leva a outro ponto que quero frisar. Que quando o ser está para entrar nas linhas dos negativos, da magia negra, muitos testes se fazem para que seja admitido. Mas quando do lado positivo, da luz, como chamamos, pedimos reservas de uma dieta que seja, tudo se torna obstáculo e temos que admitir a todos, indistintamente, mesmo que não façam diferença na força do trabalho (esta é uma ideia mais complexa, mas a resumi para fins de entendimento rápido). Mas então tem esta coisa toda da “condescendência” por assim dizer, de ver o mal agindo e deixar agir. Pareceu-me burrice de nossa parte continuar assim. Vejo a enganação que sofrem aqueles que se juntam a espíritas, umbandistas, etc., pois todos lidam com energias de astral, aprisionam elementais e, principalmente, fazem um compromisso com forcas que desconhecem enquanto prometem a falsa liberação de uma chamada doença ou aprisionamento. Enquanto o sujeito que recebe o dito alívio de seu sofrimento aparentemente manifesta uma melhora, ao mesmo tempo cria laços com aquelas forças obscuras que nem mesmo o praticante, ignorante delas, poderia imaginar que estava provocando. Diante destes fatos, tenho trabalhado para que não sejamos mais pacíficos, porque, parece-me, se assim continuássemos, estaríamos a mercê, ou sob o domínio destas forcas que são justamente as que viemos repelir. E como é fácil repelir a eles com a simples vontade e a força que trazemos para estes mundos. As ferramentas são poderosas. Tenho envolvido a esta gente em bolhas de luz azul com a potência dos símbolos andromedanos do MOINTIAN e se dissolvem muito facilmente.

As últimas postagens de 2011 estão repletas destas ideias, a partir do tópico 94. E sobre estas coisas da barganha com seres do astral, 122.

Diante destes fatos e de acordo com as ideias que temos tentado elucidar, temos algumas considerações importantes a fazer, para deixar como reflexão:

Que é preciso abandonar a ideia da necessidade de barganha com seres ou divindades

Que o encontro interno é a força e fonte de todo conhecimento que necessitamos

Que, se em alguma pratica filosófica ou corrente que se diga espiritualista ou que se trabalhe com energias, digam que existe a possibilidade de utilizarem desta mesma energia para provocar o mal ou para proveito próprio, então esta ideia do mal já estava intrínseca na própria energia.

Todas a religiões são provenientes do obscuro e da necessidade de dominação e de envolvimento com forças obscuras. Existe a possibilidade de algumas pessoas manifestarem novas correntes, mas elas precisariam esquecer as nomenclaturas, os títulos e os tipos de seres da escola, grupo ou religião da qual provieram.

Do lugar de onde eu venho, que mais se poderia dizer da maneira como vejo a utilização de energias para ascensão, esta intrínseca a ideia de respeito pela vontade alheia mesclada com a educação. Sempre se pede licença para entrar na casa alheia mesmo que seja um amigo de longas. Da mesma maneira, é imprescindível pedir licença para usar a energia ou qualquer técnica para outro, sempre dizendo o que vai acontecer e como que estão sendo vinculadas. O problema é que a maioria dos terapeutas ou dos que se utilizem de energias oferecidas em cursinhos de meia hora não tem a menor ideia de onde estão sendo coligadas. E se oferecem algum tipo de tratamento, as pessoas tem a tendência a dizer, que se for para o bem, tudo bem. Mas que bem é este, se por trás se esconde o que desconhecemos ou está a intenção de prender o beneficiado a toda uma sorte de seres e entidades de níveis que ele desconhece?

Último ponto a considerar:

Sempre havia três sacerdotes: um era o negativo, outro o positivo e um terceiro uma força neutra, representante de pontos longínquos do cosmo. Tinham por missão justamente equilibrar as forcas e impedir a maldade plena e trazer novas energias para o planeta.

Quando um neutro atuava, a força ou a energia de um templo, sua coligação, por exemplo, se desativava. Ainda temos esta atuação de neutralizar forças e muitos destes neutros são chamados hoje em dia de pés frios...

A maioria dos chamados negativos deram origem as religiões e os positivos as escolas de mistérios. Andavam lado a lado no passado e ainda hoje, porque são faces de uma mesma moeda. Tem semelhante origem cósmica.

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