Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Saturday, March 3, 2012

O Regresso de Elias





O som emitido pelo
aparelho mental
propaga-se
em linha recta.
O Som emitido pelo 
Coração irradia
em esfera.

O Coração Radiante
realiza
O Maior Bem.



O REGRESSO DE ELIAS

Num domingo, ao executar as tarefas de rotina de limpeza da casa, e apesar do pesado ruído do aspirador de pó, um Hierónimo atravessou a minha consciência como um relâmpago:

Ulikron

A primeira impressão era a de estar perante uma torre de energia violeta escuro, quase negro, porém intensamente brilhante. A potência era avassaladora, como um vento altamente dinâmico que tudo arranca da terra, um tornado ou uma turbina.

Senti tratar-se de um contacto extremamente ‘’grave’’, sério, como se o humor e a tendência para a investigação, características básicas da saúde mental de qualquer ser humano não tivessem lugar ali.

Partilhei esse nome com um dos meus principais colaboradores e ele apenas comentou: ‘’Esse é um nome que imediatamente se percebe como algo que EXISTE’’.

O poder de transmutação presente neste nome era algo nunca antes contactado por mim, muito além de qualquer ideia ou boa vontade espiritual.

Consciente de que o meu ser interno se havia aproximado de algo maior, desconhecido e até um certo ponto de uma dimensão incompatível com as minhas próprias contradições agradeci e reenviei este impulso de novo para os níveis supramentais do meu ser, procurando esquecer.

Meses depois, numa viagem nocturna ao lago, no centro de Portugal, no qual me retirava frequentemente, afastei-me do automóvel lentamente e fui conduzido a uma rocha no meio da urzes. Sentei-me, respirei e entoei o mantra LYS SEPHIR AMAH, que à anos era usado para sintonizar com o Reino Interno.

Pouco depois fui envolvido por uma energia vertical estrita, de uma intensidade e majestade além de toda a compreensão. A dignidade, o poder, a absoluta e sólida união com um Bem Supremo envolvia-me e convocava a minha Alma a uma superação de limites assustadora.

Em frente a mim nos planos subtis, numa área de três ou quatro metros quadrados, percebi a paisagem nocturna a ‘’convexionar-se’’, tornar-se mais real que a textura visual comum e um campo magnético fostíssimo acumulando-se nessa pequena área.

Uma presença anunciava-se. Tratava-se da mesma ‘’coluna’’ de fogo violeta escuríssimo e radiante contactada anteriormente. Não houve transmissão alguma, nem imagens, nem símbolos... apenas uma comunhão. Retirei-me de novo, reenviando em gratidão este contacto para os planos internos.

Em 2001 fiz um retiro numa serra próxima do ponto mais alto de Portugal. Alojando-me numa pequena casa de pedras, os dias sucederam-se sem ruído ou dispersão, dedicados ao desenho, poesia e música como disciplina espiritual.

No final, na véspera de retornar à cidade, acordei a meia noite com um comando fortíssimo. Ergui-me na cama e uma frase clara sobrepôs-se a todo o pensamento:

‘’ ULIKRON é Elias, o seu nome cósmico’’

*

ULIKRON vem para o impulsionar dos corpos superiores dos homens e para a ignição do fogo de Orion junto à Humanidade.

Em paralelo com Ashtar Ashgran, Hierarquia de linhagem crística presente na órbita terrestre, Ulikron trabalha o elemento luminoso-dinâmico dos veículos transcendentes do ser humano.Esta Hierarquia, parte do programa Ashtar ancorado no vale de Ur, na Argentina, foi anunciada por José Trigueirinho nas suas importantes obras seminais sobre os mundos internos.

Era-me mostrado que Ulikron e Ashtar Ashgran formam uma polaridade circulo-eixo na activação e estímulo dos corpos superiores dos seres humanos, sendo o elemento magnético-lumínico dinamizado por Ashtar Ashgran e o elemento Potência e Inversão Cósmica atribuído por Ulikron.


Ashtar Ashgran            Ulikron                   Ashtar Ashgran





Ashtar Ashgran           Ulikron                   Ashtar Ashgran 

Ulikron surgia-me como uma potente coluna de fogo divino, de Vontade-Poder-Síntese, invertendo a manifestação de um ser, enraizando-o no Céu, Ashtar Ashgran envolvia os corpos superiores do homem (aqui representados por uma estrela de seis pontas) em luz-magnetismo transcendentes, coesionando e estimulando estes corpos internos numa síntese de luz-energia-radiação e pulsação.

Tanto quanto me era possível compreender, três Grandes Vidas posicionavam-se em uma formação triangular, como um envelope pré-anunciador da descida do raio e da presença crística na Terra.

Nessa formação os três seres assumiam potências e qualidades distintas, ocupando o vértice mesmo da incandescência vibracional necessária para a aproximação do cristo Cósmico, o Raio e a presença pessoal de nosso Criador sistêmico, Eloham.

Esta descida divina é antecipada pela radiação crística combinada, em um triângulo supremo de Shamuna, Ulikron e Ashtar Ashgran, com a radiação crística, simultaneamente pessoal e impessoal, no centro.


                                                            Ulikron


                                                              Cristo

                                           Shamuna               Ashtar Ashgran



* Ulikron representa o quoficiente da Radiação de Vontade-Poder que a humanidade pode neste ciclo absorver, Vontade e Poder com origem em uma Entidade de Síntese que aproxima lentamente de nosso sistema solar.

* Shamuna representa o equilíbrio perfeito entre opostos, a Paz Galáctica, representando a Entidade conhecida como Espírito da Paz, e o magnetismo transcendente do Amor Divino.

* Ashtar Ashgran representa o princípio luminoso, estimulador cristico dos corpos superiores da Humanidade.

Outros triângulos de Hierarquias também atuavam do mesmo modo, na preparação para a descida da Energia Crística na Terra, mas esta era a formação que me era dado contactar.

Neste ciclo de contacto com Ulikron não me permitia seduzir pela ideia de que estaria em contacto directo com tal Ser, sabia estar lidando com um invólucro electromagnético projectado, um pequeno coeficiente da radiação total do corpo de luz Daquele que, em tempos, foi um ser humano chamado Elias.

Existe em nós uma vida maior e uma vida menor.Existe no arco mais abrangente de nosso ser, uma vida de fundo, oculta, tangencial, como duas superfícies polidas que se unem perfeitamente, à própria raiz e à própria razão da existência.Essa vida de fundo em nós é a parte do nosso ser que não contém qualquer mistura e permanece livre.

Uma parte do nosso ser está misturada, numa diálise constante com o mundo, com os outros e com a nossa própria subjetividade, essa parte do nosso ser é feita de misturas, combinações, complexibilidades. Além desse compósito de energias, forças e pensamentos, existe em nós a Vida Maior. 

Usamos os termos maior e menor pelo tipo de foco e de abrangência que cada um destes núcleos constitui. A vida menor usa a consciência para criar uma representação do mundo, da energia manifesta. O mundo é um denominador entre milhões de consciências, é uma estabilização de uma dimensão, numa tela consensual: para que essa dimensão exista é necessário um acordo entre as nossas consciências diurnas – a fórmula cognitiva-perceptual que constitui a dimensão reconhecida do mundo.

