Amhaj

Para que possais trilhar a senda luminosa é preciso responder ao Chamado. Isso significa vencerdes provas, nas quais terão confirmado o vosso elo com a verdade e com a luz. Todos os seres, um dia, penetram essa senda e alcançam a Morada Celestial. Porém, eons se passam até que o ciclo se consume. Não vos intimideis frente ao mal. Não desafieis o inimigo. Não retardeis vosso caminhar pelo clamor do passado. A poeira dos tempos será lavada do vosso ser; novas vestes trajareis, e grande será o júbilo da libertação. Porém, nessa senda pisareis sobre rosas e espinhos, e devereis aprender o mistério do Bem. É tempo de justiça. É tempo de graças. Magnífico poder, o Irmão Maior se aproxima. Silenciai vosso coração e acolhei o grande amor. Tendes a Nossa paz.

Hierarquia
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Thursday, October 13, 2011

Lys e o Éter Primordial(Uma Introdução) Parte II

O que é a Mãe Divina?

O éter é como um espelho. E no mesmo espaço geográfico, existem quatro espelhos. Tu tens os sete planos que compõem o plano físico: sólido, gasoso, líquido, quarto éter, terceiro éter, segundo éter, primeiro éter. O éter é espacial. Se tivéssemos que falar em espaços Divinizados, teríamos que incluir a consciência do éter. O éter é um espelho, é uma química oculta, que reflecte planos transcendentes para dentro de dimensões inferiores. Portanto, éter e poder de reflexão são equivalentes. Um ser-espelho, isto é, um ser que é formado para funcionar como um espelho, é um ser que está aprendendo a activar o éter. Está aprendendo a transformar o espaço por onde ele passa. A partir do Profundo para o Espaço.

Estes quatro níveis de éter, cada um reflecte um nível do Pai. O quarto éter reflecte o Intuitivo. O terceiro éter reflecte o Espiritual. O segundo éter reflecte o Monádico e o primeiro éter reflecte o Próprio Pai.

O que é que significa reflecte o Pai?

Tu sabes que o éter no plano Monádico foi activado, porque tu entras num espaço e não consegues falar. (Não sei se alguém aqui já teve essa experiência.) Quando tu entras num espaço, e o código, que está instalado nas partículas invisíveis que fazem circular a energia, é tão saturante da consciência, a consciência fica tão completa, que tu compreendes que não há nada a acrescentar. Nem nada a fazer. Nem um ritual. Ritual, já é um éter mais abaixo. Não há nada a acrescentar. Tu sabes que esse éter Monádico, que é o segundo éter, está activado, porque tu não consegues acrescentar nada. Tu és totalmente relembrado da tua condição de receptáculo de Deus. De casquinha de Deus. Porque o que nós somos, é uma casquinha de Deus. E fica evidente que, ali, não há nada para acrescentar. Isso é o segundo éter. Ele reflecte o plano Monádico.

Quando o Primeiro Éter é activado, aquele que reflecte o plano Divino, a atmosfera fica ionizada. Isto é, a atmosfera brilha! Quando o Primeiro Éter é activado, a atmosfera acende, como uma lâmpada! Éter é uma realidade espacial. A Mónada não é uma realidade espacial. A Alma não é uma realidade espacial. O éter é uma realidade espacial. É um véu. Ele tem quatro níveis de activação: Intuitiva, Espiritual, Monádica, Divina.

O espaço à nossa volta está vivo!!

Olha, nós estamos sentados numas cadeiras, aqui, na Via Láctea, e o espaço espera algo de nós! Nós podemos contaminar o espaço. Podemos varrer o espaço. Podemos lavar o espaço. Enxaguar o espaço. Podemos colorir o espaço. O espaço é activável!... O espaço está vivo!... O espaço e s t á  v i v o !... Os escultores conhecem isto. Alguns escultores. Todo o ritual participa da vida que o espaço é. O espaço não é uma entidade neutra, não é uma abstracção metafísica, o espaço não é uma necessidade estrutural para que exista energia..., o espaço é vivo! O Espaço Puro é um aspecto da Mãe Divina! E este Espaço Puro contém quatro filmes de informação.