E o nível em nós que não tem mistura, tem um foco e uma abrangência, não de um mundo, mas de esferas dimensionais, não de um dia, mas de um vasto panorama de tempo e de espaço. Esse nível não se mistura, não se associa e não se identifica com a manifestação.

A região pura de um ser reconhece, instantaneamente, a tua região pura de todos os outros.

Nas regiões mais abaixo, nas esferas da vida e da consciência onde há mistura, existe uma grande necessidade de troca para estabelecer contacto, linguagem, mas nessa região, que permanece unida à raiz do próprio Universo, aquilo que em mim é límpido e transparente, reconhece aquilo que no outro é límpido e transparente porque aquilo que é da raiz detecta o que é da raiz em cada momento, em cada pessoa, em cada circinstância.

Independentemente do grau de mistura e de confusão que podemos sentir aqui em baixo, somos impulsionados a viver, também, aquilo não tem mistura, a pulsação pura de origem, extremamente activa nas câmaras secretas do ser.

Essa pulsação da Origem, base indestrutível do ser, presente nas camadas essências da psique, está sempre presente, basta que eu aspire intensamente a que a consciência se doe à parte de mim mesmo que não tem mistura.

Quando olhamos para as nossas sombras, elas são energizadas pelo nosso próprio olhar. A maior parte das vezes, se não existe um trabalho profundo de cura, ficam ainda mais fortes pela preocupação e concentração nesses elementos retrógrados. Quando olhamos
para a nossa luz, passa-se a mesma coisa.

Sempre que dirijo a consciência para a parte de mim que não tem história planetária, que é transparente, pura, límpida, nascida no céu, todo o meu ser é impregnado, em ondas, por essa Presença balsâmica; aquilo em nós que tem mistura precisa, por vezes desesperadamente dessa unção.

Antigamente chamávamos a esta parte do ser: Mônada, Atman, Centelha Divina e Espírito. O problema destas palavras, sendo palavras, é o de criarem no córtex, sinapses especificamente endereçadas para criar ilusão de que compreendemos o que estamos a dizer.

Existe em nós uma região que é como uma Terra onde o Sol nunca se pôs, feita de luz, e, no entanto, exercendo uma pressão criadora imensa sobre toda a parte em nós que é misturada, complexa, evolutiva.

O Comando Estelar aproxima-se do homem para aumentar a capacidade do ser humano de ancorar, em si o primeiro aspecto do Universo, a Vontade.

Ulikron lida especificamente com essa electricidade suprema a que Madame Blavatsky chamou ‘’Fogo Cósmico’’, Fohat.

Ulikron lida com o processo de fusão de:

*matéria/antimatéria,
*Partícula/antipartícula,
*universo/antiuniverso,
*tempo/eternidade,
*ciclos evolutivos/arquétipos cósmicos

A humanidade recebe do Alto, para o seu desenvolvimento colectivo, uma constelação de arquétipos, de forças modeladoras divinas que pré-determinam as qualidades e categorias do comportamento de povos e indivíduos; essa família de arquétipos – pai, mãe, filho, herói, Messias, bem, mal, iniciação, árvore da vida, elixir da eterna juventude, ancião, criança, etc. – marcará as grandes auto estradas da nossa evolução psicológica.

Uma galáxia recebe 21 arquétipos, os atractores cósmicos, Supremos, de toda a evolução dinâmica em macroescala, atractores, ou signos, que exercem o seu poder de síntese tanto sobre as partículas materiais, como sobre a consciência, como sobre Mônadas.

Uma galáxia contém um centro de poder – Pai, um centro de Amor – Filho e um centro de modelação dinâmica de Luz – Mãe, sendo esta formação trina um émulo da Trindade Suprema, no centro do Paraíso.

O Trono é trino. Em torno do Trono, que geograficamente se situaria no centro de um disco galáctico, existem 21 portais. Isso significa que o Trono actua com uma incrível precisão numérica, geométrica, gemátrica e até semântica ou semântrica: Isto é, o Trono actua numa incrível precisão de som-significante-criador, pois tudo o que se encontra sob o seu domínio tende a responder em ciclos de definição de alinhamento progressivamente mais exactos.

Em certas fases do processo descendente da força-presença criadora existem descontinuidades imensas, vazios entre planos que só podem ser superados mediante um salto vibracional, tais descontinuidades são portais cósmicos e a relação entre as duas margens de um portal cósmico encontra-se sintetizada na palavra mistério.
Estes portais tocam um limiar consciencial, rompem o envelope electromagnético que modela a consciência dentro do limiar anterior, e propulsionam todo o ser para dentro de um novo oceano de consciência superior.

Na verdade, assim como a visão é uma ‘’alucinação’’ controlada, a ‘’lucidez’’ é uma loucura controlada. Um óptico poderá dizer que a visão é uma alucinação mantida estável; como todos partilhamos da mesma alucinação chamamos a isso ‘’realidade objectiva’’.

A consciência – desde uma simples concha, passando pelos gatos domésticos, pelas plantas, pelos seres humanos, pelas hostes angélicas, pelas irmandades cósmicas, pelas ordens criadoras e, finalmente, pelas coroas de vibração em torno do Trono – a consciência e a lucidez são a ‘’loucura’’ divina tornada estável em patamares de percepção.

Quando digo loucura estamos nos antípodas da palavras tal como ela é usada em psicologia clínica, estamos a falar de quando a consciência encontra a sua própria raiz, ficando livre de quaisquer atributos, torna-se consciência pura, o próprio ‘’combustível’’ do corpo de luz.

O corpo de luz em torno do corpo físico,para ser activado depende do Amor, mas a sua nutrição é a consciência pura: sermos capazes de perceber que todo o ser é um todo e cada todo é absolutamente completo.

Estes portais são controles de limiar entre dimensões. Para cada plano, para cada dimensão a consciência do Divino é comprida, adaptada e ajustada.

Somos conscientes na medida em que participamos da consciência divina no grau em que ela foi criada para uma determinada. Ninguém tem consciência por si mesmo, o Divino é consciência.

Nós somos admitidos, digamos iniciados, ao patamar de consciência em que nos estabilizamos hoje.

A nossa consciência é como um anel que sobe ao longo de um eixo, o eixo crístico universal, a autodoação do Espírito Infinito como instrução é Caminho.

O anel em si é vazio, quem lhe dá conteúdo é o Divino. Existe uma frequência para a terceira dimensão e, no ápice dessa frequência, um portal de limiar. Além desse portal existe a consciência do mesmo Deus, desdobrada para as dimensões seguintes. Donde que as chamadas iniciações são apenas as transições de um mesmo para outrra expressão de si próprio mais abrangente, mais abarcante.

O que acontece aos iniciados é que a consciência individual é admitida a um oceano de consciência superior, que sempre lá esteve. Aquilo que somos na quinta ou na sexta dimensão, já lá está: Deus é a consciência total, independentemente do tempo.

Quando dizemos que o ser foi iniciado, essa palavra só é válida do ponto de vista da sua evolução (de baixo para cima), porque, do ponto de vista da totalidade, ele simplesmente se uniu a uma parte dele mesmo que sempre existiu e que, atraindo-o, o esperava.

O Adepto que somos, já está vibrando nas piscinas superiores de consciência divina, agora. O anel da nossa consciência ainda está subindo e descendo da terceira para a quarta dimensão, mas o todo-nós já existe na totalidade da aventura cósmica, plenamente potente enquanto Ser Total, mas em actualização no processo-Tempo.

Friday, October 21, 2011

Portais de Limiar-Signos Cósmicos

Vamos hoje lidar directamente com um coeficiente do corpo de luz de Elias que é um dos responsáveis máximos, juntamente com Samana, pela ascensão da Terra. Significa que uma pequena percentagem da consciência desse Hierofante interplanetário é doada à sala. Chama-se a isso divisibilidade do espírito.

Nós estamos muito longe da ideia clássica de que a presença de Elias está aqui nesta sala, nós estamos lidando com um invólucro electromagnético que é um coeficiente da radiação total do corpo de luz disso que, em tempos, foi um ser humano chamado Elias.

Existe em nós uma vida maior e uma vida menor. Existe uma vida de fundo encostada, como duas superfícies polidas que se unem perfeitamente, à própria raiz e à própria razão da existência e essa vida de fundo em nós é a parte do nosso ser que não contém qualquer mistura, ela permanece livre.

Então, nós temos uma parte do nosso ser que está misturada, numa diálise constante, com o mundo, com os outros e com a nossa própria subjectividade, e essa parte do nosso ser é feita de misturas, combinações, complexidades, e depois existe em nós a vida maior que não tem mistura e isso vive mais em nós do que a vida menor. Nós só dizemos maior e menor pelo tipo de foco e de abrangência que cada um destes núcleos constitui. A vida menor usa a consciência para criar o mundo. O mundo é um denominador entre milhões de consciências, é uma estabilização de uma dimensão e para que essa dimensão exista tem que haver um acordo entre as nossas consciências diurnas, o nosso dia a dia, isso tudo entra na fórmula que constitui a dimensão do mundo. E o nível em nós que não tem mistura, tem um foco e uma abrangência, não de um mundo, mas de mundos, não de um dia, mas de dias, e esse nível em nós que não se mistura, não se associa nem se identifica com nada, reconhece a sua presença nos outros.

A minha região pura reconhece, instantaneamente, a tua região pura. Nas regiões mais abaixo, na vida e na consciência onde há mistura, existe uma grande necessidade de troca para estabelecer contacto, mas nessa região que permanece unida à raiz do próprio Universo, aquilo que em mim é límpido reconhece aquilo que em ti é límpido porque aquilo que é da raiz detecta o que é da raiz em cada momento, em cada pessoa, em cada circunstância e isto é simples.

Independentemente do grau de mistura e de confusão que vocês sentem aqui em baixo, vocês são mais ou menos convidados a tolerar, a viver aquilo que em vós não tem mistura e que é a pulsação de origem que é extremamente activa. Isso que não tem mistura sempre se sobrepõe e constitui uma base, sempre está presente, basta que eu seleccione a maior parte da minha consciência para quilo que em mim não tem mistura.

Quando olhamos para as nossas sombras, elas são energizadas pelo nosso próprio olhar. A maior parte das vezes, se não existe um trabalho de cura profundo, elas ficam mais fortes e quando olhamos para as nossas luzes a mesma coisa.

Sempre que eu dirijo a consciência para a parte de mim que não tem mistura, que é pura, límpida, que nasceu no céu, todo o meu ser é impregnado, em ondas, por essa presença, e aquilo em nós que tem mistura precisa, desesperadamente, daquilo em nós que não tem mistura. Antigamente nós chamávamos a esta parte do ser: mónada, atman, centelha divina. O problema destas palavras é que elas criam, no córtex, sinapses especificamente endereçadas para criar a ilusão de que compreendemos o que estamos a dizer.

Existe uma região em nós que é como uma terra onde o Sol nunca se põe, que é feita de nada, e, no entanto, exerce uma pressão criadora sobre toda a parte em nós que é misturada.

O objectivo do Comando Estelar é aumentar a capacidade de um ser humano ancorar, em si, o primeiro aspecto do Universo. Elias lida especificamente com essa electricidade suprema a que Blavatsky chamou “Fogo Cósmico”. Lida com matéria/anti matéria, partícula/anti partícula, universo/anti universo, tempo/eternidade, ciclos evolutivos/arquétipos cósmicos.

Assim como um planeta recebe uma constelação de arquétipos, isto é, de forças divinas que vão pré determinar o comportamento dos povos e essa família de arquétipos (pai, mãe, filho, herói, messias, bem, mal, iniciação, árvore da vida, elixir da eterna juventude, etc.) marcará as grandes auto estradas da nossa evolução psicológica.

Uma galáxia recebe 22 arquétipos que são os signos cósmicos. Aparentemente uma galáxia contém um centro de poder – Pai, um centro de amor – Filho e um centro de modelação de luz – Mãe.

O Trono é trino. Em torno do Trono, que geograficamente se situaria no centro de um disco galáctico, existem 22 portais. Significa que o Trono actua com uma incrível precisão numérica, geométrica, gemátrica e até semântica ou semântrica, isto é, o Trono actua numa incrível precisão semântrica.

No final vamos ouvir uma peça musical que, se tivesse de fazer uma lista de 10 peças musicais poderosas esta era a primeira. Ela relaciona directamente o caos criativo, primordial, com as altas frequências de organização de força nas regiões do Trono. Em certos momentos há descontinuidades imensas, essas descontinuidades são portais cósmicos. Sente-se claramente as mudanças de carga electromagnética entre portais, só que esses portais são portais que terminam num limiar consciencial, rompem o envelope electromagnético que modela a consciência para dentro do limiar anterior, e ejectam a consciência para dentro de um novo oceano de consciência superior.

Na verdade, assim como a visão é uma alucinação controlada, a lucidez é uma loucura controlada. Um óptico poderá dizer que a visão é uma alucinação mantida estável. Como todos partilhamos da mesma alucinação chamamos a isso “realidade objectiva”.

A consciência, desde o náutilus passando pelos cavalos marinhos, pelos gatos domésticos, pelos cavalos, pelos seres humanos, pelas hostes angélicas, pelas irmandades cósmicas, pelas ordens de Michael, Enoch, Melkizedeque, Metatron e, finalmente, as coroas de vibração em torno do Trono, a consciência e a lucidez é a loucura divina tornada estável para patamares de percepção.

Quando digo loucura estamos nos antípodas da palavra tal como ela é usada em psicologia clínica, estamos a falar de quando a consciência encontra a sua própria raiz, ela fica livre de quaisquer atributos, ela torna-se consciência pura que é o próprio combustível do campo Merkaba.

A Merkaba, o vosso corpo de luz em torno do corpo físico, para ser activado, depende do amor, mas a sua nutrição é a consciência pura, é eu ser capaz de perceber que todo o ser é um todo e cada todo é absolutamente completo. É quando eu revelo a mim mesmo a natureza hermética da minha individualidade cósmica que o campo merkaba tem piloto. Não admira que ele esteja travado no caso dos seres humanos em geral. Estes portais são controles de linhagem. Para cada plano, para cada dimensão a consciência (do próprio Deus) é comprimida. Nós só somos conscientes na medida em que participamos da consciência divina no grau em que ela foi criada para esta dimensão. Ninguém tem consciência, Deus é consciência. Nós fomos admitidos ao patamar de consciência de 3ª dimensão.