Na Terra, poucas são as zonas em que o quarto éter, aquele que reflecte o intuitivo, está activado. Por exemplo, ao fazermos um trabalho aqui, nós estamos a activar aspectos do quarto éter, uma vez que eu procuro não estimular a vossa mente. O que nós estamos a dizer tem muita pouca argumentação no plano mental. Como é que nós vamos provar que estas coisas são verdadeiras ou falsas? Nenhuma possibilidade. Não há qualquer possibilidade de trabalhar isto no plano mental. Isto, ou é directo no intuitivo, ou não funciona. Então, nós contribuímos, num grau, para activar o quarto éter, aqui. Há uma tendência para as coisas se tornarem um pouquinho mais intuitivas, quando um trabalho deste tipo é feito no planeta. São muito raros os locais em que o éter no plano espiritual está activado. No plano Monádico, consta que só a câmara do rei, na grande pirâmide. E mais alguns sítios em algumas catedrais da matriz Templária, e algumas bolsas de éter superior algures nos pólos e, obviamente, o Mundo Intraterreno como um todo, é guardião do éter Monádico.

Agora, o Primeiro Éter, o Éter reflector do Pai (isto é tão importante para compreender o que é Portugal), o Primeiro Éter, o Éter reflector do Pai, quando ele é activado - existem Mantras que activam o primeiro éter; existem Mantras, existem factores que activam esse éter Superior - quando esse Éter é activado, o ar ilumina-se! A partir do nada. Ele ioniza. Estou a falar do ar, da atmosfera... Imagina, se isto acontece no plano físico da atmosfera, nos gases: azoto, oxigénio..., imagina o que é que está a acontecer nos outros níveis! É aberto aquilo a que os extraterrestres chamam um xendra, um canal interdimensional. Só que este Éter Divino tem sete subníveis..., nós não vamos por aí.

Onde eu quero chegar com isto, é que este Éter Divino também recebe o nome de Éter Primordial. Porque ele era o campo vibratório que saturava a atmosfera da Terra durante a Hiperborea. E este Éter Primordial, quando toca as células físicas, produz Imortalidade. Quando toca o coração, produz Ananda, a grande Alegria Cósmica. Quando toca a consciência, produz Omnisciência. Quando toca a Alma, produz Omnipresença, desdobramento interdimensional.

Este Éter Primordial é o Corpo da Mãe Divina!

A Mãe Divina é a Sacerdotisa dos éteres. E nós somos co-sacerdotes com Ela, sempre que a nossa consciência é usada para dignificar o espaço. E não para ver no espaço uma entidade quantitativa. Como nós fazemos com o tempo. A Mãe Divina é o que acontece quando o Primeiro Éter, o Éter Primordial, é totalmente activado. Até ao fim. O Espaço acende uma Luz! Aquilo a que o judaísmo chama Shekhina e o catolicismo chama a Presença Divina - eu insisto nisto, porque isto é uma ideia nova, até um certo ponto..., isto é, ela é tão antiga, que deve vir do futuro. Ela tem tantos milhões de anos, que, provavelmente, ela já vem do futuro, para nós - este Éter, é aquilo de que as nossas células têm mais sede. Esta Iluminação do espaço, com Deus, é aquilo de que as nossas células mais sede têm. E a nossa consciência mais busca compreender.