A nossa consciência é como um anel que sobe ao longo de um eixo. O anel em si é vazio, quem lhe dá conteúdo é o divino. Existe uma frequência para a 3ª dimensão e um portal de limiar. Além desse portal existe a consciência do mesmo Deus desdobrada para a 4ª dimensão, e assim sucessivamente. O que acontece aos iniciados é que a consciência é admitida a um oceano de consciência superior que sempre lá esteve e aquilo que és na 6ª dimensão, já lá está, uma vez que Deus é a consciência de tudo, independentemente do tempo.

Quando dizemos que o ser foi iniciado, essa palavra só é válida do ponto de vista da evolução dele (de baixo para cima), porque do ponto de vista da totalidade, ele simplesmente se uniu a uma parte dele mesmo que sempre existiu e que o esperava.

O adepto, e até mesmo o avatar que vocês são, já está vibrando nas piscinas superiores de consciência divina, agora, o anel da nossa consciência ainda está subindo e descendo da 3ª para a 4ª, bate em certas frequências da 4ª dimensão e retorna num fluxo para a 3ª dimensão.

A nossa consciência é um anel ao longo do eixo crístico do teu ser nivelado. Esse eixo contém todos os andares de consciência que tu podes ser.

Quando jogamos rugbi a consciência altera-se, ficamos todos um pouco mais na idade do bronze, a consciência vai ao encontro duma região do anel que está mais abaixo.

Quando as pessoas se apaixonam há uma projecção mística e mútua das divindades latentes em cada um dos dois, o que faz acelerar o anel da consciência, praticamente, até à 4ª dimensão superior.

Quando um cientista faz uma descoberta, a consciência rompe o limiar da 3ª dimensão e entra claramente na 4ª dimensão por momentos. Quando grandes dançarinos, pintores, chefes de estado são tomados por uma força superior, a consciência rompeu o envelope electromagnético da 3ª dimensão e é admitida a uma secção do eixo mais acima, só que o eixo não pára, ele vai desde o náutilus, que tu eventualmente foste, até ao Trono.

Quando falarmos, no futuro, em eixo crístico universal, ele existe como uma realidade máxima enfeixando todos os eixos crísticos individuais.

Quando nos identificamos com o anel, estamos nos identificando com a experiência da consciência num patamar, mas se tu vais um pouco mais para o fundo começas a sentir que podes subir e descer, começas a movimentar-te ao longo do eixo crístico individual.

Quanto mais eu tomo consciência desse eixo crístico mais eu consolido o pilar de luz que, por desígnio cósmico, me foi entregue realizar. E é aqui que chegamos aos 22 signos cósmicos que são portais no Trono.

Os portais de limiar são zonas onde há autorização da Hierarquia para romper com o campo electromagnético que mantém o anel da consciência circunscrito a uma secção do eixo vertical. De uma maneira geral, se as pessoas não fizerem um intenso trabalho interior, a nossa consciência tem uma viagem média entre algumas frequências do reino animal e algumas frequências angélicas, a maior parte do eixo são as frequências humanas propriamente ditas.

Friday, October 14, 2011

Radiancia

O despertar da humanidade que vive na superfície da Terra, implica várias operações simultaneamente. 

Vamos aprofundar quais são essas operações, ter uma noção mais clara e definida que for possível daquilo que não nos está a acontecer e se podermos perceber o que nos está a acontecer, melhor.

O despertar da Humanidade de um planeta que está à beira de um salto entre dimensões, é apenas uma das operações de que toda a engenharia sideral precisa de levar a cabo, para que o planeta passe de um estado tridimensional para um estado quatridimensional. Isto significa que o órgão do planeta que representa o "Eu Consciente" desse planeta, terá o seu espectro alargado - a consciencia dilata-se até abranger a 4ª dimensão. Na quarta dimensão temos a experiência de que somos eternos, de que somos IRMANDADE e de que o tempo é uma operação do nosso próprio subconsciente - é não uma existência em si, mas um fenómeno de percepção.

Um planeta de 4ª dimensão não significa que as montanhas vão ficar transparentes, ou os cisnes azuis, ou as plantas emanem som, ( isso seria um planeta de 6ª dimensão? ). Um planeta de 4ª dimensão significa que a dimensão em que a divindade oculta se exprime para a substancia, para a energia e para as formações exteriores, já abarca a 4ª dimensão, isto implica, no reino humano, uma estabilizaçaõ da consciencia e da vontade acima do plano mental.

As operações que estão em curso têm 3 níveis: Primeiro, o corpo astral e o corpo mental estão a passar por uma fusão. Estão a ser preparados dentro de nós uniões entre certos níveis do sentimento. A antiga mente e o antigo espectro conhecido de sentimentos e de emoções passa para o nível de manutenção de equilíbrio psicológico e têm muito pouco para nos dar como estímulo evolutivo actual.

A nível abaixo da consciência, a mente e o veículo emocional estão a começar um processo de integração de síntese. Nós vamos ter novos sentimentos, vamos ter uma maior presença do fogo do magnetismo transcendente, do magnetismo aglutinador, onde antes tínhamos energia de discriminação e de pureza mental, assim como vamos ter conhecimento directo a partir do coração.

Quando a antiga mente e o antigo centro de resposta senciente que é o coração são desactivados, uma síntese maior – até então oculta - pode vir ao de cima. Nós vamos começar a amar não apenas com o coração mas também com a Luz no Centro da Cabeça, e vamos começar a compreender, a inteligir com o coração. Nós somos seres mentalmente em mutação. A nossa mente está sendo transformada e está-se a dar a activação em toda a Humanidade que poder responder a esse estímulo, de funções até agora desconhecidas no hemisfério cerebral direito. É aqui o laboratório da nova mente.

A nova mente não é composta nem pelo hemisfério cerebral esquerdo nem pelo direito, ela é composta por núcleo que está agora a ganhar potência e que integra as duas coisas, isto é, eu toco violino e faço especulação matemática como se fosse a mesma coisa - a divisão entre lógica e contemplação omniabarcante desaparece.

Antigamente ou tocava violino ou fazia contas de matemática, porque são funções que se distribuem simetricamente na topografia do cérebro. E o que os Irmãos maiores estão a preparar, é uma união dessas faculdades nas quais o ser humano comum irá ser iniciado, absorvido, irá ter a sua mente absorvida por uma mente que pré existe à divisão entre inteligência e amor: assim emerge a SABEDORIA.

Esta fusão altera completamente toda a nossa noção de vida e toda a nossa resposta preceptiva à realidade que nos envolve.

Amar e compreender nunca estiveram tão próximos. Compreender e amar nunca estiveram tão unidos. Agora, eles vão passar a ser uma mesma expressão.

O primeiro nível do que está a acontecer com cada um de nós, é essa união entre dois veículos, duas naturezas que muitas vezes se distanciavam, é por isso que cada um de nós não está quer usar o intelecto antigo, tem a impressão que está a utilizar um veículo do princípio do século, assim como quando se envolve em químicas emocionais também percebe que está a fazer uma viagem ao museu da vida emocional da humanidade dentro dele.

Nós estamos sendo convidados a olhar para a nossa vida interior e começar a distinguir as peças de museu e criar uma distanciação inteligente - no Oriente chama-se a isto desapego - em relação a essas peças de museu dentro de nós de forma a que a energia cósmica possa começar a remover, transformar, a dissolver ou a transmutar esses habitantes interiores. Este é o primeiro nível.

O segundo nível, é que o nosso eu superior (que até esta fase tinha estado estabilizado acima da mente, permitindo-se centrar em cada pausa entre os pensamentos, permitindo-se visitar-nos em cada momento em que nós atingimos o mínimo de quietude mental) o eu superior está a transladar-se rapidamente do quarto plano para o quinto plano.

As nossas almas estão a começar a estabilizar-se no quinto nível. Elas estão subindo de nível. Este núcleo dentro de nós está-se transladando para um novo patamar de vibração que não é mais o nível intuitivo. Isto significa que o nível intuitivo passa a ser uma actividade normal a partir desta fase de desenvolvimento da Humanidade.

Agora nós olhamos para a nossa existência e mais uma vez constatamos que estamos abaixo do normal, mas isso é um problema de cada um de nós. O que seria neste momento normal é que em cada 20 decisões nossas, 18 ou 17 sejam guiadas pela intuição e a intuição nasce com o poder do amor.

A intuição é tu teres um livro aberto frente a qualquer situação. Como o livro é sagrado e o seu conteúdo é secreto, só através da porta do amor os Irmãos podem abrir o livro, antes disso eles estariam expondo à voracidade da mente aquilo que deve permanecer sagrado. Entretanto todos estes seres têm um manancial de sabedoria imenso à sua disposição.

O sábio do alto da montanha mudou-se para dentro de ti e pelo poder do amor, de um cuidado e de um compromisso inteligente de me identificar com a dor do mundo (que é uma das experiências menos agradáveis do amor), pela minha capacidade de me unir àquilo que sofre neste planeta e não permitir uma distanciação fria (excepto a distanciação mínima para eu estar abstracto em relação a essa dor, senão não faço nada), eu tenho um compromisso total com o problema do Homem.

O equipamento que está sendo ligado, a leitura, os momentos de silêncio, as sincronias misteriosas, as convergências, o amigo espiritual, a frase certa, o objecto certo, o dia certo, tudo isto é demasiado precioso para ficar conveccionado no nosso problema apenas, então, existe esta turbina que nos está convidando a ampliar a nossa mesa de trabalho até que esta possa absorver a Dor do Mundo.

As nossas almas ocupam o nível actualmente que era ocupado por aquilo que a tradição ocidental chamava o “anjo da guarda”. Não todos os seres humanos indistintamente, mas a porta está claramente aberta - as almas lidam com energia de luz, elas são entidades térmicas, onde elas sentem que o fogo, o calor da realidade profunda existe, elas deslizam suavemente na direcção desse calor, elas são entidades térmicas - ocultamente falando, isto é são atraídas pelo calor do amor e da devoção.

Quando as almas se transladam para esse 5º plano, todo o teu interior entra num efeito de pressão composto por aquilo que antigamente se chamava o "chamamento", todo o nosso interior se torna Acolhimento e isto porque a alma que estava antes ocupando o papel de Krishna, aquele que guia a carruagem dos três cavalos - físico, emocional e mental - a alma iluminou os cavalos, largou as rédeas, e está-se transladando para o plano espiritual, que é o plano onde é possível ela ser completamente dominada, absorvida, possuída pela energia da Mónada, pela energia átmica. Isto é o segundo nível do que está a acontecer connosco. Por um lado, os níveis mais altos do plano emocional, do plano dos sentimentos, portanto, aquilo que corresponde aos sentimentos superiores, está-se integrando a mente profunda, e a mente profunda já não funciona mais fora dos sentimentos superiores, aliás, a mente profunda é uma consequência da coexistência de nossa consciencia com os Sentimentos Superiores.

                                                                         * * *


A energia que é preciso gastar para ficar à superfície da existência é cada vez maior. O cansaço não tem a ver com não ter encontrado o caminho, o cansaço nesta etapa tem a ver com ter encontrado o caminho e não estar assumindo o caminho. É uma coisa muito diferente.

A energia que eu tenho que gastar para estar fora do caminho é cada vez mais alta, assim como a energia centrífuga que os vestígios desta civilização mantêm activos, é cada vez maior, o poder da manipulação visual, sonora e da informação é cada vez maior. Isto é percebido quando tu chegas a casa e não tens absolutamente nada para fazer, e há um chamamento interior para ficares numa quietude dinâmica e tu consegues encontrar alguma coisa para fazer, há sempre mais uma coisa para fazer quando o espírito chama. Muitas pessoas chegam a casa, a casa está completamente arrumada, existe apenas o pó do dia anterior e elas vão limpar a casa (!) , isto significa incapacidade de penetrar no templo interior.

O décimo telefonema, pela décima vez, ao décimo amigo, é incapacidade de penetrar no templo interno, estas coisas têm que ter nomes cada vez mais claros. O contínuo remanejamento de objectos, a contínua preocupação do ritual exterior, nesta fase dos acontecimentos, é uma incapacidade de estar frente ao templo e frente à chama.

A terceira operação é a construção do corpo de luz. É a construção em nós de uma sub entidade viva, que corresponde, numa simbologia da crisálida e da borboleta, exactamente à borboleta. Enquanto a Mónada está no quarto plano ela é uma crisálida sob o ponto de vista esotérico, ela está em sarcófago, aprendendo a transmitir sob a forma de dor, impulsos para que a personalidade perceba qual é a vibração.

A quarta operação oculta em nós, que é o despertar do campo monádico na Humanidade inteira, a alma é admitida a esse 5º nível, ela pode voar acima do controle constante sobre a personalidade. Ela começa a tornar-se activa no nível onde antes era passiva, ela recebia intuição do núcleo de fogo, e passava para o consciente de cada ser. Ela deixou de ser passiva no nível onde recebia a intuição, subiu, e aí tornou-se ainda mais activa sobre a nossa intuição, ela está a começar a preparar aquilo a que se chamou "as núpcias". O corpo de luz é a veste na qual a alma pode tornar-se presente a esse património interior, é a veste através da qual a alma pode fazer fusão com a energia cósmica que vem da Mónada.

Toda a auto consciência do sistema solar é uma doação, uma tocha de Siriús e a alma apaga a energia que vai desde a primeira palpitação da consciência, até à sublime. Se a energia que activa a auto consciência vem da estrela Siriús, a energia que activa a vontade e poder monádico, e portanto, a vida, vem de uma outra estrela que não está a Via Láctia, está noutra dimensão. Então estas estrelas agitam-se um pouco e toda a Humanidade é iniciada.