Nós temos 90% do cérebro adormecido, porque as partes frontais do cérebro dependem do segundo e do primeiro éter para acordar. As partes, que nós podemos estimular com os éteres físico, mental, astral, já fizeram o que tinham a fazer: criaram o homem comum, com boa vontade. Quando nós fazemos um trabalho intuitivo, novas regiões do córtex começam a ser activadas. Quando fazemos um trabalho Espiritual, que é um trabalho diferente deste que estamos a fazer aqui, regiões ainda mais profundas do córtex são activadas. E quando fazemos um trabalho Monádico, então o cérebro começa a acordar da longa noite..., assim como a coluna de cristal ao longo da nossa coluna. E quando o ser contacta o Éter Divino - que não tem estado na Terra - estas regiões de ouro, da vida cerebral, iluminam-se!

Quando se deu a queda da Atlântida, a Mãe Divina, que é uma entidade Logoica, feminina, - é um Logos feminino. Não é Maria. É um Logos feminino - a Mãe Divina disse qualquer coisa ao Senhor do Mundo, como isto:

Um véu vai descer sobre o homem. O Milagre do Espaço não pode continuar visível. O homem vai adormecer. A Luz deixará de ser compreendida. Eu vou recolher o Éter Primordial. Porque Ele é da Lei. O Éter Primordial é da Lei da Criação. Pai, eu vou recolher o Éter Primordial, trazê-lo ao meu coração e guardá-lo no interior da Terra. Vou preservá-lo nas Arcas dimensionais que estão no interior da Terra.

Daí, as representações da Mãe Divina aparecerem com a Mãe com um véu sobre o rosto. O nome deste Logos feminino, cujo corpo físico denso é Gaia - mas isso é o elemental dela - o nome deste Logos feminino é secreto. Ainda não pode ser comunicado. Um dia será. E Ela recolheu-se ao Profundo e levou consigo o seu véu. Ela levou consigo a iluminação da atmosfera. Uma iluminação que, quando está presente, deflecte os aspectos do Sol que são destrutivos para as células. Notem: a estrutura energética está aqui nesta sala. A matriz energética está aqui. O dodecaedro paraesférico está aqui nesta sala. Mas a vibração activa, isto é, a Luz que poderia ser ancorada nesta matriz, foi levada. Então, a matriz adormeceu.

E este Ser, esta vasta Majestade, esta Mãe, da qual nós somos eternos buscadores, esta Mãe, recolheu este véu, recolheu o milagre do espaço.

O que é o Milagre do Espaço? É a existência de zonas geográficas na Terra onde o Divino é visível. Contactável. Zonas em que a Chama de Deus está vibrando. Olha, grandes concentrações de Éter Primordial formam aquilo a que se chama a Chama da Ascensão. A Chama da Ascensão, que posteriormente esteve presente em Luxor, em Matchu Pitchu, no Lago Titicaca, que esteve presente noutras regiões do Planeta, na China, inclusive, (Kuan Yin), a Chama da Ascensão é uma elevada concentração deste Éter Primordial. Isto é: é uma substância que é Deus e um Deus que é substância. Vejam bem, como a dualidade não funciona, quando o Éter Primordial for desperto. Sabes, é uma terceira coisa!... O Espírito..., a matéria..., uma terceira coisa!... Uma terceira via! Uma terceira frequência capaz de unir os dois lóbulos cerebrais e eliminar o efeito desta fenda que nós temos no corpo!... Uma terceira Entidade! Uma terceira via! Podemos chamar o Filho, se quisermos. Isto é o Graal! O Éter Primordial é o Graal! É uma substância que recebe e revela o Divino simultaneamente.

A Hierarquia fez descer porções deste Éter Primordial, guardado no Coração da Terra, em pedras. Em Talismãs. Em insígnias de globos esotéricos. Em portas de Templos. Em Sacrários de Templos. Em Câmaras de Iniciação. A Mãe levou consigo este Véu, que é o Pai na matéria. Este Véu é radioactivo, propulsor, incandescente, de uma suprema cura do emocional. De uma final resolução da matéria da mente. Uma plenificação da vida emocional. E a suspensão do corpo, em relação às leis da evolução natural. Daí, falar-se em Ascensão.


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