O que é que nós temos à nossa frente? Quatro operações: a fusão do emocional no mental; a síntese do emocional e do mental; um terceiro tipo de percepção ao qual nós podemos chamar senciência (uma consciência sensível e uma sensibilidade inteligente), este tipo de progressão, esta capacidade do acto humano seguir este rasto, que é um novo rasto, nós antes seguíamos outros rastos, outros labirintos, outros processos, íamos pela esquerda ou pela direita, éramos seres emocionais ou fazíamos contas de matemática, fazíamos as duas coisas ao mesmo tempo, a energia segue o pensamento e o pensamento ou estava dividido ou estava unido por carência. Há um fundo que não está preenchido e muitos pseudo sentimentos emanam desse fundo. Esses rastos são os dois rastos conhecidos e há todo um grande processo de cura da humanidade que se está desenvolvendo - há uma quantidade enorme de curadores que está disponível cada vez mais. Mas o que nós estamos aqui a tratar é de outro rasto, que é quando tu sabes qual é a direcção, o teu coração está completamente activo e se te pedirem para escreveres um tratado, tu escreves um tratado com o coração. ...?..., é uma inteligência articulada, límpida, cristalina, mas que vem impregnada da força de coesão magnética cósmica do qual o nosso coração participa

Esta fusão entre os corpos emocional e mental está em curso, o translado da alma do 4º para esse nível mais alto está a acontecer neste momento, a formação do corpo de luz está também a acontecer e está-se a dar ao mesmo tempo o despertar do campo das mónadas, é muita transformação, é uma arquitectura nova dentro de nós.

O que é que significa para nós o despertar do campo monádico? Nada, para o eu consciente esta expressão não tem utilidade nenhuma. O despertar do campo monádico é útil para a vida da alma, ela passa a estar ...?... por um fogo activo e não apenas por um fogo latente.

O homem de há cem anos atrás era portador de um fogo latente, de uma capacidade de se auto dirigir para a luz latente e essa capacidade foi activada, as mónadas passaram de uma estado de brasas ocultas para chamas activas. O percentual de energia destinada a operações de direcção, decisão, reunião do disperso e de síntese é muito alta.

Esta chama tendo despertado colectivamente de uma forma central, permite a irmandade entre os seres humanos.

Sunday, October 9, 2011

Hierarquia Ashtar

ASHTAR

Um dos ramos da Hierarquia crística. É a fonte de instrução para a humanidade. E por isso seu trabalho abrange a transmissão do ensinamento filosófico-religioso para o novo homem. Em épocas passadas, a Hierarquia Ashtar, que é de origem imaterial, revelou-se como arcanjos, mas não se restringe a forma alguma e pode assumir a quer for necessária. No momento, sua atuação na Terra está diretamente ligada ao resgate dos seres que optaram por rumos evolutivos, processo já em ato. Nos níveis monádicos serve como ancoradouro da síntese efetuada por Samana, instrui as mônadas para integrarem-se aos caminhos cósmicos.

Durante as fases de transcendência da esfera terrestre até o ingresso em Escolas Internas, a consciência conta com o acompanhamento da Hierarquia Ashtar, que a introduz na vida sideral. O centro de polarização dessa Hierarquia encontra-se em níveis extraplanetários, funciona como núcleo unificador dos grupos internos, seguindo metas definidas por consciências que vão desde o Logos planetário até os regentes desses grupos. Sirius atua na Terra, sobretudo por meio dessa Hierarquia, composta de entidades e seres que se poderiam designar Celestiais.

A luz de Sirius assim irradiada é, neste ciclo, uma luz de Iniciação e de integração crística que revela aspectos ocultos e profundos da existência. A Hierarquia Ashtar é guardiã dessa revelação, é irradiação de mundos transcendentes. Tem como tarefa estampar na vida concreta os signos que caracterizam o veio principal da existência solar. Desperta o fogo cósmico em cada ser e atua como elo entre a Terra e várias partes do cosmos.


ASHTAR ASGHRAN - Hierarquia pertencente á linhagem crística, encarregada da irradiação dos novos padrões da vida espiritual e dos princípios a serem absorvidos pelos indivíduos que irão compor a nova humanidade. Participa da preparação para a Operação Resgate no planeta e, por meio do trabalho de formação espiritual, promove a elevação das mônadas. Possibilita o contato do ser humano com as naves e com os níveis de existência suprafísicos. Ao trabalhar com a instrução monádica, coordena o processo que leva o individuo a ter maior controle sobre a vida material, sobretudo ao contatar outras dimensões ou ao trasladar-se para elas.

Atua na integração do ser na luz da mônada, e da mônada na luz do Supremo. Rege, portanto, ciclos avançados da evolução desta humanidade e estimula diretamente os núcleos centrais do individuo. Nesta época, seu poder crístico auxilia os seres para desenlaçar-se dos planos terrestres, transmitindo-lhes a energia cósmica numa voltagem maior e conduzindo-os ao caminho de libertação das leis materiais. É um dos mais ativos núcleos de vibração crística na Terra, e sua presença ainda que em planos bem elevados, dinamiza e eleva consideravelmente todo potencial energético planetário. É um estimulo á elevação do homem. Tem sido também denominado Luz dos Corpos transcendentes. Segundo Sarumah, membro doConselho Alfa e Omega que esteve encarnado no cone Sul, Ashtar Asghran é a quinta Hierarquia crística.

ASHTAR SHERAN - Hierarquia diretamente vinculada á Operação Resgate no planeta, tornou-se conhecida no passado como Arcanjo Miguel. Sob seu comando estão várias área do Hemisfério Norte. Trabalha na transmigração das forças involutivas da aura da Terra, e as lendas do passado sobre Arcanjo Miguel chegam a fazer referência a isso.

É uma das Hierarquias que alimentam a chama do despertar do Novo Homem e, para muitos, a unificação com ela é requisito para elevar a qualidade vibratória do mundo terrestre. Cada indivíduo absorve sua irradiação na medida da própria abertura.

A dedicação total ao cumprimento do Plano Evolutivo é a marca dos que são tocados por essa energia de amor e de poder; deixa no coração do homem a lembrança da origem cósmica, para onde o impulsiona a retornar. A energia de Ashtar Sheran ajuda, assim, o processo de ascensão dos seres e, para grande parte da humanidade resgatável que se dirige a outros pontos do cosmos, é foco de atração e ponte para o contato com os mundos que os aguardam.

Auxilia a decodificar os impulsos emitidos para a Terra pelos Conselhos. Está a serviço de galáxias longínquas, que se relacionam com a nossa, com o sistema solar e o planeta, velando por seu desenvolvimento. Esse relacionamento transcorre em esferas profundas, ás quais algumas Hierarquias, como Ashtar Sheran, têm acesso. Os ecos desses contatos promovem transformações potentes na esfera interior de todos os seres.

Extraído do Glossário Esotérico de Trigueirinho

Download do livro Glossário Esotérico: http://www.4shared.com/document/uClEzai4/1994-Glossrio_Esotrico.html?









Thursday, October 6, 2011

O Despertar do Guerreiro Sagrado IX


O despertar da Humanidade de um planeta que está à beira de um salto entre dimensões, é apenas uma das operações de que toda a engenharia sideral precisa de levar a cabo, para que o planeta passe de um estado tridimensional para um estado quatridimensional. Isto significa que o órgão do planeta que representa o "Eu Consciente" desse planeta, terá o seu espectro alargado.


Um planeta de 4ª dimensão não significa que as montanhas vão ficar transparentes, ou os cisnes azuis, ou as plantas emanem som, isso é um planeta de 6ª dimensão. Um planeta de 4ª dimensão significa que a dimensão em que a divindade oculta se exprime para as trevas, para a energia, para as formações exteriores, já abarca a 4ª dimensão.

As operações que estão em curso têm 3 níveis: Primeiro, o corpo astral e o corpo mental estão a passar por uma fusão. Estão a ser preparados dentro de nós uniões entre certos níveis do sentimento. A antiga mente e o espectro conhecido de sentimentos e de emoções passa para o nível de manutenção de equilíbrio psicológico e têm muito pouco para nos dar como estímulo evolutivo actual.

A nível abaixo da consciência, a mente e o veículo emocional estão a começar um processo de integração de síntese. Nós vamos ter novos sentimentos, vamos ter uma maior presença do fogo do magnetismo transcendente, do magnetismo aglutinador, onde antes tínhamos energia de discriminação e de pureza mental, assim como vamos ter conhecimento directo a partir do coração.

Quando a antiga mente e o antigo centro de resposta senciente que é o coração são desactivados, uma síntese maior oculta pode vir ao de cima. Nós vamos começar a amar com o centro cerebral e vamos começar a compreender com o coração. Nós somos seres mentalmente em mutação. A nossa mente está sendo transformada e está-se a dar a activação em toda a Humanidade que poder responder a esse estímulo, de funções até agora desconhecidas no hemisfério cerebral direito. É aqui o laboratório da nova mente.

A nova mente não é composta nem pelo hemisfério cerebral esquerdo nem pelo direito, ela é composta por núcleo que está agora a ganhar potência e que integra as duas coisas, isto é, eu toco violino e faço contas de matemática simultaneamente, como se fosse a mesma coisa. Antigamente ou tocava violino ou fazia contas de matemática, porque são funções que se distribuem simetricamente na topografia do cérebro. E o que os Irmãos maiores estão a preparar, é uma união dessas faculdades nas quais o ser humano comum irá ser iniciado, absorvido, irá ter a sua mente absorvida por uma mente que pré existe à divisão entre emoção e amor. E no estado de amor pré existe a divisão entre emoção e amor. Esta fusão altera completamente toda a nossa noção de iniciações, de e toda a nossa resposta preceptiva à realidade que nos impõem.

Amar e compreender nunca estiveram tão próximos. Compreender e amar nunca estiveram tão unidos. Agora, eles vão passar a ser uma mesma expressão.

O primeiro nível do que está a acontecer com cada um de nós, essa união entre dois veículos, duas naturezas que muitas vezes se distanciavam e é por isso que cada um de nós, não querendo usar o intelecto antigo, e tem a impressão que está a utilizar um veículo do princípio do século, assim como quando se envolve em químicas emocionais também percebe que está a fazer uma viagem ao museu da vida emocional da humanidade dentro dele.

Então, nós estamos sendo convidados a olhar para a nossa vida interior e começar a distinguir as peças de museu e criar uma distanciação inteligente - no Oriente chama-se a isto desapego - em relação a essas peças de museu dentro de nós de forma a que a energia cósmica possa começar a remover, transformar, a dissolver ou a transmutar esses habitantes interiores. Este é o primeiro nível.

O segundo nível, é que o nosso eu superior que até esta fase tinha estado estabilizado acima da mente, permitindo-se centrar em cada pausa entre os pensamentos, permitindo-se visitar-nos em cada momento em que nós permitimos o mínimo de quietude mental, o eu superior está a transladar-se rapidamente do quarto plano para o quinto plano. As nossas almas estão a começar a estabilizar-se no quinto nível. Elas estão subindo de nível. Este núcleo dentro de nós está-se transladando para um novo patamar de vibração que não é mais o nível intuitivo. Isto significa que o nível intuitivo passa a ser uma actividade normal a partir desta fase de desenvolvimento da Humanidade.

Agora nós olhamos para a nossa existência e mais uma vez constatamos que estamos abaixo do normal, mas isso é um problema de cada um de nós. O que os Irmãos neste momento consideram normal é que em cada 20 decisões nossas, 18 ou 17 sejam guiadas pela intuição e a intuição nasce com o poder do amor.

A intuição é tu teres um livro aberto frente a qualquer situação. Como o livro é sagrado e o seu conteúdo é secreto, só através da porta do amor os Irmãos podem abrir o livro, antes disso eles estariam expondo à voracidade da mente aquilo que deve permanecer sagrado. A boa notícia é que todos estes seres têm um manancial de sabedoria imenso à sua disposição.

O sábio do alto da montanha mudou-se para dentro de ti e pelo poder do amor, de um cuidado e de um compromisso inteligente de me identificar com a dor do mundo (que é uma das experiências menos agradáveis do amor), pela minha capacidade de me unir àquilo que sofre neste planeta e não permitir uma distanciação (excepto a distanciação mínima para eu estar abstracto em relação a essa dor, senão não faço nada), eu tenho um compromisso total com o problema do Homem.

O equipamento que está sendo ligado, a leitura, os momentos de silêncio, as sincronias misteriosas, as convergências, o amigo espiritual, a frase certa, o objecto certo, o dia certo, tudo isto é demasiado precioso para ficar conveccionado no nosso problema apenas, então, existe esta turbina que nos está convidando a enriquecer a mesa de trabalho com a dor do mundo.

As nossas almas ocupam o nível actualmente que era ocupado por aquilo que a tradição ocidental chamava o “anjo da guarda”. Não todos os seres humanos indistintamente, mas a porta está claramente aberta - as almas lidam com energia de luz, elas são entidades térmicas, onde elas sentem que o fogo, o calor da realidade profunda existe, elas deslizam suavemente na direcção desse calor, elas são entidades térmicas esotericamente falando. Quando as almas se transladam para esse 5º plano, todo o teu interior entra num efeito de panela de pressão composto por aquilo que antigamente se chamava o "chamamento", todo o nosso interior se torna acolhimento e isto porque a alma que estava antes ocupando o papel de Krishna, aquele que guia a carruagem dos três cavalos - físico, emocional e mental - a alma largou os cavalos, e está-se transladando para o plano espiritual, que é o plano onde é possível ela ser completamente dominada, absorvida, possuída pela energia da mónada, pela energia átmica. Isto é o segundo nível do que está a acontecer connosco. Por um lado, os níveis mais altos do plano emocional, do plano dos sentimentos, portanto, aquilo que corresponde aos sentimentos superiores, está-se integrando a mente profunda, e a mente profunda já não funciona mais fora dos sentimentos superiores, aliás, a mente profunda é uma consequência da coexistência de sentimentos superiores.

A energia que é preciso gastar para ficar à superfície da existência é cada vez maior. O cansaço não tem a ver com não ter encontrado o caminho, o cansaço nesta etapa tem a ver com ter encontrado o caminho. É uma coisa muito diferente.

A energia que eu tenho que gastar para estar fora do caminho é cada vez mais alta, assim como a energia centrífuga que os vestígios desta civilização mantêm activos, é cada vez maior, o poder da manipulação visual, sonora e da informação é cada vez maior. Isto é percebido quando tu chegas a casa e não tens absolutamente nada para fazer, e há um chamamento interior para ficares numa quietude dinâmica e tu consegues encontrar alguma coisa para fazer, há sempre mais uma coisa para fazer quando o espírito chama. Muitas pessoas chegam a casa, a casa está completamente arrumada, existe apenas o pó do dia anterior e elas vão limpar a casa, isto significa incapacidade de penetrar no templo interior.

O décimo telefonema, pela décima vez, ao décimo amigo, é incapacidade de penetrar no templo interno, estas coisas têm que ter nomes cada vez mais claros. O contínuo remanejamento de objectos, a contínua preocupação do ritual exterior, nesta fase dos acontecimentos, é uma incapacidade de estar frente ao templo e frente à chama.

A terceira operação é a construção do corpo de luz, é a construção em nós de uma sub entidade viva que corresponde, numa simbologia da crisálida e da borboleta, exactamente à borboleta. Enquanto a mónada está no quarto plano ela é uma crisálida sob o ponto de vista esotérico, ela está em sarcófago, aprendendo a transmitir, sob a forma de dor, impulsos para que a personalidade perceba qual é a vibração.

A quarta operação oculta em nós, que é o despertar do campo monádico na Humanidade inteira, a alma é admitida a esse 5º nível, ela pode voar acima do controle constante sobre a personalidade. Ela começa a tornar-se activa no nível onde antes era passiva, ela recebia intuição do núcleo de fogo e passava para o consciente de cada ser. Ela deixou de ser passiva no nível onde recebia a intuição, subiu, e aí tornou-se ainda mais activa sobre a nossa intuição, ela está a começar a preparar aquilo a que se chamou "as núpcias". O corpo de luz é a veste na qual a alma pode tronar-se presente a esse património interior, é a veste através da qual a alma pode fazer fusão com a energia cósmica que vem da mónada.

Toda a auto consciência do sistema solar é uma doação, uma tocha de Sírius e a alma apaga a energia que vai desde a primeira palpitação da consciência, até à sublime. Se a energia que activa a auto consciência vem da estrela Sírius, a anergia que activa a vontade e poder monádico, e portanto, a vida, vem de uma outra estrela que não está na Via Láctia, está noutra dimensão. Então estas estrelas agitam-se um pouco e toda a Humanidade é iniciada.

O que é que nós temos à nossa frente? Quatro operações: a fusão do emocional no mental; a síntese do emocional e do mental; um terceiro tipo de percepção ao qual nós podemos chamar senciência (uma consciência sensível e uma sensibilidade inteligente), este tipo de progressão, esta capacidade do acto humano seguir este rasto, que é um novo rasto. Nós antes seguíamos outros rastos, outros labirintos, outros processos, íamos pela esquerda ou pela direita, éramos seres emocionais ou fazíamos contas de matemática, fazíamos as duas coisas ao mesmo tempo, a energia segue o pensamento e o pensamento ou estava dividido ou estava unido por carência. Há um fundo que não está preenchido e muitos pseudo sentimentos emanam desse fundo. Esses rastos são os dois rastos conhecidos e há todo um grande processo de cura da Humanidade que se está desenvolvendo - há uma quantidade enorme de curadores que está disponível cada vez mais. Mas o que nós estamos aqui a tratar é de outro rasto, que é quando tu sabes qual é a direcção, o teu coração está completamente activo e se te pedirem para escreveres um tratado, tu escreves um tratado com o coração. É uma inteligência articulada, límpida, cristalina, mas que vem impregnada da força de coesão magnética cósmica.

Esta fusão entre os corpos emocional e mental está em curso, o translado da alma do 4º para esse nível mais alto está a acontecer neste momento, a formação do corpo de luz está também a acontecer e está-se a dar ao mesmo tempo o despertar do campo das mónadas, é muita transformação, é uma arquitectura nova dentro de nós.

O que é que significa para nós o despertar do campo monádico? Nada. Para o eu consciente esta expressão não tem utilidade nenhuma. O despertar do campo monádico é útil para a vida da alma, ela passa a estar guiada por um fogo activo e não apenas por um fogo latente.

O homem de há cem anos atrás era portador de um fogo latente, de uma capacidade de se auto dirigir para a luz latente e essa capacidade foi activada, as mónadas passaram de uma estado de brasas ocultas para chamas activas. O percentual de energia destinada a operações de direcção, decisão, reunião do disperso e de síntese é muito alta.

Esta chama tendo despertado colectivamente de uma forma central, permite a irmandade entre os seres humanos.

Até à data nós tínhamos a chamada "Fraternidade", que é o que acontece com as almas no plano intuitivo, no momento em que se dá a activação do campo da mónada, acontece a "Irmandade", as almas sobem de nível e a relação entre almas - nós podemos perguntar: "mas qual é a diferença, é quase a mesma coisa, fraternidade, irmandade". Só que aparentemente, fraternidade tem a ver mais com as almas sendo filtradas pela personalidade e ajudando-se mutuamente no processo de evolução, enquanto que irmandade tem a ver com as almas conscientes que estão ligadas ao Uno. É outra energia.

Estas quatro operações visam criar seres humanos capazes de impressionar o meio ambiente. Elas passam a ser detentoras das chaves que transformam a circulação de energia no planeta inteiro. A parte da humanidade que precisa assumir este sector da vida está a nascer. A humanidade vampira continua, mas a humanidade co-criadora já está a nascer.

Ao mesmo tempo que diariamente nos são apresentadas tarefas e solicitações e que sem pensarmos, permitimos que a energia da nossa alma se distribua por todas essas tarefas, sem supervisionar demasiado o que está a acontecer, é necessário perceber o que a nossa alma está a fazer no meio ambiente, sem focalizar demasiado o assunto, porque tu nunca sabes o que é que realmente estás a fazer. Esta actividade consciente de eu achar que estou a irradiar energia para determinada pessoa, é uma actividade do eu consciente, eu preciso de me libertar de todas as convecções que eu imagino.

Uma das convecções mais interessantes é a que fala do 5º Império, é a manifestação da energia de que Portugal vai ser o grande guia da Humanidade. isto pode funcionar desta forma, todos os discípulos válidos começam a conveccionar-se nesta forma-pensamento e o consciente fica retido na ideia de Portugal emanando energia, quando o que é possível fazer já, é a consciência global revertendo sobre si própria a uma velocidade infinita. Nós precisamos focalizar Planeta e não País.

Isto significa que diariamente estão a acontecer em torno de ti micro e macro operações de uma beleza extrema. Se os Irmãos te permitissem ver o que tu fazes invisivelmente, quando estás bem ou mal, independentemente disso, sentias-te literalmente apaixonado por ti próprio. Basta sabermos que à medida que eu vou dedicando a minha energia, a minha ternura, à medida que eu vou aprendendo a reenviar a força de vida para dentro e para cima - e este é exactamente o que está por trás do mistério da geração do corpo de luz, é, quanto mais eu reenvio para dentro e para cima, mais ele está disponível para fora e para baixo, só que a minha consciência mudou.

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